Esse relato é a descrição de como descobri um vício recente da minha mãe: o de enfiar qualquer tipo de brinquedo sexual no cu dela e seguir com a vida como se nada, sem a menor vergonha, e de como eu consegui que ela me incluísse na vontade dela de explorar o sexo anal.
Meu nome é Kevin, tenho 21 anos, sou de Manizales, Colômbia. Sou universitário e meus pais, como bons "paisas", trabalham com comércio de mercadorias em grande escala. Minha família é composta pelo meu pai, José, de 48 anos; minha mãe, Milena, uma mulher bem cuidada, batalhadora e com um corpão graças a cirurgias estéticas na barriga, nos peitos e na bunda — trabalhos que fazem a gente esquecer que ela é uma senhora de 42 anos; e meus irmãos mais novos, minha irmã Xiomara, de 15, e meu outro irmão, José, de 18.
Tudo aconteceu há mais ou menos um mês. Cheguei em casa depois da faculdade e, ao entrar, encontrei minha mãe na sala com uma vizinha, Luísa, amiga e ótima cliente dela, já que minha mãe vende roupas, ouro e prataria. Cheguei, cumprimentei as duas bem educadamente e subi pro meu quarto no segundo andar. Tirei a roupa, vesti um shorts e fiquei de regata. Não tirei as meias e, descalço, desci pra cozinha. Quando comecei a descer, a primeira coisa que vi foi minha mãe mostrando umas calcinhas minúsculas pra vizinha, que olhava cada detalhe. Nisso, voltei pra não atrapalhar e fiquei de olho pra ver que tipo de calcinha a vizinha gostava.
Elas conversavam sobre preços, dando risada, mas numa dessas a vizinha pegou uma calcinha vermelha, levantou pra ver uma abertura pequena no meio e disparou:
— Essas vão matar o Lucho (o marido dela).
Minha mãe, num tom meio surpreso, perguntou:
— Sério que ele gosta dessas? São muito ousadas, olha, você já não é mais uma mocinha, né.
Minha mãe tinha razão: a vizinha devia estar perto dos quarenta também. Mas não é nada mal, minha mãe é conservadora no jeito de se vestir, nunca mostra mais do que deve, embora adore roupas bem justas, principalmente jeans. Eu não perdia um detalhe da conversa, até que minha vizinha solta uma bomba: — É que o Lucho agora tá mais alvoroçado que nunca, resolveu ficar fazendo sexo anal em mim toda noite.
Minha mãe: — Sério! Nessa altura do campeonato com essas porcarias, hein!
Minha vizinha: — Kkkkk, mas qual é, cê não vai me dizer que seu marido nunca fez isso ou pediu?
Minha mãe: — Nunca, claro, como é que você pensa? Nesse lado a gente é bem tradicional.
Minha vizinha: — Ah, Mile, você não sabe o que tá perdendo, mulher! É estranho no começo, mas depois você se arrepende de não ter feito antes. Eu adoro, viu? E quando o Lucho esquece de me dar por ali, eu mesma encaixo, minha filha (risos).
Minha mãe: — Sério! Não acredito em você, mulher. É que eu não consigo imaginar ter alguma coisa enfiada lá dentro, sabe?
Minha vizinha: — Só te digo pra tentar, e depois você me conta. Mas ó, se animar, primeiro tem que treinar o cu com um dilatador e óleos e essas coisas, aí quando seu marido for meter, não vai ter problema. Enquanto isso, vou levar essa calcinha fio-dental e a blusa vermelha, de certeza que meu marido vai amar esse presentinho.
A conversa terminou por ali. Eu me tranquei no quarto e bati uma punheta em homenagem à vizinha, à calcinha nova dela e à empolgação dela com a atividade anal. Olha, a bronha foi só porque no momento não tenho namorada, então foi algo brutal. Depois fiquei pensando no efeito que as palavras da vizinha teriam na minha mãe, e me convenci de que ela não teria coragem pra uma parada dessas.
Dois dias depois, fui ajudar meus pais no ponto que eles têm num shopping. Quando cheguei, só encontrei minha mãe, meu pai não estava. Ela tava de costas arrumando umas coisas e falando no celular, e decidi não interromper. Ela não percebeu minha presença, e atrás dela a... Ouvi dizer:
— Não, mija, te dei ouvidos. Ontem à noite a gente tava transando e perguntei pra ele sobre o que você me falou, mas não, ele me disse a mesma coisa que eu te disse, que a essa altura do campeonato a gente não vai ficar inventando moda, que ele já não tava mais pra esses trotes e que eu não viesse com ideias estranhas, pois é! Então a tentativa acabou por aí, amiga.
Nisso, eu fiz questão de me mostrar e me aproximei pra cumprimentar ela, falei que tinha vindo ajudar e ela disse que ia aproveitar pra pegar umas mercadorias que iam chegar. Depois que ela foi, aproveitei pra usar o computador do local e entrar no Mercado Livre pra ver o que poderia me interessar. Qual não foi minha surpresa ao encontrar, na última busca, as palavras "acostumador anal". Na hora, liguei os pontos: minha mãe tá realmente interessada em saber como é o sexo anal. Quando ela voltou com uns pacotes, recebeu uma ligação, disse que era da escola do meu irmão, que eu fosse buscá-lo correndo porque ele tava passando mal. Ela falou: "Vamos já". Ajudei ela a fechar o local na hora, mas o que achei estranho foi que ela não deixou os pacotes no local, colocou tudo no banco de trás do carro e fomos buscar meu irmão.
Quando chegamos na escola, falei que esperava no carro. Ela, na correria, nem percebeu minhas intenções. Assim que ela se afastou, vasculhei os pacotes, que estavam bem lacrados, mas rasguei um deles o suficiente pra ver o que era. De fato, vi uma peça pequena, umas bolas chinesas. Não podia acreditar. A situação tava escapando do meu controle, já tava me excitando só de imaginar minha mãe com essas coisas enfiadas no cu. Me apressei e deixei tudo no lugar.
Quando chegamos em casa, a primeira coisa que fiz foi pegar minhas economias de uma caixa e saí pra comprar umas microcâmeras espiãs disfarçadas em objetos que não tinham nada a ver com câmera. Comprei quatro, uma com formato de carinha feliz, uma era... um adesivo de carro e as outras duas eram tipo um botãozinho que grudava em qualquer superfície.
De manhã, antes de ir pra faculdade, consegui entrar no quarto dos meus pais enquanto eles tomavam café, coloquei uma no banheiro deles e a outra de frente pra cama de casal. Era realmente imperceptível, não ativei na hora porque, quando ligadas, a capacidade de gravação é de 7 a 8 horas, então só deixei elas lá.
Depois de tomar café e deixar meus irmãos na escola, fomos abrir a loja no shopping. Sabia que as microcâmeras na loja seriam mais úteis, então liguei elas na hora. Cada uma me daria pelo menos 7 horas de gravação contínua com som e alta qualidade. Sabia que lá minha mãe teria mais espaço, porque meu pai sai muito de manhã pras transportadoras buscar mercadorias. Com muito cuidado, coloquei uma no banheiro e liguei ela ali mesmo. A outra deixei ligada de frente pra escrivaninha, na parte de cima da grade da entrada, coberta com chiclete pra não aparecer. Me despedi dos meus pais e fui pra faculdade.
Lá pelas sete da noite, fui na loja antes de fecharem e peguei as duas microcâmeras que estavam lá. Depois do jantar, na solidão do meu quarto, revisei a câmera do banheiro da loja. Que surpresa do caralho! Depois de adiantar um pouco o vídeo, porque em duas horas não rolava nada, a câmera captou minha mãe entrando no banheiro com um pacote na mão. Ela desembrulhou e, claro, tava lá: era um dilatador anal. De uma sacola, tirou uns óleos, mais tipo lubrificantes, e passou ele todo. Ela tava com uma saia jeans acima do joelho, levantou a saia, tirou a calcinha fio dental e, com dificuldade, muita dificuldade mesmo, tentava enfiar o dilatador entre as nádegas, em pé no banheiro. Consegui ouvir:
— Ah, essa porra não entra, não sei como a Luísa gosta tanto disso.
