Hoje vou contar uma história que aconteceu há pouco tempo entre uma das minhas primas (Nicole) e eu (Gabi). Para vocês terem uma ideia de como ela é como mulher, tanto fisicamente quanto pessoalmente, vou dar algumas dicas.
Ela tem 34 anos, é loira, tem olhos verdes, tem uma altura impressionante de 1,75m e tem as medidas ideais 90-60-90. Ter essas medidas aos 34 anos tem um motivo: ela é modelo e estilista. Sinceramente, ela é uma daquelas mulheres que você não acredita o quanto é gostosa, porque além do corpo ela tem um rosto perfeito. Para acrescentar mais pontos a favor, vale esclarecer que ela é mãe de duas menininhas.
Por que milionária? Porque além de ser uma das modelos mais conhecidas da cidade, ela é casada com um modelo e empresário de 35 anos que tem uma enorme quantidade de dinheiro na conta.
Ela, o marido e os filhos moram no melhor bairro e, obviamente, têm as melhores roupas e carros. Mas mesmo assim, eles nunca se acham e sempre foram excelentes pessoas com todos, embora às vezes minha prima solte umas frases em inglês ou seja muito refinada, deixando claro seu alto nível.
Eu, sem dúvida, sempre que a via não conseguia acreditar e daria qualquer coisa para passar uma noite com ela, mas com o marido que ela tem, todo sarado e com uma aparência incrível, era muito difícil.
Para começar o relato, devo dizer que isso começou no dia 24 de dezembro, perto do Natal. Naquela época, toda a família costumava se reunir na cidade dos nossos tios, que ficava a uns 400km da nossa cidade. Ao mesmo tempo, minha prima tinha um campo enorme junto com o marido, a uns 50km da cidade, por estrada de terra.
Lembro que era uma tarde cinzenta, mas quente e úmida. Toda a família estava envolvida nos preparativos, todos ocupados. Mas minha avó notou que faltava o mais importante: os presentes! Eles estavam no campo da Nicole para evitar que qualquer uma das muitas crianças da família encontrasse seus presentes. Então minha avó ligou para a Nicole e ela, minutos depois... Ela chegou com sua caminhonete. Desceu usando umas botas de couro de verão, um jeans branco super justo e uma camisa azul claro, com o cabelo preso e uma maquiagem leve, estava simplesmente de matar. Minha avó comentou que ela deveria ir buscar os presentes e ela se dirigiu de volta à caminhonete, mas surpreendentemente minha avó disse:
- Espera aí!
Depois olhou pra mim e falou:
- Vai você que não está fazendo nada, acompanha sua prima pra buscar os presentes dela.
Eu obviamente aceitei e minha prima me disse:
- Vem, Gabi?
Eu sem hesitar aceitei e entramos na caminhonete.
Minha prima comentou que seria uma viagem de uma hora porque seria por estrada de terra, mas eu disse que não tinha problema. Eu estava nervoso, mas fui me soltando. Entre um assunto e outro, ela perguntou:
N - Primo, tem namorada?
G - Não, por enquanto nada.
N - Que estranho, eu poderia te apresentar algumas das garotas que fazem modelagem comigo!
G - Da sua idade?
N - Hahaha não, primo, já estamos velhas, conheço umas da sua idade.
G - Não acho que dariam bola! E prima, você não está velha!
N - Obrigada, primo, você é muito bonito, até poderia modelar!
G - Acha, prima? Não acho que sirva pra isso.
N - Pelo que vejo, você tem um corpo e rosto bonitos, seria interessante.
G - Você é louca, prima, haha.
Já mais à vontade, chegamos ao sítio. Era lindo, muito bem cuidado, com uma casa enorme, um estábulo e um jardim que ela cuidava e que ficava bem longe. Ela desceu da caminhonete e andou na minha frente, me dizendo para segui-la até onde estavam os presentes. Não pude evitar de olhar pra sua bunda, era simplesmente perfeita, de 90 cm, como a gente chama por aqui, uma "butty". Carregamos os presentes e só faltava voltar, mas eu não podia deixar essa oportunidade passar, precisava me aproximar.
