Saudações a todos, é um pouco longo, mas espero que gostem.
Preciso começar dizendo que os fatos que conto a seguir aconteceram há cerca de 4 anos. Naquela época, eu trabalhava numa empresa de transportes como chefe de um setor. A empresa tinha várias bases em diferentes cidades do país; eu moro na Cidade do México e, como meu chefe não confiava em mais ninguém para fazer meu trabalho, isso me fazia viajar constantemente entre as cidades onde ficavam os escritórios da empresa (eu e a equipe que se deslocava visitando as bases).
Por questões operacionais — e não vou entediar vocês com os detalhes —, precisamos reduzir nossas viagens para outras cidades e nos concentrar na base que ficava numa cidade litorânea. Às vezes, eu ajudava o RH aplicando exames. E foi numa dessas vezes, aplicando provas, que a vi pela primeira vez: uma baixinha linda, pele clara mas dourada pelo calor da costa, olhos grandes e cabelo escuro na altura dos ombros, meio ondulado. Ela usava uma calça jeans justinha que marcava perfeitamente a bunda redonda e carnuda, quadris largos mas sem ser exagerada, uns peitões enormes emoldurados por um decote generoso que deixava ver o sutiã meia-taça, pernas torneadas, enfim, corpo de costeira, o que mais posso dizer?
Bom, pra não alongar a introdução, só vou dizer que ela passou no processo seletivo e foi contratada.
Em toda oportunidade que eu tinha, não conseguia deixar de fazer algum comentário pra fazê-la rir. Por mim, não me considero muito bonito, então sabia que tinha poucas chances com ela (ou pelo menos era o que eu achava). Resumindo: embora todos os meus colegas tenham mostrado suas intenções, ela mandou todos eles pastar de forma educada. Mas comigo, ela sempre entrava nas brincadeiras e, em certo momento, percebi que começou a dar em cima de mim. Pela natureza do trabalho, era normal trabalhar 24 horas, 365 dias por ano; então, quando ela tinha que trabalhar à noite, eu sempre arrumava uma desculpa pra ficar até tarde "revisando alguns procedimentos", aproveitando que a atividade noturna é menor. Nessas noites, a gente aproveitava pra estreitar nosso relacionamento e geralmente terminávamos com a língua na boca um do outro e as mãos percorrendo nossos corpos, como reconhecendo o campo de batalha.
Duas semanas depois, pra surpresa de todo mundo (inclusive eu), ela era oficialmente minha namorada. Exceto pela mãe dela, o resto da família me recebeu muito bem. A mãe dela tem um negócio de aluguel de cadeiras, mesas, toalhas e tudo pra festas e eventos sociais (esse detalhe vai ser importante mais pra frente). A família toda adora ir ao cassino, eu, particularmente, acho um saco; curiosamente, o cassino que eles gostavam de ir ficava no shopping que é ao lado do hotel onde eu me hospedava.
Geralmente, eu passava pra buscá-la na casa dela e, ou a gente ficava por lá, ou íamos pro calçadão dar uma volta. Naquele dia, ela me pediu pra encontrá-la no cassino; coincidiu que eu saí cedo do escritório e quase não peguei trânsito, então cheguei direto no hotel pra deixar minhas coisas e me arrumar pra ir vê-la (muito a contragosto) no cassino. Quando cheguei lá, ela estava com a família na área do bingo, vestindo uma blusa de manga curta sem decote (literalmente fechada até o pescoço), uma minissaia jeans bem gostosa e umas sandálias daquelas com tiras compridas que amarram na panturrilha. Depois de cumprimentar todo mundo, sentei ao lado dela e ela começou a brincar com a mão na minha perna, chegando até minha virilha, aproveitando que a toalha da mesa escondia as ações dela. Quinze, talvez vinte minutos depois, ela se desculpou com os pais, dizendo que estava muito cansada (naquele dia, ela tinha saído do trabalho às 6h) e que queria ir pra casa. Apesar da carinha de dengo. da minha sogra e por insistência do pai dela, eles ficaram no cassino e nós fomos para a casa dela. Já no táxi, ela colocou a mão na minha virilha, bem em cima do meu pau, que ao sentir a mão dela ficou duro pra caralho.
