Não conta pra ninguém...

Como eu comentei no meu primeiro relato, essas coisas que conto são todas anedotas verdadeiras, tenho um pouco mais de 30 anos de vida mais ou menos bem vividos e ao longo desses anos, algumas histórias foram mais especiais que outras. Como já disse mais de uma vez, não tenho 30 cm, nem acontece de minha chefe ser uma estrela pornô sueca e me pedir sexo com sua irmã gêmea, o que conto são todas situações e coisas que, para o bem ou para o mal, formam minha vida. Acho que todos, mais cedo ou mais tarde, temos algumas dessas histórias e se não somos nós mesmos, algum amigo ou conhecido em algum lugar está se metendo em algo parecido.

O seguinte relato é uma história que aconteceu entre quem é agora minha cunhada e quem está escrevendo isso. Como toda história de família, é preciso resguardar a privacidade, isso já aconteceu há bastante tempo e a verdade é que se fosse descoberto pela família, não duvido que viria o divórcio...

Minha cunhada tem 10 anos a menos que eu, na época de conhecer minha mulher ela tinha apenas 18 anos e eu 28 (esclareço caso entre os leitores haja algum que não seja um gênio da matemática). Minha mulher é 5 anos mais velha que sua irmã, mas na época de conhecê-la ainda morava com os pais. Por essa razão, eu era forçado a visitar a casa da família com bastante frequência. Nossa relação foi bastante tranquila nos primeiros meses. Minha cunhada estava no 5º ano do ensino médio ou 3º do polimodal, não lembro bem como se chamava naquela época. Várias vezes eu a via de uniforme quando chegava na casa dela à tarde e eu estava de visita.

A verdade é que demorou bastante para entrar em confiança com ela, ela sempre me olhava com cara de bunda e não costumava rir das minhas piadas (e olha que elas são boas), mas pouco a pouco ela foi se soltando e a relação melhorou.

Já com seis meses de namoro e com as férias de verão e o fim do colégio para ela no bolso, o espírito veranil fazia com que já fôssemos mais comparsas, muitas vezes ela me ligava pra me perguntar como eu estava, ou até algumas sextas ela pedia se eu podia buscá-la em alguma festa pra evitar voltar de ônibus. Pra mim nunca foi incômodo e, na real, me dava prazer vê-la toda arrumadinha pra balada e tê-la no carro... aquele tesão masculino básico.

Acho que todo mundo já passou por essas situações mais de uma vez, com alguma amiga, irmã de um brother, alguém que a gente olha com olhos libidinosos mas não pode tocar...

Naquele verão, passamos uns dias no litoral com minha namorada, minha cunhada e uma amiga dela. Na casa que alugamos, tinha dois quartos com camas de casal: eu e minha namorada em um, e as duas minas no outro.

Voltando uma noite lá pelas 2 da manhã de um bar com minha namorada, estávamos meio excitados e meio bêbados também. Aí, quando entramos em casa e vimos tudo apagado e sem barulho, fomos direto pro quarto e transamos pra caralho, achando que não tinha ninguém em casa e que as meninas ainda estavam fora.

No dia seguinte, minha cunhada comentou em particular com minha namorada que elas estavam dormindo quando chegamos, mas que a gente acordou elas com os barulhos. Minha cunhada ficou muito ofendida e achou de mau gosto. A briga durou até a volta, mas ninguém me falou nada. Era óbvio que elas não se falavam, mas nem minha cunhada nem minha namorada disseram absolutamente nada, nem mencionaram pra mim até chegarmos em Buenos Aires.

Umas semanas depois da volta, era janeiro ou começo de fevereiro, fui na casa da minha namorada esperar ela voltar de uma reunião com os colegas da faculdade, já que estavam preparando uns finais. Meus sogros estavam de férias e tinham deixado as irmãs responsáveis pela casa. Cheguei e só encontrei minha cunhada, que estava tomando sol no quintal de trás.

Minha cunhada é magra e alta, 1,70 ou 1,73, é muito bonita de rosto, quase não tem peitos, mas a bunda não é nada mal. Ela tem a pele bem branca e um piercing no umbigo. Acho que o melhor atributo dela é a carinha bem de menininha, muito... Sempre impecável no vestir, com um ar meio de patricinha de bairro nobre. Ela sempre usa calcinhas ou salto alto, é bem faceira e é um prazer vê-la todo dia.

