A semana seguinte foi normal, muito trampo e à noite pra relaxar tomando umas no bar de sempre, sempre tinha algum conhecido e senão fazia na hora, enfim, nada de outro mundo.
Na quinta à tarde a Flor me liga e fala pra ir jantar na casa dela, como não tinha nada planejado falei que sim, então passei na loja de vinhos e comprei minha garrafinha de Bombai, umas tônicas e limõezinhos, tomei um banho e fui na casa da minha irmã.
Quando chego, a Guada abre a porta, tava de roupa de casa com umas leggings pretas e uma camiseta comprida, antes de eu entrar ela fala: "Fer, a mãe me deu uma bronca por causa da bebedeira que eu peguei outro dia, olha que ela não sabe que a gente foi na sua casa", eu ri e falei que não tinha problema.
Quando entrei, fui cumprimentar a Flor e ela começou a me encher o saco também, que por que eu tinha deixado a Guada ficar tão bêbada e não sei mais o quê, e eu falei que ela já era grandinha, que sabia o que tava fazendo e que eu não tinha enfiado a bebida na boca dela, meio que me lavei as mãos e a Guada me queimava com o olhar kkkkkkkkk
Com o tempo o clima foi descontraindo e a gente conversava normal, os três comentando umas coisas sem muita importância, jantamos e depois finalmente o gim tônico de digestivo.
A Flor já começava a bocejar e achei que era hora de ir embora e falei:
"Bom, meninas, vou tomar uma cerveja no..." (um bar bem conhecido aqui) e a Guada me fala: "Fer, posso ir com você? Me falaram que lá fica irado!", a Flor pulou feito uma endemoniada e falou:
"Onde você vai? Com a bebedeira que você pegou outro dia não vai a lugar nenhum!" E eu falei que pra mim não tinha problema, era umas cervejas e dormir, mas minha irmã não quis e a Guada meio brava falou que ficava pra outra vez.
Ela me acompanhou até a porta e falou que as amigas não podiam vir naquele fim de semana, me fez descer igual louca mas eu falei que não tinha problema, que se pintasse fazer alguma coisa eu avisava, a gente se despediu e eu fui embora.
Naquele fim de semana saí com meus amigos e como sempre terminamos na bagunça em casa, pensei em Chamei a Guada, mas como minha irmã tinha ficado puta, nem avisei. Mas todos os caras ficavam me perguntando sobre a mina do outro dia, e eu disse que ela tava saindo com as amigas. Na quarta-feira, tava trampando e meu celular começou a tocar igual louco. Era minha sobrinha. Como tava com gente, coloquei no silêncio e continuei. Quando terminei, liguei de volta e perguntei o que rolava. Ela disse que combinou com as amigas pra virem no sábado. Fiquei doido e sugeri fazer um churrasco em casa, e ela topou.
Avisei os mais chegados, e claro, todo mundo embarcou. Queriam conhecer as amigas da Guada. Ela já tinha sido apresentada, e sem saber que era minha sobrinha, achavam que eu tava comendo ela. Os caras foram chegando, e umas 21:30 a Guada me ligou falando que já tavam vindo. Pouco depois, a campainha tocou. O Guillermo foi abrir porque eu tava na churrasqueira. Quando elas começaram a aparecer no jardim, fez um silêncio que parecia velório. Me virei pra ver o que era e quase tive um troço. Elas vieram em fila: primeiro a Guada, e atrás as quatro amigas. Era inacreditável, pareciam cinco promoter da Turma do Chapéu, mas vestidas pra balada. Me virei como pude, fui cumprimentar. A Guada me apresentou as minas, e eu apresentei meus amigos. Todo mundo começou a bater papo e tomar umas.
Enquanto tava no jardim, comecei a conversar com a Josefina, uma loira que arrebentava. Conforme o tempo passava, percebi que ela era a típica patricinha falsa e meio burrinha. Pior que eu adoro isso, kkkkk. Num momento, a Guada se juntou a nós. Tava linda, cabelo solto bem liso, uma regatinha preta, jaqueta porque tava meio frio, e uma saia justíssima bem embaixo da bunda.
Parecia que elas já tinham conversado antes, porque ela falou pra Josefina: "Viu como os caras são super legais? E o Fer é o melhor de todos." Era como se ela tivesse me entregando de bandeja. O churrasco já tava pronto, e fomos pra dentro jantar. Música de fundo e um drink pra todo mundo. Os gostos... terminamos de jantar e aí rolou a resenha. Como eu tinha feito o churrasco, fui tomar um banho e falei pro Guille cuidar pra não faltar nada, ele sabia onde tudo estava em casa.
