Crime Passional Parte 2

Jessi me olhava assustada e chorosa. De um jeito suave, comecei a dizer que ela era uma garota muito gostosa e nobre, que não precisávamos chegar a esses níveis de violência e que, se compartilhássemos nossos corpos, poderíamos nos dar prazer. Também falei que podia mimar e consentir ela, que não queria que nada de ruim acontecesse e que ninguém precisava saber do que rolasse entre nós dois.

O rosto dela mostrou um pouco mais de calma, peguei um guardanapo e comecei a secar as lágrimas dela, disse que não gostava de vê-la chorando enquanto beijava suavemente a bochecha dela. Ela me pediu para soltar as mãos dela porque estava se machucando, disse que prometia não me machucar de novo.

Tentei confiar nela e a soltei com cuidado; em resposta, ela me beijou na boca e começou a tirar a blusa para deixar livres aqueles dois peitos jovens e lindos. Com delicadeza, soltei o sutiã dela e, com meus lábios babados, comecei a chupar aqueles mamilos grandes e rosados. Deitei ela de barriga para cima na cama, tirei o short dela enquanto beijava as coxas incrivelmente macias, a calcinha dela era branca com desenhos de lábios e flores. Com os dentes, puxei aquela peça e pude ver os lábios divinos da buceta que ela tinha, depilados esteticamente. Minha língua começou a brincar com eles e com o clitóris dela, ela se tremia e se acariciava os peitos desesperadamente, soltando gemidinhos.

O próximo passo foi levantar as pernas dela e colocá-las sobre meus ombros para penetrá-la por completo, me joguei sobre ela e senti a maciez de deslizar meu pau dentro dela; aquela buceta era tão quente e molhada como nunca imaginei. Jessi lambia os lábios e brincava com os mamilos a cada vai e vem que eu dava, era tão gostoso que não demorei a gozar dentro dela. Fiquei mais alguns minutos dentro dela e brincando com os mamilos dela com minha língua. Me deitei ao lado dela, acariciando todo o comprimento do corpo dela que minhas mãos alcançavam.

De repente, num instante desprevenido, Jessi pegou com A mão direita um taco de madeira que era do Alex e me acertou nas costelas. Ela pulou da cama e tentou me dar outra tacada, que eu amorteci com um travesseiro. Me levantei dolorido rápido e arranquei o taco das mãos dela. Ela tentou se soltar na base de tapas e joelhadas, mas só conseguiu que eu a dominasse de novo e amarrasse as mãos dela outra vez. Empurrei ela na cama e ela ficou deitada de lado, virando as costas de propósito, e começou a chorar de novo.

Ainda sentia dor nas costelas, mas ela me dava uma ternura. Deitei do lado dela e comecei a falar baixinho no ouvido: "Por que você me trata assim?", "Eu só sinto carinho por você", "Não precisa dessa violência", "Você não gostou do jeito que a gente fez?", "Você já não é mais virgem", "Posso fazer todas as coisas gostosas que você quiser". Fiquei repetindo essas frases até ela parar de chorar.

Queria que ela me fizesse um boquete com aquela boquinha linda e aquela carinha de inocente, mas não podia arriscar ela me morder a pica e me lesionar pra sempre. O que fiz foi tirar ela da cama e colocar ela de quatro pra admirar aquela bunda enorme e meter por trás. A buceta dela ainda tava molhada, então não foi difícil penetrar. Jessi tava com a cabeça apoiada nuns travesseiros contra a parede, já que com as mãos amarradas não conseguia se apoiar. Aquelas nalgas enormes batiam nas minhas coxas e barriga a cada estocada, fazendo um som que me excitava ao máximo. De vez em quando eu saía totalmente dela pra admirar a buceta inchada dela, resultado de tanta excitação e da ação que ela tinha tido naquele domingo com o idiota do namorado. Voltava a entrar e sair, sabendo que minhas fantasias finalmente estavam se realizando e desejando continuar transando com Jessi pelos próximos anos. Entre aqueles corpos quicando e a excitação enorme, enchi a buceta dela com meus fluidos de novo. Aquela gostosa tinha sido minha, aquele corpo exalava cheiro de sexo por todos os cantos. Continuei beijando e acariciando ela. Perversamente.
Minutos depois, levei ela pro banheiro pra tomar banho comigo, abri o chuveiro e comecei a esfregar o corpo dela com sabão e esponjas, aproveitando que ela tava amarrada. Adorava passar a mão entre as coxas dela, percorrendo os lábios da buceta e o meio da racha. Ajudei ela a se enxaguar e tirar todo o sabão do resto do corpo; com minha língua, percorri os peitos dela e fui descendo devagar pela barriga até chegar na fenda dela pra brincar com o clitóris. Tava no maior tesão quando a Jessi tentou se soltar de novo e me acertou uma joelhada na cara que me deixou atordoado e desnorteado, mas ela perdeu o equilíbrio e escorregou, caindo de costas e batendo a nuca na banheira. Depois do impacto, ela apagou.

Me levantei como pude e me apressei pra levantar ela, mas ela já não respirava, tava sangrando pelo nariz e pela boca. O pânico me tomou, carreguei ela e levei pra sala, só pra perceber que já não tinha sinais vitais.

Que explicação eu ia dar pro que aconteceu? Eu era o único culpado de tudo, podia ter evitado, mas o desejo sexual reprimido me venceu. O que fazer com o corpo e com as provas? Minha mente começou a trabalhar rápido e concluí que teria que esconder o corpo e jogar num lugar onde ninguém encontrasse. Peguei uns sacos grandes que tinha entre as ferramentas da garagem e enfiei o corpo da Jessi neles; esperei até meia-noite pra colocar o corpo no meu carro, saí da cidade em direção a umas montanhas pequenas cheias de cavernas e joguei o corpo numa cratera extremamente funda, daquelas que parecem não ter fundo.

De volta pra casa, fiquei muito pensativo, mas já não tão preocupado. O que fiz tava bem feito e ninguém precisava saber. Deixei o carro, peguei minha mala e fui pra rodoviária, pra chegar no dia seguinte no congresso.

Três dias depois, no meio do congresso, recebi uma ligação da Karen, que tinha acabado de chegar da tratamento do Alex, nela dava pra ouvir ela chorando, me informando que a Jessica tinha desaparecido, que a última vez foi vista com o namorado dela, mas o cara tava na casa dele e que já tinham começado a encher de fotos todas as ruas e comércios pra conseguir localizar ela, ou receber algum informe útil do paradeiro dela.

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