Fomos pra Miami nesse verão. E desde o primeiro dia fomos pra praia de nudismo chamada Haulover, passando Aventura umas milhas pro norte. Estacionamento tranquilo, usamos um Mercedes que meu cunhado deixava no apartamento. Um dia chegamos bem cedo e não tinha ninguém, só um preto descansando na areia. A gente chegou perto e esticou a toalha a uns metros dele. A Solange não curte muito ficar pelada, ela sempre fala que incomoda a areia na buceta, então ela só tira o sutiã e fica de calcinha. Deitamos na toalha e depois de um tempo ela foi dar um mergulho no mar, e no caminho passou do lado do negão. Quando voltou, me falou do pedaço enorme de carne que aquele cachorrão tinha, e eu comecei a ficar duro. Ela deitou do meu lado e começou o ritual dela com o sol, depois que passei protetor 20 pra evitar queimadura, mesmo que o sol nessa época não seja tão forte. Ela disse: "Tô com sede, quer que eu vá comprar algo pra beber?" Ela foi até o quiosque que ficava atrás, e eu aproveitei pra dar uma caminhada. Na volta, encontrei o negão que me pediu fogo pro cigarro dele. Eu não fumo, e minha mulher também não, então ele levantou e fomos nós dois até o quiosque, batendo papo sobre nada, onde ele me disse que o nome dele era Charles e que era veterinário. Aí pude confirmar o membro enorme que ele tinha. Me deu uma certa inveja, e quando chegamos, apresentei ele pra Solange, e eles se cumprimentaram. Tomamos algo e voltamos pro nosso lugar de sol. A gente tinha uns Martinis na mão e compramos batata frita, e continuamos conversando de boa. Num momento, Charles levantou e disse que ia dar um mergulho. E começou a andar devagar em direção à água. Solange me olhou e comentou o tamanho daquele pau, então aproveitei e falei: "Por que você não vai com ele na água?" Ela pensou por uns minutos, com o olhar fixo no horizonte ou na bunda dele. Charles, que estava parado na beira olhando o horizonte, me olhou e disse: "É, vou dar um mergulho, vem?" Falei pra ela que era melhor ir sozinha, que não tava muito a fim, além de que tava frio pra entrar na água. Ela se levantou, ficou um tempinho parada olhando o mar, enquanto Charles enfiava o corpo na água até sumir debaixo dela. Ela se virou, me olhou, sorriu, e foi encontrar ele. Também mergulhou o corpo na água, tava usando um biquíni preto, não fio dental, um biquíni normal de lycra bem justinho que entrava na buceta dela e marcava a xoxota bem depilada. E eu pude ver quando ela mergulhou, a bunda linda dela dando tchau pra mim enquanto afundava naquele mar quente e lindo verde esmeralda. Deitei pra pegar um sol e descansar. O tempo passou e comecei a pensar que já tava demais aquele tempo sem nenhum dos dois voltar. Levantei e olhei pra praia, não tinha ninguém. Caminhei até a beira e comecei a andar pro sul, e vi eles mais adiante, uns 50 metros, dentro da água se beijando bem fundo. Ela tava com os braços no pescoço do Charles e subiam e desciam no ritmo, era óbvio que tavam transando ou algo assim. Depois ela virou e ficou de costas pra ele, mas não conseguia me ver porque tava olhando pro horizonte, e aí já não tinha muito movimento, só ficaram assim por um tempo. Eu continuei andando pra chegar mais perto porque não acreditava no que tava vendo... e devagar, enquanto me aproximava, começaram a girar até que ela ficou olhando pra praia, de olhos fechados, ele atrás, e ela tinha uma expressão misturada de dor e prazer. Minha cabeça começou a pensar se aquele pedaço gostoso de carne não tava dentro do cu dela, e não me enganei, uns gemidos chegavam na areia, às vezes um lamento, sorte que não tinha quase ninguém, ainda era cedo. De repente, ela virou a cabeça e eles se beijaram por um tempão, vários minutos assim, e dava pra ver as mãos do Charles, uma em cada peito da Solange. Quando ela Volta pra posição dela já de olhos abertos, tava na minha frente a uns 30 metros. Não sabia se me cumprimentava ou me ignorava, olhou pra baixo igual uma menina que acabou de fazer uma travessura. Olhou pra mim de novo e sorriu, acenando com a mão. Não tinha muito o que fazer ali, virei de costas e fui pro nosso lugar, me deitei na toalha. Preferia não pensar muito. Demoraram uns 10 ou 15 minutos pra chegar onde eu