— Senta em cima de mim de uma vez e me faz cavalgar como a sexy girl que você é. Me ordenou meu bully, me puxando pelo cabelo contra o chão de cimento alisado enquanto tirava o jeans aos puxões.
Caí montada sobre seus quadris e, com as tetas ao ar balançando a cada movimento, comecei a pular furiosa sobre o cock dele com o desespero de uma slut no cio.
— Ai, por Deus, como entra em mim, não relaxa mais! Eu disse com a voz quebrada de prazer, cravando as unhas nos peitorais suados e mexendo a cintura a mil por hora.
— Isso, rebota bem as tetas na minha cara e engole cada estocada, sua burra! Ele me gritou com os olhos injetados de sangue, me agarrando pela cintura pra me bater com mais força ainda.
— Me destrói, me fode até arrebentar toda a pussy! Eu implorei com a respiração entrecortada, apertando o cu e descendo com todo o peso do meu corpo até que ele gozou dentro em meio a gritos e tapas.
Fiquei paralisada, com os olhos arregalados e a boca semiaberta, assim que o malandro do bairro abaixou o boxer e deixou aquele monstro venoso e inchado a centímetros do meu rosto.
— Que foi, se assustou com um volume desse tamanho, sua safada? Zombou ele com um sorriso convencido, balançando o pau pesado quase roçando no meu nariz.
— Não acredito no tamanho disso... Falei engolindo seco com a garganta seca, sentindo o cheiro de suor e macho me deixar completamente tonta.
— Deixa de frescura e bota na boca se quer saber como é que é, vai. Me ordenou o malandro, me pegando pela nuca sem hesitar nem um segundo.
Cheguei perto da sala de casa com a biquíni no corpo e o sol batendo nas minhas costas, mas minha única missão era terminar direto de joelhos entre as pernas do meu bully.
— Ajoelha e abre a boca, que hoje você trabalha cedo. Ele me ordenou, ajeitando o volume com total desinteresse.
Assim que envolvi o membro com os lábios, ele me agarrou com raiva do sutiã e do cabelo, afundando minha cabeça de um só golpe seco contra a virilha dele.
— Kkh... mmmf...! As lágrimas escaparam na hora, me afogando com uma garganta profunda dessas que me fazia lacrimejar até a alma.
— Engole tudo até o fundo, sua puta, que é pra isso que você tá na minha casa! Ele me gritou o fdp, me dando outra estocada na boca que quase rasgou minha garganta.
Fiquei tremendo, apoiada com as mãos e o peito na beirada da cama, esperando que meu bully decidisse abrir meu corpinho.
— Vira e levanta bem a bunda, que hoje vou te arrebentar por trás. Me ordenou ele com voz rouca, cuspindo na mão pra lubrificar.
Sem duvidar um segundo, enfiou aquele pau gordo e pesado direto no meu cuzinho, me fazendo arquear os rins de dor.
— Ai, pelo amor de Deus, você me rasgou no meio, dá uma aliviada! Implorei apertando os lençóis com os nós dos dedos brancos e as pernas tremendo.
— Alivia a buceta você, sua puta, se você adora ficar sem ar! Me cuspiu no ouvido, me dando uma estocada selvagem atrás da outra até me deixar tonta.
Não tive nem um segundo de hesitação quando vi o amigo do meu irmão sentado na cama sem calça e com o pau ereto balançando no ar.
— E aí, ficou com vontade de provar a carne dos grandões? Me disse ele com um sorriso marrento, esticando as pernas.
Me joguei de joelhos aos pés dele sem pensar e envolvi o membro com os lábios, comecei a chupá-lo com uma vontade desesperada.
— Mmmgh... ah...! Me engasguei de repente quando, sem avisar, ele levantou meu quadril na força e empurrou o membro quente direto na minha boca.
— Isso, engole tudo dos caras do bairro, sua safada! Me gritou rindo, me agarrando pela nuca pra continuar me usando de brinquedo.
Me aconcheguei contra o peito dele fingindo assistir a um filme no sofá, mas assim que senti o membro dele ficar duro e se cravar direto nos meus rins, meu corpo inteiro amoleceu.
