Não vou exagerar em nada, é a pura verdade do que já vivi nesse mundo. Espero não entediar vocês, e me desculpem, mas me sinto o homem mais sortudo do mundo por poder compartilhar isso com vocês, nessa rede tão cheia de gente! Bom, vou começar a história. Tenho um amigo de infância, ele tem muitas amigas, e eu sou o nerd, o cérebro da escola, do colégio e também da faculdade. Bem, não sou tão foda nos estudos assim, depois eu escrevo sobre isso se eu tiver vontade. O negócio é que uma amiga do meu amigo — olho, mulher de 26 anos — fomos visitar ela de bicicleta, cada um na sua, falando um monte de merda. Depois de uma estrada à noite, chegamos num condomínio meio escuro, sem muita iluminação. Finalmente, chegamos na casa da nossa querida dama. Caralho, me desculpem, mas quando cheguei, senti com meu olfato um aroma muito gostoso de mulher, perfume de rosa. Na verdade, pelo que já li, é perfume de puta. Bom, ela disse que ele é um cagão — isso é medroso, covarde, assustado — porque demorou tanto e não veio sozinho. Vou descrever essa gostosa: uma morena deliciosa, cabelos pretos, olhos grandes e um sorriso lindo pra caralho. Mãozinhas e pés normais, com umas tatuagens no pulso do braço esquerdo, não sei o que era, pareciam letras, e uma na cintura, atrás, bem em cima da bunda. Ela vestia uma regata rosa escrito "LOVE PEACE LIVE" em letras brancas, marcando uns peitos lindos, sexy, normais mas bem definidos, e umas leggings pretas que marcavam a bunda redonda dela, linda, do tipo que dava pra colocar uma bandeja em cima e não cairia nada, nem se botasse uma garrafa e copos! Ela estava de chinelo, não vi nada disso depois. O caso é que ela abraçou forte meu colega por um tempo, percebi muita química entre eles. Meu colega me apresentou, e eu não cheguei muito perto por timidez. Me animei, e ela olhou pra minha cara e disse: "Papi". Eu não falei nada, só fiquei olhando pra ela. Ela mandou meu colega ir comprar a janta num restaurante de comida chinesa. Fomos de bicicleta, compramos a janta com o dinheiro dela. Mesma coisa, voltamos pra casa dela. Eu tava meio indeciso, queria ir pra minha casa, caralho. Ainda moro com meus pais e irmãos, também estudo na universidade pública. Chegando na casa dela, ela pede pra gente entrar. Sentamos na cama onde ela tava jantando. Notei que ela tava tirando os temperos da comida chinesa dela — pediu sem camarão, era arroz chinês com legumes. Tava vendo um filme e nos convida pra assistir com ela, falou que a gente podia ficar lá com ela a noite, que tava sozinha. Eu escuto ela me dizer: "Tira a camisa". Eu não falo nada, ela ri. Tinha uns passarinhos atrás da porta, uns periquitos, como se chamando uns aos outros. Ela comentou que eram quatro passarinhos, diz que chama eles de Jaabbya e Juanito, Paquita, Paquito. E abre as pernas pra gente ver como a buceta dela marcava entre as coxas. Diz, rindo: "Papota!!!" Eu olho tipo "guy". Ela sabe que eu tô morrendo de vontade de foder ela. Solta um comentário: ela é uma ex-vadia de bar. Conta um pouco que, quando estudava, fodava os colegas que queria nos banheiros. Aí a parte engraçada é essa: nossa querida amiguinha quer fazer a gente rir com a história de que ficou com um asiático da China, jovem que nem eu, não sabia foder ela, não subia, não sabia tocar nela. Ela mandou ele pra puta que pariu, e os amigos homens do chinês riam dele, falavam que era viado. Bom, ela explica melhor, me pede pra deitar na caminha dela, pra depois ela se colocar em cima de mim, esfregando a buceta dela no meu pau, em círculos. O mais louco é que ela tava curtindo pra caralho. Eu só olhava ela, e o colega tava rindo de tudo. Eu, feito um otário, sentindo uma mulher pela primeira vez roçar a buceta tão explicitamente. Ela pede minhas mãos — eu tava com elas atrás da nuca — levanto, e ela diz pra eu tocar nos peitos dela. Eu coloco as mãos por cima da camiseta dela, ela faz um gesto tipo "não tão rápido". É a primeira vez que uma mulher diz pra eu tocar nos peitos dela na casa dela, na cama dela e na frente de outro homem. De repente, num piscar de olhos, ela levanta as Camiseta e vejo os bicos dos peitos dela, e ela ria dizendo que o chinês não sabia de nada. Aí eu toquei os bicos dos peitos dela com a ponta dos meus dedos, e ela