Essa história aconteceu comigo há muitos anos, quando o serviço telefônico era da Entel, lembram que sempre dava encruzilhada? Pois bem, aqui vai a história 100% real.
O ano era 1987, eu com 22 anos, com vontade de meter a cada 10 segundos haha. Bom, uma tarde, quero ligar pra um amigo e, ao pegar o fone, escuto que a linha tá cruzada. Ia desligar, mas fiquei intrigado com a conversa de duas gostosas, e ainda mais com os assuntos que estavam falando. Comento que em nenhum momento elas disseram os nomes, só PATO e Negra.
O que ouvi me deixou com o pau latejando. Parece que a Pato tinha ido passar férias na praia, em Villa Gesell, com o namorado, e que tinham brigado. A Pato começou a ficar sem grana pra bancar os dias de praia, aí decide ir trabalhar de garçonete num pub do Tano, aparentemente um cara bem mais velho que ela, que desde o começo já começou a dar em cima. Imagina que nessa hora eu já tava com o fogo no rabo, querendo saber como ia terminar a história (e rezando pra linha não cair).
Aparentemente, a Pato não tava muito a fim de que o Tano ficasse dando em cima, mas conforme os dias iam passando e o dinheiro não dava, ela foi cedendo (aqui fica difícil contar, no sentido de não sei se relato exatamente como ouvi da boca delas, como se fossem elas mesmas falando, ou narrar o que conversaram). Vocês vão entender:
NEGRA: Ei, não me diga que você deu pro velho?
PATO: Olha, no início me deu um negócio, mas velho velho ele não é, tem 47 anos.
NEGRA: Mas tá forte?
PATO: E tá ali, você comia de uma vez hahaha.
NEGRA: Hahaha, que puta!
PATO: Mas olha só, o Martin foi embora e eu fiquei sem um tostão, e eu recebia às segundas e tava vivendo só da gorjeta da galera. E pra falar a verdade, dava só pros cigarros e mais nada.
NEGRA: E o que você fez?
PATO: Aí, numa quarta que não veio muita gente, o Tano se ofereceu pra me levar pro apartamento. Ele tem um carrão conversível verde. ótimo (depois descobri que era um MG, típico daqueles anos) indo pro apto. tipo 4 da madrugada, contornando a praia e eu um pouquinho bêbada, começo a seduzir ele,
NEGRA não me enche, !!!
PATO, e o que você quer, fazia duas semanas que não transava, estava com um tesão da porra, e o cara não era nada mal, então mãozinha entre as pernas e a abaixar o zíper devagarinho, hahaha que pica enorme, comecei a chupar ele enquanto ele continuava dirigindo, parou na praia e fomos pra areia, te digo que nunca mais fodo na praia, minha buceta ficou como se tivessem passado uma lixa hahaha
NEGRA hahaha que puta safada !!!
EU muito louco, não me interrompe, porque queria continuar ouvindo
PATO. te digo Negra que nunca tinham me comido assim, foi incrível, me fez tremer, encheu meu cu de porra, você não sabe que gozada !!!!
pra completar chego no apto. toda acabada abro a porta e me deparo com o Martin,
NEGRA não me enche !!!
PATO pois é mané, estava com mais tesão que o italiano ali mesmo, ele me deu um beijo que partiu minha boca, imagina que eu não queria que ele me comesse, porque ele ia perceber que eu estava cheia de porra, então abracei ele forte, enfiei a mão dentro da calça dele, e mão na massa gata, chupei ele com toda vontade sem deixar ele me tocar, hahaha fiz bem de leve e com muito tesão pra ele não suspeitar de nada, até deixei ele gozar na minha boca
NEGRA, que puta hahahah
PATO, você não sabe o tesão que eu estava, o italiano me deixou maluca, então o Martin ficou satisfeito, e eu tomei banho tranquilinha como uma boa menina,
PATO no outro dia fui pro pub como se nada e o italiano sabendo que em alguns dias voltava pra Buenos Aires, me diz que vai me ligar um amigo que vai me dar um trampo de secretária. sabendo como preciso do trabalho agradeci, uiii meu irmão tá enchendo meu saco que quer o telefone !!!!.