Então não me ocorreu nada melhor do que dizer:
G - Prima, o que é aquilo lá no fundo?
N - É meu jardim, meu lugar no mundo! Quer conhecer?
G - (não estava interessado, mas falei) Claro, prima, vamos.
Levava uns 15 minutos da casa até o estábulo... minutos e para o jardim uns 20 minutos. Caminhamos esses 20 minutos, chegamos ao jardim e ela começou a falar sobre as plantas. Obviamente eu não entendia nada do que ela falava, só ficava olhando o rosto perfeito dela e, quando dava, a bunda.
Mas o destino quis que algo acontecesse, porque começou um temporal que nos molhou em segundos. Nós dois começamos a correr em direção ao estábulo, já que era o mais perto, mas chegamos na metade do caminho e a chuva com a lama dificultavam tudo. Foi aí que minha prima revelou a patricinha que tinha dentro e disse:
N – Ai, não! Vou estragar minhas botas!
Aproveitei a deixa e falei:
G – Vem, prima, eu te carrego.
Ela aceitou e eu a levantei, com uma mão nas costas e a outra atrás das pernas, de modo que ela colocou o braço no meu pescoço, ficando igual um bebê no colo. Só que definitivamente não era um bebê. Enquanto corria com ela nos braços, percebi que ela não estava de sutiã, porque a blusa colou nos peitos e dava pra ver claramente.
Já dentro do estábulo, ela agradeceu o gesto. Ficamos uns 30 minutos esperando a chuva passar, mas não parava. Minha prima, mesmo de blusa, ficava com um braço tentando esconder os peitos. Eu disse, fingindo que não sabia de nada:
G – Prima, tá com dor no braço?
N – Não, Gabi, é outra coisa.
G – Se tá doendo algo, me avisa que eu vou em casa buscar o que precisar.
Ela riu e disse:
N – Não, primo!! É que eu não tô de sutiã, hahaha!
Eu também ri.
G – E daí? Mas você tá de blusa, prima!
N – Sim, mas dá pra ver tudo e tenho vergonha!
Eu respondi na hora:
G – Vamos, prima, a gente tem intimidade, não precisa esconder de mim.
Ela sorriu, tirou o braço e deixou os peitos à mostra.
Passou mais um tempinho e eu disse pra minha prima que a gente devia ir andando pra casa, mesmo com chuva, e ela aceitou, mas falou:
– Você me carrega, hein!
Eu ri e quis carregar como antes, mas ela disse:
– Espera, me carrega de outro jeito, tenho vergonha de você ver meus peitos, primo!!
Isso foi pra melhor ainda que ela escolheu subir em cima de mim igual um coala! ficou com um braço meu segurando a bunda dela e outro nas costas, enquanto ela se agarrou no meu pescoço com os dois braços. Foi meio desconfortável, mas pelo menos eu tava tocando na bunda dela, então seguimos assim.
Tudo era risada até que, antes de chegar em casa, a gente viu o caminho por onde viemos completamente alagado. Eu já comecei a imaginar que a gente ia passar a noite juntos. Já estava escurecendo e, ao entrar em casa, a primeira coisa que minha prima fez foi ligar pra cidade pra ver se dava pra voltar, mas mandaram ela ficar onde estava, porque era perigoso sair assim. Então minha prima me disse, toda encharcada:
N – Parece que vamos passar o Natal juntos, Gabi.
G – Bom, pelo menos a gente tem um ao outro.
N – Graças a Deus você veio comigo, eu morreria de medo se passasse a noite sozinha aqui.
G – Não se preocupa, prima, eu tô aqui pra você ficar tranquila.
Por sorte tinha umas roupas na casa, então isso não seria problema. Ela disse que ia tomar um banho quente pra espantar o frio. Enquanto isso, eu tentei fazer a TV do quarto funcionar. Não tinha sinal, mas tinha dois filmes – lembro que um era romântico e o outro de suspense.
Em certo momento, minha prima gritou do banheiro:
– Primo, olha nas gavetas e me traz uma roupa.
Me aproximei do banheiro e perguntei:
– O que você quer que eu traga?
