Muito boa tarde, é a primeira vez que escrevo aqui no site, e queria contar pra vocês uma história que rolou comigo não faz muito tempo, e até agora não contei pra ninguém de tanta vergonha. Por isso, quero compartilhar com vocês, no anonimato. Bom, tudo aconteceu no inverno passado; eu trabalho numa loja de venda ao público, vendo ferramentas de trabalho, máquinas e outras coisas. Somos três na loja e, quando isso aconteceu, eu tava sozinho. Foi tudo proposital, misturado com coincidência. A coincidência é que meu chefe tava de férias, então só estávamos eu e o Jorge (o funcionário). O que foi proposital é que, sendo o encarregado (quando o chefe não tava), eu tinha poder sobre o Jorge, e foi aí que, quando vi a vendedora de material de escritório entrar quase na hora de fechar, a sacanagem na minha cabeça fez eu deixar o Jorge ir embora mais cedo. Por quê? Porque em milissegundos eu planejei tudo. Vou contar primeiro sobre essa vendedora. Ela vem de vez em quando na loja, quer que a gente compre uns materiais de escritório, tipo canetas até cadernos. Os preços são bem caros, e ela sempre tenta vender alguma coisa quase implorando. Essa mina deve ter mais de 30 anos. Faz tempo, quando ela vinha, não era tão ruim assim; pra descrever, ela é loira, tem olhos claros, e na época tinha umas curvas bem avantajadas. Ela se deixou levar pela pindaíba de não ter grana, e talvez caiu nas drogas e na bebida, porque foi ficando bem acabada com o passar dos anos, e os pedidos dela pra vender eram cada vez mais desesperados. Ela é muito bonita de rosto, e tem uns lábios bem grossos e carnudos. Agora, atualmente, tá meio gordinha, e os traços foram se deformando mesmo. Ela ainda tem os lábios grossos, mas o rosto tá bem inchado, e já não é tão gostosa como antes. Mas, com o excesso de peso, os peitos cresceram de um jeito bem... consideradas (que já eram grandes), e a bunda dela cresceu junto com o quadril. Devo dizer que a sacanagem do que aconteceu depois foi por causa da minha tara por mulheres mais cheinhas. Tenho 25 anos, sou magro, de porte pequeno e não muito alto. Qualquer um diria que gordinhas não são minha praia, mas não é bem assim. Minha tava foi aumentando, e aquilo foi a gota d'água.
Foi então que, naquele dia, chegando quase na hora de fechar (às 13h), eu vi ela entrar. Não tinha muita gente no negócio, e faltando 5 minutos pra fechar, falei pro Jorge:
— "Ô Jorginho, quer que eu fique um pouco? Tipo, eu fico aqui de boa comendo, e você precisa ir pra casa dar de comer pros seus cachorros. Capaz de encher de gente e você sair mais tarde."
— "Tem certeza?" — ele respondeu meio preocupado, e eu respondi que sim, bem firme. Jorge terminou de atender quem estava no momento como cliente, pegou as coisas e foi embora. Enquanto eu abria a porta pra ele, essa mina se aproximou (como sempre, parecia apressada e muito mal-educada) perguntando se eu precisava de algo. Falei que sim, mas pra ela esperar um segundo. Ela ficou de lado, meio impaciente; é realmente irritante toda vez que ela vem. Terminei de atender um cliente, e ficamos sozinhos. Aproximei-me de lado, e ela praticamente cuspiu tudo que tinha:
— "Olha, tenho esses dois marcadores muito bons a 10 reais cada." — Peguei os marcadores, olhei bem (na verdade, tava criando coragem pra fazer o que tinha em mente) e falei, devolvendo um e ficando com o outro na mão:
— "10 reais esse?"
— "Sim" — ela disse balançando a cabeça.
— "Ok... fuck you, 20 reais" — falei, entrando numa negociação que parecia realmente absurda, porque a cara dela foi de total estranheza.
— "Então você leva os dois" — ela disse, muito acertadamente.
