Olá, meus fiéis leitores! Antes de começar com um novo conto, quero agradecer de novo enormemente pelos comentários, mensagens no privado e pelos pontinhos que vocês deixam.
Dessa vez, trago uma história que lembrei graças a uma mensagem de um Poringa boy...
Há 2 verões, reservei com umas amigas para passar o verão em Mar de las Pampas. A gente vinha de uns verões em Gessell e queria algo diferente, mais tranquilo... Graças a um conhecido, conseguimos vaga num hotel famoso que ficava a metros da praia. O hotel era divino, então reservamos para ficar 2 semanas lá.
Antes de ir com as meninas, eu fui com meus pais para Pinamar, então quando as férias deles acabaram, fiquei com um buraco de 3 dias entre a partida dos meus pais e a chegada das minhas amigas. Pedi pra eles me deixarem em Mar de las Pampas e arrumei hospedagem no mesmo hotel onde a gente ia ficar com as meninas para esses 3 dias. No fim, 3 dias de descanso na praia não iam me fazer mal...
Quando meus pais me deixaram no hotel, fiz o check-in, subi pro quarto, me troquei, coloquei um biquíni e fui pra praia. Pra minha surpresa, uma praia linda com pouca gente (comparado com qualquer outro lugar da costa que já fui). Estendi uma canga e fiquei lendo um pouco enquanto tomava sol.
Umas 1 hora depois, um grupo de gente com uns 20 anos sentou em roda a uns 10 metros de onde eu estava. Vi eles tirarem umas cervejas, tinham um violão e começaram a cantar e zoar. Até que me deu vontade de me aproximar, mas ao mesmo tempo tinha prometido a mim mesma um tempo sozinha pra relaxar, então voltei pro meu livro.
Sinceramente, não sei quanto tempo passou porque fiquei vidrada na leitura, mas de repente ouço: "Meli?..." Achei que não estavam falando comigo... Tava sozinha numa praia com pouca gente... Não podiam estar falando comigo, então nem tirei os olhos do livro, mas em segundos ouço: "Meli, Sou eu? Sou a Cami, do primário..." Me virei e reconheci na hora, a gatinha era uma grande amiga minha do primário que, depois que começamos o colégio, nunca mais nos vimos. A gente se cumprimentou, se abraçou, e ela me contou que há muitos anos os pais dela tinham comprado um terreno e construído uma casa, e que fazia uns 6 anos que eles passavam todos os verões lá. Na hora percebi que ela estava com o pessoal que tinha sentado perto de mim. Ela me disse que eram amigos dela que se reencontravam todo verão... Então me convidou pra entrar na roda e conhecê-los. E claro que não podia recusar, então entrei na roda e comecei a conversar com eles... Pra ser sincero, todo mundo era super gente boa...
Depois de uns mates, o anoitecer chegou, então a gente se levantou e combinou de se encontrar naquela mesma noite na praia pra fazer uma fogueira.
Minha amiga me convidou pra jantar na casa dela, então subi pro hotel pra tomar um banho, me troquei e fui pra casa dela. Quando cheguei, ela tava com os pais e o irmão, prestes a começar a jantar, então sentamos pra comer. Durante todo o jantar, a gente ficou batendo papo com a Cami e os pais sobre lembranças do primário e tal. Com o irmão, que devia ter uns 2 ou 3 anos a mais que a gente, não troquei uma palavra... Mas o que a gente começou a trocar foram olhares. No começo, pareciam desinteressados ou casuais, mas aos poucos foi ficando evidente que a gente se procurava com os olhos. O Fede, irmão da minha amiga, não era o tipo de cara que me atraía naquela época, ele era mais magro, com óculos retangulares, cabelo preto curto e uns olhos azuis de matar. A questão é que a gente começou a brincar com os olhares, quase sem querer. A gente tentava segurar o contato visual o máximo possível sem deixar na cara, e de vez em quando um ou outro soltava um sorrisinho de cumplicidade...
Terminamos de jantar e a Cami disse: "Vamos pra praia que já é tarde!" E gritou: "Fede, você vem com Nós?"... Eu não tinha percebido, mas o Fede fazia parte daquele grupo de gente, então ele apareceu na hora e fomos pra praia. No caminho, rolou algo parecido com o jantar... Eu e a Cami nos matamos de conversar sobre tudo e ele não soltou uma palavra. Quando chegamos na praia, vários dos meninos e meninas que estavam lá pegaram umas cervejas e uns vinhos e começamos a beber enquanto alguém pegava o violão e tentava tocar meio mal algum som do Fito Páez...