Quando desci, já pronto pra sair, minha casa parecia uma balada, todo mundo dançando na sala, música no talo e dava pra ver que as minas já estavam à vontade e meio bebadas. Entrei na zoeira e a Guada chega em mim e fala:
"Fer, olha, a parada é a seguinte: eu falei pra mãe que ia pra Capital na casa das meninas, e elas disseram que iam ficar em casa, mas não quero que minha mãe me encha de novo por chegar bêbada com elas. Então falei pra gente dormir aqui. Pra você, sem stress?"
Fiquei tentando entender toda a trama que a mina tinha armado e falei que sem problema, em casa tinha espaço de sobra. Continuamos dançando e bebendo até umas 4:30, quando fomos pra balada.
Eu fui de carro com a Guada e a Jose, e as outras três se dividiram com os caras. Entramos e já fomos dançar. Comecei o trabalho fino na Jose até que a gente acabou se pegando. A Guada tava por ali dançando com os outros e tentando fugir de todo mundo que dava em cima dela. Peguei a Jose pela mão e fomos pro balcão pedir um champanhe. Quando passei do lado da minha sobrinha, ela fala: "Olha, essa é a loirinha bobinha que você gosta, mas ela te vira do avesso." Morri de rir e seguimos. Tomamos o champanhe no balcão, trocando uns amassos loucos, até que o Pablito veio falar que queria ir embora, perguntou se a gente ia pra casa. Falei que sim. Saímos da balada já de dia e fomos tomar o que tinha sobrado.
A Guada foi com o Guille no carro, e eu fui sozinho com a Jose. Assim que arranquei rumo a casa, olhei pra ela e vi que a saia tinha subido de tão apertada, e quase morri. Ela não tava usando nada, a buceta aparecia toda depilada. Claro que fiquei olando que nem um idiota e quase bati o carro. Ela percebeu e, se fazendo de sonsa, falou: "Ai, a saia subiu! Mas nem se deu ao trabalho de abaixar, me olhou com aquela cara de puta e falou… cê gosta?
O que eu podia responder! Nada! Estiquei a mão e falo… não gosto, adoro! E você gosta disso? E passei o dedo na buceta dela, tava molhadíssima, parecia que tinha esquentado igual Fiat 600! Fechou os olhos por um segundo e respondeu… adoro, com voz de puta no cio.
Comecei a passar dois dedos na buceta dela até enfiar, agora entendo por que inventaram carro com câmbio automático hahahaha enquanto dirigia não parava de meter os dedos até que de repente ela falou… para, para, cê tá me deixando louca, vai me fazer gozar aqui! Tirei a mão e chupei os dedos enquanto dirigia, que gostoso que tava aquilo! Queria chupar a buceta dela já!
Seguimos viagem e eu via ela desconfortável, se mexia toda hora e sentava de lado, perguntei o que era, nada nada, ela disse, olhei o banco e o couro tava todo brilhoso e na hora percebi e falei, cê mijou? Não, idiota, te falei que tava muito excitada! Filha da puta tinha enchido o banco de fluido! Comecei a rir e ela fala… muito carro, muito carro mas podia ir mais rápido! Quero te foder agora! Paaaaaaaa ela falou isso e virei o Ayrton Senna!
Chegamos e já tavam colocando a música e preparando drinks, o Guille tem cópia da chave, entramos e a Guada fala… foram pro hotel que demoraram tanto? Nós três demos risada e a Jose fala baixinho: não, mas hoje vou comer teu tio inteiro, óbvio que só nós dois ouvimos, ela me pegou pela mão e me levou pra cima, falei qual era meu quarto e entramos, começamos a nos beijar do jeito mais depravado, a mina colocava a língua pra fora e me chupava toda, eu desci a mão e comecei a tocar a buceta dela, cada vez mais rápido até enfiar dois dedos até o fundo, ela jogou a cabeça pra trás e começou a gemer que nem louca, enquanto eu desabotoava o cinto, a calça e pegava na minha piroca que já Tava mais dura que o Diego na Copa de 90.
Ela se mexeu pra trás e meus dedos escaparam, ela se abaixou e começou a me fazer um boquete de cinema, sem enrolação, já meteu tudo até o fundo, quase gozei na hora. Peguei ela pelo cabelo na nuca, puxei pra fora e ela ficou me encarando. Do jeito que deu, falei… faz isso de novo e eu gozo na sua garganta. Ela começou a rir.
