Aproveitando da minha mãe dormida bêbada (2ª PARTE) Primeiramente, meus cumprimentos sinceros pra quem tá lendo esse relato e tirou um tempinho pra isso. Como vocês sabem, na minha primeira história que publiquei, contei como aproveitei do estado da minha mãe, resumindo pra quem não leu: Minha mãe tinha chegado bêbada de uma festa e eu aproveitei pra apalpar ela até o ponto de foder ela. Recomendo que leiam essa parte com mais detalhes, vão gostar, procurem por APROVEITANDO DA MINHA MÃE DORMIDA BÊBADA lml. Agora, o relato que vou contar é da outra oportunidade que tive de aproveitar do estado dela. Minha mãe é uma mulher de 38 anos, não é muito gostosa, digamos, mas o que mais me excita são os dois pedaços de carne dela, aquela bunda deliciosa me deixa louco. Resumindo, sempre dedico minhas punhetas pra ela. Bom, começando meu relato: depois do que aconteceu com a minha mãe, desde aquele dia em que aproveitei dela, tudo ficou normal. Ela não lembrava de nada, nunca me disse nada. Pra mim, graças ao estado de embriaguez que ela teve, esqueceu tudo, e ainda pensou que foi um sonho, já que me disse: - Tive um pesadelo naquele dia. Passaram-se alguns meses depois do ocorrido, tudo foi normal e chato. Eu continuava com minhas punhetas, mas o melhor é que eu tinha as fotos dela que tirei naquele dia do ocorrido. Naquele mês, numa sexta-feira, chegou um convite da irmã da minha mãe para o sábado seguinte. A irmã da minha mãe era a melhor amiga dela, se amavam muito. Resumindo, naquela noite eu tava feliz pra caralho e desejei sorte pra que ela bebesse o suficiente pra eu poder agir, já que em outras ocasiões ela bebia mas não o bastante, ficando quase nos cinco sentidos. Eu desejava de todo coração, porque queria sentir de novo o que é transar, já que foi ela quem tirou minha virgindade e ela nem sabia. No dia seguinte, tava totalmente ansioso pra noite chegar. Minha mãe chegou na Tarde comecei a me preparar, eu disfarçando fui até ela pra ver como tava e vi que ela não tava de vestido, mas tava com uma blusa normal, decente, mas tava com uma calça apertada, nossa, que gostosa, marcando a calcinha dela que parecia ter o mesmo tamanho da calcinha daquele dia que eu aproveitei. Assim, naquele dia eles foram cedo, às 14:30 da tarde, meus pais foram pra essa festa. Eu fiquei sozinho esperando, aproveitei e peguei as roupas íntimas da minha mãe, coloquei na cama me imaginando nela, bati umas punhetas. Terminei e decidi vasculhar as coisas dela, e nas coisas dos meus pais encontrei uma camisinha usada. Fiquei muito excitado, me imaginando aquela camisinha dentro da buceta da minha mãe. O dia passava devagar, eu imaginava que o quanto ela beberia ia depender do que eu tentaria fazer. Pensei comigo: se ela não beber muito, não vou ter outra chance, porque acho que meus parentes não vão fazer uma festa grande como essa de novo. Já era 23:00 e eles não chegavam, era meia-noite. Esperei na sala, acabei dormindo por volta da 1 da manhã. Meu pai me acordou, eu me assustei, e ele mandou eu ajudar a trazer minha mãe. Fiquei desiludido, triste porque meu pai não tava muito bêbado, ele tava num estado meio bêbado e meio consciente e falou: - Ela tá lá embaixo, vai buscar. Desci triste, sem poder realizar meu grande desejo de aproveitar dela. Lá estava minha mãe dormindo no táxi. Até aquele momento parecia normal. Perguntei ao taxista quanto devia, e nisso tentei levantar minha mãe, ela não respondia, parecia morta. Falei: mãe, levanta. Não podia acreditar, parecia morta, não se mexia nada. Depois de um bom tempo, ela finalmente mostrou um pouco de consciência, mas muito pouca, e falou: - Amor, ela pensava que era meu pai. Eu falei: - Sou eu, seu filho. Ela dormiu de novo. Com muito esforço, tirei ela do táxi, coloquei o braço dela no meu ombro. Era incrível, ela não conseguia andar. Como ela não conseguia andar e eu mal a arrastava, levantando ela, vi o taxista olhando pra minha mãe com aquela cara. De morboso olhando especialmente pra aquela bunda, eu olhei pra ela com meu olhar de bravo e ele disse – até logo e foi embora. Sentei minha mãe na calçada da rua, fiz ela sentar e ela desmaiou na calçada, se jogou e ali pensei: ela tá muito bêbada. Queria apalpar ela, fazer ela minha, mas tinha um problema: meu pai, que tava meio bêbado e meio consciente, tava triste porque eu pensava que meu pai ia curtir minha mãe e eu só ia ouvir os sons de como ele fodia ela. Eu, triste, ajudei minha mãe a subir as escadas, ela parecia um pano usado, mal conseguia andar. Coloquei o braço dela no meu ombro e segurei a cintura dela, caminhando eu aproveitei pra tocar ela. Como minha mão tava na cintura dela, desci um pouco pra sentir a bunda dela e ali tava: desci minha mão, toquei a bunda dela, amassei, apertei e sentia como a calcinha dela marcava, não era muito pequena. Enquanto subíamos as escadas, mais subíamos, eu tocava ela, aproveitei todo aquele momento pra sentir a bunda dela. Chegamos, meu pai tava acordado e me mandou fazer minha mãe dormir na cama dela. Eu obedeci, acomodei minha mãe na cama, quis tocar ela, mas meu pai tava na sala ao lado. Eu coloquei ela do lado esquerdo da cama, pus ela na posição fetal, mostrando a bunda pra direita, cobri ela. Não pude fazer nada porque meu pai tava no outro quarto e fui até ele. Meu pai colocou música na sala e me mandou passar o uísque e a vodca que ele tinha guardado. Eu, estranhando, passei e ele começou a servir e a beber, e me obrigou a sentar do lado dele e começou a me dar sermão sobre como eu ia casar e várias coisas que eu não tava nem aí. Passou um tempão, meu pai começou a ficar mais e mais bêbado, me surpreendi como aquelas bebidas eram fortes. Ele começou a perder a consciência, meu pai, nesse tempo todo. E do quarto da minha mãe ouvi um barulho, algo tinha caído. Deixei meu pai e fui ver o que era, deixei ele falando sozinho. Entrei, acendi a luz e minha mãe tava caída no chão. No chão, eu me assustei com o que tinha acontecido, era horrível. Minha mãe estava caída no chão, em cima do próprio vômito. Parece que tentou vomitar e, no estado dela, não conseguiu se levantar, ficou deitada no chão dormindo. Eu a levantei, ela não respondia e eu sentia vontade de tocar nela. Ao levantá-la, segurei pelas axilas e, nisso, agarrei os peitos dela. Apertei mesmo, fingindo que estava ajudando a colocá-la na cama, amassei eles, já que ela não reagia. Aproveitando, me encostei nela, juntei meu pau com a bunda dela — que excitante! Meu pau se encaixou na linha do rabo dela e assim a coloquei na cama. Limpei o vômito que estava no rosto dela e no peito, perto do peito direito, com esforço e apalpando. Vocês não sabem como eu tava com vontade de transar, queria fazer ela minha, mas olhei de novo como meu pai estava. O vodka tinha acabado e sobrou um pouco de uísque. Pela minha experiência, eu sabia que aquilo era demais pra uma pessoa só, e ele dormiu no sofá. Aproveitando o estado dele, arrumei ele pra dormir bem, coloquei o travesseiro, ajeitei os pés, trouxe dois cobertores, tapei ele bem e ele já tava roncando. Meu grande sonho começava a se formar. Entrei no quarto da minha mãe, ela ainda estava do jeito que eu tinha deixado. Sem esperar mais, com cuidado, tirei minha cueca, fiquei só com a camiseta e a