Era a noite de 16 de setembro, e pelo que lembro, depois de terminar o trabalho naquele dia, eu e vários colegas fomos cair na farra no centro da cidade. Passamos no palácio pra ouvir o grito da independência, que dessa vez a gente resolveu prestigiar. Não é muito comum a gente se reunir pra essas comemorações, mas essa era uma ocasião especial — a gente tinha conseguido encaixar nosso projeto com o resultado que queria, e, com o objetivo alcançado, decidimos ir comemorar... o clima tava maravilhoso... passamos por vários bares e botecos, e lá pelas 3 da manhã resolvemos ir descansar... Paulina era a novata no grupo, tava há pouco tempo na cidade, e me pediu pra ficar no meu apê naquela noite até amanhecer, porque o lugar onde ela alugava era meio longe e não tinha como ir pra lá naquele horário... eu, por minha vez, moro perto da área onde a gente tava e topei dar um abrigo pra ela, e assim a gente ia passar mais um tempo junto até o dia clarear... quando chegamos, ficamos à vontade e batemos um papo sobre os acontecimentos nacionais e locais, o tempo passou e a gente não parou de beber, então acabamos dormindo nos sofás onde estávamos... com o estômago meio embrulhado, levantei às 6 da manhã quando o despertador tocou, fui procurar a Paulina e ela tava tão apagada que eu carreguei ela como dava e levei pro quarto pra ela terminar de dormir... tava no banheiro quando notei que o pote dos comprimidos que às vezes uso pra dormir tava destampado, e percebi que minha nova amiga tava misturando droga com bebida, então caiu a ficha de que a inconsciência dela não era normal — ela realmente tava sem chance de acordar tão cedo... eu fui dormir também naquele momento e me joguei na cama junto com ela... e, como uma coisa muito estranha, bateu um tesão muito forte em mim, ao ver o rosto dela, o corpo dela e a... Estado indefeso, me deu vontade de começar a tocar ela devagar primeiro, e como se um estouro repentino explodisse em mim, comecei a mexer nela com força e a tirar a roupa dela rapidamente. Senti um desespero sem explicação, como se aquilo que eu tava fazendo tivesse que acabar o mais rápido possível... e vi ela completamente pelada na cama, aí eu mesma me despi também com muita pressa. Foi aí que aconteceu: coloquei meu corpo em cima do corpo dessa criatura gostosa e beijei ela na boca, com meus dedos abri a boca dela e encostei a minha na dela e beijei tanto que pude pra não deixar ela sem respirar. Peguei os peitos dela com minhas mãos, depois desci minha boca até eles e chupei como se quisesse arrancar a alma dela. Não consegui me segurar mais e abri as pernas dela e coloquei minha buceta na dela, aí comecei a me mexer de cima pra baixo com movimentos contínuos e com tanta raiva que não entendo como ela não acordava. Fiz esse movimento por quase 10 minutos sem parar enquanto apalpava e beijava ela como se ela realmente estivesse acordada. Minha mente tava muito confusa e aí senti a necessidade de penetrar ela e ser penetrada, mas eu não sou do tipo que usa vibradores ou consolos, mas também não queria usar nada que não fosse o corpo da mulher que tava na minha cama. Então montei em cima do pé esquerdo dela enquanto com meus dedos abria a buceta dela devagar. A gente ficou um tempão se penetrando quase até a desesperação... a minha, claro... aí fui pra cozinha, peguei um filé grande do congelador, descongelei no micro-ondas, enrolei no plástico de embalar comida que gruda no alimento, e improvisei um consolo grande, firme, comprido e macio. Passei o creme dos cosméticos e levei até o quarto, onde enfiei na buceta da minha amiga. Depois enfiei em mim, ficando na posição de tesoura, peguei ela pelas mãos e puxei ela pra perto de mim e me aproximei dela enquanto minha amiga continuava inconsciente, eu penetrava ela e me penetrava com fúria e movimentos circulares, de um jeito que quase gozei. Fiquei perto de gozar depois de um tempo que a gente ficou nessa posição, mas parei pra depois trocar de posição. Aí levantei a perna esquerda dela e subi em cima de novo, claro, depois de tirar o consolo das nossas bucetas. Então comecei a tribadar de novo com a mesma intensidade da primeira vez, mas agora só aguentei cinco minutos, porque não resisti mais e tive um orgasmo que me deu quase um minuto de tremores em cima do corpo dela... esvaziei o conteúdo da minha buceta em cima da dela e desmaiei por cima. Fiquei dormindo em cima dela e, na manhã seguinte, consegui me levantar antes dela acordar, arrumei tudo e limpei os vestígios do que fiz. Ela nunca percebeu o que rolou naquela noite, e espero que nunca descubra. A gente só continuou sendo amigas... !!!