— Fica quietinha e abre as nádegas pra trás, vai. Sussurrou meu amigo no meu ouvido, enfiando uma mão por baixo do moletom pra apertar meu peito.
— S-sim... faz devagarinho... Eu disse mordendo o lábio com os olhos fechados de vergonha e tesão.
Sem dizer mais nada, ele empurrou o pau inteiro dentro do meu cu com uma só estocada lenta e profunda que me fez arquear as costas.
— Mmmh... que apertadinho que você tá, safada, relaxa e recebe esse pau inteiro. Me disse ele me abraçando forte pela cintura enquanto começava a me dar investidas suaves contra o encosto.
Terminei jogada de costas no colchão amassado, com os lençóis revirados e as pernas tremendo enquanto o mano do bairro me dobrava uma perna contra o peito sem me dar trégua.
— Abre bem essa pussy e aguenta meus últimos tiros, girl. Me ordenou ele, me agarrando pelo tornozelo com força bruta.
— Ai, pelo amor de Deus, você vai me quebrar toda... não para! Falei gritando baixinho, sentindo como as estocadas selvagens dele sacudiam todo o meu torso.
Ele apertou os dentes, gozou dentro da minha buceta com um jato quente e pesado, e me deixou ali jogada, com as pernas abertas e encharcada nos fluidos dele.
— Boa, te deixei bem cheia de cum, slut. Zombou o mano se ajeitando antes de sair do quarto.
O malandro do bairro continuava em cima de mim, pesado, suado e cheirando a maconha e vinho, me metendo sem piedade mesmo já tendo gozado dentro de mim fazia um bom tempo.
— O que você pensa, que já acabou? Não me importo com nada, vou te foder até eu cansar. Ele sibilou com um sorriso perverso na cara.
— S-sim... continua me fodendo... Eu disse com a voz quebrada e o olhar perdido no teto de chapa, sem conseguir frear esse abuso.
Sentia perfeitamente como o sêmen quente que ele tinha deixado dentro de mim transbordava e escorria pelas minhas coxas a cada estocada nova e bruta que ele me dava.
— Olha como essa buceta escorre, você é uma insaciável de merda. Ele me provocou, me dando um tapa seco na perna enquanto acelerava o ritmo sem piedade.
Os manos do bairro tinham me encurralado sozinha na esquina e, à força, me fizeram cair de joelhos sobre o cimento frio do beco. Um dos bandidos abriu as calças e tirou um pau enorme e suado direto na altura da minha boca.
— Vê como atende a gangue, vadia, abre bem a boca e não me suja com os dentes. Me ordenou o malandro, me agarrando forte pelos cabelos da nuca.
— S-sim... deixa ele aí, vou chupar bem... Eu disse tremendo, com os olhos cheios de lágrimas de pura humilhação.
— Toma, engole tudo de uma vez e aguenta as ânsias, vadia! Ele gritou comigo, deixando o pau cair com violência uma e outra vez contra os lábios e me fazendo bater contra os dentes sem piedade.
— Mmmh... mmmf! Eu gemi abafada e submissa, me deixando usar como um trapo enquanto os outros riam me olhando de cima.
— Fica quieta e abre bem a buceta pra mim, que hoje eu vou te foder no pelo porque me deu na telha. Ele me sibilou no ouvido enquanto eu me ajeitava de bruços no colchão.
— S-sim... me come no pelo, me faz tua sem nada... Eu disse a ele mentindo e fingindo um desespero quente, enquanto disfarçadamente tirava a camisinha do bolso da calça jeans sem ele perceber.
— Isso, como você sabe se entregar, sua puta! Ele rugiu na hora, enfiando o pau gordo e quente direto na minha buceta sem nenhum tipo de proteção.
— Ai, meu Deus, como entra, me enche bem fundo! Eu implorei gritando de falso prazer, apertando o cu e sentindo cada estocada crua.
— Toma todo o jato, vou encher essa sua buceta até você não ter mais alma! Gritou o cara, me dando a última investida antes de gozar dentro de mim sem nojo.
Meu bully me agarrou por trás de surpresa no meio do quarto, me puxou pelo cabelo pra frente e me obrigou a ficar de quatro no chão. Sem tirar minha roupa toda, levantou minha blusa e enfiou o pau gigante e pesado dele direto no meu cu de uma vez só, seca.