Ao entrar em casa, fui primeiro ao quarto da minha namorada deixar minhas coisas, e pela janela fiquei espiando minha cunhadinha um tempinho. Era excitante ficar ali observando, mesmo já tendo a visto muitas vezes de biquíni. Quando cansei de espiar, decidi descer ao jardim e bater um papo com ela.

Conversamos enquanto ela pegava sol e eu ficava na sombra sob um guarda-sol. Falamos dos planos dela na faculdade, das férias, dos amigos e dos pretendentes. A conversa foi ficando cada vez mais pessoal, até que ela começou a me contar sobre o último namorado, um colega de escola que ela tinha terminado antes das férias. Ela começou a me perguntar minha opinião, sobre como uma garota deve ser com um garoto, me contou que só tinha ficado com dois caras e, depois de ficar toda corada, me disse: "Nunca tive um orgasmo". Eu, com o coração acelerado, tentei soar bem adulto e descolado, e perguntei como quem não quer nada: "Você não se masturba?" Mais corada ainda, ela começou a olhar para outro lado até que me disse: "Muito pouco, me dá vergonha, e nunca tive... aquela sensação... aquilo..." A vozinha dela transbordava timidez. Eu respondi mais uma vez muito sério: "Que sensação? A que você chama de 'aquilo'? O que você não quer me dizer? Não tenha vergonha, somos adultos".

Com a cabeça baixa, apontando para a grama, e as duas mãos segurando o rosto, ela finalmente disse, depois de uma longa pausa: "No litoral, naquela noite em que vocês voltaram com minha irmã, nós ouvimos vocês fazendo sexo. Deu muita vergonha, vocês estavam muito barulhentos e não conseguíamos evitar ouvir o que diziam. E ouvi minha irmã quando você beijou ela lá embaixo, como ela gemeu e falou palavrões, e depois ouvimos quando vocês transaram e como ela teve um orgasmo, como ela gritou".

Eu estava de pau duro ao ouvir minha cunhada contar isso, fiquei muito excitado. Na minha cabeça só cabia a ideia de... meter ela em mim, mas era óbvio que isso não ia rolar.

Depois de uma pausa, minha cunhadinha voltou a falar, me disse: "Eu nunca tive isso, talvez me falte conhecer alguém maior, com mais experiência, ou eu precise aprender a me tocar melhor".

Eu já estava com o cérebro explodindo, não conseguia nem queria continuar falando, então me levantei (na minha calça dava pra ver a alegria do meu estado de espírito) e comecei a caminhar rumo à casa. Disse, enquanto caminhava: "Talvez sim, não sei..." e as palavras travaram de nervoso.

Não tinha nem percorrido 3 metros que senti ela se levantar e, enquanto corria na minha direção, me dizia: "EU TE MATO SE VOCÊ DISSER ALGUMA COISA!!! Olha que eu morro de vergonha!"

Por alguma razão que até hoje não entendo, me deu na telha de responder: "Me pega se não quiser que eu conte pra ninguém" e comecei a correr. Sim, como estão ouvindo... não foi nenhuma frase matadora, nem mostrei meu torso desnudo e marcado com abdominais de aço. Corri pelo jardim enquanto ela me perseguia aos gritos. Não tinha passado nem meio instante que me deixei ser pego. Ela se pendurou no meu pescoço e montou de cavalinho nas minhas costas.

Imediatamente depois de sentir os peitinhos dela nas minhas costas, e o calor da pele dela contra a minha, tive uma ereção incontrolável.

As pernas dela me rodeavam e se uniam na minha frente, e até uma das panturrilhas dela roçou sutilmente no meu pau. Os braços dela envolviam meu pescoço. Assim como estávamos, levei ela de cavalinho até a sala e depois mais alguns passos até o quarto dos pais dela, que tinham uma cama grande. Tentando evitar a todo custo que ela visse minha excitação, joguei ela na cama, me virei e saí rumo ao quarto da minha namorada. Minha ereção era evidente e, pra falar a verdade, eu morria de vergonha.

Minha cunhada ficou um tempinho na cama dos pais dela, depois se levantou para percorrer a distância entre o quarto dos pais e o da minha namorada. Bateu na porta, que estava aberta, enquanto eu tentava me fazer de desentendido, olhando uma página qualquer da internet, tentando pensar em outra coisa para... evitar que ele ficasse duro de novo. Minha cunhada entrou e me disse: "Não conta pra ninguém, por favor..." Eu falei, óbvio: "Não se preocupa."

