Essa história aconteceu comigo há muitos anos, quando o serviço telefônico era da Entel. Vocês lembram que sempre dava linha cruzada? Então, aqui vai a história 100% real.
Era o ano de 1987, eu com 22 anos e louco pra meter a buceta a cada 10 segundos, haja. Bom, uma tarde quero ligar pra um amigo e, ao levantar o fone, ouço que a linha tava cruzada. Ia desligar, mas fiquei curioso com a conversa de duas gostosas, e ainda mais com os assuntos que elas estavam falando. Vou contar que em nenhum momento elas se chamaram pelos nomes, só "Pato" e "Negra".
O que eu ouvi me deixou muito excitado. Parece que a Pato tinha ido de férias pro litoral, pra Villa Gesell, com o namorado, e eles tinham brigado. A Pato começou a ficar sem grana pra continuar bancando os dias de praia. Foi quando ela decidiu trabalhar como garçonete num pub do Tano, aparentemente um cara muito mais velho que ela, que de cara começou a dar em cima dela. Imaginem que nesse momento eu já tava doidão, querendo saber como a história terminaria (e rezando pra linha não cair).
Aparentemente, a Pato não tava muito a fim de que o Tano desse em cima dela, mas conforme os dias passavam e o dinheiro não dava, ela começou a amolecer. (Aqui fica difícil pra mim contar a história, no sentido de que não sei se relato exatamente como ouvi da boca delas, como se elas mesmas estivessem falando, ou se narro o que foi conversado. Vocês que sabem.)
NEGRA: Pato, não me diga que você amoleceu pro velho.
PATO: Olha, no começo eu fiquei com vergonha, mas velho, velho ele não é. Tem 47 anos.
NEGRA: Mas ele é forte?
PATO: Mais ou menos. Você pegava ele numa boa, hahaha.
NEGRA: Hahaha, que safada.
PATO: Mas olha, o Martin foi embora e eu fiquei sem um puto. Eu recebia só nas segundas e tava vivendo das gorjetas do pessoal. E, sinceramente, dava só pro cigarro e mais nada.
NEGRA: E o que você fez?
PATO: Numa quarta-feira que não veio muita gente, o Tano se ofereceu pra me levar pro apartamento. Ele tem um carrão conversível verde. Genial (depois descobri que era um MG, típico daqueles anos) indo pro apê. Umas 4 da manhã, margeando a praia e eu meio bebada, começo a seduzir ele.
NEGRA, não me fode, caralho!!!
PATÃO, e o que você quer? Tava há duas semanas sem transar, tava puta que tava no cio, e o cara não era nada feio, então mão na buceta e descer o zíper dele devagarzinho, hahaha, que pedaço de pau. Comecei a chupar ele enquanto ele continuava dirigindo. Ele parou na praia e a gente foi pra areia. Te digo que nunca mais foda na praia, fiquei com a buceta parecendo que passei lixa, hahaha.
NEGRA, hahaha, que puta filha da puta!!!
EU, doida pra caralho, não me interrompe, porque queria continuar ouvindo.
PATÃO, te juro, Negra, nunca tinha sido comida daquele jeito, foi maravilhoso, me fez tremer, encheu meu cu de leite, não sabe o gozo que foi!!!
Nisso, chego no apê toda acabada, abro a porta e dou de cara com o Martin.
NEGRA, não me fode!!!
PATÃO, sim, burra, tava mais quente que o Tano na hora. Ele me deu um beijo que quase rachou minha boca. Imagina, eu não queria que ele me metesse, porque ia perceber que eu tava cheia de gozo. Então abracei ele forte, meti a mão dentro da calça dele e fui trabalhar, minha filha. Chupei ele com tudo, sem deixar ele me tocar, hahaha. Fiz bem devagar e com muita vontade pra ele não desconfiar de nada, até deixei ele gozar na minha boca.
NEGRA, que puta, hahaha.
PATÃO, não sabe o tesão que eu tava. O Tano me deixou doida. Então o Martin ficou satisfeito, e eu tomei banho tranquilamente, feito uma boa menina.