Daí a pouco, eu já tava com uma baita lombra, igual a maioria do pessoal... Aí, num dado momento, vi que o Fede foi pra beira d'água e se deitou lá. Me deu curiosidade. Queria falar com ele, não sei por quê, acho que o simples fato de não ouvir ele soltar uma palavra me deixava intrigada. Então, me fazendo de sonsa, levantei, dei umas voltas e fui na direção da beira. Ele tava deitado olhando as estrelas, com uma cara que misturava paz e harmonia de um jeito perfeito. Deitei do lado dele e perguntei "o que você tá olhando?" "As estrelas..." Ele respondeu com um tom que parecia dizer "que burra você é, fala algo mais inteligente"... É verdade, a lombra não me deixava pensar direito... Então fiquei quieta e, pouco depois, ele quebrou o silêncio. Me disse "o som do silêncio misturado com a beleza do céu é melhor que qualquer outra sensação na terra"... Sempre tive uma certa fraqueza por malucos... ou talvez só um tesão mórbido... Sei lá... Mas aquele jeito de pensar, aquele reflexo dos pensamentos dele me dava uma calentura que nem eu entendia. Ele começou a falar sobre as estrelas, o céu e o universo. Eu escutava pela metade, na verdade tava mais ligada na minha calentura do que nas palavras dele até que montei em cima dele e calei a boca dele com um beijo. O coitado do cara não entendia nada, claramente não era muito comum ele ficar com uma gostosa, e muito menos uma gostosa se jogar daquele jeito.
Não dei muito tempo pra ele pensar em nada, beijei ele. apaixonadamente, passando minha língua em cada centímetro da boca e dos lábios dele, as mãos dele, meio sem jeito, ficavam entre levantar minha camiseta e apertar minha bunda... Fui descendo com a boca, beijando todo o torso dele por cima da camiseta até chegar na cintura, desabotoei a sunga dele e o pau dele ficou exposto, totalmente duro. Devagar, comecei a brincar com a cabeça dele, lambendo em círculos suavemente enquanto ele começava a tremer. Apoiei meus lábios em volta daquela cabeçona e chupei de leve enquanto acariciava o tronco do pau dele com meus dedos. Aí eu peguei e engoli inteira aquela porra linda, cheguei com meus lábios até a base, sentindo a ponta fazendo pressão no fundo da minha garganta. Fiz isso várias vezes, banhando o pau todo dele de saliva. Enquanto isso, brincava com as bolas dele, massageando de leve enquanto minha boca fazia o resto do trabalho. Ele ainda não tinha me tocado, e eu já estava toda molhada. Sentia minha buceta inchada e úmida, pedindo pra ser penetrada. Tive vontade de começar a me masturbar, mas decidi dar 100% da minha estimulação vaginal pra ele.
Continuei chupando o pau dele cada vez com mais intensidade, fazendo pressão com meus lábios em todo o tronco enquanto subia e descia cada vez mais rápido. Percebi que o coitado tava se esforçando ao máximo pra não gozar, então encarei como um desafio pessoal e resolvi fazer ele gozar na hora. Peguei a base do pau dele com uma mão e comecei a chupar aquele pau todo, acompanhando o movimento com a mão. Engolia inteiro uma vez atrás da outra e rapidamente senti aquele membro lindo começando a pulsar, e falei "enche minha boca de porra" e o cavalheiro muito educado obedeceu. Ele gozou tão forte e tanta porra que não consegui segurar tudo na boca, e um pouco escorreu pelos cantos dos meus lábios. Ele tremia, tentando não fazer barulho, porque, embora estivéssemos longe do grupo e estivesse escuro, o silêncio era grande... Aí eu montei em cima dele. Eu falei: "Agora me fode e goza no teu pau". Ele disse que não queria ali porque não queria que a irmã visse, então a gente levantou e ele me levou pra trás do restaurante do balneário, onde tinha umas dunas. Ele me deitou na areia e levantou minha saia enquanto desamarrava a sunga de novo. Pra minha surpresa, o cara tava totalmente ereto de novo e pronto pra ação. Percebi na hora que ele não era nenhum experiente, e isso me excitou ainda mais. Peguei o pau dele e enfiei de uma vez na minha buceta molhada. O pau dele tava firme e forte, batendo no fundo da minha buceta. No começo ele me fodia devagar e com carinho, aí