A festa que começou tudo

Este é meu primeiro post pra essa comunidade que acho sensacional
Já faz um tempo que visito o Poringa, mas essa é a primeira vez que faço um post
espero que vocês gostem

Uma das razões pelas quais quis fazer esse primeiro post é porque recentemente tive uma experiência muito gostosa que nunca vou esquecer e quero compartilhar com essa comunidade do Poringa
Esse relato vai ter nomes diferentes dos reais

Sou do Distrito Federal, México, e como em todo lugar, aqui temos a bela tradição de esperar o Ano Novo com a Família, o máximo de gente possível, pais, irmãos, tios, avós, etc.
Pra celebração desse Ano Novo não seria diferente e toda a família já tinha se preparado há alguns dias pra esperar com uma ceia e dança esse novo ano. Quem mais se envolveu na organização foram, como sempre, os mais velhos da Família, ou seja, os tios e os avós. Eu gosto muito da minha família porque passamos pelo que poderia chamar de melhor das fases, temos primos de todas as idades, desde os trinta e poucos até os dezessete, eu tenho 24 anos e tô no meio termo de todos, embora pra ser sincero não convivo tanto com os mais novos, mas sim com os da minha idade pra cima, que são os primos com quem mais me dou.

Considero que toda nossa família é de classe média, somos de nível econômico médio e nosso nível de educação também é médio, a maioria de nós tem faculdade e trabalha, e os mais novos tão todos estudando, seja no ensino médio ou na universidade.
Da minha idade pra cima, a maioria dos primos são homens e algumas mulheres, todas já casadas e com filhos, dos homens tem alguns solteiros e outros que já casaram. Os mais novos, a maioria são mulheres, e só três homens, a mais nova das minhas primas é a Sonia, que tem 17 anos, é bem magrinha e muito meiga, quando você vê ela, imagina que é mais nova e a última coisa que passa pela sua cabeça é imaginá-la transando, a que vem Em ordem de idade, a primeira é a Alejandra, que já tem seus 19 anos. Ela também é bem magrinha e baixinha, mas dá pra ver que quando ela pegar mais corpo, vai ficar espetacular. A próxima na idade é a Laurita, que também tem 19 anos, mas é um pouco mais velha que a Alejandra, tanto em idade quanto em corpo. Sempre a vejo espetacular, ela é simpática e tem um corpo que me dá vontade de ficar olhando o tempo todo, embora não possa, porque na maioria das vezes a vejo junto com toda a família. Mas se eu a vejo em outro lugar, me faltam olhos para admirar todo o seu corpo lindo. Sempre vejo as camisetas coladas no corpo dela e fico imaginando como serão aqueles peitinhos jovens e brilhantes. Será que os biquinhos são clarinhos? Ou serão moreninhos? Serão pequenos? Serão grandes?

Na maioria das vezes que a vejo, ela está sempre bem vestida, já sabe muito bem como se vestir e parece que escolhe sempre a roupa mais provocante: calças super justas, blusas ajustadas e com decotes pequenos, mas provocadores.

Para essa reunião, ela foi vestida com leggings brancas e uma minissaia vermelha com babados, e uma blusa justa azul com estampas coloridas. Ela estava muito gostosa e dava pra notar um corpaço que, com certeza, já tinha tido algum tipo de experiência sexual, seja um amasso intenso ou, quem sabe, até já tinha transado.

Eu não conseguia controlar minha imaginação e o dever de não ficar olhando o corpo dela a cada 5 minutos. Para não fazer isso, tentava me afastar dela o máximo possível, ficando com meus primos mais velhos ou com meus tios. Mas toda vez que ela passava perto de mim ou que a gente se encontrava numa conversa, era quase impossível não virar para olhar os peitinhos dela ou a bundinha e a virilha debaixo de apenas 1 milímetro de tecido. Fiquei bem tenso com essa situação e preferia fazer outras coisas para não ter que lidar com isso.

A comemoração começou muito bem, todo mundo estava de excelente humor, dançando e zoando entre si. Eu passei um bom tempo dançando com minhas primas mais velhas. Algumas minas, só dancei 2 ou 3 vezes com ela, a verdade é que não danço muito bem e não queria passar vergonha na pista com ela. Com as outras, nem ligava, só tava fazendo aquilo pra me divertir e clarear a mente.

