Julia acordou exausta, a última noite de sexo tinha acabado com ela completamente, Sandro tinha descarregado toda a fome de sexo acumulada que ele tinha.
Ainda sentia o gozo do irmão por todo o corpo, tinha se submetido a todas as fantasias dele sem hesitar.
Devagar, ela se espreguiçou e foi tomar banho, odiava se livrar do cheiro do irmão, mas não podia ir pra escola assim.
Percebeu que os peitos tinham crescido, será que o sexo faz eles aumentarem? Passou a mão nos próprios peitos com admiração e orgulho, uns peitos que já não cabiam nos sutiãs dela, precisava comprar um tamanho maior.
Na escola, as amigas não paravam de perguntar que creme ela usava, Julia tinha ouvido que se apaixonar e transar rejuvenescia a pele e deixava os olhos mais brilhantes, mas no meio de uma aula ela passou mal e vomitou.
Levaram ela pra casa, os pais estavam fora e Sandro foi cuidar dela, quando disseram que ela vomitou, os dois sacaram na hora, a sensibilidade extrema nos mamilos, as tonturas, o atraso menstrual e ela ter confundido o cheiro de um peru com um biscoito.
Ela tava grávida.
O medo entrou no coração do casal, o que os pais iam pensar? O que todo mundo ia pensar? Como seria a vida deles quando o bebê nascesse? Marcaram hora numa clínica de aborto, ela ficaria só uma hora e tudo passaria.
Julia entrou sozinha na clínica, enquanto esperava a vez dela, começou a pensar.
Pensava na vida dela, o quanto foi triste e sozinha, mas os últimos acontecimentos foram os mais felizes da vida dela, tudo por causa de uma confusão que aos olhos de muitos seria pecaminosa.
Mas ela via aquilo como uma bênção divina.
Colocou a mão na barriga, a mãe dela não parava de dizer que aborto era assassinato, mas ultimamente ela não tava dando muita bola pra mãe.
Mas dessa vez.
Quem era aquele bebê? Um produto do descuido dela? Ou simplesmente uma bênção? Que culpa aquele bebê tinha de se formar quando a culpa foi dela por não tomar anticoncepcional? O que aquele bebê poderia se tornar? Que vida... Teria?
Atormentada por esse dilema, ela saiu da clínica, e seu irmão foi compreensivo quando ela explicou que não conseguiu fazer.
No jantar em família, ela estava inquieta: como poderia contar aos pais que estava esperando um bebê, e ainda por cima do próprio irmão?
Não se sentia com forças, não conseguia dizer isso aos pais.
A campainha tocou e entrou a pessoa que a incentivou a transar com o irmão.
A noiva de Sandro.
— Sandro! Vim de Nova York para você me explicar pessoalmente… essa puta está aqui! — disse a noiva, apontando para Julia.
O pai se levantou, furioso:
— Como você ousa insultar minha filha?! Saia da nossa casa agora!
— Sua filha deu pra cima do meu noivo como a vadia que é! Você! Volta comigo! E você nunca mais chegue perto da gente na vida! Sua puta! — disse a noiva, fora de si.
A noiva ia saindo, mas parou ao ver que Sandro não se mexia.
— O que eu te disse?! Vem comigo!
Sandro se levantou e disse:
— Pra quê? Pra você me humilhar? Pra interromper minhas conversas? Pra me proibir de sair com meus amigos? Pra não poder te tocar nunca? Pra você me ter… como é que se diz? Dominado?
A noiva se surpreendeu com aquela rebeldia.
— Você é meu noivo! Juramos amor eterno!
— Amor se alimenta, mas você o matou de fome — disse Sandro com determinação.
— Você não passa de um degenerado nojento! — disse a noiva, furiosa.
Julia não aguentou mais e se levantou, dizendo:
— Não sei o que você é, mas sei o que vai ser: uma velha maluca que coleciona gatos porque não deu certo nas relações humanas, enquanto eu e Sandro vamos cuidar do bebê que cresce nas minhas entranhas.
Todos perderam a cor, especialmente os pais de Julia.
— Sim, estou grávida do meu próprio irmão. Eu desejei isso e não me arrependo. Ele, da minha carne e do meu sangue, é o amor da minha vida — disse Julia, envalentada.
— Não pode ser verdade — disse a mãe.