Minha cunhada se aproximou da cadeira, pediu pra eu levantar e me abraçou. Tentei pensar em outra coisa, mas foi inútil, o sangue já estava lá, esperando pra inundar meu pau. Minha ereção mais uma vez ficou evidente e, dessa vez, não tinha pra onde correr. Minha cunhada sentiu, em um segundo, meu membro cutucando a barriga dela, ainda com o biquíni e com a pele quente de tomar sol. Ela ficou no lugar, não se mexeu, continuou me abraçando.

Eu não sabia o que fazer. Estava naquelas situações onde qualquer opção parece um erro, onde não tem uma boa escolha...

Meus braços ficaram pendurados ao lado do corpo, inertes, enquanto ela me abraçava pelo pescoço. Com o coração batendo a mil, levei uma mão até as costas dela e a outra até a cintura. Ela continuou sem se mexer, e agora eu conseguia sentir os batimentos dela também, ecoando no meu peito. Lentamente, levei minha mão das costas até a nuca dela e, pegando suavemente no cabelo, a beijei. Não preciso nem dizer que o estômago parecia que ia explodir. A sensação de cagado e excitação misturadas, fruto da adrenalina, era incrível.

Minha boca encontrou a dela primeiro com algo tipo um desconforto, mas ela não recusou. Era estranho beijá-la. Ela beijava diferente da irmã, com menos língua, como com medo, como quem beija pela primeira vez. Ao separar nossos lábios depois desse primeiro beijo, senti que ia ter um ataque cardíaco. Foi como se tudo parasse de tanto cagado que eu tive.

Do beijo inicial, passamos pras mãos. Comecei a percorrer a cintura e a bunda dela, enquanto a beijava mais e mais forte, e ela respondia do mesmo jeito. Devagarinho, comecei a acariciar a buceta dela, mas sem tirar o biquíni, tudo por cima, até que vi que ela começava a ficar molhada. Minha ereção, como podem imaginar, estava enorme, mas ela não parecia notar, provavelmente pelo mesmo cagado que a inundava.

Peguei uma das mãos... As mãos que ainda estavam em volta do meu pescoço lentamente desceram até meu pau. Primeiro, ela começou a esfregar por cima da minha calça, mas depois que eu habilmente desabotoei o jeans, sua mão encontrou acesso mais fácil. A cabecinha do meu pau aparecia por cima da cintura da minha cueca e, ao vê-la, ela deslizou as mãos por baixo e começou a acariciar minhas bolas, alternando com o pau, fazendo uma mini punheta. Vendo que isso não ia se repetir, e com o tesão lá em cima, fui levando ela até seu quarto (que ficava ao lado do quarto da irmã dela) e a joguei na cama de solteiro com seu edredom de ursinhos.

Comecei a beijar seu pescoço e descer até seus peitinhos. Seus biquinhos eram pequenos e bem clarinhos. Entre uma lambida e outra, mordia a pontinha dos mamilos e ela parecia gostar, porque sua barriguinha se contorcia e dobrava. Ao mesmo tempo, meus dedos acariciavam sua buceta, já bem molhada. Devagarinho, puxei a calcinha e introduzi primeiro um dedinho e depois outro, só as pontas no início e depois já todas as falanges. Meu polegar acariciava seu clitóris em círculos.

Eu sabia que tinha que excitá-la o máximo possível para evitar que se arrependesse, então redobrei meus esforços manuais. Minha boca começou a descer até chegar na sua virilha, enquanto com meu dedo anelar tentava estimular seu ponto G. Com minha língua, comecei a roçar seu clitóris cada vez mais intensamente. Sua região pubiana estava quase completamente depilada, só uma linha bem fininha de pelos com não mais que meio centímetro de comprimento, que dava ainda mais aquela aparência de colegial que me deixava com muito tesão.

À medida que ela se aproximava do orgasmo, seus gemidos ficavam mais altos e, na verdade, eu tinha medo na cabeça de que alguém aparecesse. Não tinha como segurar. Suas mãozinhas começaram a agarrar os lençóis e os músculos das pernas a se contrair. Num instante, senti ela gozar e tremer. Eu sabia que não podia deitar ao lado dela, porque eu queria comer ela. Sabia que se a coisa se... ela nunca mais conseguiria esfriar... Aproveitando que sua buceta estava hipersensível, continuei lambendo-a suavemente, tentando levá-la o mais perto possível de um segundo orgasmo, mas desta vez subi na cama colocando meu pau perto do rosto dela. A linguagem universal dos corpos cumpriu seu papel, então em poucos segundos, eu já estava recebendo uns beijos no meu pau, cortesia da minha cunhadinha.

