O que vou contar é real. Meu nome é Daniel, tenho 35 anos, e a irmã mais nova da minha mãe, Helena, tem 36. Minha avó dizia: "um chute no fígado", kkkkkk.
Bom, isso vem desde pequenos. Imagina que fomos criados juntos, ela morava a só três casas de distância. Fomos juntos pro jardim de infância, pro colégio, pro ensino médio, pras primeiras saídas. Minha avó não deixava ela sair pra balada se não fosse comigo. Aconteceram muitas coisas entre nós dois, mas isso fica pra outra história. A de hoje me deixou num estado de idiota. Nós dois somos casados e separados. Eu moro num apartamento que alugo, ela na casa que o marido deixou pra ela. Somos muito parceiros pra tudo, desde uma conversa sobre como lidar com nossos ex, nossos filhos, tudo. Além do que rolou na nossa juventude, temos uma relação de amizade muito boa. Ontem, perto da 01:00, o celular toca. Eu tava dormindo. Quem era? Helena, chorando, perguntando se eu podia ir buscá-la. Acalmando ela pelo telefone, perguntei onde ela tava enquanto me trocava e pegava as chaves do carro. Ela tava em San Telmo, num café. Perguntei se ela tava segura naquele lugar, já que eu ia demorar um pouco pra chegar. Nós dois moramos na zona sul. Ela disse que sim e que ia me esperar. Me passou o endereço e pediu pra eu ligar quando chegasse pra ela sair.
Saí feito um raio. No caminho, fiquei imaginando o que tinha acontecido. Eu sabia que ela ia sair com um ex-colega de trabalho, mas não conseguia entender a situação.
Cheguei, liguei pra ela e ela saiu do lugar onde tava. Entrou no carro, me abraçou forte e agradeceu pelo que eu tava fazendo por ela. Também pediu pra irmos pro meu apê, já que não queria que o filho dela, de 15 anos, a visse daquele jeito. Com a confiança que temos, perguntei o que tinha acontecido. No caminho, ela contou que se encontrou com o cara, foram ao cinema, tudo bem, e depois foram tomar algo num café. Aí o cara encontrou a ex-namorada. Pra vocês saberem, Helena é uma mina de 1,62 m de altura, as medidas dela são 75, 62, 83, pele clara... Morena, cabelo ondulado e largo. Na hora, ela tava usando uma calça jeans branca bem fininha que marcava o fio dental, uma camisa salmão meio transparente, sem sutiã, então dava pra ver os pezinhos pequenos dela marcando na camisa.
Voltando ao encontro com a ex do cara, ela me conta que a mina fez um escândalo na frente de todo mundo que tava lá. A Helena não sabia onde se enfiar com aquela situação. Mesmo eles estando separados, ela me disse que o cara ficou paralisado, sem reação, um idiota. A Helena, diante daquilo, largou o cara e falou que não queria terminar a noite daquele jeito, e vazou do lugar. Um otário. Ela saiu e ficou super nervosa, sem saber o que fazer, tonta, ela me disse. Foi aí que ela me ligou.