Julia olhava para a mãe. desafiante e depois olhou pro Sandro e beijou ele na boca, Sandro correspondeu ao beijo.
A noiva recuou surpresa e saiu gritando que eles estavam doentes.
Quando terminaram o beijo, olharam pros pais e pros empregados que estavam olhando chocados.
— a gente se ama, pais, não é fantasia de adolescente, Sandro e eu nos amamos.
— p-podemos ir pra uma clínica de aborto, pod... — a mãe falou, mas Julia interrompeu dizendo:
— não, não vou matar nosso filho, é a única coisa que concordo com suas ideias, mãe, vou ter meu bebê, vou cuidar dele e fazer dele uma pessoa de bem.
Os pais começaram a discutir fervorosamente com Julia, ela fez o mesmo, mas longe de ficar brava, Julia sentia.
Alegria.
E estranheza, tinha que estar grávida do próprio irmão pra os pais perceberem que ela existia.
Julia não parou de ir pra escola nos meses seguintes, todo mundo se surpreendeu com a gravidez de Julia, que achava que sua barriga de grávida era uma lente.
Uma lente que mostrava como as pessoas eram.
A maioria das colegas de classe e professoras se afastavam dela, achavam que ela era uma puta.
Mas as amigas de verdade, Carolina, Fátima, sua primeira amante e a filha dela, e muitas outras pessoas a apoiaram, ela descobriu quem não viraria as costas pra ela, não importa o quão estranhas fossem as coisas.
— você ainda transa com ele? — perguntou Carolina.
— não, meu bebê pode se machucar — disse Julia segurando a barriga de grávida com medo.
— que nada! ouvi dizer que é super saudável! e que faz bem pra gravidez — falou Carolina com segurança.
Naquela noite, ela conferiu na internet o que Carolina disse e pensou que aquele ato de amor tinha que ser alimentado com mais amor, fazia três meses que não transava com Sandro, mas antes precisava fazer uma coisa.
Julia foi pro puteiro, tocou a campainha, deixou um bilhete e foi embora, um bilhete que dizia:
"obrigada por enriquecer minha vida"
Quando voltou pra casa, pegou uma garrafa de bourbon e foi nua pro quarto de Sandro, seus pais Não estavam, tinham a casa toda só pra eles.
— Querido, toma uma taça — disse Júlia enquanto enchia o copo.
— Obrigado. Como tá o teu parto? — perguntou Sandro.
— Bem — disse Júlia, se aninhando do lado de Sandro — Você não gostaria que nosso bebê soubesse que os pais se amam?
— Sim, muito — disse Sandro com um sorriso.
Júlia pegou a mão de Sandro e a levou até os peitos dela, o que assustou Sandro, que a tirou dizendo:
— Você não sabe que podemos machucar nosso filho? — disse Sandro com medo.
Júlia beijou os lábios do irmão e acariciou os cabelos dele enquanto apoiava os peitos no torso de Sandro.
— Fica tranquilo, vai dar tudo certo — disse Júlia sorrindo.
As mãos de Júlia percorreram o torso e o abdômen de Sandro até chegar na calça dele, que ela desabotoou com habilidade, revelando o instrumento que dava prazer e vida.
Os lábios de Júlia começaram a percorrer a virilidade de Sandro.
Uns lábios que percorriam suaves a carne dura e quente do seu homem, roçando, beijando, dando pequenas passadas na glande com a ponta da língua.
Ela sabia que Sandro gostava, porque ele estava acariciando os cabelos dela, olhou nos olhos do seu amado com inocência e seus lábios engoliram a pica quente do irmão, uma pica que enchia a boca dela até chegar no começo do esôfago.
Júlia se esforçava, até agora seus boquetes não chegavam a engolir ela toda, lutava contra os engasgos, mas sentia que conseguia, por ele.
— Você tá bem? — perguntou Sandro preocupado com a irmã não se afogar.
Ela olhou pra ele com olhos lacrimejando de esforço, mas fez uma careta tipo um sorriso.
O que Júlia agradeceu foi que Sandro tinha raspado os pelos da virilha, da última vez que fez um boquete nele, os pelos roçaram no nariz dela com resultados surreais.
Sentia como o amado tremia, tirou a pica o suficiente pra língua acariciar a glande dentro da boca, não demorou pra sentir o gozo batendo contra a língua.