— "Não... 20 reais só por esse, e..." — parei um momento, sem saber como encarar a situação, e então Lembrei das palavras do Jorge zoando com esse tipo de coisa, então respondi, todo envergonhado e quase rindo que nem um idiota: "o resto é o troco". E fiquei meio vermelho, sem olhar nos olhos dela. Parece que ela entendeu onde eu queria chegar e disse:
— O troco?... Não entendi — respondeu de um jeito safado, mas com um tom de ofendida.
— Sim, você sabe — falei, tentando fazer cara séria.
— 10 pila? — ela repetiu, e nunca fechava nada. Criei coragem.
— Sim, 10 pila — falei pra poder virar a cabeça rápido, ligando meu volume e o rosto dela com meu olhar.
— Você me achou com cara de puta barata? — ela disse, brava.
— Mas calma aí, não tô pedindo nada absurdo... um boquete e só, eu.
— Fechamos em 15... ou seja, 25 pila pelo "canetão" — ela falou, já bem segura, me zoando, e respondendo super rápido. Soltei um "fechou" de vitória e alívio porque o momento de medo e desconforto tinha passado, e fui fechar a persiana.
Depois de fechar a persiana, me aproximei dela, que estava na porta, do lado do balcão (a persiana cobre toda a vitrine na frente do balcão), e ela disse: "Onde a gente faz?" E eu fiquei pensando; não queria levar ela até o escritório porque era uma desconhecida, e o escritório do chefe era o escritório do chefe. Me veio a ideia ali mesmo, na porta: eu de pé, e ela de joelhos. Falei "Aqui mesmo". Ela largou as coisas que tinha nas mãos, apoiou de lado e se ajoelhou na minha frente. Desfez meu cinto e abaixou o zíper da calça. Depois disso, pegou as bordas de cima da calça e da cueca juntas e puxou pra baixo rápido. Minha rola pulou feito mola, apontando pra frente, porque nessa altura eu já tava muito excitado e tava duraço. Ela pegou com a mão direita, olhando fixamente, e soltou com um tom meio enojado, torcendo a boca: "Tá no osso, garoto!" E pra minha surpresa, começou a chupar minhas bolas enquanto me punhetava bem. Devagar. Nisso tudo, nem pensava em contágio ou coisas do tipo, porque depois de uma bela lambida nos ovos, foi subindo com a língua por todo o tronco, até terminar na cabeça e assim meter a boca inteira de uma vez, e eu esqueci de tudo. Começou o vai e vem, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Eu tava gozando pra caralho e ela continuava com o vai e vem e aquele "chuick – chuick" da boca chupando minha pica já toda babada. Enquanto me acariciava os ovos, seguia sem nem respeitar a própria garganta e a necessidade de respirar, era um vai e vem da glande aos ovos numa velocidade do caralho, com uns "cofs" no meio, e eu já sentia que a qualquer hora ia gozar; mas ela parou um minuto, tirou a pica da boca e me olhou de baixo com aqueles olhinhos azuis e a boca escorrendo de saliva e disse:
- Cuidado onde vai gozar.
- E onde você quer que eu goze?
- Me avisa, seu otário.
- Algum problema em engolir? – falei me achando o tal.
- Nem fudendo.
- Te ofereço mais 10 – falei como se já não importasse nem o dinheiro nem a caneta (que nunca importou, obviamente).
- 15 – ela disse, tentando negociar.
- Olha – falei pensativo, como se já esperasse, e tinha preparado – 20 com uma espanhola no meio. Ela disse "25" e, com o tesão que eu tava, aceitei. Não parecia um bom negociador, mas tudo ainda era barato. Ela meteu a pica de volta na boca, e eu agarrei ela pelos cabelos (como se já tivesse mais intimidade por causa das negociações) e comecei a empurrar a cabeça dela contra minha pélvis. Ela continuou chupando pra caralho. Chegou o final feliz, e eu tive um orgasmo do caralho. Ela tirou a pica da boca e engoliu sem dificuldade nenhuma. Eu ainda tava duro, com a pica de pé, enquanto ela se levantava e me dizia, olhando pra ela:
- Cê tá duro, cara, vai meter você?