PATÃO, no outro dia fui pro pub como se nada tivesse acontecido. E o Tano, sabendo que em uns dias ia voltar pra Buenos Aires, me disse que vai me ligar um amigo que vai me dar um trampo de secretária. Sabendo como preciso do emprego, agradeci. Ai, meu irmão tá enchendo o saco, quer o telefone!!!
Aí tive que pensar rápido, porque não tinha nenhum dado, nem número de telefone, nem endereço, nem... dos nomes reais, então tava no forno
PATY negra, te larguei porque esse cara encheu o saco, depois a gente se vê.
Elas cortam, e eu fico com o telefone na mão esperando o irmão atender pra ligar, eeeeeee pah!!!
Alô alô, aqui é da Entel testando a linha
Sim sim, o cara me responde
Tô confirmando a linha, pode me dizer qual é o número?
Aqui é 79797872487434.
Ok, valeu!!!
Não acreditei, tinha o telefone daquela puta, kkkk (juro que foi assim, falta ainda o relato de como ele se despede do tano, mas se eu contar ninguém vai acreditar nem fudendo, porque juro que fiquei umas horas com o telefone na mão e a outra mão batendo uma punheta)
Imagina que uma história dessas, você tem que compartilhar com um amigo, já que é difícil de acreditar e pra ter testemunha, não tem jeito, tem que envolver seu melhor amigo nessa aventura
Liguei no outro dia pro Seba, chefe de pessoal de Villa Longa (podem confirmar se quiserem, se ainda tiver algum registro na empresa do Yabrán), se pedirem, dou o nome completo
Ele falou pra eu entrar na onda e marcar um encontro em algum lugar, ok
Esperei uns dias e liguei, por acaso, quem atendeu foi ela
Alô, Paty?
Sim, quem fala?
O tano de Villa Gesell me passou seu telefone, meu nome é Júlio, ele disse que você tava procurando trabalho?
PATY sim, tô precisando mesmo
EU, então, relaxa que eu tô procurando alguém de confiança, e o tano falou que você é uma boa moça, então que tal a gente se encontrar?
PATY quando?
EU, olha, terça-feira depois das 18h em Olazábal e Juramento. Tem um bar lá, que tal?
PATY, um bar?
EU, sim, por quê? Olha, tenho um escritório na galeria, mas acho sem graça a gente se encontrar lá, já que tô sozinho, sei lá
PATY, sim, melhor em Juramento e Olazábal, pra se conhecer. Te adianto que sou loira, cabelo comprido cheio de cachos, vou de jeans e blusa blanca
YO, ok, o único otário de terno vou ser eu, mas fazer o quê, tô sempre vestido assim.
Liguei pro Seba e combinamos: ele levava o pedido da empresa e eu me passava pelo filho do dono. Só pra constar, naquela época ninguém sabia quem era o dono dessa empresa, nem o Seba sabia, era um mistério.
E chegou o dia. Não fazia ideia de como ela era, mas sempre pronto.
Cheguei na confeitaria e lá vi ela... linda demais. Uma loira bem dotada, com uns peitões enormes que a blusa mal conseguia esconder, e aquele cabelo loiro cheio de cachos, tipo leoa, clássico dos anos 80.
— Oi, Pato?
— Sim, Júlio, né?
— Isso, como cê tá? — Quando ela se levantou pra me cumprimentar, tava usando a calça jeans mais apertada que já vi na vida. Que rabo, meu Deus, uma tremenda gostosa. Depois descobri que tinha 21 anos.
Ficamos conversando besteira enquanto esperava o Seba chegar com os papéis. Eu já morava sozinho naquela época, queria levar ela pra casa na hora, mas como fazer? Ela era toda séria, muito fina. Bom, era a imagem que queria passar já que tava numa entrevista de emprego. Se ela soubesse o que eu sabia dela, hahaha.
Finalmente o Seba chegou com uma pasta com o logo da empresa, e aí foi quando entrei com tudo. Enquanto o Seba ia preenchendo os dados, eu dizia que ligaríamos pra saber se ela entrava pra trabalhar de secretária. E quando meu amigo falou o salário, os olhinhos dela se abriram que nem o dois de copas.
Bom, naquele tempo ainda não tinha celular como hoje, tava aparecendo o famoso tijolão. Então apertamos as mãos, demos um beijo no rosto e fomos embora como dois cavalheiros. Nunca demos nossos telefones — eu pra não ter encrenca e o Seba pra não ser descoberto, só por precaução.
