Depois da sessão de sexo anal que eu e minha mãe tivemos no banheiro do shopping, ela em casa não olhou mais na minha cara, continuou fingindo uma forte dor de estômago e não saiu do quarto, e eu não tive coragem de procurá-la com medo de irritá-la e perder a chance de continuar aproveitando aquele bundão gostoso dela.
Na manhã seguinte, tudo parecia normal. Ela estava preparando o café dos meus irmãozinhos que iam pra escola, meu pai estava na sala de jantar lendo um jornal, e eu fui dar um beijo de bom dia nela. Vi ela com um camisola de dormir inteira que chegava acima dos joelhos, branca, que deixava adivinhar que por baixo ela tava de calcinha preta. Quando me aproximei e dei o beijo de bom dia, percebi que ela não tava de sutiã.
Eu: Bom dia, mamãe.
Mãe: Bom dia, meu coração, como você amanheceu?
Eu: Ah, eu tô bem, muito feliz por ter uma mãe tão gostosa como a senhora.
Mãe: Ai, meu filho, obrigada. Não me diga que eu tenho que dar o cu todo dia pra você me tratar tão bonito assim? (Risos)
Eu: Como é que a senhora pensa uma coisa dessas, mãe? É que eu te notei mais animada e gosto de te ver assim, só isso.
Mãe: Então não tem nada a ver com o de ontem?
Eu: Bem, é que a senhora não falou comigo ontem e eu não sabia o que tava pensando. Agora aproveito pra dizer que o de ontem foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, e não me arrependo de nada.
Mãe: Olha, meu filho, eu pensei bem e por mais que tente, não cabe na minha cabeça como eu deixei meu próprio filho me comer o cu. Pensa que pra mim é muito desconfortável, por causa do seu pai, até por você mesmo. Me espera um momento aqui.
Ela saiu pra levar o café pros meus irmãos e depois voltou pra pegar o do meu pai. Quando voltou, continuamos conversando.
Mãe: Não vou negar que ontem senti algo que nunca imaginei sentir, e muito menos com você. Mas que tipo de pessoa eu seria se não parasse com isso? Me diz aí.
Eu: Mas, mamãe, lembra que até a senhora... passou pela minha cabeça recorrer a outro homem e eu não podia permitir isso.
Mãe: aliás, você ainda não me contou como sabe tudo isso, né? Olha! Eu sei que prometi que a gente faria de novo, me diz como soube dessas coisas todas e eu te dou um trocado pra você se divertir, tá?
Eu: é que eu quero ficar com você, mãe, entende, né?
Nisso ela virou as costas pra mim e levantou o roupão por trás, pegou a calcinha preta dela e tirou com uma mão enquanto com a outra segurava o roupão, recolheu ela e jogou na minha cara,
Mãe: não gosta de ver isso?
Ela se inclinou pra frente e abriu as nádegas com as duas mãos, entre risadas eu soltei um uau, ela tinha as bolas chinesas enfiadas no cu e só o cordão pra puxar tava pra fora, guardei a calcinha no bolso do meu short, me aproximei e tirei a primeira bola, pude ver mais uma vez como o cu dela dilatava, depois enfiei de novo junto com meu polegar, que delícia,
Mãe: devagar, meu filho, senão depois não fecha mais, hahaha
Eu: tô com vontade de você, mamãe, o que a gente faz? Não me deixa assim, olha como você tá me provocando.
Nisso ouvimos meu pai levantar da mesa da sala e vir na nossa direção na cozinha, eu sentei no balcão e peguei uma torrada, ela fingiu que tava lavando louça e quando ele chegou não percebeu nada estranho. Só me falou pra me arrumar porque eu ia ajudar ele a abrir o negócio já que ele não queria que minha mãe saísse de casa hoje. Eu olhei pra minha mãe e com um sorriso safado falei pro meu pai que não tinha problema.
E foi isso, meu pai saiu pra levar meus irmãos na escola e eu fui pro quarto dos meus pais procurar minha mãe, ela já tava tomando banho e de fora, na porta do banheiro, eu contei como tinha descoberto o vício dela em sexo e em brinquedos anais, falei das câmeras, das conversas com a Laura, a vizinha, e ela entre risadas só falava que não acreditava.
Quando ela saiu do banho de toalha, me olhou nos olhos e, sorrindo, falou:
Mãe: então eu agrado você, né? Tem uma namoradinha pra dar no cu e quer se aproveitar da mamãe.