Finalmente chegamos na casa dela, umas 20h, só a irmã mais velha dela estava vendo TV. Depois de cumprimentar e beber água, saímos pro quintal, onde as cadeiras, mesas e o resto do equipamento que a mãe dela alugava escondiam a vista da sala pro quintal e da rua pro quintal, criando corredores e esconderijos. Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos na bunda redonda dela, descendo de vez em quando pra acariciar a parte das coxas que a minissaia não cobria. Em cada um desses movimentos, ela soltava um gemido leve enquanto esfregava a buceta no meu pau cada vez mais quente. Em algum momento, ela enlaçou a perna esquerda na minha perna direita, colocou o braço em volta do meu pescoço, deixando livre o caminho pra minha mão subir da bunda dela pro peito esquerdo. Enquanto acariciava, lembrava como era aquela massa gostosa de carne que tantas vezes antes eu tinha visto, acariciado, mordido, chupado, sugado... De repente, nos separamos e fizemos cara de "não fui eu", enquanto a irmã dela chamava e avisava que já ia dormir. Entramos em casa pra matar tempo enquanto a irmã subia, nossos olhares se cruzavam com uma certa desesperação, os minutos pareciam eternos, só queríamos sair e continuar de onde paramos...
Depois de alguns minutos, que pra nós foram quase intermináveis, vimos finalmente a irmã dela subir as escadas e apagar a luz de cima. Ficamos só mais uns dois minutos na sala e então apagamos as luzes da sala e do quintal. Uma vez lá fora, ela perguntou:
- Quer sentar?
- Sim, claro - não estava cansado, mas aceitei.
Com o olhar, ela procurou uma cadeira e com um gesto da mão me indicou pra sentar; a cadeira era um pouco baixa, com Estrutura de vara e plástico trançado, parecida com as do filme "Homens de Preto". Logo depois, ela sentou de lado no meu colo, pronta pra continuar de onde paramos. Só que a cadeira era uma merda, não só pra mim, mas pra ela também, então a gente, rindo baixinho, decidiu trocar. Vasculhando o pátio na pouca luz que tinha, achei uma cadeira melhor. Quando mostrei pra ela, um sorrisinho safado apareceu na carinha dela, e ela fez sinal pra eu colocar num dos cantos escondidos entre as pilhas de cadeiras, mesas, tábuas e tal.
Sentei na cadeira enquanto ela ficou na minha frente.
— Tá confortável? — perguntou.
— Sim...
— Acha que aguenta a gente?
— Sim... — respondi de novo.
Devagar, ela sentou no meu colo, agora de frente pra mim. Feito um passarinho testando o ninho, deu uma reboladinha pra encaixar a bunda na altura dos meus joelhos. Os peitões dela ficaram na altura da minha boca. Ela me abraçou enquanto eu colocava as mãos na bunda redonda dela. Como se fosse a primeira vez que a gente se beijasse, nossas bocas se aproximaram devagar, enquanto nossos corpos pediam pra se sentir um no outro. Nossas línguas se misturaram num beijo longo e molhado, enquanto minhas mãos percorriam cada centímetro da bunda perfeita dela. Ela esfregava a bunda no meu colo num ritmo gostoso, e os peitos dela roçavam no meu peito, cada vez mais forte e rápido. Soltei a bunda dela pra colocar as mãos na cintura, subindo até os peitos que pulavam com o movimento do quadril. Acariciei os peitos dela por cima da blusa, sentindo as varinhas do sutiã. Como se tivesse esperando por isso, enquanto eu apertava os peitos dela com força, ela deu uma mexida rápida pra trás e pra baixo, deixando os peitos livres. Eu alternava minhas mãos entre os peitos e a bunda dela, arrancando gemidos de prazer. Enquanto eu tinha as mãos na bunda dela. começou a desabotoar a camisa que eu vestia, assim que deixou meu peito descoberto, levantou a blusa dela, deixando no ar aquele lindo par de tetas que desesperadamente procuravam minha boca; enquanto eu passava minha língua no mamilo ereto dela, com a outra mão acariciava e beliscava o outro mamilo, isso a deixava louca, ela jogava a cabeça pra trás empurrando os peitos cada vez mais pra mim.
Nossos lábios se juntaram de novo enquanto eu sentia as tetonas dela no meu peito, sem parar de me beijar, ela foi subindo até minha orelha e entre um beijo e outro me disse:
- Tô toda molhada… Quer ver?
- Sim, love…
Ela se levantou e ficou do meu lado esquerdo, com meu braço rodeei a cintura dela enquanto ela com o braço dela rodeava meu pescoço, os peitos dela subiam e desciam pela excitação de me mostrar pela primeira vez a parte mais íntima dela… devagarzinho levantou a minissaia pra me deixar ver a ppk dela delicadamente depilada e os lábios vaginais completamente molhados e docemente lubrificados. Não consegui evitar levar minha mão direita pra pussy dela, assim que sentiu meus dedos deslizando pelos sucos dela, não segurou um gemido que só me incentivou a continuar minha exploração e acelerar o ritmo com que os peitos dela subiam e desciam diante dos meus olhos.