Nisso, tipo... fez muito mais força do que antes e finalmente consegui enfiar,
- aiii filha da puta, eu mesma arrebentei meu cu! Porra, como dói essa brincadeira,
Tirei de novo e passei mais lubrificante, pra minha surpresa dessa vez consegui enfiar tudo do começo ao fim e descansei,
- agora sim enfiei tudo, agora vamos ver se é verdade que eu me acostumo, né!.
Lavou as mãos e arrumou a roupa de novo, pra minha surpresa colocou a calcinha por cima do dilatador e saiu do banheiro assim, eu não acreditava, não conseguia crer no que meus olhos viam. Avancei o vídeo e umas três horas depois minha mãe entra no banheiro de novo, abaixa a calcinha até os joelhos e tira o brinquedo do cu na hora, logo senta no vaso, imagino que pra soltar tudo que o objeto estranho tinha remexido dentro do intestino dela. Ela viu a sujeira que saiu no dilatador, pegou papel higiênico, limpou, lavou com água e guardou de novo. Se limpou, arrumou a roupa e saiu. Avancei o vídeo, mas uma hora depois não teve mais nada, o importante já tava gravado. Coloquei o cartão da outra câmera e revisei: minha mãe no escritório do comércio não parava de ajeitar a parte de trás da saia, até conversando em pé com alguma cliente se arriscava a fazer alongamentos de braço e perna, mas tudo era, imagino, pra sentir o brinquedo saindo ou entrando ou fazendo algum movimento junto com ela. Até peguei ela sentando no colo do meu pai e, com cuidado pra ninguém ver, esfregava a bunda nas pernas dele. Claro, meu pai não achou graça e afastou ela, dizendo que os clientes podiam ver.
Assustado, salvei os vídeos no notebook e formatei os cartões. Naquela noite, em homenagem à loucura tardia da minha mãe por brincadeiras anais, bati três punhetas.
Na manhã seguinte, cedo, fui sozinho com minha mãe pro comércio antes de ir Aí, consegui instalar as duas microcâmeras antes de ir embora. Deixei passar algumas horas e, como meu pai tava viajando em outra cidade, antes de ir fechar o comércio, liguei as câmeras do banheiro e do quarto dos meus pais. Depois fui fechar o local com minha mãe e peguei as microcâmeras de volta.
De noite, revisei a câmera do banheiro de novo. Que surpresa! Umas horas depois, minha mãe entra com outro pacote. Dessa vez, ela tirou umas bolas chinesas, com certeza do pacote que eu tinha visto. Ela baixou o jeans apertado até o joelho, junto com a calcinha fio dental branca, pegou as bolas chinesas e passou, acho eu, lubrificante nelas. Devagar, foi enfiando no cu. Tava de pé, só flexionando e abrindo as pernas pra deixar quatro bolas de tamanho médio se alojarem dentro do cu dela. A cara dela não mostrava dor, tinha um sorrisinho safado. Quando terminou, rebolou o quadril de um lado pro outro, pegou as nádegas, uma em cada mão, abriu o máximo que pôde e começou a mexer pra lá e pra cá. Eu tirei o pau da cueca e comecei a bater uma devagar. Vi no vídeo minha mãe arrumar a roupa e sair do banheiro com as bolas chinesas enfiadas no cu.
Adiantei o vídeo, mas minha mãe não apareceu mais. Gravei a parte interessante e depois coloquei o outro cartão de memória. O tempo todo, vi minha mãe atendendo os clientes sem se abalar, super normal. Quando ficava sozinha, cruzava as pernas uma vez e outra, se abaixava e levantava sem parar. Adiantei mais o vídeo e vi que a Luísa, a vizinha, chegou e elas começaram a conversar:
Vizinha: Então, minha filha, nada daquilo que a gente conversou?
Mãe: Não, mulher, já deixei esse assunto de lado. A verdade é que não tô interessada nessas coisas.
Vizinha: Mas como assim? É que você não soube chegar no José direito. Tenta aí!
Mãe: Não, amiga, melhor deixar assim. Continua aproveitando por mim (as duas riram).
Minha mãe não parava de me surpreender. Eu, rindo, falava pra tela do notebook: "Mentira! Dá uma olhada no cu dela, Luísa! e vai ver que ela te conta mentiras, tudo rindo à toa no vídeo, porque continuaram falando de coisas sem importância até a gravação acabar.
Fiquei pensando: minha mãe quer experimentar o anal? Mas meu pai não quer, falei comigo mesmo, mas ela decidiu tentar sozinha, o que devo fazer? Nunca imaginei, nem nos meus sonhos mais loucos, dar no cu da minha velha. Talvez com minhas tias, minhas primas, minhas amigas, mas nunca com minha mãe. Jamais teria coragem de propor algo assim. Não tenho nada contra o que ela está fazendo, melhor continuar curtindo os shows dela como até agora.
Amanheceu, era sábado e não tinha faculdade. Minha mãe levou meus irmãos e eu fiquei dormindo mais um pouco com o objetivo de recuperar minhas câmeras. Entrei no quarto e as tirei, coloquei o cartão de memória que estava no banheiro no notebook, sabendo que teria material porque pegaria o momento em que minha mãe fosse tomar banho. De fato, cerca de uma hora depois, minha mãe entra no banheiro, se despe e pela primeira vez a vejo totalmente nua, exibindo seu corpo esbelto, ajudada claro pelos cirurgiões, mas o que mais dizer, que mulher gostosa, que par de peitos, sua barriga lisa e sem um pelo na bucetinha. Não consegui ver mais, ela só sentou no vaso, se levantou, se limpou e saiu de novo nua. Não entendi, pensei que ela entrasse para tirar as bolas chinesas do cu. Um minuto depois, voltou com umas coisas na mão, eram as bolas chinesas e uau! Um vibrador? Pô, isso é novo, falei, ela vai usar, mas não, só estava limpando e depois, com um sorriso de orelha a orelha, colocou numa bolsa, tomou banho e saiu de novo.
Adiantei o vídeo e não apareceu mais nada. Depois coloquei o outro cartão na esperança de ver minha mãe em algo mais, e siiiiiiiiiiiiiiiim, minha mãe aparece na câmera, joga as coisas na cama e começa a abaixar o jeans até os joelhos, fica de lado para a câmera, se ajoelha de quatro na cama e abaixa a calcinha fio dental, aíiii começou a tirar uma por uma as bolas chinesas, ouvi claramente quando a última saiu um grande barulho que o cu dela fez ao soltar a última bola, soou como quando se abre uma garrafa, ela riu do fato e exclamou enquanto caía exausta na cama:
- uuuy que loucura milena, que loucura,
nisso vejo que ela se levanta e da bolsa dela tira uma caixa, o vibrador imaginei, sorri vai usar vai usar, siiiiiii tirou tipo o lubrificante e passou no brinquedo de um tamanho pequeno, dá pra dizer uns 12 cm, sem tirar a calça nem a calcinha deitou de barriga pra cima e levantou o máximo que deu as pernas separando elas, consegui ver que era o cu que ela tava penetrando, enfiou quase tudo de uma vez falando sozinha,
- aahh tá frio essa porra,
- que diferença faz, já tá tudo dentro, e não é tão ruim assim.