Aí tive que pensar rápido já que não tinha nenhum dado nem do número de telefone, nem do endereço, nem dos nomes reais, então estava na mira.
PATO, te largo porque esse cara ficou enchendo o saco, depois a gente se vê.
Elas cortam, e eu fico com o tubo na mão esperando o irmão atender o telefone pra ligar, eeeee… sas!!!
Alô, alô, aqui é da Entel testando a linha.
Sim, sim, me diz o cara.
Estou confirmando a linha, pode me dizer qual é o número telefônico?
Aqui é 79797872487434.
Ok, obrigado!!!
Não podia acreditar, tinha o telefone daquela putinha, hahaha (juro que foi assim, falta até o relato de como se despediu do tano, mas se eu contar ninguém vai acreditar nem fodendo, já que juro que fiquei uma hora com o tubo na mão e com a outra mãozinha tocando meu pau).
Imagina, uma história dessas você tem que compartilhar com um amigo, já que é difícil de acreditar e pra ter testemunha, não tem jeito, tem que fazer seu melhor amigo participar dessa aventura.
Liguei no outro dia pro Seba, chefe de pessoal de Villa Longa (podem confirmar se quiserem, se ainda existe algum registro da empresa do Yabran), se me pedirem, dou o nome completo.
Bom, ele me diz pra seguir o jogo e marcar um encontro em algum lugar, ok.
Espero uns dias e ligo, por casualidade, ela atende.
Oi, Pato?
Sim, quem fala?
Me passou seu telefone o tano de Villa Gesell, meu nome é Julio, ele me disse que você estava procurando trabalho.
PATO: Sim, preciso mesmo.
EU: Bom, não se preocupa que eu estou procurando uma pessoa de confiança, e o tano me disse que você é uma boa moça. Então, o que acha se a gente se encontrar?
PATO: Quando?
EU: Olha, terça depois das 18h em Olazabal e Juramento. Tem um bar lá, te parece?
PATO: Um bar?
EU: Sim, por quê? Olha, tenho um escritório na galeria, mas acho meio estranho a gente se encontrar lá, já que estou sozinho, sei lá, digo…
PATO: É melhor em Juramento e Olazabal, pra gente se conhecer. Te aviso que sou loira, cabelo longo cheio de cachos, vou de jeans e blusa. blanca
EU, ok o único otário de terno vou ser eu, mas tudo bem, eu sempre me visto assim mesmo.
Liga pro Seba e a gente combina, ele levava a solicitação da empresa e eu fingia ser o filho do dono. Deixo claro que naquela época ninguém sabia quem era o dono dessa empresa, aliás nem o Seba sabia, era um mistério.
E chegou o dia, eu não fazia ideia de como ela era, mas sempre preparado.
Cheguei na confeitaria, e lá estava ela... linda, uma loira bem dotada com uns peitos tremendos que a blusa mal conseguia esconder, e aquele cabelo, loiro cheio de cachos tipo leoa, clássico dos penteados dos anos 80.
"Oi, Pato?"
"Sim, Julio, não?"
EU: "Sim, como você está?" Quando ela se levantou pra me cumprimentar, tava com o jeans mais apertado que já vi na vida, que raba, meu Deus, na real uma gostosinha tremenda. Depois soube que ela tinha 21 anos.
Conversamos sobre besteiras enquanto esperava o Seba chegar com os papéis. Eu já naquela época morava sozinho, já queria levar ela pra casa, mas como fazer? Ela toda séria, muito fina, bom, era a imagem que ela queria passar já que tava numa entrevista de emprego. Se ela soubesse o que eu sabia sobre ela, hahaha.
Finalmente o Seba chegou com uma pasta com o logo da empresa, e aí foi quando entrei como um tiro. Enquanto o Seba ia preenchendo os dados dela, eu falei que a gente ia ligar pra saber se ela entrava pra trabalhar, de secretária, e quando meu amigo disse quanto ela ia ganhar, os olhinhos dela abriram que pareciam o dois de copas.
