De Esposa Inocente a Atriz Pornô
Olá, sou o Oscar e tenho 43 anos. Sou casado com a Mônica há 14 anos e fomos muito felizes todo esse tempo. Desde que nos conhecemos, sempre curtimos o sexo e, embora no começo ela fosse bem inocente e relutante com todo tipo de prática "diferente", com o tempo foi se soltando e aprendeu a gostar das brincadeiras, do sexo oral e, principalmente, do sexo anal.
Nossa vida sexual sempre foi normal, transamos quase todo dia e realmente nos divertimos muito juntos. Mesmo que ela sempre resista a curtir as fantasias sexuais — não que não as tenha — ela ouviu as minhas, onde ela transa com um grupo de homens. E, embora ela fique meio incomodada, já percebi como ela se excita com minhas histórias.
Este ano, por causa do aniversário dela, depois de pensar bem, resolvi colocar em prática um plano perfeitamente traçado para surpreendê-la. Há algum tempo, por ser fã de pornografia, mantenho contato por e-mail com o Mike, um produtor de filmes pornô que viaja o mundo atrás de mulheres sem experiência na área. Os vídeos dele são fascinantes e têm uma qualidade muito boa na preparação e nas imagens. O Mike é um moreno americano e trabalha com um grupo de morenos bem dotados que fazem o trabalho deles perfeitamente. Por isso, quando contei meu desejo, eles ficaram muito interessados, já que não só não conheciam a cidade onde moro, mas todo o país sempre foi uma área inacessível para o trabalho deles.
Eles me pediram para enviar fotos de alguns lugares da minha cidade para saber que tipo de trabalho poderiam fazer e, claro, também pediram se eu tinha fotos da minha esposa nua para conhecê-la.
Quando enviei o que pediram, a resposta não demorou. Eles ficaram encantados com a beleza do lugar e se surpreenderam positivamente com as fotos da Mônica. Ela é uma mulher de estatura baixa, 1,50 m. Mas muito bem feita, tem uns peitos médios, tamanho 95, mas muito bem formados, com uns bicos lindos rodeados por uma auréola pequena, uma cintura fina e uns quadris muito bons, com uma bunda quase perfeita. Como eles ficaram muito empolgados com a minha esposa, decidi mandar mais fotos dela transando comigo e também uns segredinhos pra ela se soltar, o que deixou eles ainda mais animados.
Depois de duas semanas nos falando quase todo dia, me avisaram que chegavam na minha cidade em dois dias e combinamos de nos encontrar no centro. Eu tava muito empolgado, mas também meio assustado, porque não sabia se ia dar certo. Quando a gente se encontrou num café no centro, o Mike me apresentou o grupo de trabalho dele e a gente começou a traçar o plano; a ideia era interceptar a Mônica no centro e tentar convencer ela lá. Eles pesquisaram como era minha situação social e financeira e me disseram que, como ela era o tipo de mulher que procuravam e gostaram muito dela, estavam dispostos a pagar até U$S 10.000 pra conseguir o objetivo. Depois que o plano foi traçado, a gente se preparou pra executar e se despediu até o dia seguinte, que seria o encontro.
Aquela noite eu quase não consegui dormir de nervoso, porque minha cabeça não parava de pensar como a Mônica reagiria àquela situação. Mesmo pela criação e pelas crenças religiosas dela, embora ela não dissesse, eu sabia como ela ficava excitada toda vez que eu contava minhas fantasias. Falei pra Mônica que trabalhava no dia seguinte e convenci ela a ir comprar umas coisas pra mim no centro. Como eu trabalho num serviço de ambulância, ela teria o dia todo livre, e o Mike e os amigos dele teriam tempo suficiente pra fazer o trabalho deles.
Levantei às seis da manhã e saí como sempre, só que em vez de ir pro trabalho, encontrei o Mike, que já tinha tudo preparado. Eles tinham duas caminhonetes, uma no em que eles se deslocavam e outra de acompanhamento equipada com equipamentos de transmissão móvel. Lá pelas 10 encontramos a Mônica fazendo compras no centro, o Mike e um dos caras foram direto nela:
– Oi, sou o Mike – ele cumprimentou
– Oi – ela respondeu
– Olha, a gente não é daqui e precisa da sua ajuda – ele disse num castelhano perfeito
– Não sei no que posso ajudar vocês – ela respondeu
– É que por causa das leis dessa cidade, não conseguimos achar um puteiro
– Nisso não posso ajudar – ela disse meio irritada ao entender onde a conversa ia dar e tentou desviar deles e seguir caminho.
– Não se ofende – disse Mike se colocando na frente dela de novo – mas a gente viu que você é muito gostosa e podemos te oferecer uma grana boa
– É difícil não se ofender com essa proposta – ela respondeu
– Eu sei, mas não interpreta mal, a gente só quer achar uma solução pro nosso problema
– Então não contem comigo – ela disse
– Olha, a gente conhece a situação econômica do país e estamos dispostos a te dar 80 mil se você ajudar
– É brincadeira, né? – ela perguntou – Quem pagaria tanto dinheiro pra ficar com uma mulher como eu?
– O que acontece é que na minha cidade um homem gasta uns 2 mil dólares num encontro desses, e como somos cinco, a conta é fácil e pelo câmbio dá o dinheiro que a gente falou.
