Falaê, galera do P! Tô aqui fazendo meu primeiro post, é um relato do que rolou comigo uns anos atrás. Espero que vocês curtam, comentem se isso acontece e me dêem uns pontos haha. Beleza, vou parar de enrolação e começar logo o relato.
Essa história, como eu tava contando, aconteceu já faz uns anos, pra ser mais exato, 8 anos. Eu tinha terminado o ensino médio e já tava na faculdade fazia uns meses, na época eu tava namorando a Clarisa fazia 4 anos.
Como na cidade onde eu morava não tinha faculdade, tive que me mudar sozinho pra outra cidade. Essa cidade era bem maior que a minha e tinha muito mais oportunidade com mina de todo canto do país, haha. Foi aí que, pouco depois de me mudar, conheci a Valéria, uma baixinha, peituda, com uma bunda empinada e muito gostosa. No começo, a gente só conversava sobre a faculdade, já que ela era colega e a gente sempre tava rodeado de outros alunos. Com o tempo, fomos nos conhecendo mais e trocando ideia sobre nossas vidas, contei que tava namorando, de onde eu era e tal. Pra minha surpresa, ela era de uma cidade perto da minha, isso foi um incentivo pra gente ficar ainda mais amigo.
Depois de um tempo, a gente já tinha se aproximado bastante, saía junto e fazia quase tudo junto, tanto que andava na rua e alguns caras que a gente cruzava me parabenizavam pela namorada que eu tinha, e a gente só ria. Mas a Vale sempre colocava uma barreira entre a gente, dizendo que eu tinha namorada, que eu ia ver sempre que dava, umas 1 ou 2 vezes por mês.
Tudo correu normal no primeiro ano depois que conheci a Valéria, eu tava indo super bem na faculdade, continuava sendo fiel pra minha namorada (Clarisa), fui pra minha cidade nas festas de fim de ano, passei janeiro inteiro com minha mina, mas o destino tinha algo inesperado pra mim no ano seguinte. Em fevereiro, eu tinha que voltar pra faculdade e foi assim, precisava fazer umas provas finais.
A gente se juntou com a Vale, que também tinha voltado da cidade dela, e começamos a estudar. Depois de uns dias, ela ficava pra dormir no meu apê (eu morava sozinho) porque as jornadas de estudo eram longas e a gente terminava muito tarde, e ela ficava com medo. Medo de ficar sozinha e, obviamente, eu fazia de bobo pra acompanhar ela e, em vez disso, convidava ela pra ficar.
Uma noite ela esqueceu o pijama que usava pra dormir e tive que emprestar uma camiseta minha, pra quando eu vi ela com aquela camiseta que mal cobria aquela bundinha minúscula e gostosa que ela tinha, fiquei a mil. Nessa altura já tínhamos muita confiança e eu dizia pra ela deitar comigo, que prometia não fazer nada acordado, mas dormindo não sabia, ela ria e respondia que faria de tudo comigo acordada ou dormida, mas se não tivesse namorada. A gente nunca falava da minha namorada com ela. Esse foi o sinal que eu precisava, fiquei na frente dela e falei: "O que você espera pra fazer o que quiser comigo, se estamos sozinhos aqui?" Ela respondeu que tinha namorada e que não podia fazer isso. Quase não deixei ela terminar a frase e beijei a boca dela. Primeiro a Vale tentou me afastar, mas depois cedeu e a gente se perdeu num beijo que parecia não ter fim. Tirei minha camiseta que ela tava usando e ficaram à mostra aqueles peitos lindos e enormes, que eu peguei com as mãos e comecei a lamber, beijar e morder bem de leve. Valéria, nessa hora, gemia de prazer e falava:
- Vai, continua assim, me chupa toda.