Bom, naquela época ainda não tinha celular como hoje, tava aparecendo o famoso tijolão, então, a gente apertou as mãos, deu um beijo na bochecha e foi embora como dois cavalheiros. Nunca demos nossos telefones, eu pra não ter confusão e o Seba pra não se queimar... por via das dúvidas.
Deixei passar uns dias e liguei:
"Pato, sou o Julio, como você está?"
PATO: "Ah, como vai?"
EU: "Tudo bem, desculpa não ter ligado antes, é que tem uns probleminhas que dá pra resolver, nada grave, mas eu gostaria... reunir com você de novo, o que acha?
PATO, nossa, o que foi?
EU, nada, nada (não sabia que merda dizer), mas faltam uns dados, que eu gostaria que você preenchesse, já que tem outras pessoas que também estão na lista pra essa vaga, e têm um currículo mais completo.
PATO, e que dados faltam?
EU, nada grave, a gente pode se ver hoje no mesmo lugar e hora?
PATO, sim, vou pra lá.
EU, ok, obrigado, nos vemos.
Bom, dessa vez cheguei antes dela. Era uma mulher que fazia a presença ser notada, dessa vez com calça preta super justa, camisa salmão, e dava pra ver que ela tava usando um sutiã bem putinha (não entendo muito de roupa feminina, mas era daqueles com muitos detalhes, rendados, que mal cobrem o peito). E olha que eu só dei uma olhada rápida, haha.
Conversa vai, conversa vem, eu percebo que ela tava desesperada pela vaga. Eu mantive a postura de que era só negócio.
PATO, olha, Julio, eu preciso do trabalho, me diz o que falta pra eu entregar.
EU, é que a outra candidata tem diploma de ensino superior, e isso pesa.
PATO, nossa, que merda, o que dá pra fazer?
EU, olha, Seba, eu já tinha te descartado, mas justo ontem o Tano me ligou e disse que você é uma boa young lady e que trabalhou muito bem com ele (não ia dizer que você deu pra ele muito bem).
Então ele me disse pra te dar uma força, e que eu não me arrependeria.
PATO, o que mais ele contou?
EU, hã?
PATO, só isso?
EU, ehhh, bom, olha, ele disse que você fode como uma deusa, e que eu não me arrependeria de te contratar, que você é bem gostosa.
PATO, mas que filho da puta, ele e você!
EU, calma, não se exalta, segura a onda. Imagina, se um homem fala assim de você, é porque você deve ser boa mesmo na cama. Não leva como falta de respeito, leva como um elogio. Na real, desde que te vi, eu quis te levar pra cama, mas não quero me aproveitar de você, ainda mais por uma necessidade de trabalho. Então, aqui tá o currículo, leva pra casa, completa, e aqui tá meu cartão (nunca Falei pra eles que tenho uma gráfica hahaha então foi fácil fazer uma. Peço desculpas se te ofendi, mas sou homem e a verdade é que gostei de você desde o primeiro momento. Vou pedir pra te colocarem em outro escritório, ok? Porque a secretária que eu procurava era pra mim, e acho que depois disso você não vai querer ficar perto de mim.
PATO: Não, espera! Eu adoraria ser sua secretária. Se quiser, pode me testar pra ver se estou qualificada pro cargo.
Nessa hora eu já estava durasso!!!
EU: Aqui?
PATO: Não, bobão! Aqui na esquina tem um hotel. Me leva.
Saímos correndo, entramos, mal fechei a porta do quarto e ela se ajoelhou. Bem devagarzinho, baixou o zíper da minha calça. Não deixou nada de fora, foi melhor do que sonhei. Nossa, como essa mulher chupava! De vez em quando levantava o olhar e me dizia: "Assim tá bom, chefe?"
"Sim, sim, muito bom. Agora as bolinhas, vamos, chupa com vontade." E zas, nas bolas sem reclamar... Eu estava no paraíso.
"Bom, preciso ver melhor", falei no jogo que a gente tinha combinado.
PATO: Sim, senhor.
Ela tirou toda a roupa. Eu continuei de terno, tentei tirar, mas ela não deixou.
