A enfermeira e o zelador

Antes de mais nada, quero dizer que sou o verdadeiro autor deste conto erótico. Quem já leu vai lembrar de ter visto numa página muito conhecida de contos eróticos, mas quando publiquei a terceira parte, a página deletou tudo.

A história de uma enfermeira que não está totalmente satisfeita com o marido e decide meter chifre nele com o zelador, que também é paciente.

“A enfermeira e o zelador”

Cristina é uma colombiana muito gostosa, tem 25 anos, pele branca, cabelo escuro e comprido, uns peitões grandes, uma bunda redonda e bem apetitosa, e pernas torneadas — uma verdadeira beleza feminina. O marido dela, Cláudio, é o oposto: ele é baixinho, obeso, moreno, 43 anos, mas ama demais a Cristina, daria a vida por ela, e é por isso que ela fica do lado dele.

Tudo começa assim:

Cristina fica em casa o dia inteiro cuidando dos afazeres domésticos: faz compras, cozinha, lava roupa, lava louça. Pra se distrair, vê as novelas que passam na TV, aquelas novelas cheias de emoção onde as mulheres são felizes transando com seus parceiros. No caso dela, não. Ela suspira desejando ter um pouco mais de emoção na vida. Espera o marido chegar pra servir a comida e bater um papo sobre o dia dele, depois continua vendo TV, vai pra cama, transa — só de papai e mamãe, como sempre — e acorda... tudo de novo igual.

Um dia, Cristina fala com o marido enquanto estão deitados:

— Meu amor, preciso falar com você.

— O que foi, linda?

— Sinto que não sou feliz, me sinto presa nessa casa.

— Presa? Como assim?

— É, sempre faço a mesma coisa: cuidar da casa, esperar você, ver TV, ficar sozinha e entediada o dia inteiro. Não tô mais gostando disso. Queria fazer algo diferente, algo fora da rotina. Sei lá, talvez trabalhar.

— E o que você pensa em fazer? Sou eu o problema?

— Não, não, meu amor, como é que pode? Te amo, você é tão fofo e carinhoso comigo. É só que quero fazer algo a mais. Queria... Entrar pra trabalhar e não fazer mais a limpeza de casa como sempre,
Pô, mas como é que você pensa em trabalhar? De quê?
Tava pensando em ser enfermeira, lembra que eu estudei pra isso antes de casar
Não, não sei não, meu amor, você me pegou de surpresa, isso é novo pra mim
Do que você tem medo, meu amor? Por que não quer que eu trabalhe? Olha pelo lado positivo, assim a gente ganha mais dinheiro junto, dá pra procurar uma casa melhor, igual a que a gente sonhava quando casou, lembra? E, bom, a gente podia pensar em ter nosso primeiro filho
Um bebezinho você e eu, meu amor, seria lindo. Meu amor, tá bom, mas se você não gostar de trabalhar, você sai, combinado?
Aiiiiiiiiiiiiiiiiii, obrigada, meu amor, te amo, amanhã mesmo vou procurar emprego, não vou te decepcionar, gatinho, vou ser a melhor enfermeira ao lado do melhor homem, te amo, meu amor, boa noite
Boa noite, amor
Cláudio pensa: só espero que ela não arrume outro homem, não quero perder ela mesmo
No dia seguinte, Cristina tomou banho, se perfumou, se vestiu com um vestido vermelho que batia abaixo das coxas e umas sandálias de salto preto bem finas e uma bolsa preta combinando pra se entrevistar no hospital mais perto,
Bom dia, moça
Bom dia
Você veio pegar o emprego, né?
Isso mesmo, queria ser enfermeira
Hum, olha, aqui infelizmente a gente tá cheio durante o dia, então só poderia trabalhar no turno da noite, pode ser só alguns meses dependendo de como você se sair no serviço
Hum, ok, aceito
Ok, você pode começar hoje mesmo, passa na sala da frente e fala pra moça te entregar o uniforme
Ok, muito obrigada
Cristina, ao sair, pega o celular e liga pro marido
Meu amor, que que houve, como foi na entrevista?
Foi muito bem, querido, consegui o emprego, mas peguei o turno da noite
Turno da noite, você disse?
Isso mesmo, amor
Aiii não, não devia ter deixado você fazer isso, quando é que a gente vai se ver?
Meu amor, calma, eu tenho folga nos fins de semana igual você, a gente pode se ver o dia inteiro nos Sábados e domingos
Ai, meu amor, você fala isso tão fácil, por favor se cuida, me liga toda noite, por favor, eu vou fazer o mesmo
Meu amor, não se preocupa, você fala como se não fosse me ver daqui a um ano
Tá bem, é só que não vamos mais dormir juntos todo dia e isso me deixa um pouquinho triste
Aiii, meu amor, te amo, te prometo que os fins de semana vão ser mais emocionantes, beijos, tchau