Para ser sincero, não foi o melhor boquete da minha vida. Dava pra ver que ela não tinha muita ideia do que estava fazendo, então tive que guiá-la. Primeiro, mudei de posição e fiquei de joelhos na frente dela. Com minha mão, segurei sua cabeça e acompanhei o movimento. Aos poucos, ela começou a engolir mais e mais fundo, até que consegui fazer um deepthroat. Ela parecia não se importar, e a sensação de afogá-la com meu pau era magnífica. Estava morrendo de vontade de gozar na boca dela, mas sabia que não era o melhor. Queria senti-la, queria estar dentro dela.

Eu sabia que minha namorada e minha cunhada, ambas tomavam pílulas anticoncepcionais desde jovens por causa da irregularidade dos ciclos, então, sem pensar muito, a ideia na minha cabeça era clara.

Quando senti que estava prestes a gozar, tirei meu pau da boca dela e me levantei ao lado da cama. Peguei-a pelos tornozelos e a puxei até posicionar sua bunda na beirada da cama, com as duas pernas dela ao meu lado. Com uma mão, passei saliva na sua buceta e comecei a penetrá-la. Sabia que seria uma metida curta, porque já estava quase gozando há um tempo, então optei pela socada feroz. Segurei-a pela cintura, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a meter, penetrando forte e bem fundo, bem rápido. Senti como ela estava gostando, graças à estimulação do ponto G, sua buceta estava super sensível, o que ficou evidente imediatamente quando ela começou a gemer e gemer, até que soltou dois gritinhos bem agudos. Isso me derrubou, e não aguentei mais. Gozei dentro, cada jato de porra parecia um torrente saindo. No ritmo das batidas que nasciam do meu saco e chegavam até a glande.
Mal o último jato de porra saiu do meu pau, minhas pernas fraquejaram e caí sobre minha cunhadinha, ambos exaustos, cansados e com a respiração ofegante.

Aos poucos a razão voltava às nossas cabeças e vi minha cunhada se transformar numa bola de nervos... beijei-a e disse pra ela não se preocupar. Que estava tudo bem, que primeiro a gente precisava se limpar, então acariciei sua cabeça, dei um beijo e a acompanhei até o banheiro. Ouvi ela sentar no vaso e me dizer: "Tá saindo muito sêmen de dentro..." Eu sabia que tinha gozado pra caralho, mas não sabia que era a primeira vez que ela transava sem camisinha.

Depois que ela tomou banho e eu me lavei no bidê, nos vestimos e ofereci levá-la pra tomar um sorvete pra conversar sobre o que tinha acontecido. Ela disse que não, mas depois de insistir um pouco, aceitou. Mandei uma mensagem pra minha namorada dizendo que ia tomar sorvete com a irmã dela porque tinha me cansado de esperar.

Na sorveteria, levou uns bons 15 minutos pra gente começar a falar. No carro o silêncio tinha sido total, e na minha cabeça eu realmente sentia que tudo ia pro caralho, nunca tinha sido infiel com uma cunhada, nunca na vida me aconteceu isso e, sinceramente, mesmo que a relação com minha namorada ainda fosse recente, eu tava muito bem com ela. Isso tinha sido um acidente, fruto da falta de capacidade de manter o pau na calcinha.

Finalmente, começamos a conversar, e os dois optamos pelo silêncio. O melhor de tudo foi que a ideia foi dela. O pacto de silêncio surgiu da minha cunhada, porque o medo dela era que a irmã nunca perdoasse, e agora eu entendo: namorados vêm e vão, mas uma irmã que trepa com o namorado da outra é uma traição difícil de esquecer.

Não falamos mais no assunto, mas era muito desconfortável estar nas reuniões de família e ouvir fofocas ou histórias de traição, sabendo que eu e minha cunhada tínhamos um segredo. que foda.

Minha cunhada começou a namorar e agora mora na Espanha, mas, sinceramente, aquela trepada foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida.

Até que... dois anos atrás, fomos com minha mulher visitá-la, mas isso já é outra história...

4 comentários - Não conta pra ninguém...

Muy buen relato, bien contado! Gracias por el aporte, y esperamos saber del viaje a España!