O que me matou mesmo foi que da bolsa ela tirou um par de óculos e prendeu o cabelo - típica secretária. Voltou a se ajoelhar na minha frente e continuou chupando. De vez em quando levantava o olhar e, muito safada, me encarava com aqueles olhos azuis que, por trás das lentes, ficavam ainda mais marcantes. Ela se levantou e perguntou: "Estou qualificada para o cargo, senhor?"
"Não sei, tem algumas coisas que preciso avaliar..."
PATO, com voz super sexy, me diz: "Olhe meus peitos. A outra candidata tem esses seios?"
Eu, pra provocar, disse que sim.
PATO: "Sim, mas ela deixa você chupá-los? Chupe à vontade, senhor. Os dois, vamos. Muito bem, dê uma atenção a mais pra esse aqui." (Nessa altura, quem mandava no jogo era totalmente ela. Eu só seguia o fluxo... e estava adorando.)
PATO: "Senhor, me dê sua mão." (Levou minha mão até sua bucetinha, apertadinha) e bem depiladinha, toque bem lá dentro, viu como tá molhadinha? a outra candidata tem assim,
EU, na verdade não,
PATO, viu que já tô ganhando o cargo,
EU, sim, na verdade sim, mas...
PATO, shuuuuu, isso só tá começando,
PATO, senhor, vira de lado e se abaixa, sempre de pé, e com as mãos abre as nádegas mostrando o bumbum rosadinho, senhor, olhe bem, gosta assim ou quer que abra mais?
EU, coloco o dedo médio, bem lá dentro desse cu, e sinto um gemido, opa, te machuquei?
PATO, não importa senhor, prometo não reclamar de nada,
EU, olha que você é boazinha, chupa mais um pouquinho,
PATO sim senhor, quer que eu engula toda a porra?
EU, sim
PATO, tem certeza que a vaga é minha?
EU, se continuar sendo boazinha, pode considerar garantido
PATO, adoro ser boazinha, vai, me dá a porra, que eu engulo,
Aí soltei tudo na boca dela, nem reclamou, não deixou nada, e continuou chupando um bom tempo, como se não tivesse percebido que já tinha acabado,
EU, obrigado, já deu,
PATO, não senhor, deixa eu continuar, assim ele fica duro de novo, e você põe na minha bundinha que tanto gostou, ou acha que não percebi como ficava olhando?
E continuou chupando, até conseguir o que queria.
Me tirou toda a roupa e me levou pra cama, ficou de quatro abrindo bem com as mãos aquelas nádegas, e deixando aquele pontinho rosa bem aberto pra mim,
PATO, senhor assim tá bom, vai, põe devagarinho prometo que não vou reclamar,
E foi assim, enfiei sem piedade até o fundo, vi as mãos dela agarrando os lençóis de dor que causei, minha penetração brutal,
EU, muito bem secretária pato, parabéns, falei enquanto metia como um louco,
PATO senhor já tô contratada?, vai me foder assim todo dia,
EU, sim pato todo dia,
PATO; segunda-feira levo a pasta completa na empresa,
EU, sim, tenho que te assinar assim já fica registrada no cargo, toda essa conversa eu com o pau na sua cu e metendo,
PATO, bom chefe, por favor pode tirar um pouco,
EU, já começamos,
PATO, não, não fique bravo, é que está doendo muito (aí fiquei com um pouco de pena) não continue por favor não importa, goze tranquilo,
E gozei de novo, deixo claro que foi meu primeiro anal, adorei ver o leite saindo daquele cu
imaginem que eu queria continuar com uma gostosa daquelas, mas sabia que não teria outra oportunidade, então tomamos banho e deitamos,
dormimos tranquilamente, mas minha tesão não tinha como saciar, e continuando a brincadeira, senhorita pato acorde, acorde, vamos chupar de novo, haha enquanto a acordava, já tinha o pau na cara dela bem duro esperando aquela boquinha carnuda,
PATO, senhor, como ele ficou?
Não deixei ela continuar falando, e enfiei tudo na boca dela, chupou, chupou e chupou, gozei bem gostoso.
Nos despedimos com um beijo, ela pensando que teria um novo trabalho, e eu, pensando que nunca mais ia comer uma mulher daquele jeito.