cueca, apaguei a luz, fechei a porta com chave e, dessa vez, cobri a janela com um cobertor grande pra ficar mais escuro. Aí fui pra cama. Minha ideia era fingir que era meu pai, como se ele entrasse rápido na cama. Entrei, como sempre, com os nervos à flor da pele. Lá estava ela, queria fazer igual da primeira vez, queria que ela ficasse de costas pra mim. Com cuidado e de forma fácil, já que ela tava quase nessa posição, mexi ela, colocando de costas, mostrando a bunda e as costas pro lado direito, onde eu estava. Dessa vez eu tava mais seguro, porque o estado dela era extremo, pior que da outra vez. Como ela me mostrava as costas, sem medo, tirei a cueca e a camiseta, já tava pelado. Mas a parada é que minha mãe... continuava com a roupa dela, blusa e calça, sem me arriscar muito. comecei a me apoiar e a me esfregar nela, me grudei e comecei a empurrar de novo com meu pau. fiz isso por uns 10 minutos até conseguir tocar o peito dela, que delícia. e com minha excitação, coloquei a mão por baixo da blusa dela e segurei, e lá estava aquele peito carnudo e volumoso. fiquei muito surpreso, porque na primeira vez que tentei fazer o mesmo, ela se incomodou, mas dessa vez não, ela não respondeu nada, continuou dormindo como se estivesse morta. tava extremamente excitado e, com a excitação, me afastei dela pra abaixar a calça que ela ainda tava usando. queria ver que tipo de calça era, toquei e senti se tinha zíper ou botão, e tinha botão. com cuidado, fui desabotoando aos poucos e comecei a abaixar. na posição que ela tava, as pernas dela dificultavam, e com mais pressão, abaixei de uma vez. percebi se ela mexia, e nada, ela começou a roncar igual meu pai. isso me deu mais confiança. abaixei a calça dela, tirei da cama e joguei no chão, e quis tocar como tava a calcinha dela. peguei meu celular pra acender a luz e, com cuidado, fiz isso dentro da cama, e lá estava: a calcinha tinha descido um pouco pela força que usei pra abaixar a calça. que rabo gostoso, a linha da bunda era espetacular. o melhor é que ela tinha colocado a mesma calcinha que usou na outra vez que abusei dela, isso me excitou ainda mais. apaguei a luz do celular e comecei a abaixar a calcinha dela, e de uma vez só puxei pra baixo. olhei de novo como ela roncava, porque isso me indicava se ela ia acordar, e ela roncava ainda mais. ainda tinha a calcinha dela, cheirei, que cheiro gostoso de buceta e cu de mãe. pra não me arriscar muito, me apoiei nela sentindo a bunda quentinha dela, hmm... tive a ideia de colocar meu pau entre as pernas ou coxas dela pra simular sexo, só pra não me arriscar tanto. com muito cuidado, levantei a perna direita dela, coloquei meu pau no meio das pernas dela, e lá estava eu com meu pau entre as duas coxas carnudas dela. me apoiei nela, juntando meu corpo nu com a bunda nua dela, que excitado eu tava. comecei a Movendo-me devagar, simulando que tava fodendo ela sem me arriscar muito, a Tasty começou a se mover um pouco mais rápido nas pernas dela. Continuei, continuei, fiquei muito excitado. Num momento, senti algo estranho, era úmido e molhado. Empurrei um pouco mais, senti a Tasty... Abaixei a mão pra ver o que tinha acontecido e, pelo movimento e pela posição, e por estar tão perto da buceta dela, acabei enfiando meu pau nela. Toquei com a mão o clitóris dela recebendo meu pau, como se abriu, e a Tasty continuava dormindo. Vendo o estado dela, meti meu pau inteiro... Mmmmm... Senti de novo aquela buceta gostosa, úmida, viscosa, como carne que esmagava meu pau, como recebia ele. Era delicioso como as paredes vaginais dela se ajustavam ao meu pau. Comecei a foder ela, me movendo