E eu obedeci, óbvio, haha. Levei ela pro meu quarto, deitei ela na minha cama e continuei beijando ela da boca pra baixo, parei nos peitos dela, que chupei de novo, e segui descendo. Tirei a calcinha pequenininha que ela tava usando e na minha frente apareceu aquela maravilha de buceta, toda depiladinha, sem um fio de cabelo, me chamando e dizendo "me chupa toda", e eu obedeci e comecei a chupar ela. Valéria, nessa altura, tava delirando de prazer e falava:
- Isso, vida, me chupa toda, come minha buceta que é toda sua, e que eu tava morrendo de vontade de você me chupar e me fazer sua.
- E eu respondi: "Por que esperou tanto?"
- Por medo e por respeito à minha namorada.
A gente continuou no que estávamos, depois ela fez um boquete fenomenal e a gente transou a noite toda, foi lindo, haha. Mas não quero me alongar muito porque essa não é a relato que quero te contar.
Seguimos assim com a Vale como se fôssemos namorados, a gente andava junto como se nada fosse, e eu cada vez ia menos pra minha cidade ver minha namorada.
Chegaram as férias de inverno e fui pra minha cidade ver meus pais e a Clarisa. A Vale também foi pra cidade dela. Mal chego, recebo uma mensagem da Vale dizendo que tava indo pra minha cidade ver a prima dela. Como eu tava com a Clarisa naquele momento, que tinha ido me buscar na estação, não consegui responder. Passamos em casa com a Clarisa e depois ela me convidou pra jantar na casa dela com os pais dela, que fazia muito tempo que não me viam e sentiam saudades. Eu tinha uma relação muito boa com eles.
Num momento da conversa que a gente tava tendo com os pais da minha namorada, tocam a campainha, e aí começou o que seria uma noite inesquecível. Pra minha surpresa, ouço a Clarisa dizer:
— Não levanta, vou eu, deve ser a Vale que convidei pra jantar.
Quando ouvi isso, meus olhos se arregalaram, acho que se eu quisesse abrir mais não conseguiria.
Ao ouvir:
— Oi, priminha! Sabia que minhas suspeitas estavam certas. A Vale, prima da minha namorada, era minha amante. Não sabia se saía correndo, me enfiava debaixo da mesa ou o quê. Mas isso não foi nada. Quando a Vale me viu com os tios dela, o susto que ela levou. Nós dois fingimos demência e agimos como se não nos conhecêssemos. Nos cumprimentamos, jantamos como se nada fosse, eu tava com o cu na mão, e começaram as perguntas: como ia a faculdade, em que ano a gente tava. E nossas respostas com a Vale eram as mesmas: que tava indo bem, que a gente tava no segundo ano. E nessa resposta foi quando a Clarisa perguntou:
— Vocês vão pra mesma faculdade, mesmo ano e não se conhecem? Nunca se viram?
E nós dois, ao mesmo tempo, respondemos:
— Não, o que acontece é que a faculdade é muito grande.
O jantar continuou, e num momento a Vale levantou pra ir ao banheiro. Esperei uns segundos e levantei também, dizendo que ia na cozinha pegar bebida. Esperei a Vale, que tinha que passar por... em frente da cozinha pra voltar pra sala e chamei ela, falei pra gente se acalmar que tava tudo bem e abracei ela e dei um beijo, esse foi meu erro.
Quando terminei de abrir os olhos, vejo atrás da Vale a Clarisa com os olhos cheios de lágrimas e puta da vida, sem falar nada sentou de novo na mesa, passou a janta, a sobremesa, e a Vale queria ir embora, aí a Clari falou que ela tava louca que aquela noite ia dormir na casa, eu olhava pra ela e não entendia nada, então pensei que eu teria que ir. Ficamos mais um tempo conversando e nisso os pais vão dormir porque tinham que acordar muito cedo.
Pensei que iam vir os gritos e as reclamações, mas pra minha surpresa foi tudo ao contrário.
Clari conversava com a gente como se nada tivesse acontecido, eu e a Vale nos olhávamos assustados.
Eu tava cansado e queria deitar, então me despedi como quem vai embora e a Clari me fala:
- Onde cê vai, love??
- Dormir em casa, você tá com sua prima
- Não, love. Você dorme com a gente duas hoje.