Deixei passar uns dias e liguei pra ela.
— Pato, é o Júlio, como cê tá?
— Ah, como cê tá?
— Bem, desculpa não ter ligado antes, é que tem uns probleminhas que dá pra resolver, nada grave, mas eu queria... Reencontrar com você de novo, tudo bem?
PATUCA, uai, o que que houve?
EU, nada, nada (não sabia que merda falar), mas faltam uns dados que eu queria que você preenchesse, porque tem outras pessoas também na lista pra essa vaga, e elas têm uma pasta mais completa.
PATUCA, e que dados tão faltando?
EU, nada grave, podemos nos ver hoje no mesmo lugar e horário?
PATUCA, sim, tô indo pra lá.
EU, ok, valeu, até mais.
Bom, dessa vez cheguei antes dela. Era uma mulher que fazia questão de marcar presença. Dessa vez, calça preta super apertada, camisa salmão, e dava pra ver que ela tava usando um sutiã bem putinha (não entendo muito de roupa feminina, mas era daqueles com várias rendinhas furadas que mal cobrem o peito). E olha que eu só dei uma olhada de leve, hahaha.
Conversa vai, conversa vem, percebi que ela tava desesperada pela vaga. Eu mantive a postura, como se fosse só negócio.
PATUCA, olha, Júlio, eu preciso desse emprego. Me diz o que tá faltando que eu já apresento.
EU, é que a outra candidata tem diploma de nível superior, e isso pesa.
PATUCA, ah, que merda. O que dá pra fazer?
EU, olha, Seba já tinha te descartado, mas ontem mesmo o Tano me ligou e disse que você é uma boa moça e que trabalhou muito bem com ele (não ia falar que você comeu ele direitinho). Então ele pediu pra te dar uma força e que eu não ia me arrepender.
PATUCA, o que mais ele contou?
EU, hein?
PATUCA, só isso?
EU, ehhhh, bom, olha, ele disse que você transa como os deuses e que eu não ia me arrepender de te contratar, que você é uma gostosa.
PATUCA, mas que filho da puta ele e você também!!!
EU, calma, não esquenta, segura a onda. Imagina, se um homem fala assim de você, é porque você deve ser realmente boa na cama. Não leva como falta de respeito, leva como um elogio. Pra ser sincero, desde que te vi, quis te levar pra cama, mas não quero me aproveitar de você, ainda mais por causa de uma necessidade de emprego. Então, aqui, te deixo a pasta. Leva pra casa, completa, e aqui tá meu cartão. (Nunca Eu falei que tenho uma gráfica, hahaha, então foi fácil fazer uma). Me desculpa se te ofendi, mas sou homem e, pra ser sincero, você me atraiu desde o primeiro momento. Vou pedir pra te transferirem pra outra sala, ok? Porque a secretária que eu tava procurando era pra mim, e acho que depois disso você não vai querer me ter por perto.
PATRÃO, não, para. Eu adoraria ser sua secretária. Se quiser, me faz um teste pra ver se eu sou capacitada pro cargo.
Naquela hora, já tava doida pra sentar!!!
EU, aqui?
PATRÃO, não, bobinho. Aqui na esquina tem um hotel. Me leva.
Saímos voando, entramos. Mal fechei a porta do quarto, ela se ajoelhou e, bem devagar, abaixou o zíper da minha calça. Não deixou nada de fora. Foi melhor do que eu sonhei. Nossa, como aquela mulher chupava. De vez em quando, levantava o olhar e dizia: "Tá bom assim, chefe?"
Sim, sim, muito bom. Agora as bolinhas, vamos, chupa com vontade. E pá, meteu as bolas na boca sem reclamar... Eu tava no paraíso.
Bom, preciso ver você melhor. Falei isso na brincadeira que a gente tinha combinado.
PATRÃO, sim, senhor.
Ela tirou a roupa toda. Eu ainda tava de terno, tentei tirar, mas ela não deixou.
