Emmm, como é que eu começo? Primeiro, tive uns problemas e deixei isso de lado, mas tô escrevendo no papel as coisas que vou lembrando. Emmm, comecei um curso de fotografia e me dediquei um pouco mais à faculdade. Continuo morando com o Jorge, viajei muito, a gente andou por todo lado, mas tem que voltar pra nossa vida. Bom, esclarecidas umas coisas, vamos pro relato, meus amigos.
Então, o negócio é que uma amiga do Jorge (que eu suspeitava que tinha sido mais que amiga) veio passar um fim de semana em casa. Ela tinha uns negócios com o Jorge e ele se ofereceu pra dar hospedagem, mas com o Jorge nada é o que parece, então... Ela se chamava Lucia, era bonita de rosto, 25 anos, não dava pra adivinhar o corpo porque usava roupa bem largona, estilo hip hop, calça larga e camiseta bem casual. Lembro que ela mascava chiclete, hahaha. Me apresentei pra ela e o Jorge falou que ia trabalhar — ele, com sorte e vontade, trampa umas 4 horas. Bom, ficamos eu e a Lucia no apartamento. Arrumei o quarto pra ela, ela me ajudou e a gente guardou as roupas dela, tudo do mesmo estilo, tudo largão. Quando terminamos, as duas estavam suadas pra caralho, e eu falei:
— Tô com o cabelo horrível, vou tomar um banho — mas não foi com segundas intenções.
— Ah, que legal, se importa se eu tomar banho com você?
— Eu hesitei — foi a pior coisa que fiz na vida. Mmm, bom, sim, sim, sem problema.
— Você não é envergonhada, né?
— Não, não, de boa, entre garotas.
— Beleza.
Entrei no banheiro, ela entrou atrás de mim e tirou a calça primeiro. Tinha uma bunda linda com uma fio dental branca maravilhosa. Fiquei um segundo olhando pra bunda dela e ela percebeu, me virei na hora. Tirei a minha calça, e ela tirou a camiseta. Não usava sutiã, uns peitos pequeninos e lindos. Tirei tudo de mim e ela ficou pasmada com meus peitos.
— Nossa, que peitos você tem, que inveja.
— Nem tanto, não são naturais.
— Bom, mesmo assim, não é à toa que o Jorge tá com você.
— E você ficou com ele? (era a hora)
— Não cheguei a ficar, mas a gente teve uns rolos e, sinceramente, adorei.
Já as duas peladas, abri o chuveiro. Tomei um banho e entrei, ela entrou também e nós duas nos molhamos. Percebi que a cada vez que ela diminuía mais a distância entre nós. Quando ela chegou bem perto de mim, me virei e me segurei nas torneiras.
— Você passa sabão nas minhas costas, que eu não alcanço?
— Claro — pegou o sabonete líquido e começou a me ensaboar.
— Hummm, que delícia, as mãos de mulher são lindas.
— Você trabalha muito com mulheres.
Me pegou de surpresa ela saber, mas o Jorge devia ter contado. Reagi rápido e bem.
— Tenho algumas, sim.
— Jovens ou mais velhas?
— Tem de tudo na vinha do senhor.
Rimos as duas, e ela continuava com as mãos nas minhas costas.
— Continua que estou adorando.
Senti a respiração dela no meu ouvido.
— Abre as pernas, neném.
Obedeci, separei as pernas, mas não estava preparada para o que ela ia fazer. Enfiou quatro dedos de uma vez na minha buceta. Soltei um gemido, e ela me puxou pelo cabelo, encostou minha cabeça na parede e falou no meu ouvido:
— Exatamente como seu namorado disse, você é uma putinha que gosta de ser submissa.
— Sim, adoro ser dominada.
— Ajoelha.
Ela abriu os lábios da buceta dela e enfiou minha cabeça lá dentro.
— Vai, putinha, me faz gozar ou eu te dou umas palmadas.
— Sim, ama.
— Isso, já sabe que é minha putinha escrava.
Ela estava se tocando, a buceta dela estava encharcada, e eu comecei a enfiar uns dedinhos no cu dela. Senti ela gemer.
— Vou gozar, escrava.
— Eu também, ama, goza, por favor.
Exalamos as duas juntas, e ela me olhou — eu ajoelhada, ela num abismo de prazer — e me ajudou a levantar.
— Vamos terminar, ainda temos algo pra fazer.
Tomamos banho, me sequei bem, sequei ela, e fomos pro meu quarto.
— Joga na cama, putinha.
Obedeci, mas tava cansada. As mulheres vão me entender quando eu digo que um orgasmo com outra mulher é muito mais intenso do que com um homem. Me joguei, ela deitou do meu lado e tirou uma foto nossa.
— Queria uma lembrança, Lu?
— Não, o Jorge me pediu pra mandar uma foto pra ele, assim ele já vem com vontade de comer nós duas.