– Cinco? – ela disse surpresa – Tão loucos ou o quê? – continuou
– Olha, que tal a gente tomar alguma coisa, conversar, se conhecer um pouco mais e depois, se quiser, pode ir embora
– Tá bom – ela disse – mas a gente toma algo e eu vou
– Beleza – respondeu Mike enquanto abria a porta da caminhonete pra ela entrar.
Uma vez dentro da caminhonete, Mike apresentou os amigos e foram pra um bar no meio de uma galeria, pediram umas cervejas, porque eu tinha contado que a Mônica ficava mais solta depois de tomar umas. Continuaram conversando por mais de uma hora e, quando perceberam que ela já tava mais à vontade Relaxada, Mike voltou à carga:
—Bom, Mônica, já viu que não somos nem maníacos, nem assassinos, nem nada estranho, somos homens normais. Por que não pensa direitinho na nossa proposta?
—É que eu não sou esse tipo de mulher — respondeu ela.
—A gente sabe, mas você também é uma mulher muito gostosa, muito simpática e agradável, e queremos te ajudar também. Imagina tudo que você pode fazer com esse dinheiro.
—A verdade é que esse dinheiro cairia muito bem, mas sou uma mulher casada e estou muito apaixonada pelo meu marido.
—Mas não estamos pedindo pra você se separar, só queremos ficar com você hoje, porque amanhã já voltamos pra nossa cidade.
—Mas não posso fazer isso com ele, como vou olhar na cara dele? E como vou justificar o dinheiro?
—Sem dúvida ele vai curtir sua mudança, e pelo dinheiro você pode dizer que achou.
—Não sei, não tenho certeza.
—Vamos, topa. Podemos te ensinar muitas coisas que ele com certeza vai adorar. Vocês praticam sexo oral ou anal quando estão juntos?
—Sim, claro, mas tenho vergonha de falar sobre isso.
—Vamos, pensa no dinheiro e no que você poderia fazer com ele. Olha, vamos fazer uma coisa: que tal estabelecermos uma escala de valores? Te damos 20 mil pra te filmar, 20 mil pra você ficar nua e deixar a gente te tocar. 20 mil por sexo oral, 20 mil pra deixar a gente te penetrar e mais 20 mil se a gente fizer sexo anal. Você decide até onde vai, e na hora que quiser, pode ir embora. A gente fica feliz com o que você decidir.
Ela pensou por um momento, dava pra ver o quanto estava dividida. Precisava do dinheiro e a ideia já tinha começado a excitá-la, mas nunca tinha sido infiel e não sabia como ia encarar o marido.
—Tá bom — disse ela —, mas quando eu decidir, vou embora.
—Claro — respondeu Mike. — Nosso apartamento é neste prédio, vamos subir.
Subiram no elevador e foram até o último andar. Chegaram no quarto, entraram, acenderam as luzes, sentaram num sofá e Mike ofereceu outra cerveja.
—Se eu beber mais, não vou aguentar. —se controlar —disse ela
—então não se controla —respondi
—melhor não
—como quiser, então pega esses 40 mil, deixa eu ligar as câmeras, fica aí no meio e começa a se despir no ritmo da música, bem devagar
—tá bom
Mike colocou a música, ligou as câmeras e voltou a se sentar no sofá, enquanto do quarto ao lado observava tudo por um monte de monitores. Ela se levantou, se posicionou no meio e começou a dançar no ritmo, iniciando o streap tease. Tirou primeiro a blusa branca, deixando à mostra o sutiã de copa, depois soltou a calça e começou a abaixá-la devagar, girando e virando de costas pros caras. Quando viram a calcinha fio dental preta estilo Booty less, começaram a acariciar ela suavemente. Assim que tirou a calça, Mike se aproximou, abraçou ela e beijou. Os caras se despirem rapidinho, deixando os paus enormes à mostra. Ela se surpreendeu ao ver, porque, apesar de eu ter um pau bem grande, nunca tinha visto um do tamanho daqueles, e muito menos cinco. Eles se aproximaram e continuaram tocando ela, deixando que ela também tocasse neles, e que Mike também se despisse. O pau dele era ainda maior que os outros, e ela não conseguiu evitar um suspiro ao ver. As mãos dos caras faziam o trabalho perfeitamente, tiraram o sutiã e a calcinha dela, deixando ela completamente nua, e Mônica já estava bem excitada. Mike virou pra calça dele, pegou outro maço de notas e ofereceu pra ela. Mônica pegou, porque queria provar o gosto daqueles paus enormes. Foi até a bolsa, guardou o dinheiro, enquanto eles se sentavam de novo no sofá. Ela se ajoelhou na frente de Mike, pegou o pau dele com as mãos, acariciou e, com movimentos circulares, passou a língua na cabeça enorme. Depois, percorreu ele todo, pensando como ia fazer pra enfiar uma coisa daquelas na boca. Tomou fôlego e começou a engolir devagar, dava pra ver o esforço que ela tava fazendo. abrindo ao máximo a boca, até conseguir, Mike jogou a cabeça dela para trás num espasmo, sem dúvida ela fazia muito bem o serviço dela. Um dos outros caras se deitou no chão, enfiando a cabeça entre as pernas da Mônica e começou a lamber a buceta dela, que já estava bem molhada. A língua se movia muito bem, então ela começou a gemer de prazer, sem parar de chupar a pica do Mike. Os outros caras continuavam acariciando os peitos e as costas dela enquanto se masturbavam. Mike cedeu o lugar pra outro, e com a língua estimulou o cu da Mônica, que teve o primeiro orgasmo, enquanto ela continuava chupando picas diferentes. Mike