Ela tirou a toalha e, de costas pra mim, subiu na beirada dos pés da cama, ficou de quatro, enterrou a cabeça entre os braços e disse – vem, meu filho, aproveita da sua mamãe antes que eu me arrependa. Meu coração ia sair pela boca de emoção, de novo eu tinha a chance de comer minha mãe, mas dessa vez numa cama, como se eu fosse o marido dela, o homem dela ou, nessa ocasião, o amante. Ela insistiu – vem, meu filho, deixa eu sentir você dentro de mim de novo. Eu me aproximei, tirei a bermuda junto com a cueca, olhei de perto o cu fechado dela e, num impulso, peguei as nádegas dela e enfiei minha língua até o fundo.
Mãe: aii, pai, o que você tá fazendo comigo? O que é isso?
Comecei a lamber o cu dela, e ela não parava de rebolar a bunda de um lado pro outro, por causa da sensação de prazer que tava sentindo.
Eu: cê gosta do beijo negro, mamãe? Tô saboreando seu cu e adoro o gosto dele.
Mãe: hummm, sim, meu filho, já tinha ouvido falar disso antes, mas não imaginava que fosse tão gostoso assim, adorei, me dá mais língua um pouquinho, hummm.
Continuei lambendo e relambendo o cu dela, notei como ele se abria pra deixar minha língua passar, e por último, pra deixar bem preparado, cuspi um baita cusparada lá dentro e falei: já tá pronta, mãe.
Peguei meu pau e fui enfiando devagar, mas ela, na pressa, levantou a bunda e empurrou pra trás, metendo tudo de uma vez. Ahh, assim, assim é melhor, meu filho, me dá rápido antes que seu pai chegue, e começamos um entra e sai frenético. Era incrível ver como meu pau sumia no meio das nádegas dela, enfiava tudo e ela, toda ofegante, não parava de gemer. Peguei ela pelo cabelo, virei ela de frente pra mim e dei um beijo na boca dela enquanto pegava um dos peitos dela e mexia em círculos.
Mãe: a gente não tem perdão do céu, meu filho; vamos direto pro inferno (sem parar de rebolar a bunda pra frente e pra trás).
Eu: não sei você, mas agora eu tô no céu (risos dos dois).
Eu me preparei pra virar ela e meter na buceta dela, mas quando ela percebeu minha intenção, não deixou.
Mãe: não, não senhor, a gente tinha combinado que era só por trás, ou não lembra?
Eu: mas mãe, só um pouquinho, não seja assim.
Mãe: já te falei, meu cu é seu, deixa a xota pro seu pai.
Ela se levantou meio irritada e eu fiquei todo excitado. Por causa do meu impulso, nem consegui gozar dentro do cu dela. Enquanto me vestia, devolvi a calcinha que ela tinha jogado pra mim e saí de lá fingindo estar chateado.
Quando meu pai chegou, eu já tava pronto pra acompanhar ele pra abrir o negócio. O dia foi passando, e à tarde eu tava na universidade. Quando saí da aula, me surpreendi ao ver o carro de casa no estacionamento. Raramente passam pra me buscar, seja minha mãe ou meu pai, ainda mais porque eles não sabem meu horário. Me aproximei e era minha mãe.
Mãe: e aí, meu filho, como foi?
Eu: e aí, mãe, o que cê faz aqui? Pensei que tivesse brava comigo.
Mãe: não seja bobinho, meu filho, como é que vou ficar brava com meu outro marido? (risos).
Meu pau subiu na hora. Entrei no carro e no caminho ela me contou que tinha se falado no pin com a Ximena, uma colega minha, e pediu pra ela não me contar pra fazer uma surpresa. A Ximena deu o horário da saída, e ela decidiu vir me buscar desde o meio-dia, depois de ter acompanhado meu pai no ponto. Ela disse pra gente passar no shopping pra pegar meu pai e meus irmãos, fechar o negócio e ir pra casa.
Chegamos no estacionamento subterrâneo do shopping. Minha mãe estacionou o carro e eu ia descer quando ela segurou minha mão: — quero te dar um presentinho pra você ver como sua mãe te ama.
Ela soltou o cinto de segurança, pegou o zíper da minha calça, tirou meu pau da cueca, se ajeitou e, dizendo "espero que você goste", começou a lamber meu pau. Que sensação mais gostosa. Irmão, ela passava a língua na minha glande, e ficava ainda mais gostoso quando enfiava meu pau na boca dela o máximo que conseguia.
Mãe: ele gosta, filho, viu como sua mamãe te quer tanto que até te dá uma chupadinha.
Eu: nossa, mãe, que língua deliciosa a senhora tem, tá me fazendo gozar, mãe.
Mãe: bem, filho, se você não teve problema em enfiar sua língua gostosa na minha bunda, eu não tenho problema em saborear seu leite.
Ela continuou lambendo e chupando até que eu não aguentava mais e gozei dentro da boca dela, que loucura, não cuspiu nada, engoliu tudo toda sorridente.