- Pois é, faz uns seis meses que não como ninguém.
- Seis meses?
- É, desde que terminei com minha ex, não rolou nada, nem puta.
- E você acha que eu tenho cara de puta? – sem Não responder com vergonha (e sabendo que era, e que além do rosto também a denunciava) ela continuou com um "e então" e começou a tirar a blusa que estava vestindo (violenta, nunca vou esquecer). Deixou à mostra a camiseta que usava por baixo, e a tirou para jogar de lado junto com a blusa. Ficou só de sutiã, e já dava pra ver os dois pedaços de coisa que ela tinha. Obviamente, a barriga já flácida com alguns rolinhos ficou à mostra, mas isso não importava. Eu gostava, e me deixava mais duro. Os peitos estavam lindos, meio saindo do sutiã, até que ela começou a desabotoar e deixou cair junto com aquele par de tetas gordas que balançaram na barriga dela. As aréolas eram enormes. Amo aréolas grandes, e essas eram meio amarronzadas, com um diâmetro quase de uns 7 centímetros, sei lá!, eram enormes. Não acreditava no que via, babava. "Uffa, que peitos" escapei, e ela me olhou com um olhar indiferente, como se já desse por certo aquele lindo par de tetas que tinha. Ajoelhou de novo, pegou os dois peitos, e encaixou entre minha pica, e assim começou a me punhetar com os peitos. Ficou um bom tempo, às vezes parava um pouco, me masturbava rapidamente com a mão, e voltava a meter os dois peitos. Já estava quase lá, e ela parecia ter pegado mais empolgação. No meio da esfregada de peitos, me masturbava e lambia um pouco a cabeça da pica, isso acelerou meu orgasmo. Gozei de novo enquanto ela passava os peitos, e o jato foi pra cara, obviamente. Ela soltou tudo e disse:
- Vai, seu idiota! – e se afastou, levantou enquanto tirava a porra da boca.
- Mas antes você engoliu – falei bem sério e puto com a reação dela.
- Sim, mas já tínhamos combinado isso, cara! – ela dizia enquanto eu estava perdido nos peitos que balançavam ela em pé, e me masturbava porque tinha cortado o jato de gozo. Nisso, num silêncio meu por tesão, e ela se limpando. Ofuscado por ela, ela me olhou de novo e disse num tom imperativo:
— Beleza, gatinho, vai… — eu olhei pra ela — Vai me foder ou não vai me foder? — arregalei os olhos — Para de brincar com o pinto que nem um idiota aí parado.
— Que?! — falei totalmente surpreso. Parece que ela tinha ficado com tesão, ou precisava de mais grana, sei lá! Mas eu continuava chocado.
— É, cara! Muito boquete, muita esfregada de peitos, mas vamos fazer completo, vai, me come, seu otário… são mais 25 conto — Saí do sério, e com uma resposta quase imediata falei.
— Posso te comer no cu também?