Chegamos no meu apê, ela já mais calma e rindo da situação e da reação do cara. Entramos, preparei o mate, enquanto ela foi no banheiro. Quando saiu, me disse meio brava e rindo que eu não avisei que a maquiagem tinha borrado, que ela tinha chorado, e que ficou me esperando daquele jeito. Já mais de boa, entre um mate e outro, a gente ria do que tinha rolado. Nisso, já eram umas 3h30 da madrugada. Perguntei se queria que eu levasse ela até em casa, já que era sexta e os dois tinham que trabalhar. Ela disse que sim, mas me pediu uma camiseta, porque não queria chegar em casa com aquela camisa. Respondi que ela sabia onde estavam e que pegasse qualquer uma. Ela levantou e foi tirando a camisa no caminho (já vi ela pelada um monte de vezes, já fizemos várias coisas juntos, mas fazia anos que não rolava nada entre a gente). Fiquei olhando como se fosse a primeira vez que via aqueles peitos lindos, com aqueles pezinhos tão pequenos. Ela percebeu que eu tava olhando e disse: "como se nunca tivesse visto, melhor dizendo, até chupou eles — o que te espanta agora?". Hahahaha, fiquei besta, sem resposta. Nisso, ela falou: "faz tempo que você não me vê — que tempos". Eu respondi: "é, faz tempo". Veio na memória todas as vezes que a gente tinha ficado. juntos, assim como também me senti como na primeira vez que fizemos, entro no quarto pra pegar a camiseta e eu levanto da cadeira pra pegar as chaves do carro, percebo que ela demora pra sair e me aproximo da porta do quarto, vejo ela sentada na minha cama com o torso nu e a camiseta na mão, quando me vê, ela diz "eu hoje não ia terminar aqui na sua casa - tinha outros planos", enquanto fala isso, ela se levanta e vem na minha direção, me dá um beijo me abraçando, eu abraço ela ao tocar suas costas com minhas mãos, senti de novo a pele dela, o cheiro dela, algo que não acontecia há muito tempo, nos beijamos, ela tira a camiseta que eu tava usando e começa a me acariciar, eu já tava estourando e ela percebe, coloca a mão dentro da minha calça até tocar meu pau, naquele momento ela sussurra no meu ouvido "quantas lembranças", continuo beijando ela, coloco a mão na calça dela pra tocar aquele culo gostoso com aquela fio dental, ela se abaixa, tira minha calça e começa a chupar meu pau, enquanto suspira "quanto tempo que não te chupava", sem mais, fomos pra cama, tirei a calça dela, chupei de novo aquela buceta, aqueles lábios, como sabem, as minas são muito putinhas, e essa não foge à regra, a gente transou como naquele primeiro dia. Foi algo que, embora já tivesse acontecido, dessa vez foi como a primeira vez, terminamos, nos trocamos e levei ela até a casa dela.
No meio do dia, chega uma mensagem no meu celular, que dizia:
"amei ontem à noite, lembrei de muitas coisas que a gente fazia, adorei poder engolir seu leite de novo, fazia tempo que não sentia o gosto de porra na minha boca, esse fim de semana não faz planos que vou pro seu apê. muitos beijos
Bom, isso vem desde pequenos. Imagina que fomos criados juntos, ela morava a só três casas de distância. Fomos juntos pro jardim de infância, pro colégio, pro ensino médio, pras primeiras saídas. Minha avó não deixava ela sair pra balada se não fosse comigo. Aconteceram muitas coisas entre nós dois, mas isso fica pra outra história. A de hoje me deixou num estado de idiota. Nós dois somos casados e separados. Eu moro num apartamento que alugo, ela na casa que o marido deixou pra ela. Somos muito parceiros pra tudo, desde uma conversa sobre como lidar com nossos ex, nossos filhos, tudo. Além do que rolou na nossa juventude, temos uma relação de amizade muito boa. Ontem, perto da 01:00, o celular toca. Eu tava dormindo. Quem era? Helena, chorando, perguntando se eu podia ir buscá-la. Acalmando ela pelo telefone, perguntei onde ela tava enquanto me trocava e pegava as chaves do carro. Ela tava em San Telmo, num café. Perguntei se ela tava segura naquele lugar, já que eu ia demorar um pouco pra chegar. Nós dois moramos na zona sul. Ela disse que sim e que ia me esperar. Me passou o endereço e pediu pra eu ligar quando chegasse pra ela sair.
Saí feito um raio. No caminho, fiquei imaginando o que tinha acontecido. Eu sabia que ela ia sair com um ex-colega de trabalho, mas não conseguia entender a situação.
Cheguei, liguei pra ela e ela saiu do lugar onde tava. Entrou no carro, me abraçou forte e agradeceu pelo que eu tava fazendo por ela. Também pediu pra irmos pro meu apê, já que não queria que o filho dela, de 15 anos, a visse daquele jeito. Com a confiança que temos, perguntei o que tinha acontecido. No caminho, ela contou que se encontrou com o cara, foram ao cinema, tudo bem, e depois foram tomar algo num café. Aí o cara encontrou a ex-namorada. Pra vocês saberem, Helena é uma mina de 1,62 m de altura, as medidas dela são 75, 62, 83, pele clara... Morena, cabelo ondulado e largo. Na hora, ela tava usando uma calça jeans branca bem fininha que marcava o fio dental, uma camisa salmão meio transparente, sem sutiã, então dava pra ver os pezinhos pequenos dela marcando na camisa.