Eu: ufa, mãe, obrigado, já fazia um tempinho que não recebia um boquete desses.
Mãe: pra você ver, filho, pra você ver.
Nós dois descemos do carro e quando ela ia colocar o alarme, um senhor se aproximou, que saiu de trás do nosso carro (o vigia).
Vigia: boa noite, desculpem, senhores.
Mãe: boa noite, sim, como vai?
Vigia: então, eu vi vocês entrarem no estacionamento e, como não saíram, resolvi ver o que estava rolando.
Minha mãe ficou nervosa, e eu também, esse filho da puta nos pegou.
Vigia: o que acontece é que sou novo, é meu segundo dia, e a verdade é que o que vocês estavam fazendo aí dentro acho que é proibido, né (o carro não tem insulfilm).
Mãe: como assim, senhor, do que o senhor está falando?
Vigia: ah, olha, senhora, não se faça, eu vi a senhora chupando o pau do menino aqui presente.
Mãe: mas como o senhor se atreve?
Vigia: então vai negar? Vai negar que estava dando um boquete nele aí na frente?
Eu: olha, senhor, por favor, diga logo o que quer, quanto quer.
Vigia: hahaha, o moleque é esperto, hein, pegando uma mulherão dessa pra meter o pau.
No meu pensamento, falei: ainda bem que não era ninguém conhecido.
Mãe: sim, senhor, diga logo quanto quer.
Vigia: hahaha, calma, minha senhora, em vez de perder tempo com esse moleque, por que não me dá uma dessas também, hein?
Eu me encaminhei pra onde ele estava. vigilante, mas ele, ao perceber meu movimento, puxou um baita pedaço de pau, e eu parei. Que idiota! Eu, que não quis sacar o revólver que tinha do outro lado.
Vigilante: calma, chinês, calma. Só quero que você compartilhe um pouco, nada mais. Só quero um boquete, simples assim, do mesmo jeito que ela te deu.
Nisso, o celular da minha mãe tocou. Ela atendeu: — Já tô chegando, não se desespera. — Tô sabendo, não se preocupa, tô a caminho.
Minha mãe se aproxima de mim e diz que é meu pai, que já vai fechar o ponto e vai sair pra nos esperar fora do estacionamento. — O que a gente faz? — ela me pergunta. — Seu pai vai nos pegar com essa gonorreia aqui.
Minha mãe anda, abre a porta do carro e sobe.
Vigilante: minha esposa, e então, como é que a gente vai fazer, ou o quê?
Mãe: venha, senhor, sobe um momento.
E eu, azul, pensando: o que minha mãe vai fazer? Vejo o vigilante subir no banco do carona e fechar a porta. Imaginei que minha mãe fosse dar uma boa grana pra ele. Dei a volta no carro e fui até a porta do motorista. Abri a porta e quase tive uma queda de pressão.
A cena: minha mãe toda acomodada ali na frente, com a bunda empinada, dando um boquete no vigilante. Ao perceber que eu tô vendo, ela faz um sinal com a mão pra eu esperar.
Eu: — Mas o que você tá fazendo? Como é que você teve essa ideia? (e eu com o pau a ponto de explodir).
Minha mãe me surpreende ainda mais quando vejo ela desabotoar o jeans apertado que tava vestindo. Entendi o recado. Puxei ele junto com a calcinha fio dental preta dela e baixei até os joelhos. Ela não parava de chupar o pau do vigilante, que ainda não fazia ideia de que era uma mãe e o filho. Ela soltou o pau do vigilante e me disse: — Me dá sua língua, papai. As palavras dela foram ordens pra mim. Enquanto ouvia a gargalhada do vigilante: — A putinha gosta de chineses, que pena. Não dei muita atenção e me dediquei a lamber o cu da minha mãe mais uma vez. — Assim, papai, assim, enfia sua língua até o fundo. O vigilante, cheio de curiosidade, tentou olhar onde eu tava dando a língua. pra minha mãe, notei que ela não conseguia ver nada — "você não vê que eu tô chupando o cu dela?" falei, ele sorriu e pegou a cabeça dela — "assim que chupa, foxy, imagino que pra esse você paga pra te comer".
Mãe: sim, pago e bem pago, ontem mesmo ele arrebentou meu cu e hoje de manhã me comeu por trás de novo.
