Peço desculpas de antemão, tô escrevendo essa história escondido dos meus chefes. Não é meu estilo, mas a ansiedade de publicar é grande. Vai...
Isso aconteceu ontem. Assim que cheguei no terminal de ônibus, vi ela. Resplandecendo no meio da multidão. Tava sozinha, eu também. Que gostosa de menina. Subiu no busão e pediu passagem com desconto de universitária, na hora minha buceta foi pro espaço...
Bom - pensei - vejo onde ela senta e me enfio perto. Ela senta, eu sento.
Agora consigo ver todo o esplendor do corpo dela.
1,60 de altura. Morena de cabelo liso. Olhos cor de mel, gigantes/intimidadores. Lábios carnudos (como se não fossem dela) pintados de vermelho. Pele branca, branca, de porcelana, diria. O rosto dela era angelical, maçãs do rosto marcadas e bochechas rosadas. O resto do corpo era magro, mas ao mesmo tempo deixava ver a figura desejável por causa da roupa. Tava com um vestido branco e florido (decotado), que ia até os joelhos. Esse vestido vestia meio solto nela.
Sentamos no fundo do busão, um de cada lado da janela. Ela notou minha presença com um olhar de canto.
Eu não conseguia disfarçar muito, já tava começando a queimar por dentro.
Olhando pra todo lado (e pra ela). Percebo que ela se inclina procurando alguma coisa dentro da bolsa. Coloca a bolsa no banco do lado dela (o que tá do meu lado) e se inclina de novo. Deus!!! Se existe, me manda um presente que eu enfio de letra. Agora sim, via os peitos perfeitos dela. Pareciam durinhos, firmes, malhados. Naquele instante, p*ta merda!
Ela levanta o olhar e...
Que merda! - pensei -
Olho pro outro lado.
Olho de novo e...
Ela continua me encarando, sorri.
Uff.
Ela se vira. Eu também.
Passaram uns minutos e olhei de novo. Meu coração batia cada vez mais forte, já doía cada batida.
Ela coloca um joelho (esquerdo) contra o banco da frente dela. Com essa perna levantada, consigo notar ainda mais a pele dela É suave, igual seda. Aí, com a mão direita, ela acaricia a perna esquerda. Pum! Meu coração. A alça direita do vestido cai, ela deixa cair. Pum! Meu coração. Ela não tava de sutiã.
Com a mão esquerda, ela se inclina de novo em direção à bolsa, que tá do lado direito, e tira uma garrafa de água mineral. Isso faz os peitos dela se juntarem, se ajeitarem e se levantarem. Pum! Meu coração. Enquanto bebe a água, algumas gotas caem no decote dela. Ela enxuga e abaixa um pouco mais o vestido (meio peito de fora).
Tremo de tesão vendo isso. Desejo, desejo.
Ela prende o cabelo, deixando uns fios soltos que descansam nos ombros.
Nessa altura, já nem disfarço mais, meu volume tá aparecendo. Ela, com um olhar de lado (aparentemente), percebe. Sabe o que faz. Tá me provocando. Adora ser observada. Não me mexo, eu gosto de ver.
O calor é sufocante, ela suspira. Suspiramos.
Ela toma outro gole de água. Molha uma das mãos com a água e passa no pescoço. Guarda a garrafa. Tira um creme da bolsa. Passa nas mãos e começa a espalhar devagar no peito, desce até as pernas. Deixa eu ver um pouco mais as coxas dela. Que pernas lindas. Ainda sinto o cheiro do creme.
Já nem sei onde tô... não importa.
Ela guarda o creme, tira um gloss. Passa naqueles lábios carnudos que agora parecem maiores. Brinca com a boca, comigo.
Ela se espreguiça. Os peitos dela parecem maiores, e os mamilos, durinhos.
Não paro de olhar.
Não aguento mais.
Começo a ajeitar a pica por cima da calça. Tá explodindo.