O ano era 1987, eu com 22 anos, com vontade de meter a cada 10 segundos haha. Bom, uma tarde, quero ligar pra um amigo e, ao pegar o fone, escuto que a linha tá cruzada. Ia desligar, mas fiquei intrigado com a conversa de duas gostosas, e ainda mais com os assuntos que estavam falando. Comento que em nenhum momento elas disseram os nomes, só PATO e Negra.
O que ouvi me deixou com o pau latejando. Parece que a Pato tinha ido passar férias na praia, em Villa Gesell, com o namorado, e que tinham brigado. A Pato começou a ficar sem grana pra bancar os dias de praia, aí decide ir trabalhar de garçonete num pub do Tano, aparentemente um cara bem mais velho que ela, que desde o começo já começou a dar em cima. Imagina que nessa hora eu já tava com o fogo no rabo, querendo saber como ia terminar a história (e rezando pra linha não cair).
Aparentemente, a Pato não tava muito a fim de que o Tano ficasse dando em cima, mas conforme os dias iam passando e o dinheiro não dava, ela foi cedendo (aqui fica difícil contar, no sentido de não sei se relato exatamente como ouvi da boca delas, como se fossem elas mesmas falando, ou narrar o que conversaram). Vocês vão entender:
NEGRA: Ei, não me diga que você deu pro velho?
PATO: Olha, no início me deu um negócio, mas velho velho ele não é, tem 47 anos.
NEGRA: Mas tá forte?
PATO: E tá ali, você comia de uma vez hahaha.
NEGRA: Hahaha, que puta!
PATO: Mas olha só, o Martin foi embora e eu fiquei sem um tostão, e eu recebia às segundas e tava vivendo só da gorjeta da galera. E pra falar a verdade, dava só pros cigarros e mais nada.
NEGRA: E o que você fez?
PATO: Aí, numa quarta que não veio muita gente, o Tano se ofereceu pra me levar pro apartamento. Ele tem um carrão conversível verde. ótimo (depois descobri que era um MG, típico daqueles anos) indo pro apto. tipo 4 da madrugada, contornando a praia e eu um pouquinho bêbada, começo a seduzir ele,
NEGRA não me enche, !!!
PATO, e o que você quer, fazia duas semanas que não transava, estava com um tesão da porra, e o cara não era nada mal, então mãozinha entre as pernas e a abaixar o zíper devagarinho, hahaha que pica enorme, comecei a chupar ele enquanto ele continuava dirigindo, parou na praia e fomos pra areia, te digo que nunca mais fodo na praia, minha buceta ficou como se tivessem passado uma lixa hahaha
NEGRA hahaha que puta safada !!!
EU muito louco, não me interrompe, porque queria continuar ouvindo
PATO. te digo Negra que nunca tinham me comido assim, foi incrível, me fez tremer, encheu meu cu de porra, você não sabe que gozada !!!!
pra completar chego no apto. toda acabada abro a porta e me deparo com o Martin,
NEGRA não me enche !!!
PATO pois é mané, estava com mais tesão que o italiano ali mesmo, ele me deu um beijo que partiu minha boca, imagina que eu não queria que ele me comesse, porque ele ia perceber que eu estava cheia de porra, então abracei ele forte, enfiei a mão dentro da calça dele, e mão na massa gata, chupei ele com toda vontade sem deixar ele me tocar, hahaha fiz bem de leve e com muito tesão pra ele não suspeitar de nada, até deixei ele gozar na minha boca
NEGRA, que puta hahahah
PATO, você não sabe o tesão que eu estava, o italiano me deixou maluca, então o Martin ficou satisfeito, e eu tomei banho tranquilinha como uma boa menina,
PATO no outro dia fui pro pub como se nada e o italiano sabendo que em alguns dias voltava pra Buenos Aires, me diz que vai me ligar um amigo que vai me dar um trampo de secretária. sabendo como preciso do trabalho agradeci, uiii meu irmão tá enchendo meu saco que quer o telefone !!!!.