O que me matou foi que ela tirou da bolsa um par de óculos e prendeu o cabelo. Típica secretária. Se ajoelhou de novo na minha frente e continuou chupando. De vez em quando, levantava o olhar e, muito safada, me encarava com aqueles olhos azuis que, através dos óculos, brilhavam ainda mais. Ela se levantou e disse: "Tô pronta pro cargo, senhor???"
Não sei, tem coisas que preciso avaliar.
PATRÃO, com você, bem sexy. Ela diz: "Olha meus peitos. A outra candidata tem essas tetas?"
Eu, pra provocar, falei que sim.
PATRÃO, "Sim, mas ela deixa você chupar elas?? Chupa à vontade, senhor. As duas. Vai, mais um pouco, tá bom demais." (Nessa hora, quem dominava o jogo era totalmente ela. Eu só seguia o fluxo... e tava adorando.)
PATRÃO, "Senhor, me dá sua mão." (Ela levou a minha mão até a bucetinha dela, bem pequenininha.) e bem depiladinha, ) toca bem lá dentro, vê como tá molhadinha? a outra candidata tem assim,
EU, na verdade não,
PATÃO, vê que já tô ganhando o cargo,
EU, sim, verdade, mas......
PATÃO, shuuuuu, isso aqui só começou,
PATÃO, senhor, se vira e se abaixa, sempre de pé, e com as mãos abre as nádegas mostrando o cuzinho rosado, senhor, olha bem, gosta assim ou quer que eu abra mais?
EU, coloco o dedo do meio bem dentro desse cu, e sinto um gemido, ai te machuquei?
PATÃO, não importa senhor, prometo não reclamar de nada,
EU, olha que você é uma putinha, chupa ela mais um pouco,
PATÃO, sim senhor, quer que eu engula toda a porra?
EU, sim
PATÃO, certeza que o cargo é meu?
EU, se continuar sendo putinha, pode dar como certo
PATÃO, adoro ser putinha, vai, me dá a porra que eu engulo,
Aí soltei tudo na boca dela, nem reclamou, não deixou nada, e continuou chupando um bom tempo, como se não tivesse percebido que eu já tinha gozado,
EU, obrigado, já deu,
PATÃO, não senhor, deixa eu continuar, assim fica dura de novo, e mete no meu cuzinho que você tanto gostou, ou acha que não percebi como você me olhava?
E continuou chupando, até conseguir o que queria.
Tirei toda a roupa e levei ela pra cama, ela ficou de quatro abrindo bem com as mãos aquelas nádegas, e deixando aquele furinho rosa bem aberto pra mim,
PATÃO, senhor, assim tá bom, vai, mete devagarzinho, prometo que não vou reclamar,
E foi assim, meti sem piedade até o fundo, vi como as mãos dela se agarravam nos lençóis de tanta dor que causei com minha bruta penetrada,
EU, muito bem secretária patão, te parabenizo, falei enquanto bombava como um louco,
PATÃO, senhor, já tô contratada? vai me comer assim todo dia?
EU, sim patão, todo dia,
PATÃO, segunda-feira levo a pasta completa pra empresa,
EU, sim, se eu te foder assim já fica garantida no cargo, toda essa conversa eu com a pica no cu dela Cu e dando,
PATINHO: "Tá bom, chefe, por favor, dá pra tirar só um pouquinho?"
EU: "Já começamos..."
PATINHO: "Não, não fica bravo, é que tá doendo muito" (aí me deu uma peninha) "Não continua, por favor, deixa pra lá, termina de boa."
E gozei de novo. Só pra deixar claro, foi meu primeiro anal. Adorei ver a porra escorrendo daquela buceta.
Imagina se eu queria continuar com uma gostosa daquela, mas sabia que não teria outra chance. Então a gente tomou banho e deitou.
Dormimos tranquilos, mas meu tesão não tinha jeito de saciar. E seguindo o jogo: "Senhorita Patinho, acorda, acorda, vamos, chupa ela de novo." Haha, enquanto acordava ela, já tinha a pica dura na cara dela, esperando aquela boquinha carnuda.
PATINHO: "Senhor, como é que ficou desse jeito?"
Não deixei ela continuar falando e enfiei tudo na boca dela. Ela chupou, chupou, chupou, e eu gozei bem gozado.
A gente se despediu com um beijo. Ela pensando que ia ter um emprego novo, e eu pensando que nunca mais ia comer uma mulher assim.
