Acontece que eu tenho uma amiga de infância, se chama Lupita (Guadalupe, no México a gente chama de Lupitas). Somos quase irmãos, ela sabe tudo de mim e eu sei tudo dela. Quando aconteceu a parada do Roberto, corri logo pra contar pra ela, e a conversa foi mais ou menos assim:
Eu - Amiga, tenho uma história pra te contar
Lupita - Fala aí
Eu - Então, lembra do Roberto? Meu amigo do colégio?
L - Sim
Eu - Então, descobri que ele transou com um cara
L - Não fode!!!! Com quem?
Eu - Adivinha
L - Sei lá, fala, com quem?
Eu - Comigo
L - Não fode... Você pegou o Roberto?
Eu - Sim
L - Então aquela sua fantasia era séria, você já é gay?
Eu - Não, bom, sim, sei lá, só peguei ele...
L - Quando?
Eu - Umas duas semanas atrás, a gente tava no apê meio bêbados, e tava vendo um filme pornô e o clima esquentou.
L - E aí?
Eu - hahahahahaha você não quer que eu dê detalhes, né?
L - Quer dizer, você me contou quando perdeu a virgindade e não vai me contar isso?
Eu - Beleza, esquentou, e eu perguntei se ele queria que eu batesse uma pra ele, e surpreendentemente ele aceitou, e quando vi já tava com o pau dele na minha boca
L - Não acredito!!! E aí?
Eu - E aí... Ele gozou
L - Na sua boca?
Eu - Sim
L - E você cuspiu?
Eu - Não, engoli
L - hahahahahahaha, você é foda, eu nunca faço isso
Eu - Por quê? Tava gostoso.
L - Então você não transou com ele, só deu um boquete.
Eu - Naquele dia
L - Você fez de novo?
Eu - Sim, semana passada, a gente voltou pro apê e ele disse que tinha gostado, mas que não se sentia gay, e que não queria fazer nada comigo, só que eu chupasse ele.
L - E você chupou de novo??
Eu - Sim, e aí ele perguntou se eu queria que ele metesse, e eu tava nervoso pra caralho, mas falei que sim
L - Sério que você deixou?
Eu - Sim
L - E doeu?
Eu - Doeu, no começo, aí pedi pra ele passar alguma coisa, porque tava doendo, e ele passou creme pra mão
L - hahahahahahaha creme pra mão
Eu - Ué, funcionou
L - E como ele te comeu?
Eu - Ele Fiquei de quatro
L- aaah, que gostoso!!!! E quero acreditar que usou camisinha
Y- ué, claro!!! Mas tirei pra gozar na minha boca de novo
L- caralho, tu é muito doido!!!
Y- curti, tem um gostinho bom, sei lá, meio gostoso...
L- eu não gosto
Y- então essa é a história, o que cê acha?
L- bom, você já tinha me falado que tinha fantasia de fazer algo com um homem, mas não acreditei que fosse realmente fazer
Y- então, fiz e gostei
L- que bom que gostou, só se cuida, por favor
Y- claro
L- e o Roberto?
Y- ele não quer que ninguém saiba, diz que não curte homens, mas que gostou de me comer
L- mmmm e isso não te incomoda?
Y- não; gosto muito dele, mas não pretendo ser namorado de um homem, pelo menos não agora e não do Roberto
L- por quê?
Y- porque acabei de descobrir um lado meu!!!! Quero experimentar!!! Conhecer outros caras
L- comer outros caras, você quer dizer
Y- não, quero que outros caras me comam
L- você não faria? Não comeria um homem? Tipo, você é passivo
Y- é que naquele momento me transformei, era tipo uma menina, bem submissa, amei que o Roberto me tratou como uma garotinha
L- hahahahahahahaha, você vai virar um viadinho
Y- não, você não entende, não quero ter uma buceta, só gostei de ser tratado como menina, e gostei de me comportar como menina, devia ter visto como ele chupava meus lábios quando gozou na minha boca
L- hahahahahahahaha, não, que bom que não vi
Y- então é isso. E quero experimentar
L- hahahahaha, então eu tenho um colega da escola que é gay, se quiser te apresento
Y- bora!!
