Bom, pessoal, hoje vou terminar de contar pra vocês o que rolou no último dia das minhas mini férias num povoado no meio do nada, no campo, pra conhecer quem hoje é meu parceiro. Pra ver as duas partes anteriores, dá uma olhada nos meus posts pra entender direitinho como tava o clima. Como sempre, espero que vocês curtam.
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Depois da tarde excelente que a gente tinha passado com a Pao, eu tocando ela e ela me fazendo um boquete foda num lugar público quase que à vista de todo mundo, ela me acompanhou até o hotel onde eu tava hospedado, a gente se despediu até o dia seguinte. Quando entrei no quarto, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem gostoso porque tinha sido um dia de muito calor, enquanto isso ficava pensando no que tinha rolado e como a gente tinha se divertido pra caralho, e na minha mente já começava a tramar os planos pro dia seguinte, que ia ser o último já que eu tinha que voltar pra retomar o trampo, mas no fim das contas não tava sacando nada concreto. Do que eu tinha certeza era que tinha que dar algum presente pra ela porque eu realmente me senti mais do que bem estando com ela, além da parte sexual, no lado sentimental a gente tinha um vínculo muito forte que a gente construiu antes mesmo de se conhecer pessoalmente e se consolidou de vez depois que a gente ficou junto... além disso, eu gosto de dar presente pra quem eu amo e valorizo. Depois me deitei, assisti TV por um tempo e dormi.
Na manhã seguinte, acordei, tomei café e saí para dar uma volta pelos negócios da cidade, procurando um presente bonito pra Pao. Até que numa loja encontrei uma corrente com um pingente de prata muito lindo, um golfinho com uma pedrinha rosa incrustada. Achei muito bonito e, sem hesitar, comprei. Sabia que era o presente certo.
Tava chegando a hora de nos encontrarmos de novo e uma tempestade do caralho vinha vindo, na hora pensei "fodeu, hoje não vamos conseguir fazer... nada, a menos que..." e aí acendeu a lâmpada na minha cabeça. Liguei pra ela e mandei sair de casa o mais rápido possível pra não ser pega pela chuva, falei pra quando chegar bater na janela do quarto onde eu tava, indiquei bem qual era. Uns minutos depois, bateram na janela, abri e mandei ela ficar perto da porta lateral do hotel, que tava a poucos metros do meu quarto. Bem devagar, abri a porta do quarto, espiei a cabeça e olhei pros dois lados, o lugar tava totalmente morto e eu pensei "é agora". Caminhei rápido até a porta, abri e fiz a Pao entrar no maior silêncio. Fomos até o quarto (pra quem não lembra ou não leu as partes anteriores, o dono tinha me explicado que não podia fazer outra pessoa entrar no hotel, ou seja, indiretamente o cara me disse que isso não era um hotel...). Entramos e mal fechei a porta com chave e já estávamos nos beijando e abraçando como loucos, o que indicava que íamos passar uma tarde de muito sexo.
Entre os beijos e as carícias, eu tentava me aproximar do criado-mudo pra dar o presente pra ela, e ela pergunta: "O quê... já vai pegar as camisinhas?" rindo. Pedi pra ela fechar os olhos, abri a gaveta, peguei o estojo pequeno, aproximei do rosto dela e falei: "Abre... isso é pra você." A expressão dela foi de total surpresa. Ela abriu o estojo, quando viu, se emocionou, me abraçou, me beijou, agradeceu pelo gesto e pediu pra eu colocar o colar nela. Na sequência, partimos pra ação. Ela sentou na cama, segurou minhas mãos e deixou minha pélvis na altura do rosto dela. Desabotoou minha calça, baixou minha cueca e começou a acariciar meu pau, que já tava levemente ereto, e disse: "Hummm, vou deixar ele bem durinho chupando gostoso." Começou a lamber devagar, e meu pau foi ganhando volume aos poucos. Ela enfiou na boca e começou a chupar suavemente. Pedi pra ela puxar o prepúcio pra lamber a cabecinha do meu pau. Ela, bem obediente, fez isso, e minha excitação subiu tão rápido quanto minha ereção. Tava durasso, ela chupando com tudo. A respiração