Era o ano de 1987, eu com 22 anos e louco pra meter a buceta a cada 10 segundos, haja. Bom, uma tarde quero ligar pra um amigo e, ao levantar o fone, ouço que a linha tava cruzada. Ia desligar, mas fiquei curioso com a conversa de duas gostosas, e ainda mais com os assuntos que elas estavam falando. Vou contar que em nenhum momento elas se chamaram pelos nomes, só "Pato" e "Negra".
O que eu ouvi me deixou muito excitado. Parece que a Pato tinha ido de férias pro litoral, pra Villa Gesell, com o namorado, e eles tinham brigado. A Pato começou a ficar sem grana pra continuar bancando os dias de praia. Foi quando ela decidiu trabalhar como garçonete num pub do Tano, aparentemente um cara muito mais velho que ela, que de cara começou a dar em cima dela. Imaginem que nesse momento eu já tava doidão, querendo saber como a história terminaria (e rezando pra linha não cair).
Aparentemente, a Pato não tava muito a fim de que o Tano desse em cima dela, mas conforme os dias passavam e o dinheiro não dava, ela começou a amolecer. (Aqui fica difícil pra mim contar a história, no sentido de que não sei se relato exatamente como ouvi da boca delas, como se elas mesmas estivessem falando, ou se narro o que foi conversado. Vocês que sabem.)
NEGRA: Pato, não me diga que você amoleceu pro velho.
PATO: Olha, no começo eu fiquei com vergonha, mas velho, velho ele não é. Tem 47 anos.
NEGRA: Mas ele é forte?
PATO: Mais ou menos. Você pegava ele numa boa, hahaha.
NEGRA: Hahaha, que safada.
PATO: Mas olha, o Martin foi embora e eu fiquei sem um puto. Eu recebia só nas segundas e tava vivendo das gorjetas do pessoal. E, sinceramente, dava só pro cigarro e mais nada.
NEGRA: E o que você fez?
PATO: Numa quarta-feira que não veio muita gente, o Tano se ofereceu pra me levar pro apartamento. Ele tem um carrão conversível verde. Genial (depois descobri que era um MG, típico daqueles anos) indo pro apê. Umas 4 da manhã, margeando a praia e eu meio bebada, começo a seduzir ele.
NEGRA, não me fode, caralho!!!
PATÃO, e o que você quer? Tava há duas semanas sem transar, tava puta que tava no cio, e o cara não era nada feio, então mão na buceta e descer o zíper dele devagarzinho, hahaha, que pedaço de pau. Comecei a chupar ele enquanto ele continuava dirigindo. Ele parou na praia e a gente foi pra areia. Te digo que nunca mais foda na praia, fiquei com a buceta parecendo que passei lixa, hahaha.
NEGRA, hahaha, que puta filha da puta!!!
EU, doida pra caralho, não me interrompe, porque queria continuar ouvindo.
PATÃO, te juro, Negra, nunca tinha sido comida daquele jeito, foi maravilhoso, me fez tremer, encheu meu cu de leite, não sabe o gozo que foi!!!
Nisso, chego no apê toda acabada, abro a porta e dou de cara com o Martin.
NEGRA, não me fode!!!
PATÃO, sim, burra, tava mais quente que o Tano na hora. Ele me deu um beijo que quase rachou minha boca. Imagina, eu não queria que ele me metesse, porque ia perceber que eu tava cheia de gozo. Então abracei ele forte, meti a mão dentro da calça dele e fui trabalhar, minha filha. Chupei ele com tudo, sem deixar ele me tocar, hahaha. Fiz bem devagar e com muita vontade pra ele não desconfiar de nada, até deixei ele gozar na minha boca.
NEGRA, que puta, hahaha.
PATÃO, não sabe o tesão que eu tava. O Tano me deixou doida. Então o Martin ficou satisfeito, e eu tomei banho tranquilamente, feito uma boa menina.
PATÃO, no outro dia fui pro pub como se nada tivesse acontecido. E o Tano, sabendo que em uns dias ia voltar pra Buenos Aires, me disse que vai me ligar um amigo que vai me dar um trampo de secretária. Sabendo como preciso do emprego, agradeci. Ai, meu irmão tá enchendo o saco, quer o telefone!!!