Ela respondeu:
– Uma toalha e também calcinha e sutiã.
Eu fiquei gelado. Fui até a gaveta e tinha umas 4 ou 5 calcinhas. Escolhi uma branca tipo *booty less* e um sutiã rosa. Levei e deixei pra ela. Eu continuei no quarto e, do nada, minha prima entra só de calcinha e sutiã, com o cabelo loiro molhado, super natural, e me perguntou se eu tinha conseguido arrumar a TV. Eu disse que sim, que já estava pronta.
Depois fui tomar banho e ela me emprestou uma roupa do marido dela. Ela tinha colocado umas botas altas, um short de jeans e uma camisa amarrada na cintura. Tava uma gostosa. Quando me viu, ela elogiou como a roupa ficava em mim e disse que só tinha arroz para comer e champanhe para beber. E eu aceitei de boa.
Começamos a beber lá pelas 9 da noite, então já pela meia-noite, antes do Natal, estávamos já alimentados e bem bebidos. Entre muitas risadas, minha prima disse:
- Vamos ver, primo, quero ver como você desfila.
Eu, tímido, respondi:
- Não, prima, tenho vergonha!
Ela insistiu:
- Vamos! Eu entendo disso, já vi muitos.
Me preparei para desfilar, mas ela falou:
- Não vai desfilar assim, deixa eu ver seus atributos! Faz um desfile de roupa íntima!
Eu, muito envergonhado, fiquei de cueca e comecei a andar de um lado para o outro. Minha prima comentou:
- Você tem um corpão, até um bumbum redondinho, mas para desfilar você é de madeira! - e começou a rir às gargalhadas.
Me deu a ideia de pedir para ela me ensinar, e quando ela se preparou para andar, obviamente eu disse:
- Prima, acho que o mais justo é você fazer também de roupa íntima.
Ela riu e, sem pensar duas vezes, ficou de roupa íntima e botas e começou a desfilar. Eu não parava de olhar para a bunda linda dela sempre que dava.
Até que, em um momento, ela olhou o relógio e disse:
- Primo, já é Natal! - e veio até mim de braços abertos para me abraçar.
Eu a segurei pela cintura e passei minha mão várias vezes pela sua cintura e costas. Senti a suavidade daquela pele branca linda, e fiquei muito excitado, para ser sincero.
Chegou a hora de dormir, e eu não podia ir embora sem ficar com minha prima. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha e disse: "Até amanhã, primo!"
Ela entrou na cama de casal do quarto dela, e eu fui para o quarto das filhas dela.
Lembro que naquela noite havia muitos trovões e ventos que davam medo, sério. Eu planejava me levantar de madrugada para vê-la pelo menos, mas aconteceu algo muito melhor. Em um certo momento, sinto minha porta abrindo, e era minha prima dizendo:
N - Gabi, te incomoda se você vier para o meu quarto? É que estou com um pouco de medo.
G - (me (Levante rápido) Bora, prima.
Tava um calorão, nem precisava de coberta. A gente se jogou na cama, ela só de camiseta e calcinha, e eu de cueca. Na hora a gente se virou de lado e ficou cara a cara, mas ainda tinha um espaço entre a gente. Ela falou que parecia boba, mas tava com medo. E eu comecei a pensar que por trás daquela mulherão, só tinha uma mulher como qualquer outra, e que eu podia ficar mais à vontade. Aí falei pra ela dormir tranquila, que eu não ia sair dali, enquanto acariciava a mão dela e depois o rosto.
A melhor parte foi quando um trovão forte assustou muito minha prima, e ela fez "ai!!" e se grudou totalmente em mim, me dando um abraço fortíssimo. Uma das minhas pernas ficou entre as duas pernas dela, e com a coxa eu sentia a bucetinha linda dela.
Nessa hora, minha prima tirou a cabeça do meu peito, me olhou e disse:
- Obrigada por cuidar de mim, Gabi.
