Depois do que aconteceu naquela noite com minha prima Karina, decidi que era melhor pensar em como lidar com a situação com a Karina e a Karen. Dois dias depois do ocorrido, minha mãe me perguntou se eu não queria ir com eles pra festa de um amigo do meu pai. Eu disse que não, aí ela falou que se eu ficasse com fome, era só esquentar alguma coisa pra jantar. Dito isso, a família toda foi pra festa e eu fiquei um tempinho, até que resolvi sair rumo à casa das minhas primas. Nessa altura, já tinha pensado muito sobre o assunto durante meu isolamento de dois dias, e cheguei à conclusão de que primeiro era melhor saber como a Karina ia reagir de agora em diante toda vez que me visse.
Lembro que era um sábado e saí de casa lá pelas 5 da tarde. Enquanto caminhava pra casa das minhas primas, encontrei a Karina, que me olhou e disse o seguinte:
Karina: Oi, meu amor.
Eu: Oi (com um sorriso). Tudo bem você me chamar assim sempre? Digo, pode dar problema se os outros ouvirem.
Karina: É carinho, não se preocupa, não vou te chamar assim o tempo todo.
Eu: Ok (meio desconfiado, mas mostrando um sorriso).
Aproveitando a situação, perguntei pela irmã dela, a Karen, e ela respondeu: Não tá, desde quarta de manhã ela foi pra León, Guanajuato, visitar nossos avós (pelo lado do pai) e volta domingo à noite, porque segunda ela entra no colégio.
Na hora, tirei um peso das costas, porque assim eu ia ver como levar essa relação com a Karina sem ter que encarar a Karen por enquanto.
Depois disso, ela disse que tava indo pra casa dela e me perguntou se eu tava com fome. Eu respondi que não tinha comido nada, então decidi ir com ela.
Já dentro de casa, sentei no sofá enquanto ela preparava a janta. Aí me levantei e resolvi ir ajudar, mas ela falou: Não se preocupa, fica na sala e usa o notebook ou vê TV. Eu obedeci e fiquei no notebook. O tempo passou muito rápido e já tinham se passado uns 40 ou 50 minutos.
Ela me disse que já estava tudo pronto e vi que caprichou na comida, fez uma sopa bem gostosa junto com uns pedaços de carne, guacamole e outras coisas. Nisso, a gente falou o seguinte:
Eu: Nossa, tá com uma cara muito boa.
Karina: Viu só, sei cozinhar bem e ainda mais quando tô motivada.
Eu: Motivada?
Karina: Não pergunta e vamos comer.
Pouco depois, terminamos de comer e falamos o seguinte:
Eu: Que delícia que tava.
Karina: Viu, te falei que quando tô motivada sai melhor.
Eu: Hummm... motivada?
Karina: Motivada, porque você é especial pra mim, e pensar que tava cozinhando pra você me motivou.
Eu: Não sei o que dizer.
Karina: Não precisa dizer nada.
Eu: Tá bom, mas tenho que compensar você.
Karina: Ai, meu amor, que coisa você fala (corada).
Eu: Posso te beijar?
Karina: Claro, meu amor, isso não se pergunta.
Depois disso, a gente se beijou por uns minutos e logo levantamos da mesa de mãos dadas, enquanto ela me guiava até o quarto dela, que ficava no segundo andar. Já dentro do quarto dela:
Eu: Ainda não parei de pensar no quanto foi bom aquela noite.
Karina: Que tal a gente prolongar essa sensação agora?
Eu: Acho uma boa.
Karina: Pode fazer o que quiser comigo.
Quando ouvi isso, comecei com minha manobra e comecei a beijar a boca linda dela, depois ela tirou toda a roupa e eu fiz o mesmo.
A primeira coisa que ela fez foi ficar de quatro e a gente começou a fazer de quatro, ela gemia de prazer e isso me excitava ainda mais, mas eu sempre tentava me controlar. Ficamos assim uns minutos até que ela deu uns gritos fortes enquanto gozava. Depois eu tirei e perguntei se estava tudo bem a gente estar transando sem camisinha, e ela respondeu: Não se preocupa, tô usando métodos anticoncepcionais.
Então eu continuei com a grande façanha e comecei com a do missionário, me coloquei Em cima dela e comecei metendo fundo até o fundo da buceta dela, depois trocamos, eu deitei e enquanto ela montava em mim, foi aí que ela começou a rebolar de um jeito muito gostoso, então não aguentei mais e enquanto ela gemia, ela disse: já vou gozar, nisso ela gozou e eu gozei fora dela. Então:
Karina: não tira, eu tô adorando isso.
Eu: vamos trocar, vira de costas.
Ela sem tirar meu pau bem duro da buceta dela se virou e começou a rebolar de um jeito muito sexy, enquanto eu olhava pra aquela raba e segurava com as minhas mãos.
Passaram vários minutos até que ela e eu gozamos quase ao mesmo tempo, enquanto ela soltava uns gemidos enormes de prazer e eu gozava fora pela segunda vez.
Foi então que ficamos deitados na cama dela e enquanto nos abraçávamos:
Karina: não tinha que ter tirado, queria sentir dentro.
Eu: não tava seguro, achei que não era certo gozar dentro de você.
Karina: que malvado (risos).
Eu: o que posso fazer é esporrar no teu corpo pra não desperdiçar.
