Gostosa no baile

Este é meu primeiro relato contado em terceira pessoa.

Ela se chamava Karina, uma garota de uns 21 anos, morena com mais de 1,70m. Costumava se vestir sempre elegante e sexy, beirando o muito provocativo, ou pelo menos era o que percebia na rua ao passar pelo público masculino. Seu corpo também lhe dava a capacidade de se vestir sempre da melhor maneira: seus seios de 100 com uma costas estreitas, sua cintura fina em cerca de 62 e sua bunda em 90, muito empinada, somados às suas longas pernas, faziam com que nenhum homem a perdesse de vista.

Ela morava com seus dois pais e um irmão mais velho. Seu pai era extremamente ciumento e muitas vezes a repreendia por sua forma de se vestir, principalmente quando ela ia sair para dançar. Seu pai era um sujeito muito antiquado e presidente da associação de moradores do bairro.

A vida dela transcorria entre os estudos, o trabalho e sair para dançar com as amigas, embora muitas vezes também gostasse de sair com garotos da sua idade, ainda que não tivesse tido um namorado oficial ainda.

Tudo transcorria normalmente no bairro MOC, onde moravam, até o dia em que se soube que uma boate seria instalada a duas quadras da casa de Karina. Seu pai, furioso, convocou urgentemente uma reunião da associação de moradores. Por mais que houvesse uma rejeição generalizada, nada puderam fazer, já que o dono da boate subornou o governo e conseguiu as licenças.

Enquanto o pai de Karina se opunha por todos os meios e continuava indo ao governo para tentar impedir a abertura, sua filha já estava se preparando com as amigas para a inauguração.

As semanas passaram e, em uma reunião com amigos, vários comerciantes da região e outros amigos de Mario (assim se chamava o pai de Karina) comentaram sobre seu princípio de aceitação da boate.

Mario ficou bravo com todos, mas principalmente com Carlos, um amigo que inclusive ia trabalhar na boate. Mario lhe disse:

— Mas Carlos, como assim você vai trabalhar lá?

— E me ofereceram uma boa grana, mesmo assim eu continuo... apoiando você! M-Ah, é? Como? Trabalhando com eles? C-Não, o Mario não é assim, se eu estiver lá e ver droga, a gente denuncia e eles vão fechar o lugar, entende? M-Excelente, você me liga se ver alguma coisa estranha, não importa a hora. Quando chegou a noite da inauguração, a Karina desceu do seu quarto, com salto alto preto, vestido bem acima do joelho e um decote pronunciado. Ela estava incrível, mas aí começou a discussão com o pai, já que ele não queria que a filha fosse e muito menos vestida daquele jeito. Mas depois de uma longa discussão no jantar, a mãe da Karina conseguiu convencê-lo a deixá-la ir. Mario aceitou de muito má vontade e pediu que, se ela visse drogas ou coisas estranhas, avisasse. A Karina chegou para dançar com as amigas e rapidamente chamou a atenção do público masculino. Os dois seguranças da boate olharam para ela ao entrar, sem disfarçar ao mirar o decote. Ela, percebendo, fez de conta que eles não existiam. Durante a noite inteira, vários tentaram chamá-la para dançar, mas ela, estando com as amigas, recusava todos sem nem olhar. Mas o jeito que ela se mexia no ritmo do reggaeton tornava impossível os homens não tentarem convidá-la. Carlos, o amigo do Mario, que já tinha fechado a bilheteria, subiu para o vip, de onde dava para ver toda a pista de dança de cima. Enquanto tomava um uísque, não parava de babar pelas gostosas que dançavam. Todas entre 18 e 21 anos, e várias já bêbadas. As semanas passaram e, todos os fins de semana, as festas eram cada vez melhores. O Carlos curtia o trabalho e também gostava de ver as garotas que iam dançar lá. Aos poucos, ele foi esquecendo o seu objetivo principal: ajudar o Mario a fechar aquele lugar, procurando drogas. Na verdade, cada vez mais ele curtia subir para o vip e observar as minas de cima. Uma noite como qualquer outra, olhando do vip, se aproximaram os dois gorilas da segurança da porta, o Loco e o Oso, era assim que chamavam os dois. O Loco era careca, com 1,80m, bigode e violento. Oso, por sua vez, media 1,90, moreno e meio gordo.

Eles se aproximaram tomando um uísque cada um e disseram.

O - Que vista boa, Carlos, né?

Carlos olhou para eles sorrindo e disse:

C - A melhor!!

Nesse momento, os dois se entreolharam, e Loco disse:

L - Não, a melhor não. Por acaso você nunca viu aquelas cabines com luz vermelha?

C - Sim, o que têm?

L - Se a luz vermelha estiver acesa, é lá que você tem a melhor vista. Hahaha! — Loco ria às gargalhadas. Carlos olhava confuso.

C - Não tô te entendendo, Loco. A luz tá acesa agora... O que acontece?

O - Vamos, Carlitos, você vai ver o que é bom. — disse Oso.