devagar e depois um pouco mais rápido. Não sei como, mas tirei um dos peitos dela da blusa e comecei a me mover, amassando o peito dela cada vez mais forte. Não me controlava, fazia como se fosse um expert, mais rápido, amassando o peito dela mais forte, bombando. Não aguentei muito e senti que ia gozar, e eu sabia as consequências. Tirei meu pau e lembrei da camisinha que tava nas coisas dela. Peguei e, com dificuldade, coloquei no meu pau. Pela excitação, meti meu pau na buceta dela de novo, dessa vez dentro, como se fosse a casa dele, fácil. Agarrei o peito dela e comecei a foder ela. Meu pau sentia a buceta da mãe dela dormindo, era a Tasty. Gozei, explodi, continuei empurrando até sair a última gota de porra. Tirei meu pau, tirei a camisinha, cheirei pra ver como era o cheiro da buceta dela e me deitei descansando. Abaixei a mão pra sentir a buceta dela e já não tava com medo. Senti ali a buceta dela, úmida, quentinha. Parece que dessa vez minha mãe não acordou, na verdade ela tava roncando igual antes. Continuei tocando a buceta dela, meti o dedo na buceta dela pra sentir as paredes vaginais. Que delícia, e meu pau subiu de novo, já que era a segunda vez que eu fodava uma mulher e, de quebra, era minha mãe. Como vocês sabem, a primeira foi com ela. E assim meu pau subiu de novo, queria foder ela de novo. Minha excitação voltou com mais confiança. Comecei a apalpar ela com mais força. Dessa vez, quis fazer em outra posição. Virei ela de costas, ela olhava pro teto. Com mais confiança, abri as pernas dela de lado a lado e, sem medo, desabotoei a blusa dela, que só mostrava um seio. Abri e tirei o sutiã dela. Aí, pela primeira vez, vi os peitos dela bem de perto e pude tocá-los com muito mais segurança. Vi que ela estava à minha disposição, no estado extremo dela. Meti uma rola nela e ela não respondeu. Então, com as duas mãos, peguei nos dois peitos dela, apertei como se fossem balões d'água. Senti como era excitante. Fiquei apalpando por um tempo e aí o pau queria aquela buceta. Abri as pernas dela o máximo que pude e abri caminho pro meu pau. Devagar, dirigi meu pau pra buceta da minha mãe. Aí, primeiro enfiei a cabecinha do meu pau e, com confiança e sem piedade, de uma só vez, enfiei meu pau com toda a minha força, como se estivesse batendo com ele. E a puta da minha mãe não se mexeu, continuava roncando. Aí, senti a buceta dela de novo e comecei a bombar. Primeiro devagar, depois forte e rápido, que nem um animal. Via como minha mãe se mexia no ritmo dos meus movimentos, com a carinha dela dormindo. O movimento que eu fazia era brusco, eu fazia sem piedade. Bombava, a cama tremia. Coloquei minha mão e apertei fortão, e ela não respondia. Isso me excitou. Bombava e bombava. Eu não gozava rápido porque mais cedo tinha batido várias punhetas, como todo punheteiro, quase a semana toda, e ainda era minha segunda transa. E continuei. Do nada, escutei o melhor som, mesmo que só um: foi o gemido dela: — Mmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... Eu não acreditava. Fiz minha própria mãe gemer. Foi só um e foi forte. Parei por um momento, descansei. Virei a cama de lado pra ver. Peguei meu celular, liguei o flash e comecei a tirar meu pau. Vi como a buceta dela começou a fechar devagar depois de tirar meu pau. Tirei meu pau porque queria aproveitar mais. Passaram uns 5 minutos. Acendi a luz e vi aquele cenário. Minha Mãe com as pernas abertas, nua, os peitos pra fora, isso me excitou muito e lembrei que tudo começou pela bunda dela. Com a confiança que eu tinha, quis penetrar o cu dela pra ver como era a sensação. E como um boneco de pano, com