Karina: tá bom, pode esporrar em qualquer parte do corpo, seja na minha raba (risos), peitos, na minha cara ou até na minha boca.
Eu: Uau, acho perfeito.
Karina: escuta meu amor, que tal se toda vez que a gente quiser transar a gente se mandar mensagem com alguma palavra-chave e a gente responder com um "SIM" ou um "NÃO".
Eu: acho uma boa.
Lembro que era um sábado e saí de casa lá pelas 5 da tarde. Enquanto caminhava pra casa das minhas primas, encontrei a Karina, que me olhou e disse o seguinte:
Karina: Oi, meu amor.
Eu: Oi (com um sorriso). Tudo bem você me chamar assim sempre? Digo, pode dar problema se os outros ouvirem.
Karina: É carinho, não se preocupa, não vou te chamar assim o tempo todo.
Eu: Ok (meio desconfiado, mas mostrando um sorriso).
Aproveitando a situação, perguntei pela irmã dela, a Karen, e ela respondeu: Não tá, desde quarta de manhã ela foi pra León, Guanajuato, visitar nossos avós (pelo lado do pai) e volta domingo à noite, porque segunda ela entra no colégio.
Na hora, tirei um peso das costas, porque assim eu ia ver como levar essa relação com a Karina sem ter que encarar a Karen por enquanto.
Depois disso, ela disse que tava indo pra casa dela e me perguntou se eu tava com fome. Eu respondi que não tinha comido nada, então decidi ir com ela.
Já dentro de casa, sentei no sofá enquanto ela preparava a janta. Aí me levantei e resolvi ir ajudar, mas ela falou: Não se preocupa, fica na sala e usa o notebook ou vê TV. Eu obedeci e fiquei no notebook. O tempo passou muito rápido e já tinham se passado uns 40 ou 50 minutos.
Ela me disse que já estava tudo pronto e vi que caprichou na comida, fez uma sopa bem gostosa junto com uns pedaços de carne, guacamole e outras coisas. Nisso, a gente falou o seguinte:
Eu: Nossa, tá com uma cara muito boa.
Karina: Viu só, sei cozinhar bem e ainda mais quando tô motivada.
Eu: Motivada?
Karina: Não pergunta e vamos comer.
Pouco depois, terminamos de comer e falamos o seguinte:
Eu: Que delícia que tava.
Karina: Viu, te falei que quando tô motivada sai melhor.
Eu: Hummm... motivada?
Karina: Motivada, porque você é especial pra mim, e pensar que tava cozinhando pra você me motivou.
Eu: Não sei o que dizer.
Karina: Não precisa dizer nada.
Eu: Tá bom, mas tenho que compensar você.
Karina: Ai, meu amor, que coisa você fala (corada).
Eu: Posso te beijar?
Karina: Claro, meu amor, isso não se pergunta.
Depois disso, a gente se beijou por uns minutos e logo levantamos da mesa de mãos dadas, enquanto ela me guiava até o quarto dela, que ficava no segundo andar. Já dentro do quarto dela:
Eu: Ainda não parei de pensar no quanto foi bom aquela noite.
Karina: Que tal a gente prolongar essa sensação agora?
Eu: Acho uma boa.
Karina: Pode fazer o que quiser comigo.
Quando ouvi isso, comecei com minha manobra e comecei a beijar a boca linda dela, depois ela tirou toda a roupa e eu fiz o mesmo.
A primeira coisa que ela fez foi ficar de quatro e a gente começou a fazer de quatro, ela gemia de prazer e isso me excitava ainda mais, mas eu sempre tentava me controlar. Ficamos assim uns minutos até que ela deu uns gritos fortes enquanto gozava. Depois eu tirei e perguntei se estava tudo bem a gente estar transando sem camisinha, e ela respondeu: Não se preocupa, tô usando métodos anticoncepcionais.
Então eu continuei com a grande façanha e comecei com a do missionário, me coloquei Em cima dela e comecei metendo fundo até o fundo da buceta dela, depois trocamos, eu deitei e enquanto ela montava em mim, foi aí que ela começou a rebolar de um jeito muito gostoso, então não aguentei mais e enquanto ela gemia, ela disse: já vou gozar, nisso ela gozou e eu gozei fora dela. Então:
Karina: não tira, eu tô adorando isso.
Eu: vamos trocar, vira de costas.
Ela sem tirar meu pau bem duro da buceta dela se virou e começou a rebolar de um jeito muito sexy, enquanto eu olhava pra aquela raba e segurava com as minhas mãos.
Passaram vários minutos até que ela e eu gozamos quase ao mesmo tempo, enquanto ela soltava uns gemidos enormes de prazer e eu gozava fora pela segunda vez.
Foi então que ficamos deitados na cama dela e enquanto nos abraçávamos:
Karina: não tinha que ter tirado, queria sentir dentro.
Eu: não tava seguro, achei que não era certo gozar dentro de você.
Karina: que malvado (risos).
Eu: o que posso fazer é esporrar no teu corpo pra não desperdiçar.
Karina: tá bom, pode esporrar em qualquer parte do corpo, seja na minha raba (risos), peitos, na minha cara ou até na minha boca.
Eu: Uau, acho perfeito.
Karina: escuta meu amor, que tal se toda vez que a gente quiser transar a gente se mandar mensagem com alguma palavra-chave e a gente responder com um "SIM" ou um "NÃO".
Eu: acho uma boa.
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