Eu e a Vale ficamos surpresos, mas não esperávamos o que vinha pela frente.
Ela pegou na mão de nós dois, nos levou pro quarto dela e só fez uma pergunta:
- Quanto tempo que vocês se conhecem?
- Minha resposta foi: desde que comecei na facul, mas o que rola entre a gente é desde janeiro.
Nisso a Clari se aproxima de mim, eu esperava um tapa mas não veio, pelo contrário, ela me beijou e me fez beijar a Vale.
Depois ela beijou a Vale. No começo a Vale não queria, mas depois de uns segundos não resistiu e começaram a se comer de boca de um jeito foda, que me deixava com muito tesão aquela cena.
Elas se tocavam, se beijavam e começaram a se despir tudo na minha frente e eu tava louco. Continuaram assim por um instante e nisso a Clari me olha e pergunta se eu queria participar, não pensei duas vezes e pulei nelas haha.
Nós três ficamos pelados, nos beijando.
Clari chupava meu pau, enquanto eu chupava os peitos dela e passava a mão na buceta da Vale, depois trocamos de posição e a Vale me chupava chupava enquanto eu chupava os peitos dela e usei a palavra: buceta na Clari. Nós três estávamos loucos, parecíamos possuídos. Vale me pedia pra meter, que já queria meu pau dentro, então obedeci e comecei a foder ela, enquanto Clari chupava os peitos dela. Acho que pelo tesão da Vale, não demorou nem 5 minutos pra ela gozar, então trocamos de posição e comecei a foder a Clari enquanto Vale chupava os peitos dela e brincava com o clitóris. Ficamos um tempão até a Clari gozar. Então eu falei: agora quero seus cuzinhos, quero encher os cuzinhos de porra. Como nenhuma quis, começaram a fazer um boquete juntas e eu terminei enchendo a boquinha das duas.
Assim continuamos durante as férias de inverno, até que eu e Vale tivemos que voltar, mas agora a Clari nos visitava sempre que podia e a gente se enfiava pra transar por horas entre os três.
Espero que vocês tenham gostado, tô esperando os comentários de vocês.. Abraços.
Essa história, como eu tava contando, aconteceu já faz uns anos, pra ser mais exato, 8 anos. Eu tinha terminado o ensino médio e já tava na faculdade fazia uns meses, na época eu tava namorando a Clarisa fazia 4 anos.
Como na cidade onde eu morava não tinha faculdade, tive que me mudar sozinho pra outra cidade. Essa cidade era bem maior que a minha e tinha muito mais oportunidade com mina de todo canto do país, haha. Foi aí que, pouco depois de me mudar, conheci a Valéria, uma baixinha, peituda, com uma bunda empinada e muito gostosa. No começo, a gente só conversava sobre a faculdade, já que ela era colega e a gente sempre tava rodeado de outros alunos. Com o tempo, fomos nos conhecendo mais e trocando ideia sobre nossas vidas, contei que tava namorando, de onde eu era e tal. Pra minha surpresa, ela era de uma cidade perto da minha, isso foi um incentivo pra gente ficar ainda mais amigo.
Depois de um tempo, a gente já tinha se aproximado bastante, saía junto e fazia quase tudo junto, tanto que andava na rua e alguns caras que a gente cruzava me parabenizavam pela namorada que eu tinha, e a gente só ria. Mas a Vale sempre colocava uma barreira entre a gente, dizendo que eu tinha namorada, que eu ia ver sempre que dava, umas 1 ou 2 vezes por mês.
Tudo correu normal no primeiro ano depois que conheci a Valéria, eu tava indo super bem na faculdade, continuava sendo fiel pra minha namorada (Clarisa), fui pra minha cidade nas festas de fim de ano, passei janeiro inteiro com minha mina, mas o destino tinha algo inesperado pra mim no ano seguinte. Em fevereiro, eu tinha que voltar pra faculdade e foi assim, precisava fazer umas provas finais.