Levantei ela e levei até a cama, deitei, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, de baixo até o clitóris. Toda vez que eu chegava lá, ela levantava o quadril e soltava um mmmmmm, tava encharcada. Comecei a meter a língua o máximo que dava e sinto algo bater no meu queixo. Me afastei um pouco e era a mão dela passando um dedo no cu. Falei… ah, então você é completinha, hein! Nós dois rimos até que ela diz… chupa meu cu, pronto, fechou a conta!!!!!
Virei ela de quatro, era inacreditável o que eu tava vendo, aquela buceta e aquele cuzinho rosa parecia um sonho. Comecei a passar a língua no cu dela e os dedos na buceta, a mina não parava de gemer e falava… siiiim, assiiim, chupa bem meu cu! Amo isso! Continuei até sentir que ela se contraía toda. Aproveitei, endureci a língua e enfiei no cu dela, uffffffff gozou igual uma louca! Teve que se jogar de barriga pra cima do jeito que tava e ainda ficou tremendo um tempão. Virou e, com o cabelo todo bagunçado, falou… agora é sua vez!
Ela levantou, me empurrou pelos ombros e eu caí de costas na cama. Ela se abaixou, jogou todo o cabelo pra um lado e meteu tudo de novo. Começou a chupar minha rola que era uma loucura, enfiava até o fundo, tirava inteira e passava a língua na cabeça. Depois de um tempo, não aguentava mais. Peguei ela pela cintura e coloquei por cima de mim. Ela sentou de uma vez, escorrendo toda a goza que tinha saído, e começou a subir e descer, primeiro devagar, depois mais forte. Cada vez que enfiava tudo… até o fundo, fazendo um círculo com meu pau dentro, eu tava ficando louco com aquela mina.
Do jeito que tava, me levantei e ficamos de frente um pro outro. Jose continuou cavalgando e esfregava toda a juba nela cada vez que mexia a cabeça. Ela pegou minha mão e enfiou o dedo maior na boca dela e começou a chupar, de vez em quando me olhava com aqueles olhos divinos e uma cara de puta que não dá pra explicar. Tirou o dedo da boca, todo babado, fez de propósito e me disse… não quer enfiar na minha bunda? Quase implorando. Estiquei o braço e enfiei, ela parou um segundo pra sentir e continuou.
Eu tava prestes a gozar a qualquer momento, ela percebeu e falou… não vai gozar dentro, hein! Beleza, e onde você quer que eu goze? Perguntei. Ela não respondeu, me olhou, abriu a boca, colocou a língua pra fora, apoiou o dedo e disse… aqui.
Continuamos fodendo até eu explodir. Tirei ele e me ajoelhei na cama, ela ficou na minha frente com aquela boquinha linda aberta e a língua pra fora. Bati umas punhetas e quando comecei a gozar, sem avisar, enfiei fundo na boca dela. Como ela tava de olhos fechados, o primeiro impulso foi fechar a boca, mas não adiantou. Gozei tudo na garganta dela e ela começou a engasgar. Tirei até a metade, mas tava segurando a nuca dela, então ela teve que engolir tudo. Ela lutava pra tirar meu pau, entre engasgos e tentando engolir sem se afogar, era uma imagem divina. As lágrimas típicas dos engasgos escorriam e a maquiagem dela borrou toda.
Quando finalmente tirei, ela disse: filho da puta! Apontei pra língua, não pra garganta! E começou a rir. Pensei que ela tinha ficado brava, mas não, e confirmou dizendo… mas adorei.
Deitamos de conchinha e dormimos. Depois de um tempo, acordei e desci pra pegar uma garrafa d’água. No sofá da sala, tava o Pablito dormindo abraçado com a Romi, outra amiga da Guada. Olhei pra ver se tinha mais corpos, mas não. Peguei a garrafa e subi de volta. Passei por um quarto e… A porta estava aberta, dormia a Macarena, outra das garotas. Segui em frente e o outro quarto estava fechado. Abri um pouco a porta e enfiei a cabeça. Numa cama dormia a Guada e na outra a Tete (nunca soube o nome dela, mas todo mundo chamava assim). Fechei a porta e fiquei pensando que faltava uma. Aaaaaa, era a Jose, que estava comigo! Kkkkkk, nessa altura eu já tava meio perdida.
Me enfiei na cama, me aproximei da Jose, passei um braço na cintura dela e dormi com um sorriso de orelha a orelha.
