O poema conta as sensações que um homem sente quando é vítima de um bondage muito pesado e, embora o final não especifique nada, quero que cada um que leia imagine seu próprio final. No entanto, o contexto onde pensei a história é o seguinte: A esposa trai o marido, deixando-se levar pelos prazeres que conheceu num submundo. Os vícios que experimentou são tão fortes que ela faz de tudo para conseguir mais. Ela vendeu o marido para pertencer a esse mundo de libertinagem do qual nunca quer sair, até o fim da vida.
Abro meus olhos... Tudo brilha ao meu redor
Enquanto sinto minha alma sendo arrancada aos poucos...
Dou um suspiro profundo, estou na costa...
oh meu amor... respiro meus últimos momentos,
enquanto suas mãos sujas percorrem meu corpo...
O céu azul fica preto...
a chuva branca cai em mim
Se você tem amor, melhor cuidar dele
as cordas cortam minha pele delicada
a hora negra se aproxima.
Eu vim do sul, onde o sol brilha
ela e eu seguimos um sonho, deixamos tudo...
mas agora a chuva escura nos persegue
e vira fogo em nossas cabeças
Me libertem do inferno, quem quiser... quem for...
O céu azul parece tão distante
a chuva branca queima a pele
se você tem amor, melhor cuidar dele..
os chicotes cortam nossa pele
as velas negras queimam meu espírito
se você tem amor, cuide dele
ouço os gemidos de prazer da minha esposa
já comeram a alma dela... oh, este é o fim...
a luz me abandonou.
Você vendeu minha carne por algumas moedas
o vício venceu a virtude, o sexo sobre o amor...
vejo apenas seu vestido de couro preto
e sua orgia de sensações sombrias com aqueles homens
correntes você colocou no seu melhor petisco...
eu sou esse seu prato, o banquete é meu sangue...
correm sobre meu peito fios de vermelho escarlate
apertam mais os nós tanto quanto sua buceta com eles
aí vem o martelo deles em minha direção.
Me libertem do inferno, quem quiser... quem for...
quem ler Isso, saiba que você está no centro do vazio final...
Abro meus olhos... Tudo brilha ao meu redor
Enquanto sinto minha alma sendo arrancada aos poucos...
Dou um suspiro profundo, estou na costa...
oh meu amor... respiro meus últimos momentos,
enquanto suas mãos sujas percorrem meu corpo...
O céu azul fica preto...
a chuva branca cai em mim
Se você tem amor, melhor cuidar dele
as cordas cortam minha pele delicada
a hora negra se aproxima.
Eu vim do sul, onde o sol brilha
ela e eu seguimos um sonho, deixamos tudo...
mas agora a chuva escura nos persegue
e vira fogo em nossas cabeças
Me libertem do inferno, quem quiser... quem for...
O céu azul parece tão distante
a chuva branca queima a pele
se você tem amor, melhor cuidar dele..
os chicotes cortam nossa pele
as velas negras queimam meu espírito
se você tem amor, cuide dele
ouço os gemidos de prazer da minha esposa
já comeram a alma dela... oh, este é o fim...
a luz me abandonou.
Você vendeu minha carne por algumas moedas
o vício venceu a virtude, o sexo sobre o amor...
vejo apenas seu vestido de couro preto
e sua orgia de sensações sombrias com aqueles homens
correntes você colocou no seu melhor petisco...
eu sou esse seu prato, o banquete é meu sangue...
correm sobre meu peito fios de vermelho escarlate
apertam mais os nós tanto quanto sua buceta com eles
aí vem o martelo deles em minha direção.
Me libertem do inferno, quem quiser... quem for...
quem ler Isso, saiba que você está no centro do vazio final...
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