Imperio. Cap.1

Antes de começar essa série que tenho na cabeça há um tempão, queria agradecer a todo mundo que tira um tempo pra ler e espero que vocês gostem. Se for o caso, não hesitem em me seguir, porque vou continuar essa história de ficção que criei baseada em acontecimentos. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Pra fazer essa obra, me inspirei em vídeos da internet, mas mesmo assim, toda a história é completamente original e os personagens são inexistentes.
Atenciosamente, GC

Império.
Capítulo 1

Martín tinha acabado de ganhar na loteria, 500 milhões de pesos, e ainda não conseguia acreditar. Na vida dele, nunca tinha tido tanta sorte. Ele era do tipo que sempre foi excluído socialmente, mas isso acabou. Desde que ganhou na loteria, conseguiu um monte de amizades e até mulheres, mesmo nunca tendo um físico privilegiado. Ainda assim, as mulheres o achavam gostoso. Ele tinha uns 24 anos, altura média, cerca de 1,75m, cabelo escuro e sem corte, mas não conseguia nada de especial em nenhum penteado. A pele era um pouco morena, sobrancelhas finas, olhos pretos e profundos, que faziam as pessoas se perderem neles. O nariz não era fino ou empinado, mas também não era largo, lábios grossos, e ele conseguia formar um sorriso perfeito. A compleição era magra.
Depois de ganhar na loteria, comprou uma casa de luxo na área mais nobre da cidade, Filimore Bay, com uma vista sem igual para a praia. Mas a cidade não era assim em todos os lugares. Em áreas como os Santos ou as que faziam divisa com a via rápida, existia pobreza.
Martín, graças ao dinheiro que ganhou na loteria, construiu seu império na pornografia. O site dele, "Fuck my money", ganhou fama rapidinho e deixava uma grana milionária. Era um site onde ele conseguia que mulheres transassem com ele em troca de uma quantia razoável de dinheiro. Mas como ele foi parar aí? A resposta estava meses atrás, logo depois de comprar a casa dele.

Martín tinha acabado de assinar o contrato da casa e não Pensava na melhor forma de comemorar, que era convidar a melhor amiga pra estrear a casa. A casa era enorme: a entrada era um cômodo amplo com um piano e duas cadeiras; dali, tinha a sala e a sala de jantar, ambas conectadas e decoradas com tons de madeira, bege e vermelho, dando vida à casa e fazendo com que os pores do sol fossem ainda mais gostosos, já que no lugar de parede tinha uma janelona com vista pra praia. Conectada à sala de jantar, ficava a cozinha decorada com cores metálicas. Descendo as escadas, tinha um quarto de jogos com uma mesa de sinuca, um totó, uma sala com TV e som surround; você saía e tinha uma piscina grandona e uma churrasqueira. Dava pra descer ainda mais e chegar na praia. No andar de cima, um quarto era destinado a uma banheira de hidromassagem — o quarto era fantástico, sem janelas, uma porta só, um biombo pra você se trocar, decorado com bambus e luz vermelha. Outro quarto era onde o Martín dormia; os outros quartos estavam vazios.

A campainha tocou e Martín correu pra abrir. Ele sabia que era a Emily, a melhor amiga dele. Conhecia ela há anos e nunca tinha conseguido nem beijá-la. Ele sempre quis comer ela e tava decidido que naquela tarde ia conseguir. Abriu a porta e ela tava mais gostosa do que nunca. Da mesma idade que Martín, Emily media 1,65, então era meio baixinha, cabelo castanho preso num rabo de cavalo, sobrancelhas finas e castanhas também, olhos pequenos e castanhos, nariz empinado, boca pequena e rosada, com umas tetas enormes. Já tinham falado sobre isso antes; ela dizia que era 34C e que às vezes usava D. Tava usando uma minissaia azul e uma camisa sem manga rosa que fazia as tetas dela parecerem ainda mais redondas.

— Martín! Nunca pensei que sua casa fosse tão grande.
— Pois é, vê só o que um pouco de sorte pode fazer.