Carlos caminhou com eles até chegar a uma espécie de sofá para quatro pessoas. Depois de se sentarem, Oso fechou uma cortina preta ao entrar e levantou uma persiana que ficava embaixo da luz vermelha. Quando terminou de levantar a persiana, Carlos ficou gelado: apareceu diante dele um pequeno quarto branco, com uma mesa e uma poltrona verde. Nela estava o dono da boate, sentado, e entre suas pernas, ajoelhada, uma das tantas garotas da balada.

Carlos não sabia o que fazer ou dizer, só via a cabeça daquela garota subindo e descendo. Também ouvia claramente o que acontecia ali dentro, já que havia alto-falantes.

Oso e Loco riam, então Loco disse:

L - E aí, Carlitos? Essa não é a melhor vista?

Carlos continuou mudo e perguntou:

C - É uma prostituta, amigos?

Oso, entre risadas, respondeu:

O - Paga não, é uma das tantas putinhas que vêm aqui todo fim de semana.

Carlos viu tudo o que aconteceu ali dentro e ficou excitado. Oso e Loco disseram para irem pegar uns drinks.

Carlos ainda estava chocado, não saía do seu espanto, enquanto Oso e Loco viam aquilo como algo normal. Os três se apoiaram na balaustrada tomando seus uísques e observando a pista.

De repente, os seis olhos se fixaram em Karina, que dançava reggaeton de um jeito incrível, vestindo uma regata que parecia que os melões iam pular para fora. Carlos não conhecia a filha do Mário, já que ele nunca... queria que vissem ela por causa dos seus ciúmes, nesse momento Oso disse.

O - Olha só, Loco, a morena peituda de todos os sábados.

L - Siii!!! Que puta que ela é, sempre se rebolando assim, esquentando os paus.

Carlos por sua vez disse

C - Essa morena tá pronta pra levar pro privado!!

Oso e Loco deram risada e esse último disse

L - Acha, Carlitos, que a gente já não tentou?

C - Imagino que sim, gostosa desse jeito! Mas como vocês convencem?

Oso disse

O - De vários jeitos, troca por bebida, embebedando elas, ou simplesmente várias sabem que, se sobem, é porque querem a delas.

C - E drogas não? Disse Carlos.

O - Às vezes sim.

C - E com essa morena?

L - A gente tentou de tudo, até subiu, mas ela é boa pra nos enrolar. No final preferimos outras mais fáceis e pronto.

C - Qualquer um pode usar os privados? Disse Carlos.

L - Não, só os amigos da casa, agora você pode usar, Carlitos.

E depois do brinde, foram se sentar no bar.

A noite terminou e Carlos foi pra casa muito excitado, não sabia se contava pros amigos ou não o que tinha visto, mas lembrava como Mario ficava com esse papo de balada, então preferiu não abrir a boca.

Mas no outro dia, no encontro com os amigos do bairro, ele comentava sobre as mulheres que via de noite, e Mario ficava morrendo de raiva quando ouvia essas coisas, sabendo que a filha dele sempre ia praquele lugar dançar. Mas pra não virar piada dos outros, não falava nada.

Mario só disse

M - Bom, chega de ouvir besteira! Viu drogas lá?

Carlos hesitou por um minuto, não sabia se comentava o que os gorilas tinham dito na noite anterior, mas preferiu não falar.

Depois de conversarem sobre outros assuntos, o encontro terminou. A semana passou sem novidades, e chegando o fim de semana, Carlos estava ansioso pra voltar a espiar gente nos privados, então a ansiedade tomava conta dele conforme a sexta-feira se aproximava. Mas naquela noite, ninguém teve sorte, então voltou pra casa, um pouco... decepcionado.

No sábado, Karina ia para a festa de aniversário da amiga, por isso tinha comprado um vestido novo dourado, bem curtinho e bastante decotado, tinha comprado uns saltos mais altos do que costumava usar, ela estava realmente incrível.

Decidiu sair antes do pai chegar, então enquanto caminhava para a casa da amiga, recebeu vários assovios, buzinas e comentários. Ela continuou andando como se nada fosse.

Já na casa da amiga, depois de vários drinks, decidiram ir dançar na boate. Ao chegar, Oso e Loco a devoraram com os olhos quando ela entrou, ela sorriu ao ver a cara de bobão com que a olhavam.

Depois de fechar o caixa, Carlos subiu para olhar a pista, e lá estavam Oso e Loco também observando.

Karina dançava logo abaixo e pelo vestido curto dava para ver suas pernas, seus peitos se moviam de um jeito incrível, Carlos também ficou olhando, e disse:

C - Essa mina é incrível! Como ela se mexe!!

Oso disse:

O - É uma puta provocadora, olha como ela faz de propósito, às vezes olha pra cá e sorri.

Loco então fala:

L - Essa morena hoje não escapa, olha o que eu tenho aqui!!

E tira do bolso um saquinho com um pó branco, Carlos naquele momento lembra o verdadeiro motivo pelo qual estava trabalhando ali.

Oso disse:

O - Um momento, Loco, Carlitos pode nos ajudar com a morena, ela não vai recusar um champanhe dele!