CONTINUA…
Na quinta à tarde a Flor me liga e fala pra ir jantar na casa dela, como não tinha nada planejado falei que sim, então passei na loja de vinhos e comprei minha garrafinha de Bombai, umas tônicas e limõezinhos, tomei um banho e fui na casa da minha irmã.
Quando chego, a Guada abre a porta, tava de roupa de casa com umas leggings pretas e uma camiseta comprida, antes de eu entrar ela fala: "Fer, a mãe me deu uma bronca por causa da bebedeira que eu peguei outro dia, olha que ela não sabe que a gente foi na sua casa", eu ri e falei que não tinha problema.
Quando entrei, fui cumprimentar a Flor e ela começou a me encher o saco também, que por que eu tinha deixado a Guada ficar tão bêbada e não sei mais o quê, e eu falei que ela já era grandinha, que sabia o que tava fazendo e que eu não tinha enfiado a bebida na boca dela, meio que me lavei as mãos e a Guada me queimava com o olhar kkkkkkkkk
Com o tempo o clima foi descontraindo e a gente conversava normal, os três comentando umas coisas sem muita importância, jantamos e depois finalmente o gim tônico de digestivo.
A Flor já começava a bocejar e achei que era hora de ir embora e falei:
"Bom, meninas, vou tomar uma cerveja no..." (um bar bem conhecido aqui) e a Guada me fala: "Fer, posso ir com você? Me falaram que lá fica irado!", a Flor pulou feito uma endemoniada e falou:
"Onde você vai? Com a bebedeira que você pegou outro dia não vai a lugar nenhum!" E eu falei que pra mim não tinha problema, era umas cervejas e dormir, mas minha irmã não quis e a Guada meio brava falou que ficava pra outra vez.
Ela me acompanhou até a porta e falou que as amigas não podiam vir naquele fim de semana, me fez descer igual louca mas eu falei que não tinha problema, que se pintasse fazer alguma coisa eu avisava, a gente se despediu e eu fui embora.
Naquele fim de semana saí com meus amigos e como sempre terminamos na bagunça em casa, pensei em Chamei a Guada, mas como minha irmã tinha ficado puta, nem avisei. Mas todos os caras ficavam me perguntando sobre a mina do outro dia, e eu disse que ela tava saindo com as amigas. Na quarta-feira, tava trampando e meu celular começou a tocar igual louco. Era minha sobrinha. Como tava com gente, coloquei no silêncio e continuei. Quando terminei, liguei de volta e perguntei o que rolava. Ela disse que combinou com as amigas pra virem no sábado. Fiquei doido e sugeri fazer um churrasco em casa, e ela topou.
Avisei os mais chegados, e claro, todo mundo embarcou. Queriam conhecer as amigas da Guada. Ela já tinha sido apresentada, e sem saber que era minha sobrinha, achavam que eu tava comendo ela. Os caras foram chegando, e umas 21:30 a Guada me ligou falando que já tavam vindo. Pouco depois, a campainha tocou. O Guillermo foi abrir porque eu tava na churrasqueira. Quando elas começaram a aparecer no jardim, fez um silêncio que parecia velório. Me virei pra ver o que era e quase tive um troço. Elas vieram em fila: primeiro a Guada, e atrás as quatro amigas. Era inacreditável, pareciam cinco promoter da Turma do Chapéu, mas vestidas pra balada. Me virei como pude, fui cumprimentar. A Guada me apresentou as minas, e eu apresentei meus amigos. Todo mundo começou a bater papo e tomar umas.
Enquanto tava no jardim, comecei a conversar com a Josefina, uma loira que arrebentava. Conforme o tempo passava, percebi que ela era a típica patricinha falsa e meio burrinha. Pior que eu adoro isso, kkkkk. Num momento, a Guada se juntou a nós. Tava linda, cabelo solto bem liso, uma regatinha preta, jaqueta porque tava meio frio, e uma saia justíssima bem embaixo da bunda.
Parecia que elas já tinham conversado antes, porque ela falou pra Josefina: "Viu como os caras são super legais? E o Fer é o melhor de todos." Era como se ela tivesse me entregando de bandeja. O churrasco já tava pronto, e fomos pra dentro jantar. Música de fundo e um drink pra todo mundo. Os gostos... terminamos de jantar e aí rolou a resenha. Como eu tinha feito o churrasco, fui tomar um banho e falei pro Guille cuidar pra não faltar nada, ele sabia onde tudo estava em casa.
