Segundo Relato: Primeira vez com alguém mais velha
De novo venho contar minha história real, dessa vez com alguém mais experiente.
Acontece que no meu trabalho (sou funcionário numa loja de insumos de informática) meu chefe tava procurando mais alguém pra contratar, então ele publicou anúncios e a gente recebia currÃculos. Eu recebi a maioria por causa da ausência do meu chefe, e de vez em quando aparecia um com currÃculo mal feito, me fazendo rir.
Um dia chega uma moça, diria uns trinta e poucos anos, bem arrumada, com umas caracterÃsticas bem do norte do meu paÃs, bonita e formal. Ela me entrega o currÃculo numa pasta e confirmo a idade dela, uns 31 quase recém-completados naquele ano (2011), o nome real não lembro (sou péssimo pra nomes), então vamos chamar ela de Romina. Insisti em devolver a pasta porque não era necessário e ela educadamente disse que não importava, que esperava meu contato.
Até aà tudo bem. Passados muitos dias disso, voltei a revisar os currÃculos (nenhum se qualificou pra trabalhar) e vi aquela pasta... A verdade é que Romina não era nada mal, era uma mulher feita e direita (eu já tava com uns 21 e minha namorada também), mais baixa que eu, calculo 1,65m, magra, não vi muitos peitos mas ao se virar lembro de uma bundinha gostosa que ao andar com certeza mais de um virava pra olhar, como disse antes tinha pinta de ser nortenha, pele morena e olhos puxados que delineados como eu vi, eram olhos provocadores, e seus lábios deixavam um sorriso lindo que dava vontade de beijar...
Fiquei viajando na minha cabeça pensando nela que me esqueci totalmente da minha namorada, quis me testar e ver se era capaz de pegar uma mulher como Romina. Peguei meu celular, anotei o número dela e comecei a mandar mensagens. Primeiro de tudo, fazendo piadas sobre a pasta que ela deixou, se ela viria buscar um dia, e ela respondia na maior tranquilidade que sim, se eu quisesse ver. A gente começou uma conversa gostosa pra se conhecer mais, embora nunca tenha dito que tava com alguém... Notava um interesse por mim que não dava pra ignorar. passar... Uns dias depois, a gente combinou de sair pra comer depois do trabalho. Menti pra minha namorada que ia sair com um amigo e fui pro restaurante. Ela já tava lá me esperando. Tava com uma regata preta decotada e curta, mostrando o umbigo, dava pra ver uns pezões gostosos, uma jaquetinha branca leve fazia contraste e caÃa bem nela, por baixo uma calça jeans justa e tênis... Comemos, conversamos, tomamos umas cervejas... Notei que ela tava nervosa mas soltinha, surpresa e ao mesmo tempo atraÃda pela minha idade, se deixou levar e ficava brincando com minhas mãos... Levantamos e eu decidi levar ela em casa como um cavalheiro que na primeira saÃda quer deixar uma boa impressão... Entramos num táxi e quando chegamos, ela me convidou pra entrar. Uma casa pequena, arrumada e com um bichinho de estimação também pequeno. Continuamos bebendo e dançamos no corredor. Já totalmente aberta pra mim, ela me beijou apaixonadamente me segurando pelo pescoço, desesperada quase louca me confessou que fazia tempo que não ficava com ninguém e que aquela noite ia fazer a diferença. Ela me arrastou pro quarto dela escuro e deixou assim, uma cama grande nos esperava, as luzes do corredor deixavam eu ver o contorno do corpo dela se despindo na minha frente, e eu fazendo o mesmo sem perder nada, vi claramente a beleza da pele morena dela se aproximando de mim sem nada cobrindo. Me deliciei reparando que a buceta dela tava toda depilada (acho que fez naquele dia pra estar preparada). Ela apoiou os braços na cama ao meu redor