L- sério? Eu tava brincando
Y- não, quero conhecer mais alguém, acho que o Roberto não vai mais querer (hahaha)
L- então, conheço um cara do trabalho, se quiser te apresento, só que ele já é um senhor, e é casado, mas todo mundo fala que é gay
Y- hahahahahahahaha e o que você vai dizer pra ele? Que todo mundo sabe que ele é gay e que quer apresentar seu amigo gay?
L- ó, eu cuido disso, quer que eu arrume? Ah, é?
Pô, então tá, se você tá falando que tá decente, então tá.
A conversa morreu ali, eu não acreditei em nada do que a Lupita falou, até esqueci, mas depois de uns meses, recebi uma ligação no meu celular.
— Alex?
— Sim, quem fala?
— Oi, sou um amigo da Guadalupe Pérez, ela passou seu número. Me chamo Carlos, e queria te convidar pra um café.
— Ahhh, sim, claro, quando você quiser.
Nessa época, eu já tinha transado umas 1000 vezes com o Roberto, mas aceitei mesmo assim. Marcamos de nos encontrar num café do centro e nos vimos. Era um cara alto, tipo 1,85, me disse que tinha 42 anos, casado e com duas filhas, mas com o segredo terrível de que gostava de garotos novos. Depois de um tempo de conversa, ele se animou a me perguntar:
Carlos — E você, é gay?
Eu — Não, bom, talvez bissexual.
C — E já ficou com muitos caras?
Eu — Só com um.
C — E o que você faz? É passivo?
Eu — Sim, bastante.
C — Que bom, eu gosto de ser ativo, sabia?
Eu — E o que você gosta de fazer?
C — Gosto de comer garotos jovens, e que sejam discretos.
Eu — E você gostaria de me comer?
C — Sim, você quer?
Eu — Quero.
Combinamos de sair do café e ele me levou pra um hotel na região. No caminho, ele ficava acariciando minhas pernas, e isso me deixou de pau duro.
Chegando no hotel, fiquei morrendo de vergonha com o olhar da recepcionista, mas o Carlos parecia já acostumado. Entramos no quarto, ele tirou a roupa até ficar só de cueca e se deitou na cama, eu fiz o mesmo. Falei que não queria beijo na boca (essa parte eu ainda não aceitava), então me deitei ao lado dele e comecei a acariciar o peito dele, enquanto ele bagunçava meu cabelo. Aí comecei a beijar o peito dele, cheirava uma delícia, dava pra ver que era um senhor de boa condição financeira, muito higiênico, com uma barriguinha por causa da idade, mas no geral um corpo muito bom pra idade dele. Continuei beijando o peito dele, e minhas mãos desciam até o pacote dele, acariciando enquanto descia devagar até colocar minha boca sobre a cueca dele, e depois puxei pra baixo pra sentir com a mão o pau dele. Era Enorme, mas não tão grossa. Com minhas duas mãos não conseguia pegar ela inteira. Peguei e coloquei na boca.
Olhava de lado pro Carlos e vi que ele tinha se deitado pra curtir o boquete, enquanto eu tava fascinado em conhecer outra pica. Roberto me encantava, mas queria conhecer todas as picas do mundo.
Continuei chupando, e Carlos pediu pra eu ficar de quatro, mas com a bunda virada pra ele. Fiz isso e senti a mão dele acariciando minha bunda, e de repente senti o dedo dele acariciando meu cu. Isso me excitou e comecei a mamar com mais força.
"Devagar", ele disse, "não tem pressa". Ele continuava acariciando meu cu e, aos poucos, enfiava o dedo, e depois tirava. Ficamos assim por um tempo, até que ele falou: "Vou meter em você, bebê". Falou com tanta ternura que fiquei corado.
Ele colocou uma camisinha e pediu pra eu deitar. Colocou um travesseiro embaixo do meu quadril, ajoelhou na minha frente e levantou minhas pernas. Pegou um pouco de lubrificante que eu tinha (claro que fui preparado), passou nos dedos e lubrificou não só meu cu, mas toda a região. Acariciava um pouco por fora da bunda, enfiava um dedo, depois devagar enfiava dois, e depois enfiava e tirava pra me dilatar.