Aí tive que pensar rápido, porque não tinha nenhum dado, nem número de telefone, nem endereço, nem... dos nomes reais, então tava no forno
PATY negra, te larguei porque esse cara encheu o saco, depois a gente se vê.
Elas cortam, e eu fico com o telefone na mão esperando o irmão atender pra ligar, eeeeeee pah!!!
Alô alô, aqui é da Entel testando a linha
Sim sim, o cara me responde
Tô confirmando a linha, pode me dizer qual é o número?
Aqui é 79797872487434.
Ok, valeu!!!
Não acreditei, tinha o telefone daquela puta, kkkk (juro que foi assim, falta ainda o relato de como ele se despede do tano, mas se eu contar ninguém vai acreditar nem fudendo, porque juro que fiquei umas horas com o telefone na mão e a outra mão batendo uma punheta)
Imagina que uma história dessas, você tem que compartilhar com um amigo, já que é difícil de acreditar e pra ter testemunha, não tem jeito, tem que envolver seu melhor amigo nessa aventura
Liguei no outro dia pro Seba, chefe de pessoal de Villa Longa (podem confirmar se quiserem, se ainda tiver algum registro na empresa do Yabrán), se pedirem, dou o nome completo
Ele falou pra eu entrar na onda e marcar um encontro em algum lugar, ok
Esperei uns dias e liguei, por acaso, quem atendeu foi ela
Alô, Paty?
Sim, quem fala?
O tano de Villa Gesell me passou seu telefone, meu nome é Júlio, ele disse que você tava procurando trabalho?
PATY sim, tô precisando mesmo
EU, então, relaxa que eu tô procurando alguém de confiança, e o tano falou que você é uma boa moça, então que tal a gente se encontrar?
PATY quando?
EU, olha, terça-feira depois das 18h em Olazábal e Juramento. Tem um bar lá, que tal?
PATY, um bar?
EU, sim, por quê? Olha, tenho um escritório na galeria, mas acho sem graça a gente se encontrar lá, já que tô sozinho, sei lá
PATY, sim, melhor em Juramento e Olazábal, pra se conhecer. Te adianto que sou loira, cabelo comprido cheio de cachos, vou de jeans e blusa blanca
YO, ok, o único otário de terno vou ser eu, mas fazer o quê, tô sempre vestido assim.
Liguei pro Seba e combinamos: ele levava o pedido da empresa e eu me passava pelo filho do dono. Só pra constar, naquela época ninguém sabia quem era o dono dessa empresa, nem o Seba sabia, era um mistério.
E chegou o dia. Não fazia ideia de como ela era, mas sempre pronto.
Cheguei na confeitaria e lá vi ela... linda demais. Uma loira bem dotada, com uns peitões enormes que a blusa mal conseguia esconder, e aquele cabelo loiro cheio de cachos, tipo leoa, clássico dos anos 80.
— Oi, Pato?
— Sim, Júlio, né?
— Isso, como cê tá? — Quando ela se levantou pra me cumprimentar, tava usando a calça jeans mais apertada que já vi na vida. Que rabo, meu Deus, uma tremenda gostosa. Depois descobri que tinha 21 anos.
Ficamos conversando besteira enquanto esperava o Seba chegar com os papéis. Eu já morava sozinho naquela época, queria levar ela pra casa na hora, mas como fazer? Ela era toda séria, muito fina. Bom, era a imagem que queria passar já que tava numa entrevista de emprego. Se ela soubesse o que eu sabia dela, hahaha.
Finalmente o Seba chegou com uma pasta com o logo da empresa, e aí foi quando entrei com tudo. Enquanto o Seba ia preenchendo os dados, eu dizia que ligaríamos pra saber se ela entrava pra trabalhar de secretária. E quando meu amigo falou o salário, os olhinhos dela se abriram que nem o dois de copas.
Bom, naquele tempo ainda não tinha celular como hoje, tava aparecendo o famoso tijolão. Então apertamos as mãos, demos um beijo no rosto e fomos embora como dois cavalheiros. Nunca demos nossos telefones — eu pra não ter encrenca e o Seba pra não ser descoberto, só por precaução.