Eu disse que não foi nada e beijei sua testa. Aí ela olhou pra minha boca, se ajeitou e começou a me beijar bem devagar e com paixão. As mãos dela percorreram minhas costas até chegar na minha bunda, que ela acariciava e apertava ao mesmo tempo. Eu enfiei a mão por baixo da camiseta dela e comecei a tocar os peitos dela. Eram firmes e os mamilos estavam durinhos.
Depois, ela começou a me masturbar, então fui direto pro cu dela e comecei a tocar. Enquanto isso, ela beijava meu pescoço com muita vontade.
Depois de toda essa preliminar, já com os dois pelados, ela me posicionou de um jeito que eu fiquei sentado com as costas na parede. Ela sentou no meu pau e começou a rebolar, enquanto a gente continuava se beijando com muita paixão, mas sem falar uma palavra.
Depois, eu coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e entrei com meu pau bem duro. Mesmo estando sozinhos, ela só soltava gemidos baixinhos e contínuos. No final das contas, eu não conseguia acreditar que tava comendo minha prima, e Eu estava indo bem, e ela deixava claro que não era uma expert na cama como parecia ser.
Isso me deu confiança para virá-la e colocá-la de quatro. Comecei a meter de novo e, até então, os dois continuávamos sem trocar palavras. Nossas respirações estavam cada vez mais pesadas e, na hora de gozar, ela freou e soltou suas primeiras palavras:
- Quero terminar te olhando nos olhos, lindo!
E assim foi: ela me colocou de costas, subiu em cima de mim e começou a cavalgar com uma brutalidade que, em poucos segundos, fez os dois gozarmos — e como ela queria, nos olhando nos olhos, gemendo muito mais alto.
Ao terminar, ela ainda estava em cima de mim, com o pau dentro, e disse:
- Amei, Gabi.
E eu respondi:
- Eu também, prima — e a beijei de novo.
No final, ela desceu de cima de mim e dormimos naquela noite de Natal de conchinha, com muitos carinhos e o barulho da chuva de fundo.(COMENTEM OU DEIXEM PONTOS SE GOSTARAM, ASSIM EU SEI SE QUEREM QUE EU CONTINUE COM MINHAS HISTÓRIAS OU NÃO! MUITO OBRIGADA E ESPERO QUE TENHAM CURTIDO)
Ela tem 34 anos, é loira, tem olhos verdes, tem uma altura impressionante de 1,75m e tem as medidas ideais 90-60-90. Ter essas medidas aos 34 anos tem um motivo: ela é modelo e estilista. Sinceramente, ela é uma daquelas mulheres que você não acredita o quanto é gostosa, porque além do corpo ela tem um rosto perfeito. Para acrescentar mais pontos a favor, vale esclarecer que ela é mãe de duas menininhas.
Por que milionária? Porque além de ser uma das modelos mais conhecidas da cidade, ela é casada com um modelo e empresário de 35 anos que tem uma enorme quantidade de dinheiro na conta.
Ela, o marido e os filhos moram no melhor bairro e, obviamente, têm as melhores roupas e carros. Mas mesmo assim, eles nunca se acham e sempre foram excelentes pessoas com todos, embora às vezes minha prima solte umas frases em inglês ou seja muito refinada, deixando claro seu alto nível.
Eu, sem dúvida, sempre que a via não conseguia acreditar e daria qualquer coisa para passar uma noite com ela, mas com o marido que ela tem, todo sarado e com uma aparência incrível, era muito difícil.
Para começar o relato, devo dizer que isso começou no dia 24 de dezembro, perto do Natal. Naquela época, toda a família costumava se reunir na cidade dos nossos tios, que ficava a uns 400km da nossa cidade. Ao mesmo tempo, minha prima tinha um campo enorme junto com o marido, a uns 50km da cidade, por estrada de terra.
Lembro que era uma tarde cinzenta, mas quente e úmida. Toda a família estava envolvida nos preparativos, todos ocupados. Mas minha avó notou que faltava o mais importante: os presentes! Eles estavam no campo da Nicole para evitar que qualquer uma das muitas crianças da família encontrasse seus presentes. Então minha avó ligou para a Nicole e ela, minutos depois... Ela chegou com sua caminhonete. Desceu usando umas botas de couro de verão, um jeans branco super justo e uma camisa azul claro, com o cabelo preso e uma maquiagem leve, estava simplesmente de matar. Minha avó comentou que ela deveria ir buscar os presentes e ela se dirigiu de volta à caminhonete, mas surpreendentemente minha avó disse:
- Espera aí!