Eu não aguentava a sensação, não doía nada, era puro prazer. Até que ele colocou a ponta da pica na entrada da minha bunda e aí sim fiquei preocupado. A pica dele era enorme, mas como já tinha dilatado por um tempo, entrou com uma facilidade surpreendente. Doía um pouco, mas ele era gentil. Quando enfiou tudo, pensei que ia sair pela minha garganta, sério! A verdade é que sentia ele empurrando todas as minhas entranhas.
Adorei que ele segurou meus tornozelos enquanto me penetrava, e de repente pegou na minha pica — bom, no pouco que tenho de pica — e começou a me masturbar enquanto me comia. Não aguentei e pouco depois gozei, enchendo a mão dele e minha barriga de porra.
Então ele pediu pra eu virar e me comeu por trás. Fiquei de quatro e ele deslizou a pica na minha bunda. Senti que entrava ainda mais fundo. Eu gemia enquanto ele me segurava pelos ombros pra se apoiar e meter mais fundo.
Ele me comeu assim por uns 30 minutos, até que começou a gemer um pouco e eu senti que ele tava gozando, aí senti o pau dele pulsando dentro de mim enquanto ele se tremia todo.
Depois a gente caiu os dois, e eu virei pra ele ficar abraçado em mim, sem tirar o pau de dentro, me abaixei e a gente ficou assim por um tempo. Eu tava exausto, mas ele foi muito gentil e decente, o pau dele era bem grande e ele me comeu por muito tempo.
Aí ele tirou, removeu a camisinha, a gente se vestiu e foi embora. Ele disse que adorou e que esperava que não fosse a última vez. Eu falei que também tinha gostado e que esperava o mesmo. Ele me deixou numa estação de metrô e a gente se despediu.
Até que vi ele mais algumas vezes, mas um tempo depois a mulher dele descobriu que ele pegava uns caras mais novos e se divorciou. Nunca mais soube dele. Só pra deixar claro, eu não tive nada a ver com o divórcio. HeheEspero que vocês tenham gostado desse conto, e espero suas reclamações ou sugestões por comentário ou DM.
Eu - Amiga, tenho uma história pra te contar
Lupita - Fala aí
Eu - Então, lembra do Roberto? Meu amigo do colégio?
L - Sim
Eu - Então, descobri que ele transou com um cara
L - Não fode!!!! Com quem?
Eu - Adivinha
L - Sei lá, fala, com quem?
Eu - Comigo
L - Não fode... Você pegou o Roberto?
Eu - Sim
L - Então aquela sua fantasia era séria, você já é gay?
Eu - Não, bom, sim, sei lá, só peguei ele...
L - Quando?
Eu - Umas duas semanas atrás, a gente tava no apê meio bêbados, e tava vendo um filme pornô e o clima esquentou.
L - E aí?
Eu - hahahahahaha você não quer que eu dê detalhes, né?
L - Quer dizer, você me contou quando perdeu a virgindade e não vai me contar isso?
Eu - Beleza, esquentou, e eu perguntei se ele queria que eu batesse uma pra ele, e surpreendentemente ele aceitou, e quando vi já tava com o pau dele na minha boca
L - Não acredito!!! E aí?
Eu - E aí... Ele gozou
L - Na sua boca?
Eu - Sim
L - E você cuspiu?
Eu - Não, engoli
L - hahahahahahaha, você é foda, eu nunca faço isso
Eu - Por quê? Tava gostoso.
L - Então você não transou com ele, só deu um boquete.
Eu - Naquele dia
L - Você fez de novo?
Eu - Sim, semana passada, a gente voltou pro apê e ele disse que tinha gostado, mas que não se sentia gay, e que não queria fazer nada comigo, só que eu chupasse ele.
L - E você chupou de novo??
Eu - Sim, e aí ele perguntou se eu queria que ele metesse, e eu tava nervoso pra caralho, mas falei que sim
L - Sério que você deixou?
Eu - Sim
L - E doeu?