Ela percebe.
Pum! Meu coração.
Ela olha de canto. Só uma vez a gente cruzou os olhares.
Não resisto.
Abro o zíper. Ela vê, não faz nada. Sabe o que faz. Eu sei o que ela faz. Todo mundo sabe.
Vejo ela. Ela se inclina um pouco mais pra baixo, agora coloca os dois joelhos contra os bancos da frente. Tá com as pernas abertas. Acaricia as coxas. Lambe. Os dedos da mão dela, ela molha bem com saliva. Abre mais as pernas. Com a mão, vai pra zona sul dela. Se toca, se acaricia. Molha os dedos de novo (ela curte) pra sentir os próprios sucos.
Tirei de dentro da cueca minha poronga que tá prestes a explodir. Ardendo, precisa se aliviar.
Ela tá curvada na minha direção. Sinto que ela tá implorando…
Olho pra ela e…
Ela faz sinal com a mão (“vem”)
Me ajeito rápido e sento do lado dela. Quero tocar nela e… ela balança a cabeça dizendo NÃO. Pega minha mão e coloca de volta no meu membro.
Entendi.
Minha respiração tá pesada, ofegante… Babando. Sinto na boca uma coisa tipo uma pasta, a saliva seca.
Começo a me masturbar. Ela nem roça nenhuma parte do corpo no meu.
Será que é a fantasia dela?
A gente se toca, cada um na sua.
Agora não paramos de nos olhar. Vemos como o outro goza. Sabemos que excitamos o outro.
Quero pular em cima dela. Não faço.
Continuo. Continuamos.
Nenhum dos dois aguenta.
Ela tapa minha boca com a mão livre dela. Eu faço o mesmo.
Silêncio. Gozamos por dentro enquanto as ruas cheias de gente andam por aí. A gente não finge. Dá pra ver.
Ela morde minha mão, parece que quer gritar de prazer mas não pode. Eu descarrego tudo…
Silêncio. Gozamos.
Isso aconteceu ontem. Assim que cheguei no terminal de ônibus, vi ela. Resplandecendo no meio da multidão. Tava sozinha, eu também. Que gostosa de menina. Subiu no busão e pediu passagem com desconto de universitária, na hora minha buceta foi pro espaço...
Bom - pensei - vejo onde ela senta e me enfio perto. Ela senta, eu sento.
Agora consigo ver todo o esplendor do corpo dela.
1,60 de altura. Morena de cabelo liso. Olhos cor de mel, gigantes/intimidadores. Lábios carnudos (como se não fossem dela) pintados de vermelho. Pele branca, branca, de porcelana, diria. O rosto dela era angelical, maçãs do rosto marcadas e bochechas rosadas. O resto do corpo era magro, mas ao mesmo tempo deixava ver a figura desejável por causa da roupa. Tava com um vestido branco e florido (decotado), que ia até os joelhos. Esse vestido vestia meio solto nela.
Sentamos no fundo do busão, um de cada lado da janela. Ela notou minha presença com um olhar de canto.
Eu não conseguia disfarçar muito, já tava começando a queimar por dentro.
Olhando pra todo lado (e pra ela). Percebo que ela se inclina procurando alguma coisa dentro da bolsa. Coloca a bolsa no banco do lado dela (o que tá do meu lado) e se inclina de novo. Deus!!! Se existe, me manda um presente que eu enfio de letra. Agora sim, via os peitos perfeitos dela. Pareciam durinhos, firmes, malhados. Naquele instante, p*ta merda!
Ela levanta o olhar e...
Que merda! - pensei -
Olho pro outro lado.
Olho de novo e...
Ela continua me encarando, sorri.
Uff.
Ela se vira. Eu também.
Passaram uns minutos e olhei de novo. Meu coração batia cada vez mais forte, já doía cada batida.