ofegante dela mostrava que tava ficando com tesão. Segurei a cabeça dela e meti bem na boquinha dela, enfiei fundo, o que deu uns engasgos. Ela passou um tempão no meu pau até perguntar se eu queria chupar a buceta dela, porque tinha adorado como eu tinha feito no primeiro dia. Aceitei na hora, mas antes tirei toda a roupa dela. Fui beijando cada centímetro do corpo dela, especialmente o pescoço (que é o ponto fraco dela), os peitos, onde passei um tempão porque os peitos da Pao me enlouquecem. Mesmo não sendo muito grandes, acho lindos, especialmente os biquinhos bem rosadinhos e pequenos. Ela gemia enquanto me olhava fazendo aquilo. Pediu pra eu chupar mais forte e mais rápido. Fiz isso, e ela começou a gemer mais alto. Passei a mão na boca dela pra não deixar ninguém ouvir lá fora. A Pao tentou se controlar, mas tava difícil, até que larguei os peitos dela pra me dedicar totalmente à buceta dela. Buceta gostosa que já tava toda inundada dos próprios sucos e com muita dedicação e capricho comecei a chupar os lábios, o clitóris e todo o interior da buceta dela. Minha língua penetrava o máximo possível e ela rebolava a pelve enquanto tentava abafar os gemidos tapando a boca com as duas mãos. Depois, comecei a lamber e chupar só o clitóris dela enquanto enfiava os dedos aos poucos: comecei com 1, depois 2, depois 3, e a excitação dela fazia a buceta se dilatar cada vez mais. Aí lembrei de uns vídeos que tinha visto na internet onde enfiavam a mão inteira na buceta de uma gatinha, então fui além até conseguir enfiar minha mão INTEIRA dentro da buceta dela. Os dois ficamos surpresos, principalmente ela, que me perguntou como eu consegui enfiar a mão toda na buceta dela. Eu sorri e falei: "Não fui só eu que consegui isso, sua excitação ajudou você a se dilatar tanto". Continuei com a mão lá dentro, mexendo rapidamente, ela totalmente entregue continuava gozando até que teve um orgasmo lindo.
Deixei ela descansar uns minutos até que ela me pediu pra pegar ela, peguei um preservativo e a Pao me fala: "você deixa eu colocar? nunca coloquei um" — "ok, coloca mas com cuidado" expliquei como fazer, embora ela já soubesse um pouco porque na escola teve uma aula de educação sexual onde explicaram, mas nunca tinha posto em prática... pra primeira vez, ela foi muito bem, se ajeitou de novo na cama com as pernas bem abertas, convidando meu pau a penetrar ela, a buceta dela já tinha relaxado e voltado ao tamanho normal. A gente transou bem forte por um tempo nessa posição, depois coloquei ela de quatro, do jeito que eu mais gosto, e comi ela com ainda mais violência. A Pao mordia o travesseiro pra abafar os gemidos de prazer. Depois de um tempo, pedi pra ela subir em cima de mim, me deitei, encaixei meu pau na entrada da buceta dela e ela se deixou cair, entrando perfeitamente. Ela soltou um suspiro, começou a se mover devagar pra trás e pra frente, foi aumentando o ritmo e passou de ficar de joelhos pra ficar de cócoras, pulando no meu pau, o que me deu tanto prazer que eu sentia que ia gozar. Falei pra ela: "ahhh, continua assim que eu vou gozar... vai, se mexe, puta, vai... vai..." ela aumentou ainda mais os movimentos e falava: "vai, papai... sim, goza dentro da minha buceta, vai assim!" até que pedi pra ela ficar quieta e comecei a penetrar ela de baixo com toda a força, ela de olhos fechados soltou um "uuuuuuh sssssiiiiii assim daleee!!!" não consegui me segurar mais e gozei com tanta vontade que acho que até subiu minha pressão, porque senti que a cabeça ia explodir. A Pao continuou se mexendo por mais uns instantes até gozar também. A gente relaxou e, ainda com a respiração ofegante, ela se deitou em cima de mim, me beijou e falou: "Nunca pensei que ia gozar tanto." Ficamos largados por uns minutos até que senti minha ereção indo embora e pedi pra ela descer pra evitar algum acidente com o esperma que Tava no preservativo, tirei e guardei num saquinho pra jogar fora depois, voltei a deitar do lado dela.