Eu não conseguia acreditar na atitude da minha mãe, nunca pensei que ela pudesse ser assim. Enquanto isso, eu continuava enfiando e tirando minha língua do cu dela e às vezes olhava como ela seguia com o boquete no vigia, que já tinha tirado um peito dela da blusa e do sutiã. Notei que um carro se aproximava, então me afastei e fechei a porta do carro, e fiquei esperando ele passar. Já fazia uns cinco minutos desde a ligação do meu pai e o vigia não vinha. Quando abri a porta do carro de novo, vi o vigia com dois dedos enfiados no cu da minha mãe. Fiquei com tanta raiva, depois de tudo que eu tinha me esforçado. Não pensei duas vezes e foquei na buceta dela, comecei a dar linguadas. Ela reagiu na hora, virando pra me olhar; pensei que fosse ficar brava, mas que nada, ela piscou um olho pra mim, e entendi que tinha gostado. Continuei lambendo e notei que o vigia agora tinha três dedos dentro do cu dela, e ela já estava ofegante, quase gozando. Eu não aguentei mais e tirei meu pau ali mesmo no estacionamento, e aproveitando a distração da minha mãe com o pau do vigia, enfiei de uma vez só.
Mãe: ahh, que delícia, papi, que gostoso, mas isso é tão bom, hein?
Vigia: não me diga que já meteu, hahahaha.
Mãe: ahh, sim, sim, já meteu, e saiba que é a primeira vez que ele mete na frente, sabia? Sempre peço pelo cu.
Eu metia e tirava com muita velocidade, querendo gozar rápido. Notei quando o vigia gozou dentro da boca da minha mãe, e ele relaxou só pra ver o espetáculo, sem tirar os dedos do cu dela.
Mãe: me dá, papi, me dá assim, assim gostoso, sim.
Eu: você gosta, mamãe? (falei "mamãe" sem querer) Ela virou pra me olhar, e eu sabia que tinha feito merda, mas o segurança tava na dele e nem percebeu meu comentário.
Eu: vou gozar, vou gozar.
Mãe: não tira, enche minha buceta de porra, molha com seu leite, gostoso, não era isso que você queria? Me comer por trás? Agora também é sua.
Fiz isso, gozei dentro da boceta dela, e o segurança, vendo a ação terminar, agradeceu pelo momento e disse pra não nos preocuparmos, que ele só tava cobrindo o turno de um colega, que o posto dele era em outro shopping. De qualquer forma, minha mãe, com a calça jeans arriada e a calcinha fio-dental no joelho, tirou da carteira uma nota de 20.000 pesos, que era tudo que tinha, pra dar pra ele. O segurança sorriu e disse: — Não, senhora, já falei que não quero dinheiro. Ele se aproximou dela e deu um beijo que ela retribuiu com a mesma entrega. Depois ele foi embora. Enquanto arrumava a roupa, minha mãe falava:
Mãe: Viu do que a gente escapou? Por ficar de putaria, esquentadinhos.
Eu: Mas você não se divertiu, ou se divertiu?
Mãe: Tá com ciúme, é?
Eu: Não gostei de te ver naquela situação com aquele cara.
Mãe: Não viu que a gente escapou? Além disso, ele percebeu que eu não tinha mais grana pra oferecer. Também não vou negar que não desgostei totalmente, ele tinha uma ferramenta boa, hahaha.
Eu: Não acho graça, ele até te chamou de puta e gostosa.
Mãe: E você não me transformou numa gostosa? Primeiro me come no banheiro, depois me dá no cu de novo na cama do seu pai, e agora me come no estacionamento enquanto eu chupo o segurança. O que você me diz disso, hein?
Eu: Bom, mãe, verdade, a gente não se divertiu tão mal, né? Eu também curti muito. Vamos fazer de novo?
Ela pegou o celular e ligou pro meu pai, perguntando onde eles estavam. Disse pra eles darem a volta e que a gente já tava esperando dentro do estacionamento. Desligou o celular e falou:
Mãe: Fica esperto, filho, a gente tem uns cinco minutos. Não deixa meu cu pensar que não tem nada pra ele. Vamos, filhão, enfiar na mamãe de novo.
Ela me fez sentar no banco do carona novamente, com as calças e a cueca nos joelhos, igual a ela. Me deu umas lambidas pra reanimar meu pau e, sentando-se devagar em cima de mim, enfiou ele no meu cu.
Mamãe: Ahh, gostoso, você é o homem que eu mereço. Isso, papai, tá vendo como eu enfio tudo? Tá vendo, gostoso?
Eu: Mamãe, agora jura pra mim que vai me deixar te satisfazer sempre.
Mamãe: Claro, meu amor, já sou toda sua. Já sabe: CUZINHO PRO FILHO, BUCETINHA PRO FILHO E O RESTO PRO SEU PAI.
Quando meu pai e meus irmãos chegaram, já estava tudo arrumado. O aromatizador tinha apagado todo cheiro de sexo. Eu esperava no banco de trás, e minha mãe estava no banco do carona pra meu pai dirigir.