Naquele momento, ela engoliu o pau do Sandro até bater nos colhões do queixo dele e, apertando os lábios, foi se afastando devagar, tirando toda a porra que tinha ficado sem sair. Um fio viscoso era a única coisa que ligava o vigor do Sandro à boca da Júlia. Ela levantou o queixo pra ele ver o pescoço dela fazendo o movimento de engolir.
Três vezes.
Júlia se ergueu até a altura do amado e olhou com doçura nos olhos dele. Ele sorriu e acariciou o rosto dela, o pescoço, os peitos que, ao serem manipulados, soltavam um líquido amarelo e meio ceroso. Aquilo preocupou Júlia.
— Fica tranquila, mamãe, é colostro — disse Sandro.
Antes que ela pudesse perguntar, Sandro começou a chupar os peitos dela. Ela era especialmente sensível, mas agora mordia os lábios só com um roçar. Acariciava a cabeça do amado enquanto tentava não gozar cedo demais, mas era muito difícil. Sandro sugava o colostro com gosto, sugando, mexendo a língua. O prazer era tanto que ela apertava a cabeça do irmão contra os peitos. Não demorou pra chegar ao auge do tesão.
Sandro viu ela exausta, deitou ela na cama e ficou contemplando. Ela era diferente com a barriga de grávida, não a favorecia, mas também não a deixava feia.
Digamos que ele via uma beleza diferente.
— Sandro, por favor, não me olha assim — disse Júlia se cobrindo. Ela podia chupar o pau dele e beber o leite, podia se deixar sodomizar, podia ser masturbada com uma corrente, mas ainda tinha vergonha de ser olhada fixamente. Parecia besteira, mas os olhares eram mais sexuais do que a própria penetração.
Sandro, sorrindo, arrancou o lençol que protegia Júlia do olhar dele. Ela se cobriu com as mãos, morrendo de vergonha, mas ele se colocou por cima dela, separou as mãos dela e a olhou com mais atenção.
— Eu não sou bonita.
— Por que você diz isso, irmã?
— Olha pra mim, tô gorda, não tenho aquela barriga lisa que você molhava com champanhe.
— Tem vida na sua barriga, a prova de que a gente se ama, de que a gente se desejamos.
Julia olhou nos olhos de Sandro, uns olhos cheios de sinceridade e desejo, abriu devagar as pernas e disse:
— Me pega, irmão, quero você perto de mim, quero você tão perto que a gente fique praticamente grudado, que nosso bebê saiba que os pais se amam com força, que saiba que nunca vamos abandonar ele por causa das nossas brigas. Estamos nós três juntos, como uma família feliz.
Essas palavras fizeram Sandro reagir, que beijou com paixão os lábios de Julia, apontou com seu vigor a buceta da moça e entrou devagar na porta da vida dela.
Enquanto bombava, via os peitos de Julia balançando como pudins de gelatina, essa visão excitava Sandro, que aumentou as investidas. Julia, com medo, colocou as mãos na barriga de mãe.
Isso acalmou Sandro, que a penetrou com mais cuidado, olhando com amor nos olhos de Julia, que acariciava as mãos de Sandro segurando seus quadris.
— Te amo — dizia Julia com um sorriso.
— E eu te amo, Julia — dizia Sandro.
As investidas foram acelerando devagar, Julia sentiu muito prazer, mas mudaram de posição.
Sandro deitou de barriga pra cima e ela ficou de joelhos em cima dele, sentiu ele penetrando fundo.
Os peitos de Julia balançavam no ritmo da penetração, cada vez mais rápido. Sandro estava chegando ao orgasmo e, em vez de tocar os peitos da irmã, acariciou a barriga de mãe dela.
Ela também chegava ao clímax e colocou as mãos na barriga. Não demoraram para os dois gozarem ao mesmo tempo.
Julia, exausta, deitou ao lado de Sandro, os dois acariciando a barriga grávida.
— Você acha que ele vai ser feliz? — perguntou Julia.
— Vai crescer com pais que se amam e amam ele, sim, vai ser muito feliz — disse Sandro acariciando a barriga da irmã.
Julia teve o menino e continuou os estudos, virou dona de uma agência de publicidade de muito sucesso. Numa entrevista que deram pra ela, perguntaram qual era o segredo do sucesso.
— Eu, Como muita gente, eu vivia na segurança, no conforto de onde estava, mas pra ter sucesso de verdade, tem que ampliar os horizontes e se arriscar pra poder ganhar – respondeu Julia com naturalidade.