Logo caminharam pra sala e abriram uma taça de vinho.
— Você com muita sorte, mas esquece da gente. Ultimamente as coisas não tão boas, tô sem grana — disse Emily. enquanto dava um gole na taça - você não acha que podia me emprestar um dinheiro?-
-A pergunta ofende, mas hoje esquece seus problemas, melhor a gente ir estrear a jacuzzi-
-Você não prefere ver um filme?-
-Você não trouxe maiô... Isso é o de menos, entra de calcinha mesmo, no fim é a mesma coisa-
-É que... Eu não tô de sutiã-
Então fica com a camisa, você é como minha irmã e você sabe disso- mas Martín queria que ela entrasse na jacuzzi, assim teria uma chance melhor de poder comer ela-
-Hum... Tá bom, mas é melhor você me emprestar uma camisa que não transparente tanto-
-Claro-
Então subiram as escadas, Martín pegou uma camisa e deu pra Emily, depois pegou uma câmera e escondeu entre uma toalha, já no quarto da jacuzzi e ela foi atrás do biombo pra se trocar, enquanto ela tirava a camisa Martín entrou pelo outro lado e filmou ela com a câmera, Emily deu um grito de horror enquanto cobria os peitões com os braços.
-Porra, apaga isso! Ou juro que agora mesmo chamo a polícia-
-Calma Emily, só quero ajudar-
-E como é que gravando meus peitos você pode me ajudar, idiota?
-Vou te pagar, mil reais- Emily cobria os dois peitos com um braço enquanto com o outro levantava o dedo- dois mil, três mil... Cinco- Nessa hora Emily ficou séria mas descobriu os peitos, eram realmente grandes, separados, mamilos médios e rosados.
-Feliz? Agora me dá meu dinheiro que já vou-
-Espera, deixa eu tocar neles-
-Tá louco, me dá meu dinheiro logo que vou embora-
-Foda-se, 20 mil se me deixar te comer- Emily fica muda e Martín se aproxima dela e pega nos peitos dela, começa a beijar, percorre os mamilos de Emily com a língua fazendo um caminho, Emily não faz nada só fica parada, Martín agora beija ela e ela entra no jogo, as mãos dele percorrem o abdômen dela até descer pra minissaia e enfia a mão, começa a brincar com a buceta da Emily enquanto se beijam, logo Martín deita Emily e tira a saia dela com tudo thong, a buceta dela não tava depilada, mas também não tinha muito pelo, só aparada. Martín tira a calça e se ajoelha sobre a Emily, foca a câmera enquanto brinca com os peitos dela e mete, começa devagar e depois acelera, Emily geme enquanto a intensidade aumenta, logo Emily tira ele de cima.
— Levanta, vou te chupar —
Martín quase cai e Emily se ajoelha na frente dele.
— Nossa, é grande mesmo, se eu soubesse tinha te comido há anos — disse Emily enquanto pegava o pauzão do Martín e batia uma, depois colocou na boca, começou a mamar cada vez mais rápido até enfiar tudo, 22cm dentro da boca dela, Martín não acreditava —
— Fica de quatro que vou meter de novo —
— Pera, cê não tem camisinha —
— Relaxa, eu controlo —
— E se eu engravidar, filho da puta? — Ela enfiou o pau de novo na boca
— Mais 5 mil — Emily tirou o pau da boca e ficou de quatro.
Martín meteu de novo e acelerou o ritmo da foda, Emily não parava de gemer.
— Deita — Martín obedeceu enquanto Emily sentava no pau dele, ela rebolava enquanto ele brincava com aqueles peitos maravilhosos, e focava a câmera ora na penetração, ora nos peitos, Emily começou a pular em cima dele, gemia mais alto do que nunca, ela se mexia cada vez mais rápido e sentiu Martín apertar os peitos dela com mais força e contrair os dedos do pé.
— Aaaaaaaaa — depois desse som que Martín soltou, Emily sentiu um calor dentro dela e parou os movimentos, só se ouvia a respiração do Martín.
— Que porra foi essa?! —
— ... Gozei... —

1 comentários - Imperio. Cap.1