tava. Como se nada tivesse acontecido, os dois comentando como a água tava gostosa, morna, e que não fazia frio ao sair. Eu continuava de óculos escuros, ignorando tudo que tava rolando ou que eu imaginava que tinha rolado, de barriga pra cima, me bronzeando no sol. Dava pra sentir as gotas de água escorrendo do cabelão loiro da Solange, e isso era algo que ela sempre fazia e que eu amava, porque o sol já tava mais alto esquentando meu corpo, e aquelas gotas eram um prazer, refrescavam, mas depois viriam outras gotas com mais prazer ainda. Ela se aproximou e ficou em pé em cima de mim, com as pernas abertas na altura da minha cabeça. Muitas vezes a gente tinha feito aquilo, ela em pé mijando na minha cara. Começou a rir, enquanto Charles se deitava na toalha dele. As gotas salgadas continuavam caindo no meu rosto, algumas na minha boca, que já tava entreaberta. "Vai, faz um xixi", falei, mas ela respondeu: "Nãooooo, o Charles tá aqui, tô com vergonha... mas tenho algo melhor." Não dava pra acreditar no que eu tava vendo e vivendo, meu coração batia forte no peito. Vi de relance que Charles tinha virado de lado, olhando pra gente, e se masturbava uma pica mole, tentando fazer ela endurecer, mas não conseguia deixar dura, enquanto as gotas salgadas continuavam caindo na minha boca. Solange foi descendo devagar até colocar a biquíni a centímetros da minha boca entreaberta. As gotas eram mais salgadas e mais grossas. Seria porra do Charles? Ela não é tão puta assim, né? E sim, aquele gosto eu já tinha provado antes. Era porra mesmo, misturada com água do mar e fluido, uma mistura maravilhosa, muito mais gostosa que o martíni que eu tinha tomado há pouco. Já era. Lentamente fui puxando a bikini de lado até deixar à mostra a buceta linda dela, e aí não tive mais dúvidas, ficou claro pra caralho. Pelas provas, Charles tinha brincado com a Solange na água e tinha gozado grosso dentro da buceta dela, que mesmo depois de caminhar um bocado da água até onde a gente tava, ainda tava escorrendo uma porra bem grossa. E não tive outra opção senão tomar aquele coquetel branquelo todo que tava sendo oferecido na mesma fonte do sexo. Ela sentou de pernas abertas na minha cara e esfregou a buceta nela por uns bons minutos, na cara de espanto do Charles, que tava sorrindo, quase diria que com uma certa vergonha. A gente tinha se conhecido fazia umas duas horas e eu já tava tomando a porra dele. Acho que ele não acreditava no que tava vendo. Num momento, durante a respiração ofegante, a bikini voltou pro lugar. Adivinha? Tava cheia de porra e de novo, pra comer, o que saiu primeiro no caminho de volta tinha ficado na calcinha. E eu tava adorando o gosto da mistura: fluido da Solange em quantidade industrial, mar de Miami e um pouco de peixe e golfinho, e o esperma branco e grosso do Charles. A mistura era tipo pólvora. Pra não fazer feio, assim que ela teve o enésimo orgasmo, levantou, eu também, e a gente foi rápido pro Mercedes pra meter uma transa de cinema dentro do carro. A Solange teve, em menos de uma hora, duas gozadas na buceta e uns 7.000 orgasmos. No carro, ela tirou a bikini e me ofereceu como troféu de olimpíada, enquanto eu tava bombando ela, eu segurava aquela bikini entre os dentes, e no meio daquele turbilhão, ela falava: "me dá beijo pra eu sentir o gosto do Charles". Também tirei a bikini com os dentes e ela começou a chupar, e eu fiquei mais duro ainda sabendo que uns minutos antes ela tinha tido aquele pedaço enorme enfiado. Ela me contou, já no caminho de casa, que quando percebeu que eu tava na beira olhando o show, ela tava com o pau todo enfiado no cu, e enquanto Charles falava que eu tava olhando, ela tirou do cu e sentou. Coloquei ela na posição, usei a palavra: buceta e gozei dentro dela. Ou seja, naqueles minutos em que eu estava na beira e ela me acenava, o Charles já estava enchendo ela de porra. Quando chegamos no hotel, já no elevador, chupei a buceta dela, já cheia do meu esperma, mesmo sabendo que estavam nos olhando pelas câmeras de segurança. Ao sair do elevador, a Solange fez um gesto de vai se foder com o dedo pra câmera e nos perdemos no corredor até o nosso quarto.
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