Meu pai é um grande amante

Várias noites por semana eu não conseguia dormir direito. No quarto dos meus pais, a festa tava rolando de novo. Levantei pra pegar um copo d'água e, voltando pro meu quarto, a curiosidade me levou pra perto da porta deles. A porta tava entreaberta e eu consegui ver tudo que tava rolando, graças ao reflexo no espelho grande da penteadeira da minha mãe.

Lá estava ela. Dançando pro meu pai, que tava deitado, completamente pelado, com as mãos no pauzão dele. Ela tava usando uma cinta-liga com meia arrastão e uma roupinha pequena, transparente e bem provocante, enrolada numa estola de pluma bem comprida, tudo vermelho. Minha mãe dançava provocando ele...

Aos poucos, foi tirando tudo que tava vestindo. Meu pai não aguentou mais e jogou ela na cama pra acariciar ela desesperadamente...

Naquela noite, fui embora depois de me masturbar na frente da porta deles e quase não consegui dormir. Me senti culpada por ter espionado meus próprios pais.

Duas noites depois, escutei a mesma música de novo. Minha excitação e curiosidade me empurraram mais a levantar pra espiar eles do que minha moral pra ficar deitada. De novo, vi minha mãe com uma roupa igual à anterior, mas branca, e de novo me masturbei vendo eles se entregarem sem limites.

Essas cenas duraram quase dois anos, e minha mãe sempre dançava pra ele com as mesmas roupas, num desfile de várias cores. Um dia branco, outro vermelho, outro azul, preto, roxo, etc. Já tinha me acostumado a espiar eles e me masturbar, excitada com tudo que via.

Uma manhã, seis meses atrás, minha mãe foi fazer as compras pra casa. Quando entrou na loja, uns caras estavam assaltando o lugar. Depois do roubo, tentando fugir, chegou uma viatura e, no meio de tantos tiros, uma bala perdida acertou a base do crânio da minha mãe. Dois dias depois, ela morreu. Meu pai e todos nós choramos. Já faz seis meses e meu pai ainda não se recuperou. Ele chora. Com frequência e à noite, eu o escuto colocando a mesma melodia e ouço seus lamentos.

Duas semanas atrás, me levantei para consolá-lo e, quando ia entrar no quarto dele, vi que ele tinha vários utensílios da mamãe em cima da cama e, tocando neles, estava se masturbando. Me excitou ver aquilo, mas ao mesmo tempo me deu vergonha. Na manhã seguinte, entrei no quarto dele, pois tinha esquecido na noite anterior que ele me desse o cheque para pagar a matrícula na universidade. Na mesinha de cabeceira, tinha uma revista de sexo, daquelas que trazem histórias e anúncios. Minha curiosidade me fez pegá-la sem que ele percebesse, enquanto ele preparava o cheque para mim.

No caminho para a escola, li uma parte e percebi que, no final, ele tinha circulado alguns anúncios de mulheres procurando um cavalheiro. Era óbvio que meu pai precisava de companhia feminina. Só outra mulher poderia levantar o ânimo dele. Passou pela minha cabeça uma grande ideia.

Naquela noite, depois do jantar, meu pai foi se deitar. Eu corri para o meu quarto e me vesti com uma das roupas que pertenceram à minha mãe, que eu tinha selecionado antes. Esperei um pouco e a música de sempre começou a tocar no quarto. Nervosa, me dirigi ao quarto do meu pai e, ainda mais nervosa, entrei dançando como minha mãe fazia.

Meu pai ficou surpreso pra caralho, mas colocando um dedo sobre meus lábios, indiquei que ele não dissesse nada. Dancei, dancei e dancei enquanto me despia da roupa exatamente como minha mãe fazia. Meu pai deixou escapar a surpresa do rosto, que se encheu de excitação. Ele me jogou na cama e, sem preâmbulos, enfiou a espada ardente dele de uma só vez. Eu não estava molhada o suficiente pra deslizar como deveria e senti dor, porque o pau dele é bem mais grosso e mais comprido que o do meu namorado. Ele se moveu freneticamente e os movimentos de vai e vem me esquentaram demais.

Não demorou muito pra ele gozar. Quando gozou, no rosto dele se refletia um sentimento de Culpa. Eu deitei ele na cama e, falando com carinho, disse que eu tinha provocado aquela situação e que tinha sido fantástico pra mim transar com meu pai. Tudo isso eu falava enquanto minhas mãos não paravam de acariciar o pau enorme dele, que de mole, virou um cacete duro.

Sem mais nada pra dizer, me abaixei e enfiei na boca. Tirei pra percorrer com minha língua, da ponta até os ovos.

Enquanto acariciava, chupei e suguei cada um dos ovos dele. Dava pra ouvir os gemidos de prazer. Enfiei o cacete de novo na boca pra chupar e, enquanto fazia isso, ele puxou minhas pernas e, encaixando a cabeça no meio delas, meteu a língua na minha buceta babada.

Meu namorado nunca tinha feito aquilo e eu sentia, com o percurso da língua dele, o carinho mais gostoso. Parei de chupar pra sentir a língua dele entrando na minha xereca e percorrendo por dentro. Não aguentei muito tempo. Entre gritos, deixei sair meu mel, que ele recolheu com a língua e engoliu.

Eu não podia ficar pra trás. Enfiei o pau dele de novo na boca e dei a melhor mamada que já tinha feito na vida. Por nojo, nunca deixei meu namorado gozar na minha boca, mas dessa vez eu queria. Senti as pulsações do pau dele dentro da minha boca quando ele disparou a porra quente e grossa, que engoli até a última gota. Abraçados, a gente dormiu.

Ainda não tinha amanhecido quando acordei, lembrando das cenas quentes que tinha vivido com meu pai. Vi ele dormindo, mas isso não impediu que eu pegasse o pau mole dele entre meus lábios e começasse a chupar gulosamente. Fiquei excitada ao sentir ele crescer na minha boca e, quando estava duro como um cano de aço, sentei em cima, enfiando até sentir que chegava no fundo. Meu pai abriu os olhos e soltou um gemido.

Comecei a cavalgar ele. Ele se levantou pra chupar meus peitos. Coloquei as mãos dele por baixo das minhas nádegas e ele me levantava até eu sentir a ponta do pau dele na entrada da minha buceta pra me puxar pra baixo e meter tudo de uma vez. Não aguentei mais e gritei que nem uma louca quando gozei. Ele ainda tava duro. Me deitei na cama, ele pegou meus tornozelos e levantou até colocar nos ombros dele enquanto metia o pau duro até o fundo da minha buceta quente. Senti ele bater no fundo. Ele se mexeu, tirando e metendo gostoso, até me fazer gritar de novo quando senti meus fluidos escorrerem.

Naquele momento, ele me inundou com o esperma dele. Deitou em cima de mim sem tirar o pau, que foi amolecendo aos poucos, e me deu um beijo apaixonado, dizendo: – Nunca pensei que minha princesinha fosse tão sensacional na cama.

Naquele dia não fui pra faculdade. Ficamos transando o dia todo. Passou uma semana, e durante ela, transamos todas as noites. Meu namorado reclamou que não me via há uma semana, e sem consideração eu disse que tinha encontrado outro homem que me fazia extremamente feliz enquanto me comia e não era tão egoísta quanto ele, que sempre me deixava com tesão e prestes a gozar, então terminei o relacionamento com ele.

Já faz mais uma semana, meu pai continua metendo o pau enorme dele em mim todas as noites e me contou que sempre teve a fantasia de comer duas mulheres juntas, mas que minha mãe nunca deixou.

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