Ainda sentia o gozo do irmão por todo o corpo, tinha se submetido a todas as fantasias dele sem hesitar.
Devagar, ela se espreguiçou e foi tomar banho, odiava se livrar do cheiro do irmão, mas não podia ir pra escola assim.
Percebeu que os peitos tinham crescido, será que o sexo faz eles aumentarem? Passou a mão nos próprios peitos com admiração e orgulho, uns peitos que já não cabiam nos sutiãs dela, precisava comprar um tamanho maior.
Na escola, as amigas não paravam de perguntar que creme ela usava, Julia tinha ouvido que se apaixonar e transar rejuvenescia a pele e deixava os olhos mais brilhantes, mas no meio de uma aula ela passou mal e vomitou.
Levaram ela pra casa, os pais estavam fora e Sandro foi cuidar dela, quando disseram que ela vomitou, os dois sacaram na hora, a sensibilidade extrema nos mamilos, as tonturas, o atraso menstrual e ela ter confundido o cheiro de um peru com um biscoito.
Ela tava grávida.
O medo entrou no coração do casal, o que os pais iam pensar? O que todo mundo ia pensar? Como seria a vida deles quando o bebê nascesse? Marcaram hora numa clínica de aborto, ela ficaria só uma hora e tudo passaria.
Julia entrou sozinha na clínica, enquanto esperava a vez dela, começou a pensar.
Pensava na vida dela, o quanto foi triste e sozinha, mas os últimos acontecimentos foram os mais felizes da vida dela, tudo por causa de uma confusão que aos olhos de muitos seria pecaminosa.
Mas ela via aquilo como uma bênção divina.
Colocou a mão na barriga, a mãe dela não parava de dizer que aborto era assassinato, mas ultimamente ela não tava dando muita bola pra mãe.
Mas dessa vez.
Quem era aquele bebê? Um produto do descuido dela? Ou simplesmente uma bênção? Que culpa aquele bebê tinha de se formar quando a culpa foi dela por não tomar anticoncepcional? O que aquele bebê poderia se tornar? Que vida... Teria?
Atormentada por esse dilema, ela saiu da clínica, e seu irmão foi compreensivo quando ela explicou que não conseguiu fazer.
No jantar em família, ela estava inquieta: como poderia contar aos pais que estava esperando um bebê, e ainda por cima do próprio irmão?
Não se sentia com forças, não conseguia dizer isso aos pais.
A campainha tocou e entrou a pessoa que a incentivou a transar com o irmão.
A noiva de Sandro.
— Sandro! Vim de Nova York para você me explicar pessoalmente… essa puta está aqui! — disse a noiva, apontando para Julia.
O pai se levantou, furioso:
— Como você ousa insultar minha filha?! Saia da nossa casa agora!
— Sua filha deu pra cima do meu noivo como a vadia que é! Você! Volta comigo! E você nunca mais chegue perto da gente na vida! Sua puta! — disse a noiva, fora de si.
A noiva ia saindo, mas parou ao ver que Sandro não se mexia.
— O que eu te disse?! Vem comigo!
Sandro se levantou e disse:
— Pra quê? Pra você me humilhar? Pra interromper minhas conversas? Pra me proibir de sair com meus amigos? Pra não poder te tocar nunca? Pra você me ter… como é que se diz? Dominado?
A noiva se surpreendeu com aquela rebeldia.
— Você é meu noivo! Juramos amor eterno!
— Amor se alimenta, mas você o matou de fome — disse Sandro com determinação.
— Você não passa de um degenerado nojento! — disse a noiva, furiosa.
Julia não aguentou mais e se levantou, dizendo:
— Não sei o que você é, mas sei o que vai ser: uma velha maluca que coleciona gatos porque não deu certo nas relações humanas, enquanto eu e Sandro vamos cuidar do bebê que cresce nas minhas entranhas.
Todos perderam a cor, especialmente os pais de Julia.
— Sim, estou grávida do meu próprio irmão. Eu desejei isso e não me arrependo. Ele, da minha carne e do meu sangue, é o amor da minha vida — disse Julia, envalentada.
— Não pode ser verdade — disse a mãe.
Julia olhava para a mãe. desafiante e depois olhou pro Sandro e beijou ele na boca, Sandro correspondeu ao beijo.