voltou mais uma vez até a calça dele, pegou outro maço de notas e entregou pra Mônica, que guardou tudo na bolsa apressada. Sem dúvida, ela tava com vontade de sentir aqueles membros enormes dentro dela. Ela se ajoelhou de novo e continuou mamando nas picas deles. Mike se posicionou atrás dela, encostou a glande nos lábios da buceta e parou. Ela interrompeu a mamada, virou a cabeça e olhou pro Mike, dando o sinal verde pro que vinha. Ele entendeu o olhar e começou a empurrar devagar, suave mas firme. Mônica começou a ofegar, abaixou a cabeça e levantou ainda mais o quadril pra facilitar o trabalho do Mike, que começou a se mover ritmicamente pra trás e pra frente, fazendo com que a cada estocada Mônica gemesse numa mistura de dor e prazer, enquanto trocava de pica pra chupar. Mike continuou se movendo por uns momentos até que os espasmos na barriga da Mônica entregaram o segundo orgasmo dela. Mike cedeu o lugar pra outro parceiro e se posicionou de novo na frente dela, que ao vê-lo largou imediatamente a pica que tava na boca e se dedicou a mamar aquele enorme falo que tinha dado tanto prazer há pouco, enquanto Mônica se sentava de costas em outra pica enorme e começava a pular em cima dela, quase tirando tudo pra depois enterrar de novo por completo, jogando a cabeça pra trás. permitir que quemetesse o pau na boca dela pudesse chegar até o fundo da garganta, um por um foram trocando de lugar na buceta dela e na boca, depois de um tempo Mike saiu e foi pegar o último maço de notas, mostrou pra Mônica e perguntou se guardava na bolsa dela, ela concordou com um movimento de cabeça, já que estava montada de pernas abertas num pau enorme enquanto as outras três em volta esperavam a vez de serem chupadas, ele guardou o dinheiro, se aproximou dela, pegou pela cintura e colocou ela de joelhos de novo, lambeu o cu dela pra lubrificar e dilatar, segurou o pau com uma mão e com a outra afastou mais as nádegas de Mônica, encostou o membro nela e começou a empurrar devagar, as câmeras deixavam eu ver como aos poucos o cu dela ia se abrindo e expandindo pra envolver a cabeça do pau de Mike, que não parou de empurrar, ela soltou um gemido de dor, mas ele continuou empurrando até que finalmente entrou, os movimentos dele eram lentos no começo e depois foram pegando ritmo até ela relaxar, era impressionante ver como aquele pau enorme tinha se aberto caminho pelo cuzinho apertado dela, às vezes ela colocava a mão na barriga do Mike como quem diz que não cabia mais, devia sentir no estômago, logo os movimentos de Mônica foram se sincronizando com os de Mike, que já não aguentou mais e de repente ficou imóvel, deixando todo o esperma inundar o cu de Mônica, que ao sentir aquele jorro quente se deixou levar no terceiro orgasmo dela, Mike tirou o pau do cu dela e ela pegou de novo pra chupar e limpar os restos de líquido, fazendo ele voltar ao tamanho normal, coisa que não demorou nada, enquanto o resto dos caras iam tomando lugar no cu já bem dilatado de Mônica, que foi passando de uma posição pra outra, de joelhos, montada, sentada ou de quatro, mas sempre com um pau enfiando na bunda dela. Mike se Sentou no sofá, deu um tapinha nas costas da Mônica mandando ela sentar em cima dele, ela obedeceu na hora, pegou a pica do Mike com as mãos, apontou pro cuzinho dela e, apoiando o corpo, deixou a pica enorme entrar de uma vez só na bunda dela. A força do movimento foi tanta que quase enfiou até as bolas, fazendo ela soltar um gemido profundo. Ela subia e descia na pica do Mike com tanta força que, cada vez que descia, as bolas dele batiam nos glúteos dela, fazendo um barulho de palma. Eu não acreditava no que via, porque toda vez que eu transava anal com a Mônica, ela reclamava quando eu empurrava um pouco mais, e a pica do Mike era bem mais comprida e grossa que a minha, mas agora era ela quem parecia querer enfiar cada vez mais fundo. Sem dúvida, ela tava gozando como nunca. O Mike pegou a Mônica pelos ombros, forçando ela a deitar as costas no peito dele, depois segurou as pernas dela, abriu e levantou a bunda da Mônica, tirando a pica e me deixando ver o quanto o cuzinho dela tava dilatado. A imagem foi tão foda que quase gozei só de olhar. Quando ele enfiou de novo, um dos caras aproveitou a situação, ficou de pé entre as pernas da Mônica e meteu a pica na boceta dela. A Mônica tava adorando a primeira dupla penetração dela e agradecia com gemidos fortíssimos. O movimento dos dois caras dentro dela provocou um novo orgasmo, e ela já tinha perdido não só a conta dos orgasmos, mas também todo o controle. Outro dos caras que tava curtindo o boquete foda da Mônica sentou do lado dela, ela montou nele, enfiando a pica enorme na boceta, enquanto o cuzinho dela era penetrado por outro pauzão. Depois que todos se posicionaram nos dois buracos da Mônica, ela ficou de joelhos no chão com o peito no sofá, e um por um foram metendo no cuzinho dela, bombando com força até soltar todo o leite dentro. do cu dela, que já no segundo começou a jorrar porra, um jorro que virou quase um rio quando os cinco caras soltaram a carga deles.