Nesse momento Oso passa um ticket de champanhe para Carlos e diz:

O - Carlitos, você dá esse ticket pra ela e diz que é cortesia da casa, só pra ela e na área VIP.

Carlos, ansioso, desce, e enquanto se aproxima vê como a morena dança, seus peitos marcando no vestido e parecendo que iam explodir.

Carlos faz o pedido e vai embora.

Karina pega o ticket e, feliz, sobe as escadas em direção à VIP. Vai até o bar e pega o champanhe, ao tentar descer, outra pessoa da segurança a impede dizendo:

- Desculpe, senhorita, mas não pode descer com essa garrafa para a... Pista, tem que consumir aqui na área VIP.

Karina tenta persuadi-lo, mas é impossível, então ela decide ir até a única mesa desocupada, com duas pequenas poltronas, e senta-se para beber tranquilamente, descansando os pés que doíam de tanto dançar.

Carlos a observava do bar, via como ela ainda respirava ofegante e bebia sua taça de champanhe. De repente, Oso e Loco se aproximam com outras taças e outra garrafa de champanhe; depois de convencê-la, sentam-se ao lado dela. Loco mantém a mão no bolso, e Carlos se lembra da droga que ele mencionou.

Ele pega o celular e liga para Mario. Eram 2h da manhã. Depois de convencer Mario a vir, dizendo que encontrou drogas, ele sai sem hesitar a caminho da boate.

Carlos fica observando. Em um momento, Oso distrai Karina e Loco aproveita para colocar um pouco daquele pó na taça dela.

Carlos olha o relógio; precisa ir abrir a porta quando Mario chegar. Nesse momento, seu celular toca, então ele vai abrir.

Carlos abre a porta e diz:

C— Vamos, Mario, senão não vamos pegá-los!

M— Vim o mais rápido que pude, onde estão?

C— Lá em cima na VIP, com uma gostosa!

M— Vamos!

Ao chegar lá em cima, Carlos olha para a mesa e eles não estão! Olha para todos os lados e não os vê. De repente, a luz vermelha se acende; ele não acredita. Caminha com Mario ao lado.

Karina ia rindo, muito bêbada e agora excitada, agarrando-se aos braços enormes de Oso e Loco.

K— Para onde estamos indo, meninos? Comportem-se! — diz ela às gargalhadas.

O— Você vai se divertir, morena, vem. — disse Oso.

Oso a coloca entre os dois; Loco a apoia, e Oso fica de frente também. Ela ri e diz:

K— Não, meninos, não sei, o que vamos fazer? — e ri.

Oso pega uma venda preta e a coloca sobre os olhos dela, cobrindo-os.

Karina ri e diz:

K— Mmmmm, não vou ver nada, meninos. — e continua às gargalhadas, muito desinibida pelo champanhe, mas principalmente pela droga.

Nesse momento, abrem a porta e a levam para dentro do quarto; Loco se senta. no sofá e Oso a leva pelo braço até o meio da sala.

Ela, nervosa mas excitada, fica bem ereta ali parada, esperando.

Enquanto isso, lá fora, Carlos leva Mário até a poltrona onde ele estava antes, levanta a persiana e aquela cena aparece diante deles. Mário olha para Carlos e pergunta:

M- O que é isso? Cadê as drogas?

Carlos fica olhando o corpo de Karina de lado, vendo seus melões balançando, sua cintura fina e sua bunda empinada. Na frente dela, aquele sujeito, Oso, a desnudando com o olhar, e diz:

C- Depois a gente vê o das drogas, Mário. Agora olha isso! Vai ser muito bom. Viu a gostosa que tá aí?

Mário fica calado, olhando para aquela mulher com aquele vestido dourado justo impressionante, e diz:

M- É! Na moral, que corpão que ela tem!

Carlos pergunta:

C- Viu os melões que ela carrega?

M- É impressionante. Mas o que ela vai fazer com aqueles dois gordos aí?

C- Você já vai ver.

Nesse momento, Oso agarra Karina pela cintura e começa a beijá-la. Karina se deixa levar. Ele desce as mãos até a bunda dela por cima do vestido e aperta com força, fazendo com que ela se encaixe mais na sua virilha.

Os peitos de Karina se esmagam contra a barriga de Oso, e ela começa a sentir cada vez mais calor por dentro. Loco observa a cena e se levanta do sofá, se aproximando de Karina por trás. Ele encosta o volume no bumbum dela e começa a beijar seu pescoço por trás.

Karina fica ainda mais excitada. Nunca tinha se sentido tão excitada e desejada, apesar de um pouco tonta. Ela coloca a mão na cabeça de Loco, convidando-o a continuar beijando-a por trás.

Enquanto isso, lá fora, Carlos comenta:

C- Olha que sortudos esses dois, a mina que vão curtir!

Mário não consegue acreditar no que vê e só diz:

M- Deve ser uma puta fácil essa mina, pra se deixar fazer assim!

Loco, enquanto apalpava as longas pernas de Karina, sussurrava no ouvido dela:

L- Que gostosa você está, morena. Há um tempinho você já estava nos deixando com vontade!