Tirei minha mão dos lábios dela e levei meus dedos à boca pra provar aquele doce néctar. Enquanto eu degustava os líquidos vaginais dela, ela baixou a mão livre pra acariciar os próprios lábios e enchê-los daquela mel que escorria, e em seguida nossos lábios se uniram enquanto os dedos dela espalhavam entre a língua dela e a minha a mel que tinham acabado de colher. Enquanto nos beijávamos, abaixei meu braço esquerdo liberando a cintura dela, pra acariciar a bunda dela por baixo da minissaia, com a mão direita acariciei de novo a pussy dela sentindo um tremor percorrer o corpo todo dela. Com a mão esquerda me deliciei com a bunda redonda, macia e carnuda dela, percorria à vontade acariciando a rachadura dela com meus dedos. buscando a bunda apertada dela, aquela que se abriu ligeiramente quando sentiu as carícias do meu dedo médio; na frente, com a outra mão, eu não parava de estimular o clitóris dela com os próprios lábios vaginais e com meus dedos; lá em cima, nossas bocas já tinham se separado, a minha procurando os mamilos rosados dela e a dela mordendo os lábios tentando segurar os gemidos, que aumentaram em quantidade e volume quando comecei a deslizar os dedos médio e anelar dentro da buceta dela. Ela começou a fazer movimentos circulares com o quadril enquanto eu enfiava e tirava os dedos, a outra mão continuava se esbaldando na bunda dela e minha boca se revezava entre os peitos e a boca dela. Não demorou muito para o corpo dela arquear, começar a tremer de prazer e finalmente soltar um jato de fluidos que molhou minha mão por completo.
As pernas dela fraquejaram, mas consegui segurá-la pela cintura de novo com o braço esquerdo; a carinha dela refletia uma satisfação que não deixava dúvidas sobre o orgasmo que ela tinha acabado de ter. Com a respiração ofegante e uma vozinha safada, ela disse:
- Quero mais…
Virei pra olhar o relógio
- São 21h30….
- Papai e mamãe ficaram no cassino; lembra?...... só voltam lá pra 1h30 ou 2h da manhã
- Nesse caso, seus desejos são ordens, Princesa.
- Me chupa…….
Empurrei a cadeira um pouco mais pra trás, pra ela ter um lugar pra se apoiar e segurar nas mesas empilhadas, ajudei ela a subir na cadeira pra sentar no encosto, na hora o rostinho dela se iluminou e os olhos brilharam. Sentei de frente pro encosto, com cuidado passei as pernas dela por cima dos meus ombros. Dá pra sentir o corpo dela tremer quando sente minha respiração tão perto. Já na posição, começo a acariciar os lábios dela com minha língua, beijo e chupo a buceta dela, brinco com a língua no clitóris dela, as pernas dela apertam minha cabeça contra o corpo dela, cada vez mais molhado e quente; mal consigo Tirar a cabeça pra respirar, consigo ver ela acariciando os próprios peitos enquanto eu como a buceta dela. Com a bunda dela no ar, na altura das minhas mãos, fico de boa acariciando a rachadura dela, às vezes abrindo, às vezes apertando no ritmo que minha língua entra e sai da buceta dela, que também se mexe no vai e vem suave dos quadris dela sobre meus ombros.
Com minhas orelhas presas entre as coxas dela, mal consigo ouvir:
— Assim, papai... assim...
...
— Sim... Sim... Sim...
Antes que os sucos dela inundem minha boca e escorram até meu peito. Sinto ela se curvar e apoiar os peitos na minha cabeça pra descansar um pouco antes de falar:
— Agora é minha vez...