Depois que a janta acabou e depois do brinde clássico e da virada do ano, a maioria levantou pra dançar e alguns ficaram sentados conversando e bebendo uns copos. Eu ficava alternando entre dançar e tomar uns drinks, e ela passou a maior parte do tempo dançando com todo mundo e, de vez em quando, batendo papo sobre as coisas dela com minhas outras primas da idade dela, as mais novas. Um pensamento tava na minha cabeça o tempo todo: dançar com ela de novo e sentir, mesmo que por alguns minutos, aquela cinturinha pequena onde poucas mãos estiveram, aquelas mãos que poucas safadezas fizeram, mexer o corpo dela como poucos com certeza tiveram a chance.

De vez em quando, surgiam umas oportunidades de dançar com ela, e cada vez que eu sentia aquela pele super macia e branca, minha imaginação voava pra outros mundos, imaginando ela sem roupa e só comigo, aprendendo um monte de coisas sobre sexo que meus poucos anos tinham me ensinado e que eu podia ensinar pra ela.

Minha relação com ela sempre foi bem moderada. A gente se dá bem e conversa de vez em quando, mas a verdade é que a gente tem pouquíssimas coisas em comum e não compartilha muitos interesses.

Conforme a festa foi avançando, lá pelas 3:30 da manhã, vários da família já estavam meio bêbados, tios e primos. Éramos poucos os que continuavam dançando, e a maioria tinha optado por sentar e falar de tudo com todo mundo. Ela e eu continuávamos dançando, eu me sentia cheio de energia ainda, acho que poderia ter ficado até as seis da manhã, mas tudo já tava indo pro fim e a maioria não tinha mais vontade de dançar. Aos poucos, foram sentando, e alguns já estavam até dormindo nos sofás ou sentados nos próprios lugares. Eu continuava pensando em dançar mais uma vez com ela, porque era uma das poucas que ainda dançavam. Já eram quase quatro da manhã, entre conversas, dança e bebidas, surgiu uma oportunidade única em toda a festa e eu tinha que aproveitar, porque não se repetiria por muito, muito tempo. Ela estava indo em direção à saída da casa, parecia que estava recebendo uma ligação ou algo assim. Ninguém pareceu notar que ela estava saindo, porque ela tinha ficado o tempo todo à vista de todos, e por alguns minutos ninguém perceberia que ela não estava mais entre os outros. A distância entre onde estava a festa e a saída da casa era de uns 20 metros. Eu notei quando ela saiu e olhei ao redor para ver se alguém estava olhando para ela enquanto ela se aproximava da saída. Isso me pareceu arriscado, porque se alguém a visse saindo e ao mesmo tempo me visse olhando para ela e reparando quem a observava, poderia pensar que eu queria sair para alcançá-la sem que ninguém percebesse. E foi exatamente o que aconteceu, graças a ninguém ter visto nem ela nem eu. Saí andando devagar, num tom bem tranquilo, como se estivesse indo fumar um cigarro. Não sabia o que ia fazer quando a alcançasse na saída, mas alguma coisa teria que me ocorrer. Cheguei até onde ela estava e, de fato, ela estava falando no celular. Estava de costas para a entrada, então aproveitei mais alguns momentos para olhar profundamente para a bundinha dela debaixo daquela minissaia tão excitante. Parecia que ela estava falando com o namorado ou algum pretendente, porque diziam que iam se ver durante a semana e trocavam bons desejos constantemente. Quase no final da ligação, ela me olhou, e eu fingi surpresa por encontrá-la ali, para que ela não suspeitasse que já estava há alguns minutos admirando aquele bundão gostoso. Quando ela me olhou, disse:
— E aí? O que cê tá fazendo? Não te vi quando você saiu...
Respondi:
— Desculpa, não sabia que você estava aqui. Não tô atrapalhando, né?
Laurita:
— Não, de jeito nenhum. Meu namorado ligou e eu tive que sair por causa do barulho lá dentro.
— Veio fumar?
Eu: — Não, na real, acho que largar isso vai ser uma das minhas primeiras metas (umas risadinhas).

Laurita:
— Uuuuuh, eu já tô com vontade de um faz tempo e pensei que talvez você tivesse um, aí eu fumava um sem ninguém ver.