se inclinando já sem roupa, peguei o cabelo curto preto como a noite dela e levei até meu pau duro, sem resistir e sem usar as mãos, ela deslizou a lÃngua do meu umbigo até a base do meu pau. Ouvi uma risadinha safada e uma frase que me matou e me afundou mais no prazer: "hoje cê é meu guy e eu sou sua women"... Aà veio o melhor boquete que já tomei até aquela noite. Sem usar as mãos ainda, ela envolveu meu pau com a lÃngua, que naquela posição tava descansando na minha barriga. Subindo em cada lambida, chegava até a ponta, me dando mais prazer no frênulo, ela dava voltas em volta da minha cabeça inchada e vermelha, levantando ela com a boca, fazendo alavanca e me fazendo endurecer ainda mais. Ela saboreava minha pica de um jeito inexplicável, dava pra ver que a experiência tinha feito dela uma verdadeira mestra do boquete, e eu fantasiei ela chupando 5, 7, 9 paus ao mesmo tempo. Fechei os olhos e soltei um "que puta que você é!" e ela respondeu com uma garganta profunda deliciosa, me levando ao céu. A carinha dela não aguentava mais, tanto que a maquiagem dos olhos borrou toda, dando a impressão de sofrida, mas bem gulosa. Ela não parava de subir e descer por toda minha pica venosa prestes a explodir, gemendo em cada momento de respiro que tinha, soltava uns engasgos seguidos de cuspidas. Aà ela usou a mão e foi da base até a ponta numa velocidade como se quisesse que eu gozasse logo. Continuou cuspindo pra acelerar ainda mais o movimento.
"Tá gostando, meu amor? Gosta do jeito que eu faço a sua punheta? Agora quero gozo... Tudo pra mim, sua putinha..."
Terminou a frase e eu explodi na boca dela, que me esperava aberta bem perto da ponta, e a cada palavra e respiro ela me deixava louco. Enchi aquela boquinha com bastante gozo grosso e branco. Eu ouvia ela saboreando, sem parar de bater uma suave pra não perder a dureza (coisa que eu não deixaria por nada)... Ela percebeu isso e se aproximou de mim, se virando de lado pra luz do corredor iluminar o rostinho choroso e manchado, me mostrou o gozo e como engolia gostoso. "Quero mais..." ela disse, e eu respondi "Agora é minha vez..."...
Continua...
De novo venho contar minha história real, dessa vez com alguém mais experiente.
Acontece que no meu trabalho (sou funcionário numa loja de insumos de informática) meu chefe tava procurando mais alguém pra contratar, então ele publicou anúncios e a gente recebia currÃculos. Eu recebi a maioria por causa da ausência do meu chefe, e de vez em quando aparecia um com currÃculo mal feito, me fazendo rir.
Um dia chega uma moça, diria uns trinta e poucos anos, bem arrumada, com umas caracterÃsticas bem do norte do meu paÃs, bonita e formal. Ela me entrega o currÃculo numa pasta e confirmo a idade dela, uns 31 quase recém-completados naquele ano (2011), o nome real não lembro (sou péssimo pra nomes), então vamos chamar ela de Romina. Insisti em devolver a pasta porque não era necessário e ela educadamente disse que não importava, que esperava meu contato.
Até aà tudo bem. Passados muitos dias disso, voltei a revisar os currÃculos (nenhum se qualificou pra trabalhar) e vi aquela pasta... A verdade é que Romina não era nada mal, era uma mulher feita e direita (eu já tava com uns 21 e minha namorada também), mais baixa que eu, calculo 1,65m, magra, não vi muitos peitos mas ao se virar lembro de uma bundinha gostosa que ao andar com certeza mais de um virava pra olhar, como disse antes tinha pinta de ser nortenha, pele morena e olhos puxados que delineados como eu vi, eram olhos provocadores, e seus lábios deixavam um sorriso lindo que dava vontade de beijar...
