Amigos e amigas. Seguindo a linha das histórias que rolaram entre a Sofy (minha ex) e eu, essa aqui não dá pra deixar passar batido.
Amigos/as. Seguindo a linha das histórias que foram rolando entre a sofie (minha ex) e eu, essa aqui não dá pra deixar passar batido.
Eu trabalhava num bar e isso me dava a chance de conhecer gente, a gente tinha um sistema de recuperação de horas ou compensação de horas, que consistia em deixar um barman/garçom sair um pouco mais cedo, isso compensava um pouco as horas extras que a gente fazia, mais o adicional de verão. Imagina, sendo da gastronomia, poder sair num sábado à 01:00 da manhã ou às 02:00, era um luxo.
Numa oportunidade, apareceram umas minas, que eram universitárias, umas eram de fora, de cidadezinhas bem menores e bem inocentes, calcinha de vó, alpargatas e camiseta branca. Olha, não me entenda mal, só tô descrevendo a roupa, e pra quem quiser se ofender, eu fui criado no campo perto da cidade de Tandil.
Esclarecido isso, vamos continuar a história, as minas começaram a ficar alegres e animadas kkkk
Num momento, uma delas me pergunta meu nome. — Como você se chama? — Tonny. Respondo.
— Ah, oi, sou Belén.
— Muito prazer, Belén.
— Que linda que é Mar del Plata, sério, tô amando.
— É, é uma cidade linda, de onde você é?
— Sou de Vidal.
— Ah, olha só, conheço.
— É? Que legal, mas olha, não sou nenhuma boba, sei me cuidar bem.
— Sim, imagino, mas eu cuidaria mais de você, se fosse seu namorado, não deixava você sair sozinha.
— Não tenho namorado, tô sozinha.
— Epa, que que aconteceu em Vidal, todo mundo é gay? Ou o quê?
— Kkkk não, é que não dou bola pra ninguém.
— Ah, bom, por sorte eu não sou ninguém.
— Kkkk você é muito gostoso, e sua namorada, o que ela acha?
— Ela não fala nada, ela trabalha na mesma área que eu. (Sim, nunca minto que tenho parceira)
— Ah, que legal, bom, já volto, vou com minhas amigas.
— Ok. Se cuida no caminho, e cuida da rabetinha kkkk
— Kkkk que atrevido
E ela voltou pra mesa. Belén era daquelas minas inocentes, lindas e puras, teve o azar de se encontrar comigo, ou a sorte.
Daqui a pouco ela voltou a se aproximar de mim e me perguntou que horas eu saía. — Já tô saindo, se quiser a gente vai pra algum lugar. Nisso ela ficou paralisada, acho que não esperava por isso.
Só esclarecendo, naquela época eu pesava 15kg a menos, tava em forma, ganhava bem, além de ter 9 anos a menos e... e é isso, quem liga como eu era, né? Kkkkk.
Ela voltou pras amigas, conversou com elas e veio na minha direção: — Então, aonde a gente vai?
— Ué, onde você gostaria que a gente estivesse agora?
— Onde você quiser me levar, mas vou com uma amiga. Imagina minha cara!!!!!
— Beleza, sem problema, pago pra duas. Sorrisinho safado e ela me beija de boca aberta.
Subi, me troquei e saí. Meu carro tava parado meia quadra adiante, e ela uns metros da porta do bar.
— Oi, sou Vanina, prazer. A amiga.
— Oi, sou Tonny.
— Vamos pro carro.
— Ok. — disseram as duas.
Partimos viagem, eu já tava imaginando a gente pelado, eu com as duas, quando Vanina fala: — Me deixa nessa esquina. — Tem certeza? — pergunto. — Sim, sim, sem problema. A gente se vê, galera, divirtam-se. Ela me entregou a amiga de bandeja.
Olhei pra ela e falei na lata: — A verdade é que quero te levar pro hotel.
E ela respondeu: — E o que cê tá esperando?
