Valeu a todos que leram meu relato, e muito obrigado pelas mensagens.
Vou contar o que rolou comigo uma semana depois do que narrei em "Minha enteada finalmente". Assim como no relato anterior, por ser baseado em fatos reais que aconteceram comigo, mudei nomes e algumas situações muito óbvias.
Desde aquele dia, nem preciso dizer que a relação com minha enteada Dafne melhorou pra caralho. Por respeito à minha mulher, que eu amo loucamente, não fizemos mais nada, embora numa conversa que tivemos dois dias depois a gente tenha lembrado como algo especial. Pra mim, foi uma prova de amor, que não implicava em maior compromisso pra nenhum de nós dois. Ela continuava com o namorado David, e eu na minha vida, do trabalho pra casa e de casa pro trabalho, como sempre. Num desses dias, desencadeou o que vou contar.
Normalmente, chego do trabalho umas oito da noite. Naquele dia, Dafne me avisou que ia sair com o namorado, então não ia me encontrar quando chegasse em casa. Pra mim foi melhor, porque tava há vários dias desejando ela intensamente toda vez que cruzava com ela em casa, principalmente de noite, quando a via de pijama, que me trazia tão boas lembranças, ou quando me dava o beijo de boa noite se apertando contra meu peito.
Naquele dia, por causa de problemas no sistema de informática da empresa, saí do trabalho bem mais cedo, então eram umas seis quando enfiei as chaves na fechadura de casa. Passando a porta de entrada, tem o hall, um corredor pequeno e, à esquerda, a sala. Como o corredor é coberto por um tapete, meus passos ficaram abafados, e por estar acostumado a sair pra trabalhar muito cedo, sou bem cuidadoso ao fechar as portas. Por tudo isso, nem minha enteada nem o namorado perceberam minha presença. Quando cheguei na altura da sala, vi os dois: Dafne de joelhos, vestida só com a calcinha rosa, a da 'Hello Kitty', segurando com a mão esquerda a piroca dura do namorado. metendo e tirando da boca dela, enquanto David com as calças nos tornozelos olhava pro teto, suspirando com a boca entreaberta, a primeira coisa que me chamou a atenção, curiosamente pra minha satisfação, é que eu era mais bem dotado, que besteira, mas me fez sentir bem. Dafne tinha a mão direita entre as pernas, enfiada na calcinha, então dava pra ver a cabeça da 'Hello Kitty' se mexendo no ritmo da mão dela. Fiquei um minuto observando essa cena, entre excitado e irritado, quando Dafne tirou a piroca da boca e começou a lamber o tronco do pau do namorado. Quando ela virou a cabeça, aconteceu: nossos olhares se cruzaram, como se fosse por um impulso, ela soltou a presa e se levantou, David virou a cabeça com um olhar de pavor, tentando sem jeito subir as calças:
— D-d-desculpa, eu n-não, per-dão.
Tive que segurar uma gargalhada com a situação. Ele tropeçou ainda com as calças nos joelhos e foi pra saída. Representando meu papel de sogro puto, falei:
— A gente conversa outro dia, agora é melhor você vazar. Não precisei falar mais nada. Ele nem tinha abotoado a calça direito quando já tava fechando a porta atrás dele.
Quando me virei, lá estava ela, sentada no sofá, com os braços esticados no encosto e as pernas cruzadas, me encarando sem vergonha, com um sorriso safado no rosto:
— Você me interrompeu, e agora? Fiquei no meio do caminho — ela fala tranquila, como se fosse óbvio. Sem nem responder, chego perto dela tirando a camisa, fico de pé entre as pernas dela desabotoando a calça. A impaciência dela é tanta que ela afasta minhas mãos pra acelerar, puxa calça e cueca de uma vez, enfiando gulosamente meu pau duro na boca dela, enquanto as mãos ainda estavam abaixando minha calça. As mãos dela vão pros meus glúteos, empurrando pra frente, me convidando a foder a boca dela. Não decepciono, seguro a cabeça dela com uma mão pra imobilizar, enquanto enfio minha piroca. até o fundo da garganta dela, tiro da boca dela, vejo os fios de saliva e fluidos pré-seminais grudados na boca dela. Começo a acelerar minhas investidas contra a boca dela, suspirando de prazer, enquanto vejo uma das mãos dela deslizar entre as pernas, afastar a calcinha e se enfiar na bucetinha dela. É demais pra mim, preciso provar aquela buceta linda de novo. Pego ela pela cintura, coloco ela em pé no sofá, e meto minha cabeça entre as pernas dela, arrancando com a mão aquela calcinha que já vi tantas vezes no varal — vou ter que comprar outra, pensei instintivamente. Minha língua entrou na entrada da vagina dela, saboreando o néctar, ela já tava bem molhada. Me concentrei no clitóris dela, enquanto com a mão direita acariciava os peitos dela, me adaptando de novo às formas, sentindo os mamilos ficarem duros como pedra.