Ficamos conversando um tempinho pelados e entre beijos, carícias, etc, a gente se esquentou de novo. Ela chupou minha pica de novo, mas não tanto quanto na primeira rodada. Aí passou pela minha cabeça a ideia de tentar comer a bunda virgem dela e, sem muita enrolação, propus pra ela. Começou com um sonoro NÃO, pra ela aquilo era algo muito estranho e totalmente desconhecido, mas aos poucos fui convencendo ela. Falei que era algo muito comum, pra ela era estranho e até nojento porque ela não entendia nada do assunto, até que ela aceitou, mas com a condição de que, se doesse ou ela não gostasse, eu parasse e não insistisse. Eu aceitei e expliquei que sempre dói na primeira vez, mas se a gente for cuidadoso e preparar bem a área, não precisa doer tanto. Então coloquei ela de lado, comecei acariciando e beijando as bundas grandes e lindas dela pra ela relaxar e curtir... Depois fui enfiando devagar meus dedos entre as nádegas dela até encontrar o cuzinho pra poder acariciar. Ela ficou quietinha, sem falar nada, só sentindo... Até que passei meus dedos até a buceta dela, que tava bem molhada, e penetrei ela com os dedos pra molhar bem com o fluxo dela e usar de lubrificante na bunda dela. Isso ela gostou, porque começou a acelerar a respiração aos poucos. Com muito cuidado, comecei a enfiar um dedinho no cu dela, enfiava, tirava bem devagar. Cada vez que eu enfiava o dedo, tentava enfiar um pouco mais fundo. Ela, a cada entrada, soltava um "SSSHHHHHHHHH", dava pra ver que doía, mas ela aguentava e até gostava. Quando consegui enfiar o dedo bem até o fundo, comecei a dilatar o cu dela, mexendo o dedo dentro fazendo círculos bem suaves, e notei que ela tava bem relaxada. Aí aproveitei e enfiei um segundo dedo, que causou um pouco mais de dor, mas ela aguentou até que vi que a bunda dela não oferecia mais resistência. Minha pica já tava dura há um tempinho, então tirei os dedos e falei: "Vou começar a enfiar a pica em você, continua assim, relaxadinha, que Tá indo bem!" Ela não respondeu nada. Peguei um sachê de lubrificante que vinha com os preservativos, espalhei bem na cabeça da minha piroca e, devagarzinho, fui enfiando a pontinha no cuzinho dela até conseguir colocar a cabeça inteira na bunda dela. Nesse ponto, ela sentiu bastante dor e começou a apertar o esfíncter, estava estrangulando minha piroca. Então pedi pra ela, por favor, relaxar de novo, porque tava me machucando e também ia machucar ela. Ela foi se acalmando aos poucos e pedia pra eu parar, não continuar. Não sei como, mas convenci ela a seguir, já que a gente tinha conseguido o mais difícil e o resto era só questão de ela relaxar e aproveitar. Comecei a me mover bem devagar. Pao soltava uns gemidos enquanto eu tentava enfiar mais da minha piroca, e devo ter colocado metade pra dentro, que foi o que ela aguentou. Dessa vez, ela pediu mesmo pra eu parar. Eu, meio resignado, aceitei e deixei o cuzinho dela em paz, mas avisei que da próxima vez ela não escapava! haha
Já estávamos meio cansados e bem suados, apesar de ter desabado uma chuva daquelas, o calor não dava trégua. Decidi ir tomar banho, mas com a condição de ela tomar junto comigo. Ela deu um pulo da cama e me seguiu, enquanto reclamava que eu tinha deixado a bunda dela dolorida. Eu dizia: "Beeeem, coitada da bunda... não tem problema, já vai passar" (essa dorzinha durou quase 3 dias). Entramos no chuveiro, começamos a nos molhar, e eu não conseguia evitar de passar as mãos nela por todo lado. Beijei ela, apertei contra o meu corpo pra sentir que meu pau tava durasso. Ela fala: "Eei, calma aí, che, você é insaciável..." — "Sim, sou bem insaciável, e ainda me deixou com vontade de arrebentar sua bunda e encher ela de porra, então temos algo pendente". Ela pegou o sabonete e começou a passar no meu corpo