Aí tive que pensar rápido já que não tinha nenhum dado nem do número de telefone, nem do endereço, nem dos nomes reais, então estava na mira.
PATO, te largo porque esse cara ficou enchendo o saco, depois a gente se vê.
Elas cortam, e eu fico com o tubo na mão esperando o irmão atender o telefone pra ligar, eeeee… sas!!!
Alô, alô, aqui é da Entel testando a linha.
Sim, sim, me diz o cara.
Estou confirmando a linha, pode me dizer qual é o número telefônico?
Aqui é 79797872487434.
Ok, obrigado!!!
Não podia acreditar, tinha o telefone daquela putinha, hahaha (juro que foi assim, falta até o relato de como se despediu do tano, mas se eu contar ninguém vai acreditar nem fodendo, já que juro que fiquei uma hora com o tubo na mão e com a outra mãozinha tocando meu pau).
Imagina, uma história dessas você tem que compartilhar com um amigo, já que é difícil de acreditar e pra ter testemunha, não tem jeito, tem que fazer seu melhor amigo participar dessa aventura.
Liguei no outro dia pro Seba, chefe de pessoal de Villa Longa (podem confirmar se quiserem, se ainda existe algum registro da empresa do Yabran), se me pedirem, dou o nome completo.
Bom, ele me diz pra seguir o jogo e marcar um encontro em algum lugar, ok.
Espero uns dias e ligo, por casualidade, ela atende.
Oi, Pato?
Sim, quem fala?
Me passou seu telefone o tano de Villa Gesell, meu nome é Julio, ele me disse que você estava procurando trabalho.
PATO: Sim, preciso mesmo.
EU: Bom, não se preocupa que eu estou procurando uma pessoa de confiança, e o tano me disse que você é uma boa moça. Então, o que acha se a gente se encontrar?
PATO: Quando?
EU: Olha, terça depois das 18h em Olazabal e Juramento. Tem um bar lá, te parece?
PATO: Um bar?
EU: Sim, por quê? Olha, tenho um escritório na galeria, mas acho meio estranho a gente se encontrar lá, já que estou sozinho, sei lá, digo…
PATO: É melhor em Juramento e Olazabal, pra gente se conhecer. Te aviso que sou loira, cabelo longo cheio de cachos, vou de jeans e blusa. blanca
EU, ok o único otário de terno vou ser eu, mas tudo bem, eu sempre me visto assim mesmo.
Liga pro Seba e a gente combina, ele levava a solicitação da empresa e eu fingia ser o filho do dono. Deixo claro que naquela época ninguém sabia quem era o dono dessa empresa, aliás nem o Seba sabia, era um mistério.
E chegou o dia, eu não fazia ideia de como ela era, mas sempre preparado.
Cheguei na confeitaria, e lá estava ela... linda, uma loira bem dotada com uns peitos tremendos que a blusa mal conseguia esconder, e aquele cabelo, loiro cheio de cachos tipo leoa, clássico dos penteados dos anos 80.
"Oi, Pato?"
"Sim, Julio, não?"
EU: "Sim, como você está?" Quando ela se levantou pra me cumprimentar, tava com o jeans mais apertado que já vi na vida, que raba, meu Deus, na real uma gostosinha tremenda. Depois soube que ela tinha 21 anos.
Conversamos sobre besteiras enquanto esperava o Seba chegar com os papéis. Eu já naquela época morava sozinho, já queria levar ela pra casa, mas como fazer? Ela toda séria, muito fina, bom, era a imagem que ela queria passar já que tava numa entrevista de emprego. Se ela soubesse o que eu sabia sobre ela, hahaha.
Finalmente o Seba chegou com uma pasta com o logo da empresa, e aí foi quando entrei como um tiro. Enquanto o Seba ia preenchendo os dados dela, eu falei que a gente ia ligar pra saber se ela entrava pra trabalhar, de secretária, e quando meu amigo disse quanto ela ia ganhar, os olhinhos dela abriram que pareciam o dois de copas.
Bom, naquela época ainda não tinha celular como hoje, tava aparecendo o famoso tijolão, então, a gente apertou as mãos, deu um beijo na bochecha e foi embora como dois cavalheiros. Nunca demos nossos telefones, eu pra não ter confusão e o Seba pra não se queimar... por via das dúvidas.