Eu:
— Bom, na verdade eu tenho, mas tô falando sério sobre largar.
— Quer um?

Laurita:
— Siiim, por favooor, mas não conta pra ninguém que eu fumei.

Eu:
— Claro que não, desde que você não conte que eu te dei.

Laurita:
— Ahhhh, claro que não, valeu, priminho.

Eu:
— Não imaginava que você fumava.

Laurita:
— Só de vez em quando, e não fumo mais de um por dia.
— Dessa vez tava com muita vontade, além disso, acho que esse frio pede um.
— Fuma um comigo.

Eu:
— Valeu, Laurita, mas quero mesmo ficar um bom tempo sem.

Laurita:
— Bom, fazer o quê, não quero que por minha culpa você não comece suas metas desse ano.

Logo depois de entregar o cigarro, ela tirou um isqueiro do decote, o que me deixou de olhos e boca abertos, porque acabei vendo um pouco mais do que devia e também porque me surpreendeu ela estar preparada caso tivesse chance de fumar. Vinham na minha mente cenas de várias mulheres com quem eu tinha transado e que, de vez em quando, também carregavam isqueiros no decote pra fumar a qualquer momento. Aquela cena me encheu de uma morbidez extrema, porque eu imaginava a Laurita como uma daquelas mulheres com quem eu tinha transado tantas vezes, umas putinhas e vagabundas que adoram ser comidas e penetradas. Eu a imaginava segurando e chupando meu pau prestes a explodir de tanto sangue, imaginava ela deitada na cama com o corpo todo entregue à minha disposição e à minha luxúria, imaginava a bunda e a bucetinha dela super apertadas por nunca terem recebido um pau bom, imaginava a bucetinha dela cheia do meu leite escorrendo depois de uma sessão de sexo do caralho.

Ela pareceu notar meu espanto, só riu e falou:
— Ha ha ha, o que foi? Parece que viu um fantasma.

Eu:
— Desculpa, Laurita, é que não imaginava que... até isqueiro você andava trazendo pra fumar se pintar a oportunidade
Laurita:
- Kkkk Não, idiota, acabei de pegar de uma mesa, na verdade tava tentando roubar um cigarro também mas não tinha conseguido, você me poupou de continuar procurando um,
- Só consegui enfiar aqui porque minha saia não tem bolsos, olha
Eu:
- Ah, Laurita, não faz isso não, porque me deixa meio mal
Laurita:
- Kkkkkk Por quê?
Eu:
- Ora, se olha só, Laurita, quem é que não vai ficar mal com um corpo desse?
Laurita:
- Aaaaai, primo, não mente, mas valeu de qualquer jeito, vou considerar um elogio, mesmo não sendo verdade
Eu:
- Claro que é verdade, como é que se nota que você não tem espelho em casa
Laurita:
- Kkkk aaaai, como você é, primo, que doce

Nessa hora ela já tinha terminado de fumar e me perguntou se eu não tinha uns chicletes pra ninguém perceber o cheiro de cigarro, falei que não, mas que um copo de tequila também podia ajudar a disfarçar que ela tinha fumado, ela disse que sim, mas que a gente teria que sair de novo sem ninguém notar, porque já tinham deixado ela tomar uns drinks e não iam permitir que bebesse mais.

Entramos separados de novo na festa e eu me virei logo pra pedir uma tequila e, sem trocar olhares, em poucos minutos já estávamos os dois lá fora de novo e eu levava meu copo pra dar pra ela.

Quando a gente se viu lá fora, ela tava com um olhar que me excitou pra caralho, a gente tava fazendo algo escondido de todo mundo, dava pra gente estar transando e ninguém ia nos procurar por vários minutos, meu pau tava duro pra cacete, parecia que ia explodir a qualquer momento.