Quando desci, já pronto pra sair, minha casa parecia uma balada, todo mundo dançando na sala, música no talo e dava pra ver que as minas já estavam à vontade e meio bebadas. Entrei na zoeira e a Guada chega em mim e fala:
"Fer, olha, a parada é a seguinte: eu falei pra mãe que ia pra Capital na casa das meninas, e elas disseram que iam ficar em casa, mas não quero que minha mãe me encha de novo por chegar bêbada com elas. Então falei pra gente dormir aqui. Pra você, sem stress?"
Fiquei tentando entender toda a trama que a mina tinha armado e falei que sem problema, em casa tinha espaço de sobra. Continuamos dançando e bebendo até umas 4:30, quando fomos pra balada.
Eu fui de carro com a Guada e a Jose, e as outras três se dividiram com os caras. Entramos e já fomos dançar. Comecei o trabalho fino na Jose até que a gente acabou se pegando. A Guada tava por ali dançando com os outros e tentando fugir de todo mundo que dava em cima dela. Peguei a Jose pela mão e fomos pro balcão pedir um champanhe. Quando passei do lado da minha sobrinha, ela fala: "Olha, essa é a loirinha bobinha que você gosta, mas ela te vira do avesso." Morri de rir e seguimos. Tomamos o champanhe no balcão, trocando uns amassos loucos, até que o Pablito veio falar que queria ir embora, perguntou se a gente ia pra casa. Falei que sim. Saímos da balada já de dia e fomos tomar o que tinha sobrado.
A Guada foi com o Guille no carro, e eu fui sozinho com a Jose. Assim que arranquei rumo a casa, olhei pra ela e vi que a saia tinha subido de tão apertada, e quase morri. Ela não tava usando nada, a buceta aparecia toda depilada. Claro que fiquei olando que nem um idiota e quase bati o carro. Ela percebeu e, se fazendo de sonsa, falou: "Ai, a saia subiu! Mas nem se deu ao trabalho de abaixar, me olhou com aquela cara de puta e falou… cê gosta?
O que eu podia responder! Nada! Estiquei a mão e falo… não gosto, adoro! E você gosta disso? E passei o dedo na buceta dela, tava molhadíssima, parecia que tinha esquentado igual Fiat 600! Fechou os olhos por um segundo e respondeu… adoro, com voz de puta no cio.
Comecei a passar dois dedos na buceta dela até enfiar, agora entendo por que inventaram carro com câmbio automático hahahaha enquanto dirigia não parava de meter os dedos até que de repente ela falou… para, para, cê tá me deixando louca, vai me fazer gozar aqui! Tirei a mão e chupei os dedos enquanto dirigia, que gostoso que tava aquilo! Queria chupar a buceta dela já!
Seguimos viagem e eu via ela desconfortável, se mexia toda hora e sentava de lado, perguntei o que era, nada nada, ela disse, olhei o banco e o couro tava todo brilhoso e na hora percebi e falei, cê mijou? Não, idiota, te falei que tava muito excitada! Filha da puta tinha enchido o banco de fluido! Comecei a rir e ela fala… muito carro, muito carro mas podia ir mais rápido! Quero te foder agora! Paaaaaaaa ela falou isso e virei o Ayrton Senna!
Chegamos e já tavam colocando a música e preparando drinks, o Guille tem cópia da chave, entramos e a Guada fala… foram pro hotel que demoraram tanto? Nós três demos risada e a Jose fala baixinho: não, mas hoje vou comer teu tio inteiro, óbvio que só nós dois ouvimos, ela me pegou pela mão e me levou pra cima, falei qual era meu quarto e entramos, começamos a nos beijar do jeito mais depravado, a mina colocava a língua pra fora e me chupava toda, eu desci a mão e comecei a tocar a buceta dela, cada vez mais rápido até enfiar dois dedos até o fundo, ela jogou a cabeça pra trás e começou a gemer que nem louca, enquanto eu desabotoava o cinto, a calça e pegava na minha piroca que já Tava mais dura que o Diego na Copa de 90.
Ela se mexeu pra trás e meus dedos escaparam, ela se abaixou e começou a me fazer um boquete de cinema, sem enrolação, já meteu tudo até o fundo, quase gozei na hora. Peguei ela pelo cabelo na nuca, puxei pra fora e ela ficou me encarando. Do jeito que deu, falei… faz isso de novo e eu gozo na sua garganta. Ela começou a rir.