Voltei a ficar sentado na cadeira, ela tava na minha frente, já sem sutiã, ainda com a blusa mas com os peitos de fora. Se inclinou pra mim, apoiou as mãos nas minhas coxas enquanto beijava meus lábios, descia pelo pescoço e seguia pelo peito, mordiscou meus mamilos, do mesmo jeito que eu tinha feito com os dela. Se ajoelhou, desabotoou meu cinto, a calça, baixou o zíper, ergueu o olhar... Enquanto a gente se olhava nos olhos, ela enfiou a mão na minha calça, fuçou na minha cueca até achar o que queria, um sorriso safado se desenhou nela na hora que eu senti a mão dela agarrando firme meu pau duro; sem tirar os olhos de mim, puxou pra fora e começou a acariciar com a língua, primeiro a cabeça que tava prestes a explodir, depois, já sem me olhar, enfiou devagar na boca dela enquanto eu não conseguia parar de sentir a língua dela se movendo por todo meu pau, sincronizada com a mão que massageava meu membro quando saía da boca dela, pra dentro... pra fora... pra dentro... pra fora... Fiz de tudo pra aguentar, quando não dava mais, falei:
— Princesa, ainda não quero gozar
— Não se preocupa — ela disse, e entre chupadas — goza, love...
Foi um alívio imenso soltar todo aquele esperma que foi direto pra garganta dela. Continuou lambendo e chupando até deixar meu pau completamente limpo, como se nada tivesse acontecido. Teria passado. Ela se levantou e disse:
— Acho que minha irmã não vai mais acordar.
— Tem certeza? — perguntei.
— Ela tem o sono pesado...
Em seguida, tirou a blusa e a minissaia, ficou só com as sandálias (dias antes eu tinha visto ela usá-las e comentei que me deixava louco quando as colocava).
— Levanta — ela me disse.
Me levantei e abaixei minha calça junto com a cueca até os tornozelos. Ela apoiou a mão no meu peito, indicando que eu me sentasse. Ajoelhou-se de novo, colocou as mãos nas minhas nádegas e, com um movimento suave, me fez sentar na borda. Começou a chupar e acariciar meu pau de novo, só que agora tinha trocado as mãos pelos peitos. Da minha posição, dava pra ver meu pau sumindo na boca dela só pra sair e ser apertado entre aqueles peitões generosos, peitos que ela segurava com as mãos e não perdia chance de brincar, me deixando ainda mais excitado. Continuou por um tempo e, quando meu pau já tava quase no ponto, parou. Levantou-se, abriu as pernas e deu um passo até que a buceta dela ficasse exatamente em cima do meu pau, que já apontava pro teto. Pegou meu pau com a mão, massageou umas duas vezes, roçou os lábios dela com a minha cabeça e começou a enfiar devagar enquanto se sentava nas minhas pernas. Finalmente pude sentir meu pau deslizando dentro da buceta dela, que de novo tava tão molhada e lubrificada que quase não encontrou resistência. Ela balançava pra frente e pra trás, sem perder o ritmo nem a cadência, alternando o vai e vem com movimentos circulares, depois semicirculares, aí desenhando um oito com o quadril, de novo pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo, suave, devagar. Arqueou-se pra trás pra apoiar as mãos nos meus joelhos, deixando os peitos à mercê da minha língua e a bunda à mercê das minhas mãos. Ela já não disfarçava os gemidos, nem eu os meus. Continuamos nos mexendo até que nossos gemidos avisaram que estávamos prestes a gozar os dois. Por um instante, pensei em terminar fora, mas... Ela balançou a cabeça de leve e, com o olhar, me fez entender que queria que gozássemos juntos. Instantes depois, os dois terminamos praticamente ao mesmo tempo. Ficamos sentados por um momento, curtindo o contato entre nossos corpos nus.
— Meu amor... foi tudo tão gostoso, mas...
— Mas...? — perguntei.
— Você ainda não me comeu por trás... — disse entre risadinhas quase inaudíveis no meu ouvido.
Um pouco mais tarde, estávamos do lado de fora da casa dela. Eu a abraçava por trás, com os braços em volta da barriga dela e a cabeça apoiada no ombro dela. Escutava atentamente o que ela dizia enquanto sentia ela gesticular no ar ao falar. Fiquei de olhos fechados o tempo todo, então nem percebi quando os pais dela chegaram, até ouvir:
— Gente, já é tarde.
— Sim, mãe, a gente já estava se despedindo.
Abri os olhos assustado e me afastei. Ela rapidamente apertou os braços para eu não soltar, enquanto também apertava a bunda dela para o meu pau não escorregar pra fora da buceta. O pai dela desceu do carro e passou a uns três passos de nós, dizendo:
— Não demora — e pra mim — Boa noite.
— Sim, pai, já vou — respondeu ela.
Quando o pai dela entrou, ela virou a cabeça e, entre mordidas e beijos nos meus lábios, disse:
— Já ouviu o papai, tem cinco minutos pra gozar. Hahahahahaha.
Até hoje eu acho que: ou os pais dela vinham bêbados e sem dormir do cassino, ou a gente realmente parecia dois namorados se abraçando inocentemente.