O marido dela, Cláudio, ao saber da notícia, caiu como um balde de água fria. O medo interno dele é que outro homem roube sua esposa voluptuosa, aproveitando a ausência do marido durante cinco dias por semana. Ele não menciona isso pra Cristina com medo de ofendê-la.

Naquela noite, Cristina entrou no banho. Ao sair, vestiu o uniforme: uma blusa de botões bem justa, que destacava os peitos avantajados dela, uma saia que, com a bunda considerável de Cristina, só cobria o suficiente, mas que ao se abaixar um pouco subia, deixando ver aquelas calcinhas brancas combinando com o uniforme, umas meias-calças brancas e umas sandálias brancas de bico fino e salto bem alto, bem pontudas, levantando ainda mais a bunda dela. Cristina, ao se olhar no espelho, percebeu que estava parecendo bem puta, e mesmo assim gostou do que viu, se sentiu muito gostosa. Vestiu um casaco comprido e saiu pro trabalho. Ao chegar, os colegas olhavam ela de cima a baixo, o que encheu Cristina de orgulho, e as colegas mulheres olhavam com inveja, o que também dava orgulho pra ela. Um médico se aproximou e deu a primeira tarefa: dar o remédio pro Fulgencio no quarto 4. Cristina abriu o quarto, lá dentro tinham dois velhos dormindo e um senhor não tão velho, uns 43 anos, moreno, com cara de vagabundo. Cristina acordou ele com um toque leve no ombro.

— Senhor, tenho que dar seu remédio.
— Abre bem a boca. Isso, agora toma um pouco d'água e engole.
— Hummm, olha só, você é nova, né?
— Isso, hoje é meu primeiro dia, e tô muito feliz, pra ser sincera.
— Hummm, adoro sua atitude. A maioria das enfermeiras são umas... amargadas e, bom, não são tão gostosas quanto você, princesa
Hahaha ayy, obrigada, senhor, pelo elogio, já tava doida pra trabalhar, tava entediada de ficar em casa o dia inteiro
Por quê? Seu marido te entedia, te deixa sozinha, ou você não é casada?
Mmm, bom, eu ficava sozinha até as 6 da tarde, quando meu marido chegava
Então você não ficava tão sozinha assim... será que o casamento também te entedia?
Mmm, desculpa, preciso ir
Tudo bem, senhorita...
Ehh, Cristina — interrompeu Cristina, dizendo o nome dela
Cristina, sim, foi um prazer conhecê-la
Igualmente
Cristina caminhou até a porta quando Fulgencio não conseguiu evitar gritar pra ela
Que gostosa você tá, viu que rabão você tem, Cristina, não tá com fome?
Cristina saiu e ficou vermelha, ficou pensando no que Fulgencio disse sobre o marido dela. Até certo ponto, ele tinha razão: ela amava tanto o marido, mas era óbvio que o casamento era entediante. Também pensou naquele velho, o último comentário dele causou uma certa excitação nela. Passaram-se dois dias e Cristina não viu Fulgencio de novo, até que...
Cristina, você pode trocar o curativo do Fulgencio?
Claro
Cristina foi até o quarto onde Fulgencio estava. Dessa vez, qual não foi a surpresa dela ao ver Fulgencio se masturbando com uma revista pornográfica, no meio de um orgasmo, de olhos fechados, dizendo: "Ohhh, Cristina, que delícia você tá, pega no meu pau que pulsa de desejo por você, ohh, queria te bombear, encher cada espaço de porra." Cristina fica muda ouvindo aquilo até que cria coragem, bate na porta e diz:
Ohh, Fulgencio, me desculpa, volto em 10 minutos
Não, não, não, Cristina, me perdoa, é que quando um macho é macho, é macho
Sim, sem problema, eu só precisava trocar o curativo
Ahh, sim
Fulgencio puxa o lençol de lado e mostra a perna com o curativo velho
Aqui, preciosa
Fulgencio, se não for muito incômodo, o que aconteceu com o senhor?
É de uma briga na rua, a gente ia brigar, mas eu não contei que a outra pessoa tinha uma pistola
Ohh, meu Deus, e por que ia brigar?
Peguei a mulher dele, dei pra aquela gostosa o que o macho dela não dava Eu podia dar pra ela, dormia com ela enquanto o marido ia trabalhar, e um dia a gente foi pego no meio do sexo.
Ah, meu Deus, você é um safado! E o que o senhor Fulgencio faz da vida?
Eu, hahaha, trabalho aqui mesmo, sou o zelador, o zelador que serve à noite, por isso conheço todo mundo que trabalha aqui.
Ah, hehe, não sabia disso, seu Fulgencio. Bom, vou me retirar, boa noite.
Boa noite, senhorita Cristina.