comecei a provocar: "Vai, buceta, me mostra que você é homem...", "Mete tudo, quero que você rasgue essa buceta"... E o cara foi esquentando cada vez mais, e a agressividade da fodida aumentava. Ele me segurava pelos quadris e cravava o pau até o fundo, cada vez mais rápido, e eu ficava mais excitada, gemendo cada vez mais alto: "Me destrói, me fode bem forte!!!" E o macho obedecia... Aí ele tomou a iniciativa e me virou, me colocou de quatro, empurrou minhas costas contra a areia de um jeito que fiquei toda arqueada com a buceta no ar, e meteu de novo toda a extensão da carne dele dentro de mim. Meu corpo tremeu de prazer, ele me fodeu o mais forte que pôde, e rapidamente uma corrente elétrica começou a percorrer meu corpo todo, minhas pernas ficaram tensas e, poucos segundos depois, explodi num orgasmo violento. Minha buceta se encheu de uma torrente de sucos enquanto cada músculo do meu corpo tinha espasmos involuntários de prazer, que me faziam tremer e sacudir violenta e espontaneamente, sem controle. Não consegui me mexer por vários minutos, enquanto continuava tremendo e minha buceta seguia encharcada.
Assim que consegui me levantar, ajeitamos a roupa e voltamos pra roda rapidinho. A gente nem tinha percebido, mas entre a foda e a brincadeira, já tinha passado um tempão. como uma hora e meia e todo mundo já tinha ido embora, pensando que a gente também tinha vazado por conta própria...
O Fede me acompanhou até o hotel, onde a gente se despediu com um beijo. A gente não falou nada sobre o que tinha rolado, mas nas noites seguintes, sempre acabava se encontrando naquela duna, que garantia pra gente o tesão e a aventura de uma noite de sexo.
Dessa vez, trago uma história que lembrei graças a uma mensagem de um Poringa boy...
Há 2 verões, reservei com umas amigas para passar o verão em Mar de las Pampas. A gente vinha de uns verões em Gessell e queria algo diferente, mais tranquilo... Graças a um conhecido, conseguimos vaga num hotel famoso que ficava a metros da praia. O hotel era divino, então reservamos para ficar 2 semanas lá.
Antes de ir com as meninas, eu fui com meus pais para Pinamar, então quando as férias deles acabaram, fiquei com um buraco de 3 dias entre a partida dos meus pais e a chegada das minhas amigas. Pedi pra eles me deixarem em Mar de las Pampas e arrumei hospedagem no mesmo hotel onde a gente ia ficar com as meninas para esses 3 dias. No fim, 3 dias de descanso na praia não iam me fazer mal...
Quando meus pais me deixaram no hotel, fiz o check-in, subi pro quarto, me troquei, coloquei um biquíni e fui pra praia. Pra minha surpresa, uma praia linda com pouca gente (comparado com qualquer outro lugar da costa que já fui). Estendi uma canga e fiquei lendo um pouco enquanto tomava sol.
Umas 1 hora depois, um grupo de gente com uns 20 anos sentou em roda a uns 10 metros de onde eu estava. Vi eles tirarem umas cervejas, tinham um violão e começaram a cantar e zoar. Até que me deu vontade de me aproximar, mas ao mesmo tempo tinha prometido a mim mesma um tempo sozinha pra relaxar, então voltei pro meu livro.
Sinceramente, não sei quanto tempo passou porque fiquei vidrada na leitura, mas de repente ouço: "Meli?..." Achei que não estavam falando comigo... Tava sozinha numa praia com pouca gente... Não podiam estar falando comigo, então nem tirei os olhos do livro, mas em segundos ouço: "Meli, Sou eu? Sou a Cami, do primário..." Me virei e reconheci na hora, a gatinha era uma grande amiga minha do primário que, depois que começamos o colégio, nunca mais nos vimos. A gente se cumprimentou, se abraçou, e ela me contou que há muitos anos os pais dela tinham comprado um terreno e construído uma casa, e que fazia uns 6 anos que eles passavam todos os verões lá. Na hora percebi que ela estava com o pessoal que tinha sentado perto de mim. Ela me disse que eram amigos dela que se reencontravam todo verão... Então me convidou pra entrar na roda e conhecê-los. E claro que não podia recusar, então entrei na roda e comecei a conversar com eles... Pra ser sincero, todo mundo era super gente boa...