Conto pra vocês que minha história não termina aqui. No próximo relato, vou contar como convenci minha mãe a comer a vizinha Laura comigo, e o que aconteceu quando os planos deram errado porque o marido da vizinha pegou as duas.
Na manhã seguinte, tudo parecia normal. Ela estava preparando o café dos meus irmãozinhos que iam pra escola, meu pai estava na sala de jantar lendo um jornal, e eu fui dar um beijo de bom dia nela. Vi ela com um camisola de dormir inteira que chegava acima dos joelhos, branca, que deixava adivinhar que por baixo ela tava de calcinha preta. Quando me aproximei e dei o beijo de bom dia, percebi que ela não tava de sutiã.
Eu: Bom dia, mamãe.
Mãe: Bom dia, meu coração, como você amanheceu?
Eu: Ah, eu tô bem, muito feliz por ter uma mãe tão gostosa como a senhora.
Mãe: Ai, meu filho, obrigada. Não me diga que eu tenho que dar o cu todo dia pra você me tratar tão bonito assim? (Risos)
Eu: Como é que a senhora pensa uma coisa dessas, mãe? É que eu te notei mais animada e gosto de te ver assim, só isso.
Mãe: Então não tem nada a ver com o de ontem?
Eu: Bem, é que a senhora não falou comigo ontem e eu não sabia o que tava pensando. Agora aproveito pra dizer que o de ontem foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, e não me arrependo de nada.
Mãe: Olha, meu filho, eu pensei bem e por mais que tente, não cabe na minha cabeça como eu deixei meu próprio filho me comer o cu. Pensa que pra mim é muito desconfortável, por causa do seu pai, até por você mesmo. Me espera um momento aqui.
Ela saiu pra levar o café pros meus irmãos e depois voltou pra pegar o do meu pai. Quando voltou, continuamos conversando.
Mãe: Não vou negar que ontem senti algo que nunca imaginei sentir, e muito menos com você. Mas que tipo de pessoa eu seria se não parasse com isso? Me diz aí.
Eu: Mas, mamãe, lembra que até a senhora... passou pela minha cabeça recorrer a outro homem e eu não podia permitir isso.
Mãe: aliás, você ainda não me contou como sabe tudo isso, né? Olha! Eu sei que prometi que a gente faria de novo, me diz como soube dessas coisas todas e eu te dou um trocado pra você se divertir, tá?
Eu: é que eu quero ficar com você, mãe, entende, né?
Nisso ela virou as costas pra mim e levantou o roupão por trás, pegou a calcinha preta dela e tirou com uma mão enquanto com a outra segurava o roupão, recolheu ela e jogou na minha cara,
Mãe: não gosta de ver isso?
Ela se inclinou pra frente e abriu as nádegas com as duas mãos, entre risadas eu soltei um uau, ela tinha as bolas chinesas enfiadas no cu e só o cordão pra puxar tava pra fora, guardei a calcinha no bolso do meu short, me aproximei e tirei a primeira bola, pude ver mais uma vez como o cu dela dilatava, depois enfiei de novo junto com meu polegar, que delícia,
Mãe: devagar, meu filho, senão depois não fecha mais, hahaha
Eu: tô com vontade de você, mamãe, o que a gente faz? Não me deixa assim, olha como você tá me provocando.
Nisso ouvimos meu pai levantar da mesa da sala e vir na nossa direção na cozinha, eu sentei no balcão e peguei uma torrada, ela fingiu que tava lavando louça e quando ele chegou não percebeu nada estranho. Só me falou pra me arrumar porque eu ia ajudar ele a abrir o negócio já que ele não queria que minha mãe saísse de casa hoje. Eu olhei pra minha mãe e com um sorriso safado falei pro meu pai que não tinha problema.
E foi isso, meu pai saiu pra levar meus irmãos na escola e eu fui pro quarto dos meus pais procurar minha mãe, ela já tava tomando banho e de fora, na porta do banheiro, eu contei como tinha descoberto o vício dela em sexo e em brinquedos anais, falei das câmeras, das conversas com a Laura, a vizinha, e ela entre risadas só falava que não acreditava.
Quando ela saiu do banho de toalha, me olhou nos olhos e, sorrindo, falou:
Mãe: então eu agrado você, né? Tem uma namoradinha pra dar no cu e quer se aproveitar da mamãe.
Ela tirou a toalha e, de costas pra mim, subiu na beirada dos pés da cama, ficou de quatro, enterrou a cabeça entre os braços e disse – vem, meu filho, aproveita da sua mamãe antes que eu me arrependa. Meu coração ia sair pela boca de emoção, de novo eu tinha a chance de comer minha mãe, mas dessa vez numa cama, como se eu fosse o marido dela, o homem dela ou, nessa ocasião, o amante. Ela insistiu – vem, meu filho, deixa eu sentir você dentro de mim de novo. Eu me aproximei, tirei a bermuda junto com a cueca, olhei de perto o cu fechado dela e, num impulso, peguei as nádegas dela e enfiei minha língua até o fundo.
