Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.http://www.youtube.com/watch?v=6b4LoTPYxUM&feature=kpEm 2004, com meus 21 anos recém-completados e todos os meus sonhos pela frente, parti pro norte argentino pra me conectar um pouco com meu ser, minha vida. Como a maioria dos jovens daquela época, eu tinha um destino e um objetivo depois do tumultuado 2001. Então, o norte era tipo a Meca dos muçulmanos, que todo mundo tinha que visitar pelo menos uma vez na vida, porque depois vinham outras experiências de mochilão: Bolívia, Peru, Equador, Colômbia. Fazendo bem as contas, por volta de 2008, eu já teria conhecido um quarto da América Latina... minha vida me levou pra outros cantos, mas aquele ano no norte foi muito marcante. Jovens, empolgados e experientes (pelo menos a gente achava que era), íamos devorar aquela travessia que começava com 24 horas em cima do Belgrano Norte, seguia de carona (nunca conseguimos) por todo o norte.
Naquela época, tinha um serviço pro norte a cada 15 dias, então o grupo de portenhos e bonaerenses que saía de Retiro virava um clube de jovens viajando. Violão de noite nas praças, rios, fuga da polícia, festas nos campings ou onde desse. Assim, iam se formando novas amizades e uns pegas. Imagina só, jovens de 21 anos, além da conexão política que quisessem, os hormônios são os hormônios e qualquer mina gostosa causava uma revolução neles.
Eu lembro especialmente da Loirinha de Belgrano numa noite em Cafayate. Cabelo loiro liso até os ombros, com uma mecha desfiada que caía até a cintura, um metro e sessenta e cinco, quadris largos coroados por uma barriga adolescente que queria sumir, peitos bem servidos sempre num push-up, lábios pequenos e vermelhos, nariz redondinho e olhos turquesa penetrantes... parecia saída de uma colônia suíça. A gente se conheceu numa peña, quando a irmã dela foi abordada pelo meu amigo... ela tava sozinha e eu me aproximei pra conversar (mesmo a cara de cu dela sendo um sinal de que não, tinha um imã irresistível nisso).
- hahaha, que falso, meu amigo disse que Tua irmã parecia o Hernan Caire e agora tá seguindo ele pra todo lado.
– Como é que você sabe que é minha irmã?
– É igual a você...
– Ah, então agora eu pareço o Hernan Caire...
– Não, eu quis dizer que...
– Olha, vaza, seu idiota...
Levantei vermelho, mas uma risada me parou...
– Você é muito fofo, Rony... tipo Rony Arias... entendeu? Sensível, bonito, mas pra uma mulher, intocável...
– Agora você tá me chamando de feio...
– Pior se eu te chamasse de viado...
– Não me incomodaria...
– Você é?
– Sou bissexual, mas isso não vem ao caso... além disso, você parece o Pink...
– Cala a boca...
– Tá bom, a jornalista Perez Volpi...
E toda noite era assim, não tinha um maldito encontro que a gente não discutisse por qualquer coisa. Na real, no grupo nos chamavam de os namorados do norte. Com o tempo fui percebendo que essa forma de se relacionar era impotência: nós dois queríamos nos matar de beijos, mas ninguém se atrevia a trair seus longos relacionamentos em Buenos Aires... Na verdade, chegamos a colocar apelidos um no outro... ela era a Ruivinha de Belgrano e eu o indiozinho do Subúrbio. Quando essas palavras ecoavam, todo mundo prestava atenção... podia vir um tapa ou um baita beijo.
Mas isso rolou até o fim da viagem dela. Acabou sendo uma noite silenciosa em Purmamarca. A gente tinha ido jantar e depois tudo degenerou numa festa que esticou as garras até as três da manhã. Ela tava desesperada porque a irmã tinha sumido, no dia seguinte iam embora às dez. Procuramos ela por todo lado, mas aconteceu o óbvio: tava com meu amigo se despedindo.
– Te falei que estavam na barraca.
– E agora o que a gente vai fazer?
– Já foi... vamos...
– Pra praça, até as seis não abrem o hostel.
Uma vez sentados na fonte, começou uma nova discussão...