Vi como a mão dela se mexia num ritmo devagar era enfia e tira suave, fiquei besta quando vi que com uma mão ela procurava a buceta dela e a outra continuava no controle do vibrador, ela tava se satisfazendo nos dois buracos, não tive escolha a não ser tirar meu pau e bater uma em homenagem a ela, enquanto ela se revirava sozinha na cama gemendo bem baixinho e se incentivando:
- siiiim assiiiim assiiiim, mas que buceta gostosa, cabe tudo no meu cu sim,
- não fode josé, você que tá perdendo otário, essa buceta é uma delíciaaa aaahhh,
- que delícia milena, olha o que você tava perdendo, você é muito burra!
Não aguentei tanta coisa e gozei como não gozava há muito tempo, vendo minha mãe à beira da loucura por estar se masturbando na buceta e no cu, o que ouvi ela falar enquanto se levantava da cama me deixou gelado, - uma pica deve ser melhor mile, convence o josé ou não sei como você vai fazer, mas tem que provar então, que buceta gostosa, e foi aí que ela entrou no banheiro vi ela voltar pelada, e depois sair com os brinquedos já limpos, saiu do quarto, adiante a gravação umas duas horas depois até que ela voltou a entrar, escutei ela falando no celular com meu pai enquanto se trocava e vestia uma pijama branca bem curtinha, pude ver sem sutiã e sem calcinha por dentro, nisso ela se deitou e, falando com meu pai, começou a se tocar, a se tocar na buceta, e começou a conversa e a descoberta do caralho da minha vida!
- Mas meu amor, o que tem de errado, ué! Vamos tentar!
Silêncio.
- Mas como velhos, né, já não gosto mais de você ou o quê, não seja assim,
Silêncio. E ela sem parar de se tocar na buceta.
- Mas não por mal, José, só tô falando pra gente tentar, mas se você realmente não quiser, deixa assim, meu amor, não tem problema, ué!
Desligou. E terminou repetindo:
- Não tem problema, cara, que eu me enfio no cu sozinha, mas nem buceta ele vai comer, diz que é velho, velho é ele, viado.
Ela se levantou da cama, pegou os pacotes do armário e tirou o vibrador de novo, e se colocou de quatro pra enfiar, dessa vez sem lubrificante e sem nada, só apertou um pouco e foi tudo pra dentro.
Eu, enquanto isso, fui pra minha segunda punheta da noite, enquanto escutava ela desembestada se incentivando.
- Ahhh simmm, assim, bate forte, bate duro com essa porra gostosa ahhhh, enfia tudo, mile, tudo até o fundo, toca suas entranhas, se você não é uma velha, bate forte, mostra pro José que o velho é ele, ahhhh simmm assimmm, enfia o dedo na buceta, mile, enfia, mais, mulher.
Não aguentei mais e foi outro jato de porra que espirrou no chão e no meu moletom, ela continuava na dela,
- Arrebenta teu cu, mile, (mexia o vibrador pra dentro como fazendo círculos)
- Aaaah simmm, me dá mais, me dá mais, Lucho, (Lucho?) Como assim? O que essa mulher tá dizendo, pensei, mas sim, ela tava se masturbando pelo cu e fantasiando que era o Lucho que tava enfiando, isso aí não, isso já era demais até pra mim, isso eu não ia permitir nem louco.
No resto da gravação, vi como ela foi pro banheiro, voltou, arrumou tudo e apagou a luz, eu guardei a gravação, desliguei tudo. Me deite na minha cama pra pensar, o que eu faço? Isso tá escapando das mãos da minha mãe e até das minhas, porque de jeito nenhum vou deixar outro que não seja meu pai dar no cu dela, mas se ele não quer, então o escolhido sou eu, pensei.
Não tem mais o que pensar, minha mãe é muito gostosa e quer e merece ser atendida como ela desejar, continuei justificando minha vontade de comer a bunda da minha própria mãe, então tomei banho, me arrumei e fui pro ponto. Lá encontrei minha mãe e meus irmãos atendendo clientes, eu de canto fingia que tava conferindo se tava tudo em ordem, mas não achei nada, nem os pacotes nem nada. Assim passou o sábado, fechamos o ponto, fomos pra casa, de noite meu pai chegou, jantamos todos juntos, tudo normal.
No dia seguinte era domingo, só abríamos um tempinho e pronto. Meu pai disse que ia mais tarde e eu me ofereci pra acompanhar minha mãe pra abrir o ponto. Meus irmãos ficaram com o pai. Chegando lá, abrimos, tudo normal. Umas meia hora depois, minha mãe vai até um armário com chave que tem no ponto e tira um pacote, me olha de canto e eu finjo que não tô prestando atenção no que ela faz. Ela me manda ficar de olho e entra no banheiro. Quase tive um infarto de tanto susto que levei, era agora ou nunca, porque o banheiro não tem tranca. Crio coragem, espero dois minutos, vou até o banheiro e abro a porta de uma vez. Surpresa: minha mãe de costas pra mim, com a bunda empinada pra cima e pra baixo, aberta pelo famoso consolo que tava enfiado até o talo nas dobras do cu dela, a legging preta nos joelhos junto com a calcinha preta.
Mãe: Mas o que você tá fazendo?! Atrevido, sai daqui!
Eu: Desculpa, mãe, não foi minha intenção!
Mãe: Sai, filho da puta, sai agorrrra!
Não pude resistir porque ela bateu a porta na minha cara. Pra piorar, na mesma hora chegou um pessoal perguntando por umas roupas e tive que voltar no banheiro pra avisar minha mãe que tavam chamando ela. Ela saiu quase na hora e não deu tempo de Pegar as coisas dela, pensei. Então, enquanto ela atendia, fui pro banheiro e, claro, lá estava o corpo do delito na pia, além de uma bolsinha com as bolas chinesas. Sorri e me espiei, notei que ela percebeu minha ausência, olhou pra trás e me viu espiando dentro do banheiro.
Levei o consolo ao nariz, ahhh, que cheiro mais excitante. Primeira vez que pegava um troço desses na mão, nunca pensei que o primeiro seria da minha mãe.
Assim que minha mãe se desocupou, foi direto pro banheiro:
Mãe: Mas o que é isso, não me respeita não? O que cê tá fazendo? Sai daí, pô.
Eu: Mas mãe, o que foi? Só por isso (mostrando o consolo numa mão e as bolas chinesas na outra).
Eu: Melhor a senhora me dizer o que faz com essas porcarias, é puta ou o quê?
Ela me deu um tapa que consegui desviar. Como pude, empurrei ela e fiz ela se afastar de mim.
Eu: Vem cá, mãe, vamos conversar na calma, me desculpa, não devia ter falado isso (ela chorando).
Mãe: Por que cê faz isso comigo, Kevin? Me diz por quê?
Eu: Calma, mãe, não é nada, não fiz nada com a senhora.
Mãe: Como não? Como é que entra no banheiro desse jeito? Me explica, vai.
Eu: Ah, mãe, é que eu sabia onde ia te encontrar e quis te ver.
Mãe: Como assim, Kevin? Como cê soube? Como ficou sabendo?
Eu: É que eu te vi, não sei como, mas te vi, mãe, e ontem à noite ouvi você falar uma coisa que não gostei.
Mãe: Ontem à noite? Como assim? Não tô entendendo do que cê tá falando.
Eu: Olha, mãe, não vamos nos enganar, ontem à noite a senhora tava se masturbando com esses brinquedos.
Mostrei eles de novo, e ela tentou tirar de mim, mas mais uma vez eu afastei ela e fiz ela recuar.
Eu: Mãe, olha, o que a senhora faz não é errado, não vou contar nada!
Mãe: Ah, não? Então o que cê quer? Fala logo (sem parar de chorar).
Eu: Como eu tô dizendo, mãe, eu só queria ver de perto como cê fazia.
Mãe: Cê é louco, é doente, não vê? que eu sou a mãe dele,
Eu: eu sei, mãe, mas olha que a senhora é uma mulher casada e muito decente, e olha que ontem à noite eu fiquei fantasiando que o vizinho tava te comendo de quatro.