Mãe: aii, pai, o que você tá fazendo comigo? O que é isso?
Comecei a lamber o cu dela, e ela não parava de rebolar a bunda de um lado pro outro, por causa da sensação de prazer que tava sentindo.
Eu: cê gosta do beijo negro, mamãe? Tô saboreando seu cu e adoro o gosto dele.
Mãe: hummm, sim, meu filho, já tinha ouvido falar disso antes, mas não imaginava que fosse tão gostoso assim, adorei, me dá mais língua um pouquinho, hummm.
Continuei lambendo e relambendo o cu dela, notei como ele se abria pra deixar minha língua passar, e por último, pra deixar bem preparado, cuspi um baita cusparada lá dentro e falei: já tá pronta, mãe.
Peguei meu pau e fui enfiando devagar, mas ela, na pressa, levantou a bunda e empurrou pra trás, metendo tudo de uma vez. Ahh, assim, assim é melhor, meu filho, me dá rápido antes que seu pai chegue, e começamos um entra e sai frenético. Era incrível ver como meu pau sumia no meio das nádegas dela, enfiava tudo e ela, toda ofegante, não parava de gemer. Peguei ela pelo cabelo, virei ela de frente pra mim e dei um beijo na boca dela enquanto pegava um dos peitos dela e mexia em círculos.
Mãe: a gente não tem perdão do céu, meu filho; vamos direto pro inferno (sem parar de rebolar a bunda pra frente e pra trás).
Eu: não sei você, mas agora eu tô no céu (risos dos dois).
Eu me preparei pra virar ela e meter na buceta dela, mas quando ela percebeu minha intenção, não deixou.
Mãe: não, não senhor, a gente tinha combinado que era só por trás, ou não lembra?
Eu: mas mãe, só um pouquinho, não seja assim.
Mãe: já te falei, meu cu é seu, deixa a xota pro seu pai.
Ela se levantou meio irritada e eu fiquei todo excitado. Por causa do meu impulso, nem consegui gozar dentro do cu dela. Enquanto me vestia, devolvi a calcinha que ela tinha jogado pra mim e saí de lá fingindo estar chateado.
Quando meu pai chegou, eu já tava pronto pra acompanhar ele pra abrir o negócio. O dia foi passando, e à tarde eu tava na universidade. Quando saí da aula, me surpreendi ao ver o carro de casa no estacionamento. Raramente passam pra me buscar, seja minha mãe ou meu pai, ainda mais porque eles não sabem meu horário. Me aproximei e era minha mãe.
Mãe: e aí, meu filho, como foi?
Eu: e aí, mãe, o que cê faz aqui? Pensei que tivesse brava comigo.
Mãe: não seja bobinho, meu filho, como é que vou ficar brava com meu outro marido? (risos).
Meu pau subiu na hora. Entrei no carro e no caminho ela me contou que tinha se falado no pin com a Ximena, uma colega minha, e pediu pra ela não me contar pra fazer uma surpresa. A Ximena deu o horário da saída, e ela decidiu vir me buscar desde o meio-dia, depois de ter acompanhado meu pai no ponto. Ela disse pra gente passar no shopping pra pegar meu pai e meus irmãos, fechar o negócio e ir pra casa.
Chegamos no estacionamento subterrâneo do shopping. Minha mãe estacionou o carro e eu ia descer quando ela segurou minha mão: — quero te dar um presentinho pra você ver como sua mãe te ama.
Ela soltou o cinto de segurança, pegou o zíper da minha calça, tirou meu pau da cueca, se ajeitou e, dizendo "espero que você goste", começou a lamber meu pau. Que sensação mais gostosa. Irmão, ela passava a língua na minha glande, e ficava ainda mais gostoso quando enfiava meu pau na boca dela o máximo que conseguia.
Mãe: ele gosta, filho, viu como sua mamãe te quer tanto que até te dá uma chupadinha.
Eu: nossa, mãe, que língua deliciosa a senhora tem, tá me fazendo gozar, mãe.
Mãe: bem, filho, se você não teve problema em enfiar sua língua gostosa na minha bunda, eu não tenho problema em saborear seu leite.
Ela continuou lambendo e chupando até que eu não aguentava mais e gozei dentro da boca dela, que loucura, não cuspiu nada, engoliu tudo toda sorridente.
Eu: ufa, mãe, obrigado, já fazia um tempinho que não recebia um boquete desses.
Mãe: pra você ver, filho, pra você ver.