Depois de uns mates, o anoitecer chegou, então a gente se levantou e combinou de se encontrar naquela mesma noite na praia pra fazer uma fogueira.
Minha amiga me convidou pra jantar na casa dela, então subi pro hotel pra tomar um banho, me troquei e fui pra casa dela. Quando cheguei, ela tava com os pais e o irmão, prestes a começar a jantar, então sentamos pra comer. Durante todo o jantar, a gente ficou batendo papo com a Cami e os pais sobre lembranças do primário e tal. Com o irmão, que devia ter uns 2 ou 3 anos a mais que a gente, não troquei uma palavra... Mas o que a gente começou a trocar foram olhares. No começo, pareciam desinteressados ou casuais, mas aos poucos foi ficando evidente que a gente se procurava com os olhos. O Fede, irmão da minha amiga, não era o tipo de cara que me atraía naquela época, ele era mais magro, com óculos retangulares, cabelo preto curto e uns olhos azuis de matar. A questão é que a gente começou a brincar com os olhares, quase sem querer. A gente tentava segurar o contato visual o máximo possível sem deixar na cara, e de vez em quando um ou outro soltava um sorrisinho de cumplicidade...
Terminamos de jantar e a Cami disse: "Vamos pra praia que já é tarde!" E gritou: "Fede, você vem com Nós?"... Eu não tinha percebido, mas o Fede fazia parte daquele grupo de gente, então ele apareceu na hora e fomos pra praia. No caminho, rolou algo parecido com o jantar... Eu e a Cami nos matamos de conversar sobre tudo e ele não soltou uma palavra. Quando chegamos na praia, vários dos meninos e meninas que estavam lá pegaram umas cervejas e uns vinhos e começamos a beber enquanto alguém pegava o violão e tentava tocar meio mal algum som do Fito Páez...
Daí a pouco, eu já tava com uma baita lombra, igual a maioria do pessoal... Aí, num dado momento, vi que o Fede foi pra beira d'água e se deitou lá. Me deu curiosidade. Queria falar com ele, não sei por quê, acho que o simples fato de não ouvir ele soltar uma palavra me deixava intrigada. Então, me fazendo de sonsa, levantei, dei umas voltas e fui na direção da beira. Ele tava deitado olhando as estrelas, com uma cara que misturava paz e harmonia de um jeito perfeito. Deitei do lado dele e perguntei "o que você tá olhando?" "As estrelas..." Ele respondeu com um tom que parecia dizer "que burra você é, fala algo mais inteligente"... É verdade, a lombra não me deixava pensar direito... Então fiquei quieta e, pouco depois, ele quebrou o silêncio. Me disse "o som do silêncio misturado com a beleza do céu é melhor que qualquer outra sensação na terra"... Sempre tive uma certa fraqueza por malucos... ou talvez só um tesão mórbido... Sei lá... Mas aquele jeito de pensar, aquele reflexo dos pensamentos dele me dava uma calentura que nem eu entendia. Ele começou a falar sobre as estrelas, o céu e o universo. Eu escutava pela metade, na verdade tava mais ligada na minha calentura do que nas palavras dele até que montei em cima dele e calei a boca dele com um beijo. O coitado do cara não entendia nada, claramente não era muito comum ele ficar com uma gostosa, e muito menos uma gostosa se jogar daquele jeito.
Não dei muito tempo pra ele pensar em nada, beijei ele. apaixonadamente, passando minha língua em cada centímetro da boca e dos lábios dele, as mãos dele, meio sem jeito, ficavam entre levantar minha camiseta e apertar minha bunda... Fui descendo com a boca, beijando todo o torso dele por cima da camiseta até chegar na cintura, desabotoei a sunga dele e o pau dele ficou exposto, totalmente duro. Devagar, comecei a brincar com a cabeça dele, lambendo em círculos suavemente enquanto ele começava a tremer. Apoiei meus lábios em volta daquela cabeçona e chupei de leve enquanto acariciava o tronco do pau dele com meus dedos. Aí eu peguei e engoli inteira aquela porra linda, cheguei com meus lábios até a base, sentindo a ponta fazendo pressão no fundo da minha garganta. Fiz isso várias vezes, banhando o pau todo dele de saliva. Enquanto isso, brincava com as bolas dele, massageando de leve enquanto minha boca fazia o resto do trabalho. Ele ainda não tinha me tocado, e eu já estava toda molhada. Sentia minha buceta inchada e úmida, pedindo pra ser penetrada. Tive vontade de começar a me masturbar, mas decidi dar 100% da minha estimulação vaginal pra ele.
