Fala galera, tudo bem? Desculpa pela sumida, os estudos tão me moendo, haha. Essa história é uma invenção, tomara que tivesse rolado comigo, mas não. Espero que vocês gostem..Meu nome é Franco, 38 anos, sou de Mendoza, República Argentina.
Eu passei da fase de só ficar na punheta pra realidade uns 10 anos atrás, quando tava em Buenos Aires. Sempre que ia pra Capital, procurava o que não tinha aqui (pelo menos naquela época), tipo cabarés com strip-tease completo, porno shows, essas paradas. Chegou um ponto que isso já não me satisfazia mais, e um dia, lendo o jornal Ambito Financiero, me deparei com a famosa seção 59. Lá ofereciam uma porrada de serviços sexuais, sempre pagos, claro. Um me chamou a atenção porque dizia “conexão”: entre em contato com pessoas que tão na mesma busca que você, e colocavam um telefone. Liguei e pedi informações. Me deram um endereço onde explicariam do que se tratava. No fim, era um esquema de contatos baseado na busca de cada pessoa, mas sem gente profissional, ou seja, sem putas disfarçadas. Foi assim que conheci María José, uma mina separada e bem festeira, com quem saí dois dias seguidos (era uma gatinha separada, não uma prostituta). Foi ela quem me iniciou nessa parada de troca de casais e sexo grupal, já que ela tinha experiência nisso. Além disso, me confessou que também ficava com mulheres. Isso me deixou doido, e falei que queria realizar o sonho de ver ao vivo uma festinha lésbica. Na minha próxima viagem pra Bs. As., fizemos um trio delicioso onde não faltou nada, fizeram de tudo e fizeram de tudo comigo. Depois veio a proposta de encontros em grupo, que no começo fui com medo, mas depois, conhecendo o resto do pessoal, me diverti pra caralho. Em seguida, continuei publicando anúncios na revista Adultos e assim comecei a conhecer gente de Mendoza e, por incrível que pareça, também de Bs. As. Publiquei anúncios pedindo mulheres e casais ou casamentos pra fazer trios. Como era uma revista que cobre o país inteiro, os anúncios demoraram a sair. Foi assim que, uns três meses depois de ter publicado os anúncios, um casal de Mendoza me respondeu.
Liliana e Raúl (34 e 36 anos). O primeiro encontro foi com o Raúl. quem dividiu um café comigo comentou sobre suas preocupações e as da Liliana, que batiam com as minhas em relação a higiene, discrição e reserva. Claro que concordamos sobre o que queríamos fazer na cama. Ele me descreveu a Liliana como um corpo muito gostoso, baixinha, loira, bem fogosa, mas sem experiência anterior, assim como ele. Disse que, se eu quisesse, podia conhecê-la naquela mesma noite. Combinamos de nos encontrar às 20h30 no mesmo café. Ele não errou em nada sobre a Liliana. Gostei dela desde o início. Conversamos sobre vários assuntos até quebrar o gelo, e depois o papo foi para o sexo. Contei minhas experiências anteriores, e eles, as fantasias deles. Fui ficando de pau duro enquanto conversávamos. Se dependesse de mim, teria concretizado ali mesmo. Mas uma das coisas que aprendi é que isso tem que rolar naturalmente, sem forçar nada, e quem sempre decide é a mulher. Assim, combinamos que eu ligaria para eles na semana seguinte. Por sorte, decidiram que iam topar. Nos encontramos numa esquina não muito central, eles entraram no meu carro e fomos para um motel. Ela tinha se arrumado para a guerra: saia supercurta, salto alto e, como estava frio, um casacão até o tornozelo. No motel, tirou o casaco e, ao fazer isso, a saia subiu, revelando que ela usava cinta-liga branca e meias também brancas. O vestido era justo ao corpo e moldava ela perfeitamente. Embora os peitos dela não fossem grandes, tinham um formato perfeito, e para completar, ela tinha um belo par de pernas. Ainda estávamos todos meio nervosos, sem saber o que fazer. O marido me deu um sinal, como quem diz que eu tinha carta branca. Me aproximei dela e perguntei se podia beijá-la, e ela disse que sim. Nos abraçamos e começamos com beijinhos tímidos na boca, até que com minha língua entreabri os lábios dela, e ela respondeu com a dela. Esse foi o começo de uma pegação intensa. De relance, eu... Olhava pro Raúl, que já tava de cueca e se tocando, com o pau bem duro. Nossos