Eu - Doeu, no começo, aí pedi pra ele passar alguma coisa, porque tava doendo, e ele passou creme pra mão
L - hahahahahahaha creme pra mão
Eu - Ué, funcionou
L - E como ele te comeu?
Eu - Ele Fiquei de quatro
L- aaah, que gostoso!!!! E quero acreditar que usou camisinha
Y- ué, claro!!! Mas tirei pra gozar na minha boca de novo
L- caralho, tu é muito doido!!!
Y- curti, tem um gostinho bom, sei lá, meio gostoso...
L- eu não gosto
Y- então essa é a história, o que cê acha?
L- bom, você já tinha me falado que tinha fantasia de fazer algo com um homem, mas não acreditei que fosse realmente fazer
Y- então, fiz e gostei
L- que bom que gostou, só se cuida, por favor
Y- claro
L- e o Roberto?
Y- ele não quer que ninguém saiba, diz que não curte homens, mas que gostou de me comer
L- mmmm e isso não te incomoda?
Y- não; gosto muito dele, mas não pretendo ser namorado de um homem, pelo menos não agora e não do Roberto
L- por quê?
Y- porque acabei de descobrir um lado meu!!!! Quero experimentar!!! Conhecer outros caras
L- comer outros caras, você quer dizer
Y- não, quero que outros caras me comam
L- você não faria? Não comeria um homem? Tipo, você é passivo
Y- é que naquele momento me transformei, era tipo uma menina, bem submissa, amei que o Roberto me tratou como uma garotinha
L- hahahahahahahaha, você vai virar um viadinho
Y- não, você não entende, não quero ter uma buceta, só gostei de ser tratado como menina, e gostei de me comportar como menina, devia ter visto como ele chupava meus lábios quando gozou na minha boca
L- hahahahahahahaha, não, que bom que não vi
Y- então é isso. E quero experimentar
L- hahahahaha, então eu tenho um colega da escola que é gay, se quiser te apresento
Y- bora!!
L- sério? Eu tava brincando
Y- não, quero conhecer mais alguém, acho que o Roberto não vai mais querer (hahaha)
L- então, conheço um cara do trabalho, se quiser te apresento, só que ele já é um senhor, e é casado, mas todo mundo fala que é gay
Y- hahahahahahahaha e o que você vai dizer pra ele? Que todo mundo sabe que ele é gay e que quer apresentar seu amigo gay?
L- ó, eu cuido disso, quer que eu arrume? Ah, é?
Pô, então tá, se você tá falando que tá decente, então tá.
A conversa morreu ali, eu não acreditei em nada do que a Lupita falou, até esqueci, mas depois de uns meses, recebi uma ligação no meu celular.
— Alex?
— Sim, quem fala?
— Oi, sou um amigo da Guadalupe Pérez, ela passou seu número. Me chamo Carlos, e queria te convidar pra um café.
— Ahhh, sim, claro, quando você quiser.
Nessa época, eu já tinha transado umas 1000 vezes com o Roberto, mas aceitei mesmo assim. Marcamos de nos encontrar num café do centro e nos vimos. Era um cara alto, tipo 1,85, me disse que tinha 42 anos, casado e com duas filhas, mas com o segredo terrível de que gostava de garotos novos. Depois de um tempo de conversa, ele se animou a me perguntar:
Carlos — E você, é gay?
Eu — Não, bom, talvez bissexual.
C — E já ficou com muitos caras?
Eu — Só com um.
C — E o que você faz? É passivo?
Eu — Sim, bastante.
C — Que bom, eu gosto de ser ativo, sabia?
Eu — E o que você gosta de fazer?
C — Gosto de comer garotos jovens, e que sejam discretos.
Eu — E você gostaria de me comer?
C — Sim, você quer?
Eu — Quero.
Combinamos de sair do café e ele me levou pra um hotel na região. No caminho, ele ficava acariciando minhas pernas, e isso me deixou de pau duro.