Outro dia no trabalho, me senti ainda mais estranha, porque toda vez que via a Paulina, dava uma vontade louca de abraçar e beijar ela como na noite anterior, mas só ficava olhando e admirando os encantos dela, que continuavam mexendo com meu corpo... que me deixavam... vamos dizer assim, com tesão e vontade de aproveitar ela de novo. Fiquei pensando muito em como chegar nela e tentar convencê-la a ficar comigo de novo, talvez assim eu pudesse me confessar e dar um jeito de não perder a amizade dela, o que parecia quase impossível, já que não dava pra ver nenhum sinal de que ela pudesse gostar de mulheres.
Dias depois, com um plano, ou melhor, com a esperança de que, ao convidá-la de novo pro meu apê, não me faltassem palavras pra contar o que rolou naquela noite, me animei a convencê-la a fazer um encontro só nós duas pra continuar a conversa que começamos na semana anterior. Ela topou, o que me deixou muito feliz e quase... empolgada com a possibilidade de alcançar meu objetivo... já quase noite, saindo do trabalho, chegamos de carro no apartamento, não sem antes comprar as bebidas e a comida que íamos curtir naquela noite. Enquanto conversávamos, preparávamos a comida e bebíamos, ríamos e nos divertíamos. Não tinha percebido o quão inteligente ela era até começar a falar de um livro que estava escrevendo, o que me surpreendeu, porque não esperava que ela tivesse esse tipo de ambição na vida. Ela me disse que adorava ficção científica e ocultismo, e que tinha várias ideias, mas ainda não tinha concretizado nenhuma — só tinha fragmentos gerais das histórias escritos, sem juntar tudo numa trama com conteúdo suficiente para encher um livro. Já na sobremesa, pra puxar o assunto, perguntei se ela não se interessava por erotismo como possibilidade de pesquisa e escrita... aí ela confessou que já tinha pensado nisso, que até leu contos na internet e estudou o Kama Sutra, além dos autores e histórias mais relevantes, mas chegou à conclusão de que preferia as diferentes correntes de histórias que se escrevem em sites pornô; que até chegou a ver vídeos que nunca imaginou que existisse aquele tipo de relação sexual... me senti muito estranha naquele momento, como se a bebida tivesse subido rápido demais e minhas palavras, que tentavam ser emotivas pra expressar o que tinha acontecido, soaram como as de uma bêbada que ficou sem conseguir falar... Outro dia, de manhã, estava acordando deitada na minha cama, coberta da cintura pra baixo e pelada, com uma puta dor de cabeça e uma vontade de mijar como se minha buceta tivesse arrebentado... Corri rápido pro banheiro pra aliviar minha necessidade corporal e, entre o sono e a vigília, comecei a lembrar aos poucos do que rolou na noite anterior e fiquei presa na última conversa. que tivemos Paulina e eu, saí pra procurar ela ou talvez encontrar algum vestígio do que aconteceu, mas estava tudo como eu lembrava da noite anterior, só percebi que o aparelho de DVD tinha um pendrive que não era meu, então pensei que minha amiga tinha ficado vendo filmes ou vídeos e esqueceu de tirar o pendrive do aparelho... fui tomar banho e me trocar pra continuar dormindo um pouco mais, já que me sentia cansada... não sei do quê... mas meu corpo doía como se eu tivesse corrido mais do que meu organismo aguentava.