Fiquei viajando na minha cabeça pensando nela que me esqueci totalmente da minha namorada, quis me testar e ver se era capaz de pegar uma mulher como Romina. Peguei meu celular, anotei o número dela e comecei a mandar mensagens. Primeiro de tudo, fazendo piadas sobre a pasta que ela deixou, se ela viria buscar um dia, e ela respondia na maior tranquilidade que sim, se eu quisesse ver. A gente começou uma conversa gostosa pra se conhecer mais, embora nunca tenha dito que tava com alguém... Notava um interesse por mim que não dava pra ignorar. passar... Uns dias depois, a gente combinou de sair pra comer depois do trabalho. Menti pra minha namorada que ia sair com um amigo e fui pro restaurante. Ela já tava lá me esperando. Tava com uma regata preta decotada e curta, mostrando o umbigo, dava pra ver uns pezões gostosos, uma jaquetinha branca leve fazia contraste e caÃa bem nela, por baixo uma calça jeans justa e tênis... Comemos, conversamos, tomamos umas cervejas... Notei que ela tava nervosa mas soltinha, surpresa e ao mesmo tempo atraÃda pela minha idade, se deixou levar e ficava brincando com minhas mãos... Levantamos e eu decidi levar ela em casa como um cavalheiro que na primeira saÃda quer deixar uma boa impressão... Entramos num táxi e quando chegamos, ela me convidou pra entrar. Uma casa pequena, arrumada e com um bichinho de estimação também pequeno. Continuamos bebendo e dançamos no corredor. Já totalmente aberta pra mim, ela me beijou apaixonadamente me segurando pelo pescoço, desesperada quase louca me confessou que fazia tempo que não ficava com ninguém e que aquela noite ia fazer a diferença. Ela me arrastou pro quarto dela escuro e deixou assim, uma cama grande nos esperava, as luzes do corredor deixavam eu ver o contorno do corpo dela se despindo na minha frente, e eu fazendo o mesmo sem perder nada, vi claramente a beleza da pele morena dela se aproximando de mim sem nada cobrindo. Me deliciei reparando que a buceta dela tava toda depilada (acho que fez naquele dia pra estar preparada). Ela apoiou os braços na cama ao meu redor se inclinando já sem roupa, peguei o cabelo curto preto como a noite dela e levei até meu pau duro, sem resistir e sem usar as mãos, ela deslizou a lÃngua do meu umbigo até a base do meu pau. Ouvi uma risadinha safada e uma frase que me matou e me afundou mais no prazer: "hoje cê é meu guy e eu sou sua women"... Aà veio o melhor boquete que já tomei até aquela noite. Sem usar as mãos ainda, ela envolveu meu pau com a lÃngua, que naquela posição tava descansando na minha barriga. Subindo em cada lambida, chegava até a ponta, me dando mais prazer no frênulo, ela dava voltas em volta da minha cabeça inchada e vermelha, levantando ela com a boca, fazendo alavanca e me fazendo endurecer ainda mais. Ela saboreava minha pica de um jeito inexplicável, dava pra ver que a experiência tinha feito dela uma verdadeira mestra do boquete, e eu fantasiei ela chupando 5, 7, 9 paus ao mesmo tempo. Fechei os olhos e soltei um "que puta que você é!" e ela respondeu com uma garganta profunda deliciosa, me levando ao céu. A carinha dela não aguentava mais, tanto que a maquiagem dos olhos borrou toda, dando a impressão de sofrida, mas bem gulosa. Ela não parava de subir e descer por toda minha pica venosa prestes a explodir, gemendo em cada momento de respiro que tinha, soltava uns engasgos seguidos de cuspidas. Aà ela usou a mão e foi da base até a ponta numa velocidade como se quisesse que eu gozasse logo. Continuou cuspindo pra acelerar ainda mais o movimento.
"Tá gostando, meu amor? Gosta do jeito que eu faço a sua punheta? Agora quero gozo... Tudo pra mim, sua putinha..."
Terminou a frase e eu explodi na boca dela, que me esperava aberta bem perto da ponta, e a cada palavra e respiro ela me deixava louco. Enchi aquela boquinha com bastante gozo grosso e branco. Eu ouvia ela saboreando, sem parar de bater uma suave pra não perder a dureza (coisa que eu não deixaria por nada)... Ela percebeu isso e se aproximou de mim, se virando de lado pra luz do corredor iluminar o rostinho choroso e manchado, me mostrou o gozo e como engolia gostoso. "Quero mais..." ela disse, e eu respondi "Agora é minha vez..."...
Continua...
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