Ela coloca um joelho (esquerdo) contra o banco da frente dela. Com essa perna levantada, consigo notar ainda mais a pele dela É suave, igual seda. Aí, com a mão direita, ela acaricia a perna esquerda. Pum! Meu coração. A alça direita do vestido cai, ela deixa cair. Pum! Meu coração. Ela não tava de sutiã.
Com a mão esquerda, ela se inclina de novo em direção à bolsa, que tá do lado direito, e tira uma garrafa de água mineral. Isso faz os peitos dela se juntarem, se ajeitarem e se levantarem. Pum! Meu coração. Enquanto bebe a água, algumas gotas caem no decote dela. Ela enxuga e abaixa um pouco mais o vestido (meio peito de fora).
Tremo de tesão vendo isso. Desejo, desejo.
Ela prende o cabelo, deixando uns fios soltos que descansam nos ombros.
Nessa altura, já nem disfarço mais, meu volume tá aparecendo. Ela, com um olhar de lado (aparentemente), percebe. Sabe o que faz. Tá me provocando. Adora ser observada. Não me mexo, eu gosto de ver.
O calor é sufocante, ela suspira. Suspiramos.
Ela toma outro gole de água. Molha uma das mãos com a água e passa no pescoço. Guarda a garrafa. Tira um creme da bolsa. Passa nas mãos e começa a espalhar devagar no peito, desce até as pernas. Deixa eu ver um pouco mais as coxas dela. Que pernas lindas. Ainda sinto o cheiro do creme.
Já nem sei onde tô... não importa.
Ela guarda o creme, tira um gloss. Passa naqueles lábios carnudos que agora parecem maiores. Brinca com a boca, comigo.
Ela se espreguiça. Os peitos dela parecem maiores, e os mamilos, durinhos.
Não paro de olhar.
Não aguento mais.
Começo a ajeitar a pica por cima da calça. Tá explodindo.
Ela percebe.
Pum! Meu coração.
Ela olha de canto. Só uma vez a gente cruzou os olhares.
Não resisto.
Abro o zíper. Ela vê, não faz nada. Sabe o que faz. Eu sei o que ela faz. Todo mundo sabe.
Vejo ela. Ela se inclina um pouco mais pra baixo, agora coloca os dois joelhos contra os bancos da frente. Tá com as pernas abertas. Acaricia as coxas. Lambe. Os dedos da mão dela, ela molha bem com saliva. Abre mais as pernas. Com a mão, vai pra zona sul dela. Se toca, se acaricia. Molha os dedos de novo (ela curte) pra sentir os próprios sucos.
Tirei de dentro da cueca minha poronga que tá prestes a explodir. Ardendo, precisa se aliviar.
Ela tá curvada na minha direção. Sinto que ela tá implorando…
Olho pra ela e…
Ela faz sinal com a mão (“vem”)
Me ajeito rápido e sento do lado dela. Quero tocar nela e… ela balança a cabeça dizendo NÃO. Pega minha mão e coloca de volta no meu membro.
Entendi.
Minha respiração tá pesada, ofegante… Babando. Sinto na boca uma coisa tipo uma pasta, a saliva seca.
Começo a me masturbar. Ela nem roça nenhuma parte do corpo no meu.
Será que é a fantasia dela?
A gente se toca, cada um na sua.
Agora não paramos de nos olhar. Vemos como o outro goza. Sabemos que excitamos o outro.
Quero pular em cima dela. Não faço.
Continuo. Continuamos.
Nenhum dos dois aguenta.
Ela tapa minha boca com a mão livre dela. Eu faço o mesmo.
Silêncio. Gozamos por dentro enquanto as ruas cheias de gente andam por aí. A gente não finge. Dá pra ver.
Ela morde minha mão, parece que quer gritar de prazer mas não pode. Eu descarrego tudo…
Silêncio. Gozamos.
4 comentários - Chloë Moretz morena. Universitária angelical. (+18)
Salud...Saludos a todos.
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