Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=BW2J4wHHtMsUm domingo de manhã, voltando da quitanda, uma voz doce me chamou da janela da casa que eu mais gostava de ver nos sábados à noite. Cheguei na porta e lá estava ela, como uma modelo moderna de Michelangelo ou Botticelli... ou seja, uma barriga linda destacada por uma camiseta de certo rato imperialista, uns presuntos enormes realçados pelo mini short pijama que se encaixava na virilha e aquele par de peitos deformando as orelhas do rato Miguel... o cabelo, do jeito que eu gostava, moreno, risca no meio, liso da noite anterior (já começava a dar pra ver as ondas nas pontas).
Entrei como se a conhecesse há anos e cumprimentei com um beijo profundo na bochecha, enquanto, me fazendo de besta, forçava ao máximo um choque de mamilos. A situação, junto com o cheirinho do perfume depois de uma noite de dança e sono, fez o passarinho começar a acordar.
— Passei...
— Que bom!!!
Eu não queria fazer nada que ela não quisesse... então fiquei parado...
— Ouviu? Passei!!!
— Que BOm!!!
— Cara, tu é devagar...
— Nos beijamos de língua, Yesica estava disposta a pagar a aula completa. Eu sabia, mas se tem uma coisa que me excita é a mulher que me trata de tímido e avança. Soltei a sacola e comecei a acariciar a cintura dela freneticamente, ela respondia com pulinhos e se pendurando no meu pescoço, dava pra sentir como os peitos queriam se libertar, então dei uma mão e voou a camiseta. No melhor estilo "O Carteiro Toca Duas Vezes", joguei as coisas que estavam na mesa e coloquei ela lá em cima... o short saiu... eu ia tirar o meu, mas ela fez isso docemente... começou a me masturbar enquanto aproximava meu pau da buceta... não aguentei mais e enfiei. A rola foi parar bem lá em cima, roçou os lábios inchados da buceta e se encravou no clitóris... Yesi começou a ofegar...
Nem curto nem preguiçoso, evitei a penetração e continuei estimulando o clitóris, pintando os lábios. e simulando investidas nele. Yesi gemia mais alto, tinha se apoiado na mesa e aberto os peitos... que caíam pros lados deixando o meio vazio... passei a língua sem parar de penetrar ela, ela me segurou pela nuca... senti a porra na porta, então me soltei... sou muito passional, qualquer roçada ou mudança de temperatura ou choques inesperados de partes do corpo que não participavam da ação, me fazem gozar antes do tempo... talvez com uma parceira fixa, essas coisas são engraçadas, mas não com a Yesi, eu sabia que ia ser a única vez.
Pra não parecer um maluco, mergulhei de boca na buceta dela. Ela me apertava com as pernonas e me fazia engasgar com o fluxo dela, me segurava com a técnica de luta "duplo nelson" e eu feliz... queria ficar morando ali dentro, mas ela me soltou... desceu da mesa e me deu uns tapas com as tetas... eu tinha ficado sentado no chão, então ela montou em mim... cavalgava devagar com um gemido quase imperceptível, me deitei pra contemplar a cena... o chão frio tinha me dado uma chance a mais de não gozar.
Ela se impulsionava da minha barriga cravando as unhas dos dedinhos (pintadas de vermelho que contrastava com a brancura dela), saía até a cabeça e afundava o ser dela devagar, quando chegava lá embaixo fazia um movimento de encaixe total.
Começou a acelerar... não acreditava que as tetas ficavam balançando sem se mexer... eram gigantes, precisaria de muito pra isso acontecer e a Yesica tava disposta a não enlouquecer.
Ela se aproximou de mim... sem parar de cavalgar, colocava os bicos dos peitos na minha boca, que eu chupava... se jogou com o corpo todo pra frente simulando querer me sufocar, eu peguei a teta dela com as duas mãos e aceitei o castigo... era uma brincalhona do caralho... mas eu não aguentava mais...
— sai que vou gozar...
Ela pulou igual mola... me beijou a barriga, desceu com a língua larga (Deus, aquele piercing quentinho) me beijou os ovos, percorreu meu pau ereto e mergulhou a boca nele. Uma... saiu um jato de porra... ela se afastou e continuou me masturbando sem tirar os olhos de mim, mas protegeu meu pau com os dois peitos que balançavam ao lado dela... o roçar dos bicos me fez soltar toda a porra. Ela se levantou e se limpou...