Deixei passar uns dias e liguei pra ela.
— Pato, é o Júlio, como cê tá?
— Ah, como cê tá?
— Bem, desculpa não ter ligado antes, é que tem uns probleminhas que dá pra resolver, nada grave, mas eu queria... Reencontrar com você de novo, tudo bem?
PATUCA, uai, o que que houve?
EU, nada, nada (não sabia que merda falar), mas faltam uns dados que eu queria que você preenchesse, porque tem outras pessoas também na lista pra essa vaga, e elas têm uma pasta mais completa.
PATUCA, e que dados tão faltando?
EU, nada grave, podemos nos ver hoje no mesmo lugar e horário?
PATUCA, sim, tô indo pra lá.
EU, ok, valeu, até mais.
Bom, dessa vez cheguei antes dela. Era uma mulher que fazia questão de marcar presença. Dessa vez, calça preta super apertada, camisa salmão, e dava pra ver que ela tava usando um sutiã bem putinha (não entendo muito de roupa feminina, mas era daqueles com várias rendinhas furadas que mal cobrem o peito). E olha que eu só dei uma olhada de leve, hahaha.
Conversa vai, conversa vem, percebi que ela tava desesperada pela vaga. Eu mantive a postura, como se fosse só negócio.
PATUCA, olha, Júlio, eu preciso desse emprego. Me diz o que tá faltando que eu já apresento.
EU, é que a outra candidata tem diploma de nível superior, e isso pesa.
PATUCA, ah, que merda. O que dá pra fazer?
EU, olha, Seba já tinha te descartado, mas ontem mesmo o Tano me ligou e disse que você é uma boa moça e que trabalhou muito bem com ele (não ia falar que você comeu ele direitinho). Então ele pediu pra te dar uma força e que eu não ia me arrepender.
PATUCA, o que mais ele contou?
EU, hein?
PATUCA, só isso?
EU, ehhhh, bom, olha, ele disse que você transa como os deuses e que eu não ia me arrepender de te contratar, que você é uma gostosa.
PATUCA, mas que filho da puta ele e você também!!!
EU, calma, não esquenta, segura a onda. Imagina, se um homem fala assim de você, é porque você deve ser realmente boa na cama. Não leva como falta de respeito, leva como um elogio. Pra ser sincero, desde que te vi, quis te levar pra cama, mas não quero me aproveitar de você, ainda mais por causa de uma necessidade de emprego. Então, aqui, te deixo a pasta. Leva pra casa, completa, e aqui tá meu cartão. (Nunca Eu falei que tenho uma gráfica, hahaha, então foi fácil fazer uma). Me desculpa se te ofendi, mas sou homem e, pra ser sincero, você me atraiu desde o primeiro momento. Vou pedir pra te transferirem pra outra sala, ok? Porque a secretária que eu tava procurando era pra mim, e acho que depois disso você não vai querer me ter por perto.
PATRÃO, não, para. Eu adoraria ser sua secretária. Se quiser, me faz um teste pra ver se eu sou capacitada pro cargo.
Naquela hora, já tava doida pra sentar!!!
EU, aqui?
PATRÃO, não, bobinho. Aqui na esquina tem um hotel. Me leva.
Saímos voando, entramos. Mal fechei a porta do quarto, ela se ajoelhou e, bem devagar, abaixou o zíper da minha calça. Não deixou nada de fora. Foi melhor do que eu sonhei. Nossa, como aquela mulher chupava. De vez em quando, levantava o olhar e dizia: "Tá bom assim, chefe?"
Sim, sim, muito bom. Agora as bolinhas, vamos, chupa com vontade. E pá, meteu as bolas na boca sem reclamar... Eu tava no paraíso.
Bom, preciso ver você melhor. Falei isso na brincadeira que a gente tinha combinado.
PATRÃO, sim, senhor.
Ela tirou a roupa toda. Eu ainda tava de terno, tentei tirar, mas ela não deixou.
O que me matou foi que ela tirou da bolsa um par de óculos e prendeu o cabelo. Típica secretária. Se ajoelhou de novo na minha frente e continuou chupando. De vez em quando, levantava o olhar e, muito safada, me encarava com aqueles olhos azuis que, através dos óculos, brilhavam ainda mais. Ela se levantou e disse: "Tô pronta pro cargo, senhor???"