Ela tomou o copo e me agradeceu por ter trazido

Não sei o que exatamente passou pela minha cabeça naquela hora, não sei como tive coragem de fazer o que fiz, não sei o que vai acontecer depois, mas enfim, já tá feito e o que rolar vou contar pra vocês antes de qualquer um

Quando a gente se virou pra entrada da casa, ela já tava se preparando pra entrar Primeiro que eu, pelo fato dela ter virado de costas pra mim e ficado de frente pra porta, pronta pra abrir e entrar, eu vi aquela bunda incrível dela e a cintura super fininha. Talvez fossem as doses que eu já tinha tomado, a morbidez de tudo que eu vinha imaginando, ou sei lá o quê, mas eu coloquei meu rosto no ombro dela, cheirei o cabelo dela, pus minha mão direita no meio da bunda dela e falei:

— Laurita, você é uma gostosa do caralho, é linda demais. Como eu queria não ser seu primo e ter a chance de ficar mais tempo com você.

Apertei minha mão contra o cu dela enquanto falava essas palavras, e foi uma sensação única, de estar fazendo algo tão ousado, tão proibido e tão safado, que quase gozei na hora.

Depois que isso aconteceu, entrei em estado de choque e falei comigo mesmo:

— Mas que porra eu fiz? Já era, agora ela vai entrar em casa, vai me dedurar, e vou tomar uma surra de todo mundo. Não vou escapar dessa, droga. Melhor eu sair correndo daqui... melhor fingir que já tô muito bêbado e ficar aqui fora caído, quem sabe assim eu me livro... não acredito que fiz isso!!

Na mesma hora, ela ficou chocada e assustada com o que eu fiz, embora eu não saiba o que ela pensou. Ela só entrou em casa, não falou uma palavra comigo e nem virou pra me olhar. Só entrou em silêncio.

Eu fiquei lá fora esperando que viessem me buscar pra me dar a maior surra da minha vida. Tava tremendo e pensando seriamente em sair correndo dali pra evitar a merda toda que estava por vir. Por algum motivo, não fugi. Não sei por quê. Tinha uma esperança muito pequena de que tudo ia ficar bem. Não saí correndo, só esperei e esperei.

Passaram uns quinze minutos e ninguém saiu. Só um dos meus primos, que também tinha recebido uma ligação. Vale dizer que, quando vi ele saindo, quase meu coração saiu pela boca, pensei que tinha chegado a hora. Mas nada, não aconteceu nada.

Decidi entrar, pensando no pior que poderia me acontecer. Pra minha surpresa, a festa continuava igualzinha a antes. tinha ido embora, alguns ainda dançando, e a maioria sentada nas mesas. Rapidamente tentei localizar a Laurita e a vi num dos sofás sentada com outras primas e, para minha surpresa, ela estava conversando super feliz, como se tivesse sido com outra que eu tivesse desrespeitado do jeito que fiz. Não sabia como agir, não sabia o que dizer, estava envergonhado pelo que fiz e ao mesmo tempo surpreso por não ter dado em nada. Não queria falar com ninguém, não queria nem olhar pra ninguém, só queria ir embora e que a festa acabasse de uma vez por todas.

Comecei a me despedir pra ir embora, mas todo mundo começou a falar pra eu não ir, que a gente ficasse até o amanhecer. Eu recusei na hora e estava decidido a vazar, mas a maior surpresa veio quando a Laurita disse:

— Primo, espera mais um pouco, não vai deixar a festa assim do nada, vai?

Meu cérebro começou a funcionar a mil por hora depois disso, fiz mil suposições, umas boas e outras aterrorizantes.
— Ela vai esperar o melhor momento pra se vingar de mim.
— Vai fingir tudo pra quando se vingar ninguém desconfiar dela.
— Vai contar pro namorado e pros amigos dela me darem uma surra dessas um dia desses.
— Ela mesma vai se vingar com uma arma ou algo assim.
— Ou talvez a safada gostou e quer que eu termine o que comecei, quer que eu penetre a bunda virgem dela, quer que eu faça minha aquela bucetinha apertadinha, quer que eu pegue com minhas mãos e estrangule os peitos lindos dela, quer que eu goze nela quantas vezes uma noite louca de sexo permitir.

Fiquei só mais uma hora até que vários também se despediram, e a festa começou a acabar. Quando me despedi dela, não quis nem olhar nos olhos dela. Ela se despediu como se nada tivesse acontecido, pegou minha mão e disse:

— Tchau, primo, se cuida. A gente se vê daqui uma semana no bolo de Reis, não esquece.

1 comentários - A festa que começou tudo

Noooooooo lo caliente que y quedaste.

Muy buen relato y a esperar por esa linda rosca que te vas a comer !