Ela se desmanchou ainda mais em choro, dizendo que era mentira, eu garanti que tinha tudo gravado, que sabia que meu pai não queria dar pra ela no cu e que ela tinha dito que, fosse como fosse, uma rola tinha que enfiar no rabo dela. Nisso, meu pai chegou com meus irmãos, e ela entrou no banheiro comigo e fechou a porta, me escondeu atrás dela e, colocando a cabeça pra fora, disse pro meu pai que já saía, que tava com dor de barriga. Dentro do banheiro, ela chegou perto de mim, fez sinal com o dedo pra eu ficar quieto, e começamos a falar baixinho, bem pertinho,
Eu: calma, mãe, que eu não vou contar nada pro meu pai,
Enquanto devolvia os brinquedos dela, do outro lado meu pai perguntou onde eu tinha me metido. Ela respondeu que tinha me mandado cobrar um dinheiro.
Mãe: filho, olha, pelo que você mais quer, esquece tudo isso, sim? Vamos deixar assim.
Eu: mãe, não vou esquecer que a senhora pensou em entregar o corpo pra alguém que não era meu pai, e se alguém tem esse direito, sou eu.
Puxei ela e a encostei em mim, enrolando o corpo dela, ela resistiu, mas eu coloquei meu dedo na boca dela e, com a outra mão, passei por trás das costas dela,
Eu: mãe, olha, o único jeito de eu esquecer tudo isso é realizando sua fantasia, assim eu garanto que a senhora não vai trair meu pai com mais ninguém, e pior ainda, sabendo que eu tô ligado.
Mãe: tá bom, Kevin, você tá me chantageando, filho, tá chantageando a sua própria mãe,
Eu: você não sabe as coisas que eu já vi você fazer, mulher, sei o que ultimamente você tanto gosta, o que te deixa louca. Olhando na cara dela, peguei as bolas chinesas e coloquei uma na minha boca, ela me encarou nos olhos, como se não acreditasse,
Eu: essa bolinha que eu tô saboreando na minha boca já esteve várias vezes dentro do seu cu, girando e girando enquanto você cuidava da sua vida.
Ela ficou sem reação, e eu Peguei ela e virei de costas pra mim, ela se deixou levar. Eu me abaixei e devagar puxei a legging e a calcinha dela até os joelhos, e mandei ela abrir as pernas. Ela virou pra me olhar com cara de tristeza e lágrimas nos olhos. Com uma mão, separei as nádegas dela e aproximei minha língua até o cu dela, lambi e relambi, enquanto percebia ela empurrando a bunda contra minha cara.
Eu: Tá gostando, mamãe?
Ela, ainda chorando, balançou a cabeça que sim. Lambi as bolinhas e, uma por uma, fui enfiando no cu dela até deixar só o cordãozinho pra puxar de novo. Ela suspirou olhando pra cima. Eu me levantei, tirei a pica e fiz ela pegar com a mão. Ela relutou, mas no fim pegou. No ouvido dela, falei que era maior e mais grosso que o vibrador. Ela sorriu, e eu puxei a última bolinha chinesa pra fora. Ela deu um pulo com a bunda e me olhou, balançando a cabeça que não. Nisso, ela gritou de novo: "Meu pai!"
— Filha, cê dormiu no banheiro ou o quê? Tá muito mal, né?
Ela respondeu:
— Tô, sim, filho. Tô mal. Melhor deixar as crianças um pouco e ir na farmácia comprar uns remédios pra mim, que não aguento mais isso.
Sabe o que ela não aguentava? Eu enfiava e tirava a bolinha chinesa do cu dela, e com a outra mão enfiava dois dedos na buceta dela, enquanto ela tampava a boca com uma mão e com a outra esfregava minha pica. Ela abriu um pouco a porta pra ver se meu pai tava por perto. Não vendo ele, se virou e me fez sentar no vaso. Ela puxou ainda mais a legging e a calcinha, cuspiu um monte na minha pica, se virou, separou as nádegas o máximo que podia, devagar encaixou meu pau na entrada do cu dela e se deixou cair bem de leve até ficar toda empalada. Não sei como não gritei de prazer. Minha pica tava penetrando o cu da minha própria mãe, e era ela que se mexia de um lado pro outro, com uma mão na boca e a outra nos peitos por baixo da blusa. Eu sentia que tava metendo até o fundo. lá no fundo do seu interior, não aguentei mais e gozei dentro dela com total consentimento dela.
Nisso sentimos a presença do meu pai lá fora e eu me levantei, pegando as coisas e me colocando atrás da porta. No momento em que ele abre a porta e vê minha mãe sentada no vaso, ele entrega os remédios e, por um acaso do destino, resolve dizer:
– Continua com o que tá fazendo, minha filha, eu cuido dos meninos aqui fora.
Eu quase soltei uma gargalhada, mas me segurei. Minha mãe fechou a porta na hora e, mesmo quase morrendo de susto, depois também caiu na risada comigo. Ela se levantou, pegou papel higiênico e limpou o cu. Pude ver que saía não só meu esperma, mas também um pouco de merda. Ela me olhou meio envergonhada, e eu falei:
– Que isso, véia, não era isso que você queria? Que te arrombassem o cu, até sair tudo?
Mãe: Só que na verdade eu queria que fosse meu marido, e não meu próprio filho.
Eu: Ué, não gostou ou o quê?
Mãe: Claro que gostei, só que isso que a gente fez é muito errado, e espero que não se repita.
Na hora eu peguei ela, virei de costas pra mim, fiz ela se inclinar, separei as nádegas com uma mão e, rápido, com a outra enfiei meu pau de novo no cu dela. Comecei a me mexer rápido pra frente e pra trás.
Mãe: Você é louco, vai me fazer gritar.
Eu: Jura que esse cu vai ser meu de novo.
Mãe: Nãão, como é que você pensa nisso? Para agora.
Eu: Você não quer que eu pare. Só me fala que vai deixar eu te comer de novo, mais uma vez, e em outras circunstâncias.
Mãe: Tá bom, meu amor, sim, tá bom, mas para. Não aguento mais, você vai me fazer gritar e seu pai vai perceber.
Eu: Perceber o quê, mamãe? Fala, perceber o quê? (me mexendo ainda mais rápido)
Mãe: Que tão me dando pelo cu, que o próprio filho tá me metendo o pau no cu.
Essas palavras foram demais pra mim e eu gozei de novo dentro do buraco anal escuro e dilatado dela. Quando tirei, saiu todo o ar que tinha acumulado. durante o mete e sai e o som da bunda dela bem aberta, deu pra ouvir até lá fora, onde meu irmão mais novo exclamou:
– Uuuyyy, mamãe, entre as risadas do meu pai e da minha irmã.
Ela me olhou sorrindo enquanto balançava a cabeça, tipo "não acredito no que a gente acabou de fazer". No meu ouvido, ela disse: "Pega as chaves que tão na gaveta da escrivaninha. Vou pra casa com todo mundo e você fecha com as minhas chaves. Eu saio, e quando a gente tiver fora do shopping, eu te ligo e você sai." Eu concordei com a cabeça enquanto a gente se arrumava. Antes dela sair, eu segurei ela e dei um beijão na boca dela, que ela não recusou. No ouvido dela, eu falei:
– Valeu, mamãe.
E ela respondeu:
– Valeu é você, meu filho. Te dei o que eu queria, não dei?
Eu concordei com a cabeça enquanto ela me dava outro beijo na boca, e depois disse:
– Fica tranquilo, meu filho. De agora em diante, buceta pro pai e boquete pro filho.
Quando todo mundo foi embora e minha mãe me ligou, eu saí como se nada tivesse acontecido, com os brinquedos dela, claro. O moleque mais feliz do mundo sou eu. Mas não acaba aí. Depois vou contar como eu quebrei a regra dela e transformei: buceta pro pai, e buceta e cu pro filho.