— Aiaaaah! Não, no cu não, você vai me partir no meio! Gritei abafada pela dor aguda, apoiando os punhos no chão pra não cair.
— Cala a boca e aguenta, que é pra isso que você serve, sua escrava do caralho! Ele me repreendeu com fúria, me agarrando pelos quadris pra começar a me martelar sem anestesia.
— Mmmh... sim... mais forte... arrebenta o cu! Menti chorando e arqueando as costas pra agradá-lo, sentindo o esfíncter se rasgar a cada investida.
— Olha como suas pernas tremem, sua puta, você adora que eu destrua esse rabo! Zombou o desgraçado, me dando as últimas estocadas até gozar dentro e me deixar toda mole e tremendo de joelhos.
Andava descalça pela cozinha com um biquíni minúsculo que mal cobria o necessário, levando a xícara fumegante na mão enquanto rebolava o rabo e deixava os peitos à mostra pro meu bully na mesa.
— Olha como você se exibe pelada sabendo exatamente como me deixa, sua idiota. Me disse ele com a voz rouca, me agarrando pela cintura com um puxão seco e jogando a xícara de lado.
— Ai, para, o café vai cair! Falei soltando uma risada nervosa, sentindo a mão áspera dele entrando direto por baixo do tecido do biquíni pra tatear minha buceta escorrendo.
— Tô cagando pro café, vem cá que vou te usar no chão antes de começar o dia. Me ordenou o safado, me levantando no ar sem piedade.
— Sim, me joga no chão e me acaba de uma vez! Falei completamente molhada, abrindo as pernas com desespero enquanto ele me esmagava contra os azulejos frios.
Estava jogada de bruços no colchão, com as pernas tremendo e o corpo completamente destruído depois da surra anal que meu bully tinha acabado de me dar sem anestesia.
— Bom, sua puta, já te destruí o suficiente por hoje. Me disse ele tirando o pau de uma vez e ajeitando a calça com total desinteresse.
— Mmmh... deus... tá doendo tudo, meu cu... Falei com a voz quebrada, apoiando a testa nos lençóis suados e sem conseguir juntar os joelhos de tanto ardor.
— Olha como eu deixei teu buraco, sua punheteira, abre e fecha escorrendo minha porra como uma torneira quebrada. Zombou meu bully parado no meio do quarto, apontando pro meu cu destruído com um sorriso sádico.
— Você é um filho da puta... falei num fio de voz, com os olhos cheios de lágrimas de impotência, enquanto via ele sair do quarto me deixando aberta e sozinha.
Fiquei paralisada, com os olhos arregalados e a boca semiaberta, assim que o malandro do bairro abaixou o boxer e deixou aquele monstro venoso e inchado a centímetros do meu rosto.— Que foi, se assustou com um volume desse tamanho, sua safada? Zombou ele com um sorriso convencido, balançando o pau pesado quase roçando no meu nariz.
— Não acredito no tamanho disso... Falei engolindo seco com a garganta seca, sentindo o cheiro de suor e macho me deixar completamente tonta.
— Deixa de frescura e bota na boca se quer saber como é que é, vai. Me ordenou o malandro, me pegando pela nuca sem hesitar nem um segundo.
Cheguei perto da sala de casa com a biquíni no corpo e o sol batendo nas minhas costas, mas minha única missão era terminar direto de joelhos entre as pernas do meu bully.— Ajoelha e abre a boca, que hoje você trabalha cedo. Ele me ordenou, ajeitando o volume com total desinteresse.
Assim que envolvi o membro com os lábios, ele me agarrou com raiva do sutiã e do cabelo, afundando minha cabeça de um só golpe seco contra a virilha dele.
— Kkh... mmmf...! As lágrimas escaparam na hora, me afogando com uma garganta profunda dessas que me fazia lacrimejar até a alma.
— Engole tudo até o fundo, sua puta, que é pra isso que você tá na minha casa! Ele me gritou o fdp, me dando outra estocada na boca que quase rasgou minha garganta.