Assim que todos terminaram, ela se levantou e foi pro banheiro, deu pra ouvir o barulho do chuveiro, todo mundo achou que tinha acabado, então os caras que estavam no quarto comigo gravando tudo começaram a editar o material, enquanto comentavam como o conteúdo era bom e como minha esposa fodia bem. Os comentários deles me deixaram meio ciumento, mas ao mesmo tempo me excitavam, porque ninguém ali conseguia acreditar no que tinha visto, mas a surpresa foi ainda maior quando vimos a Mônica sair do banheiro completamente pelada, pegar o Mike pela mão e dizer:
— Bom, agora a segunda rodada é por minha conta. Falou enquanto ia pra cama, onde se jogou de costas abrindo as pernas pro Mike meter nela, o que ele não hesitou em fazer, enquanto ela começava a chupar os outros paus pra deixar tudo duro. Depois de um tempinho nessa função, o Mike cedeu o lugar pra outro e depois pra outro até que os cinco comeram ela enquanto ela gozava de novo. Aí ela ficou de joelhos e foi a vez da bunda dela receber a atenção de todo mundo, depois que todos comeram ela, ela montou em um pra fazer um sanduíche de novo e ela gozava igual uma puta de verdade, uma posição e depois outra até que todos puderam aproveitar a buceta gostosa dela e o cu dela, fazendo ela gozar uma atrás da outra, e quando já tavam quase lá, ela começou a cavalgar neles, que é a posição favorita dela, até espremer os paus deles que esvaziaram todo o leite dentro da buceta dela, e quando todos tinham gozado dentro, ela se levantou e, de frente pra uma câmera, ofegou até que todo o líquido que tava dentro começou a sair e escorrer pelas pernas dela. Ela voltou pro banheiro, tomou outro banho, se vestiu e se despediu beijando todo mundo. Muito calorosamente e agradecendo todo o prazer que tinham lhe proporcionado, Mike, como um verdadeiro cavalheiro, se ofereceu para acompanhá-la até embaixo, o que ela agradeceu com um sorriso, enquanto Mike se vestia para acompanhar Mônica. Rick, o diretor de câmeras, terminou a edição e me deu uma cópia do filme. Estávamos nos despedindo quando um dos caras me parou e me chamou.
– Peraí, eles estão entrando no elevador – ele me disse.
Voltei para os monitores e vi Mônica e Mike entrando de mãos dadas no elevador. Quando a porta fechou, ela o abraçou e o beijou apaixonadamente.
– Quero que você meta no meu cu de novo, não quero ir embora sem sentir você mais uma vez.
– Tem certeza? – ele perguntou.
– Claro, nunca tinha curtido tanto uma cock tão grande e tão gostosa.
Mike parou o elevador e colocou Mônica de costas, fazendo ela apoiar as mãos na parede. Abaixou a calça dela até os joelhos junto com a calcinha minúscula, pegou a cock e a penetrou com força, enquanto ela reclamava mas não parava de gozar. A cock preta enorme de Mike entrava e saía do cu de Mônica enquanto ela gozava mais uma vez, e quando ela sentiu que Mike estava prestes a gozar, ele saiu, se ajoelhou na frente dela e começou a chupar aquela cock enorme até que o jato de porra encheu a boca dela. Ela teve que fazer um esforço pra não deixar cair nem uma gota, depois engoliu tudo e com a língua limpou os restos de porra que tinham ficado na cock do Mike, deixando ela brilhando. Enquanto arrumava a roupa, disse:
– Nunca pensei que fosse curtir tanto, espero que vocês voltem logo pra me ver.
– Pode ter certeza que vamos voltar – disse Mike.
Ela o beijou de novo, saiu do prédio, fez sinal pra um táxi, entrou e foi embora. Mike voltou pro quarto onde eu estava, perguntou se eu me sentia bem, eu disse que estava confuso. Ele falou que era normal, mas que tudo ia se esclarecer quando eu me acalmasse, que o material era fabuloso e que com certeza fariam um filme. só da minha esposa e que, se ela topasse, voltariam pra filmar outra em lugares diferentes.
No dia seguinte cheguei em casa, os meninos já tinham ido pra escola, a Mônica dormia tranquilona, como quem queria recuperar as forças. Tirei a roupa e deitei do lado dela, fui acariciando devagar. Ela tava pelada, então minha mão foi direto pra entreperna dela. Ela acordou e se virou por cima de mim, fez um 69. Chupou minha pica enquanto eu lambia a buceta dela e o cu dela, que parecia do mesmo jeito de sempre. Fui dilatando, depois coloquei ela de joelhos e meti com força no rabo dela enquanto ela gemia. Aí ela deitou de barriga pra baixo e eu meti de novo no cuzinho. Depois deitei do lado e deixei ela montar em mim. Ela montou e se mexeu até eu gozar, o que fez ela gozar também.
— Te amo, tesouro — disse ela, se estendendo do meu lado e continuou — Preciso te contar uma coisa —
— Fala, meu amor — falei com carinho
Ela sentou na cama e me contou tudo que tinha rolado no dia anterior. Dava pra ver que ela tava bem triste e confusa, mas não mentiu sobre o que aconteceu nem sobre o que sentiu.
— Fica tranquila, meu amor — falei — Já sabia. Eu tava lá vendo tudo. Foi tudo ideia minha — falei
Ela me beijou e agradeceu por eu ter sido sincero e por ter dado um dia incrível pra ela. Me abraçou, me beijou e dormiu no meu peito.