todo. Eu só fiquei parado enquanto ela explorava cada canto do meu corpo com as mãos e o sabonete. Ensaboou bem meu pau e minhas bolas, me acariciando com muita delicadeza. Isso me excitava pra caralho, meu pau tava duro que nem pedra. Pao se ajoelhou pra observar melhor, esfregava sem parar e disse: "Vou dar um brilho no seu pau!" Enxaguou bem o sabonete e começou a chupar meu pau. Enquanto isso, eu falava: "Ahh, que bem você chupa, bebê... que gostoso!!! Você aprendeu muito bem e muito rápido, hein..." Ela me chupou por um bom tempo até sairmos do chuveiro. Nos secamos um pouco e fomos direto pra cama continuar. Procurei mais camisinhas e percebi que não tinha. "E agora, o que a gente faz?" Com tanta tesão acumulada, não aguentei. Coloquei ela de quatro e comecei a meter sem proteção mesmo... Nós dois gozávamos como loucos. O barulho das minhas bolas batendo na buceta dela nos dava ainda mais prazer. Eu abria as nádegas da bunda dela e observava em detalhes como meu pau entrava e saía, todo molhado da buceta dela. Quando senti que ia gozar, tirei meu pau, pedi pra ela deitar de barriga pra cima, me aproximei dos peitos dela, roçando a ponta do meu pau num dos mamilos, até que... me banhei em cum, Pao, enquanto isso, com uma mão ela se acariciava a buceta pra chegar no orgasmo dela. e como eu adoro satisfazer ela e deixar ela louca de tesão, tirei as mãos dela, direcionei minha boca pro clitóris dela, que chupei e lambi feito louco, enquanto com meus dedos comecei a penetrar ela pra aumentar o prazer dela, até que ela não aguentou mais, pegou o travesseiro e tapou o rosto pra poder soltar os gritos de prazer dela. nós dois ficamos exaustos, mas muito satisfeitos. quando terminamos, já tinham passado quase 5 horas, das quais 4 ou um pouco mais a gente passou transando. voltamos pro banheiro pra nos limpar e depois comecei a arrumar minhas coisas pra pegar a estrada de volta.
Já vestidos os dois e eu com tudo pronto pra partir, espiei pela porta do quarto pra ver se não tinha perigo... a camareira tava num quarto ao lado do meu fazendo a limpeza, e eu falei pra Pao: "Temos que sair rápido pra camareira não nos ver, ela tá aqui do lado". Olhei de novo, a mina não tava mais lá, então aproveitei e acompanhei ela até a saída, pedi pra ela me esperar por perto pra me acompanhar até o terminal, que ficava a umas poucas quadras dali. Voltei pro quarto, peguei minhas coisas, fui até a recepção, paguei o dono e vazei. Fomos eu e Pao caminhando devagar até o terminal quando, de repente, aconteceu algo que a gente não queria: na nossa frente vinha uma moto com a irmã mais velha dela e uma amiga. Quando passaram na nossa frente, nos cumprimentaram sem parar. Pao disse: "Nããão, agora ela vai lá e conta tudo pra minha mãe!" E eu falei: "Bom, já foi, eu já vou embora, não dá nada, fica tranquila". Quando chegamos, sentamos num banco e não trocamos muitas palavras, ficamos em silêncio abraçados enquanto eu esperava o ônibus que me deixaria em Retiro. Pelas bochechas dela caíam algumas lágrimas, ela não queria que eu fosse, mas sabia que eu precisava ir. Quando o ônibus chegou, nos despedimos com um beijo longo que tinha o gosto salgado das lágrimas dela e nos abraçamos bem forte. Prometi que voltaria em alguns meses, mas pedi pra ela conversar com os pais e explicar quem eu era... (já que eles pensavam que eu era um ex dela, isso já expliquei nos relatos anteriores). Subi no ônibus, me acomodei no meu lugar e, pela janela, via ela chorando. Meu coração se partiu... E assim terminou minha viagem, foi uma experiência muito boa e realmente valeu a pena me arriscar numa viagem dessas. Quase dois anos depois, ela conseguiu convencer meus sogros a vir estudar e morar comigo na cidade. O que vai acontecer no futuro, não sei... o tempo dirá...