Preciso começar dizendo que os fatos que conto a seguir aconteceram há cerca de 4 anos. Naquela época, eu trabalhava numa empresa de transportes como chefe de um setor. A empresa tinha várias bases em diferentes cidades do país; eu moro na Cidade do México e, como meu chefe não confiava em mais ninguém para fazer meu trabalho, isso me fazia viajar constantemente entre as cidades onde ficavam os escritórios da empresa (eu e a equipe que se deslocava visitando as bases).
Por questões operacionais — e não vou entediar vocês com os detalhes —, precisamos reduzir nossas viagens para outras cidades e nos concentrar na base que ficava numa cidade litorânea. Às vezes, eu ajudava o RH aplicando exames. E foi numa dessas vezes, aplicando provas, que a vi pela primeira vez: uma baixinha linda, pele clara mas dourada pelo calor da costa, olhos grandes e cabelo escuro na altura dos ombros, meio ondulado. Ela usava uma calça jeans justinha que marcava perfeitamente a bunda redonda e carnuda, quadris largos mas sem ser exagerada, uns peitões enormes emoldurados por um decote generoso que deixava ver o sutiã meia-taça, pernas torneadas, enfim, corpo de costeira, o que mais posso dizer?
Bom, pra não alongar a introdução, só vou dizer que ela passou no processo seletivo e foi contratada.
Em toda oportunidade que eu tinha, não conseguia deixar de fazer algum comentário pra fazê-la rir. Por mim, não me considero muito bonito, então sabia que tinha poucas chances com ela (ou pelo menos era o que eu achava). Resumindo: embora todos os meus colegas tenham mostrado suas intenções, ela mandou todos eles pastar de forma educada. Mas comigo, ela sempre entrava nas brincadeiras e, em certo momento, percebi que começou a dar em cima de mim. Pela natureza do trabalho, era normal trabalhar 24 horas, 365 dias por ano; então, quando ela tinha que trabalhar à noite, eu sempre arrumava uma desculpa pra ficar até tarde "revisando alguns procedimentos", aproveitando que a atividade noturna é menor. Nessas noites, a gente aproveitava pra estreitar nosso relacionamento e geralmente terminávamos com a língua na boca um do outro e as mãos percorrendo nossos corpos, como reconhecendo o campo de batalha.
Duas semanas depois, pra surpresa de todo mundo (inclusive eu), ela era oficialmente minha namorada. Exceto pela mãe dela, o resto da família me recebeu muito bem. A mãe dela tem um negócio de aluguel de cadeiras, mesas, toalhas e tudo pra festas e eventos sociais (esse detalhe vai ser importante mais pra frente). A família toda adora ir ao cassino, eu, particularmente, acho um saco; curiosamente, o cassino que eles gostavam de ir ficava no shopping que é ao lado do hotel onde eu me hospedava.
Geralmente, eu passava pra buscá-la na casa dela e, ou a gente ficava por lá, ou íamos pro calçadão dar uma volta. Naquele dia, ela me pediu pra encontrá-la no cassino; coincidiu que eu saí cedo do escritório e quase não peguei trânsito, então cheguei direto no hotel pra deixar minhas coisas e me arrumar pra ir vê-la (muito a contragosto) no cassino. Quando cheguei lá, ela estava com a família na área do bingo, vestindo uma blusa de manga curta sem decote (literalmente fechada até o pescoço), uma minissaia jeans bem gostosa e umas sandálias daquelas com tiras compridas que amarram na panturrilha. Depois de cumprimentar todo mundo, sentei ao lado dela e ela começou a brincar com a mão na minha perna, chegando até minha virilha, aproveitando que a toalha da mesa escondia as ações dela. Quinze, talvez vinte minutos depois, ela se desculpou com os pais, dizendo que estava muito cansada (naquele dia, ela tinha saído do trabalho às 6h) e que queria ir pra casa. Apesar da carinha de dengo. da minha sogra e por insistência do pai dela, eles ficaram no cassino e nós fomos para a casa dela. Já no táxi, ela colocou a mão na minha virilha, bem em cima do meu pau, que ao sentir a mão dela ficou duro pra caralho.