Espero que tenham gostado. Como sou novo na comunidade, espero os pontos de vocês. Mais pra frente conto mais sobre minha vida e minha relação com a mamãe.
Meu nome é Kevin, tenho 21 anos, sou de Manizales, Colômbia. Sou universitário e meus pais, como bons "paisas", trabalham com comércio de mercadorias em grande escala. Minha família é composta pelo meu pai, José, de 48 anos; minha mãe, Milena, uma mulher bem cuidada, batalhadora e com um corpão graças a cirurgias estéticas na barriga, nos peitos e na bunda — trabalhos que fazem a gente esquecer que ela é uma senhora de 42 anos; e meus irmãos mais novos, minha irmã Xiomara, de 15, e meu outro irmão, José, de 18.
Tudo aconteceu há mais ou menos um mês. Cheguei em casa depois da faculdade e, ao entrar, encontrei minha mãe na sala com uma vizinha, Luísa, amiga e ótima cliente dela, já que minha mãe vende roupas, ouro e prataria. Cheguei, cumprimentei as duas bem educadamente e subi pro meu quarto no segundo andar. Tirei a roupa, vesti um shorts e fiquei de regata. Não tirei as meias e, descalço, desci pra cozinha. Quando comecei a descer, a primeira coisa que vi foi minha mãe mostrando umas calcinhas minúsculas pra vizinha, que olhava cada detalhe. Nisso, voltei pra não atrapalhar e fiquei de olho pra ver que tipo de calcinha a vizinha gostava.
Elas conversavam sobre preços, dando risada, mas numa dessas a vizinha pegou uma calcinha vermelha, levantou pra ver uma abertura pequena no meio e disparou:
— Essas vão matar o Lucho (o marido dela).
Minha mãe, num tom meio surpreso, perguntou:
— Sério que ele gosta dessas? São muito ousadas, olha, você já não é mais uma mocinha, né.
Minha mãe tinha razão: a vizinha devia estar perto dos quarenta também. Mas não é nada mal, minha mãe é conservadora no jeito de se vestir, nunca mostra mais do que deve, embora adore roupas bem justas, principalmente jeans. Eu não perdia um detalhe da conversa, até que minha vizinha solta uma bomba: — É que o Lucho agora tá mais alvoroçado que nunca, resolveu ficar fazendo sexo anal em mim toda noite.
Minha mãe: — Sério! Nessa altura do campeonato com essas porcarias, hein!
Minha vizinha: — Kkkkk, mas qual é, cê não vai me dizer que seu marido nunca fez isso ou pediu?
Minha mãe: — Nunca, claro, como é que você pensa? Nesse lado a gente é bem tradicional.
Minha vizinha: — Ah, Mile, você não sabe o que tá perdendo, mulher! É estranho no começo, mas depois você se arrepende de não ter feito antes. Eu adoro, viu? E quando o Lucho esquece de me dar por ali, eu mesma encaixo, minha filha (risos).
Minha mãe: — Sério! Não acredito em você, mulher. É que eu não consigo imaginar ter alguma coisa enfiada lá dentro, sabe?
Minha vizinha: — Só te digo pra tentar, e depois você me conta. Mas ó, se animar, primeiro tem que treinar o cu com um dilatador e óleos e essas coisas, aí quando seu marido for meter, não vai ter problema. Enquanto isso, vou levar essa calcinha fio-dental e a blusa vermelha, de certeza que meu marido vai amar esse presentinho.
A conversa terminou por ali. Eu me tranquei no quarto e bati uma punheta em homenagem à vizinha, à calcinha nova dela e à empolgação dela com a atividade anal. Olha, a bronha foi só porque no momento não tenho namorada, então foi algo brutal. Depois fiquei pensando no efeito que as palavras da vizinha teriam na minha mãe, e me convenci de que ela não teria coragem pra uma parada dessas.
Dois dias depois, fui ajudar meus pais no ponto que eles têm num shopping. Quando cheguei, só encontrei minha mãe, meu pai não estava. Ela tava de costas arrumando umas coisas e falando no celular, e decidi não interromper. Ela não percebeu minha presença, e atrás dela a... Ouvi dizer:
— Não, mija, te dei ouvidos. Ontem à noite a gente tava transando e perguntei pra ele sobre o que você me falou, mas não, ele me disse a mesma coisa que eu te disse, que a essa altura do campeonato a gente não vai ficar inventando moda, que ele já não tava mais pra esses trotes e que eu não viesse com ideias estranhas, pois é! Então a tentativa acabou por aí, amiga.
Nisso, eu fiz questão de me mostrar e me aproximei pra cumprimentar ela, falei que tinha vindo ajudar e ela disse que ia aproveitar pra pegar umas mercadorias que iam chegar. Depois que ela foi, aproveitei pra usar o computador do local e entrar no Mercado Livre pra ver o que poderia me interessar. Qual não foi minha surpresa ao encontrar, na última busca, as palavras "acostumador anal". Na hora, liguei os pontos: minha mãe tá realmente interessada em saber como é o sexo anal. Quando ela voltou com uns pacotes, recebeu uma ligação, disse que era da escola do meu irmão, que eu fosse buscá-lo correndo porque ele tava passando mal. Ela falou: "Vamos já". Ajudei ela a fechar o local na hora, mas o que achei estranho foi que ela não deixou os pacotes no local, colocou tudo no banco de trás do carro e fomos buscar meu irmão.
Quando chegamos na escola, falei que esperava no carro. Ela, na correria, nem percebeu minhas intenções. Assim que ela se afastou, vasculhei os pacotes, que estavam bem lacrados, mas rasguei um deles o suficiente pra ver o que era. De fato, vi uma peça pequena, umas bolas chinesas. Não podia acreditar. A situação tava escapando do meu controle, já tava me excitando só de imaginar minha mãe com essas coisas enfiadas no cu. Me apressei e deixei tudo no lugar.
Quando chegamos em casa, a primeira coisa que fiz foi pegar minhas economias de uma caixa e saí pra comprar umas microcâmeras espiãs disfarçadas em objetos que não tinham nada a ver com câmera. Comprei quatro, uma com formato de carinha feliz, uma era... um adesivo de carro e as outras duas eram tipo um botãozinho que grudava em qualquer superfície.
De manhã, antes de ir pra faculdade, consegui entrar no quarto dos meus pais enquanto eles tomavam café, coloquei uma no banheiro deles e a outra de frente pra cama de casal. Era realmente imperceptível, não ativei na hora porque, quando ligadas, a capacidade de gravação é de 7 a 8 horas, então só deixei elas lá.
Depois de tomar café e deixar meus irmãos na escola, fomos abrir a loja no shopping. Sabia que as microcâmeras na loja seriam mais úteis, então liguei elas na hora. Cada uma me daria pelo menos 7 horas de gravação contínua com som e alta qualidade. Sabia que lá minha mãe teria mais espaço, porque meu pai sai muito de manhã pras transportadoras buscar mercadorias. Com muito cuidado, coloquei uma no banheiro e liguei ela ali mesmo. A outra deixei ligada de frente pra escrivaninha, na parte de cima da grade da entrada, coberta com chiclete pra não aparecer. Me despedi dos meus pais e fui pra faculdade.
Lá pelas sete da noite, fui na loja antes de fecharem e peguei as duas microcâmeras que estavam lá. Depois do jantar, na solidão do meu quarto, revisei a câmera do banheiro da loja. Que surpresa do caralho! Depois de adiantar um pouco o vídeo, porque em duas horas não rolava nada, a câmera captou minha mãe entrando no banheiro com um pacote na mão. Ela desembrulhou e, claro, tava lá: era um dilatador anal. De uma sacola, tirou uns óleos, mais tipo lubrificantes, e passou ele todo. Ela tava com uma saia jeans acima do joelho, levantou a saia, tirou a calcinha fio dental e, com dificuldade, muita dificuldade mesmo, tentava enfiar o dilatador entre as nádegas, em pé no banheiro. Consegui ouvir:
— Ah, essa porra não entra, não sei como a Luísa gosta tanto disso.