A gente se juntou com a Vale, que também tinha voltado da cidade dela, e começamos a estudar. Depois de uns dias, ela ficava pra dormir no meu apê (eu morava sozinho) porque as jornadas de estudo eram longas e a gente terminava muito tarde, e ela ficava com medo. Medo de ficar sozinha e, obviamente, eu fazia de bobo pra acompanhar ela e, em vez disso, convidava ela pra ficar.
Uma noite ela esqueceu o pijama que usava pra dormir e tive que emprestar uma camiseta minha, pra quando eu vi ela com aquela camiseta que mal cobria aquela bundinha minúscula e gostosa que ela tinha, fiquei a mil. Nessa altura já tínhamos muita confiança e eu dizia pra ela deitar comigo, que prometia não fazer nada acordado, mas dormindo não sabia, ela ria e respondia que faria de tudo comigo acordada ou dormida, mas se não tivesse namorada. A gente nunca falava da minha namorada com ela. Esse foi o sinal que eu precisava, fiquei na frente dela e falei: "O que você espera pra fazer o que quiser comigo, se estamos sozinhos aqui?" Ela respondeu que tinha namorada e que não podia fazer isso. Quase não deixei ela terminar a frase e beijei a boca dela. Primeiro a Vale tentou me afastar, mas depois cedeu e a gente se perdeu num beijo que parecia não ter fim. Tirei minha camiseta que ela tava usando e ficaram à mostra aqueles peitos lindos e enormes, que eu peguei com as mãos e comecei a lamber, beijar e morder bem de leve. Valéria, nessa hora, gemia de prazer e falava:
- Vai, continua assim, me chupa toda.
E eu obedeci, óbvio, haha. Levei ela pro meu quarto, deitei ela na minha cama e continuei beijando ela da boca pra baixo, parei nos peitos dela, que chupei de novo, e segui descendo. Tirei a calcinha pequenininha que ela tava usando e na minha frente apareceu aquela maravilha de buceta, toda depiladinha, sem um fio de cabelo, me chamando e dizendo "me chupa toda", e eu obedeci e comecei a chupar ela. Valéria, nessa altura, tava delirando de prazer e falava:
- Isso, vida, me chupa toda, come minha buceta que é toda sua, e que eu tava morrendo de vontade de você me chupar e me fazer sua.
- E eu respondi: "Por que esperou tanto?"
- Por medo e por respeito à minha namorada.
A gente continuou no que estávamos, depois ela fez um boquete fenomenal e a gente transou a noite toda, foi lindo, haha. Mas não quero me alongar muito porque essa não é a relato que quero te contar.
Seguimos assim com a Vale como se fôssemos namorados, a gente andava junto como se nada fosse, e eu cada vez ia menos pra minha cidade ver minha namorada.
Chegaram as férias de inverno e fui pra minha cidade ver meus pais e a Clarisa. A Vale também foi pra cidade dela. Mal chego, recebo uma mensagem da Vale dizendo que tava indo pra minha cidade ver a prima dela. Como eu tava com a Clarisa naquele momento, que tinha ido me buscar na estação, não consegui responder. Passamos em casa com a Clarisa e depois ela me convidou pra jantar na casa dela com os pais dela, que fazia muito tempo que não me viam e sentiam saudades. Eu tinha uma relação muito boa com eles.
Num momento da conversa que a gente tava tendo com os pais da minha namorada, tocam a campainha, e aí começou o que seria uma noite inesquecível. Pra minha surpresa, ouço a Clarisa dizer:
— Não levanta, vou eu, deve ser a Vale que convidei pra jantar.
Quando ouvi isso, meus olhos se arregalaram, acho que se eu quisesse abrir mais não conseguiria.
Ao ouvir:
— Oi, priminha! Sabia que minhas suspeitas estavam certas. A Vale, prima da minha namorada, era minha amante. Não sabia se saía correndo, me enfiava debaixo da mesa ou o quê. Mas isso não foi nada. Quando a Vale me viu com os tios dela, o susto que ela levou. Nós dois fingimos demência e agimos como se não nos conhecêssemos. Nos cumprimentamos, jantamos como se nada fosse, eu tava com o cu na mão, e começaram as perguntas: como ia a faculdade, em que ano a gente tava. E nossas respostas com a Vale eram as mesmas: que tava indo bem, que a gente tava no segundo ano. E nessa resposta foi quando a Clarisa perguntou:
— Vocês vão pra mesma faculdade, mesmo ano e não se conhecem? Nunca se viram?