Cristina saiu. De manhã, quando voltou pra casa, não aguentou mais. Deitou-se pra se masturbar, pensando no que viveu, no que viu: aquela piroca enorme balançando pra cima e pra baixo, aquele macho que rouba as mulheres dos outros, aquele macho que deseja comer a Cristina. Depois de um bom descanso, Cristina toma banho, se perfuma, veste calcinha vermelha pra aparecer por cima do uniforme sexy de enfermeira que ela usa, e vai pro trabalho. Ao chegar, passam 30 minutos sem nenhuma tarefa, até que:
— Cristina, o comprimido do senhor Fulgencio, por favor.

Cristina, como um raio, vai pro quarto do seu macho. Fulgencio dorme como um anjinho, e Cristina acorda ele. Antes, desabotoa alguns botões pra ficar mais gostosa e ousada.
— Seu Fulgencio, hora do seu comprimido.
— Ah, sim, claro, princesa.
— Abre. Muito bem, bebe um pouquinho de água. Muito bem.
— Ficam muito bons esses saltos que você tá usando.
— Muito obrigada, mas meus pés cansam muito.
— Quer uma massagem, lindona?

Cristina, claro que quer, e diz:
— Obrigada, acho que preciso de uma.

Cristina tira os saltos e a meia-calça, deixando livres seus lindos pés bem cuidados, com as unhas pintadas de amarelo e a pele tão macia. Fulgencio acaricia eles enquanto uma ereção se forma debaixo do cobertor.
— Que pés lindos você tem, Cristina.
— Obrigada, cuido muito deles.
— Preciso te dizer que eu fico muito excitado vendo pés lindos de mulher, e quando tão de salto, ficam mais gostosos ainda.
— Ah, sério? Você gosta dos meus?
— Adoro, são os mais lindos que já vi.
— Você é casado?
— Não, nunca. Eu adoro mulheres casadas, é outra parada. Fetichismo que eu tenho
Haha, você é muito fetichista
E você muito atrevida, quero te propor algo, mas antes preciso saber a verdade
Como é a sexualidade no seu casamento?
Mmm, que pergunta, bom, não é lá essas coisas, é comum e sem graça
Só fazem o papai-e-mamãe?
Isso mesmo, mas eu amo muito meu marido, não quero que ele sofra comigo botando chifre nele
Mas também não é justo que você não seja feliz, você ama ele, mas pode saciar sua fome de outro jeito, o que quero te propor é que quero ser seu amante, na sua casa você pode ser do seu marido, mas aqui quero que você seja só minha, sei que você deseja isso, por isso aceitou que eu massagiasse seus pés, sabe que me deseja, deseja sentir meu corpo pertinho do seu, precisa desabafar, se sentir mulher
Seu Fulgencio, acho que o senhor está interpretando errado, sabe, é melhor eu ir, não estou me sentindo bem
Pense bem, gata, eu sei que você vai fazer o melhor
Cristina sai alterada pela proposta do senhor Fulgencio, é verdade que ela o deseja, mas não quer machucar o marido.
Chega o fim de semana, Cristina relaxa em casa com o marido, os dois estão juntos e ele diz
Meu amor, você poderia me mostrar como fica no seu uniforme novo?
Claro que sim, meu bem
Cristina se veste e o marido, de boca aberta, a admira
Ah, meu Deus, Cristina, você está maravilhosa
Uma pontada no estômago Claudio sente ao saber que com certeza todos a olham desse jeito para a esposa no trabalho e tem mais medo ainda de perder a mulher, o que ele não sabe é que já estão tentando ela desde o primeiro dia, e que outro homem já massagiou os pés dela como se fosse o marido, e que ela conta mais coisas íntimas para o Fulgencio do que para o Claudio,