Finalmente chegamos na casa dela, umas 20h, só a irmã mais velha dela estava vendo TV. Depois de cumprimentar e beber água, saímos pro quintal, onde as cadeiras, mesas e o resto do equipamento que a mãe dela alugava escondiam a vista da sala pro quintal e da rua pro quintal, criando corredores e esconderijos. Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos na bunda redonda dela, descendo de vez em quando pra acariciar a parte das coxas que a minissaia não cobria. Em cada um desses movimentos, ela soltava um gemido leve enquanto esfregava a buceta no meu pau cada vez mais quente. Em algum momento, ela enlaçou a perna esquerda na minha perna direita, colocou o braço em volta do meu pescoço, deixando livre o caminho pra minha mão subir da bunda dela pro peito esquerdo. Enquanto acariciava, lembrava como era aquela massa gostosa de carne que tantas vezes antes eu tinha visto, acariciado, mordido, chupado, sugado... De repente, nos separamos e fizemos cara de "não fui eu", enquanto a irmã dela chamava e avisava que já ia dormir. Entramos em casa pra matar tempo enquanto a irmã subia, nossos olhares se cruzavam com uma certa desesperação, os minutos pareciam eternos, só queríamos sair e continuar de onde paramos...
Depois de alguns minutos, que pra nós foram quase intermináveis, vimos finalmente a irmã dela subir as escadas e apagar a luz de cima. Ficamos só mais uns dois minutos na sala e então apagamos as luzes da sala e do quintal. Uma vez lá fora, ela perguntou:
- Quer sentar?
- Sim, claro - não estava cansado, mas aceitei.
Com o olhar, ela procurou uma cadeira e com um gesto da mão me indicou pra sentar; a cadeira era um pouco baixa, com Estrutura de vara e plástico trançado, parecida com as do filme "Homens de Preto". Logo depois, ela sentou de lado no meu colo, pronta pra continuar de onde paramos. Só que a cadeira era uma merda, não só pra mim, mas pra ela também, então a gente, rindo baixinho, decidiu trocar. Vasculhando o pátio na pouca luz que tinha, achei uma cadeira melhor. Quando mostrei pra ela, um sorrisinho safado apareceu na carinha dela, e ela fez sinal pra eu colocar num dos cantos escondidos entre as pilhas de cadeiras, mesas, tábuas e tal.
Sentei na cadeira enquanto ela ficou na minha frente.
— Tá confortável? — perguntou.
— Sim...
— Acha que aguenta a gente?
— Sim... — respondi de novo.
Devagar, ela sentou no meu colo, agora de frente pra mim. Feito um passarinho testando o ninho, deu uma reboladinha pra encaixar a bunda na altura dos meus joelhos. Os peitões dela ficaram na altura da minha boca. Ela me abraçou enquanto eu colocava as mãos na bunda redonda dela. Como se fosse a primeira vez que a gente se beijasse, nossas bocas se aproximaram devagar, enquanto nossos corpos pediam pra se sentir um no outro. Nossas línguas se misturaram num beijo longo e molhado, enquanto minhas mãos percorriam cada centímetro da bunda perfeita dela. Ela esfregava a bunda no meu colo num ritmo gostoso, e os peitos dela roçavam no meu peito, cada vez mais forte e rápido. Soltei a bunda dela pra colocar as mãos na cintura, subindo até os peitos que pulavam com o movimento do quadril. Acariciei os peitos dela por cima da blusa, sentindo as varinhas do sutiã. Como se tivesse esperando por isso, enquanto eu apertava os peitos dela com força, ela deu uma mexida rápida pra trás e pra baixo, deixando os peitos livres. Eu alternava minhas mãos entre os peitos e a bunda dela, arrancando gemidos de prazer. Enquanto eu tinha as mãos na bunda dela. começou a desabotoar a camisa que eu vestia, assim que deixou meu peito descoberto, levantou a blusa dela, deixando no ar aquele lindo par de tetas que desesperadamente procuravam minha boca; enquanto eu passava minha língua no mamilo ereto dela, com a outra mão acariciava e beliscava o outro mamilo, isso a deixava louca, ela jogava a cabeça pra trás empurrando os peitos cada vez mais pra mim.
Nossos lábios se juntaram de novo enquanto eu sentia as tetonas dela no meu peito, sem parar de me beijar, ela foi subindo até minha orelha e entre um beijo e outro me disse:
- Tô toda molhada… Quer ver?
- Sim, love…
Ela se levantou e ficou do meu lado esquerdo, com meu braço rodeei a cintura dela enquanto ela com o braço dela rodeava meu pescoço, os peitos dela subiam e desciam pela excitação de me mostrar pela primeira vez a parte mais íntima dela… devagarzinho levantou a minissaia pra me deixar ver a ppk dela delicadamente depilada e os lábios vaginais completamente molhados e docemente lubrificados. Não consegui evitar levar minha mão direita pra pussy dela, assim que sentiu meus dedos deslizando pelos sucos dela, não segurou um gemido que só me incentivou a continuar minha exploração e acelerar o ritmo com que os peitos dela subiam e desciam diante dos meus olhos.
