Recordando os velhos tempos com meu filho

Olá, sou a Marisa, tenho 46 anos e vou contar pra vocês o que é, pra mim, o verdadeiro amor de mãe. Vou situar vocês: na minha casa moram meu marido, da mesma idade que eu, e meus três filhos, dois meninos e minha filha, a mais velha. O Marcos, o caçula, de 18 anos, é o protagonista dessa história. Ele é um garoto alegre, que dá poucos problemas e, quando está em casa, passa o tempo como qualquer jovem da idade dele, estudando ou no computador ou na TV. Comigo, nunca foi muito carinhoso; sei que me ama, mas não demonstra do jeito que eu, e todas as mães, gostamos que demonstrem. É clichê, mas nenhum dos meus filhos me dá tanto carinho quanto minha filha, é bem diferente, mas enfim, acabei aceitando.

Tudo começa num dia normal, quando, passando na frente da porta do banheiro, vejo meu filho Marcos prestes a entrar no chuveiro, pelado. Vi a bunda jovem dele e me lembrou muito de quando ele era menor. Segui meu caminho, ele entrou no chuveiro e eu fui pra cozinha. Enquanto fazia minhas coisas, lembrava dos bons momentos da infância dele. Fiquei muito feliz em recordar tanta coisa e tudo que podia fazer com ele quando era pequeno. Me deu uma vontade de ir ao banheiro e perguntar se ele me deixava dar um banho nele, como fazia quando era pequeno. Falei que tinha tido um ataque de nostalgia e que, se ele não tivesse pressa, gostaria que me deixasse. Ele me disse, meio brincando, meio surpreso, que loucura eu tava falando, que já era muito grande pra isso. Eu insisti que seria só aquele dia, que a gente já não fazia mais nada junto e que era só pra relembrar. Ele acabou aceitando, meio nervoso. Então, abri a cortina do chuveiro e comecei a ensaboar as costas e a bunda dele, porque ele tava nessa posição, parecia relutante em me mostrar o rosto, imagino que pra eu não ver as partes dele. Enquanto ensaboava, eu tava numa posição muito desconfortável, então falei que ia entrar no chuveiro com ele, que tava incomodada. Ele ficou meio nervoso, mas disse que tudo bem, que já que eu queria... queria, mas ele continuava de costas pra mim. Tirei tudo que tava vestindo até ficar pelada e fiz um rabo de cavalo antes de entrar no chuveiro pra continuar ensaboando ele. Fiz ele se virar e ficar de frente pra mim, vi o que me esperava: ele tava com uma ereção enorme e tentava esconder. Isso me deixou meio sem graça, mas rapidinho falei que ele não precisava esconder nada, que era normal, mesmo eu sendo mãe dele, eu era mulher e tava tocando partes sensíveis do corpo. Aí a situação relaxou um pouco, a ereção dele diminuiu um tanto, mas ainda ficou bem durinha. Ensaboei o corpo inteiro dele e pedi pra ele me ensaboar também. Ele começou pelos braços, pernas, pescoço e costas, fez um movimento como se fosse parar, e eu falei que ainda não tinha terminado, perguntei se ele não lavava as partes dele quando tomava banho. Ele riu e disse que sim, e começou a ensaboar meus peitos, com cuidado, focando nos bicos, o que me deixou bem excitada. Depois desceu pra ensaboar minha bunda, fazendo movimentos fortes entre minhas nádegas, e terminou ensaboando minha buceta, com a palma da mão, meio grosseiro, mas eu tava adorando. Eu olhava nos olhos dele, enquanto sentia a ereção dele crescer de novo. Pensava nele como meu pequeno, meu tesouro, que saiu de mim há 18 anos, e tava muito emocionada. A vergonha dele foi sumindo enquanto eu tentava esconder meu tesão. Falei que já tava bom, que já tava ensaboada, e ele com uma risadinha parou. A ereção dele tava descomunal, dava até pra ver o pênis pulsando com o bombeamento de sangue dos batimentos. Então coloquei minha mão nele e comecei a masturbar ele com força. Em 20 segundos ou menos ele gozou, tava claro que ele tava muito, muito excitado. Ele me abraçou com as mãos nas minhas nádegas e me deu um beijo no pescoço junto com um selinho nos lábios. Enxaguei ele, me enxaguei e nos secamos.

Naquela semana, quando ficávamos sozinhos ou isolados do resto da família, me dizia que adoraria voltar a ser pequeno, que tinha amado o banho e lembrar daquilo, que agora gostaria de lembrar quando mamava na minha buceta, falava em tom de brincadeira, mas eu estava gostando da ideia. Passaram duas semanas em que o carinho e os gestos dele pra mim surpreenderam todo mundo, ele chegava e me dava dois beijos sempre, me chamava de gostosa quando eu ia com meu marido pra sair na rua e quando estávamos sozinhos me dava tapas na bunda que me faziam rir pra caralho. Nesse tempo eu estava muito à vontade, o que rolou no banho não afetou em nada minha relação com meu marido, não contei nada, nem que tomei banho com o Marcos, não achei necessário.