Cristina acorda Claudio do seu devaneio quando diz
Meu amor, para de bobagem
Desculpa, é que você é linda demais
Obrigada
Cristina, esse fim de semana quero passar com você, te amo, quero ficar com você o máximo de tempo possível
Naquele fim de semana, Cristina e o marido ficaram juntos como nunca, foram ao cinema, a um restaurante, à feira Onde quer que fosse, estavam em casa, se falavam bonito, faziam amor, mas Cristina não conseguia evitar pensar em Fulgencio toda vez que faziam amor. Isso a preocupava, o marido dela se esforçava tanto, mas ela só queria Fulgencio entre as pernas dela. Ela amava o marido, ele era o amor dela, mas Fulgencio era dono da excitação dela. Naquele fim de semana, Cristina descobriu a verdade dos sentimentos dela e tomou uma decisão. Na segunda-feira à noite, Cristina tomou banho, se perfumou, vestiu a melhor calcinha e sutiã brancos, colocou o uniforme sexy, botou uns camisinhas na bolsa e foi pro trabalho. Quando chegou, foi até o quarto de Fulgencio, ele tava dormindo. Cristina pegou uma cadeira, colocou perto da cama e sentou. Tirou a sandália de salto direita e enfiou o pé debaixo do lençol, procurou a parte do pinto de Fulgencio e encontrou uma ereção do caralho. Acariciou o pinto dele com o pé, bem de leve. Fulgencio acordou e Cristina olhava pra ele, sorrindo. Cristina tirou as duas meias-calças e masturbou ele com os pés enquanto falava:

— Como tá meu belo adormecido?

— Haha, bem excitado, gata. Já sabia que você ia tomar a melhor decisão.

— Isso mesmo, pai. Não dá mais pra me enganar. Preciso de um macho, preciso de você. Meu marido não pode saber, lembra que você é só sexo pra mim.

— Fica tranquila, gata, ele não precisa saber. Só aprende a aproveitar.

Seu Fulgencio tava quase gozando e pediu pra ela parar. Cristina se virou pra ele, afastou o lençol e começou a chupar. Cristina tava de pé, curvada, chupando a rola do seu zelador, deixando aquele rabão enorme bem à mostra. Ela chupava com muita vontade, a cabeça dela subia e descia bem rápido, aproveitando o gosto de pinto. Dava beijinhos na pontinha, deixando marca do batom, lambia, passava a língua nos pelos pubianos, nas manchinhas brancas nos pelos, acariciava os ovos, lambia eles, até a parte debaixo dos ovos onde ficava porra velha. Faz dias que Cristina tava dando a melhor limpeza de sabre naquele macho, ele por sua vez acariciava a bunda dela, curtia ter a mulher mais gostosa da vida dele, e curtia ainda mais que ela era casada, pra ele era como estar no paraíso. Tanto prazer fez a gozada de Dom Fulgencio na boca de Cristina ser inevitável, e ela, com muito gosto, bebeu tudo. Ela adorava aquele elixir sexual branco que o pau de Dom Fulgencio soltava.
— Ohh, você é toda uma expert.
— Você tem a pica mais grande que já toquei.
— Isso mesmo, gatinha, se acostuma a me dar prazer porque agora você é oficialmente minha mulher particular.
— Claro, papai.
— Agora se inclina bem porque quero encher teu útero de porra.
— Não, papai, é arriscado, não quero engravidar.
— Eu não quero usar camisinha, que jeito, gata, esse jogo é assim.