— Isso são 50 conto, meu bem — ela disse se aproximando com uma carinha muito mais meiga, e pegando na minha pica. Se abaixou de novo, e começou a chupar minha porra de novo. Respondi que sim, e me deixei levar pelo momento. Ela ficou me chupando mais um tempo, porque depois do boquete, da esfregada de peitos e da punheta, tinha ficado meio mole, mas ela reviveu ele pra foder. Ela se levantou enquanto continuava me batendo uma e disse me olhando nos olhos: “Onde você vai me comer?” Eu já tinha pensado no escritório, já não ligava mais pra nada, e levei ela pela mão na hora pra lá. Peguei uma camisinha que tinha numa gaveta de uma mesa, e enquanto eu colocava, ela se despia. Ela tinha a buceta peluda, e os lábios internos pra fora. Era uma beleza ver aquela vulva no meio daqueles pelos loiros, debaixo de uma barriga que fazia um pouco de sombra. Sentei na cadeira do escritório, e ela subiu em cima de mim me olhando. Pegou na minha pica bem descarada, encaixou ela sozinha, e sentou calmamente até a bunda dela bater nas minhas bolas. Ela começou a pular em cima da porra, com gemidinhos baixos, e eu curtia ver aqueles peitos subindo e descendo na frente dos meus olhos. Não fiz outra coisa senão afundar a cara naqueles peitos, e chupava cada mamilo, lambendo todo o diâmetro das aréolas enormes com um puta gosto. Ela gemia cada vez mais alto, e eu ficava cada vez mais tesudo, e não Largava os peitos pra mim. Eu acariciava, apalpava, chupava, tava perdidamente apaixonado por aqueles peitões gordos. Gozei de novo, aí a gente parou e levantou da cadeira. Ela me olhou, segurou minha cara e me deu um beijo da porra, e aquele amasso me pareceu meio estranho, mas eu me agarrei igual um louco, e a gente ficou um tempão se pegando pelados ali em pé. Ela começou a me punhetar de novo enquanto soltava minha boca, e se virou pra se apoiar na mesa. Ficou com a raba apontada pra mim, e enquanto começava a chupar o dedo indicador, eu não fazia nada. Só olhava feito um idiota. Ela enfiou o dedo no cu. Tirou, chupou de novo, e nisso tudo eu continuava só olhando, sem fazer mais nada. Tava completamente besta, talvez por realizar uma fantasia, ou pela falta de sexo durante meses. Ela abriu as bandas do cu e falou: "E aí, otário? Vai meter ou não vai?" Eu tava feliz pra caralho de excitação vendo o cu inteiro dela de quatro. Era aquela rabuda gorda que me deixava maluco. Não era um cu flácido, era um cu bem gordo e empinado, uma coisa linda. Cheguei perto, ela de quatro encostada na mesa, apoiei a mão esquerda numa banda (que transbordava da minha mão) e enfiei um dedo no cu dela, e comecei a mexer bem devagar, pra dilatar um pouco, pra depois enfiar o outro. Tirei os dedos e minha reação foi simplesmente levá-los ao nariz. Comecei a cheirar os dedos com aquele cheiro de cu, de bosta, e quase gozei ali mesmo. Tava morbidamente excitado, e ela soltava umas risadinhas. Chupei os dois dedos e enfiei de novo. Fui fazendo isso até dilatar mais um pouco, e aí já pude meter. Fui enfiando devagar, e ela suspirava. Foi uma foda linda, ela gemia do mesmo jeito que antes, e eu tava curtindo pra valer. Depois do vai-e-vem, e do barulho da mesa rangendo com o movimento, gozei de novo, e quando tirei, a ponta da camisinha tava cheia de bosta. Fiquei com tesão de novo, e do jeito que tava, abri as bandas dela de novo e comecei a lamber tudo. o buraco do cu. Lamberi o cu dela por um bom tempo, e junto com aquela buceta linda de lábios pra fora, me deparei com um mundo de cheiros, porque a buceta dela soltava um cheiro rançoso muito forte, um clássico de uma pussy suja que se misturava com o fedor de merda do cu, e me deixava ainda mais excitado. Quando eu passava a língua na vulva, meu nariz adorava se apoiar e cheirar aquele ano bem escuro (isso também me enlouqueceu). Ela soltava uns "Ai, neném!" de vez em quando, só isso, aparentemente muito tesuda, enquanto se esfregava o clitóris com os dedos quando eu chupava o cu dela. Me afastei dela, ela continuava de quatro se esfregando e gemendo sozinha, e eu meti de novo na pussy, junto com um barulho gutural que ela só soltou de tesão; e de novo no vai-e-vem. Ficamos mais um tempo, até que ela gozou gostoso, e eu senti o prazer lindo do orgasmo dela, e logo depois ela me fez gozar também. Ela se levantou, virou, pegou minha cara e a gente ficou mais um pouco, eu de pé e ela meio sentada na escrivaninha. Eu não tirava meus dedos da pussy dela, que entravam e saíam sem parar, enquanto ela se tocava no clitóris. Quando olhei a hora, falei: "Puta merda! Já tenho que ir abrir!", e ela respondeu um "me paga" bem séria, e aí eu dei os 50 pila. Algo muito estranho, ela me beijava com muito carinho, mas respondia seca. A gente se vestiu, fomos pra frente, e eu falei pra ela esperar que eu ia levantar a persiana primeiro e depois de um tempo ela saía, pra não levantar suspeitas. Ela disse que tava bem, e eu quis dar um beijo nela. Ela virou o rosto e falou "não se empolga, neném". E fui abrir a cortina. Enquanto eu levantava a persiana, ela foi saindo como quem tava escapando. Fiquei olhando ela ir embora enquanto cheirava meus dedos com toda a luxúria. Fluidos vaginais e merda tinham passado por eles. O tesão doentio me consumia, e eu tava feliz. Não vi ela mais desde então, e não sei se tô esperando vê-la de novo ou não. Passei como se estivesse no céu, e adoraria comer ela de novo. Enfim, tirei um peso das costas com isso!