facilidade virei ela de bruços. A visão da bunda dela nua, bem de pertinho, já dava pra ver melhor. Acendi a luz, juntei as camas e minha excitação era enorme. Sem medo, subi na cama, subi em cima dela. Primeiro deitei em cima dela, sentindo o corpinho quentinho dela, essa sensação foi gostosa demais. Coloquei meu pau no meio das nádegas dela, na linha, e me deitei nela com todo meu peso. E o mais engraçado: ela roncava mesmo assim. Ri um pouco e continuei. Queria sentir como era aquele cu, aquela bunda que dedicava minhas punhetas. Era o momento. Abri as nádegas dela, vi aquele buraquinho escuro, bem fechado. Peguei meu pau duro e coloquei a ponta na entrada, sem penetrar. Tentei meter, mas foi difícil, não entrava. Tentei de novo, meu pau entortou, não consegui, era difícil. Aí pensei: "certeza que ela é virgem de cu". Nas minhas tentativas falhas, procurei e, ao lado da cama, no espelho da minha mãe, vi um creme para mãos. Aquilo talvez me ajudasse a conseguir meter, pela composição. E continuei: primeiro passei o creme no meu pau todo, enquanto passava, agarrei a nádega dela e apertei, enquanto esfregava meu pau. Depois, chegou a vez do cu da minha mãe. Coloquei um pouco em cima, depois bastante, e comecei a espalhar. Com delicadeza, meti um pouco do meu dedo, passei creme e, com força, dentro do cu dela. E continuei. Minha próxima chance: me aproximei do cu dela com meu pau, peguei meu pau e coloquei a ponta na entrada, abrindo as duas nádegas dela. Empurrei e, com um pouco de força, comecei a empurrar. Finalmente, vi que entrou só um pouco, uns 4 centímetros. Peguei mais creme pra colocar em cima, porque via que o cu da minha mãe não queria receber meu pau. Ela mexia o cu como se estivesse fazendo cocô. Então, com um pouco mais de força, meti a metade do meu pau. E minha mãe continuava mexendo o cu, querendo expulsar. Minha mãe começou a... comecei a fazer sons como se estivesse sentindo dor, comecei a meter um pouco mais fundo, eu sentia que era mais apertado, sentia como se estivesse apertando meu pau e machucando um pouco, era mais excitante que a buceta dela e nisso não quis demorar mais, me desesperei e de um só golpe, com força, empurrei todo o meu pau, meti tudo de uma vez e nisso minha mãe se mexeu um pouco, querendo sair do meu pau, mas só uma vez e disse com a voz mal dando pra entender: - AaAaaaHHHhhhhhh m latttTimmMazzz HHHaaaaaaaaaaUUuooo e voltou a dormir, só acordou um pouco quando enfiei todo o meu pau nela e ali estava o cu dela, era mais excitante, fiquei um tempo parado com meu pau dentro e tirei, vi como o buraquinho marcado pelo meu pau se fechava devagar e vi meu pau com um pouco de merda, mas não senti nojo e meti de novo com força e dessa vez entrou mais fácil, que gostoso, eu sentia e ela gemeu um pouquinho e voltou a dormir e comecei a me mover devagar, aproveitando que ela continuava gostosa, bombeando, ela gemeu talvez de dor ou talvez porque gostava, mas voltou a roncar, depois comecei a me mover mais rápido e mais rápido, igual um bicho, às vezes pensava como minha mãe não sentia nada e meus movimentos eram brutos e do nada senti que ia gozar, comecei a bombear com toda a minha força, era cansativo mas valia a pena, bombava com tudo que tinha, sentia pena da minha mãe talvez por machucar ela, mas a excitação continuava, bombei, já ia gozar, como não era a buceta dela, quis gozar dentro, bombei, me apoiei no corpo dela e empurrando sem piedade, igual um monstro, gozei dentro dela, foi delicioso, a primeira vez que gozei dentro de uma mulher, me mexi mais um pouco e tirei meu pau, ah, delicioso, e pra minha última lembrança, talvez