Espero que vocês tenham gostado da história, se sim, comentem! VALEU!
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Depois da tarde excelente que a gente tinha passado com a Pao, eu tocando ela e ela me fazendo um boquete foda num lugar público quase que à vista de todo mundo, ela me acompanhou até o hotel onde eu tava hospedado, a gente se despediu até o dia seguinte. Quando entrei no quarto, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho bem gostoso porque tinha sido um dia de muito calor, enquanto isso ficava pensando no que tinha rolado e como a gente tinha se divertido pra caralho, e na minha mente já começava a tramar os planos pro dia seguinte, que ia ser o último já que eu tinha que voltar pra retomar o trampo, mas no fim das contas não tava sacando nada concreto. Do que eu tinha certeza era que tinha que dar algum presente pra ela porque eu realmente me senti mais do que bem estando com ela, além da parte sexual, no lado sentimental a gente tinha um vínculo muito forte que a gente construiu antes mesmo de se conhecer pessoalmente e se consolidou de vez depois que a gente ficou junto... além disso, eu gosto de dar presente pra quem eu amo e valorizo. Depois me deitei, assisti TV por um tempo e dormi.
Na manhã seguinte, acordei, tomei café e saí para dar uma volta pelos negócios da cidade, procurando um presente bonito pra Pao. Até que numa loja encontrei uma corrente com um pingente de prata muito lindo, um golfinho com uma pedrinha rosa incrustada. Achei muito bonito e, sem hesitar, comprei. Sabia que era o presente certo.
Tava chegando a hora de nos encontrarmos de novo e uma tempestade do caralho vinha vindo, na hora pensei "fodeu, hoje não vamos conseguir fazer... nada, a menos que..." e aí acendeu a lâmpada na minha cabeça. Liguei pra ela e mandei sair de casa o mais rápido possível pra não ser pega pela chuva, falei pra quando chegar bater na janela do quarto onde eu tava, indiquei bem qual era. Uns minutos depois, bateram na janela, abri e mandei ela ficar perto da porta lateral do hotel, que tava a poucos metros do meu quarto. Bem devagar, abri a porta do quarto, espiei a cabeça e olhei pros dois lados, o lugar tava totalmente morto e eu pensei "é agora". Caminhei rápido até a porta, abri e fiz a Pao entrar no maior silêncio. Fomos até o quarto (pra quem não lembra ou não leu as partes anteriores, o dono tinha me explicado que não podia fazer outra pessoa entrar no hotel, ou seja, indiretamente o cara me disse que isso não era um hotel...). Entramos e mal fechei a porta com chave e já estávamos nos beijando e abraçando como loucos, o que indicava que íamos passar uma tarde de muito sexo.
Entre os beijos e as carícias, eu tentava me aproximar do criado-mudo pra dar o presente pra ela, e ela pergunta: "O quê... já vai pegar as camisinhas?" rindo. Pedi pra ela fechar os olhos, abri a gaveta, peguei o estojo pequeno, aproximei do rosto dela e falei: "Abre... isso é pra você." A expressão dela foi de total surpresa. Ela abriu o estojo, quando viu, se emocionou, me abraçou, me beijou, agradeceu pelo gesto e pediu pra eu colocar o colar nela. Na sequência, partimos pra ação. Ela sentou na cama, segurou minhas mãos e deixou minha pélvis na altura do rosto dela. Desabotoou minha calça, baixou minha cueca e começou a acariciar meu pau, que já tava levemente ereto, e disse: "Hummm, vou deixar ele bem durinho chupando gostoso." Começou a lamber devagar, e meu pau foi ganhando volume aos poucos. Ela enfiou na boca e começou a chupar suavemente. Pedi pra ela puxar o prepúcio pra lamber a cabecinha do meu pau. Ela, bem obediente, fez isso, e minha excitação subiu tão rápido quanto minha ereção. Tava durasso, ela chupando com tudo. A respiração ofegante dela mostrava que tava ficando com tesão. Segurei a cabeça dela e meti bem na boquinha dela, enfiei fundo, o que