Tirei minha mão dos lábios dela e levei meus dedos à boca pra provar aquele doce néctar. Enquanto eu degustava os líquidos vaginais dela, ela baixou a mão livre pra acariciar os próprios lábios e enchê-los daquela mel que escorria, e em seguida nossos lábios se uniram enquanto os dedos dela espalhavam entre a língua dela e a minha a mel que tinham acabado de colher. Enquanto nos beijávamos, abaixei meu braço esquerdo liberando a cintura dela, pra acariciar a bunda dela por baixo da minissaia, com a mão direita acariciei de novo a pussy dela sentindo um tremor percorrer o corpo todo dela. Com a mão esquerda me deliciei com a bunda redonda, macia e carnuda dela, percorria à vontade acariciando a rachadura dela com meus dedos. buscando a bunda apertada dela, aquela que se abriu ligeiramente quando sentiu as carícias do meu dedo médio; na frente, com a outra mão, eu não parava de estimular o clitóris dela com os próprios lábios vaginais e com meus dedos; lá em cima, nossas bocas já tinham se separado, a minha procurando os mamilos rosados dela e a dela mordendo os lábios tentando segurar os gemidos, que aumentaram em quantidade e volume quando comecei a deslizar os dedos médio e anelar dentro da buceta dela. Ela começou a fazer movimentos circulares com o quadril enquanto eu enfiava e tirava os dedos, a outra mão continuava se esbaldando na bunda dela e minha boca se revezava entre os peitos e a boca dela. Não demorou muito para o corpo dela arquear, começar a tremer de prazer e finalmente soltar um jato de fluidos que molhou minha mão por completo.
As pernas dela fraquejaram, mas consegui segurá-la pela cintura de novo com o braço esquerdo; a carinha dela refletia uma satisfação que não deixava dúvidas sobre o orgasmo que ela tinha acabado de ter. Com a respiração ofegante e uma vozinha safada, ela disse:
- Quero mais…
Virei pra olhar o relógio
- São 21h30….
- Papai e mamãe ficaram no cassino; lembra?...... só voltam lá pra 1h30 ou 2h da manhã
- Nesse caso, seus desejos são ordens, Princesa.
- Me chupa…….
Empurrei a cadeira um pouco mais pra trás, pra ela ter um lugar pra se apoiar e segurar nas mesas empilhadas, ajudei ela a subir na cadeira pra sentar no encosto, na hora o rostinho dela se iluminou e os olhos brilharam. Sentei de frente pro encosto, com cuidado passei as pernas dela por cima dos meus ombros. Dá pra sentir o corpo dela tremer quando sente minha respiração tão perto. Já na posição, começo a acariciar os lábios dela com minha língua, beijo e chupo a buceta dela, brinco com a língua no clitóris dela, as pernas dela apertam minha cabeça contra o corpo dela, cada vez mais molhado e quente; mal consigo Tirar a cabeça pra respirar, consigo ver ela acariciando os próprios peitos enquanto eu como a buceta dela. Com a bunda dela no ar, na altura das minhas mãos, fico de boa acariciando a rachadura dela, às vezes abrindo, às vezes apertando no ritmo que minha língua entra e sai da buceta dela, que também se mexe no vai e vem suave dos quadris dela sobre meus ombros.
Com minhas orelhas presas entre as coxas dela, mal consigo ouvir:
— Assim, papai... assim...
...
— Sim... Sim... Sim...
Antes que os sucos dela inundem minha boca e escorram até meu peito. Sinto ela se curvar e apoiar os peitos na minha cabeça pra descansar um pouco antes de falar:
— Agora é minha vez...
Voltei a ficar sentado na cadeira, ela tava na minha frente, já sem sutiã, ainda com a blusa mas com os peitos de fora. Se inclinou pra mim, apoiou as mãos nas minhas coxas enquanto beijava meus lábios, descia pelo pescoço e seguia pelo peito, mordiscou meus mamilos, do mesmo jeito que eu tinha feito com os dela. Se ajoelhou, desabotoou meu cinto, a calça, baixou o zíper, ergueu o olhar... Enquanto a gente se olhava nos olhos, ela enfiou a mão na minha calça, fuçou na minha cueca até achar o que queria, um sorriso safado se desenhou nela na hora que eu senti a mão dela agarrando firme meu pau duro; sem tirar os olhos de mim, puxou pra fora e começou a acariciar com a língua, primeiro a cabeça que tava prestes a explodir, depois, já sem me olhar, enfiou devagar na boca dela enquanto eu não conseguia parar de sentir a língua dela se movendo por todo meu pau, sincronizada com a mão que massageava meu membro quando saía da boca dela, pra dentro... pra fora... pra dentro... pra fora... Fiz de tudo pra aguentar, quando não dava mais, falei:
— Princesa, ainda não quero gozar
— Não se preocupa — ela disse, e entre chupadas — goza, love...