Deixei passar uns dias e liguei:
"Pato, sou o Julio, como você está?"
PATO: "Ah, como vai?"
EU: "Tudo bem, desculpa não ter ligado antes, é que tem uns probleminhas que dá pra resolver, nada grave, mas eu gostaria... reunir com você de novo, o que acha?
PATO, nossa, o que foi?
EU, nada, nada (não sabia que merda dizer), mas faltam uns dados, que eu gostaria que você preenchesse, já que tem outras pessoas que também estão na lista pra essa vaga, e têm um currículo mais completo.
PATO, e que dados faltam?
EU, nada grave, a gente pode se ver hoje no mesmo lugar e hora?
PATO, sim, vou pra lá.
EU, ok, obrigado, nos vemos.
Bom, dessa vez cheguei antes dela. Era uma mulher que fazia a presença ser notada, dessa vez com calça preta super justa, camisa salmão, e dava pra ver que ela tava usando um sutiã bem putinha (não entendo muito de roupa feminina, mas era daqueles com muitos detalhes, rendados, que mal cobrem o peito). E olha que eu só dei uma olhada rápida, haha.
Conversa vai, conversa vem, eu percebo que ela tava desesperada pela vaga. Eu mantive a postura de que era só negócio.
PATO, olha, Julio, eu preciso do trabalho, me diz o que falta pra eu entregar.
EU, é que a outra candidata tem diploma de ensino superior, e isso pesa.
PATO, nossa, que merda, o que dá pra fazer?
EU, olha, Seba, eu já tinha te descartado, mas justo ontem o Tano me ligou e disse que você é uma boa young lady e que trabalhou muito bem com ele (não ia dizer que você deu pra ele muito bem).
Então ele me disse pra te dar uma força, e que eu não me arrependeria.
PATO, o que mais ele contou?
EU, hã?
PATO, só isso?
EU, ehhh, bom, olha, ele disse que você fode como uma deusa, e que eu não me arrependeria de te contratar, que você é bem gostosa.
PATO, mas que filho da puta, ele e você!
EU, calma, não se exalta, segura a onda. Imagina, se um homem fala assim de você, é porque você deve ser boa mesmo na cama. Não leva como falta de respeito, leva como um elogio. Na real, desde que te vi, eu quis te levar pra cama, mas não quero me aproveitar de você, ainda mais por uma necessidade de trabalho. Então, aqui tá o currículo, leva pra casa, completa, e aqui tá meu cartão (nunca Falei pra eles que tenho uma gráfica hahaha então foi fácil fazer uma. Peço desculpas se te ofendi, mas sou homem e a verdade é que gostei de você desde o primeiro momento. Vou pedir pra te colocarem em outro escritório, ok? Porque a secretária que eu procurava era pra mim, e acho que depois disso você não vai querer ficar perto de mim.
PATO: Não, espera! Eu adoraria ser sua secretária. Se quiser, pode me testar pra ver se estou qualificada pro cargo.
Nessa hora eu já estava durasso!!!
EU: Aqui?
PATO: Não, bobão! Aqui na esquina tem um hotel. Me leva.
Saímos correndo, entramos, mal fechei a porta do quarto e ela se ajoelhou. Bem devagarzinho, baixou o zíper da minha calça. Não deixou nada de fora, foi melhor do que sonhei. Nossa, como essa mulher chupava! De vez em quando levantava o olhar e me dizia: "Assim tá bom, chefe?"
"Sim, sim, muito bom. Agora as bolinhas, vamos, chupa com vontade." E zas, nas bolas sem reclamar... Eu estava no paraíso.
"Bom, preciso ver melhor", falei no jogo que a gente tinha combinado.
PATO: Sim, senhor.
Ela tirou toda a roupa. Eu continuei de terno, tentei tirar, mas ela não deixou.