Nisso, tipo... fez muito mais força do que antes e finalmente consegui enfiar,
- aiii filha da puta, eu mesma arrebentei meu cu! Porra, como dói essa brincadeira,
Tirei de novo e passei mais lubrificante, pra minha surpresa dessa vez consegui enfiar tudo do começo ao fim e descansei,
- agora sim enfiei tudo, agora vamos ver se é verdade que eu me acostumo, né!.
Lavou as mãos e arrumou a roupa de novo, pra minha surpresa colocou a calcinha por cima do dilatador e saiu do banheiro assim, eu não acreditava, não conseguia crer no que meus olhos viam. Avancei o vídeo e umas três horas depois minha mãe entra no banheiro de novo, abaixa a calcinha até os joelhos e tira o brinquedo do cu na hora, logo senta no vaso, imagino que pra soltar tudo que o objeto estranho tinha remexido dentro do intestino dela. Ela viu a sujeira que saiu no dilatador, pegou papel higiênico, limpou, lavou com água e guardou de novo. Se limpou, arrumou a roupa e saiu. Avancei o vídeo, mas uma hora depois não teve mais nada, o importante já tava gravado. Coloquei o cartão da outra câmera e revisei: minha mãe no escritório do comércio não parava de ajeitar a parte de trás da saia, até conversando em pé com alguma cliente se arriscava a fazer alongamentos de braço e perna, mas tudo era, imagino, pra sentir o brinquedo saindo ou entrando ou fazendo algum movimento junto com ela. Até peguei ela sentando no colo do meu pai e, com cuidado pra ninguém ver, esfregava a bunda nas pernas dele. Claro, meu pai não achou graça e afastou ela, dizendo que os clientes podiam ver.
Assustado, salvei os vídeos no notebook e formatei os cartões. Naquela noite, em homenagem à loucura tardia da minha mãe por brincadeiras anais, bati três punhetas.
Na manhã seguinte, cedo, fui sozinho com minha mãe pro comércio antes de ir Aí, consegui instalar as duas microcâmeras antes de ir embora. Deixei passar algumas horas e, como meu pai tava viajando em outra cidade, antes de ir fechar o comércio, liguei as câmeras do banheiro e do quarto dos meus pais. Depois fui fechar o local com minha mãe e peguei as microcâmeras de volta.
De noite, revisei a câmera do banheiro de novo. Que surpresa! Umas horas depois, minha mãe entra com outro pacote. Dessa vez, ela tirou umas bolas chinesas, com certeza do pacote que eu tinha visto. Ela baixou o jeans apertado até o joelho, junto com a calcinha fio dental branca, pegou as bolas chinesas e passou, acho eu, lubrificante nelas. Devagar, foi enfiando no cu. Tava de pé, só flexionando e abrindo as pernas pra deixar quatro bolas de tamanho médio se alojarem dentro do cu dela. A cara dela não mostrava dor, tinha um sorrisinho safado. Quando terminou, rebolou o quadril de um lado pro outro, pegou as nádegas, uma em cada mão, abriu o máximo que pôde e começou a mexer pra lá e pra cá. Eu tirei o pau da cueca e comecei a bater uma devagar. Vi no vídeo minha mãe arrumar a roupa e sair do banheiro com as bolas chinesas enfiadas no cu.
Adiantei o vídeo, mas minha mãe não apareceu mais. Gravei a parte interessante e depois coloquei o outro cartão de memória. O tempo todo, vi minha mãe atendendo os clientes sem se abalar, super normal. Quando ficava sozinha, cruzava as pernas uma vez e outra, se abaixava e levantava sem parar. Adiantei mais o vídeo e vi que a Luísa, a vizinha, chegou e elas começaram a conversar:
Vizinha: Então, minha filha, nada daquilo que a gente conversou?
Mãe: Não, mulher, já deixei esse assunto de lado. A verdade é que não tô interessada nessas coisas.
Vizinha: Mas como assim? É que você não soube chegar no José direito. Tenta aí!
Mãe: Não, amiga, melhor deixar assim. Continua aproveitando por mim (as duas riram).
Minha mãe não parava de me surpreender. Eu, rindo, falava pra tela do notebook: "Mentira! Dá uma olhada no cu dela, Luísa! e vai ver que ela te conta mentiras, tudo rindo à toa no vídeo, porque continuaram falando de coisas sem importância até a gravação acabar.
Fiquei pensando: minha mãe quer experimentar o anal? Mas meu pai não quer, falei comigo mesmo, mas ela decidiu tentar sozinha, o que devo fazer? Nunca imaginei, nem nos meus sonhos mais loucos, dar no cu da minha velha. Talvez com minhas tias, minhas primas, minhas amigas, mas nunca com minha mãe. Jamais teria coragem de propor algo assim. Não tenho nada contra o que ela está fazendo, melhor continuar curtindo os shows dela como até agora.
Amanheceu, era sábado e não tinha faculdade. Minha mãe levou meus irmãos e eu fiquei dormindo mais um pouco com o objetivo de recuperar minhas câmeras. Entrei no quarto e as tirei, coloquei o cartão de memória que estava no banheiro no notebook, sabendo que teria material porque pegaria o momento em que minha mãe fosse tomar banho. De fato, cerca de uma hora depois, minha mãe entra no banheiro, se despe e pela primeira vez a vejo totalmente nua, exibindo seu corpo esbelto, ajudada claro pelos cirurgiões, mas o que mais dizer, que mulher gostosa, que par de peitos, sua barriga lisa e sem um pelo na bucetinha. Não consegui ver mais, ela só sentou no vaso, se levantou, se limpou e saiu de novo nua. Não entendi, pensei que ela entrasse para tirar as bolas chinesas do cu. Um minuto depois, voltou com umas coisas na mão, eram as bolas chinesas e uau! Um vibrador? Pô, isso é novo, falei, ela vai usar, mas não, só estava limpando e depois, com um sorriso de orelha a orelha, colocou numa bolsa, tomou banho e saiu de novo.
Adiantei o vídeo e não apareceu mais nada. Depois coloquei o outro cartão na esperança de ver minha mãe em algo mais, e siiiiiiiiiiiiiiiim, minha mãe aparece na câmera, joga as coisas na cama e começa a abaixar o jeans até os joelhos, fica de lado para a câmera, se ajoelha de quatro na cama e abaixa a calcinha fio dental, aíiii começou a tirar uma por uma as bolas chinesas, ouvi claramente quando a última saiu um grande barulho que o cu dela fez ao soltar a última bola, soou como quando se abre uma garrafa, ela riu do fato e exclamou enquanto caía exausta na cama:
- uuuy que loucura milena, que loucura,
nisso vejo que ela se levanta e da bolsa dela tira uma caixa, o vibrador imaginei, sorri vai usar vai usar, siiiiiii tirou tipo o lubrificante e passou no brinquedo de um tamanho pequeno, dá pra dizer uns 12 cm, sem tirar a calça nem a calcinha deitou de barriga pra cima e levantou o máximo que deu as pernas separando elas, consegui ver que era o cu que ela tava penetrando, enfiou quase tudo de uma vez falando sozinha,
- aahh tá frio essa porra,
- que diferença faz, já tá tudo dentro, e não é tão ruim assim.
Vi como a mão dela se mexia num ritmo devagar era enfia e tira suave, fiquei besta quando vi que com uma mão ela procurava a buceta dela e a outra continuava no controle do vibrador, ela tava se satisfazendo nos dois buracos, não tive escolha a não ser tirar meu pau e bater uma em homenagem a ela, enquanto ela se revirava sozinha na cama gemendo bem baixinho e se incentivando:
- siiiim assiiiim assiiiim, mas que buceta gostosa, cabe tudo no meu cu sim,
- não fode josé, você que tá perdendo otário, essa buceta é uma delíciaaa aaahhh,
- que delícia milena, olha o que você tava perdendo, você é muito burra!