meu pau meio duro ainda, a buceta dela estava bem embaixo e com força meti e tirei, e depois o cu dela, empurrei com força e tirei, depois vi meu pau com merda e um pouco de sangue, mas não era muito, desvirginei o cu da minha mãe e vi o cu dela todo vermelho e vi saindo e escorrendo Meu sêmen saindo do cu dela e aí terminei. Fiz o que queria com a minha mãe e me vesti. Depois decidi vestir minha mãe: primeiro coloquei o sutiã nela, aproveitando os últimos momentos apalpando os peitos dela, e depois a blusa. Em seguida, levantei a calcinha dela, cheirei, coloquei entre as pernas dela e comecei a subir, mas antes dei uma chupada naquela buceta peluda. Foi estranho porque tinha pelos, mas mesmo assim beijei e com minha língua toquei o clitóris dela. Coloquei a calcinha nela com a calça — foi difícil, mas minha mãe era uma boneca de pano e consegui vestir a calça nela. E assim a vesti. Me despedindo, me aproximei da boca dela e dei um beijo, coloquei minha língua e toquei a língua dela com a minha, dei um pouco da minha saliva e brinquei com a língua dela, batendo nossos dentes. Devagar, fui ver como meu pai estava. Lá estava meu pai dormindo, exatamente como eu tinha deixado. Ele não sabia de novo o que fizeram com a esposa dele, que coisas não. E pra não desconfiarem de nada, levantei meu pai e falei pra ele ir dormir. Mal ele se levantou, conseguiu e foi pro quarto dele. Se deitou no quarto dele, apaguei a luz e fechei a porta. Mas esperei um momento, porque como vocês sabem, geralmente quando meus pais estão bêbados eles transam. Meu pai com certeza estava acostumado com isso. Passaram uns 3 a 5 minutos e ouvi um barulho. Vi que a cama, o colchão, estava se mexendo. E o que eu esperava: comecei a ouvir o som de como meu pai se movia no ritmo do sexo, e ouvia o som do colchão no ritmo do meu pai fodendo minha mãe. O mais certo é que minha mãe ainda estivesse inconsciente. Não passaram nem 7 minutos e ele parou de se mexer. Meu pai durou pouco e terminou de foder ela. E o mais certo é que nunca me descobrissem, já que meu pai comeu ela e com certeza estariam semidespidos. Fui pro meu quarto e, com o cansaço, dormi rápido. No dia seguinte, acordei tarde, umas 11:00 da manhã. Fui pro quarto dos meus pais contente, e lá estavam meus pais acordados, deitados na cama vendo TV. Parece que tinham acabado de acordar. Aí cumprimentei eles. Eu disse: "E aí, como foi a festa da sua mãe?" Ela respondeu: "Foi top demais, me diverti como nunca, mas bebi pra caralho. Bebi margarita pela primeira vez e exagerei, nem lembro como cheguei em casa." Eu falei: "Você mal conseguia andar, vomitou e no final dormiu com meu pai." Ela disse: "Não lembro de nada, tô toda dolorida. Eu não caí, né?... Meu corpo tá doendo." Eu respondi: "Caiu sim, da cama, e falei que você exagerou." Pensei comigo: "Com certeza a buceta virgem ou ex-virgem dela tá doendo." Nisso, saí do quarto e, um pouco afastado, ouvi a voz da minha mãe dizendo pro meu pai: "Não te falei pra ir com calma? Tá doendo aquela parte, você passou dos limites." Ela falou pro meu pai, e ele respondeu: "Não lembro de nada, amor. Você sabe que quando a gente tá bêbado faz um monte de coisa. Talvez eu tenha te comido ali, não lembro." Naquele dia, fiquei feliz e satisfeito, realizei meu grande sonho e objetivo. Até agora, tudo normal, ela nunca falou nada sobre aquela noite. Assim termina minha história e experiência. Espero que tenham gostado. Quero trocar fotos e experiências com as mães de vocês. Podem me chamar no Facebook: Jose Inksgfrid Siles. Email: josesiles666@Hotmail.com
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