Fiquei tremendo, apoiada com as mãos e o peito na beirada da cama, esperando que meu bully decidisse abrir meu corpinho.— Vira e levanta bem a bunda, que hoje vou te arrebentar por trás. Me ordenou ele com voz rouca, cuspindo na mão pra lubrificar.
Sem duvidar um segundo, enfiou aquele pau gordo e pesado direto no meu cuzinho, me fazendo arquear os rins de dor.
— Ai, pelo amor de Deus, você me rasgou no meio, dá uma aliviada! Implorei apertando os lençóis com os nós dos dedos brancos e as pernas tremendo.
— Alivia a buceta você, sua puta, se você adora ficar sem ar! Me cuspiu no ouvido, me dando uma estocada selvagem atrás da outra até me deixar tonta.
Não tive nem um segundo de hesitação quando vi o amigo do meu irmão sentado na cama sem calça e com o pau ereto balançando no ar.— E aí, ficou com vontade de provar a carne dos grandões? Me disse ele com um sorriso marrento, esticando as pernas.
Me joguei de joelhos aos pés dele sem pensar e envolvi o membro com os lábios, comecei a chupá-lo com uma vontade desesperada.
— Mmmgh... ah...! Me engasguei de repente quando, sem avisar, ele levantou meu quadril na força e empurrou o membro quente direto na minha boca.
— Isso, engole tudo dos caras do bairro, sua safada! Me gritou rindo, me agarrando pela nuca pra continuar me usando de brinquedo.
Me aconcheguei contra o peito dele fingindo assistir a um filme no sofá, mas assim que senti o membro dele ficar duro e se cravar direto nos meus rins, meu corpo inteiro amoleceu.— Fica quietinha e abre as nádegas pra trás, vai. Sussurrou meu amigo no meu ouvido, enfiando uma mão por baixo do moletom pra apertar meu peito.
— S-sim... faz devagarinho... Eu disse mordendo o lábio com os olhos fechados de vergonha e tesão.
Sem dizer mais nada, ele empurrou o pau inteiro dentro do meu cu com uma só estocada lenta e profunda que me fez arquear as costas.
— Mmmh... que apertadinho que você tá, safada, relaxa e recebe esse pau inteiro. Me disse ele me abraçando forte pela cintura enquanto começava a me dar investidas suaves contra o encosto.
Terminei jogada de costas no colchão amassado, com os lençóis revirados e as pernas tremendo enquanto o mano do bairro me dobrava uma perna contra o peito sem me dar trégua.— Abre bem essa pussy e aguenta meus últimos tiros, girl. Me ordenou ele, me agarrando pelo tornozelo com força bruta.
— Ai, pelo amor de Deus, você vai me quebrar toda... não para! Falei gritando baixinho, sentindo como as estocadas selvagens dele sacudiam todo o meu torso.
Ele apertou os dentes, gozou dentro da minha buceta com um jato quente e pesado, e me deixou ali jogada, com as pernas abertas e encharcada nos fluidos dele.
— Boa, te deixei bem cheia de cum, slut. Zombou o mano se ajeitando antes de sair do quarto.
O malandro do bairro continuava em cima de mim, pesado, suado e cheirando a maconha e vinho, me metendo sem piedade mesmo já tendo gozado dentro de mim fazia um bom tempo.— O que você pensa, que já acabou? Não me importo com nada, vou te foder até eu cansar. Ele sibilou com um sorriso perverso na cara.
— S-sim... continua me fodendo... Eu disse com a voz quebrada e o olhar perdido no teto de chapa, sem conseguir frear esse abuso.
Sentia perfeitamente como o sêmen quente que ele tinha deixado dentro de mim transbordava e escorria pelas minhas coxas a cada estocada nova e bruta que ele me dava.
— Olha como essa buceta escorre, você é uma insaciável de merda. Ele me provocou, me dando um tapa seco na perna enquanto acelerava o ritmo sem piedade.
Os manos do bairro tinham me encurralado sozinha na esquina e, à força, me fizeram cair de joelhos sobre o cimento frio do beco. Um dos bandidos abriu as calças e tirou um pau enorme e suado direto na altura da minha boca.— Vê como atende a gangue, vadia, abre bem a boca e não me suja com os dentes. Me ordenou o malandro, me agarrando forte pelos cabelos da nuca.