Levantei ela e levei até a cama, deitei, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, de baixo até o clitóris. Toda vez que eu chegava lá, ela levantava o quadril e soltava um mmmmmm, tava encharcada. Comecei a meter a língua o máximo que dava e sinto algo bater no meu queixo. Me afastei um pouco e era a mão dela passando um dedo no cu. Falei… ah, então você é completinha, hein! Nós dois rimos até que ela diz… chupa meu cu, pronto, fechou a conta!!!!!
Virei ela de quatro, era inacreditável o que eu tava vendo, aquela buceta e aquele cuzinho rosa parecia um sonho. Comecei a passar a língua no cu dela e os dedos na buceta, a mina não parava de gemer e falava… siiiim, assiiim, chupa bem meu cu! Amo isso! Continuei até sentir que ela se contraía toda. Aproveitei, endureci a língua e enfiei no cu dela, uffffffff gozou igual uma louca! Teve que se jogar de barriga pra cima do jeito que tava e ainda ficou tremendo um tempão. Virou e, com o cabelo todo bagunçado, falou… agora é sua vez!
Ela levantou, me empurrou pelos ombros e eu caí de costas na cama. Ela se abaixou, jogou todo o cabelo pra um lado e meteu tudo de novo. Começou a chupar minha rola que era uma loucura, enfiava até o fundo, tirava inteira e passava a língua na cabeça. Depois de um tempo, não aguentava mais. Peguei ela pela cintura e coloquei por cima de mim. Ela sentou de uma vez, escorrendo toda a goza que tinha saído, e começou a subir e descer, primeiro devagar, depois mais forte. Cada vez que enfiava tudo… até o fundo, fazendo um círculo com meu pau dentro, eu tava ficando louco com aquela mina.
Do jeito que tava, me levantei e ficamos de frente um pro outro. Jose continuou cavalgando e esfregava toda a juba nela cada vez que mexia a cabeça. Ela pegou minha mão e enfiou o dedo maior na boca dela e começou a chupar, de vez em quando me olhava com aqueles olhos divinos e uma cara de puta que não dá pra explicar. Tirou o dedo da boca, todo babado, fez de propósito e me disse… não quer enfiar na minha bunda? Quase implorando. Estiquei o braço e enfiei, ela parou um segundo pra sentir e continuou.
Eu tava prestes a gozar a qualquer momento, ela percebeu e falou… não vai gozar dentro, hein! Beleza, e onde você quer que eu goze? Perguntei. Ela não respondeu, me olhou, abriu a boca, colocou a língua pra fora, apoiou o dedo e disse… aqui.
Continuamos fodendo até eu explodir. Tirei ele e me ajoelhei na cama, ela ficou na minha frente com aquela boquinha linda aberta e a língua pra fora. Bati umas punhetas e quando comecei a gozar, sem avisar, enfiei fundo na boca dela. Como ela tava de olhos fechados, o primeiro impulso foi fechar a boca, mas não adiantou. Gozei tudo na garganta dela e ela começou a engasgar. Tirei até a metade, mas tava segurando a nuca dela, então ela teve que engolir tudo. Ela lutava pra tirar meu pau, entre engasgos e tentando engolir sem se afogar, era uma imagem divina. As lágrimas típicas dos engasgos escorriam e a maquiagem dela borrou toda.
Quando finalmente tirei, ela disse: filho da puta! Apontei pra língua, não pra garganta! E começou a rir. Pensei que ela tinha ficado brava, mas não, e confirmou dizendo… mas adorei.
Deitamos de conchinha e dormimos. Depois de um tempo, acordei e desci pra pegar uma garrafa d’água. No sofá da sala, tava o Pablito dormindo abraçado com a Romi, outra amiga da Guada. Olhei pra ver se tinha mais corpos, mas não. Peguei a garrafa e subi de volta. Passei por um quarto e… A porta estava aberta, dormia a Macarena, outra das garotas. Segui em frente e o outro quarto estava fechado. Abri um pouco a porta e enfiei a cabeça. Numa cama dormia a Guada e na outra a Tete (nunca soube o nome dela, mas todo mundo chamava assim). Fechei a porta e fiquei pensando que faltava uma. Aaaaaa, era a Jose, que estava comigo! Kkkkkk, nessa altura eu já tava meio perdida.
Me enfiei na cama, me aproximei da Jose, passei um braço na cintura dela e dormi com um sorriso de orelha a orelha.
CONTINUA…
5 comentários - Minha sobrinha gostosa
Segui con tus relatos y entrega tu sobrina jaja