Karina continuava beijando Oso, mas aquelas palavras a... excitavam mais e parava mais sua bunda, assim o Loco a apoiava melhor. De repente, o Oso a soltou e foi se sentar no sofá. Então, o Loco, por trás, continuou beijando-a, mas suas mãos foram direto para seus peitos. A Karina continuou rebolando a bunda, enquanto o Loco não conseguia acreditar e dizia:

L—Olha só, Oso, o que são esses peitos! Não cabem nas minhas mãos!!

O Oso, enquanto isso, estava sentado e tirando as calças. Quando terminou, começou a se masturbar, olhando a cena, e então disse:

O—Loco, traz ela pra cá!!

O Loco, sem soltá-la, a levou em direção ao sofá. Ao chegar em frente ao Oso, ele a soltou e sentou ao lado. A Karina, sem poder enxergar, disse:

K—Gente, onde vocês estão? E, quando estava prestes a tirar a venda, o Oso disse:

O—Não tira não, e fica de joelhos, morena.

Ela apenas obedeceu. Naquele momento, suas mãos se apoiaram naquelas pernas grossas, e ela já sabia o que tinha que fazer. Pegou com uma mãozinha aquele pau e, naquele instante, disse:

K—Epa, como você está, Oso!! E depois riu.

O—Vamos, gata, chupa!!

A Karina baixou a boca e sentiu aquela cabeça enorme em seus lábios. Então, naquele momento, começou a mamar como só ela sabia.

Enquanto isso, lá fora, o Mário e o Carlos tinham um plano perfeito das suas duas pernas perfeitas e da sua bunda, enquanto sua cabeça subia e descia naquele pau grosso.

O Mário então disse:

M—Não acredito que essa mina tá com esses gorilas.

O Carlos, enquanto isso, estava empalado, olhando toda a cena.

A Karina não conseguia engolir nem metade daquele membro grosso, e sua mandíbula começou a doer. Por isso, começou a se ajudar com a mão. O Oso gemeu e disse:

O—Gata, como você faz bem!!

Naquele momento, o Loco tinha tirado seu membro e, agarrando a Karina pelo cabelo, disse:

L—Vamos, morena, vem pra cá, é a minha vez!!

A Karina tentou se levantar, mas o Loco não deixou e, puxando-a pelo cabelo, a obrigou a ir de joelhos. Ela, excitada, não ofereceu resistência. Agarrou o membro e o levou à boca, fazendo o Loco soltar um gemido.

L—Aaaahhhhh!! Como você faz bem, gostosa!!

A Karina se... ela se esforçava para satisfazê-lo, enquanto ficavam cada vez mais excitados. Naquele momento, Oso se levantou do sofá e começou a apalpar a bunda e as pernas dela. Ao sentir as mãos dele, ela começou a mover o bumbum em círculos e de um lado para o outro, mostrando claramente o prazer que o apalpamento de Oso lhe causava.

Oso foi levantando o vestido aos poucos, levando-o até a cintura dela, deixando uma calcinha fio dental branca minúscula à vista. Lá fora, Carlos e Mario, já com os paus durões, se olharam e Carlos disse:

C- Nossa! Mario, olha o rabo que essa mina tem!

M- E a calcinha de puta que ela usa! Que sorte esses dois têm, pode crer!

Oso começou a passar a mão pela virilha de Karina e, ao notar sua umidade, disse aos risos:

O- Mas que molhada você está, sua puta!

Karina apenas corou, mostrando que era verdade: seu corpo estava a mil, e sua respiração estava muito ofegante. Loco curtia o boquete que recebia de Karina e dizia:

L- Essa mina chupa como uma profissional! Vai, puta, chupa ele!

E, tirando o pau da boca dela, começou a esfregá-lo no rosto dela enquanto ria. Karina entrou na brincadeira e tentou colocá-lo de volta na boca. Carlos e Mario viam os gorilas apalpando todo o corpo dela, até que, de repente, Oso agarrando-a pelo cabelo disse:

O- Bom, já é hora!

Ele a segurou com força e a pôs em pé; pelo queixo de Karina escorria líquido pré-seminal de Loco misturado com sua saliva. Oso, segurando-a pela cintura, a levou perto do vidro-espelho onde Mario e Carlos estavam do outro lado e apontou, dizendo:

O- Gostaram da moreninha gostosa?

Karina, naquele momento, quase tirou a venda, mas apenas disse:

K- Com quem você está falando, Oso? Quem está aí?

O- Ninguém, gata, ninguém, relaxa.

Naquele momento, Oso a pegou pela cintura e a levou até a mesa, colocando-a de bruços; ela apenas disse:

K- Ei! Espera, devagar!

O- Cala a boca, puta! Agora vem o melhor! O corpo de Karina caía sobre a mesa, seus seios estavam sobre a mesa e seus braços ao lado do corpo.

Loco se aproximou nesse momento, ainda se masturbando, e se posicionou ao lado dela, colocou sua mão em suas nádegas e começou a apalpá-las. Então disse:

L-Dale Oso, toda sua!!