Kkkkkkkkk
Chegamos no hotel, e a coisa ficou interessante. Lembram que eu falei que ela tava de calcinha de vó? Então, comecei a tirar enquanto beijava ela igual louco, e descobri uma tanga rosa-claro, com renda, enfiada naquela bunda de primeira. Ela, tímida, falou: — Cuida de mim, você é o segundo homem que me leva pra cama (não acreditei, nem acredito agora). Sem problema. Vou devagar pra ela não se assustar, pensei comigo.
Continuei beijando, acariciando a bunda e as costas dela com massagens, até que não aguentei mais e tirei a camiseta dela, deixando os peitos à mostra (tenho a facilidade de soltar o sutiã com uma mão, mina que quiser testar, manda direct). Chupei peito igual bezerro órfão.
E parti pra aquela bunda infernal que já tinha observado a noite toda e passei a língua bem de leve, e o corpo dela se arrepiou inteiro. Continuei chupando a bunda dela, desci pra buceta dela a ponto dela gozar na minha cara. Ela mesma desceu e, meio tímida, colocou a pica na boca. Quase uma inexperiente em boquete, me perguntou umas três ou quatro vezes se eu tava gostando, e eu disse que sim, óbvio, ela tá aprendendo. Me confessou que sempre fez por baixo, algo que eu falei que a gente ia resolver na hora, então sentei ela na minha pica e, devagar, foi entrando tudo, até o talo (não é tanta coisa, mas). Senhores e senhoras, damas e cavalheiros, crianças e adultos.
Ela começou a cavalgar e cada penetrada dava mais tesão nela, rapidinho chegou ao orgasmo, e eu respondi na hora com várias lambidas na buceta rosada quase pálida dela, e isso fez ela continuar gozando. Fiquei com ela assim um tempinho e coloquei ela de quatro, deixando a bunda enorme e linda dela à minha disposição. Voltei a chupar aquele cu e, em seguida, meti nela. Devem ter sido uns 40/50 minutos no total, sendo os últimos 10 minutos tão gostosos, porque ela não parava de gozar. Perguntei onde ela queria a porra e ela disse: "onde você quiser". Lembram que eu falei que dediquei muito tempo ao cu? Então, foi lá que eu gozei. Tirei a pica da buceta dela, que soltou aquele líquido que a gente tanto gosta, e com isso mais um pouco de lubrificante, encostei no cuzinho dela. Falei: "fica tranquila, não vai acontecer nada", e com um beijo profundo, enfiei no cu dela. Ela gemeu, se remexeu e gozou. Foram uns movimentos e comecei a encher ela de porra, muita porra.
Depois, ficamos conversando um pouco e ela me disse que eu tinha desvirginado o cu dela. WTF??? Ela falou que adorou, nos beijamos um pouco e saímos. Levei ela em casa e fui visitar a Noé.
Noé trabalhava em outro bar, ela me viu entrar e ficou feliz. — Oi, Tonny. — Oi, Noé. Dei uns beijinhos nela e ela falou que ia sair pra dançar com umas amigas. Sem problemas, eu só tava passando. Ela me pegou pela mão, me levou pro banheiro dos homens, e a gente entrou num box. Ela se ajoelhou e me fez um boquete. Ainda tinha gosto de buceta e cu da Belém, porque eu não tinha tomado banho depois que saí. Em 15 minutos, ela tirou a pouca porra que eu tinha e perguntou que gostinho era aquele. — Suor, deve ser isso. — É, certeza. E pouca porra. A gente riu e eu segui viagem pra casa.
Chegando em casa, encontro a Sofy dormindo de bruços, e o que posso dizer, essa filha da puta tinha uma raba de dar gosto, Nac & Pop hahaha, fiquei de pau duro, mas ela sempre me dizia que não. Deito, passo a mão na bunda dela e ela fala: — Tô com vontade. Hahaha, filha da puta, justo hoje você tá com vontade, óbvio que isso eu pensei.
E então, bora dar pra bruxa, já tava quente pra caralho, vendo ela de raba pra cima, o pau já meio que aparecendo. Ela se jogou em cima de mim e tirou minha rola, nisso lembrei do gosto de cu, usa a palavra: buceta e saliva das outras duas loucas. Quando fui ver, já tava chupando minha pica, comentei do gostinho, falei a mesma coisa. — Suor. — Mmmm, mais gostoso, salgadinho.