Nós dois descemos do carro e quando ela ia colocar o alarme, um senhor se aproximou, que saiu de trás do nosso carro (o vigia).
Vigia: boa noite, desculpem, senhores.
Mãe: boa noite, sim, como vai?
Vigia: então, eu vi vocês entrarem no estacionamento e, como não saíram, resolvi ver o que estava rolando.
Minha mãe ficou nervosa, e eu também, esse filho da puta nos pegou.
Vigia: o que acontece é que sou novo, é meu segundo dia, e a verdade é que o que vocês estavam fazendo aí dentro acho que é proibido, né (o carro não tem insulfilm).
Mãe: como assim, senhor, do que o senhor está falando?
Vigia: ah, olha, senhora, não se faça, eu vi a senhora chupando o pau do menino aqui presente.
Mãe: mas como o senhor se atreve?
Vigia: então vai negar? Vai negar que estava dando um boquete nele aí na frente?
Eu: olha, senhor, por favor, diga logo o que quer, quanto quer.
Vigia: hahaha, o moleque é esperto, hein, pegando uma mulherão dessa pra meter o pau.
No meu pensamento, falei: ainda bem que não era ninguém conhecido.
Mãe: sim, senhor, diga logo quanto quer.
Vigia: hahaha, calma, minha senhora, em vez de perder tempo com esse moleque, por que não me dá uma dessas também, hein?
Eu me encaminhei pra onde ele estava. vigilante, mas ele, ao perceber meu movimento, puxou um baita pedaço de pau, e eu parei. Que idiota! Eu, que não quis sacar o revólver que tinha do outro lado.
Vigilante: calma, chinês, calma. Só quero que você compartilhe um pouco, nada mais. Só quero um boquete, simples assim, do mesmo jeito que ela te deu.
Nisso, o celular da minha mãe tocou. Ela atendeu: — Já tô chegando, não se desespera. — Tô sabendo, não se preocupa, tô a caminho.
Minha mãe se aproxima de mim e diz que é meu pai, que já vai fechar o ponto e vai sair pra nos esperar fora do estacionamento. — O que a gente faz? — ela me pergunta. — Seu pai vai nos pegar com essa gonorreia aqui.
Minha mãe anda, abre a porta do carro e sobe.
Vigilante: minha esposa, e então, como é que a gente vai fazer, ou o quê?
Mãe: venha, senhor, sobe um momento.
E eu, azul, pensando: o que minha mãe vai fazer? Vejo o vigilante subir no banco do carona e fechar a porta. Imaginei que minha mãe fosse dar uma boa grana pra ele. Dei a volta no carro e fui até a porta do motorista. Abri a porta e quase tive uma queda de pressão.
A cena: minha mãe toda acomodada ali na frente, com a bunda empinada, dando um boquete no vigilante. Ao perceber que eu tô vendo, ela faz um sinal com a mão pra eu esperar.
Eu: — Mas o que você tá fazendo? Como é que você teve essa ideia? (e eu com o pau a ponto de explodir).
Minha mãe me surpreende ainda mais quando vejo ela desabotoar o jeans apertado que tava vestindo. Entendi o recado. Puxei ele junto com a calcinha fio dental preta dela e baixei até os joelhos. Ela não parava de chupar o pau do vigilante, que ainda não fazia ideia de que era uma mãe e o filho. Ela soltou o pau do vigilante e me disse: — Me dá sua língua, papai. As palavras dela foram ordens pra mim. Enquanto ouvia a gargalhada do vigilante: — A putinha gosta de chineses, que pena. Não dei muita atenção e me dediquei a lamber o cu da minha mãe mais uma vez. — Assim, papai, assim, enfia sua língua até o fundo. O vigilante, cheio de curiosidade, tentou olhar onde eu tava dando a língua. pra minha mãe, notei que ela não conseguia ver nada — "você não vê que eu tô chupando o cu dela?" falei, ele sorriu e pegou a cabeça dela — "assim que chupa, foxy, imagino que pra esse você paga pra te comer".
Mãe: sim, pago e bem pago, ontem mesmo ele arrebentou meu cu e hoje de manhã me comeu por trás de novo.
Eu não conseguia acreditar na atitude da minha mãe, nunca pensei que ela pudesse ser assim. Enquanto isso, eu continuava enfiando e tirando minha língua do cu dela e às vezes olhava como ela seguia com o boquete no vigia, que já tinha tirado um peito dela da blusa e do sutiã. Notei que um carro se aproximava, então me afastei e fechei a porta do carro, e fiquei esperando ele passar. Já fazia uns cinco minutos desde a ligação do meu pai e o vigia não vinha. Quando abri a porta do carro de novo, vi o vigia com dois dedos enfiados no cu da minha mãe. Fiquei com tanta raiva, depois de tudo que eu tinha me esforçado. Não pensei duas vezes e foquei na buceta dela, comecei a dar linguadas. Ela reagiu na hora, virando pra me olhar; pensei que fosse ficar brava, mas que nada, ela piscou um olho pra mim, e entendi que tinha gostado. Continuei lambendo e notei que o vigia agora tinha três dedos dentro do cu dela, e ela já estava ofegante, quase gozando. Eu não aguentei mais e tirei meu pau ali mesmo no estacionamento, e aproveitando a distração da minha mãe com o pau do vigia, enfiei de uma vez só.