Não sei, tem coisas que preciso avaliar.
PATRÃO, com você, bem sexy. Ela diz: "Olha meus peitos. A outra candidata tem essas tetas?"
Eu, pra provocar, falei que sim.
PATRÃO, "Sim, mas ela deixa você chupar elas?? Chupa à vontade, senhor. As duas. Vai, mais um pouco, tá bom demais." (Nessa hora, quem dominava o jogo era totalmente ela. Eu só seguia o fluxo... e tava adorando.)
PATRÃO, "Senhor, me dá sua mão." (Ela levou a minha mão até a bucetinha dela, bem pequenininha.) e bem depiladinha, ) toca bem lá dentro, vê como tá molhadinha? a outra candidata tem assim,
EU, na verdade não,
PATÃO, vê que já tô ganhando o cargo,
EU, sim, verdade, mas......
PATÃO, shuuuuu, isso aqui só começou,
PATÃO, senhor, se vira e se abaixa, sempre de pé, e com as mãos abre as nádegas mostrando o cuzinho rosado, senhor, olha bem, gosta assim ou quer que eu abra mais?
EU, coloco o dedo do meio bem dentro desse cu, e sinto um gemido, ai te machuquei?
PATÃO, não importa senhor, prometo não reclamar de nada,
EU, olha que você é uma putinha, chupa ela mais um pouco,
PATÃO, sim senhor, quer que eu engula toda a porra?
EU, sim
PATÃO, certeza que o cargo é meu?
EU, se continuar sendo putinha, pode dar como certo
PATÃO, adoro ser putinha, vai, me dá a porra que eu engulo,
Aí soltei tudo na boca dela, nem reclamou, não deixou nada, e continuou chupando um bom tempo, como se não tivesse percebido que eu já tinha gozado,
EU, obrigado, já deu,
PATÃO, não senhor, deixa eu continuar, assim fica dura de novo, e mete no meu cuzinho que você tanto gostou, ou acha que não percebi como você me olhava?
E continuou chupando, até conseguir o que queria.
Tirei toda a roupa e levei ela pra cama, ela ficou de quatro abrindo bem com as mãos aquelas nádegas, e deixando aquele furinho rosa bem aberto pra mim,
PATÃO, senhor, assim tá bom, vai, mete devagarzinho, prometo que não vou reclamar,
E foi assim, meti sem piedade até o fundo, vi como as mãos dela se agarravam nos lençóis de tanta dor que causei com minha bruta penetrada,
EU, muito bem secretária patão, te parabenizo, falei enquanto bombava como um louco,
PATÃO, senhor, já tô contratada? vai me comer assim todo dia?
EU, sim patão, todo dia,
PATÃO, segunda-feira levo a pasta completa pra empresa,
EU, sim, se eu te foder assim já fica garantida no cargo, toda essa conversa eu com a pica no cu dela Cu e dando,
PATINHO: "Tá bom, chefe, por favor, dá pra tirar só um pouquinho?"
EU: "Já começamos..."
PATINHO: "Não, não fica bravo, é que tá doendo muito" (aí me deu uma peninha) "Não continua, por favor, deixa pra lá, termina de boa."
E gozei de novo. Só pra deixar claro, foi meu primeiro anal. Adorei ver a porra escorrendo daquela buceta.
Imagina se eu queria continuar com uma gostosa daquela, mas sabia que não teria outra chance. Então a gente tomou banho e deitou.
Dormimos tranquilos, mas meu tesão não tinha jeito de saciar. E seguindo o jogo: "Senhorita Patinho, acorda, acorda, vamos, chupa ela de novo." Haha, enquanto acordava ela, já tinha a pica dura na cara dela, esperando aquela boquinha carnuda.
PATINHO: "Senhor, como é que ficou desse jeito?"
Não deixei ela continuar falando e enfiei tudo na boca dela. Ela chupou, chupou, chupou, e eu gozei bem gozado.
A gente se despediu com um beijo. Ela pensando que ia ter um emprego novo, e eu pensando que nunca mais ia comer uma mulher assim.
9 comentários - Valeu, ENTEL
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