Sinto a chegada do orgasmo dela, a barriga se contrai, ela agarra minha cabeça e mexe a pélvis freneticamente contra minha boca, buscando aquele orgasmo tão desejado. Ela começa a gemer, sei que tá perto, já tá chegando.
Paro, levanto a cabeça e olho pra ela, ela me olha com desejo:
— Não para, por favor, papai.
— Não, quero te foder.
Num pulo, ela sai do sofá, se deita de barriga pra cima com as pernas abertas e dobradas, vejo a boceta molhada e pulsante dela, me convidando:
— Me fode, por favor.
Sem esperar mais, num movimento só tiro a calça e me enfio entre as pernas dela, sem precisar usar as mãos, meto meu pau na buceta molhada dela, só a ponta da glande, sentindo o calor. Fico parado em cima dela, com as mãos apoiadas no chão, ela coloca as mãos nos meus quadris e empurra, mas mal entra meu pau:
— Por que não mete tudo, papai? Quero sentir você dentro.
— Primeiro me beija.
Sem pensar, ela agarra meu pescoço, cola a boca na minha, nossas línguas se encontram num beijo molhado, chupo a língua dela, absorvendo e sentindo o gosto da boca dela. Como recompensa pela entrega dela... Enfio meu pau de uma vez nas entranhas dela, sentindo o calor percorrendo ele, tô no êxtase, um gemido escapa da boca dela contra a minha, sem me separar nem um segundo da boca doce dela, começo a foder devagar no começo, pra ir acelerando quando sinto o orgasmo dela entre minhas pernas, sinto minha virilha encharcada, é uma sensação incrível, ouço os gritos dela contra minha boca entreaberta, nossas respirações se misturam:
— Para, pai, para, você vai me matar — ela implora, mas eu não paro, agora é minha vez, tô quase lá, mas hoje quero tentar outra coisa, sussurro no ouvido dela:
— Gata, hoje quero gozar na sua boca.
— Nunca fiz isso, mas já provei seu gozo e gostei.
Ela sai de cima de mim e monta em mim, me dando o espetáculo da buceta dela aberta pela foda, e aquela raba perfeita. Pega meu pau com a mão direita e enfia na boca dela com gula, é incrível, tanto prazer tá me deixando louco. Da minha parte, agarro as nádegas dela com as mãos e chupo o clitóris dela com vontade, na posição que a gente tá, meu nariz entra na entrada da vagina dela, molhando minha cara com a umidade dela. É demais pra mim, a boca dela enfia cada vez mais rápido no meu pau, sinto a língua dela apertando contra minha glande a cada investida, vou gozar, é inevitável. Avisei que ia gozar apoiando uma mão nas costas dela, enquanto acelero minhas lambidas no clitóris dela. Aí acontece algo incrível, meu corpo fica rígido, treme, e meu pau explode na boca dela, ao mesmo tempo que sinto as costas dela se arquearem, a vagina dela se contrai e uma gozada monumental molha minha cara. Nossos gemidos se misturam, com a sede de um sedento no deserto, lambo a boceta dela escorrendo, enquanto ela faz o mesmo com o meu pau. Foi incrível.
Ela desce devagar de mim, vira e se apoia no meu peito:
— Pai, que gostoso você me fode.
— Você me deixa louco.
— Quero que você faça isso mais vezes.
— Claro, meu amor. — Embora tenha respondido assim, sabia que isso não ia acontecer. possível, mas não queria pensar nisso naquele momento.
Espero que tenham gostado, espero os comentários, é meu segundo conto e sei que tem muitos erros.
Vou continuar contando histórias pra vocês, de preferência pessoais, senão de confissões alheias, mas vou tentar que sejam verdadeiras.