Chegando no hotel, fiquei morrendo de vergonha com o olhar da recepcionista, mas o Carlos parecia já acostumado. Entramos no quarto, ele tirou a roupa até ficar só de cueca e se deitou na cama, eu fiz o mesmo. Falei que não queria beijo na boca (essa parte eu ainda não aceitava), então me deitei ao lado dele e comecei a acariciar o peito dele, enquanto ele bagunçava meu cabelo. Aí comecei a beijar o peito dele, cheirava uma delícia, dava pra ver que era um senhor de boa condição financeira, muito higiênico, com uma barriguinha por causa da idade, mas no geral um corpo muito bom pra idade dele. Continuei beijando o peito dele, e minhas mãos desciam até o pacote dele, acariciando enquanto descia devagar até colocar minha boca sobre a cueca dele, e depois puxei pra baixo pra sentir com a mão o pau dele. Era Enorme, mas não tão grossa. Com minhas duas mãos não conseguia pegar ela inteira. Peguei e coloquei na boca.
Olhava de lado pro Carlos e vi que ele tinha se deitado pra curtir o boquete, enquanto eu tava fascinado em conhecer outra pica. Roberto me encantava, mas queria conhecer todas as picas do mundo.
Continuei chupando, e Carlos pediu pra eu ficar de quatro, mas com a bunda virada pra ele. Fiz isso e senti a mão dele acariciando minha bunda, e de repente senti o dedo dele acariciando meu cu. Isso me excitou e comecei a mamar com mais força.
"Devagar", ele disse, "não tem pressa". Ele continuava acariciando meu cu e, aos poucos, enfiava o dedo, e depois tirava. Ficamos assim por um tempo, até que ele falou: "Vou meter em você, bebê". Falou com tanta ternura que fiquei corado.
Ele colocou uma camisinha e pediu pra eu deitar. Colocou um travesseiro embaixo do meu quadril, ajoelhou na minha frente e levantou minhas pernas. Pegou um pouco de lubrificante que eu tinha (claro que fui preparado), passou nos dedos e lubrificou não só meu cu, mas toda a região. Acariciava um pouco por fora da bunda, enfiava um dedo, depois devagar enfiava dois, e depois enfiava e tirava pra me dilatar.
Eu não aguentava a sensação, não doía nada, era puro prazer. Até que ele colocou a ponta da pica na entrada da minha bunda e aí sim fiquei preocupado. A pica dele era enorme, mas como já tinha dilatado por um tempo, entrou com uma facilidade surpreendente. Doía um pouco, mas ele era gentil. Quando enfiou tudo, pensei que ia sair pela minha garganta, sério! A verdade é que sentia ele empurrando todas as minhas entranhas.
Adorei que ele segurou meus tornozelos enquanto me penetrava, e de repente pegou na minha pica — bom, no pouco que tenho de pica — e começou a me masturbar enquanto me comia. Não aguentei e pouco depois gozei, enchendo a mão dele e minha barriga de porra.
Então ele pediu pra eu virar e me comeu por trás. Fiquei de quatro e ele deslizou a pica na minha bunda. Senti que entrava ainda mais fundo. Eu gemia enquanto ele me segurava pelos ombros pra se apoiar e meter mais fundo.
Ele me comeu assim por uns 30 minutos, até que começou a gemer um pouco e eu senti que ele tava gozando, aí senti o pau dele pulsando dentro de mim enquanto ele se tremia todo.
Depois a gente caiu os dois, e eu virei pra ele ficar abraçado em mim, sem tirar o pau de dentro, me abaixei e a gente ficou assim por um tempo. Eu tava exausto, mas ele foi muito gentil e decente, o pau dele era bem grande e ele me comeu por muito tempo.
Aí ele tirou, removeu a camisinha, a gente se vestiu e foi embora. Ele disse que adorou e que esperava que não fosse a última vez. Eu falei que também tinha gostado e que esperava o mesmo. Ele me deixou numa estação de metrô e a gente se despediu.
Até que vi ele mais algumas vezes, mas um tempo depois a mulher dele descobriu que ele pegava uns caras mais novos e se divorciou. Nunca mais soube dele. Só pra deixar claro, eu não tive nada a ver com o divórcio. HeheEspero que vocês tenham gostado desse conto, e espero suas reclamações ou sugestões por comentário ou DM.
1 comentários - Minha amiga me arruma macho