Depois olhou pra mim e falou:
- Vai você que não está fazendo nada, acompanha sua prima pra buscar os presentes dela.
Eu obviamente aceitei e minha prima me disse:
- Vem, Gabi?
Eu sem hesitar aceitei e entramos na caminhonete.
Minha prima comentou que seria uma viagem de uma hora porque seria por estrada de terra, mas eu disse que não tinha problema. Eu estava nervoso, mas fui me soltando. Entre um assunto e outro, ela perguntou:
N - Primo, tem namorada?
G - Não, por enquanto nada.
N - Que estranho, eu poderia te apresentar algumas das garotas que fazem modelagem comigo!
G - Da sua idade?
N - Hahaha não, primo, já estamos velhas, conheço umas da sua idade.
G - Não acho que dariam bola! E prima, você não está velha!
N - Obrigada, primo, você é muito bonito, até poderia modelar!
G - Acha, prima? Não acho que sirva pra isso.
N - Pelo que vejo, você tem um corpo e rosto bonitos, seria interessante.
G - Você é louca, prima, haha.
Já mais à vontade, chegamos ao sítio. Era lindo, muito bem cuidado, com uma casa enorme, um estábulo e um jardim que ela cuidava e que ficava bem longe. Ela desceu da caminhonete e andou na minha frente, me dizendo para segui-la até onde estavam os presentes. Não pude evitar de olhar pra sua bunda, era simplesmente perfeita, de 90 cm, como a gente chama por aqui, uma "butty". Carregamos os presentes e só faltava voltar, mas eu não podia deixar essa oportunidade passar, precisava me aproximar.
Então não me ocorreu nada melhor do que dizer:
G - Prima, o que é aquilo lá no fundo?
N - É meu jardim, meu lugar no mundo! Quer conhecer?
G - (não estava interessado, mas falei) Claro, prima, vamos.
Levava uns 15 minutos da casa até o estábulo... minutos e para o jardim uns 20 minutos. Caminhamos esses 20 minutos, chegamos ao jardim e ela começou a falar sobre as plantas. Obviamente eu não entendia nada do que ela falava, só ficava olhando o rosto perfeito dela e, quando dava, a bunda.
Mas o destino quis que algo acontecesse, porque começou um temporal que nos molhou em segundos. Nós dois começamos a correr em direção ao estábulo, já que era o mais perto, mas chegamos na metade do caminho e a chuva com a lama dificultavam tudo. Foi aí que minha prima revelou a patricinha que tinha dentro e disse:
N – Ai, não! Vou estragar minhas botas!
Aproveitei a deixa e falei:
G – Vem, prima, eu te carrego.
Ela aceitou e eu a levantei, com uma mão nas costas e a outra atrás das pernas, de modo que ela colocou o braço no meu pescoço, ficando igual um bebê no colo. Só que definitivamente não era um bebê. Enquanto corria com ela nos braços, percebi que ela não estava de sutiã, porque a blusa colou nos peitos e dava pra ver claramente.
Já dentro do estábulo, ela agradeceu o gesto. Ficamos uns 30 minutos esperando a chuva passar, mas não parava. Minha prima, mesmo de blusa, ficava com um braço tentando esconder os peitos. Eu disse, fingindo que não sabia de nada:
G – Prima, tá com dor no braço?
N – Não, Gabi, é outra coisa.
G – Se tá doendo algo, me avisa que eu vou em casa buscar o que precisar.
Ela riu e disse:
N – Não, primo!! É que eu não tô de sutiã, hahaha!
Eu também ri.
G – E daí? Mas você tá de blusa, prima!
N – Sim, mas dá pra ver tudo e tenho vergonha!
Eu respondi na hora:
G – Vamos, prima, a gente tem intimidade, não precisa esconder de mim.