Vou contar o que rolou comigo uma semana depois do que narrei em "Minha enteada finalmente". Assim como no relato anterior, por ser baseado em fatos reais que aconteceram comigo, mudei nomes e algumas situações muito óbvias.
Desde aquele dia, nem preciso dizer que a relação com minha enteada Dafne melhorou pra caralho. Por respeito à minha mulher, que eu amo loucamente, não fizemos mais nada, embora numa conversa que tivemos dois dias depois a gente tenha lembrado como algo especial. Pra mim, foi uma prova de amor, que não implicava em maior compromisso pra nenhum de nós dois. Ela continuava com o namorado David, e eu na minha vida, do trabalho pra casa e de casa pro trabalho, como sempre. Num desses dias, desencadeou o que vou contar.
Normalmente, chego do trabalho umas oito da noite. Naquele dia, Dafne me avisou que ia sair com o namorado, então não ia me encontrar quando chegasse em casa. Pra mim foi melhor, porque tava há vários dias desejando ela intensamente toda vez que cruzava com ela em casa, principalmente de noite, quando a via de pijama, que me trazia tão boas lembranças, ou quando me dava o beijo de boa noite se apertando contra meu peito.
Naquele dia, por causa de problemas no sistema de informática da empresa, saí do trabalho bem mais cedo, então eram umas seis quando enfiei as chaves na fechadura de casa. Passando a porta de entrada, tem o hall, um corredor pequeno e, à esquerda, a sala. Como o corredor é coberto por um tapete, meus passos ficaram abafados, e por estar acostumado a sair pra trabalhar muito cedo, sou bem cuidadoso ao fechar as portas. Por tudo isso, nem minha enteada nem o namorado perceberam minha presença. Quando cheguei na altura da sala, vi os dois: Dafne de joelhos, vestida só com a calcinha rosa, a da 'Hello Kitty', segurando com a mão esquerda a piroca dura do namorado. metendo e tirando da boca dela, enquanto David com as calças nos tornozelos olhava pro teto, suspirando com a boca entreaberta, a primeira coisa que me chamou a atenção, curiosamente pra minha satisfação, é que eu era mais bem dotado, que besteira, mas me fez sentir bem. Dafne tinha a mão direita entre as pernas, enfiada na calcinha, então dava pra ver a cabeça da 'Hello Kitty' se mexendo no ritmo da mão dela. Fiquei um minuto observando essa cena, entre excitado e irritado, quando Dafne tirou a piroca da boca e começou a lamber o tronco do pau do namorado. Quando ela virou a cabeça, aconteceu: nossos olhares se cruzaram, como se fosse por um impulso, ela soltou a presa e se levantou, David virou a cabeça com um olhar de pavor, tentando sem jeito subir as calças:
— D-d-desculpa, eu n-não, per-dão.
Tive que segurar uma gargalhada com a situação. Ele tropeçou ainda com as calças nos joelhos e foi pra saída. Representando meu papel de sogro puto, falei:
— A gente conversa outro dia, agora é melhor você vazar. Não precisei falar mais nada. Ele nem tinha abotoado a calça direito quando já tava fechando a porta atrás dele.
Quando me virei, lá estava ela, sentada no sofá, com os braços esticados no encosto e as pernas cruzadas, me encarando sem vergonha, com um sorriso safado no rosto:
— Você me interrompeu, e agora? Fiquei no meio do caminho — ela fala tranquila, como se fosse óbvio. Sem nem responder, chego perto dela tirando a camisa, fico de pé entre as pernas dela desabotoando a calça. A impaciência dela é tanta que ela afasta minhas mãos pra acelerar, puxa calça e cueca de uma vez, enfiando gulosamente meu pau duro na boca dela, enquanto as mãos ainda estavam abaixando minha calça. As mãos dela vão pros meus glúteos, empurrando pra frente, me convidando a foder a boca dela. Não decepciono, seguro a cabeça dela com uma mão pra imobilizar, enquanto enfio minha piroca. até o fundo da garganta dela, tiro da boca dela, vejo os fios de saliva e fluidos pré-seminais grudados na boca dela. Começo a acelerar minhas investidas contra a boca dela, suspirando de prazer, enquanto vejo uma das mãos dela deslizar entre as pernas, afastar a calcinha e se enfiar na bucetinha dela. É demais pra mim, preciso provar aquela buceta linda de novo. Pego ela pela cintura, coloco ela em pé no sofá, e meto minha cabeça entre as pernas dela, arrancando com a mão aquela calcinha que já vi tantas vezes no varal — vou ter que comprar outra, pensei instintivamente. Minha língua entrou na entrada da vagina dela, saboreando o néctar, ela já tava bem molhada. Me concentrei no clitóris dela, enquanto com a mão direita acariciava os peitos dela, me adaptando de novo às formas, sentindo os mamilos ficarem duros como pedra.