Saudações!
P.S.: A história é realmente fictícia, só queria confirmar o quão real pode ter parecido pra vocês desde o começo. Tudo o que escrevi, até certo ponto, é uma fantasia recorrente na minha cabeça, que gostei de colocar no papel como um relato. Se gostaram, tenho outras coisas em mente pra escrever. Muito obrigado!
Foi então que, naquele dia, chegando quase na hora de fechar (às 13h), eu vi ela entrar. Não tinha muita gente no negócio, e faltando 5 minutos pra fechar, falei pro Jorge:
— "Ô Jorginho, quer que eu fique um pouco? Tipo, eu fico aqui de boa comendo, e você precisa ir pra casa dar de comer pros seus cachorros. Capaz de encher de gente e você sair mais tarde."
— "Tem certeza?" — ele respondeu meio preocupado, e eu respondi que sim, bem firme. Jorge terminou de atender quem estava no momento como cliente, pegou as coisas e foi embora. Enquanto eu abria a porta pra ele, essa mina se aproximou (como sempre, parecia apressada e muito mal-educada) perguntando se eu precisava de algo. Falei que sim, mas pra ela esperar um segundo. Ela ficou de lado, meio impaciente; é realmente irritante toda vez que ela vem. Terminei de atender um cliente, e ficamos sozinhos. Aproximei-me de lado, e ela praticamente cuspiu tudo que tinha:
— "Olha, tenho esses dois marcadores muito bons a 10 reais cada." — Peguei os marcadores, olhei bem (na verdade, tava criando coragem pra fazer o que tinha em mente) e falei, devolvendo um e ficando com o outro na mão:
— "10 reais esse?"
— "Sim" — ela disse balançando a cabeça.
— "Ok... fuck you, 20 reais" — falei, entrando numa negociação que parecia realmente absurda, porque a cara dela foi de total estranheza.
— "Então você leva os dois" — ela disse, muito acertadamente.
— "Não... 20 reais só por esse, e..." — parei um momento, sem saber como encarar a situação, e então Lembrei das palavras do Jorge zoando com esse tipo de coisa, então respondi, todo envergonhado e quase rindo que nem um idiota: "o resto é o troco". E fiquei meio vermelho, sem olhar nos olhos dela. Parece que ela entendeu onde eu queria chegar e disse:
— O troco?... Não entendi — respondeu de um jeito safado, mas com um tom de ofendida.
— Sim, você sabe — falei, tentando fazer cara séria.
— 10 pila? — ela repetiu, e nunca fechava nada. Criei coragem.
— Sim, 10 pila — falei pra poder virar a cabeça rápido, ligando meu volume e o rosto dela com meu olhar.
— Você me achou com cara de puta barata? — ela disse, brava.
— Mas calma aí, não tô pedindo nada absurdo... um boquete e só, eu.
— Fechamos em 15... ou seja, 25 pila pelo "canetão" — ela falou, já bem segura, me zoando, e respondendo super rápido. Soltei um "fechou" de vitória e alívio porque o momento de medo e desconforto tinha passado, e fui fechar a persiana.