– Viu, esse é o design espanhol de fundação: praça, prefeitura, o mercado em volta da praça, a igreja e aquilo é o cabildo...
– Cabildo em Purmamarca??? Cala a boca... te aposto duas... Maços de cigarro...
- (A gente se abraçava por causa do frio, meu pichão tava enchendo de sangue porque o vento empurrava o cheiro do creme de pentear pro meu nariz, o pescoço dela se descobria branco pros meus lábios quando ela arrumava o cabelo) Um beijo e pronto...
- De que tipo...
- Transa... hahaha...
- Mas você sabe história... tem vantagens...
- Cê tá duvidando...
- Cala a boca, careca... viu... se você fala dentro da fonte, o som fica preso... parece um aquário de gravação...
- Hehe, sim, já fiquei feito um idiota no primeiro dia que cheguei...
- Cê tá me chamando de idiota... hahaha... é muito engraçado... escuta... careca, careca...
Fiquei vidrado escutando aquela vozinha... ela aproveitou minha fraqueza, tirou a lanterna da minha mão e saiu correndo na madrugada, eu fui atrás. Chegamos no Cabildo e começamos a procurar pela galeria... uma placa... Cabildo. Antes de falar, no escuro, ela apagou a lanterna e me beijou fundo, como a gente tinha combinado. Ela beijava com amor, tanto amor, que começou a se esfregar no meu pau... eu me abaixei pra ficar na altura... a saia de bambula era nada... sentia a calcinha molhada... minha calça de moletom era super sensível... ela pegou no meu pacote sem tirar minha roupa e ficou me olhando... os olhos turquesa pareciam brilhar...
- Vamos pra algum lugar transar...
- Viu como cê é cabeça dura... proponho sua barraca...
- Tua irmã tá lá... vamos pro algarrobo...
- É um monumento histórico, idiota... além disso, pode ter o fantasma de Vitilpoco...
- Hahaha, vamos pro Camping... conheço uns bangalôs pela metade...
Chegamos, todo mundo tava rindo no pátio central, se a gente quisesse passar pros bangalôs, todo mundo ia zuar a gente... voltamos pra rua e uma pessoa corta nosso caminho... era o Martin, o encarregado...
- 30 Pesos... meu silêncio, meu quarto... sem café da manhã...
- Fechado...
A gente se fundiu num beijo e começamos a trepar do jeito que a gente tava... bom, eu tava de meia... ela ainda vestida... eu metia com força... ela Ela tava com as pernas abertas e flexionadas... a calcinha pendurada num pé parecia uma bandeira de trégua..
A saia roçava minhas panturrilhas, não me incomodava, me esquentava pra caralho... a carinha redonda dela se deformava a cada estocada, ela mordia o lábio e respirava pelo narizinho... parecia que se recusava a gemer...
Comecei a acelerar, a buceta dela tava muito molhada e meu pau entrava como queria... ela abriu os olhos e arqueou o corpo... beijei os peitos dela por cima do Push Up... puxei o sutiã e um mamilo rosa se soltou... passei a língua e fui pro pescoço, esfregava o mamilo dela freneticamente... o cabelo loiro se embaraçou na cara dela... agarrei ele e puxei bem esticado pra trás sem parar de meter... o plop plop que nossos corpos faziam era o que me distraía pra não encher ela de porra
- Amor, acho que tão olhando pra gente...
- Você disse amor??? Martin, cê tá aí????
- Não, sou o espírito do Vitilpoco... cê tá indo bem
- Tchau!!!!! (a gente tinha combinado)
Pensei que de vergonha ela não queria continuar... mas não... levantei pra fechar a porta e garantir que o Martin não tava lá... voltei... ela tava nua e ajoelhada na caminha. Sentei na beirada... o pau tinha caído uns centímetros... ela se aproximou de quatro e beijou minhas costas, minha nuca... se masturbava... montou em mim encaixando fundo meu pau... a Loirinha tava no fogo... a pele branca e macia era tributada pelas minhas mãos... senti que ela gozava... rodeei a cintura dela com meu braço direito... inclinei meu corpo... ela continuava endemoniada jogando movimentos pélvicos... o nariz dela tinha crescido, os olhos eram dois holofotes gigantes turquesa, a mão esquerda dela abraçava a barriga e pegava a minha formando um cinto que não deixava ela escapar dos meus 18 cm prestes a explodir... a mão livre dela mantinha os fios de cabelo no lugar... o fio mais longo fazia cócegas no meu antebraço... caímos exaustos... a manhã nos surpreendeu... apesar de não ser o combinado, o Martin trouxe o café da manhã... acho que tinha descoberto um jeito de ter porno portenho de graça...