deu uns engasgos. Ela passou um tempão no meu pau até perguntar se eu queria chupar a buceta dela, porque tinha adorado como eu tinha feito no primeiro dia. Aceitei na hora, mas antes tirei toda a roupa dela. Fui beijando cada centímetro do corpo dela, especialmente o pescoço (que é o ponto fraco dela), os peitos, onde passei um tempão porque os peitos da Pao me enlouquecem. Mesmo não sendo muito grandes, acho lindos, especialmente os biquinhos bem rosadinhos e pequenos. Ela gemia enquanto me olhava fazendo aquilo. Pediu pra eu chupar mais forte e mais rápido. Fiz isso, e ela começou a gemer mais alto. Passei a mão na boca dela pra não deixar ninguém ouvir lá fora. A Pao tentou se controlar, mas tava difícil, até que larguei os peitos dela pra me dedicar totalmente à buceta dela. Buceta gostosa que já tava toda inundada dos próprios sucos e com muita dedicação e capricho comecei a chupar os lábios, o clitóris e todo o interior da buceta dela. Minha língua penetrava o máximo possível e ela rebolava a pelve enquanto tentava abafar os gemidos tapando a boca com as duas mãos. Depois, comecei a lamber e chupar só o clitóris dela enquanto enfiava os dedos aos poucos: comecei com 1, depois 2, depois 3, e a excitação dela fazia a buceta se dilatar cada vez mais. Aí lembrei de uns vídeos que tinha visto na internet onde enfiavam a mão inteira na buceta de uma gatinha, então fui além até conseguir enfiar minha mão INTEIRA dentro da buceta dela. Os dois ficamos surpresos, principalmente ela, que me perguntou como eu consegui enfiar a mão toda na buceta dela. Eu sorri e falei: "Não fui só eu que consegui isso, sua excitação ajudou você a se dilatar tanto". Continuei com a mão lá dentro, mexendo rapidamente, ela totalmente entregue continuava gozando até que teve um orgasmo lindo.
Deixei ela descansar uns minutos até que ela me pediu pra pegar ela, peguei um preservativo e a Pao me fala: "você deixa eu colocar? nunca coloquei um" — "ok, coloca mas com cuidado" expliquei como fazer, embora ela já soubesse um pouco porque na escola teve uma aula de educação sexual onde explicaram, mas nunca tinha posto em prática... pra primeira vez, ela foi muito bem, se ajeitou de novo na cama com as pernas bem abertas, convidando meu pau a penetrar ela, a buceta dela já tinha relaxado e voltado ao tamanho normal. A gente transou bem forte por um tempo nessa posição, depois coloquei ela de quatro, do jeito que eu mais gosto, e comi ela com ainda mais violência. A Pao mordia o travesseiro pra abafar os gemidos de prazer. Depois de um tempo, pedi pra ela subir em cima de mim, me deitei, encaixei meu pau na entrada da buceta dela e ela se deixou cair, entrando perfeitamente. Ela soltou um suspiro, começou a se mover devagar pra trás e pra frente, foi aumentando o ritmo e passou de ficar de joelhos pra ficar de cócoras, pulando no meu pau, o que me deu tanto prazer que eu sentia que ia gozar. Falei pra ela: "ahhh, continua assim que eu vou gozar... vai, se mexe, puta, vai... vai..." ela aumentou ainda mais os movimentos e falava: "vai, papai... sim, goza dentro da minha buceta, vai assim!" até que pedi pra ela ficar quieta e comecei a penetrar ela de baixo com toda a força, ela de olhos fechados soltou um "uuuuuuh sssssiiiiii assim daleee!!!" não consegui me segurar mais e gozei com tanta vontade que acho que até subiu minha pressão, porque senti que a cabeça ia explodir. A Pao continuou se mexendo por mais uns instantes até gozar também. A gente relaxou e, ainda com a respiração ofegante, ela se deitou em cima de mim, me beijou e falou: "Nunca pensei que ia gozar tanto." Ficamos largados por uns minutos até que senti minha ereção indo embora e pedi pra ela descer pra evitar algum acidente com o esperma que Tava no preservativo, tirei e guardei num saquinho pra jogar fora depois, voltei a deitar do lado dela.