Depois de fechar a persiana, me aproximei dela, que estava na porta, do lado do balcão (a persiana cobre toda a vitrine na frente do balcão), e ela disse: "Onde a gente faz?" E eu fiquei pensando; não queria levar ela até o escritório porque era uma desconhecida, e o escritório do chefe era o escritório do chefe. Me veio a ideia ali mesmo, na porta: eu de pé, e ela de joelhos. Falei "Aqui mesmo". Ela largou as coisas que tinha nas mãos, apoiou de lado e se ajoelhou na minha frente. Desfez meu cinto e abaixou o zíper da calça. Depois disso, pegou as bordas de cima da calça e da cueca juntas e puxou pra baixo rápido. Minha rola pulou feito mola, apontando pra frente, porque nessa altura eu já tava muito excitado e tava duraço. Ela pegou com a mão direita, olhando fixamente, e soltou com um tom meio enojado, torcendo a boca: "Tá no osso, garoto!" E pra minha surpresa, começou a chupar minhas bolas enquanto me punhetava bem. Devagar. Nisso tudo, nem pensava em contágio ou coisas do tipo, porque depois de uma bela lambida nos ovos, foi subindo com a língua por todo o tronco, até terminar na cabeça e assim meter a boca inteira de uma vez, e eu esqueci de tudo. Começou o vai e vem, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Eu tava gozando pra caralho e ela continuava com o vai e vem e aquele "chuick – chuick" da boca chupando minha pica já toda babada. Enquanto me acariciava os ovos, seguia sem nem respeitar a própria garganta e a necessidade de respirar, era um vai e vem da glande aos ovos numa velocidade do caralho, com uns "cofs" no meio, e eu já sentia que a qualquer hora ia gozar; mas ela parou um minuto, tirou a pica da boca e me olhou de baixo com aqueles olhinhos azuis e a boca escorrendo de saliva e disse:
- Cuidado onde vai gozar.
- E onde você quer que eu goze?
- Me avisa, seu otário.
- Algum problema em engolir? – falei me achando o tal.
- Nem fudendo.
- Te ofereço mais 10 – falei como se já não importasse nem o dinheiro nem a caneta (que nunca importou, obviamente).
- 15 – ela disse, tentando negociar.
- Olha – falei pensativo, como se já esperasse, e tinha preparado – 20 com uma espanhola no meio. Ela disse "25" e, com o tesão que eu tava, aceitei. Não parecia um bom negociador, mas tudo ainda era barato. Ela meteu a pica de volta na boca, e eu agarrei ela pelos cabelos (como se já tivesse mais intimidade por causa das negociações) e comecei a empurrar a cabeça dela contra minha pélvis. Ela continuou chupando pra caralho. Chegou o final feliz, e eu tive um orgasmo do caralho. Ela tirou a pica da boca e engoliu sem dificuldade nenhuma. Eu ainda tava duro, com a pica de pé, enquanto ela se levantava e me dizia, olhando pra ela:
- Cê tá duro, cara, vai meter você?
- Pois é, faz uns seis meses que não como ninguém.
- Seis meses?
- É, desde que terminei com minha ex, não rolou nada, nem puta.
- E você acha que eu tenho cara de puta? – sem Não responder com vergonha (e sabendo que era, e que além do rosto também a denunciava) ela continuou com um "e então" e começou a tirar a blusa que estava vestindo (violenta, nunca vou esquecer). Deixou à mostra a camiseta que usava por baixo, e a tirou para jogar de lado junto com a blusa. Ficou só de sutiã, e já dava pra ver os dois pedaços de coisa que ela tinha. Obviamente, a barriga já flácida com alguns rolinhos ficou à mostra, mas isso não importava. Eu gostava, e me deixava mais duro. Os peitos estavam lindos, meio saindo do sutiã, até que ela começou a desabotoar e deixou cair junto com aquele par de tetas gordas que balançaram na barriga dela. As aréolas eram enormes. Amo aréolas grandes, e essas eram meio amarronzadas, com um diâmetro quase de uns 7 centímetros, sei lá!, eram enormes. Não acreditava no que via, babava. "Uffa, que peitos" escapei, e ela me olhou com um olhar indiferente, como se já desse por certo aquele lindo par de tetas que tinha. Ajoelhou de novo, pegou os dois peitos, e encaixou entre minha pica, e assim começou a me punhetar com os peitos. Ficou um bom tempo, às vezes parava um pouco, me masturbava rapidamente com a mão, e voltava a meter os dois peitos. Já estava quase lá, e ela parecia ter pegado mais empolgação. No meio da esfregada de peitos, me masturbava e lambia um pouco a cabeça da pica, isso acelerou meu orgasmo. Gozei de novo enquanto ela passava os peitos, e o jato foi pra cara, obviamente. Ela soltou tudo e disse:
- Vai, seu idiota! – e se afastou, levantou enquanto tirava a porra da boca.