Mãe: ahh, que delícia, papi, que gostoso, mas isso é tão bom, hein?
Vigia: não me diga que já meteu, hahahaha.
Mãe: ahh, sim, sim, já meteu, e saiba que é a primeira vez que ele mete na frente, sabia? Sempre peço pelo cu.
Eu metia e tirava com muita velocidade, querendo gozar rápido. Notei quando o vigia gozou dentro da boca da minha mãe, e ele relaxou só pra ver o espetáculo, sem tirar os dedos do cu dela.
Mãe: me dá, papi, me dá assim, assim gostoso, sim.
Eu: você gosta, mamãe? (falei "mamãe" sem querer) Ela virou pra me olhar, e eu sabia que tinha feito merda, mas o segurança tava na dele e nem percebeu meu comentário.
Eu: vou gozar, vou gozar.
Mãe: não tira, enche minha buceta de porra, molha com seu leite, gostoso, não era isso que você queria? Me comer por trás? Agora também é sua.
Fiz isso, gozei dentro da boceta dela, e o segurança, vendo a ação terminar, agradeceu pelo momento e disse pra não nos preocuparmos, que ele só tava cobrindo o turno de um colega, que o posto dele era em outro shopping. De qualquer forma, minha mãe, com a calça jeans arriada e a calcinha fio-dental no joelho, tirou da carteira uma nota de 20.000 pesos, que era tudo que tinha, pra dar pra ele. O segurança sorriu e disse: — Não, senhora, já falei que não quero dinheiro. Ele se aproximou dela e deu um beijo que ela retribuiu com a mesma entrega. Depois ele foi embora. Enquanto arrumava a roupa, minha mãe falava:
Mãe: Viu do que a gente escapou? Por ficar de putaria, esquentadinhos.
Eu: Mas você não se divertiu, ou se divertiu?
Mãe: Tá com ciúme, é?
Eu: Não gostei de te ver naquela situação com aquele cara.
Mãe: Não viu que a gente escapou? Além disso, ele percebeu que eu não tinha mais grana pra oferecer. Também não vou negar que não desgostei totalmente, ele tinha uma ferramenta boa, hahaha.
Eu: Não acho graça, ele até te chamou de puta e gostosa.
Mãe: E você não me transformou numa gostosa? Primeiro me come no banheiro, depois me dá no cu de novo na cama do seu pai, e agora me come no estacionamento enquanto eu chupo o segurança. O que você me diz disso, hein?
Eu: Bom, mãe, verdade, a gente não se divertiu tão mal, né? Eu também curti muito. Vamos fazer de novo?
Ela pegou o celular e ligou pro meu pai, perguntando onde eles estavam. Disse pra eles darem a volta e que a gente já tava esperando dentro do estacionamento. Desligou o celular e falou:
Mãe: Fica esperto, filho, a gente tem uns cinco minutos. Não deixa meu cu pensar que não tem nada pra ele. Vamos, filhão, enfiar na mamãe de novo.
Ela me fez sentar no banco do carona novamente, com as calças e a cueca nos joelhos, igual a ela. Me deu umas lambidas pra reanimar meu pau e, sentando-se devagar em cima de mim, enfiou ele no meu cu.
Mamãe: Ahh, gostoso, você é o homem que eu mereço. Isso, papai, tá vendo como eu enfio tudo? Tá vendo, gostoso?
Eu: Mamãe, agora jura pra mim que vai me deixar te satisfazer sempre.
Mamãe: Claro, meu amor, já sou toda sua. Já sabe: CUZINHO PRO FILHO, BUCETINHA PRO FILHO E O RESTO PRO SEU PAI.
Quando meu pai e meus irmãos chegaram, já estava tudo arrumado. O aromatizador tinha apagado todo cheiro de sexo. Eu esperava no banco de trás, e minha mãe estava no banco do carona pra meu pai dirigir.
Conto pra vocês que minha história não termina aqui. No próximo relato, vou contar como convenci minha mãe a comer a vizinha Laura comigo, e o que aconteceu quando os planos deram errado porque o marido da vizinha pegou as duas.
2 comentários - Cuca pro pai e bum pro filho II