beijos já eram bem depravados; línguas pra fora, gemendo e falando putaria. A mina tava de cinto, mostrando que usava uma fio dental branca bem pequena, enfiada na racha. Comecei a acariciar a buceta dela e ela passou a mão no meu volume por cima da calça jeans. Depois, rapidinha, me deixou de cueca. O Raúl abraçou ela por trás e, nós dois juntos, apoiamos ela e apalpamos ela toda. Ele passava a língua nas orelhas e no pescoço dela, e eu chupava os peitos dela, babando nos bicos. O tesão era intenso, sexy, eu diria bem pornô. Aí ela se abaixou e, com a boca, tirou minha cueca, deixando meu pau no ar. Com maestria, colocou ele na boca, começando com um tratamento de língua de louco. Me bateu uma punheta com a boca e com as duas mãos de um jeito espetacular, no melhor estilo filme pornô. O Raúl também já tava com o pau dele de fora, pedindo o mesmo tratamento. A gente ficou dos dois lados da cara dela, e ela chupou nós dois, até enfiou os dois paus na boca. Eu quase gozei, então me afastei por um momento pra contemplar o espetáculo excitante. Aquilo era um pornô ao vivo mesmo. Deixei eles se esquecerem de mim por um tempo, pra depois me juntar de novo. Já na cama, ele começou a foder ela. Ela de costas, com as pernas nos ombros dele. Eu batia uma punheta e incentivava eles. Ela me chamou, pedindo pra eu comer a boca dela. Não precisei ser implorado, e meti na boca dela sem parar. Depois a gente trocou, o Raúl meteu o pau dele na boca dela, e eu me dediquei a chupar e lamber a buceta dela, que tava toda depilada e, por sinal, bem molhada. Fiz um trabalho de língua no clitóris dela até ela gozar na minha cara, coisa que eu adoro. Depois da gozada dela, sem dar tempo de se recuperar, enfiei nela, devagar no começo, até ela pedir pra eu meter forte. Meti por um bom tempo até não aguentar mais e gozar. Quando ela percebeu, pediu pra eu colocar na boca dela de novo. Coloquei Tirei e coloquei na boca dela pra ela chupar toda minha porra. Ela abriu a boca, esticou a língua e falou: —me dá a porra na cara, piranha— e foi o que eu fiz. Joguei tudo na cara dela, banhando ela de porra. Tive uma descarga violenta, motivado por tudo que a gente tinha feito. A porra também molhou os peitos dela e até o cabelo. Depois ela pediu pra eu beijar ela assim, coberta de esperma. Beijei ela na boca, provando minha própria porra. (Confesso que era a primeira vez que me pediam isso, e não me desagradou) Tudo que a gente fazia era pouco. Depois foi a vez do Raúl. Ele também gozou na cara dela. (Parecia que era prática comum entre eles, e pra mim, sinceramente, me enlouquece ver e fazer sempre que pedirem). Ela passava a língua nos lábios, lambendo a porra dos dois. Realmente foi algo bem "safado" o que a gente fez. Depois de uma pausa e de nos lavarmos, começamos de novo. Pude ver pela primeira vez de perto uma boa penetração anal e como ela pedia mais. Sinceramente, me senti muito mais excitado e motivado nesse ménage do que num grupal, teve mais pele entre os três, era como se a gente se conhecesse há tempos. Tudo saiu maravilhosamente. E o mais excitante é que ela era a "maestra", porque pedia e pedia mais e dizia ou gritava o que queria que a gente fizesse! E isso é foda. O Raúl tava louco de tesão e também pedia pra ver ela fazendo tal ou tal coisa. Num momento ele pediu pra eu sentar numa cadeira que tinha e ela sentar no meu pau olhando pra ele. Ele sentou na beirada da cama e começou a falar pra ela que era uma puta divina que se deixava comer por qualquer um, e ela respondia que sim — SIM PAI, SOU SUA PUTA E ME DEIXO COMER ASSIM PORQUE ADORO QUE VOCÊ GOZE OLHANDO COMO ME COMEM BEM COMIDA E VOU ENGOLIR TODA A PORRA DO CARLOS NA SUA FRENTE, QUER? O Raúl se aproximou, ajoelhou e começou a lamber o clitóris dela enquanto eu metia no cu dela (isso também eu nunca tinha feito). Ela começou a gozar sem parar. sem parar e pedindo mais e mais pica!!
—quero pica e muito leite, rapazes!!!!
Raul bateu uma na frente dela e banhou os peitos dela com o esperma dele, e eu, por minha vez, já que não dava pra meter nela, enchi o cu dela de porra que depois começou a escorrer do buraquinho dela e molhar a cadeira com ela.