Ela sorriu, tirou o braço e deixou os peitos à mostra.
Passou mais um tempinho e eu disse pra minha prima que a gente devia ir andando pra casa, mesmo com chuva, e ela aceitou, mas falou:
– Você me carrega, hein!
Eu ri e quis carregar como antes, mas ela disse:
– Espera, me carrega de outro jeito, tenho vergonha de você ver meus peitos, primo!!
Isso foi pra melhor ainda que ela escolheu subir em cima de mim igual um coala! ficou com um braço meu segurando a bunda dela e outro nas costas, enquanto ela se agarrou no meu pescoço com os dois braços. Foi meio desconfortável, mas pelo menos eu tava tocando na bunda dela, então seguimos assim.
Tudo era risada até que, antes de chegar em casa, a gente viu o caminho por onde viemos completamente alagado. Eu já comecei a imaginar que a gente ia passar a noite juntos. Já estava escurecendo e, ao entrar em casa, a primeira coisa que minha prima fez foi ligar pra cidade pra ver se dava pra voltar, mas mandaram ela ficar onde estava, porque era perigoso sair assim. Então minha prima me disse, toda encharcada:
N – Parece que vamos passar o Natal juntos, Gabi.
G – Bom, pelo menos a gente tem um ao outro.
N – Graças a Deus você veio comigo, eu morreria de medo se passasse a noite sozinha aqui.
G – Não se preocupa, prima, eu tô aqui pra você ficar tranquila.
Por sorte tinha umas roupas na casa, então isso não seria problema. Ela disse que ia tomar um banho quente pra espantar o frio. Enquanto isso, eu tentei fazer a TV do quarto funcionar. Não tinha sinal, mas tinha dois filmes – lembro que um era romântico e o outro de suspense.
Em certo momento, minha prima gritou do banheiro:
– Primo, olha nas gavetas e me traz uma roupa.
Me aproximei do banheiro e perguntei:
– O que você quer que eu traga?
Ela respondeu:
– Uma toalha e também calcinha e sutiã.
Eu fiquei gelado. Fui até a gaveta e tinha umas 4 ou 5 calcinhas. Escolhi uma branca tipo *booty less* e um sutiã rosa. Levei e deixei pra ela. Eu continuei no quarto e, do nada, minha prima entra só de calcinha e sutiã, com o cabelo loiro molhado, super natural, e me perguntou se eu tinha conseguido arrumar a TV. Eu disse que sim, que já estava pronta.
Depois fui tomar banho e ela me emprestou uma roupa do marido dela. Ela tinha colocado umas botas altas, um short de jeans e uma camisa amarrada na cintura. Tava uma gostosa. Quando me viu, ela elogiou como a roupa ficava em mim e disse que só tinha arroz para comer e champanhe para beber. E eu aceitei de boa.
Começamos a beber lá pelas 9 da noite, então já pela meia-noite, antes do Natal, estávamos já alimentados e bem bebidos. Entre muitas risadas, minha prima disse:
- Vamos ver, primo, quero ver como você desfila.
Eu, tímido, respondi:
- Não, prima, tenho vergonha!
Ela insistiu:
- Vamos! Eu entendo disso, já vi muitos.
Me preparei para desfilar, mas ela falou:
- Não vai desfilar assim, deixa eu ver seus atributos! Faz um desfile de roupa íntima!
Eu, muito envergonhado, fiquei de cueca e comecei a andar de um lado para o outro. Minha prima comentou:
- Você tem um corpão, até um bumbum redondinho, mas para desfilar você é de madeira! - e começou a rir às gargalhadas.
Me deu a ideia de pedir para ela me ensinar, e quando ela se preparou para andar, obviamente eu disse:
- Prima, acho que o mais justo é você fazer também de roupa íntima.
Ela riu e, sem pensar duas vezes, ficou de roupa íntima e botas e começou a desfilar. Eu não parava de olhar para a bunda linda dela sempre que dava.
Até que, em um momento, ela olhou o relógio e disse:
- Primo, já é Natal! - e veio até mim de braços abertos para me abraçar.