Naquela época, tinha um serviço pro norte a cada 15 dias, então o grupo de portenhos e bonaerenses que saía de Retiro virava um clube de jovens viajando. Violão de noite nas praças, rios, fuga da polícia, festas nos campings ou onde desse. Assim, iam se formando novas amizades e uns pegas. Imagina só, jovens de 21 anos, além da conexão política que quisessem, os hormônios são os hormônios e qualquer mina gostosa causava uma revolução neles.
Eu lembro especialmente da Loirinha de Belgrano numa noite em Cafayate. Cabelo loiro liso até os ombros, com uma mecha desfiada que caía até a cintura, um metro e sessenta e cinco, quadris largos coroados por uma barriga adolescente que queria sumir, peitos bem servidos sempre num push-up, lábios pequenos e vermelhos, nariz redondinho e olhos turquesa penetrantes... parecia saída de uma colônia suíça. A gente se conheceu numa peña, quando a irmã dela foi abordada pelo meu amigo... ela tava sozinha e eu me aproximei pra conversar (mesmo a cara de cu dela sendo um sinal de que não, tinha um imã irresistível nisso).
- hahaha, que falso, meu amigo disse que Tua irmã parecia o Hernan Caire e agora tá seguindo ele pra todo lado.
– Como é que você sabe que é minha irmã?
– É igual a você...
– Ah, então agora eu pareço o Hernan Caire...
– Não, eu quis dizer que...
– Olha, vaza, seu idiota...
Levantei vermelho, mas uma risada me parou...
– Você é muito fofo, Rony... tipo Rony Arias... entendeu? Sensível, bonito, mas pra uma mulher, intocável...
– Agora você tá me chamando de feio...
– Pior se eu te chamasse de viado...
– Não me incomodaria...
– Você é?
– Sou bissexual, mas isso não vem ao caso... além disso, você parece o Pink...
– Cala a boca...
– Tá bom, a jornalista Perez Volpi...
E toda noite era assim, não tinha um maldito encontro que a gente não discutisse por qualquer coisa. Na real, no grupo nos chamavam de os namorados do norte. Com o tempo fui percebendo que essa forma de se relacionar era impotência: nós dois queríamos nos matar de beijos, mas ninguém se atrevia a trair seus longos relacionamentos em Buenos Aires... Na verdade, chegamos a colocar apelidos um no outro... ela era a Ruivinha de Belgrano e eu o indiozinho do Subúrbio. Quando essas palavras ecoavam, todo mundo prestava atenção... podia vir um tapa ou um baita beijo.
Mas isso rolou até o fim da viagem dela. Acabou sendo uma noite silenciosa em Purmamarca. A gente tinha ido jantar e depois tudo degenerou numa festa que esticou as garras até as três da manhã. Ela tava desesperada porque a irmã tinha sumido, no dia seguinte iam embora às dez. Procuramos ela por todo lado, mas aconteceu o óbvio: tava com meu amigo se despedindo.
– Te falei que estavam na barraca.
– E agora o que a gente vai fazer?
– Já foi... vamos...
– Pra praça, até as seis não abrem o hostel.
Uma vez sentados na fonte, começou uma nova discussão...
– Viu, esse é o design espanhol de fundação: praça, prefeitura, o mercado em volta da praça, a igreja e aquilo é o cabildo...
– Cabildo em Purmamarca??? Cala a boca... te aposto duas... Maços de cigarro...
- (A gente se abraçava por causa do frio, meu pichão tava enchendo de sangue porque o vento empurrava o cheiro do creme de pentear pro meu nariz, o pescoço dela se descobria branco pros meus lábios quando ela arrumava o cabelo) Um beijo e pronto...
- De que tipo...
- Transa... hahaha...
- Mas você sabe história... tem vantagens...