Ficamos conversando um tempinho pelados e entre beijos, carícias, etc, a gente se esquentou de novo. Ela chupou minha pica de novo, mas não tanto quanto na primeira rodada. Aí passou pela minha cabeça a ideia de tentar comer a bunda virgem dela e, sem muita enrolação, propus pra ela. Começou com um sonoro NÃO, pra ela aquilo era algo muito estranho e totalmente desconhecido, mas aos poucos fui convencendo ela. Falei que era algo muito comum, pra ela era estranho e até nojento porque ela não entendia nada do assunto, até que ela aceitou, mas com a condição de que, se doesse ou ela não gostasse, eu parasse e não insistisse. Eu aceitei e expliquei que sempre dói na primeira vez, mas se a gente for cuidadoso e preparar bem a área, não precisa doer tanto. Então coloquei ela de lado, comecei acariciando e beijando as bundas grandes e lindas dela pra ela relaxar e curtir... Depois fui enfiando devagar meus dedos entre as nádegas dela até encontrar o cuzinho pra poder acariciar. Ela ficou quietinha, sem falar nada, só sentindo... Até que passei meus dedos até a buceta dela, que tava bem molhada, e penetrei ela com os dedos pra molhar bem com o fluxo dela e usar de lubrificante na bunda dela. Isso ela gostou, porque começou a acelerar a respiração aos poucos. Com muito cuidado, comecei a enfiar um dedinho no cu dela, enfiava, tirava bem devagar. Cada vez que eu enfiava o dedo, tentava enfiar um pouco mais fundo. Ela, a cada entrada, soltava um "SSSHHHHHHHHH", dava pra ver que doía, mas ela aguentava e até gostava. Quando consegui enfiar o dedo bem até o fundo, comecei a dilatar o cu dela, mexendo o dedo dentro fazendo círculos bem suaves, e notei que ela tava bem relaxada. Aí aproveitei e enfiei um segundo dedo, que causou um pouco mais de dor, mas ela aguentou até que vi que a bunda dela não oferecia mais resistência. Minha pica já tava dura há um tempinho, então tirei os dedos e falei: "Vou começar a enfiar a pica em você, continua assim, relaxadinha, que Tá indo bem!" Ela não respondeu nada. Peguei um sachê de lubrificante que vinha com os preservativos, espalhei bem na cabeça da minha piroca e, devagarzinho, fui enfiando a pontinha no cuzinho dela até conseguir colocar a cabeça inteira na bunda dela. Nesse ponto, ela sentiu bastante dor e começou a apertar o esfíncter, estava estrangulando minha piroca. Então pedi pra ela, por favor, relaxar de novo, porque tava me machucando e também ia machucar ela. Ela foi se acalmando aos poucos e pedia pra eu parar, não continuar. Não sei como, mas convenci ela a seguir, já que a gente tinha conseguido o mais difícil e o resto era só questão de ela relaxar e aproveitar. Comecei a me mover bem devagar. Pao soltava uns gemidos enquanto eu tentava enfiar mais da minha piroca, e devo ter colocado metade pra dentro, que foi o que ela aguentou. Dessa vez, ela pediu mesmo pra eu parar. Eu, meio resignado, aceitei e deixei o cuzinho dela em paz, mas avisei que da próxima vez ela não escapava! haha
Já estávamos meio cansados e bem suados, apesar de ter desabado uma chuva daquelas, o calor não dava trégua. Decidi ir tomar banho, mas com a condição de ela tomar junto comigo. Ela deu um pulo da cama e me seguiu, enquanto reclamava que eu tinha deixado a bunda dela dolorida. Eu dizia: "Beeeem, coitada da bunda... não tem problema, já vai passar" (essa dorzinha durou quase 3 dias). Entramos no chuveiro, começamos a nos molhar, e eu não conseguia evitar de passar as mãos nela por todo lado. Beijei ela, apertei contra o meu corpo pra sentir que meu pau tava durasso. Ela fala: "Eei, calma aí, che, você é insaciável..." — "Sim, sou bem insaciável, e ainda me deixou com vontade de arrebentar sua bunda e encher ela de porra, então temos algo pendente". Ela pegou o sabonete e começou a passar no meu corpo todo. Eu só fiquei parado enquanto ela explorava cada canto do meu corpo com as mãos e o sabonete. Ensaboou bem meu pau e minhas