disse que o chinês da piada fez igualzinho eu. Então ela abaixou a camiseta e concluiu que eu sou um novato, mas não parava de olhar pra minha cara, se divertindo com minha inexperiência. Foi tanta coisa que, nisso tudo, nem me afetou — já vi tantas mulheres nessa rede que acho que nada mais me abala. E, de algum jeito estranho, eu queria comer ela pra ela saber que eu sou um macho, um garanhão, o garanhão dela, aquele que faz ela suar, igual muitos dos meus colegas idiotas de classe se acham os fodões que pegam qualquer mulher!!! Pois bem, ela continuava excitando meu amigo, que recusava, dizendo que queria era saber da irmã mais nova da nossa protagonista. Pra não encher mais o saco nessa história, que experiência doida. Ela admitiu, sem negar, que adora foder, ama pica. O idiota do meu colega ria e olhava pra ela. Perguntei como ela gosta de sexo, e ela disse: de todo jeito, desde que a excitem. Mostrei minha língua e ela se surpreendeu porque é comprida — consigo tocar a ponta do meu nariz. Sou bem feio, sou um monstro, um fenômeno. Depois, ela pediu massagem nas costas, já deitada de bruços. Falou pro colega, e ele, sem reclamar, deu uns apertões. Ela pedia mais forte. Aí eu apertei com força. Ela pedia mais forte ainda, empurrando. Ela, como vocês devem saber, estava em cima da cama. Depois, meu colega foi por trás dela, como se fosse meter no cu dela. Na minha mente, passaram muitas coisas. Me deu vontade de tirar a pica, que já queria usar. Sentia a roupa incomodando, queria que ela me tocasse, tava louco, desejoso. Mas mantive a compostura. O colega pediu pra ela levantar, e ela obedeceu. Ele abraçou ela por trás e levantou um pouco. Eu só olhava, meio assustado, surpreso — era uma gata que curtia aquilo, curtia se sentir desejada. Fiquei mais louco ainda. Ela se deitou de novo na cama, levantou a perna, se dobrou, e as costas dela estralaram, as vértebras. Soaram traaaa traaaa, depois a outra perna dela como se estivesse chutando, eu não acreditava, soava horrível traaa traaa ela ria, dizia que era normal, mostrando flexibilidade. Ela levanta a perna esquerda acima da cabeça, o rosto dela expressava desejo, queria que eu fodesse ela assim. Eu faço um gesto de que pegava a perninha dela e metia o pau naquela buceta, ela ria com força, sabia que eu tinha entendido aquilo. Bom, já era tarde, meu parceiro dá um beijo na bochecha da moça do conto e ele me diz para me despedir. Eu me aproximei devagar do rosto dela com minha boca apontando para a bochecha dela, fui carinhoso com o beijo e dei um tapa uma vez naquele cuzão gostoso dela. Ela não reclamou e só me disse para continuar comendo a namorada (porque eu menti que tinha namorada e que comi ela em cima de uma máquina de lavar na casa dela, falando que o irmão ia chegar, essa história fez ela rir, que mentiroso). Depois pergunto se ela quer que eu feche a porta, olhei pra ela mas ela só balançou a cabeça afirmativamente, pergunto de novo e ela responde devagar, baixinho, que sim. Bom, eu só disse tchau e boa noite! Fechei a porta sem muito esforço e fui pra casa escrever isso, que é 12 – 03 – 2014. Então é isso, valeu por ler essa merda toda. Depois, se der chance, escrevo o que rolar, porque sou um idiota meio antissocial, mas vou começar a me envolver mais. Essa mulher e as histórias dela me ajudaram pra caralho a ver que os sentimentos verdadeiros não dá pra negar. Ela não pode me obrigar a comer ela direito, nem eu paguei nada pra ver os peitos dela e ela esfregar a buceta no meu colo. Claro, ela tava vestida, mas foi interessante. A outra parada é que pensar não é necessário, nunca fui em puta. Depois vou fazer mais relatos pessoais. Valeu por ler, não quero que acreditem nisso, mas mesmo assim, se eu sou o único marciano desse mundo, que uma putinha pede pra eu tocar nos mamilos dela e esfrega a buceta no meu colo por mais de 1 minuto sem pagar nada, então sou um cara de sorte!!! Vamos nessa. Anima a comentar essa história, porque se eu tiver pelo menos um comentário, vou continuar escrevendo mais coisas! Aqui também alivio o estresse de toda a rotina de aula e trabalho.
FIM
Valeu por ler!!!
FIM
Valeu por ler!!!
8 comentários - Visita à casa de uma puta de 26 anos
Como nos gustó! Saludos!
Nico y Anais! <3'
van puntos !!!