A questão é que ela começou a chupar que nem uma louca, e montou em mim, perguntou se ia dar gozo pra tomar e falei que não, que ela tinha se comportado mal por não me deixar fazer amor esses últimos dois dias e que ia encher a raba dela de porra. A filha da puta começou a me montar com mais força, será que percebeu?, pensei.
Aí coloco ela de quatro e chupo o cu dela. (Deixo claro que não tinha gosto de nada, só de cu, não de SUADO hahaha), desço pra buceta dela e volto pro rabo e meto de novo, fazendo ela gozar que nem a putinha que era e eu amo. Gozo na buceta dela, o pouco de porra que sobrou.
Conversamos um pouco, ela disse que tava cansada, por isso não transávamos há dois ou três dias, e hoje tava compensando. Então desço de novo e ela começou a chupar, imagina minha cara, 4 gozadas, depois de trabalhar 6 ou 7 horas, mais tudo que tinha bebido, mas sim, o pau subiu, e de castigo pra ela, foi parar no cuzinho lindo dela. Essa não era virgem, então meti com força, depois de dilatar bem o rabo, chupei os peitos de 120cm, que peitos lindos que a gostosa tinha. Então enquanto chupava os peitos dela, destruía o cu dela, isso teve reação na hora, chegando ao orgasmo os dois.
Depois um pouco de água, um banho rápido e pra cama, dormimos de conchinha e eu com dor na rola.
P.S.: Eu e a Belen nos vimos várias vezes depois e cada vez foi melhor.
E assim, meus amigos, termina mais uma das minhas histórias de casal. Passem pelos meus outros posts, que são divertidos e muito bons, comentem e recomendem. Desde já, valeu.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2391547/Anecdota-entre-pareja-4.html.http://www.poringa.net/posts/relatos/2388319/Anecdota-entre-pareja-3.html
http://www.poringa.net/posts/imagenes/2088603/Mujeres-perfectas.html
Amigos/as. Seguindo a linha das histórias que foram rolando entre a sofie (minha ex) e eu, essa aqui não dá pra deixar passar batido.
Eu trabalhava num bar e isso me dava a chance de conhecer gente, a gente tinha um sistema de recuperação de horas ou compensação de horas, que consistia em deixar um barman/garçom sair um pouco mais cedo, isso compensava um pouco as horas extras que a gente fazia, mais o adicional de verão. Imagina, sendo da gastronomia, poder sair num sábado à 01:00 da manhã ou às 02:00, era um luxo.
Numa oportunidade, apareceram umas minas, que eram universitárias, umas eram de fora, de cidadezinhas bem menores e bem inocentes, calcinha de vó, alpargatas e camiseta branca. Olha, não me entenda mal, só tô descrevendo a roupa, e pra quem quiser se ofender, eu fui criado no campo perto da cidade de Tandil.
Esclarecido isso, vamos continuar a história, as minas começaram a ficar alegres e animadas kkkk
Num momento, uma delas me pergunta meu nome. — Como você se chama? — Tonny. Respondo.
— Ah, oi, sou Belén.
— Muito prazer, Belén.
— Que linda que é Mar del Plata, sério, tô amando.
— É, é uma cidade linda, de onde você é?
— Sou de Vidal.
— Ah, olha só, conheço.
— É? Que legal, mas olha, não sou nenhuma boba, sei me cuidar bem.
— Sim, imagino, mas eu cuidaria mais de você, se fosse seu namorado, não deixava você sair sozinha.
— Não tenho namorado, tô sozinha.
— Epa, que que aconteceu em Vidal, todo mundo é gay? Ou o quê?
— Kkkk não, é que não dou bola pra ninguém.
— Ah, bom, por sorte eu não sou ninguém.
— Kkkk você é muito gostoso, e sua namorada, o que ela acha?