Foi um alívio imenso soltar todo aquele esperma que foi direto pra garganta dela. Continuou lambendo e chupando até deixar meu pau completamente limpo, como se nada tivesse acontecido. Teria passado. Ela se levantou e disse:
— Acho que minha irmã não vai mais acordar.
— Tem certeza? — perguntei.
— Ela tem o sono pesado...
Em seguida, tirou a blusa e a minissaia, ficou só com as sandálias (dias antes eu tinha visto ela usá-las e comentei que me deixava louco quando as colocava).
— Levanta — ela me disse.
Me levantei e abaixei minha calça junto com a cueca até os tornozelos. Ela apoiou a mão no meu peito, indicando que eu me sentasse. Ajoelhou-se de novo, colocou as mãos nas minhas nádegas e, com um movimento suave, me fez sentar na borda. Começou a chupar e acariciar meu pau de novo, só que agora tinha trocado as mãos pelos peitos. Da minha posição, dava pra ver meu pau sumindo na boca dela só pra sair e ser apertado entre aqueles peitões generosos, peitos que ela segurava com as mãos e não perdia chance de brincar, me deixando ainda mais excitado. Continuou por um tempo e, quando meu pau já tava quase no ponto, parou. Levantou-se, abriu as pernas e deu um passo até que a buceta dela ficasse exatamente em cima do meu pau, que já apontava pro teto. Pegou meu pau com a mão, massageou umas duas vezes, roçou os lábios dela com a minha cabeça e começou a enfiar devagar enquanto se sentava nas minhas pernas. Finalmente pude sentir meu pau deslizando dentro da buceta dela, que de novo tava tão molhada e lubrificada que quase não encontrou resistência. Ela balançava pra frente e pra trás, sem perder o ritmo nem a cadência, alternando o vai e vem com movimentos circulares, depois semicirculares, aí desenhando um oito com o quadril, de novo pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo, suave, devagar. Arqueou-se pra trás pra apoiar as mãos nos meus joelhos, deixando os peitos à mercê da minha língua e a bunda à mercê das minhas mãos. Ela já não disfarçava os gemidos, nem eu os meus. Continuamos nos mexendo até que nossos gemidos avisaram que estávamos prestes a gozar os dois. Por um instante, pensei em terminar fora, mas... Ela balançou a cabeça de leve e, com o olhar, me fez entender que queria que gozássemos juntos. Instantes depois, os dois terminamos praticamente ao mesmo tempo. Ficamos sentados por um momento, curtindo o contato entre nossos corpos nus.
— Meu amor... foi tudo tão gostoso, mas...
— Mas...? — perguntei.
— Você ainda não me comeu por trás... — disse entre risadinhas quase inaudíveis no meu ouvido.
Um pouco mais tarde, estávamos do lado de fora da casa dela. Eu a abraçava por trás, com os braços em volta da barriga dela e a cabeça apoiada no ombro dela. Escutava atentamente o que ela dizia enquanto sentia ela gesticular no ar ao falar. Fiquei de olhos fechados o tempo todo, então nem percebi quando os pais dela chegaram, até ouvir:
— Gente, já é tarde.
— Sim, mãe, a gente já estava se despedindo.
Abri os olhos assustado e me afastei. Ela rapidamente apertou os braços para eu não soltar, enquanto também apertava a bunda dela para o meu pau não escorregar pra fora da buceta. O pai dela desceu do carro e passou a uns três passos de nós, dizendo:
— Não demora — e pra mim — Boa noite.
— Sim, pai, já vou — respondeu ela.
Quando o pai dela entrou, ela virou a cabeça e, entre mordidas e beijos nos meus lábios, disse:
— Já ouviu o papai, tem cinco minutos pra gozar. Hahahahahaha.
Até hoje eu acho que: ou os pais dela vinham bêbados e sem dormir do cassino, ou a gente realmente parecia dois namorados se abraçando inocentemente.
2 comentários - No quintal da casa dela