- Considere-se pago... mas se sentir minha falta, aqui tem meu telefone... isso sim, agora foi serviço por serviço... na próxima, uma trepada dessas, tá a partir de 600 conto.
Yesi tinha encontrado um jeito de bancar os estudos dela...
Entrei como se a conhecesse há anos e cumprimentei com um beijo profundo na bochecha, enquanto, me fazendo de besta, forçava ao máximo um choque de mamilos. A situação, junto com o cheirinho do perfume depois de uma noite de dança e sono, fez o passarinho começar a acordar.
— Passei...
— Que bom!!!
Eu não queria fazer nada que ela não quisesse... então fiquei parado...
— Ouviu? Passei!!!
— Que BOm!!!
— Cara, tu é devagar...
— Nos beijamos de língua, Yesica estava disposta a pagar a aula completa. Eu sabia, mas se tem uma coisa que me excita é a mulher que me trata de tímido e avança. Soltei a sacola e comecei a acariciar a cintura dela freneticamente, ela respondia com pulinhos e se pendurando no meu pescoço, dava pra sentir como os peitos queriam se libertar, então dei uma mão e voou a camiseta. No melhor estilo "O Carteiro Toca Duas Vezes", joguei as coisas que estavam na mesa e coloquei ela lá em cima... o short saiu... eu ia tirar o meu, mas ela fez isso docemente... começou a me masturbar enquanto aproximava meu pau da buceta... não aguentei mais e enfiei. A rola foi parar bem lá em cima, roçou os lábios inchados da buceta e se encravou no clitóris... Yesi começou a ofegar...
Nem curto nem preguiçoso, evitei a penetração e continuei estimulando o clitóris, pintando os lábios. e simulando investidas nele. Yesi gemia mais alto, tinha se apoiado na mesa e aberto os peitos... que caíam pros lados deixando o meio vazio... passei a língua sem parar de penetrar ela, ela me segurou pela nuca... senti a porra na porta, então me soltei... sou muito passional, qualquer roçada ou mudança de temperatura ou choques inesperados de partes do corpo que não participavam da ação, me fazem gozar antes do tempo... talvez com uma parceira fixa, essas coisas são engraçadas, mas não com a Yesi, eu sabia que ia ser a única vez.
Pra não parecer um maluco, mergulhei de boca na buceta dela. Ela me apertava com as pernonas e me fazia engasgar com o fluxo dela, me segurava com a técnica de luta "duplo nelson" e eu feliz... queria ficar morando ali dentro, mas ela me soltou... desceu da mesa e me deu uns tapas com as tetas... eu tinha ficado sentado no chão, então ela montou em mim... cavalgava devagar com um gemido quase imperceptível, me deitei pra contemplar a cena... o chão frio tinha me dado uma chance a mais de não gozar.
Ela se impulsionava da minha barriga cravando as unhas dos dedinhos (pintadas de vermelho que contrastava com a brancura dela), saía até a cabeça e afundava o ser dela devagar, quando chegava lá embaixo fazia um movimento de encaixe total.
Começou a acelerar... não acreditava que as tetas ficavam balançando sem se mexer... eram gigantes, precisaria de muito pra isso acontecer e a Yesica tava disposta a não enlouquecer.
Ela se aproximou de mim... sem parar de cavalgar, colocava os bicos dos peitos na minha boca, que eu chupava... se jogou com o corpo todo pra frente simulando querer me sufocar, eu peguei a teta dela com as duas mãos e aceitei o castigo... era uma brincalhona do caralho... mas eu não aguentava mais...
— sai que vou gozar...
Ela pulou igual mola... me beijou a barriga, desceu com a língua larga (Deus, aquele piercing quentinho) me beijou os ovos, percorreu meu pau ereto e mergulhou a boca nele. Uma... saiu um jato de porra... ela se afastou e continuou me masturbando sem tirar os olhos de mim, mas protegeu meu pau com os dois peitos que balançavam ao lado dela... o roçar dos bicos me fez soltar toda a porra. Ela se levantou e se limpou...
- Considere-se pago... mas se sentir minha falta, aqui tem meu telefone... isso sim, agora foi serviço por serviço... na próxima, uma trepada dessas, tá a partir de 600 conto.
Yesi tinha encontrado um jeito de bancar os estudos dela...
4 comentários - Yesica peituda: cumprindo promessas