A noiva recuou surpresa e saiu gritando que eles estavam doentes.
Quando terminaram o beijo, olharam pros pais e pros empregados que estavam olhando chocados.
— a gente se ama, pais, não é fantasia de adolescente, Sandro e eu nos amamos.
— p-podemos ir pra uma clínica de aborto, pod... — a mãe falou, mas Julia interrompeu dizendo:
— não, não vou matar nosso filho, é a única coisa que concordo com suas ideias, mãe, vou ter meu bebê, vou cuidar dele e fazer dele uma pessoa de bem.
Os pais começaram a discutir fervorosamente com Julia, ela fez o mesmo, mas longe de ficar brava, Julia sentia.
Alegria.
E estranheza, tinha que estar grávida do próprio irmão pra os pais perceberem que ela existia.
Julia não parou de ir pra escola nos meses seguintes, todo mundo se surpreendeu com a gravidez de Julia, que achava que sua barriga de grávida era uma lente.
Uma lente que mostrava como as pessoas eram.
A maioria das colegas de classe e professoras se afastavam dela, achavam que ela era uma puta.
Mas as amigas de verdade, Carolina, Fátima, sua primeira amante e a filha dela, e muitas outras pessoas a apoiaram, ela descobriu quem não viraria as costas pra ela, não importa o quão estranhas fossem as coisas.
— você ainda transa com ele? — perguntou Carolina.
— não, meu bebê pode se machucar — disse Julia segurando a barriga de grávida com medo.
— que nada! ouvi dizer que é super saudável! e que faz bem pra gravidez — falou Carolina com segurança.
Naquela noite, ela conferiu na internet o que Carolina disse e pensou que aquele ato de amor tinha que ser alimentado com mais amor, fazia três meses que não transava com Sandro, mas antes precisava fazer uma coisa.
Julia foi pro puteiro, tocou a campainha, deixou um bilhete e foi embora, um bilhete que dizia:
"obrigada por enriquecer minha vida"
Quando voltou pra casa, pegou uma garrafa de bourbon e foi nua pro quarto de Sandro, seus pais Não estavam, tinham a casa toda só pra eles.
— Querido, toma uma taça — disse Júlia enquanto enchia o copo.
— Obrigado. Como tá o teu parto? — perguntou Sandro.
— Bem — disse Júlia, se aninhando do lado de Sandro — Você não gostaria que nosso bebê soubesse que os pais se amam?
— Sim, muito — disse Sandro com um sorriso.
Júlia pegou a mão de Sandro e a levou até os peitos dela, o que assustou Sandro, que a tirou dizendo:
— Você não sabe que podemos machucar nosso filho? — disse Sandro com medo.
Júlia beijou os lábios do irmão e acariciou os cabelos dele enquanto apoiava os peitos no torso de Sandro.
— Fica tranquilo, vai dar tudo certo — disse Júlia sorrindo.
As mãos de Júlia percorreram o torso e o abdômen de Sandro até chegar na calça dele, que ela desabotoou com habilidade, revelando o instrumento que dava prazer e vida.
Os lábios de Júlia começaram a percorrer a virilidade de Sandro.
Uns lábios que percorriam suaves a carne dura e quente do seu homem, roçando, beijando, dando pequenas passadas na glande com a ponta da língua.
Ela sabia que Sandro gostava, porque ele estava acariciando os cabelos dela, olhou nos olhos do seu amado com inocência e seus lábios engoliram a pica quente do irmão, uma pica que enchia a boca dela até chegar no começo do esôfago.
Júlia se esforçava, até agora seus boquetes não chegavam a engolir ela toda, lutava contra os engasgos, mas sentia que conseguia, por ele.
— Você tá bem? — perguntou Sandro preocupado com a irmã não se afogar.
Ela olhou pra ele com olhos lacrimejando de esforço, mas fez uma careta tipo um sorriso.
O que Júlia agradeceu foi que Sandro tinha raspado os pelos da virilha, da última vez que fez um boquete nele, os pelos roçaram no nariz dela com resultados surreais.
Sentia como o amado tremia, tirou a pica o suficiente pra língua acariciar a glande dentro da boca, não demorou pra sentir o gozo batendo contra a língua.
Naquele momento, ela engoliu o pau do Sandro até bater nos colhões do queixo dele e, apertando os lábios, foi se afastando devagar, tirando toda a porra que tinha ficado sem sair. Um fio viscoso era a única coisa que ligava o vigor do Sandro à boca da Júlia. Ela levantou o queixo pra ele ver o pescoço dela fazendo o movimento de engolir.