O que me matou mesmo foi que da bolsa ela tirou um par de óculos e prendeu o cabelo - típica secretária. Voltou a se ajoelhar na minha frente e continuou chupando. De vez em quando levantava o olhar e, muito safada, me encarava com aqueles olhos azuis que, por trás das lentes, ficavam ainda mais marcantes. Ela se levantou e perguntou: "Estou qualificada para o cargo, senhor?"
"Não sei, tem algumas coisas que preciso avaliar..."
PATO, com voz super sexy, me diz: "Olhe meus peitos. A outra candidata tem esses seios?"
Eu, pra provocar, disse que sim.
PATO: "Sim, mas ela deixa você chupá-los? Chupe à vontade, senhor. Os dois, vamos. Muito bem, dê uma atenção a mais pra esse aqui." (Nessa altura, quem mandava no jogo era totalmente ela. Eu só seguia o fluxo... e estava adorando.)
PATO: "Senhor, me dê sua mão." (Levou minha mão até sua bucetinha, apertadinha) e bem depiladinha, toque bem lá dentro, viu como tá molhadinha? a outra candidata tem assim,
EU, na verdade não,
PATO, viu que já tô ganhando o cargo,
EU, sim, na verdade sim, mas...
PATO, shuuuuu, isso só tá começando,
PATO, senhor, vira de lado e se abaixa, sempre de pé, e com as mãos abre as nádegas mostrando o bumbum rosadinho, senhor, olhe bem, gosta assim ou quer que abra mais?
EU, coloco o dedo médio, bem lá dentro desse cu, e sinto um gemido, opa, te machuquei?
PATO, não importa senhor, prometo não reclamar de nada,
EU, olha que você é boazinha, chupa mais um pouquinho,
PATO sim senhor, quer que eu engula toda a porra?
EU, sim
PATO, tem certeza que a vaga é minha?
EU, se continuar sendo boazinha, pode considerar garantido
PATO, adoro ser boazinha, vai, me dá a porra, que eu engulo,
Aí soltei tudo na boca dela, nem reclamou, não deixou nada, e continuou chupando um bom tempo, como se não tivesse percebido que já tinha acabado,
EU, obrigado, já deu,
PATO, não senhor, deixa eu continuar, assim ele fica duro de novo, e você põe na minha bundinha que tanto gostou, ou acha que não percebi como ficava olhando?
E continuou chupando, até conseguir o que queria.
Me tirou toda a roupa e me levou pra cama, ficou de quatro abrindo bem com as mãos aquelas nádegas, e deixando aquele pontinho rosa bem aberto pra mim,
PATO, senhor assim tá bom, vai, põe devagarinho prometo que não vou reclamar,
E foi assim, enfiei sem piedade até o fundo, vi as mãos dela agarrando os lençóis de dor que causei, minha penetração brutal,
EU, muito bem secretária pato, parabéns, falei enquanto metia como um louco,
PATO senhor já tô contratada?, vai me foder assim todo dia,
EU, sim pato todo dia,
PATO; segunda-feira levo a pasta completa na empresa,
EU, sim, tenho que te assinar assim já fica registrada no cargo, toda essa conversa eu com o pau na sua cu e metendo,
PATO, bom chefe, por favor pode tirar um pouco,
EU, já começamos,
PATO, não, não fique bravo, é que está doendo muito (aí fiquei com um pouco de pena) não continue por favor não importa, goze tranquilo,
E gozei de novo, deixo claro que foi meu primeiro anal, adorei ver o leite saindo daquele cu
imaginem que eu queria continuar com uma gostosa daquelas, mas sabia que não teria outra oportunidade, então tomamos banho e deitamos,
dormimos tranquilamente, mas minha tesão não tinha como saciar, e continuando a brincadeira, senhorita pato acorde, acorde, vamos chupar de novo, haha enquanto a acordava, já tinha o pau na cara dela bem duro esperando aquela boquinha carnuda,
PATO, senhor, como ele ficou?
Não deixei ela continuar falando, e enfiei tudo na boca dela, chupou, chupou e chupou, gozei bem gostoso.
Nos despedimos com um beijo, ela pensando que teria um novo trabalho, e eu, pensando que nunca mais ia comer uma mulher daquele jeito.
9 comentários - Gracias a ENTEL
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