Primeiro dia de trabalho

Depois de vários meses sem trampo, recebi uma proposta de um ex-chefe que precisava urgente de alguém de confiança que já tivesse trabalhado com ele antes. O trampo era num centro de esqui, então eu teria que me mudar pra lá durante a temporada, com folgas semanais por mês. Sem pensar duas vezes, aceitei, porque com 24 anos era um trampo foda. Assim que cheguei no local, quem ia me esperar era o cara responsável, Victor, de 22 anos. Quando nos apresentamos, ele falou: "Você não tem ideia das minas que tem aqui". Só segui meu caminho até o que seria meu local de trabalho. Depois que me acomodei, chamei ele e falei: "Olha, tudo bem, mas eu não curto mulheres, sou gay e gosto pra caralho de homens, então comigo você não vai poder compartilhar seus gostos". Victor ficou pasmo me olhando e, depois de alguns segundos, do nada me abraçou e deu uns tapinhas nas minhas costas, agradecendo por eu ter confiado nele. Nossa rotina diária começou e fui me adaptando ao ritmo agitado do trampo. Depois de um mês, já estava mais à vontade com o Victor e conhecendo mais da vida dele. Nessa época, ele conheceu uma mina de outro alojamento, começou a sair com ela e levou ela algumas noites pra transar. Nossas camas eram separadas só por um biombo, então eu ouvia toda noite como eles trepavam quase do meu lado. Óbvio que me incomodava um pouco, mas não enchia o saco. Um dia, tive a ideia de contar pra ele que tava afim de um instrutor, e ele ficou puto. Aí eu falei: "A gente mora junto e você traz uma gata pra foder enquanto eu escuto tudo, e agora que eu conto que tô a fim de alguém, você fica assim?". Ele pediu desculpas e seguimos trabalhando. Naquele dia, as coisas iam mudar pra minha surpresa, porque teve uma tempestade, o que significava uma queda braba na temperatura durante a noite. Durante a tarde, ele passava por trás e me apertava a bunda, ou de lado ficava apalpando meu volume. Quando chegou a hora de dormir, a temperatura tinha caído demais, então ele sugeriu: "Vamos juntar os cobertores numa cama e dormir esquentando um ao outro com o calor do corpo". Embora A intenção dele era tocar muito mais, fazer conchinha e me apoiar. Me animei e desci pra fazer um boquete nele, não ia ficar me esquentando à toa, então ele enfiava os dedos em mim e falava que era a coisa mais gostosa que ele sentia há muito tempo, e ainda mais tocar uma bunda lisinha e redondinha. Ele pediu pra deixar ele encher minha boca, e eu disse que sim. Naquela noite não passou disso, mas ele me abraçou pela cintura, eu virei e fiquei com a bunda nua bem empinada pra ele, e assim dormi, com o pau dele esfregando nas minhas nádegas, porque ele ficou excitado. A temporada continuou assim durante as noites, porque de dia ele não deixava de ser um pegador com as mulheres. Eu, logicamente, comecei a fazer a minha parte, vendo quem me interessava, e quando um dos caras me chamou pra tomar algo, o Victor fez uma cena de ciúmes tão grande que eu pedi pra gente transar, porque eu amava fazer boquete nele e sentir a boca cheia de porra, mas queria mais. Ele aceitou e viramos amantes fixos, só comia com ele e ele comigo. A história durou três anos, nos quais eu o visitava semanalmente. Terminou quando eu disse que tinha me apaixonado por ele, mas ele não se assumia gay, embora não tenha perdido tempo, porque deu espaço pra um amigo dele que já estava de olho há um tempo. Até hoje não sei se ele está casado ou continua sem se assumir, mas nas vezes que nos cruzamos na cidade, passo direto sem parar pra saber dele.

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