Voltando ao encontro com a ex do cara, ela me conta que a mina fez um escândalo na frente de todo mundo que tava lá. A Helena não sabia onde se enfiar com aquela situação. Mesmo eles estando separados, ela me disse que o cara ficou paralisado, sem reação, um idiota. A Helena, diante daquilo, largou o cara e falou que não queria terminar a noite daquele jeito, e vazou do lugar. Um otário. Ela saiu e ficou super nervosa, sem saber o que fazer, tonta, ela me disse. Foi aí que ela me ligou.
Chegamos no meu apê, ela já mais calma e rindo da situação e da reação do cara. Entramos, preparei o mate, enquanto ela foi no banheiro. Quando saiu, me disse meio brava e rindo que eu não avisei que a maquiagem tinha borrado, que ela tinha chorado, e que ficou me esperando daquele jeito. Já mais de boa, entre um mate e outro, a gente ria do que tinha rolado. Nisso, já eram umas 3h30 da madrugada. Perguntei se queria que eu levasse ela até em casa, já que era sexta e os dois tinham que trabalhar. Ela disse que sim, mas me pediu uma camiseta, porque não queria chegar em casa com aquela camisa. Respondi que ela sabia onde estavam e que pegasse qualquer uma. Ela levantou e foi tirando a camisa no caminho (já vi ela pelada um monte de vezes, já fizemos várias coisas juntos, mas fazia anos que não rolava nada entre a gente). Fiquei olhando como se fosse a primeira vez que via aqueles peitos lindos, com aqueles pezinhos tão pequenos. Ela percebeu que eu tava olhando e disse: "como se nunca tivesse visto, melhor dizendo, até chupou eles — o que te espanta agora?". Hahahaha, fiquei besta, sem resposta. Nisso, ela falou: "faz tempo que você não me vê — que tempos". Eu respondi: "é, faz tempo". Veio na memória todas as vezes que a gente tinha ficado. juntos, assim como também me senti como na primeira vez que fizemos, entro no quarto pra pegar a camiseta e eu levanto da cadeira pra pegar as chaves do carro, percebo que ela demora pra sair e me aproximo da porta do quarto, vejo ela sentada na minha cama com o torso nu e a camiseta na mão, quando me vê, ela diz "eu hoje não ia terminar aqui na sua casa - tinha outros planos", enquanto fala isso, ela se levanta e vem na minha direção, me dá um beijo me abraçando, eu abraço ela ao tocar suas costas com minhas mãos, senti de novo a pele dela, o cheiro dela, algo que não acontecia há muito tempo, nos beijamos, ela tira a camiseta que eu tava usando e começa a me acariciar, eu já tava estourando e ela percebe, coloca a mão dentro da minha calça até tocar meu pau, naquele momento ela sussurra no meu ouvido "quantas lembranças", continuo beijando ela, coloco a mão na calça dela pra tocar aquele culo gostoso com aquela fio dental, ela se abaixa, tira minha calça e começa a chupar meu pau, enquanto suspira "quanto tempo que não te chupava", sem mais, fomos pra cama, tirei a calça dela, chupei de novo aquela buceta, aqueles lábios, como sabem, as minas são muito putinhas, e essa não foge à regra, a gente transou como naquele primeiro dia. Foi algo que, embora já tivesse acontecido, dessa vez foi como a primeira vez, terminamos, nos trocamos e levei ela até a casa dela.
No meio do dia, chega uma mensagem no meu celular, que dizia:
"amei ontem à noite, lembrei de muitas coisas que a gente fazia, adorei poder engolir seu leite de novo, fazia tempo que não sentia o gosto de porra na minha boca, esse fim de semana não faz planos que vou pro seu apê. muitos beijos
5 comentários - Minha tia gostosa