Oso se aproximou por trás e começou a puxar aquela calcinha minúscula, puxou até deixá-la entre seus joelhos. Oso se aproximou com seu membro grosso na mão e começou a se posicionar entre suas pernas. Apoiou a cabeça grossa de seu membro na entrada da buceta e pressionou com força, dando uma enfiada forte, fazendo Karina soltar um grito.

K-Ayyyyyyyyyy!!

Oso sem ligar para suas reclamações, agarrou aquela cintura minúscula com suas mãos enormes e começou uma enfiada selvagem contra Karina. Rapidamente começou a se ouvir o barulho da pelve de Oso batendo contra a bunda linda de Karina, enquanto ela só reclamava e dizia:

K-Ayyyy!! Para, para!! Mais devagar, por favor!! Ayyyy!!

Oso continuava como se nada, e só ria enquanto metia com força, dizendo ao seu companheiro:

O-Loco, você não sabe como essa vadia aperta!! É a melhor gostosa que eu já comi!!

Karina só se segurava na mesa e apertava suas mãos para resistir aquelas enfiadas tão violentas, seus saltos se levantavam com cada enfiada que Oso dava, enquanto se misturava a dor que ele causava e ela continuava se excitando mais, até que não pôde conter mais seus gemidos:

K-Mmmmmm, ahhhh, mmmm, siiiii, assimmmm!!! Assimmmm!!

Os dois riam, enquanto Oso tentava dar mais forte, e dizia:

O-Você gosta que te comam com força, não é, morena??

Karina não respondeu, só gemeu, então Oso puxando seu cabelo para trás disse:

O-Com certeza todos que te comeram já te disseram que você é uma delícia, não é??

K-Mmmmm, sim.... Simmm, eu adoro!!

Karina começou a ter um orgasmo incrível, que só fazia encher o quarto de gemidos. Enquanto lá fora, Mario e Carlos observavam a cena excitados e comentavam.

C – Mas que putinha que essa mina do Mario acabou sendo, hein!
M – Pois é, olha só! Escuta como ela geme! E como se entrega pra esses dois.

Karina acabou e desabou de prazer sobre a mesa, enquanto Oso continuava cavalgando nela e, segurando-a pela cintura, começou a gemer.

O – Oooohhhhgggg!! Vou te encher todinha, gata!

E começou a dar suas últimas investidas, apertando-a contra a mesa, e entre gemidos derramou todo seu líquido dentro dela.

O – Putinha! Me esvaziou todinho! E depois de dar algumas palmadas na sua bunda, foi se jogar no sofá, respirando ofegante.

Karina respirava ofegante sobre a mesa, mas exausta do orgasmo que acabara de ter.

Loco se aproximou por trás e disse:

L – Prontinha, gostosa?
K – Não, não, espera... Não aguento mais, por favor. – Pedia Karina com a respiração ofegante.
L – Vamos ver, putinha, agora é a vez do seu outro macho!

E puxando Karina pelo cabelo, a levantou da mesa, deixando-a de frente para ele. Começou a baixar a parte de cima do vestido, deixando os peitos enormes de Karina à sua frente. Ela apenas sorria, então Loco começou a apalpá-los, enquanto dizia:

L – Mas que par de melões você tem, gata!

Nesse momento, levou um dos seios à boca e começou a chupá-los desesperadamente, e até começou a morder seus mamilos, fazendo Karina gemer e gritar:

K – Aiii! Para, vai com calma! Aiii!

Mas Loco amassava com uma mão inteira um de seus seios, enquanto com a boca mamava e mordia o outro. Enquanto isso, Carlos e Mario observavam e comentavam:

C – Mas olha que peitão que essa morena carrega, hein!
M – É, impressionante mesmo! E aquele gorila está devorando eles, que inveja.

K – Aiii, chega! Está doendo – gritava Karina.
L – Mas que porra é essa, gata, eu gosto assim!

E nesse momento a soltou. Karina ficou parada, mas seu corpo pedia mais, então disse:

K – Não fica bravo, continua, continua!

Loco sorriu para o espelho e se... Ela agarrou o pau, então disse...

L– De joelhos, puta!!

Karina, sem protestar, obedeceu. Naquele momento, Loco pegou seu membro e enfiou de uma vez no fundo da boca dela. Karina não esperava por aquilo e tentou recuar, mas Loco a segurava pela nuca.

L– Eu gosto assim!! Entendeu??

Karina apenas balançou a cabeça afirmativamente, e Loco começou a foder sua boca. Fazia com violência, fazendo-a engasgar e ter ânsia.

De repente, ele puxou seu pau e o deixou na frente dela. Ela sentia o cheiro de perto e tentou levar uma mão para pegá-lo de novo. Mas Loco a impediu e disse:

L– Girl, você sabe o que é uma espanhola ou russa??

Karina, corando, disse:

K– Sei.

Então, do sofá, Oso gritou:

O– Com esses melões, como é que ela não vai saber, Loco idiota!!

Loco olhou para ele e soltou uma gargalhada.

L– Tem razão, Oso!! Que tetões ela tem!!

