Olá, sou o Gustavo, tenho 28 anos, trabalho num escritório e tenho várias pessoas sob minha responsabilidade. Em agosto, a empresa contratou uma secretária pra me dar uma mão, porque felizmente tem muito trabalho e às vezes fico sobrecarregado. Ela é uma garota de 22 anos, se chama Julieta, é morena, uns 1,70m de altura. Muito gostosa de rosto, peitos bonitos e uma raba de dar inveja. Desde que começou a trabalhar, sempre se mostrou muito prestativa e atenta a tudo, desde me ajudar com as tarefas até lembrar aniversários e essas coisas. Nunca quis abusar da minha posição, mas não vou negar que ela me atraía e me deixava excitado, sempre vestida com uma saia justa e uma blusa colada no corpo, ou seja, bem marcando as curvas dela. Em outubro era o aniversário dela, dia 17 pra ser mais exato. Durante a semana anterior, ela me lembrava todo dia. Decidi dar pra ela um perfume importado e uma caixa de bombons.
No dia do aniversário dela, ela veio mais cedo. Quando cheguei no escritório, ela me diz: – Hoje é meu aniversário, você lembrou, né? Trouxe bolo, já vou te trazer um café, quer? – Claro, respondi. Eu também tenho uma coisa pra você. – Sério? Não acredito, tô morrendo de curiosidade, haha.
Poucos minutos depois, ela bate na porta: – Com licença, Gus. Ela nunca tinha me chamado assim. Não liguei, ela me trouxe um pedaço de bolo e um café. – Obrigado. – Por nada, Gus. Agora não quero ser sem noção, mas quero saber o que você tem pra mim, haja. – Ah, sim, claro, toma. Entreguei a sacola com o perfume e os bombons. Ela abriu e ficou muito feliz, com um sorriso me disse: – Valeu, Gus, é um perfume muito caro, por que você gastou tanto? E os bombons, eu amo. – De nada, você merece, July. Ela me deu um beijo bem perto da comissura dos lábios: – Obrigada de novo, Gus. Vou no banheiro passar o perfume. – Pode ir, sem problema.
Eu continuei com meu trabalho, tive que sair um pouco pra pegar umas pastas. Quando voltei, ela me diz: – Oi, Gus, fui no seu escritório pra te mostrar como ficou o perfume, mas você já não tava. – É, tive que sair um momento. De novo no meu escritório, ela bate na porta. Porta – licença, posso? – sim, claro, precisa de algo? – nada, só queria te mostrar como ficou o perfume que você me deu, Gus. – que bom. Ela se aproxima e coloca o pescoço perto do meu nariz – gostou? – sim, muito, esse perfume foi feito pra você, ela ri e me diz – ah, também quero dividir um bombom com você. Ela tira um da caixa e coloca na minha boca, passando os dedos pelos meus lábios. Verdade seja dita, admito que meu pau subiu na hora. – gostou do bombom? Falo, gostou do bombom, Gus? – sim, muito gostoso, tem outro? – não, mas se quiser, tenho outra coisa? – ah é? O que você tem? Ela se aproxima e me diz: sente meu perfume de novo, mas dessa vez coloca os peitos na minha cara – gostoso, né? Enquanto com a mão dela segura meu pau, e digo segura porque não está tocando, está apertando com força – mmm... que vontade de comer esse pau que eu tenho, deixa eu te dar um boquete bem dado? – vou ver o quão boa você é chupando meu pau. Ela solta meu cinto, abaixa o zíper da calça, nessa altura eu já tava duro, puxa a cadeira pra trás e se ajoelha, abaixa minha calça e cueca até os tornozelos, me olha e diz – desde o dia que comecei a trabalhar, queria comer seu pau. Ela passa a língua das bolas até a cabeça, enche de saliva e enfia até a garganta de uma vez, fica parada até dar uma ânsia e começa a chupar que nem uma desesperada, só parava pra me olhar nos olhos e falar – amo seu pau, não quero parar de chupar ele, vou tomar até a última gota de porra, sabe Gus? Gostou de como tô comendo ele? – sim, muito, quero que você goze e engula toda minha porra, e depois te coma gostoso... – sim, putinha, vou tomar tudo porque sou muito vadia e a partir de hoje, SUA vadia. Ela continuou chupando como uma profissional até que eu não aguentei mais e gozei, foram três jatos fortes que ela recebeu tudo na boca, não deixou desperdiçar nem uma gota, deixou limpinho limpinho hahaha. – gostou? Vou embora ou ganhei uma boa foda? Não falei nada, só levei ela até o escritório, levantei a saia dela, ela tinha uma tanga vermelha pequenina, divina. Passei a mão na bunda dela e deslizei meus dedos pela pussy, ela estava encharcada – você tá molhada, isso é por causa do meu cock, sua slut – sim, é por e pro seu cock, quero sentir ele bem dentro. – pra isso tem tempo…
Levantei ela, abri bem as pernas e enfiei minha língua na pussy, um gemido forte me deixou ainda mais excitado. Continuei chupando aquela pussy macia e yummy, meti dois dedos e chupei sem parar até ouvir – mmm... filho da puta, você vai me fazer gozar, nunca gozei com uma chupada de pussy, seu filho da puta, continua, não para, por favor. Isso me deixou louco até sentir ela gozar com um gemido lindo – gostou, sua slut, hein? – sim, pussy, agora quero que você me coma como uma slut, porque eu sou sua slut.