Sinto a chegada do orgasmo dela, a barriga se contrai, ela agarra minha cabeça e mexe a pélvis freneticamente contra minha boca, buscando aquele orgasmo tão desejado. Ela começa a gemer, sei que tá perto, já tá chegando.
Paro, levanto a cabeça e olho pra ela, ela me olha com desejo:
— Não para, por favor, papai.
— Não, quero te foder.
Num pulo, ela sai do sofá, se deita de barriga pra cima com as pernas abertas e dobradas, vejo a boceta molhada e pulsante dela, me convidando:
— Me fode, por favor.
Sem esperar mais, num movimento só tiro a calça e me enfio entre as pernas dela, sem precisar usar as mãos, meto meu pau na buceta molhada dela, só a ponta da glande, sentindo o calor. Fico parado em cima dela, com as mãos apoiadas no chão, ela coloca as mãos nos meus quadris e empurra, mas mal entra meu pau:
— Por que não mete tudo, papai? Quero sentir você dentro.
— Primeiro me beija.
Sem pensar, ela agarra meu pescoço, cola a boca na minha, nossas línguas se encontram num beijo molhado, chupo a língua dela, absorvendo e sentindo o gosto da boca dela. Como recompensa pela entrega dela... Enfio meu pau de uma vez nas entranhas dela, sentindo o calor percorrendo ele, tô no êxtase, um gemido escapa da boca dela contra a minha, sem me separar nem um segundo da boca doce dela, começo a foder devagar no começo, pra ir acelerando quando sinto o orgasmo dela entre minhas pernas, sinto minha virilha encharcada, é uma sensação incrível, ouço os gritos dela contra minha boca entreaberta, nossas respirações se misturam:
— Para, pai, para, você vai me matar — ela implora, mas eu não paro, agora é minha vez, tô quase lá, mas hoje quero tentar outra coisa, sussurro no ouvido dela:
— Gata, hoje quero gozar na sua boca.
— Nunca fiz isso, mas já provei seu gozo e gostei.
Ela sai de cima de mim e monta em mim, me dando o espetáculo da buceta dela aberta pela foda, e aquela raba perfeita. Pega meu pau com a mão direita e enfia na boca dela com gula, é incrível, tanto prazer tá me deixando louco. Da minha parte, agarro as nádegas dela com as mãos e chupo o clitóris dela com vontade, na posição que a gente tá, meu nariz entra na entrada da vagina dela, molhando minha cara com a umidade dela. É demais pra mim, a boca dela enfia cada vez mais rápido no meu pau, sinto a língua dela apertando contra minha glande a cada investida, vou gozar, é inevitável. Avisei que ia gozar apoiando uma mão nas costas dela, enquanto acelero minhas lambidas no clitóris dela. Aí acontece algo incrível, meu corpo fica rígido, treme, e meu pau explode na boca dela, ao mesmo tempo que sinto as costas dela se arquearem, a vagina dela se contrai e uma gozada monumental molha minha cara. Nossos gemidos se misturam, com a sede de um sedento no deserto, lambo a boceta dela escorrendo, enquanto ela faz o mesmo com o meu pau. Foi incrível.
Ela desce devagar de mim, vira e se apoia no meu peito:
— Pai, que gostoso você me fode.
— Você me deixa louco.
— Quero que você faça isso mais vezes.
— Claro, meu amor. — Embora tenha respondido assim, sabia que isso não ia acontecer. possível, mas não queria pensar nisso naquele momento.
Espero que tenham gostado, espero os comentários, é meu segundo conto e sei que tem muitos erros.
Vou continuar contando histórias pra vocês, de preferência pessoais, senão de confissões alheias, mas vou tentar que sejam verdadeiras.
0 comentários - Mi hijastra de nuevo