— Ela não fala nada, ela trabalha na mesma área que eu. (Sim, nunca minto que tenho parceira)
— Ah, que legal, bom, já volto, vou com minhas amigas.
— Ok. Se cuida no caminho, e cuida da rabetinha kkkk
— Kkkk que atrevido
E ela voltou pra mesa. Belén era daquelas minas inocentes, lindas e puras, teve o azar de se encontrar comigo, ou a sorte.
Daqui a pouco ela voltou a se aproximar de mim e me perguntou que horas eu saía. — Já tô saindo, se quiser a gente vai pra algum lugar. Nisso ela ficou paralisada, acho que não esperava por isso.
Só esclarecendo, naquela época eu pesava 15kg a menos, tava em forma, ganhava bem, além de ter 9 anos a menos e... e é isso, quem liga como eu era, né? Kkkkk.
Ela voltou pras amigas, conversou com elas e veio na minha direção: — Então, aonde a gente vai?
— Ué, onde você gostaria que a gente estivesse agora?
— Onde você quiser me levar, mas vou com uma amiga. Imagina minha cara!!!!!
— Beleza, sem problema, pago pra duas. Sorrisinho safado e ela me beija de boca aberta.
Subi, me troquei e saí. Meu carro tava parado meia quadra adiante, e ela uns metros da porta do bar.
— Oi, sou Vanina, prazer. A amiga.
— Oi, sou Tonny.
— Vamos pro carro.
— Ok. — disseram as duas.
Partimos viagem, eu já tava imaginando a gente pelado, eu com as duas, quando Vanina fala: — Me deixa nessa esquina. — Tem certeza? — pergunto. — Sim, sim, sem problema. A gente se vê, galera, divirtam-se. Ela me entregou a amiga de bandeja.
Olhei pra ela e falei na lata: — A verdade é que quero te levar pro hotel.
E ela respondeu: — E o que cê tá esperando?
Kkkkkkkkk
Chegamos no hotel, e a coisa ficou interessante. Lembram que eu falei que ela tava de calcinha de vó? Então, comecei a tirar enquanto beijava ela igual louco, e descobri uma tanga rosa-claro, com renda, enfiada naquela bunda de primeira. Ela, tímida, falou: — Cuida de mim, você é o segundo homem que me leva pra cama (não acreditei, nem acredito agora). Sem problema. Vou devagar pra ela não se assustar, pensei comigo.
Continuei beijando, acariciando a bunda e as costas dela com massagens, até que não aguentei mais e tirei a camiseta dela, deixando os peitos à mostra (tenho a facilidade de soltar o sutiã com uma mão, mina que quiser testar, manda direct). Chupei peito igual bezerro órfão.
E parti pra aquela bunda infernal que já tinha observado a noite toda e passei a língua bem de leve, e o corpo dela se arrepiou inteiro. Continuei chupando a bunda dela, desci pra buceta dela a ponto dela gozar na minha cara. Ela mesma desceu e, meio tímida, colocou a pica na boca. Quase uma inexperiente em boquete, me perguntou umas três ou quatro vezes se eu tava gostando, e eu disse que sim, óbvio, ela tá aprendendo. Me confessou que sempre fez por baixo, algo que eu falei que a gente ia resolver na hora, então sentei ela na minha pica e, devagar, foi entrando tudo, até o talo (não é tanta coisa, mas). Senhores e senhoras, damas e cavalheiros, crianças e adultos.
Ela começou a cavalgar e cada penetrada dava mais tesão nela, rapidinho chegou ao orgasmo, e eu respondi na hora com várias lambidas na buceta rosada quase pálida dela, e isso fez ela continuar gozando. Fiquei com ela assim um tempinho e coloquei ela de quatro, deixando a bunda enorme e linda dela à minha disposição. Voltei a chupar aquele cu e, em seguida, meti nela. Devem ter sido uns 40/50 minutos no total, sendo os últimos 10 minutos tão gostosos, porque ela não parava de gozar. Perguntei onde ela queria a porra e ela disse: "onde você quiser". Lembram que eu falei que dediquei muito tempo ao cu? Então, foi lá que eu gozei. Tirei a pica da buceta dela, que soltou aquele líquido que a gente tanto gosta, e com isso mais um pouco de lubrificante, encostei no cuzinho dela. Falei: "fica tranquila, não vai acontecer nada", e com um beijo profundo, enfiei no cu dela. Ela gemeu, se remexeu e gozou. Foram uns movimentos e comecei a encher ela de porra, muita porra.