Não aguentei tanta coisa e gozei como não gozava há muito tempo, vendo minha mãe à beira da loucura por estar se masturbando na buceta e no cu, o que ouvi ela falar enquanto se levantava da cama me deixou gelado, - uma pica deve ser melhor mile, convence o josé ou não sei como você vai fazer, mas tem que provar então, que buceta gostosa, e foi aí que ela entrou no banheiro vi ela voltar pelada, e depois sair com os brinquedos já limpos, saiu do quarto, adiante a gravação umas duas horas depois até que ela voltou a entrar, escutei ela falando no celular com meu pai enquanto se trocava e vestia uma pijama branca bem curtinha, pude ver sem sutiã e sem calcinha por dentro, nisso ela se deitou e, falando com meu pai, começou a se tocar, a se tocar na buceta, e começou a conversa e a descoberta do caralho da minha vida!
- Mas meu amor, o que tem de errado, ué! Vamos tentar!
Silêncio.
- Mas como velhos, né, já não gosto mais de você ou o quê, não seja assim,
Silêncio. E ela sem parar de se tocar na buceta.
- Mas não por mal, José, só tô falando pra gente tentar, mas se você realmente não quiser, deixa assim, meu amor, não tem problema, ué!
Desligou. E terminou repetindo:
- Não tem problema, cara, que eu me enfio no cu sozinha, mas nem buceta ele vai comer, diz que é velho, velho é ele, viado.
Ela se levantou da cama, pegou os pacotes do armário e tirou o vibrador de novo, e se colocou de quatro pra enfiar, dessa vez sem lubrificante e sem nada, só apertou um pouco e foi tudo pra dentro.
Eu, enquanto isso, fui pra minha segunda punheta da noite, enquanto escutava ela desembestada se incentivando.
- Ahhh simmm, assim, bate forte, bate duro com essa porra gostosa ahhhh, enfia tudo, mile, tudo até o fundo, toca suas entranhas, se você não é uma velha, bate forte, mostra pro José que o velho é ele, ahhhh simmm assimmm, enfia o dedo na buceta, mile, enfia, mais, mulher.
Não aguentei mais e foi outro jato de porra que espirrou no chão e no meu moletom, ela continuava na dela,
- Arrebenta teu cu, mile, (mexia o vibrador pra dentro como fazendo círculos)
- Aaaah simmm, me dá mais, me dá mais, Lucho, (Lucho?) Como assim? O que essa mulher tá dizendo, pensei, mas sim, ela tava se masturbando pelo cu e fantasiando que era o Lucho que tava enfiando, isso aí não, isso já era demais até pra mim, isso eu não ia permitir nem louco.
No resto da gravação, vi como ela foi pro banheiro, voltou, arrumou tudo e apagou a luz, eu guardei a gravação, desliguei tudo. Me deite na minha cama pra pensar, o que eu faço? Isso tá escapando das mãos da minha mãe e até das minhas, porque de jeito nenhum vou deixar outro que não seja meu pai dar no cu dela, mas se ele não quer, então o escolhido sou eu, pensei.
Não tem mais o que pensar, minha mãe é muito gostosa e quer e merece ser atendida como ela desejar, continuei justificando minha vontade de comer a bunda da minha própria mãe, então tomei banho, me arrumei e fui pro ponto. Lá encontrei minha mãe e meus irmãos atendendo clientes, eu de canto fingia que tava conferindo se tava tudo em ordem, mas não achei nada, nem os pacotes nem nada. Assim passou o sábado, fechamos o ponto, fomos pra casa, de noite meu pai chegou, jantamos todos juntos, tudo normal.
No dia seguinte era domingo, só abríamos um tempinho e pronto. Meu pai disse que ia mais tarde e eu me ofereci pra acompanhar minha mãe pra abrir o ponto. Meus irmãos ficaram com o pai. Chegando lá, abrimos, tudo normal. Umas meia hora depois, minha mãe vai até um armário com chave que tem no ponto e tira um pacote, me olha de canto e eu finjo que não tô prestando atenção no que ela faz. Ela me manda ficar de olho e entra no banheiro. Quase tive um infarto de tanto susto que levei, era agora ou nunca, porque o banheiro não tem tranca. Crio coragem, espero dois minutos, vou até o banheiro e abro a porta de uma vez. Surpresa: minha mãe de costas pra mim, com a bunda empinada pra cima e pra baixo, aberta pelo famoso consolo que tava enfiado até o talo nas dobras do cu dela, a legging preta nos joelhos junto com a calcinha preta.
Mãe: Mas o que você tá fazendo?! Atrevido, sai daqui!
Eu: Desculpa, mãe, não foi minha intenção!
Mãe: Sai, filho da puta, sai agorrrra!
Não pude resistir porque ela bateu a porta na minha cara. Pra piorar, na mesma hora chegou um pessoal perguntando por umas roupas e tive que voltar no banheiro pra avisar minha mãe que tavam chamando ela. Ela saiu quase na hora e não deu tempo de Pegar as coisas dela, pensei. Então, enquanto ela atendia, fui pro banheiro e, claro, lá estava o corpo do delito na pia, além de uma bolsinha com as bolas chinesas. Sorri e me espiei, notei que ela percebeu minha ausência, olhou pra trás e me viu espiando dentro do banheiro.
Levei o consolo ao nariz, ahhh, que cheiro mais excitante. Primeira vez que pegava um troço desses na mão, nunca pensei que o primeiro seria da minha mãe.
Assim que minha mãe se desocupou, foi direto pro banheiro:
Mãe: Mas o que é isso, não me respeita não? O que cê tá fazendo? Sai daí, pô.
Eu: Mas mãe, o que foi? Só por isso (mostrando o consolo numa mão e as bolas chinesas na outra).
Eu: Melhor a senhora me dizer o que faz com essas porcarias, é puta ou o quê?
Ela me deu um tapa que consegui desviar. Como pude, empurrei ela e fiz ela se afastar de mim.
Eu: Vem cá, mãe, vamos conversar na calma, me desculpa, não devia ter falado isso (ela chorando).
Mãe: Por que cê faz isso comigo, Kevin? Me diz por quê?
Eu: Calma, mãe, não é nada, não fiz nada com a senhora.
Mãe: Como não? Como é que entra no banheiro desse jeito? Me explica, vai.
Eu: Ah, mãe, é que eu sabia onde ia te encontrar e quis te ver.
Mãe: Como assim, Kevin? Como cê soube? Como ficou sabendo?
Eu: É que eu te vi, não sei como, mas te vi, mãe, e ontem à noite ouvi você falar uma coisa que não gostei.
Mãe: Ontem à noite? Como assim? Não tô entendendo do que cê tá falando.
Eu: Olha, mãe, não vamos nos enganar, ontem à noite a senhora tava se masturbando com esses brinquedos.
Mostrei eles de novo, e ela tentou tirar de mim, mas mais uma vez eu afastei ela e fiz ela recuar.
Eu: Mãe, olha, o que a senhora faz não é errado, não vou contar nada!
Mãe: Ah, não? Então o que cê quer? Fala logo (sem parar de chorar).
Eu: Como eu tô dizendo, mãe, eu só queria ver de perto como cê fazia.
Mãe: Cê é louco, é doente, não vê? que eu sou a mãe dele,
Eu: eu sei, mãe, mas olha que a senhora é uma mulher casada e muito decente, e olha que ontem à noite eu fiquei fantasiando que o vizinho tava te comendo de quatro.