Enfiei o cock na pussy, entrou com muita facilidade por ela estar tão molhada. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a foder com força – ai, por favor, me fode, papai, adoro esse cock na minha pussy, me dá muito cock, por favor. – você gosta, sua slut? Sente meu cock entrando, sua slut? – sim, adoro, me fode mais, por favor.
Virei ela, fiz ela apoiar a barriga no escritório e falei – agora chegou a hora de eu comer essa bundinha yummy e tiny! – ui, Gus, por favor, pela tiny ass não, vai doer muito. – fica tranquila que você vai gostar, sua slut. Comecei a chupar a bunda dela, enchendo de saliva, meti um dedo, ela deu um gritinho – mmm... papai, mmm... eu gosto, devagar, quero que você faça minha tiny ass devagar, por favor. Meti outro dedo, já são dois entrando e saindo, encostei a cabeça do cock na bunda dela e empurrei devagar. – mmm... devagar com esse cock, você vai me deixar manca, seu filho da puta. Isso me deixou louco e empurrei com força, entrei até o fundo, e ela deu um grito forte – dói, papai, dói muito, fica quieto. – sim, sua slut, sente como seu cu tá cheio do meu cock? – mmm... sim, pussy, me fode, arrebenta meu cu, seu filho da puta, quero que esse cock deixe meu cu bem arrombado. aberto!!!!
Eu comi ela com muita força, ela tava muito gostosa, verdade que aquela bunda me deixava louco. –Você gosta, putinha? Gosta que eu arrebente seu cu? –Sim, Gus, adoro que você coma minha buceta, não sabe as noites que eu me toquei pensando nesse momento, sua puta. –Mmm... putinha, vou encher seu cu de porra. –Mmm... sim, sua puta, você tá arrebentando meu cu, por favor, goza dentro da minha buceta, filho da puta. Continuei bombando aquele cu por mais um tempo até gozar, e gozei muito, enchi o cu dela de porra. Desabei nas costas da July com o pau dentro da buceta dela, não tirei. Mmm... mmm... papai, adorei como você fodeu meu cuzinho, agora te peço, por favor, tira o pau da minha buceta, hahaha. Me virei pro lado, ela me olhou e disse –Mmm... seu pau tá cheio de porra, deixa eu limpar. Ela se ajoelhou e limpou com a língua. –Valeu, papai, espero que se repita. Me deu um beijo e foi embora, levando a bandeja com a xícara.
Uma secretária muito aplicada.
Valeu por ler, amigos. Aceito todas as críticas pra melhorar meus contos.
No dia do aniversário dela, ela veio mais cedo. Quando cheguei no escritório, ela me diz: – Hoje é meu aniversário, você lembrou, né? Trouxe bolo, já vou te trazer um café, quer? – Claro, respondi. Eu também tenho uma coisa pra você. – Sério? Não acredito, tô morrendo de curiosidade, haha.
Poucos minutos depois, ela bate na porta: – Com licença, Gus. Ela nunca tinha me chamado assim. Não liguei, ela me trouxe um pedaço de bolo e um café. – Obrigado. – Por nada, Gus. Agora não quero ser sem noção, mas quero saber o que você tem pra mim, haja. – Ah, sim, claro, toma. Entreguei a sacola com o perfume e os bombons. Ela abriu e ficou muito feliz, com um sorriso me disse: – Valeu, Gus, é um perfume muito caro, por que você gastou tanto? E os bombons, eu amo. – De nada, você merece, July. Ela me deu um beijo bem perto da comissura dos lábios: – Obrigada de novo, Gus. Vou no banheiro passar o perfume. – Pode ir, sem problema.