Karina continuava ali de joelhos, ouvindo seus comentários, então Loco perguntou:

L– Quando foi a primeira vez que você fez uma russa, puta??

Karina, corada, disse:

K– Isso não importa, eu faço para você.

L– Para mim importa, sim! – gritou Loco, excitado.

O– Responde, girl! – gritou Oso do sofá.

Karina, corada, disse:

K– Foi aos 16 anos, a primeira vez.

Loco, sorrindo, continuou:

L– 16 anos, boa, girl... Quem foi o sortudo??

K– Um vizinho – disse ela, totalmente corada.

Então, Loco colocou seu pau ensalivado entre os peitos. Karina apenas levantou as mãos e apertou os seios, sentindo o calor daquele pau passando por seu canal. Loco se movia rápido, batendo com a cabeça do pau no queixo dela.

L– Vamos, nena, tenta chupar!!!

Karina botava a língua para fora e só conseguia lamber parte daquela cabeçona, que entrava e saía repetidamente de seus enormes melões.

L– Como eu gosto de te usar!!! – gritou Loco.

Naquele momento, Karina foi a única que sentiu arrependimento de estar ali. Pensava como tinha chegado ao ponto de se deixar fazer daquela forma, por... esse sujeito. E de repente, Loco a parou, puxando-a pelo cabelo.

L-Agora vem a melhor parte, putinha!!

Karina ficou parada, pensou que ele a levaria de volta à mesa, onde Oso tinha comido ela. Oso se aproximou, e os dois ficaram parados dos lados dela, então Loco disse:

L-Gata, quero que você rasteje até encontrar a parede!! Aí, ponha as mãos contra o espelho!!

Karina, que já estava novamente excitada, só disse:

K-Então é melhor eu tirar a venda, meninos!

Ambos se olharam, e Loco disse:

L-Não, ainda não, melhor assim!

Karina saiu rastejando para onde Loco a ajudou indicando, seu corpo se movia incrivelmente e lá fora Carlos e Mario assistiam atônitos.

Oso e Loco olhavam de trás como aquela bunda se mexia ao rastejar, até que ela chegou ao vidro frio e colocou as palmas das mãos contra ele, ficando quieta esperando.

Loco olhou para Oso e, fazendo um sorriso perverso, começou a caminhar até ela, sua cara de tesão e desejo era incrível. Chegou atrás dela e parou. Contemplou um pouco a figura de Karina, que esperava ser novamente possuída. Karina não sabia o que Loco ia fazer, só sentia sua presença atrás dela e não se animava a dizer nada.

De repente, nesse momento, a porta se abriu. Loco e Oso se viraram e apareceu o dono da boate. Ambos ficaram em silêncio e se olharam cúmplices.

Enquanto o chefe se aproximava de Karina por trás, lá fora Carlos e Mario tinham ficado gelados e totalmente excitados. Então Mario disse:

M-Esse é o filho da puta dono disso aqui! Seu chefe!! O que ele tá fazendo aí, o cabra?

C-E, Mario, ele deve ter filmado tudo, é um filho da puta, mas paga bem.

M-Não me importa, quase acabei na porrada com ele, vou embora!! Ele arruinou minha noite.

E Mario tentou se levantar, nesse momento Carlos o deteve e disse:

C-Vamos, Mario, não faz tempestade num copo d'água!! Vamos ver o que acontece e a gente vai embora os dois.

Mario hesitou por um segundo, e nesse momento apareceu Oso, que abriu a cortina e perguntou:

O-Já ia embora, amigo?

Mario o olhou, O cara estava todo suado e ofegante.

M- Não, não, melhor eu fico.

O- Eu recomendo que fique, se viu tudo que fizemos com aquela puta, não imagina o que vem pela frente.

Mario olhou para dentro, e viu aquele filho da puta esfregando as mãos, então perguntou.

M- O que vem pela frente?

O- O chefe é estranho ter nos interrompido, com certeza ele se interessou pela puta, coitada dela. Vamos assistir e você vai ver porque estou dizendo.

O- Aliás, pedi dois whiskys para vocês. Cortesia da casa.

Mario e Carlos se entreolharam intrigados, então o chefe se aproximou do lado de Karina, ela sem saber e pensando que era o Loco, continuou tranquila.

O chefe se posicionou ao lado dela, e abaixou as calças. Então Mario começou a entender tudo, aquele filho da puta tinha um pau muito grosso e comprido, e ainda dava para ver que estava mole.

O chefe bateu com o pau no rosto de Karina sem dizer uma palavra, então ela pegou seu pau e levou à boca, não conseguiu perceber que era outro pau que estava segurando, teve bastante dificuldade para envolver a cabeça daquele pau, passava a língua pela cabeça e pelo tronco.

Naquele momento, o chefe fez um sinal para o Loco e tirou seu pau da boca de Karina, ela ficou parada sem saber o que fazer, então naquele momento sentiu como agarravam sua cabeça por trás, era o Loco, ela não sabia. e disse

L- Quieta puta e põe a língua pra fora, é melhor fazer direito!! Chupa a bunda dele um pouco!!

Karina tentou jogar a cabeça para trás e gritou

K- Nããão!!