Eu a segurei pela cintura e passei minha mão várias vezes pela sua cintura e costas. Senti a suavidade daquela pele branca linda, e fiquei muito excitado, para ser sincero.
Chegou a hora de dormir, e eu não podia ir embora sem ficar com minha prima. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha e disse: "Até amanhã, primo!"
Ela entrou na cama de casal do quarto dela, e eu fui para o quarto das filhas dela.
Lembro que naquela noite havia muitos trovões e ventos que davam medo, sério. Eu planejava me levantar de madrugada para vê-la pelo menos, mas aconteceu algo muito melhor. Em um certo momento, sinto minha porta abrindo, e era minha prima dizendo:
N - Gabi, te incomoda se você vier para o meu quarto? É que estou com um pouco de medo.
G - (me (Levante rápido) Bora, prima.
Tava um calorão, nem precisava de coberta. A gente se jogou na cama, ela só de camiseta e calcinha, e eu de cueca. Na hora a gente se virou de lado e ficou cara a cara, mas ainda tinha um espaço entre a gente. Ela falou que parecia boba, mas tava com medo. E eu comecei a pensar que por trás daquela mulherão, só tinha uma mulher como qualquer outra, e que eu podia ficar mais à vontade. Aí falei pra ela dormir tranquila, que eu não ia sair dali, enquanto acariciava a mão dela e depois o rosto.
A melhor parte foi quando um trovão forte assustou muito minha prima, e ela fez "ai!!" e se grudou totalmente em mim, me dando um abraço fortíssimo. Uma das minhas pernas ficou entre as duas pernas dela, e com a coxa eu sentia a bucetinha linda dela.
Nessa hora, minha prima tirou a cabeça do meu peito, me olhou e disse:
- Obrigada por cuidar de mim, Gabi.
Eu disse que não foi nada e beijei sua testa. Aí ela olhou pra minha boca, se ajeitou e começou a me beijar bem devagar e com paixão. As mãos dela percorreram minhas costas até chegar na minha bunda, que ela acariciava e apertava ao mesmo tempo. Eu enfiei a mão por baixo da camiseta dela e comecei a tocar os peitos dela. Eram firmes e os mamilos estavam durinhos.
Depois, ela começou a me masturbar, então fui direto pro cu dela e comecei a tocar. Enquanto isso, ela beijava meu pescoço com muita vontade.
Depois de toda essa preliminar, já com os dois pelados, ela me posicionou de um jeito que eu fiquei sentado com as costas na parede. Ela sentou no meu pau e começou a rebolar, enquanto a gente continuava se beijando com muita paixão, mas sem falar uma palavra.
Depois, eu coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e entrei com meu pau bem duro. Mesmo estando sozinhos, ela só soltava gemidos baixinhos e contínuos. No final das contas, eu não conseguia acreditar que tava comendo minha prima, e Eu estava indo bem, e ela deixava claro que não era uma expert na cama como parecia ser.
Isso me deu confiança para virá-la e colocá-la de quatro. Comecei a meter de novo e, até então, os dois continuávamos sem trocar palavras. Nossas respirações estavam cada vez mais pesadas e, na hora de gozar, ela freou e soltou suas primeiras palavras:
- Quero terminar te olhando nos olhos, lindo!
E assim foi: ela me colocou de costas, subiu em cima de mim e começou a cavalgar com uma brutalidade que, em poucos segundos, fez os dois gozarmos — e como ela queria, nos olhando nos olhos, gemendo muito mais alto.
Ao terminar, ela ainda estava em cima de mim, com o pau dentro, e disse:
- Amei, Gabi.
E eu respondi:
- Eu também, prima — e a beijei de novo.
No final, ela desceu de cima de mim e dormimos naquela noite de Natal de conchinha, com muitos carinhos e o barulho da chuva de fundo.(COMENTEM OU DEIXEM PONTOS SE GOSTARAM, ASSIM EU SEI SE QUEREM QUE EU CONTINUE COM MINHAS HISTÓRIAS OU NÃO! MUITO OBRIGADA E ESPERO QUE TENHAM CURTIDO)
4 comentários - Natal com minha prima gostosa rica.