Depois, ficamos conversando um pouco e ela me disse que eu tinha desvirginado o cu dela. WTF??? Ela falou que adorou, nos beijamos um pouco e saímos. Levei ela em casa e fui visitar a Noé.
Noé trabalhava em outro bar, ela me viu entrar e ficou feliz. — Oi, Tonny. — Oi, Noé. Dei uns beijinhos nela e ela falou que ia sair pra dançar com umas amigas. Sem problemas, eu só tava passando. Ela me pegou pela mão, me levou pro banheiro dos homens, e a gente entrou num box. Ela se ajoelhou e me fez um boquete. Ainda tinha gosto de buceta e cu da Belém, porque eu não tinha tomado banho depois que saí. Em 15 minutos, ela tirou a pouca porra que eu tinha e perguntou que gostinho era aquele. — Suor, deve ser isso. — É, certeza. E pouca porra. A gente riu e eu segui viagem pra casa.
Chegando em casa, encontro a Sofy dormindo de bruços, e o que posso dizer, essa filha da puta tinha uma raba de dar gosto, Nac & Pop hahaha, fiquei de pau duro, mas ela sempre me dizia que não. Deito, passo a mão na bunda dela e ela fala: — Tô com vontade. Hahaha, filha da puta, justo hoje você tá com vontade, óbvio que isso eu pensei.
E então, bora dar pra bruxa, já tava quente pra caralho, vendo ela de raba pra cima, o pau já meio que aparecendo. Ela se jogou em cima de mim e tirou minha rola, nisso lembrei do gosto de cu, usa a palavra: buceta e saliva das outras duas loucas. Quando fui ver, já tava chupando minha pica, comentei do gostinho, falei a mesma coisa. — Suor. — Mmmm, mais gostoso, salgadinho.
A questão é que ela começou a chupar que nem uma louca, e montou em mim, perguntou se ia dar gozo pra tomar e falei que não, que ela tinha se comportado mal por não me deixar fazer amor esses últimos dois dias e que ia encher a raba dela de porra. A filha da puta começou a me montar com mais força, será que percebeu?, pensei.
Aí coloco ela de quatro e chupo o cu dela. (Deixo claro que não tinha gosto de nada, só de cu, não de SUADO hahaha), desço pra buceta dela e volto pro rabo e meto de novo, fazendo ela gozar que nem a putinha que era e eu amo. Gozo na buceta dela, o pouco de porra que sobrou.
Conversamos um pouco, ela disse que tava cansada, por isso não transávamos há dois ou três dias, e hoje tava compensando. Então desço de novo e ela começou a chupar, imagina minha cara, 4 gozadas, depois de trabalhar 6 ou 7 horas, mais tudo que tinha bebido, mas sim, o pau subiu, e de castigo pra ela, foi parar no cuzinho lindo dela. Essa não era virgem, então meti com força, depois de dilatar bem o rabo, chupei os peitos de 120cm, que peitos lindos que a gostosa tinha. Então enquanto chupava os peitos dela, destruía o cu dela, isso teve reação na hora, chegando ao orgasmo os dois.
Depois um pouco de água, um banho rápido e pra cama, dormimos de conchinha e eu com dor na rola.
P.S.: Eu e a Belen nos vimos várias vezes depois e cada vez foi melhor.
E assim, meus amigos, termina mais uma das minhas histórias de casal. Passem pelos meus outros posts, que são divertidos e muito bons, comentem e recomendem. Desde já, valeu.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2391547/Anecdota-entre-pareja-4.html.http://www.poringa.net/posts/relatos/2388319/Anecdota-entre-pareja-3.html
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2 comentários - Anecdota de casal 5
Te invita a leer las mias:
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