Mas era impossível, o Loco a tinha agarrado pela cabeça e empurrou em direção à bunda do chefe que olhava no espelho e ria. Karina sentiu o cheiro horrível e apenas passou a língua, seu nariz se perdia entre as nádegas daquele velho, enquanto o Loco a pressionava mais e mais e gritava

L- Vamos puta!! Chupa!! Chupa ou não te solto!!

Karina passava a língua na bunda dele, vinham ânsias pois o cara estava sujo e fedido, quase desmaiando ela fez. O Loco Ela trocava olhares com o chefe e ambos riam às gargalhadas.

Enquanto isso, lá fora, Oso comentava com Mario e Carlos.

O - Hahaha, que filho da puta o chefe, adora que as novinhas lambam seu cu. Essa parece que pegou gosto, hahaha.

Mario e Carlos se entreolharam e deram uma risada de constrangimento. Naquele momento, apareceu um garçom com os dois whiskies pedidos para eles.

Mario e Carlos deram um gole no bom whisky trazido e continuaram observando, expectantes.

O chefe ficou um tempinho, até que tirou seu traseiro do rosto de Karina. Ela respirou fundo e gritou:

K - São uns filhos da puta!! Nojentos!!

Em seguida, o chefe se agachou atrás de Karina e começou a passar a língua pelo seu cuzinho. Ao sentir aquilo, ela o contraiu e um calafrio percorreu seu corpo, já que ninguém nunca tinha tentado isso antes.

Ele parou por um minuto, olhou no espelho e disse:

J - Agora vamos ver se esse seu rabo aguenta!!

Karina entrou em pânico e tentou sair daquela posição, mas Loco a segurou pela frente e o chefe por trás, se posicionando sobre ela com seu membro totalmente ereto.

Carlos, lá fora, disse:

C - Olha só, esse cabrão vai enfiar na novinha gostosa essa!!

Mario, mastigando ódio, apenas assentiu, embora ambos estivessem com os membros duros de ver toda a cena.

O chefe cuspiu na própria mão, lubrificou seu membro grosso e, segurando-a pelos quadris, a posicionou de modo que a bunda de Karina ficasse o mais empinada possível. Em seguida, apontou aquele membro venoso em direção ao cuzinho.

A primeira pressão foi quase interminável para Karina. As paredes do buraco resistiam a receber aquele ser bruto. Ela começou a chorar e se engasgava de tanto chorar e gritar:

K - AAAiii!! Aiiiigggg!! Snif snif, por favoooooor!! Tira!! Tira!! Aaaaaiiiii!!

Lá fora, Carlos e Mario se entreolharam e Oso soltou uma gargalhada:

O - Olha como ela se mexe!! Deve estar doendo pra caralho!! Hahaha.

C - Na real, o velho vai rachar ela!! Mas ela que se foda por ser uma putinha!!

M - É... deve estar doendo mesmo!! Escuta... esses gritos, ela deve estar morrendo de dor!!

Naquele momento, o chefe deu outro empurrão, a cabeça entrou à força e o grito da Karina quase ecoou por toda a balada. O chefe, olhando no espelho, agarrou a cintura da Karina e começou a enfiar mais o pau dentro dela, enquanto o cara rugia e ria ao mesmo tempo, e ela apertava as mãos e gritava descontroladamente.

K-¡¡AAAaahhhhhhhhhhhhhgggggggggggggggyyyy!! ¡¡AAAaggggggggggyyy!! Por favor, tira isso!! – ela gritava e se contorcia.

O chefe montou de novo, se acomodou o melhor possível e empurrou com força. Era incrível como aquele pauzão entrava naquela bunda tão pequena. Lá fora, o Mário e o Carlos perceberam a situação.

M- Nossa!! Olha como a mina tá se contorcendo!! Como que isso tudo cabe nela?

C- Pra falar a verdade, ele vai acabar partindo ela se continuar assim!! Que delícia que isso tá ficando, né Mário? – e dava uma cotovelada no Mário pedindo cumplicidade.

M- Siiiim, Carlos, sim, quero ver como isso vai terminar!!

O Oso, ao lado dos dois, ria e dizia:

O- Eu disse que vocês iam gostar, senhores!!

Os dois observavam, expectantes, sem perder nenhum detalhe do que o chefe fazia com a Karina.

Assim que o chefe enfiou tudo dentro da Karina, pegou ela pelo cabelo e puxou pra trás com força, dizendo:

J- Gostou? Tá tudo dentro, o que você sente agora que tá bem enfiada?

K- Tira, por favor!! Tiraaaaaaaaaaaaaaaaa!! – ela gritava histérica.

O cara olhava no espelho, curtindo como nunca, e depois colocava as mãos de novo nos quadris dela e lentamente tentava chegar até o fundo.

Enquanto isso, a Karina não aguentava mais, era insuportável pra ela. Ela sentia aquele pau rasgando tudo por dentro, sentia como ele tava duro e como arranhava seu interior. Quando ele já estava completamente dentro, rindo às gargalhadas, ele disse:

J- Já tá tudo dentro, gata!! Agora aguenta!!