- Cê tá duvidando...
- Cala a boca, careca... viu... se você fala dentro da fonte, o som fica preso... parece um aquário de gravação...
- Hehe, sim, já fiquei feito um idiota no primeiro dia que cheguei...
- Cê tá me chamando de idiota... hahaha... é muito engraçado... escuta... careca, careca...
Fiquei vidrado escutando aquela vozinha... ela aproveitou minha fraqueza, tirou a lanterna da minha mão e saiu correndo na madrugada, eu fui atrás. Chegamos no Cabildo e começamos a procurar pela galeria... uma placa... Cabildo. Antes de falar, no escuro, ela apagou a lanterna e me beijou fundo, como a gente tinha combinado. Ela beijava com amor, tanto amor, que começou a se esfregar no meu pau... eu me abaixei pra ficar na altura... a saia de bambula era nada... sentia a calcinha molhada... minha calça de moletom era super sensível... ela pegou no meu pacote sem tirar minha roupa e ficou me olhando... os olhos turquesa pareciam brilhar...
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- Viu como cê é cabeça dura... proponho sua barraca...
- Tua irmã tá lá... vamos pro algarrobo...
- É um monumento histórico, idiota... além disso, pode ter o fantasma de Vitilpoco...
- Hahaha, vamos pro Camping... conheço uns bangalôs pela metade...
Chegamos, todo mundo tava rindo no pátio central, se a gente quisesse passar pros bangalôs, todo mundo ia zuar a gente... voltamos pra rua e uma pessoa corta nosso caminho... era o Martin, o encarregado...
- 30 Pesos... meu silêncio, meu quarto... sem café da manhã...
- Fechado...
A gente se fundiu num beijo e começamos a trepar do jeito que a gente tava... bom, eu tava de meia... ela ainda vestida... eu metia com força... ela Ela tava com as pernas abertas e flexionadas... a calcinha pendurada num pé parecia uma bandeira de trégua..
A saia roçava minhas panturrilhas, não me incomodava, me esquentava pra caralho... a carinha redonda dela se deformava a cada estocada, ela mordia o lábio e respirava pelo narizinho... parecia que se recusava a gemer...
Comecei a acelerar, a buceta dela tava muito molhada e meu pau entrava como queria... ela abriu os olhos e arqueou o corpo... beijei os peitos dela por cima do Push Up... puxei o sutiã e um mamilo rosa se soltou... passei a língua e fui pro pescoço, esfregava o mamilo dela freneticamente... o cabelo loiro se embaraçou na cara dela... agarrei ele e puxei bem esticado pra trás sem parar de meter... o plop plop que nossos corpos faziam era o que me distraía pra não encher ela de porra
- Amor, acho que tão olhando pra gente...
- Você disse amor??? Martin, cê tá aí????
- Não, sou o espírito do Vitilpoco... cê tá indo bem
- Tchau!!!!! (a gente tinha combinado)
Pensei que de vergonha ela não queria continuar... mas não... levantei pra fechar a porta e garantir que o Martin não tava lá... voltei... ela tava nua e ajoelhada na caminha. Sentei na beirada... o pau tinha caído uns centímetros... ela se aproximou de quatro e beijou minhas costas, minha nuca... se masturbava... montou em mim encaixando fundo meu pau... a Loirinha tava no fogo... a pele branca e macia era tributada pelas minhas mãos... senti que ela gozava... rodeei a cintura dela com meu braço direito... inclinei meu corpo... ela continuava endemoniada jogando movimentos pélvicos... o nariz dela tinha crescido, os olhos eram dois holofotes gigantes turquesa, a mão esquerda dela abraçava a barriga e pegava a minha formando um cinto que não deixava ela escapar dos meus 18 cm prestes a explodir... a mão livre dela mantinha os fios de cabelo no lugar... o fio mais longo fazia cócegas no meu antebraço... caímos exaustos... a manhã nos surpreendeu... apesar de não ser o combinado, o Martin trouxe o café da manhã... acho que tinha descoberto um jeito de ter porno portenho de graça...
5 comentários - A Rubicheta e o Dedo do Conurbano
se agradecen los puntos!!!!
muy bueno, saludos!!