Ri por dentro, sabia que esse filho da puta tinha algo em mente. pensando, mas pelo menos ia gostar. em um minuto chegou uma mensagem com uma foto do pau do Jorge todo duro. a mensagem dizia:
"lindas as duas, olha como fiquei. chego em mais ou menos uma hora, quero vocês duas vestidas bem putas hoje. vou encher vocês de porra"
o que aconteceu depois conto na próxima 😉
bom, obrigado de novo por ler, valeu pra caralho pra quem me segue, espero não decepcionar. um beijinho pros meninos e meninas 😃
Então, o negócio é que uma amiga do Jorge (que eu suspeitava que tinha sido mais que amiga) veio passar um fim de semana em casa. Ela tinha uns negócios com o Jorge e ele se ofereceu pra dar hospedagem, mas com o Jorge nada é o que parece, então... Ela se chamava Lucia, era bonita de rosto, 25 anos, não dava pra adivinhar o corpo porque usava roupa bem largona, estilo hip hop, calça larga e camiseta bem casual. Lembro que ela mascava chiclete, hahaha. Me apresentei pra ela e o Jorge falou que ia trabalhar — ele, com sorte e vontade, trampa umas 4 horas. Bom, ficamos eu e a Lucia no apartamento. Arrumei o quarto pra ela, ela me ajudou e a gente guardou as roupas dela, tudo do mesmo estilo, tudo largão. Quando terminamos, as duas estavam suadas pra caralho, e eu falei:
— Tô com o cabelo horrível, vou tomar um banho — mas não foi com segundas intenções.
— Ah, que legal, se importa se eu tomar banho com você?
— Eu hesitei — foi a pior coisa que fiz na vida. Mmm, bom, sim, sim, sem problema.
— Você não é envergonhada, né?
— Não, não, de boa, entre garotas.
— Beleza.
Entrei no banheiro, ela entrou atrás de mim e tirou a calça primeiro. Tinha uma bunda linda com uma fio dental branca maravilhosa. Fiquei um segundo olhando pra bunda dela e ela percebeu, me virei na hora. Tirei a minha calça, e ela tirou a camiseta. Não usava sutiã, uns peitos pequeninos e lindos. Tirei tudo de mim e ela ficou pasmada com meus peitos.
— Nossa, que peitos você tem, que inveja.
— Nem tanto, não são naturais.
— Bom, mesmo assim, não é à toa que o Jorge tá com você.
— E você ficou com ele? (era a hora)
— Não cheguei a ficar, mas a gente teve uns rolos e, sinceramente, adorei.
Já as duas peladas, abri o chuveiro. Tomei um banho e entrei, ela entrou também e nós duas nos molhamos. Percebi que a cada vez que ela diminuía mais a distância entre nós. Quando ela chegou bem perto de mim, me virei e me segurei nas torneiras.
— Você passa sabão nas minhas costas, que eu não alcanço?
— Claro — pegou o sabonete líquido e começou a me ensaboar.
— Hummm, que delícia, as mãos de mulher são lindas.
— Você trabalha muito com mulheres.
Me pegou de surpresa ela saber, mas o Jorge devia ter contado. Reagi rápido e bem.
— Tenho algumas, sim.
— Jovens ou mais velhas?
— Tem de tudo na vinha do senhor.
Rimos as duas, e ela continuava com as mãos nas minhas costas.
— Continua que estou adorando.
Senti a respiração dela no meu ouvido.
— Abre as pernas, neném.
Obedeci, separei as pernas, mas não estava preparada para o que ela ia fazer. Enfiou quatro dedos de uma vez na minha buceta. Soltei um gemido, e ela me puxou pelo cabelo, encostou minha cabeça na parede e falou no meu ouvido:
— Exatamente como seu namorado disse, você é uma putinha que gosta de ser submissa.
— Sim, adoro ser dominada.
— Ajoelha.
Ela abriu os lábios da buceta dela e enfiou minha cabeça lá dentro.
— Vai, putinha, me faz gozar ou eu te dou umas palmadas.
— Sim, ama.
— Isso, já sabe que é minha putinha escrava.
Ela estava se tocando, a buceta dela estava encharcada, e eu comecei a enfiar uns dedinhos no cu dela. Senti ela gemer.
— Vou gozar, escrava.
— Eu também, ama, goza, por favor.
Exalamos as duas juntas, e ela me olhou — eu ajoelhada, ela num abismo de prazer — e me ajudou a levantar.
— Vamos terminar, ainda temos algo pra fazer.
Tomamos banho, me sequei bem, sequei ela, e fomos pro meu quarto.
— Joga na cama, putinha.
Obedeci, mas tava cansada. As mulheres vão me entender quando eu digo que um orgasmo com outra mulher é muito mais intenso do que com um homem. Me joguei, ela deitou do meu lado e tirou uma foto nossa.
— Queria uma lembrança, Lu?
— Não, o Jorge me pediu pra mandar uma foto pra ele, assim ele já vem com vontade de comer nós duas.
Ri por dentro, sabia que esse filho da puta tinha algo em mente. pensando, mas pelo menos ia gostar. em um minuto chegou uma mensagem com uma foto do pau do Jorge todo duro. a mensagem dizia:
"lindas as duas, olha como fiquei. chego em mais ou menos uma hora, quero vocês duas vestidas bem putas hoje. vou encher vocês de porra"
o que aconteceu depois conto na próxima 😉
bom, obrigado de novo por ler, valeu pra caralho pra quem me segue, espero não decepcionar. um beijinho pros meninos e meninas 😃
9 comentários - Minha Vida Como Acompanhante (Capítulo 8)
me saltaste la termica criminal 😤
besos y de 10 el relato...
pd:te debo ls puntos x q ya los queme