- Mas antes você engoliu – falei bem sério e puto com a reação dela.
- Sim, mas já tínhamos combinado isso, cara! – ela dizia enquanto eu estava perdido nos peitos que balançavam ela em pé, e me masturbava porque tinha cortado o jato de gozo. Nisso, num silêncio meu por tesão, e ela se limpando. Ofuscado por ela, ela me olhou de novo e disse num tom imperativo:
— Beleza, gatinho, vai… — eu olhei pra ela — Vai me foder ou não vai me foder? — arregalei os olhos — Para de brincar com o pinto que nem um idiota aí parado.
— Que?! — falei totalmente surpreso. Parece que ela tinha ficado com tesão, ou precisava de mais grana, sei lá! Mas eu continuava chocado.
— É, cara! Muito boquete, muita esfregada de peitos, mas vamos fazer completo, vai, me come, seu otário… são mais 25 conto — Saí do sério, e com uma resposta quase imediata falei.
— Posso te comer no cu também?
— Isso são 50 conto, meu bem — ela disse se aproximando com uma carinha muito mais meiga, e pegando na minha pica. Se abaixou de novo, e começou a chupar minha porra de novo. Respondi que sim, e me deixei levar pelo momento. Ela ficou me chupando mais um tempo, porque depois do boquete, da esfregada de peitos e da punheta, tinha ficado meio mole, mas ela reviveu ele pra foder. Ela se levantou enquanto continuava me batendo uma e disse me olhando nos olhos: “Onde você vai me comer?” Eu já tinha pensado no escritório, já não ligava mais pra nada, e levei ela pela mão na hora pra lá. Peguei uma camisinha que tinha numa gaveta de uma mesa, e enquanto eu colocava, ela se despia. Ela tinha a buceta peluda, e os lábios internos pra fora. Era uma beleza ver aquela vulva no meio daqueles pelos loiros, debaixo de uma barriga que fazia um pouco de sombra. Sentei na cadeira do escritório, e ela subiu em cima de mim me olhando. Pegou na minha pica bem descarada, encaixou ela sozinha, e sentou calmamente até a bunda dela bater nas minhas bolas. Ela começou a pular em cima da porra, com gemidinhos baixos, e eu curtia ver aqueles peitos subindo e descendo na frente dos meus olhos. Não fiz outra coisa senão afundar a cara naqueles peitos, e chupava cada mamilo, lambendo todo o diâmetro das aréolas enormes com um puta gosto. Ela gemia cada vez mais alto, e eu ficava cada vez mais tesudo, e não Largava os peitos pra mim. Eu acariciava, apalpava, chupava, tava perdidamente apaixonado por aqueles peitões gordos. Gozei de novo, aí a gente parou e levantou da cadeira. Ela me olhou, segurou minha cara e me deu um beijo da porra, e aquele amasso me pareceu meio estranho, mas eu me agarrei igual um louco, e a gente ficou um tempão se pegando pelados ali em pé. Ela começou a me punhetar de novo enquanto soltava minha boca, e se virou pra se apoiar na mesa. Ficou com a raba apontada pra mim, e enquanto começava a chupar o dedo indicador, eu não fazia nada. Só olhava feito um idiota. Ela enfiou o dedo no cu. Tirou, chupou de novo, e nisso tudo eu continuava só olhando, sem fazer mais nada. Tava completamente besta, talvez por realizar uma fantasia, ou pela falta de sexo durante meses. Ela abriu as bandas do cu e falou: "E aí, otário? Vai meter ou não vai?" Eu tava feliz pra caralho de excitação vendo o cu inteiro dela de quatro. Era aquela rabuda gorda que me deixava maluco. Não era um cu flácido, era um cu bem gordo e empinado, uma coisa linda. Cheguei