Continuei chupando o pau dele cada vez com mais intensidade, fazendo pressão com meus lábios em todo o tronco enquanto subia e descia cada vez mais rápido. Percebi que o coitado tava se esforçando ao máximo pra não gozar, então encarei como um desafio pessoal e resolvi fazer ele gozar na hora. Peguei a base do pau dele com uma mão e comecei a chupar aquele pau todo, acompanhando o movimento com a mão. Engolia inteiro uma vez atrás da outra e rapidamente senti aquele membro lindo começando a pulsar, e falei "enche minha boca de porra" e o cavalheiro muito educado obedeceu. Ele gozou tão forte e tanta porra que não consegui segurar tudo na boca, e um pouco escorreu pelos cantos dos meus lábios. Ele tremia, tentando não fazer barulho, porque, embora estivéssemos longe do grupo e estivesse escuro, o silêncio era grande... Aí eu montei em cima dele. Eu falei: "Agora me fode e goza no teu pau". Ele disse que não queria ali porque não queria que a irmã visse, então a gente levantou e ele me levou pra trás do restaurante do balneário, onde tinha umas dunas. Ele me deitou na areia e levantou minha saia enquanto desamarrava a sunga de novo. Pra minha surpresa, o cara tava totalmente ereto de novo e pronto pra ação. Percebi na hora que ele não era nenhum experiente, e isso me excitou ainda mais. Peguei o pau dele e enfiei de uma vez na minha buceta molhada. O pau dele tava firme e forte, batendo no fundo da minha buceta. No começo ele me fodia devagar e com carinho, aí comecei a provocar: "Vai, buceta, me mostra que você é homem...", "Mete tudo, quero que você rasgue essa buceta"... E o cara foi esquentando cada vez mais, e a agressividade da fodida aumentava. Ele me segurava pelos quadris e cravava o pau até o fundo, cada vez mais rápido, e eu ficava mais excitada, gemendo cada vez mais alto: "Me destrói, me fode bem forte!!!" E o macho obedecia... Aí ele tomou a iniciativa e me virou, me colocou de quatro, empurrou minhas costas contra a areia de um jeito que fiquei toda arqueada com a buceta no ar, e meteu de novo toda a extensão da carne dele dentro de mim. Meu corpo tremeu de prazer, ele me fodeu o mais forte que pôde, e rapidamente uma corrente elétrica começou a percorrer meu corpo todo, minhas pernas ficaram tensas e, poucos segundos depois, explodi num orgasmo violento. Minha buceta se encheu de uma torrente de sucos enquanto cada músculo do meu corpo tinha espasmos involuntários de prazer, que me faziam tremer e sacudir violenta e espontaneamente, sem controle. Não consegui me mexer por vários minutos, enquanto continuava tremendo e minha buceta seguia encharcada.
Assim que consegui me levantar, ajeitamos a roupa e voltamos pra roda rapidinho. A gente nem tinha percebido, mas entre a foda e a brincadeira, já tinha passado um tempão. como uma hora e meia e todo mundo já tinha ido embora, pensando que a gente também tinha vazado por conta própria...
O Fede me acompanhou até o hotel, onde a gente se despediu com um beijo. A gente não falou nada sobre o que tinha rolado, mas nas noites seguintes, sempre acabava se encontrando naquela duna, que garantia pra gente o tesão e a aventura de uma noite de sexo.
15 comentários - Nada como uma boa foda nas dunas...
Gracias x compartir tú relato, Que poder tienen las palabras, mi libido está a mil.
Excelente!!
Me encanto!
Gracias por compartir
no se que te gusto del pibe me daba ingenuo y medio lerdo
como me encantaría encontrarte y ... "Dale papito, mostrame que sos un hombre... métemela toda, quiero que me desgarres esta conchita"...
Pobrecita de vos...!!