E nós dois, ao mesmo tempo, respondemos:
— Não, o que acontece é que a faculdade é muito grande.
O jantar continuou, e num momento a Vale levantou pra ir ao banheiro. Esperei uns segundos e levantei também, dizendo que ia na cozinha pegar bebida. Esperei a Vale, que tinha que passar por... em frente da cozinha pra voltar pra sala e chamei ela, falei pra gente se acalmar que tava tudo bem e abracei ela e dei um beijo, esse foi meu erro.
Quando terminei de abrir os olhos, vejo atrás da Vale a Clarisa com os olhos cheios de lágrimas e puta da vida, sem falar nada sentou de novo na mesa, passou a janta, a sobremesa, e a Vale queria ir embora, aí a Clari falou que ela tava louca que aquela noite ia dormir na casa, eu olhava pra ela e não entendia nada, então pensei que eu teria que ir. Ficamos mais um tempo conversando e nisso os pais vão dormir porque tinham que acordar muito cedo.
Pensei que iam vir os gritos e as reclamações, mas pra minha surpresa foi tudo ao contrário.
Clari conversava com a gente como se nada tivesse acontecido, eu e a Vale nos olhávamos assustados.
Eu tava cansado e queria deitar, então me despedi como quem vai embora e a Clari me fala:
- Onde cê vai, love??
- Dormir em casa, você tá com sua prima
- Não, love. Você dorme com a gente duas hoje.
Eu e a Vale ficamos surpresos, mas não esperávamos o que vinha pela frente.
Ela pegou na mão de nós dois, nos levou pro quarto dela e só fez uma pergunta:
- Quanto tempo que vocês se conhecem?
- Minha resposta foi: desde que comecei na facul, mas o que rola entre a gente é desde janeiro.
Nisso a Clari se aproxima de mim, eu esperava um tapa mas não veio, pelo contrário, ela me beijou e me fez beijar a Vale.
Depois ela beijou a Vale. No começo a Vale não queria, mas depois de uns segundos não resistiu e começaram a se comer de boca de um jeito foda, que me deixava com muito tesão aquela cena.
Elas se tocavam, se beijavam e começaram a se despir tudo na minha frente e eu tava louco. Continuaram assim por um instante e nisso a Clari me olha e pergunta se eu queria participar, não pensei duas vezes e pulei nelas haha.
Nós três ficamos pelados, nos beijando.
Clari chupava meu pau, enquanto eu chupava os peitos dela e passava a mão na buceta da Vale, depois trocamos de posição e a Vale me chupava chupava enquanto eu chupava os peitos dela e usei a palavra: buceta na Clari. Nós três estávamos loucos, parecíamos possuídos. Vale me pedia pra meter, que já queria meu pau dentro, então obedeci e comecei a foder ela, enquanto Clari chupava os peitos dela. Acho que pelo tesão da Vale, não demorou nem 5 minutos pra ela gozar, então trocamos de posição e comecei a foder a Clari enquanto Vale chupava os peitos dela e brincava com o clitóris. Ficamos um tempão até a Clari gozar. Então eu falei: agora quero seus cuzinhos, quero encher os cuzinhos de porra. Como nenhuma quis, começaram a fazer um boquete juntas e eu terminei enchendo a boquinha das duas.
Assim continuamos durante as férias de inverno, até que eu e Vale tivemos que voltar, mas agora a Clari nos visitava sempre que podia e a gente se enfiava pra transar por horas entre os três.
Espero que vocês tenham gostado, tô esperando os comentários de vocês.. Abraços.
5 comentários - Mi ex Novia, la prima y una noche inolvidable
Que primitas putitas
Mmmmmm