Olá, sou o Oscar e tenho 43 anos. Sou casado com a Mônica há 14 anos e fomos muito felizes todo esse tempo. Desde que nos conhecemos, sempre curtimos o sexo e, embora no começo ela fosse bem inocente e relutante com todo tipo de prática "diferente", com o tempo foi se soltando e aprendeu a gostar das brincadeiras, do sexo oral e, principalmente, do sexo anal.
Nossa vida sexual sempre foi normal, transamos quase todo dia e realmente nos divertimos muito juntos. Mesmo que ela sempre resista a curtir as fantasias sexuais — não que não as tenha — ela ouviu as minhas, onde ela transa com um grupo de homens. E, embora ela fique meio incomodada, já percebi como ela se excita com minhas histórias.
Este ano, por causa do aniversário dela, depois de pensar bem, resolvi colocar em prática um plano perfeitamente traçado para surpreendê-la. Há algum tempo, por ser fã de pornografia, mantenho contato por e-mail com o Mike, um produtor de filmes pornô que viaja o mundo atrás de mulheres sem experiência na área. Os vídeos dele são fascinantes e têm uma qualidade muito boa na preparação e nas imagens. O Mike é um moreno americano e trabalha com um grupo de morenos bem dotados que fazem o trabalho deles perfeitamente. Por isso, quando contei meu desejo, eles ficaram muito interessados, já que não só não conheciam a cidade onde moro, mas todo o país sempre foi uma área inacessível para o trabalho deles.
Eles me pediram para enviar fotos de alguns lugares da minha cidade para saber que tipo de trabalho poderiam fazer e, claro, também pediram se eu tinha fotos da minha esposa nua para conhecê-la.
Quando enviei o que pediram, a resposta não demorou. Eles ficaram encantados com a beleza do lugar e se surpreenderam positivamente com as fotos da Mônica. Ela é uma mulher de estatura baixa, 1,50 m. Mas muito bem feita, tem uns peitos médios, tamanho 95, mas muito bem formados, com uns bicos lindos rodeados por uma auréola pequena, uma cintura fina e uns quadris muito bons, com uma bunda quase perfeita. Como eles ficaram muito empolgados com a minha esposa, decidi mandar mais fotos dela transando comigo e também uns segredinhos pra ela se soltar, o que deixou eles ainda mais animados.
Depois de duas semanas nos falando quase todo dia, me avisaram que chegavam na minha cidade em dois dias e combinamos de nos encontrar no centro. Eu tava muito empolgado, mas também meio assustado, porque não sabia se ia dar certo. Quando a gente se encontrou num café no centro, o Mike me apresentou o grupo de trabalho dele e a gente começou a traçar o plano; a ideia era interceptar a Mônica no centro e tentar convencer ela lá. Eles pesquisaram como era minha situação social e financeira e me disseram que, como ela era o tipo de mulher que procuravam e gostaram muito dela, estavam dispostos a pagar até U$S 10.000 pra conseguir o objetivo. Depois que o plano foi traçado, a gente se preparou pra executar e se despediu até o dia seguinte, que seria o encontro.
Aquela noite eu quase não consegui dormir de nervoso, porque minha cabeça não parava de pensar como a Mônica reagiria àquela situação. Mesmo pela criação e pelas crenças religiosas dela, embora ela não dissesse, eu sabia como ela ficava excitada toda vez que eu contava minhas fantasias. Falei pra Mônica que trabalhava no dia seguinte e convenci ela a ir comprar umas coisas pra mim no centro. Como eu trabalho num serviço de ambulância, ela teria o dia todo livre, e o Mike e os amigos dele teriam tempo suficiente pra fazer o trabalho deles.
Levantei às seis da manhã e saí como sempre, só que em vez de ir pro trabalho, encontrei o Mike, que já tinha tudo preparado. Eles tinham duas caminhonetes, uma no em que eles se deslocavam e outra de acompanhamento equipada com equipamentos de transmissão móvel. Lá pelas 10 encontramos a Mônica fazendo compras no centro, o Mike e um dos caras foram direto nela:
– Oi, sou o Mike – ele cumprimentou
– Oi – ela respondeu
– Olha, a gente não é daqui e precisa da sua ajuda – ele disse num castelhano perfeito
– Não sei no que posso ajudar vocês – ela respondeu
– É que por causa das leis dessa cidade, não conseguimos achar um puteiro
– Nisso não posso ajudar – ela disse meio irritada ao entender onde a conversa ia dar e tentou desviar deles e seguir caminho.
– Não se ofende – disse Mike se colocando na frente dela de novo – mas a gente viu que você é muito gostosa e podemos te oferecer uma grana boa
– É difícil não se ofender com essa proposta – ela respondeu
– Eu sei, mas não interpreta mal, a gente só quer achar uma solução pro nosso problema
– Então não contem comigo – ela disse
– Olha, a gente conhece a situação econômica do país e estamos dispostos a te dar 80 mil se você ajudar
– É brincadeira, né? – ela perguntou – Quem pagaria tanto dinheiro pra ficar com uma mulher como eu?
– O que acontece é que na minha cidade um homem gasta uns 2 mil dólares num encontro desses, e como somos cinco, a conta é fácil e pelo câmbio dá o dinheiro que a gente falou.