E pegou de novo o cabelo longo da morena e puxou pra trás, pra começar a meter com força. Ela, de novo, balançava a cabeça de um lado pro outro, ainda... com a venda e gritava histérica cada vez mais alto

K-AAAAhhhhhyyyyyyyyyyyyy!!! aaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyhhh!!! Tira ela já!! Por favor!!! Você está me matando!!!

Mas o chefe, longe de dar ouvidos, ria e bombava com mais força, estava pirado, fora de si, olhava no espelho e ria enquanto a cavalgava.

Lá fora, Carlos e Mario observavam pasmos.

M-Não acredito, como fode esse filho da puta!!

C-Ele está acabando com ela, ela merece por ser uma vadia que só quer pica!!

Então Oso disse

O-O que acontece é que o chefe sempre toma um azulzinho pra essas ocasiões, então ele deve estar a mil, ainda mais com a gostosa que ele está cavalgando!! Olha como esses peitos balançam!!

M-Simm!! os peitos são enormes, e balançam a cada estocada que seu chefe dá.

Mario olha pra Carlos, ambos estão excitados vendo a cena.

C- Olha como ela chora... como sofre... como fazem aquele bumbum paradinho!! Essa mina me deixa com muito tesão!!

Oso lhes dizia

O- Senhores, a minhoca está bem fisgada no anzol... boa pescaria – Dizia às gargalhadas.

M- Tem razão... ela se mexe igual uma minhoca espetada... – E também ria.

Lá dentro, o Chefe gemia e resmungava como um touro a cada estocada que dava na pobre Karina, ela sentia que havia até ódio em cada investida, mas só podia gritar e esperar que o sujeito acabasse.

Naquele momento, o Chefe montando mais em cima dela, gritou

J-Agora aguenta porque vou te arrombar bem o cu!! Haha

E ali mesmo a enterrou de novo e começou a bombar como um louco. O chefe puxava seus cabelos pra trás e ria, cavalgando-a como se fosse um cavalo, de repente diminuiu o ritmo por alguns minutos, e começou outra maneira de curtir aquele bumbum, tirava quase toda e enfiava de volta até as bolas de uma só vez. Karina gritava a cada estocada

K-¡¡AaAAAhhhh!! ¡¡Ahhhhhyyy!! ¡¡AAaaaaggg!!

Karina apertava os dentes com força, nunca tinha sentido uma dor tão intensa e o pior é que sabia que naquele momento era só um um objeto para saciá-los, uma bunda sexy, algo que podiam macetar à vontade. Só pensava em que esse tormento acabasse logo.

De repente, o Chefe parou em cima dela e disse:

J- Já comi muitas vadias, mas nunca peguei uma gostosa assim... com uns peitões desses... tão cheinha de carne por todos os lados!

Depois, num movimento rápido, puxou o cabelo dela e arrancou a venda que cobria o rosto de Karina sem perceber, agarrou-a pelos quadris e com mais força voltou a uma enfiada infernal.

K- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaai... che...ga!!!... ai... aaa... meu... cu!!!... – Gritava Karina.

Lá fora, o Oso dizia:

O- Olha como ela geme... como sofre... como entrega esse cu!! Nossa, como essa gostosa me deixa com tesão!!

Mario tinha ficado gelado, rapidamente reconheceu a filha, seus olhos se encheram de lágrimas, seu coração disparou e parecia que o tempo tinha parado. Enquanto observava aquele maldito sujeito metendo nela sem piedade por trás.

O chefe continuou suas estocadas, até que parou de repente e enfiou até o fundo, esperou e gozou dentro do cu de Karina, depois tirou o pau, e do buraco começou a jorrar porra. Enquanto ele ria às gargalhadas, Karina desmaiou no chão, ficando exausta, deitada de bruços.

Mario olhava e não sabia o que fazer, as lágrimas estavam prestes a sair dos seus olhos, não podia ficar ali ou perceberiam, pensou. Então, num movimento rápido, disse:

M- Tenho que ir, amigos.

Carlos olhou para ele estranhado e se levantou com ele, Mario queria ir embora, queria sair daquele lugar na hora. Então Carlos disse:

C- Por que você vai embora, Marito? Não gostou do espetáculo, é?

M- É que preciso ir, vamos?

C- Vai lá, Mario, eu vou ficar pra ver se consigo comer um pouco dessa morena. Disse Carlos enquanto abaixava a calça e se virava para o quarto.

Mario cerrou o punho e chorou, mas não podia fazer nada. Saiu quase correndo, tentando disfarçar sua dor. Muito obrigado e como disse no começo, é minha primeira história escrita assim, espero que tenham gostado.

Por favor, peço comentários e avaliações.

Muito obrigado a

Ivan

Jhon

Karla

e se alguém quiser me ajudar a escrever e/ou editar (corrigir erros de redação, ortográficos, parágrafos, etc) Me escrevam walum7@hotmail.com

2 comentários - Gostosa no baile

muy bueno
hacete la segunda parte
Me quedé sin ideas para la segunda parte, por eso decidi dejarla acá... leo aportes