Ela se desmanchou ainda mais em choro, dizendo que era mentira, eu garanti que tinha tudo gravado, que sabia que meu pai não queria dar pra ela no cu e que ela tinha dito que, fosse como fosse, uma rola tinha que enfiar no rabo dela. Nisso, meu pai chegou com meus irmãos, e ela entrou no banheiro comigo e fechou a porta, me escondeu atrás dela e, colocando a cabeça pra fora, disse pro meu pai que já saía, que tava com dor de barriga. Dentro do banheiro, ela chegou perto de mim, fez sinal com o dedo pra eu ficar quieto, e começamos a falar baixinho, bem pertinho,
Eu: calma, mãe, que eu não vou contar nada pro meu pai,
Enquanto devolvia os brinquedos dela, do outro lado meu pai perguntou onde eu tinha me metido. Ela respondeu que tinha me mandado cobrar um dinheiro.
Mãe: filho, olha, pelo que você mais quer, esquece tudo isso, sim? Vamos deixar assim.
Eu: mãe, não vou esquecer que a senhora pensou em entregar o corpo pra alguém que não era meu pai, e se alguém tem esse direito, sou eu.
Puxei ela e a encostei em mim, enrolando o corpo dela, ela resistiu, mas eu coloquei meu dedo na boca dela e, com a outra mão, passei por trás das costas dela,
Eu: mãe, olha, o único jeito de eu esquecer tudo isso é realizando sua fantasia, assim eu garanto que a senhora não vai trair meu pai com mais ninguém, e pior ainda, sabendo que eu tô ligado.
Mãe: tá bom, Kevin, você tá me chantageando, filho, tá chantageando a sua própria mãe,
Eu: você não sabe as coisas que eu já vi você fazer, mulher, sei o que ultimamente você tanto gosta, o que te deixa louca. Olhando na cara dela, peguei as bolas chinesas e coloquei uma na minha boca, ela me encarou nos olhos, como se não acreditasse,
Eu: essa bolinha que eu tô saboreando na minha boca já esteve várias vezes dentro do seu cu, girando e girando enquanto você cuidava da sua vida.
Ela ficou sem reação, e eu Peguei ela e virei de costas pra mim, ela se deixou levar. Eu me abaixei e devagar puxei a legging e a calcinha dela até os joelhos, e mandei ela abrir as pernas. Ela virou pra me olhar com cara de tristeza e lágrimas nos olhos. Com uma mão, separei as nádegas dela e aproximei minha língua até o cu dela, lambi e relambi, enquanto percebia ela empurrando a bunda contra minha cara.
Eu: Tá gostando, mamãe?
Ela, ainda chorando, balançou a cabeça que sim. Lambi as bolinhas e, uma por uma, fui enfiando no cu dela até deixar só o cordãozinho pra puxar de novo. Ela suspirou olhando pra cima. Eu me levantei, tirei a pica e fiz ela pegar com a mão. Ela relutou, mas no fim pegou. No ouvido dela, falei que era maior e mais grosso que o vibrador. Ela sorriu, e eu puxei a última bolinha chinesa pra fora. Ela deu um pulo com a bunda e me olhou, balançando a cabeça que não. Nisso, ela gritou de novo: "Meu pai!"
— Filha, cê dormiu no banheiro ou o quê? Tá muito mal, né?
Ela respondeu:
— Tô, sim, filho. Tô mal. Melhor deixar as crianças um pouco e ir na farmácia comprar uns remédios pra mim, que não aguento mais isso.
Sabe o que ela não aguentava? Eu enfiava e tirava a bolinha chinesa do cu dela, e com a outra mão enfiava dois dedos na buceta dela, enquanto ela tampava a boca com uma mão e com a outra esfregava minha pica. Ela abriu um pouco a porta pra ver se meu pai tava por perto. Não vendo ele, se virou e me fez sentar no vaso. Ela puxou ainda mais a legging e a calcinha, cuspiu um monte na minha pica, se virou, separou as nádegas o máximo que podia, devagar encaixou meu pau na entrada do cu dela e se deixou cair bem de leve até ficar toda empalada. Não sei como não gritei de prazer. Minha pica tava penetrando o cu da minha própria mãe, e era ela que se mexia de um lado pro outro, com uma mão na boca e a outra nos peitos por baixo da blusa. Eu sentia que tava metendo até o fundo. lá no fundo do seu interior, não aguentei mais e gozei dentro dela com total consentimento dela.
Nisso sentimos a presença do meu pai lá fora e eu me levantei, pegando as coisas e me colocando atrás da porta. No momento em que ele abre a porta e vê minha mãe sentada no vaso, ele entrega os remédios e, por um acaso do destino, resolve dizer:
– Continua com o que tá fazendo, minha filha, eu cuido dos meninos aqui fora.
Eu quase soltei uma gargalhada, mas me segurei. Minha mãe fechou a porta na hora e, mesmo quase morrendo de susto, depois também caiu na risada comigo. Ela se levantou, pegou papel higiênico e limpou o cu. Pude ver que saía não só meu esperma, mas também um pouco de merda. Ela me olhou meio envergonhada, e eu falei:
– Que isso, véia, não era isso que você queria? Que te arrombassem o cu, até sair tudo?
Mãe: Só que na verdade eu queria que fosse meu marido, e não meu próprio filho.
Eu: Ué, não gostou ou o quê?
Mãe: Claro que gostei, só que isso que a gente fez é muito errado, e espero que não se repita.
Na hora eu peguei ela, virei de costas pra mim, fiz ela se inclinar, separei as nádegas com uma mão e, rápido, com a outra enfiei meu pau de novo no cu dela. Comecei a me mexer rápido pra frente e pra trás.
Mãe: Você é louco, vai me fazer gritar.
Eu: Jura que esse cu vai ser meu de novo.
Mãe: Nãão, como é que você pensa nisso? Para agora.
Eu: Você não quer que eu pare. Só me fala que vai deixar eu te comer de novo, mais uma vez, e em outras circunstâncias.
Mãe: Tá bom, meu amor, sim, tá bom, mas para. Não aguento mais, você vai me fazer gritar e seu pai vai perceber.
Eu: Perceber o quê, mamãe? Fala, perceber o quê? (me mexendo ainda mais rápido)
Mãe: Que tão me dando pelo cu, que o próprio filho tá me metendo o pau no cu.
Essas palavras foram demais pra mim e eu gozei de novo dentro do buraco anal escuro e dilatado dela. Quando tirei, saiu todo o ar que tinha acumulado. durante o mete e sai e o som da bunda dela bem aberta, deu pra ouvir até lá fora, onde meu irmão mais novo exclamou:
– Uuuyyy, mamãe, entre as risadas do meu pai e da minha irmã.
Ela me olhou sorrindo enquanto balançava a cabeça, tipo "não acredito no que a gente acabou de fazer". No meu ouvido, ela disse: "Pega as chaves que tão na gaveta da escrivaninha. Vou pra casa com todo mundo e você fecha com as minhas chaves. Eu saio, e quando a gente tiver fora do shopping, eu te ligo e você sai." Eu concordei com a cabeça enquanto a gente se arrumava. Antes dela sair, eu segurei ela e dei um beijão na boca dela, que ela não recusou. No ouvido dela, eu falei:
– Valeu, mamãe.
E ela respondeu:
– Valeu é você, meu filho. Te dei o que eu queria, não dei?
Eu concordei com a cabeça enquanto ela me dava outro beijo na boca, e depois disse:
– Fica tranquilo, meu filho. De agora em diante, buceta pro pai e boquete pro filho.
Quando todo mundo foi embora e minha mãe me ligou, eu saí como se nada tivesse acontecido, com os brinquedos dela, claro. O moleque mais feliz do mundo sou eu. Mas não acaba aí. Depois vou contar como eu quebrei a regra dela e transformei: buceta pro pai, e buceta e cu pro filho.
Espero que tenham gostado. Como sou novo na comunidade, espero os pontos de vocês. Mais pra frente conto mais sobre minha vida e minha relação com a mamãe.
4 comentários - Cuca pro pai, bum pro filho