– Cinco? – ela disse surpresa – Tão loucos ou o quê? – continuou
– Olha, que tal a gente tomar alguma coisa, conversar, se conhecer um pouco mais e depois, se quiser, pode ir embora
– Tá bom – ela disse – mas a gente toma algo e eu vou
– Beleza – respondeu Mike enquanto abria a porta da caminhonete pra ela entrar.
Uma vez dentro da caminhonete, Mike apresentou os amigos e foram pra um bar no meio de uma galeria, pediram umas cervejas, porque eu tinha contado que a Mônica ficava mais solta depois de tomar umas. Continuaram conversando por mais de uma hora e, quando perceberam que ela já tava mais à vontade Relaxada, Mike voltou à carga:
—Bom, Mônica, já viu que não somos nem maníacos, nem assassinos, nem nada estranho, somos homens normais. Por que não pensa direitinho na nossa proposta?
—É que eu não sou esse tipo de mulher — respondeu ela.
—A gente sabe, mas você também é uma mulher muito gostosa, muito simpática e agradável, e queremos te ajudar também. Imagina tudo que você pode fazer com esse dinheiro.
—A verdade é que esse dinheiro cairia muito bem, mas sou uma mulher casada e estou muito apaixonada pelo meu marido.
—Mas não estamos pedindo pra você se separar, só queremos ficar com você hoje, porque amanhã já voltamos pra nossa cidade.
—Mas não posso fazer isso com ele, como vou olhar na cara dele? E como vou justificar o dinheiro?
—Sem dúvida ele vai curtir sua mudança, e pelo dinheiro você pode dizer que achou.
—Não sei, não tenho certeza.
—Vamos, topa. Podemos te ensinar muitas coisas que ele com certeza vai adorar. Vocês praticam sexo oral ou anal quando estão juntos?
—Sim, claro, mas tenho vergonha de falar sobre isso.
—Vamos, pensa no dinheiro e no que você poderia fazer com ele. Olha, vamos fazer uma coisa: que tal estabelecermos uma escala de valores? Te damos 20 mil pra te filmar, 20 mil pra você ficar nua e deixar a gente te tocar. 20 mil por sexo oral, 20 mil pra deixar a gente te penetrar e mais 20 mil se a gente fizer sexo anal. Você decide até onde vai, e na hora que quiser, pode ir embora. A gente fica feliz com o que você decidir.
Ela pensou por um momento, dava pra ver o quanto estava dividida. Precisava do dinheiro e a ideia já tinha começado a excitá-la, mas nunca tinha sido infiel e não sabia como ia encarar o marido.
—Tá bom — disse ela —, mas quando eu decidir, vou embora.
—Claro — respondeu Mike. — Nosso apartamento é neste prédio, vamos subir.
Subiram no elevador e foram até o último andar. Chegaram no quarto, entraram, acenderam as luzes, sentaram num sofá e Mike ofereceu outra cerveja.
—Se eu beber mais, não vou aguentar. —se controlar —disse ela
—então não se controla —respondi
—melhor não
—como quiser, então pega esses 40 mil, deixa eu ligar as câmeras, fica aí no meio e começa a se despir no ritmo da música, bem devagar
—tá bom
Mike colocou a música, ligou as câmeras e voltou a se sentar no sofá, enquanto do quarto ao lado observava tudo por um monte de monitores. Ela se levantou, se posicionou no meio e começou a dançar no ritmo, iniciando o streap tease. Tirou primeiro a blusa branca, deixando à mostra o sutiã de copa, depois soltou a calça e começou a abaixá-la devagar, girando e virando de costas pros caras. Quando viram a calcinha fio dental preta estilo Booty less, começaram a acariciar ela suavemente. Assim que tirou a calça, Mike se aproximou, abraçou ela e beijou. Os caras se despirem rapidinho, deixando os paus enormes à mostra. Ela se surpreendeu ao ver, porque, apesar de eu ter um pau bem grande, nunca tinha visto um do tamanho daqueles, e muito menos cinco. Eles se aproximaram e continuaram tocando ela, deixando que ela também tocasse neles, e que Mike também se despisse. O pau dele era ainda maior que os outros, e ela não conseguiu evitar um suspiro ao ver. As mãos dos caras faziam o trabalho perfeitamente, tiraram o sutiã e a calcinha dela, deixando ela completamente nua, e Mônica já estava bem excitada. Mike virou pra calça dele, pegou outro maço de notas e ofereceu pra ela. Mônica pegou, porque queria provar o gosto daqueles paus enormes. Foi até a bolsa, guardou o dinheiro, enquanto eles se sentavam de novo no sofá. Ela se ajoelhou na frente de Mike, pegou o pau dele com as mãos, acariciou e, com movimentos circulares, passou a língua na cabeça enorme. Depois, percorreu ele todo, pensando como ia fazer pra enfiar uma coisa daquelas na boca. Tomou fôlego e começou a engolir devagar, dava pra ver o esforço que ela tava fazendo. abrindo ao máximo a boca, até conseguir, Mike jogou a cabeça dela para trás num espasmo, sem dúvida ela fazia muito bem o serviço dela. Um dos outros caras se deitou no chão, enfiando a cabeça entre as pernas da Mônica e começou a lamber a buceta dela, que já estava bem molhada. A língua se movia muito bem, então ela começou a gemer de prazer, sem parar de chupar a pica do Mike. Os outros caras continuavam acariciando os peitos e as costas dela enquanto se masturbavam. Mike cedeu o lugar pra outro, e com a língua estimulou o cu da Mônica, que teve o primeiro orgasmo, enquanto ela continuava chupando picas diferentes. Mike