— S-sim... deixa ele aí, vou chupar bem... Eu disse tremendo, com os olhos cheios de lágrimas de pura humilhação.
— Toma, engole tudo de uma vez e aguenta as ânsias, vadia! Ele gritou comigo, deixando o pau cair com violência uma e outra vez contra os lábios e me fazendo bater contra os dentes sem piedade.
— Mmmh... mmmf! Eu gemi abafada e submissa, me deixando usar como um trapo enquanto os outros riam me olhando de cima.
— Fica quieta e abre bem a buceta pra mim, que hoje eu vou te foder no pelo porque me deu na telha. Ele me sibilou no ouvido enquanto eu me ajeitava de bruços no colchão.— S-sim... me come no pelo, me faz tua sem nada... Eu disse a ele mentindo e fingindo um desespero quente, enquanto disfarçadamente tirava a camisinha do bolso da calça jeans sem ele perceber.
— Isso, como você sabe se entregar, sua puta! Ele rugiu na hora, enfiando o pau gordo e quente direto na minha buceta sem nenhum tipo de proteção.
— Ai, meu Deus, como entra, me enche bem fundo! Eu implorei gritando de falso prazer, apertando o cu e sentindo cada estocada crua.
— Toma todo o jato, vou encher essa sua buceta até você não ter mais alma! Gritou o cara, me dando a última investida antes de gozar dentro de mim sem nojo.
Meu bully me agarrou por trás de surpresa no meio do quarto, me puxou pelo cabelo pra frente e me obrigou a ficar de quatro no chão. Sem tirar minha roupa toda, levantou minha blusa e enfiou o pau gigante e pesado dele direto no meu cu de uma vez só, seca.— Aiaaaah! Não, no cu não, você vai me partir no meio! Gritei abafada pela dor aguda, apoiando os punhos no chão pra não cair.
— Cala a boca e aguenta, que é pra isso que você serve, sua escrava do caralho! Ele me repreendeu com fúria, me agarrando pelos quadris pra começar a me martelar sem anestesia.
— Mmmh... sim... mais forte... arrebenta o cu! Menti chorando e arqueando as costas pra agradá-lo, sentindo o esfíncter se rasgar a cada investida.
— Olha como suas pernas tremem, sua puta, você adora que eu destrua esse rabo! Zombou o desgraçado, me dando as últimas estocadas até gozar dentro e me deixar toda mole e tremendo de joelhos.
Andava descalça pela cozinha com um biquíni minúsculo que mal cobria o necessário, levando a xícara fumegante na mão enquanto rebolava o rabo e deixava os peitos à mostra pro meu bully na mesa.— Olha como você se exibe pelada sabendo exatamente como me deixa, sua idiota. Me disse ele com a voz rouca, me agarrando pela cintura com um puxão seco e jogando a xícara de lado.
— Ai, para, o café vai cair! Falei soltando uma risada nervosa, sentindo a mão áspera dele entrando direto por baixo do tecido do biquíni pra tatear minha buceta escorrendo.
— Tô cagando pro café, vem cá que vou te usar no chão antes de começar o dia. Me ordenou o safado, me levantando no ar sem piedade.
— Sim, me joga no chão e me acaba de uma vez! Falei completamente molhada, abrindo as pernas com desespero enquanto ele me esmagava contra os azulejos frios.
Estava jogada de bruços no colchão, com as pernas tremendo e o corpo completamente destruído depois da surra anal que meu bully tinha acabado de me dar sem anestesia.— Bom, sua puta, já te destruí o suficiente por hoje. Me disse ele tirando o pau de uma vez e ajeitando a calça com total desinteresse.
— Mmmh... deus... tá doendo tudo, meu cu... Falei com a voz quebrada, apoiando a testa nos lençóis suados e sem conseguir juntar os joelhos de tanto ardor.
— Olha como eu deixei teu buraco, sua punheteira, abre e fecha escorrendo minha porra como uma torneira quebrada. Zombou meu bully parado no meio do quarto, apontando pro meu cu destruído com um sorriso sádico.
— Você é um filho da puta... falei num fio de voz, com os olhos cheios de lágrimas de impotência, enquanto via ele sair do quarto me deixando aberta e sozinha.
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