bolas, me acariciando com muita delicadeza. Isso me excitava pra caralho, meu pau tava duro que nem pedra. Pao se ajoelhou pra observar melhor, esfregava sem parar e disse: "Vou dar um brilho no seu pau!" Enxaguou bem o sabonete e começou a chupar meu pau. Enquanto isso, eu falava: "Ahh, que bem você chupa, bebê... que gostoso!!! Você aprendeu muito bem e muito rápido, hein..." Ela me chupou por um bom tempo até sairmos do chuveiro. Nos secamos um pouco e fomos direto pra cama continuar. Procurei mais camisinhas e percebi que não tinha. "E agora, o que a gente faz?" Com tanta tesão acumulada, não aguentei. Coloquei ela de quatro e comecei a meter sem proteção mesmo... Nós dois gozávamos como loucos. O barulho das minhas bolas batendo na buceta dela nos dava ainda mais prazer. Eu abria as nádegas da bunda dela e observava em detalhes como meu pau entrava e saía, todo molhado da buceta dela. Quando senti que ia gozar, tirei meu pau, pedi pra ela deitar de barriga pra cima, me aproximei dos peitos dela, roçando a ponta do meu pau num dos mamilos, até que... me banhei em cum, Pao, enquanto isso, com uma mão ela se acariciava a buceta pra chegar no orgasmo dela. e como eu adoro satisfazer ela e deixar ela louca de tesão, tirei as mãos dela, direcionei minha boca pro clitóris dela, que chupei e lambi feito louco, enquanto com meus dedos comecei a penetrar ela pra aumentar o prazer dela, até que ela não aguentou mais, pegou o travesseiro e tapou o rosto pra poder soltar os gritos de prazer dela. nós dois ficamos exaustos, mas muito satisfeitos. quando terminamos, já tinham passado quase 5 horas, das quais 4 ou um pouco mais a gente passou transando. voltamos pro banheiro pra nos limpar e depois comecei a arrumar minhas coisas pra pegar a estrada de volta.
Já vestidos os dois e eu com tudo pronto pra partir, espiei pela porta do quarto pra ver se não tinha perigo... a camareira tava num quarto ao lado do meu fazendo a limpeza, e eu falei pra Pao: "Temos que sair rápido pra camareira não nos ver, ela tá aqui do lado". Olhei de novo, a mina não tava mais lá, então aproveitei e acompanhei ela até a saída, pedi pra ela me esperar por perto pra me acompanhar até o terminal, que ficava a umas poucas quadras dali. Voltei pro quarto, peguei minhas coisas, fui até a recepção, paguei o dono e vazei. Fomos eu e Pao caminhando devagar até o terminal quando, de repente, aconteceu algo que a gente não queria: na nossa frente vinha uma moto com a irmã mais velha dela e uma amiga. Quando passaram na nossa frente, nos cumprimentaram sem parar. Pao disse: "Nããão, agora ela vai lá e conta tudo pra minha mãe!" E eu falei: "Bom, já foi, eu já vou embora, não dá nada, fica tranquila". Quando chegamos, sentamos num banco e não trocamos muitas palavras, ficamos em silêncio abraçados enquanto eu esperava o ônibus que me deixaria em Retiro. Pelas bochechas dela caíam algumas lágrimas, ela não queria que eu fosse, mas sabia que eu precisava ir. Quando o ônibus chegou, nos despedimos com um beijo longo que tinha o gosto salgado das lágrimas dela e nos abraçamos bem forte. Prometi que voltaria em alguns meses, mas pedi pra ela conversar com os pais e explicar quem eu era... (já que eles pensavam que eu era um ex dela, isso já expliquei nos relatos anteriores). Subi no ônibus, me acomodei no meu lugar e, pela janela, via ela chorando. Meu coração se partiu... E assim terminou minha viagem, foi uma experiência muito boa e realmente valeu a pena me arriscar numa viagem dessas. Quase dois anos depois, ela conseguiu convencer meus sogros a vir estudar e morar comigo na cidade. O que vai acontecer no futuro, não sei... o tempo dirá...
Fim
Espero que vocês tenham gostado da história, se sim, comentem! VALEU!
1 comentários - un largo viaje para conocerla... y cojerla! (parte III final
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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