Já mais tranquila, lembrei que o pendrive estava no DVD e fiquei curiosa pra saber o que a Paulina tinha visto, talvez tivesse deixado um pornô... pensei... ri... fiquei em choque quando vi que era uma gravação dela na frente de uma câmera, acho que do celular dela, sentada no mesmo lugar onde eu estava, falando pra câmera e se dirigindo a mim... Ela dizia o seguinte: Amiga... espero que o que coloquei na sua bebida não te incomode muito de manhã, o que você vai ver agora é um agradecimento meu pelo que você fez na semana passada... Sabe, o que eu tomei combinado com o que você tinha no banheiro naquela noite me deixou num estado de congelamento do corpo; eu tava consciente do que acontecia, mas não conseguia me mexer, nem falar, nem abrir os olhos... Algo parecido com o que acontece com quem não reage à anestesia numa cirurgia... mas mesmo assim... (Ela esboça um sorriso)... Não vou dizer que o que descobri naquela noite me desagradou... então, pra saber se o que aconteceu vai nos unir ou separar, decidi que você ia passar pelo mesmo... mas, como não sei como foi que a combinação de remédios aconteceu, bom, caso você não tenha percebido, deixei nesse adaptador de microSD um vídeo do meu celular onde você vai ver o que aconteceu com você esta noite... e então eu vi como ela levava a Câmera apontada pro meu quarto, onde eu já tava pelada. Ela colocou a câmera no móvel na frente da cama e começou a se despir, fazendo um striptease na frente do aparelho. Comecei a ficar com tesão de ver o que ela tava fazendo, além de perceber que ela ia me usar do mesmo jeito que eu usei ela. Depois de tirar toda a roupa, ela pegou algo de lado, fora do quadro da câmera, e escondeu atrás de si pra não aparecer no vídeo. Levou até a cama, mostrou e colocou em cima da minha barriga: era um consolo enorme. Também pegou creme cosmético, só exibiu pra câmera e depois deixou do lado da cama, pronta pra usar. Me virou de lado pra câmera pegar a gente de perfil e me deixou deitada. Aí, com movimentos lentos e muito mais eróticos do que eu tinha feito com ela, começou a beijar meus peitos, lambendo em círculos com a língua enquanto se masturbava com uma das mãos. Devagar, foi subindo a boca até meu pescoço e vi ela colocar o corpo em cima do meu. Diferente de mim, ela não foi bruta; foi gentil. Segurou minha cabeça com as mãos e enfiou os dedos no meu cabelo enquanto me beijava do jeito mais romântico que eu podia imaginar. Na hora, vi no rosto dela como fechava os olhos quando enfiava a língua na minha boca, parecia alguém beijando a namorada com amor. Senti que nos movimentos dela tava misturado prazer e amor. Os peitos dela roçando nos meus, a cintura dela na minha, e os movimentos contínuos, lentos e rítmicos, duraram mais de meia hora sem parar, do mais fraco pro mais forte, até o clímax que veio quando ela jorrou em cima de mim todo o conteúdo da buceta dela. Pensei que não ia rolar mais nada, mas nessa hora notei o olhar dela mudando pra um tom mais safado ou perverso, e ela pegou o consolo, daqueles que amarram na cintura. Colocou ele, passou o creme sem nenhum Sem problema de demora nem de não saber usar o brinquedo. Foi então que ele enfiou em mim por quase 10 minutos, e igual da outra vez, de menos pra mais. E eu não podia acreditar que não acordava, porque saiu líquido da minha buceta e eu continuei dormindo… Isso me pareceu inacreditável… E mesmo assim eu estava vendo tudo… Mas não acabou por aí. Já com o corpo suado, e o meu também… ele me agarrou forte por um dos meus ombros e me virou de bruços… Aí fiquei estupefata quando vi que ele estava passando creme no meu cu… Nessa hora, eu quis gozar de novo… Ele enfiou os dedos lá com o creme, entre minhas nádegas, e foi enfiando o consolador no meu cu devagarinho até o máximo que dava, e com uma calma que não consigo explicar, montou nas minhas costas, com os peitos dele em cima das minhas omoplatas e o rosto dele na altura do meu perfil, enquanto beijava minha bochecha e o que alcançava da minha boca… Ele se movia com movimentos contínuos de cima pra baixo, firme e suavemente, se excitando de novo. Eu vi ela então, muito emotiva, me usando e me tomando por completo, e naquele momento eu quase tive um orgasmo. Ouvi ela gritar e gemir no meu pescoço e depois se deitar em cima de mim, e notei que ela gozou de novo. Dessa vez foi em cima das minhas nádegas, que ela ficou esfregando quase toda a sessão do que aconteceu… Ela tirou o brinquedo de entre minhas nádegas e limpou, aí levantou rápido e desligou a câmera… Amanhã tenho que voltar ao trabalho e não sei como vou reagir… Mas me sinto muito estranha e com tesão pelas possibilidades do que vamos continuar fazendo…!!!