voltou mais uma vez até a calça dele, pegou outro maço de notas e entregou pra Mônica, que guardou tudo na bolsa apressada. Sem dúvida, ela tava com vontade de sentir aqueles membros enormes dentro dela. Ela se ajoelhou de novo e continuou mamando nas picas deles. Mike se posicionou atrás dela, encostou a glande nos lábios da buceta e parou. Ela interrompeu a mamada, virou a cabeça e olhou pro Mike, dando o sinal verde pro que vinha. Ele entendeu o olhar e começou a empurrar devagar, suave mas firme. Mônica começou a ofegar, abaixou a cabeça e levantou ainda mais o quadril pra facilitar o trabalho do Mike, que começou a se mover ritmicamente pra trás e pra frente, fazendo com que a cada estocada Mônica gemesse numa mistura de dor e prazer, enquanto trocava de pica pra chupar. Mike continuou se movendo por uns momentos até que os espasmos na barriga da Mônica entregaram o segundo orgasmo dela. Mike cedeu o lugar pra outro parceiro e se posicionou de novo na frente dela, que ao vê-lo largou imediatamente a pica que tava na boca e se dedicou a mamar aquele enorme falo que tinha dado tanto prazer há pouco, enquanto Mônica se sentava de costas em outra pica enorme e começava a pular em cima dela, quase tirando tudo pra depois enterrar de novo por completo, jogando a cabeça pra trás. permitir que quemetesse o pau na boca dela pudesse chegar até o fundo da garganta, um por um foram trocando de lugar na buceta dela e na boca, depois de um tempo Mike saiu e foi pegar o último maço de notas, mostrou pra Mônica e perguntou se guardava na bolsa dela, ela concordou com um movimento de cabeça, já que estava montada de pernas abertas num pau enorme enquanto as outras três em volta esperavam a vez de serem chupadas, ele guardou o dinheiro, se aproximou dela, pegou pela cintura e colocou ela de joelhos de novo, lambeu o cu dela pra lubrificar e dilatar, segurou o pau com uma mão e com a outra afastou mais as nádegas de Mônica, encostou o membro nela e começou a empurrar devagar, as câmeras deixavam eu ver como aos poucos o cu dela ia se abrindo e expandindo pra envolver a cabeça do pau de Mike, que não parou de empurrar, ela soltou um gemido de dor, mas ele continuou empurrando até que finalmente entrou, os movimentos dele eram lentos no começo e depois foram pegando ritmo até ela relaxar, era impressionante ver como aquele pau enorme tinha se aberto caminho pelo cuzinho apertado dela, às vezes ela colocava a mão na barriga do Mike como quem diz que não cabia mais, devia sentir no estômago, logo os movimentos de Mônica foram se sincronizando com os de Mike, que já não aguentou mais e de repente ficou imóvel, deixando todo o esperma inundar o cu de Mônica, que ao sentir aquele jorro quente se deixou levar no terceiro orgasmo dela, Mike tirou o pau do cu dela e ela pegou de novo pra chupar e limpar os restos de líquido, fazendo ele voltar ao tamanho normal, coisa que não demorou nada, enquanto o resto dos caras iam tomando lugar no cu já bem dilatado de Mônica, que foi passando de uma posição pra outra, de joelhos, montada, sentada ou de quatro, mas sempre com um pau enfiando na bunda dela. Mike se Sentou no sofá, deu um tapinha nas costas da Mônica mandando ela sentar em cima dele, ela obedeceu na hora, pegou a pica do Mike com as mãos, apontou pro cuzinho dela e, apoiando o corpo, deixou a pica enorme entrar de uma vez só na bunda dela. A força do movimento foi tanta que quase enfiou até as bolas, fazendo ela soltar um gemido profundo. Ela subia e descia na pica do Mike com tanta força que, cada vez que descia, as bolas dele batiam nos glúteos dela, fazendo um barulho de palma. Eu não acreditava no que via, porque toda vez que eu transava anal com a Mônica, ela reclamava quando eu empurrava um pouco mais, e a pica do Mike era bem mais comprida e grossa que a minha, mas agora era ela quem parecia querer enfiar cada vez mais fundo. Sem dúvida, ela tava gozando como nunca. O Mike pegou a Mônica pelos ombros, forçando ela a deitar as costas no peito dele, depois segurou as pernas dela, abriu e levantou a bunda da Mônica, tirando a pica e me deixando ver o quanto o cuzinho dela tava dilatado. A imagem foi tão foda que quase gozei só de olhar. Quando ele enfiou de novo, um dos caras aproveitou a situação, ficou de pé entre as pernas da Mônica e meteu a pica na boceta dela. A Mônica tava adorando a primeira dupla penetração dela e agradecia com gemidos fortíssimos. O movimento dos dois caras dentro dela provocou um novo orgasmo, e ela já tinha perdido não só a conta dos orgasmos, mas também todo o controle. Outro dos caras que tava curtindo o boquete foda da Mônica sentou do lado dela, ela montou nele, enfiando a pica enorme na boceta, enquanto o cuzinho dela era penetrado por outro pauzão. Depois que todos se posicionaram nos dois buracos da Mônica, ela ficou de joelhos no chão com o peito no sofá, e um por um foram metendo no cuzinho dela, bombando com força até soltar todo o leite dentro. do cu dela, que já no segundo começou a jorrar porra, um jorro que virou quase um rio quando os cinco caras soltaram a carga deles.