perto, ela de quatro encostada na mesa, apoiei a mão esquerda numa banda (que transbordava da minha mão) e enfiei um dedo no cu dela, e comecei a mexer bem devagar, pra dilatar um pouco, pra depois enfiar o outro. Tirei os dedos e minha reação foi simplesmente levá-los ao nariz. Comecei a cheirar os dedos com aquele cheiro de cu, de bosta, e quase gozei ali mesmo. Tava morbidamente excitado, e ela soltava umas risadinhas. Chupei os dois dedos e enfiei de novo. Fui fazendo isso até dilatar mais um pouco, e aí já pude meter. Fui enfiando devagar, e ela suspirava. Foi uma foda linda, ela gemia do mesmo jeito que antes, e eu tava curtindo pra valer. Depois do vai-e-vem, e do barulho da mesa rangendo com o movimento, gozei de novo, e quando tirei, a ponta da camisinha tava cheia de bosta. Fiquei com tesão de novo, e do jeito que tava, abri as bandas dela de novo e comecei a lamber tudo. o buraco do cu. Lamberi o cu dela por um bom tempo, e junto com aquela buceta linda de lábios pra fora, me deparei com um mundo de cheiros, porque a buceta dela soltava um cheiro rançoso muito forte, um clássico de uma pussy suja que se misturava com o fedor de merda do cu, e me deixava ainda mais excitado. Quando eu passava a língua na vulva, meu nariz adorava se apoiar e cheirar aquele ano bem escuro (isso também me enlouqueceu). Ela soltava uns "Ai, neném!" de vez em quando, só isso, aparentemente muito tesuda, enquanto se esfregava o clitóris com os dedos quando eu chupava o cu dela. Me afastei dela, ela continuava de quatro se esfregando e gemendo sozinha, e eu meti de novo na pussy, junto com um barulho gutural que ela só soltou de tesão; e de novo no vai-e-vem. Ficamos mais um tempo, até que ela gozou gostoso, e eu senti o prazer lindo do orgasmo dela, e logo depois ela me fez gozar também. Ela se levantou, virou, pegou minha cara e a gente ficou mais um pouco, eu de pé e ela meio sentada na escrivaninha. Eu não tirava meus dedos da pussy dela, que entravam e saíam sem parar, enquanto ela se tocava no clitóris. Quando olhei a hora, falei: "Puta merda! Já tenho que ir abrir!", e ela respondeu um "me paga" bem séria, e aí eu dei os 50 pila. Algo muito estranho, ela me beijava com muito carinho, mas respondia seca. A gente se vestiu, fomos pra frente, e eu falei pra ela esperar que eu ia levantar a persiana primeiro e depois de um tempo ela saía, pra não levantar suspeitas. Ela disse que tava bem, e eu quis dar um beijo nela. Ela virou o rosto e falou "não se empolga, neném". E fui abrir a cortina. Enquanto eu levantava a persiana, ela foi saindo como quem tava escapando. Fiquei olhando ela ir embora enquanto cheirava meus dedos com toda a luxúria. Fluidos vaginais e merda tinham passado por eles. O tesão doentio me consumia, e eu tava feliz. Não vi ela mais desde então, e não sei se tô esperando vê-la de novo ou não. Passei como se estivesse no céu, e adoraria comer ela de novo. Enfim, tirei um peso das costas com isso!
Saudações!
P.S.: A história é realmente fictícia, só queria confirmar o quão real pode ter parecido pra vocês desde o começo. Tudo o que escrevi, até certo ponto, é uma fantasia recorrente na minha cabeça, que gostei de colocar no papel como um relato. Se gostaram, tenho outras coisas em mente pra escrever. Muito obrigado!
4 comentários - Vendedora ambulante e meu tesão.