Bom, paro por aqui porque tô com a pica dura pra caralho lembrando dessa experiência maravilhosa.Bom pessoal, espero que tenham gostado.. comentem e deixem uns pontinhos, tá? A gente se vê na próxima. VALEU
Eu passei da fase de só ficar na punheta pra realidade uns 10 anos atrás, quando tava em Buenos Aires. Sempre que ia pra Capital, procurava o que não tinha aqui (pelo menos naquela época), tipo cabarés com strip-tease completo, porno shows, essas paradas. Chegou um ponto que isso já não me satisfazia mais, e um dia, lendo o jornal Ambito Financiero, me deparei com a famosa seção 59. Lá ofereciam uma porrada de serviços sexuais, sempre pagos, claro. Um me chamou a atenção porque dizia “conexão”: entre em contato com pessoas que tão na mesma busca que você, e colocavam um telefone. Liguei e pedi informações. Me deram um endereço onde explicariam do que se tratava. No fim, era um esquema de contatos baseado na busca de cada pessoa, mas sem gente profissional, ou seja, sem putas disfarçadas. Foi assim que conheci María José, uma mina separada e bem festeira, com quem saí dois dias seguidos (era uma gatinha separada, não uma prostituta). Foi ela quem me iniciou nessa parada de troca de casais e sexo grupal, já que ela tinha experiência nisso. Além disso, me confessou que também ficava com mulheres. Isso me deixou doido, e falei que queria realizar o sonho de ver ao vivo uma festinha lésbica. Na minha próxima viagem pra Bs. As., fizemos um trio delicioso onde não faltou nada, fizeram de tudo e fizeram de tudo comigo. Depois veio a proposta de encontros em grupo, que no começo fui com medo, mas depois, conhecendo o resto do pessoal, me diverti pra caralho. Em seguida, continuei publicando anúncios na revista Adultos e assim comecei a conhecer gente de Mendoza e, por incrível que pareça, também de Bs. As. Publiquei anúncios pedindo mulheres e casais ou casamentos pra fazer trios. Como era uma revista que cobre o país inteiro, os anúncios demoraram a sair. Foi assim que, uns três meses depois de ter publicado os anúncios, um casal de Mendoza me respondeu.
Liliana e Raúl (34 e 36 anos). O primeiro encontro foi com o Raúl. quem dividiu um café comigo comentou sobre suas preocupações e as da Liliana, que batiam com as minhas em relação a higiene, discrição e reserva. Claro que concordamos sobre o que queríamos fazer na cama. Ele me descreveu a Liliana como um corpo muito gostoso, baixinha, loira, bem fogosa, mas sem experiência anterior, assim como ele. Disse que, se eu quisesse, podia conhecê-la naquela mesma noite. Combinamos de nos encontrar às 20h30 no mesmo café. Ele não errou em nada sobre a Liliana. Gostei dela desde o início. Conversamos sobre vários assuntos até quebrar o gelo, e depois o papo foi para o sexo. Contei minhas experiências anteriores, e eles, as fantasias deles. Fui ficando de pau duro enquanto conversávamos. Se dependesse de mim, teria concretizado ali mesmo. Mas uma das coisas que aprendi é que isso tem que rolar naturalmente, sem forçar nada, e quem sempre decide é a mulher. Assim, combinamos que eu ligaria para eles na semana seguinte. Por sorte, decidiram que iam topar. Nos encontramos numa esquina não muito central, eles entraram no meu carro e fomos para um motel. Ela tinha se arrumado para a guerra: saia supercurta, salto alto e, como estava frio, um casacão até o tornozelo. No motel, tirou o casaco e, ao fazer isso, a saia subiu, revelando que ela usava cinta-liga branca e meias também brancas. O vestido era justo ao corpo e moldava ela perfeitamente. Embora os peitos dela não fossem grandes, tinham um formato perfeito, e para completar, ela tinha um belo par de pernas. Ainda estávamos todos meio nervosos, sem saber o que fazer. O marido me deu um sinal, como quem diz que eu tinha carta branca. Me aproximei dela e perguntei se podia beijá-la, e ela disse que sim. Nos abraçamos e começamos com beijinhos tímidos na boca, até que com minha língua entreabri os lábios dela, e ela respondeu com a dela. Esse foi o começo de uma pegação intensa. De relance, eu... Olhava pro Raúl, que já tava de cueca e se tocando, com o pau bem duro. Nossos beijos já eram bem depravados; línguas pra fora, gemendo e falando putaria. A mina tava de cinto, mostrando que usava uma fio dental branca