Assim que todos terminaram, ela se levantou e foi pro banheiro, deu pra ouvir o barulho do chuveiro, todo mundo achou que tinha acabado, então os caras que estavam no quarto comigo gravando tudo começaram a editar o material, enquanto comentavam como o conteúdo era bom e como minha esposa fodia bem. Os comentários deles me deixaram meio ciumento, mas ao mesmo tempo me excitavam, porque ninguém ali conseguia acreditar no que tinha visto, mas a surpresa foi ainda maior quando vimos a Mônica sair do banheiro completamente pelada, pegar o Mike pela mão e dizer:
— Bom, agora a segunda rodada é por minha conta. Falou enquanto ia pra cama, onde se jogou de costas abrindo as pernas pro Mike meter nela, o que ele não hesitou em fazer, enquanto ela começava a chupar os outros paus pra deixar tudo duro. Depois de um tempinho nessa função, o Mike cedeu o lugar pra outro e depois pra outro até que os cinco comeram ela enquanto ela gozava de novo. Aí ela ficou de joelhos e foi a vez da bunda dela receber a atenção de todo mundo, depois que todos comeram ela, ela montou em um pra fazer um sanduíche de novo e ela gozava igual uma puta de verdade, uma posição e depois outra até que todos puderam aproveitar a buceta gostosa dela e o cu dela, fazendo ela gozar uma atrás da outra, e quando já tavam quase lá, ela começou a cavalgar neles, que é a posição favorita dela, até espremer os paus deles que esvaziaram todo o leite dentro da buceta dela, e quando todos tinham gozado dentro, ela se levantou e, de frente pra uma câmera, ofegou até que todo o líquido que tava dentro começou a sair e escorrer pelas pernas dela. Ela voltou pro banheiro, tomou outro banho, se vestiu e se despediu beijando todo mundo. Muito calorosamente e agradecendo todo o prazer que tinham lhe proporcionado, Mike, como um verdadeiro cavalheiro, se ofereceu para acompanhá-la até embaixo, o que ela agradeceu com um sorriso, enquanto Mike se vestia para acompanhar Mônica. Rick, o diretor de câmeras, terminou a edição e me deu uma cópia do filme. Estávamos nos despedindo quando um dos caras me parou e me chamou.
– Peraí, eles estão entrando no elevador – ele me disse.
Voltei para os monitores e vi Mônica e Mike entrando de mãos dadas no elevador. Quando a porta fechou, ela o abraçou e o beijou apaixonadamente.
– Quero que você meta no meu cu de novo, não quero ir embora sem sentir você mais uma vez.
– Tem certeza? – ele perguntou.
– Claro, nunca tinha curtido tanto uma cock tão grande e tão gostosa.
Mike parou o elevador e colocou Mônica de costas, fazendo ela apoiar as mãos na parede. Abaixou a calça dela até os joelhos junto com a calcinha minúscula, pegou a cock e a penetrou com força, enquanto ela reclamava mas não parava de gozar. A cock preta enorme de Mike entrava e saía do cu de Mônica enquanto ela gozava mais uma vez, e quando ela sentiu que Mike estava prestes a gozar, ele saiu, se ajoelhou na frente dela e começou a chupar aquela cock enorme até que o jato de porra encheu a boca dela. Ela teve que fazer um esforço pra não deixar cair nem uma gota, depois engoliu tudo e com a língua limpou os restos de porra que tinham ficado na cock do Mike, deixando ela brilhando. Enquanto arrumava a roupa, disse:
– Nunca pensei que fosse curtir tanto, espero que vocês voltem logo pra me ver.
– Pode ter certeza que vamos voltar – disse Mike.
Ela o beijou de novo, saiu do prédio, fez sinal pra um táxi, entrou e foi embora. Mike voltou pro quarto onde eu estava, perguntou se eu me sentia bem, eu disse que estava confuso. Ele falou que era normal, mas que tudo ia se esclarecer quando eu me acalmasse, que o material era fabuloso e que com certeza fariam um filme. só da minha esposa e que, se ela topasse, voltariam pra filmar outra em lugares diferentes.
No dia seguinte cheguei em casa, os meninos já tinham ido pra escola, a Mônica dormia tranquilona, como quem queria recuperar as forças. Tirei a roupa e deitei do lado dela, fui acariciando devagar. Ela tava pelada, então minha mão foi direto pra entreperna dela. Ela acordou e se virou por cima de mim, fez um 69. Chupou minha pica enquanto eu lambia a buceta dela e o cu dela, que parecia do mesmo jeito de sempre. Fui dilatando, depois coloquei ela de joelhos e meti com força no rabo dela enquanto ela gemia. Aí ela deitou de barriga pra baixo e eu meti de novo no cuzinho. Depois deitei do lado e deixei ela montar em mim. Ela montou e se mexeu até eu gozar, o que fez ela gozar também.
— Te amo, tesouro — disse ela, se estendendo do meu lado e continuou — Preciso te contar uma coisa —
— Fala, meu amor — falei com carinho
Ela sentou na cama e me contou tudo que tinha rolado no dia anterior. Dava pra ver que ela tava bem triste e confusa, mas não mentiu sobre o que aconteceu nem sobre o que sentiu.
— Fica tranquila, meu amor — falei — Já sabia. Eu tava lá vendo tudo. Foi tudo ideia minha — falei
Ela me beijou e agradeceu por eu ter sido sincero e por ter dado um dia incrível pra ela. Me abraçou, me beijou e dormiu no meu peito.
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