Eu continuei com meu trabalho, tive que sair um pouco pra pegar umas pastas. Quando voltei, ela me diz: – Oi, Gus, fui no seu escritório pra te mostrar como ficou o perfume, mas você já não tava. – É, tive que sair um momento. De novo no meu escritório, ela bate na porta. Porta – licença, posso? – sim, claro, precisa de algo? – nada, só queria te mostrar como ficou o perfume que você me deu, Gus. – que bom. Ela se aproxima e coloca o pescoço perto do meu nariz – gostou? – sim, muito, esse perfume foi feito pra você, ela ri e me diz – ah, também quero dividir um bombom com você. Ela tira um da caixa e coloca na minha boca, passando os dedos pelos meus lábios. Verdade seja dita, admito que meu pau subiu na hora. – gostou do bombom? Falo, gostou do bombom, Gus? – sim, muito gostoso, tem outro? – não, mas se quiser, tenho outra coisa? – ah é? O que você tem? Ela se aproxima e me diz: sente meu perfume de novo, mas dessa vez coloca os peitos na minha cara – gostoso, né? Enquanto com a mão dela segura meu pau, e digo segura porque não está tocando, está apertando com força – mmm... que vontade de comer esse pau que eu tenho, deixa eu te dar um boquete bem dado? – vou ver o quão boa você é chupando meu pau. Ela solta meu cinto, abaixa o zíper da calça, nessa altura eu já tava duro, puxa a cadeira pra trás e se ajoelha, abaixa minha calça e cueca até os tornozelos, me olha e diz – desde o dia que comecei a trabalhar, queria comer seu pau. Ela passa a língua das bolas até a cabeça, enche de saliva e enfia até a garganta de uma vez, fica parada até dar uma ânsia e começa a chupar que nem uma desesperada, só parava pra me olhar nos olhos e falar – amo seu pau, não quero parar de chupar ele, vou tomar até a última gota de porra, sabe Gus? Gostou de como tô comendo ele? – sim, muito, quero que você goze e engula toda minha porra, e depois te coma gostoso... – sim, putinha, vou tomar tudo porque sou muito vadia e a partir de hoje, SUA vadia. Ela continuou chupando como uma profissional até que eu não aguentei mais e gozei, foram três jatos fortes que ela recebeu tudo na boca, não deixou desperdiçar nem uma gota, deixou limpinho limpinho hahaha. – gostou? Vou embora ou ganhei uma boa foda? Não falei nada, só levei ela até o escritório, levantei a saia dela, ela tinha uma tanga vermelha pequenina, divina. Passei a mão na bunda dela e deslizei meus dedos pela pussy, ela estava encharcada – você tá molhada, isso é por causa do meu cock, sua slut – sim, é por e pro seu cock, quero sentir ele bem dentro. – pra isso tem tempo…
Levantei ela, abri bem as pernas e enfiei minha língua na pussy, um gemido forte me deixou ainda mais excitado. Continuei chupando aquela pussy macia e yummy, meti dois dedos e chupei sem parar até ouvir – mmm... filho da puta, você vai me fazer gozar, nunca gozei com uma chupada de pussy, seu filho da puta, continua, não para, por favor. Isso me deixou louco até sentir ela gozar com um gemido lindo – gostou, sua slut, hein? – sim, pussy, agora quero que você me coma como uma slut, porque eu sou sua slut.
Enfiei o cock na pussy, entrou com muita facilidade por ela estar tão molhada. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a foder com força – ai, por favor, me fode, papai, adoro esse cock na minha pussy, me dá muito cock, por favor. – você gosta, sua slut? Sente meu cock entrando, sua slut? – sim, adoro, me fode mais, por favor.
Virei ela, fiz ela apoiar a barriga no escritório e falei – agora chegou a hora de eu comer essa bundinha yummy e tiny! – ui, Gus, por favor, pela tiny ass não, vai doer muito. – fica tranquila que você vai gostar, sua slut. Comecei a chupar a bunda dela, enchendo de saliva, meti um dedo, ela deu um gritinho – mmm... papai, mmm... eu gosto, devagar, quero que você faça minha tiny ass devagar, por favor. Meti outro dedo, já são dois entrando e saindo, encostei a cabeça do cock na bunda dela e empurrei devagar. – mmm... devagar com esse cock, você vai me deixar manca, seu filho da puta. Isso me deixou louco e empurrei com força, entrei até o fundo, e ela deu um grito forte – dói, papai, dói muito, fica quieto. – sim, sua slut, sente como seu cu tá cheio do meu cock? – mmm... sim, pussy, me fode, arrebenta meu cu, seu filho da puta, quero que esse cock deixe meu cu bem arrombado. aberto!!!!
Eu comi ela com muita força, ela tava muito gostosa, verdade que aquela bunda me deixava louco. –Você gosta, putinha? Gosta que eu arrebente seu cu? –Sim, Gus, adoro que você coma minha buceta, não sabe as noites que eu me toquei pensando nesse momento, sua puta. –Mmm... putinha, vou encher seu cu de porra. –Mmm... sim, sua puta, você tá arrebentando meu cu, por favor, goza dentro da minha buceta, filho da puta. Continuei bombando aquele cu por mais um tempo até gozar, e gozei muito, enchi o cu dela de porra. Desabei nas costas da July com o pau dentro da buceta dela, não tirei. Mmm... mmm... papai, adorei como você fodeu meu cuzinho, agora te peço, por favor, tira o pau da minha buceta, hahaha. Me virei pro lado, ela me olhou e disse –Mmm... seu pau tá cheio de porra, deixa eu limpar. Ela se ajoelhou e limpou com a língua. –Valeu, papai, espero que se repita. Me deu um beijo e foi embora, levando a bandeja com a xícara.
Uma secretária muito aplicada.
Valeu por ler, amigos. Aceito todas as críticas pra melhorar meus contos.
8 comentários - Secretária muito aplicada
Excelente relato