Dom Fulgencio, com toda confiança, se levantou, pegou Cristina pelos ombros, fez ela se inclinar, abriu com as pernas dele as pernas de Cristina, e enfiou. O corpo moreno dele e o corpo branco de Cristina. Cristina não fez nada a respeito, ela queria sentir com ou sem camisinha, não tinha volta. O prazer era imenso. Cristina, em vez de se preocupar, se deixou levar pelo prazer. Fulgencio desabotoou alguns botões e deixou os peitos dela à mostra pra chupar. O contato do pau de Dom Fulgencio com a buceta de Cristina dava uma sensação molhada e quente que deixava o pré-orgasmo mais sensível, era uma sensação muito gostosa. Eles acariciavam os sexos um do outro, pau e buceta, buceta e pau, entrava e saía, saía e entrava. Enquanto isso, na casa de Cristina, Cláudio estava com uma pontada no coração, como se tivesse o pressentimento de que Cristina tava sendo penetrada por um novo homem. O coração de Cláudio batia rápido, no ritmo das metidas que Fulgencio dava na mulher dele. Cláudio só se perguntava: "Cristina, o que você tá fazendo agora?" E enquanto isso:
— Ahhh, mamãe, que apertada tá sua buceta.
— Ahhhh, ahh, siiiiiiiiiii, que gostoooooooooso.
— Você adora, né? ser minha putinha?
Siiiiiiiiiiiiiii papaiiiiiiiiiii eu sou sua ayyy te amoo
Os gritos da Cristina acordaram um dos dois velhos do lado que, ao ver a cena sexual, se masturbou debaixo do lençol. Cristina olhou pra ele e só sorriu, adorava ser a estrela pornô, se sentia muito puta e feliz, começou a gritar mais
Ahhhhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii ayyyy papai meu marido não é igual a você continuaaaaaaaaa continuaaaaaaaaa ahhhhhhhhhh
Ahhh mamãe você me encanta, é tão puta, que apertada você é
Nesse momento o celular da Cristina tocou
Não vai atender, gostosa?
Ahhh não, é meu marido, não tenho tempo, continuaaaaaaaaaaa
Hahaha puta, se não atender vai ter problema e você sabe
O telefone parou de tocar, um minuto depois tocou de novo, dessa vez Cristina atendeu
Alôôôô?
Cristina meu amor por que não atendia?
Ayyy é que eu tava atendendo um paciente ayyy sim isso
Cristina meu amor o que tá rolando? Você tá estranha? Quem tá com você?
Cristina olhava ao redor, ela tava sendo fodida pelo Fulgencio, um velho se masturbava vendo a cena, ela falando no telefone com o marido, tudo era um filme pornô virado realidade, era tanto tesão junto
Cristina?
Ayyy meu amor tenho que ir, um paciente tá se esvaindo em sangue
Tchau te amo
Cristina desligou
Ahhhhhhhhhhh
Muito bem puta, podia ter dito que um paciente tava te comendo e que você tava adorando
Pensei em fazer, mas lembra que eu amo ele ahhhhhhhhhhhh mais maaaaaaaaaais maaaaaaaaaais
Ahhhhhhhhhhhhh to gozandoooooooooooooooo ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
O prazer dos dois ficava cada vez mais forte, a umidade e a fricção se multiplicavam, deixando as estocadas mais rápidas e fazendo aquele barulho de tapa tapa no quarto inteiro. Fulgencio enfiou o pau inteiro até bater nos ovos e deixou lá por uns segundos até gozar dentro do útero da Cristina. Cristina e Fulgencio tiveram um orgasmo juntos, deitaram por uns minutos, trocavam beijos carinhosos, carícias mútuas Se tratavam como se fossem marido e mulher
Ahhh, você é uma deusa
E você é um expert, meu rei, o melhor sexo da minha vida, quero ser sua mulher noturna, ouuu, papi, te quero
Mami, hoje você se decidiu a se sentir uma verdadeira mulher
Sim, papi, sua mulher
Cristina se vestiu e saiu pra continuar trabalhando, aquilo foi o início de uma relação intensa.

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