Meu marido Alejandro é um homem muito fogoso, trabalha de manhã e à tarde mas vem almoçar ao meio-dia, coincide que meus filhos estudam e, assim que comem, cada um vai pros seus afazeres, e quase sempre temos meia hora eu e meu marido depois do almoço, pra gente, antes do Alejandro voltar pro trabalho. Dos cinco dias úteis, toda semana, dois ou três dias, a gente transa nessa hora, ele faz coisas que eu gosto muito, me deixa satisfeita na cama, foi evoluindo no que faz comigo durante os anos que estamos casados e eu só tenho que recompensar aceitando as propostas de cama que ele me faz nessas horas, eu curto pra caramba e ele vai super feliz pro trabalho. Falo isso porque na terceira semana depois do banho, estávamos nessa hora em casa eu e meu marido, e meu filho Marcos, que não ia pra aula naquela tarde, estava tirando um cochilo. Eu falei que não faríamos nada naquele dia, por causa da presença do Marcos em casa, mas meu marido insistiu e no final fomos pro quarto e ele começou a me apalpar, eu já tava muito molhada quando o Alejandro foi fechar a porta, lembrei do Marcos e que talvez ele estivesse acordado e falei pro meu marido pra não fechar, que ele tava dormindo e não ia perceber, que não queria me preocupar com a porta fechada, ele estranhou mas Ele me obedeceu e começou a fazer comigo as mesmas coisas que ele faz. Eu estava especialmente falante, dizia coisas um pouco mais altas do que o normal pro meu marido, não gritava, mas o suficiente pra que, se meu filho estivesse acordado, me ouvisse bem. Só de pensar nisso fiquei com muito tesão e dediquei ao meu marido umas frases bem pesadas e uma das melhores gozadas que a gente tinha dado em meses. Quando terminou, ele me disse que hoje eu tinha estado incrível, que tinha deixado ele morto, e que me amava mais do que nunca. Eu, toda satisfeita, me despedi dizendo que pra mim também tinha sido incrível. Quando voltei de me despedir dele na porta, e antes de ir pro meu quarto tirar um cochilo, passei pelo quarto do meu filho com a camisola que uso pra dormir, que tem umas transparências e eu não tava usando nada por baixo. Entrei no quarto pra ver se meu filho tava dormindo e, pra ser sincera, não percebi se ele tava fingindo ou não, mas parecia dormindo. Dei um beijinho na boca dele e o cobri. Depois fui pra minha cama.

Quando acordei da soneca, tava na cozinha, meu filho acordou e entrou pra lanchar alguma coisa. Eu tava lavando umas louças e ele chegou, ficou atrás de mim, apertando o pau dele contra minha bunda, afastou meu cabelo da orelha e sussurrou no meu ouvido como tinha sido minha tarde, se eu tinha feito bem a digestão. Falou isso rindo e me dando beijinhos no pescoço, então eu entendi na hora: ele tinha me ouvido enquanto eu transava com meu marido. Me virei e olhei nos olhos dele, perguntei se ele gostava do que a mãe dele dizia enquanto transava. Ele disse que sim, que tinha ficado com muito tesão me ouvindo e que adoraria ter sido ele quem tava ouvindo aquilo. Depois de ouvir isso, deixei cair o vestido que uso em casa e fiquei pelada na frente dele. Perguntei se ele queria lanchar da minha buceta, igual quando era criança, e ele começou a chupar. Perguntei se ele tava fazendo direito, e eu disse que sim, que não tinha mudado. Ele caprichou e me deu vários. Mordiscos nos mamilos, reclamando em voz alta que não tinha gozado, que ela queria lembrar do gosto dele. Ao me dizer isso, fiquei toda emocionada, precisava ter ele dentro de mim, que voltasse pro lugar de onde saiu, pro lugar que tanto acolheu ele durante nove meses e que o formou graças ao meu carinho no homem que é hoje. Peguei no pau dele e guiei até minha buceta, implorando pra ele voltar pra casa, que aquilo era dele e só dele por ter crescido ali. Ele disse que tava morrendo de vontade, mas que antes queria provar o gosto da mãe. Então ele me pegou, me virou e curvou minhas costas, me deixando de quatro apoiada na pia. Começou a passar a língua entre minhas nádegas, me dava beijos e esfregava a língua com força no meu cu e nas minhas nádegas. Dizia que me amava, que eu era a melhor coisa da vida dele, e que nunca ia esquecer aquele momento. Eu tava gozando como nunca, sentia meus fluidos escorrendo pelas minhas coxas como pequenos riachos de prazer. Tava fora de mim, repetindo pra ele que por favor queria sentir ele dentro, que tava em êxtase, nem sabia quantos orgasmos já tinha tido. A situação, meu filho, o que ele tava me fazendo, tudo era um acúmulo de sensações que meu corpo não conseguia lidar. Então, quase forçando, peguei no pau dele e enfiei dentro de mim. Senti o calor dele na minha buceta, as estocadas e os dedos cravados no meu corpo. Escaparam umas lágrimas, não sei se de prazer ou emoção. Ele perguntou se tava doendo, por que aquelas lágrimas, e eu só disse que ele era meu filho, que nunca me machucaria, nem eu machucaria ele. Que assim como ensinei ele a comer e a se virar sozinho, agora era eu, a mãe dele, quem guiava os passos dele em outro aspecto importante da vida: o amor, o sexo. Que isso ia nos unir pra sempre, e que sempre, sempre ele ia me ter do lado, porque foi pra isso que eu o trouxe ao mundo: pra transformá-lo no meu orgulho. Ele gozou dentro de mim enquanto eu me contorcia de prazer, gemendo e me agarrando em qualquer coisa que via na pia da minha cozinha. cozinha, ele me abraçou com força enquanto gozava, e beijava minhas costas como se eu fosse o bem mais precioso dele…

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