Três vezes.
Júlia se ergueu até a altura do amado e olhou com doçura nos olhos dele. Ele sorriu e acariciou o rosto dela, o pescoço, os peitos que, ao serem manipulados, soltavam um líquido amarelo e meio ceroso. Aquilo preocupou Júlia.
— Fica tranquila, mamãe, é colostro — disse Sandro.
Antes que ela pudesse perguntar, Sandro começou a chupar os peitos dela. Ela era especialmente sensível, mas agora mordia os lábios só com um roçar. Acariciava a cabeça do amado enquanto tentava não gozar cedo demais, mas era muito difícil. Sandro sugava o colostro com gosto, sugando, mexendo a língua. O prazer era tanto que ela apertava a cabeça do irmão contra os peitos. Não demorou pra chegar ao auge do tesão.
Sandro viu ela exausta, deitou ela na cama e ficou contemplando. Ela era diferente com a barriga de grávida, não a favorecia, mas também não a deixava feia.
Digamos que ele via uma beleza diferente.
— Sandro, por favor, não me olha assim — disse Júlia se cobrindo. Ela podia chupar o pau dele e beber o leite, podia se deixar sodomizar, podia ser masturbada com uma corrente, mas ainda tinha vergonha de ser olhada fixamente. Parecia besteira, mas os olhares eram mais sexuais do que a própria penetração.
Sandro, sorrindo, arrancou o lençol que protegia Júlia do olhar dele. Ela se cobriu com as mãos, morrendo de vergonha, mas ele se colocou por cima dela, separou as mãos dela e a olhou com mais atenção.
— Eu não sou bonita.
— Por que você diz isso, irmã?
— Olha pra mim, tô gorda, não tenho aquela barriga lisa que você molhava com champanhe.
— Tem vida na sua barriga, a prova de que a gente se ama, de que a gente se desejamos.
Julia olhou nos olhos de Sandro, uns olhos cheios de sinceridade e desejo, abriu devagar as pernas e disse:
— Me pega, irmão, quero você perto de mim, quero você tão perto que a gente fique praticamente grudado, que nosso bebê saiba que os pais se amam com força, que saiba que nunca vamos abandonar ele por causa das nossas brigas. Estamos nós três juntos, como uma família feliz.
Essas palavras fizeram Sandro reagir, que beijou com paixão os lábios de Julia, apontou com seu vigor a buceta da moça e entrou devagar na porta da vida dela.
Enquanto bombava, via os peitos de Julia balançando como pudins de gelatina, essa visão excitava Sandro, que aumentou as investidas. Julia, com medo, colocou as mãos na barriga de mãe.
Isso acalmou Sandro, que a penetrou com mais cuidado, olhando com amor nos olhos de Julia, que acariciava as mãos de Sandro segurando seus quadris.
— Te amo — dizia Julia com um sorriso.
— E eu te amo, Julia — dizia Sandro.
As investidas foram acelerando devagar, Julia sentiu muito prazer, mas mudaram de posição.
Sandro deitou de barriga pra cima e ela ficou de joelhos em cima dele, sentiu ele penetrando fundo.
Os peitos de Julia balançavam no ritmo da penetração, cada vez mais rápido. Sandro estava chegando ao orgasmo e, em vez de tocar os peitos da irmã, acariciou a barriga de mãe dela.
Ela também chegava ao clímax e colocou as mãos na barriga. Não demoraram para os dois gozarem ao mesmo tempo.
Julia, exausta, deitou ao lado de Sandro, os dois acariciando a barriga grávida.
— Você acha que ele vai ser feliz? — perguntou Julia.
— Vai crescer com pais que se amam e amam ele, sim, vai ser muito feliz — disse Sandro acariciando a barriga da irmã.
Julia teve o menino e continuou os estudos, virou dona de uma agência de publicidade de muito sucesso. Numa entrevista que deram pra ela, perguntaram qual era o segredo do sucesso.
— Eu, Como muita gente, eu vivia na segurança, no conforto de onde estava, mas pra ter sucesso de verdade, tem que ampliar os horizontes e se arriscar pra poder ganhar – respondeu Julia com naturalidade.
2 comentários - Grávida do meu cunhado
Van p