Outro dia no trabalho, me senti ainda mais estranha, porque toda vez que via a Paulina, dava uma vontade louca de abraçar e beijar ela como na noite anterior, mas só ficava olhando e admirando os encantos dela, que continuavam mexendo com meu corpo... que me deixavam... vamos dizer assim, com tesão e vontade de aproveitar ela de novo. Fiquei pensando muito em como chegar nela e tentar convencê-la a ficar comigo de novo, talvez assim eu pudesse me confessar e dar um jeito de não perder a amizade dela, o que parecia quase impossível, já que não dava pra ver nenhum sinal de que ela pudesse gostar de mulheres.
Dias depois, com um plano, ou melhor, com a esperança de que, ao convidá-la de novo pro meu apê, não me faltassem palavras pra contar o que rolou naquela noite, me animei a convencê-la a fazer um encontro só nós duas pra continuar a conversa que começamos na semana anterior. Ela topou, o que me deixou muito feliz e quase... empolgada com a possibilidade de alcançar meu objetivo... já quase noite, saindo do trabalho, chegamos de carro no apartamento, não sem antes comprar as bebidas e a comida que íamos curtir naquela noite. Enquanto conversávamos, preparávamos a comida e bebíamos, ríamos e nos divertíamos. Não tinha percebido o quão inteligente ela era até começar a falar de um livro que estava escrevendo, o que me surpreendeu, porque não esperava que ela tivesse esse tipo de ambição na vida. Ela me disse que adorava ficção científica e ocultismo, e que tinha várias ideias, mas ainda não tinha concretizado nenhuma — só tinha fragmentos gerais das histórias escritos, sem juntar tudo numa trama com conteúdo suficiente para encher um livro. Já na sobremesa, pra puxar o assunto, perguntei se ela não se interessava por erotismo como possibilidade de pesquisa e escrita... aí ela confessou que já tinha pensado nisso, que até leu contos na internet e estudou o Kama Sutra, além dos autores e histórias mais relevantes, mas chegou à conclusão de que preferia as diferentes correntes de histórias que se escrevem em sites pornô; que até chegou a ver vídeos que nunca imaginou que existisse aquele tipo de relação sexual... me senti muito estranha naquele momento, como se a bebida tivesse subido rápido demais e minhas palavras, que tentavam ser emotivas pra expressar o que tinha acontecido, soaram como as de uma bêbada que ficou sem conseguir falar... Outro dia, de manhã, estava acordando deitada na minha cama, coberta da cintura pra baixo e pelada, com uma puta dor de cabeça e uma vontade de mijar como se minha buceta tivesse arrebentado... Corri rápido pro banheiro pra aliviar minha necessidade corporal e, entre o sono e a vigília, comecei a lembrar aos poucos do que rolou na noite anterior e fiquei presa na última conversa. que tivemos Paulina e eu, saí pra procurar ela ou talvez encontrar algum vestígio do que aconteceu, mas estava tudo como eu lembrava da noite anterior, só percebi que o aparelho de DVD tinha um pendrive que não era meu, então pensei que minha amiga tinha ficado vendo filmes ou vídeos e esqueceu de tirar o pendrive do aparelho... fui tomar banho e me trocar pra continuar dormindo um pouco mais, já que me sentia cansada... não sei do quê... mas meu corpo doía como se eu tivesse corrido mais do que meu organismo aguentava.