bem pequena, enfiada na racha. Comecei a acariciar a buceta dela e ela passou a mão no meu volume por cima da calça jeans. Depois, rapidinha, me deixou de cueca. O Raúl abraçou ela por trás e, nós dois juntos, apoiamos ela e apalpamos ela toda. Ele passava a língua nas orelhas e no pescoço dela, e eu chupava os peitos dela, babando nos bicos. O tesão era intenso, sexy, eu diria bem pornô. Aí ela se abaixou e, com a boca, tirou minha cueca, deixando meu pau no ar. Com maestria, colocou ele na boca, começando com um tratamento de língua de louco. Me bateu uma punheta com a boca e com as duas mãos de um jeito espetacular, no melhor estilo filme pornô. O Raúl também já tava com o pau dele de fora, pedindo o mesmo tratamento. A gente ficou dos dois lados da cara dela, e ela chupou nós dois, até enfiou os dois paus na boca. Eu quase gozei, então me afastei por um momento pra contemplar o espetáculo excitante. Aquilo era um pornô ao vivo mesmo. Deixei eles se esquecerem de mim por um tempo, pra depois me juntar de novo. Já na cama, ele começou a foder ela. Ela de costas, com as pernas nos ombros dele. Eu batia uma punheta e incentivava eles. Ela me chamou, pedindo pra eu comer a boca dela. Não precisei ser implorado, e meti na boca dela sem parar. Depois a gente trocou, o Raúl meteu o pau dele na boca dela, e eu me dediquei a chupar e lamber a buceta dela, que tava toda depilada e, por sinal, bem molhada. Fiz um trabalho de língua no clitóris dela até ela gozar na minha cara, coisa que eu adoro. Depois da gozada dela, sem dar tempo de se recuperar, enfiei nela, devagar no começo, até ela pedir pra eu meter forte. Meti por um bom tempo até não aguentar mais e gozar. Quando ela percebeu, pediu pra eu colocar na boca dela de novo. Coloquei Tirei e coloquei na boca dela pra ela chupar toda minha porra. Ela abriu a boca, esticou a língua e falou: —me dá a porra na cara, piranha— e foi o que eu fiz. Joguei tudo na cara dela, banhando ela de porra. Tive uma descarga violenta, motivado por tudo que a gente tinha feito. A porra também molhou os peitos dela e até o cabelo. Depois ela pediu pra eu beijar ela assim, coberta de esperma. Beijei ela na boca, provando minha própria porra. (Confesso que era a primeira vez que me pediam isso, e não me desagradou) Tudo que a gente fazia era pouco. Depois foi a vez do Raúl. Ele também gozou na cara dela. (Parecia que era prática comum entre eles, e pra mim, sinceramente, me enlouquece ver e fazer sempre que pedirem). Ela passava a língua nos lábios, lambendo a porra dos dois. Realmente foi algo bem "safado" o que a gente fez. Depois de uma pausa e de nos lavarmos, começamos de novo. Pude ver pela primeira vez de perto uma boa penetração anal e como ela pedia mais. Sinceramente, me senti muito mais excitado e motivado nesse ménage do que num grupal, teve mais pele entre os três, era como se a gente se conhecesse há tempos. Tudo saiu maravilhosamente. E o mais excitante é que ela era a "maestra", porque pedia e pedia mais e dizia ou gritava o que queria que a gente fizesse! E isso é foda. O Raúl tava louco de tesão e também pedia pra ver ela fazendo tal ou tal coisa. Num momento ele pediu pra eu sentar numa cadeira que tinha e ela sentar no meu pau olhando pra ele. Ele sentou na beirada da cama e começou a falar pra ela que era uma puta divina que se deixava comer por qualquer um, e ela respondia que sim — SIM PAI, SOU SUA PUTA E ME DEIXO COMER ASSIM PORQUE ADORO QUE VOCÊ GOZE OLHANDO COMO ME COMEM BEM COMIDA E VOU ENGOLIR TODA A PORRA DO CARLOS NA SUA FRENTE, QUER? O Raúl se aproximou, ajoelhou e começou a lamber o clitóris dela enquanto eu metia no cu dela (isso também eu nunca tinha feito). Ela começou a gozar sem parar. sem parar e pedindo mais e mais pica!!
—quero pica e muito leite, rapazes!!!!
Raul bateu uma na frente dela e banhou os peitos dela com o esperma dele, e eu, por minha vez, já que não dava pra meter nela, enchi o cu dela de porra que depois começou a escorrer do buraquinho dela e molhar a cadeira com ela.
Bom, paro por aqui porque tô com a pica dura pra caralho lembrando dessa experiência maravilhosa.Bom pessoal, espero que tenham gostado.. comentem e deixem uns pontinhos, tá? A gente se vê na próxima. VALEU
3 comentários - Trio de Buceta Gostosa