Já mais tranquila, lembrei que o pendrive estava no DVD e fiquei curiosa pra saber o que a Paulina tinha visto, talvez tivesse deixado um pornô... pensei... ri... fiquei em choque quando vi que era uma gravação dela na frente de uma câmera, acho que do celular dela, sentada no mesmo lugar onde eu estava, falando pra câmera e se dirigindo a mim... Ela dizia o seguinte: Amiga... espero que o que coloquei na sua bebida não te incomode muito de manhã, o que você vai ver agora é um agradecimento meu pelo que você fez na semana passada... Sabe, o que eu tomei combinado com o que você tinha no banheiro naquela noite me deixou num estado de congelamento do corpo; eu tava consciente do que acontecia, mas não conseguia me mexer, nem falar, nem abrir os olhos... Algo parecido com o que acontece com quem não reage à anestesia numa cirurgia... mas mesmo assim... (Ela esboça um sorriso)... Não vou dizer que o que descobri naquela noite me desagradou... então, pra saber se o que aconteceu vai nos unir ou separar, decidi que você ia passar pelo mesmo... mas, como não sei como foi que a combinação de remédios aconteceu, bom, caso você não tenha percebido, deixei nesse adaptador de microSD um vídeo do meu celular onde você vai ver o que aconteceu com você esta noite... e então eu vi como ela levava a Câmera apontada pro meu quarto, onde eu já tava pelada. Ela colocou a câmera no móvel na frente da cama e começou a se despir, fazendo um striptease na frente do aparelho. Comecei a ficar com tesão de ver o que ela tava fazendo, além de perceber que ela ia me usar do mesmo jeito que eu usei ela. Depois de tirar toda a roupa, ela pegou algo de lado, fora do quadro da câmera, e escondeu atrás de si pra não aparecer no vídeo. Levou até a cama, mostrou e colocou em cima da minha barriga: era um consolo enorme. Também pegou creme cosmético, só exibiu pra câmera e depois deixou do lado da cama, pronta pra usar. Me virou de lado pra câmera pegar a gente de perfil e me deixou deitada. Aí, com movimentos lentos e muito mais eróticos do que eu tinha feito com ela, começou a beijar meus peitos, lambendo em círculos com a língua enquanto se masturbava com uma das mãos. Devagar, foi subindo a boca até meu pescoço e vi ela colocar o corpo em cima do meu. Diferente de mim, ela não foi bruta; foi gentil. Segurou minha cabeça com as mãos e enfiou os dedos no meu cabelo enquanto me beijava do jeito mais romântico que eu podia imaginar. Na hora, vi no rosto dela como fechava os olhos quando enfiava a língua na minha boca, parecia alguém beijando a namorada com amor. Senti que nos movimentos dela tava misturado prazer e amor. Os peitos dela roçando nos meus, a cintura dela na minha, e os movimentos contínuos, lentos e rítmicos, duraram mais de meia hora sem parar, do mais fraco pro mais forte, até o clímax que veio quando ela jorrou em cima de mim todo o conteúdo da buceta dela. Pensei que não ia rolar mais nada, mas nessa hora notei o olhar dela mudando pra um tom mais safado ou perverso, e ela pegou o consolo, daqueles que amarram na cintura. Colocou ele, passou o creme sem nenhum Sem problema de demora nem de não saber usar o brinquedo. Foi então que ele enfiou em mim por quase 10 minutos, e igual da outra vez, de menos pra mais. E eu não podia acreditar que não acordava, porque saiu líquido da minha buceta e eu continuei dormindo… Isso me pareceu inacreditável… E mesmo assim eu estava vendo tudo… Mas não acabou por aí. Já com o corpo suado, e o meu também… ele me agarrou forte por um dos meus ombros e me virou de bruços… Aí fiquei estupefata quando vi que ele estava passando creme no meu cu… Nessa hora, eu quis gozar de novo… Ele enfiou os dedos lá com o creme, entre minhas nádegas, e foi enfiando o consolador no meu cu devagarinho até o máximo que dava, e com uma calma que não consigo explicar, montou nas minhas costas, com os peitos dele em cima das minhas omoplatas e o rosto dele na altura do meu perfil, enquanto beijava minha bochecha e o que alcançava da minha boca… Ele se movia com movimentos contínuos de cima pra baixo, firme e suavemente, se excitando de novo. Eu vi ela então, muito emotiva, me usando e me tomando por completo, e naquele momento eu quase tive um orgasmo. Ouvi ela gritar e gemir no meu pescoço e depois se deitar em cima de mim, e notei que ela gozou de novo. Dessa vez foi em cima das minhas nádegas, que ela ficou esfregando quase toda a sessão do que aconteceu… Ela tirou o brinquedo de entre minhas nádegas e limpou, aí levantou rápido e desligou a câmera… Amanhã tenho que voltar ao trabalho e não sei como vou reagir… Mas me sinto muito estranha e com tesão pelas possibilidades do que vamos continuar fazendo…!!!
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