Bom, espero que vocês gostem. A história é real. Essa vai ser a primeira e espero melhorar com o tempo.
Bom, vamos começar... melhor, eu começo...
Uma manhã acordei como de costume. Antes de levantar da minha caminha, liguei pra minha namorada e ela me contou como tinha dormido. Depois disso, fiquei ligando pra Angélica, minha amante. Minha namorada achava que era outra coisa. Ela me disse que ia descansar naquele dia e me convidou pra tomar café. Eu, como um preguiçoso, falei que não tinha dinheiro e que ia trabalhar, entraria às 2, quando na verdade ia ficar enrolando em casa. Mas aí ela falou: "Vem, eu pago sua passagem." E eu perguntei: "Quer que eu vá aí? Onde? Na sua boca, nas suas pernas, na sua cara, no seu cu?" Ela respondeu: "Onde você quiser. Se vier, deixo você fazer o que quiser."
Pensei que nunca ia chegar o dia em que ouviria isso, porque ela só tinha deixado eu gozar no cu dela antes, mas isso eu conto depois, porque essa história é como aqueles contos que começam pelo final. Bom... chamei o táxi e ele veio me buscar. Não importava quanto custasse, porque ela ia pagar.
Cheguei na casa dela, virei à esquerda, depois à esquerda de novo. Sabia o caminho de cor. Cheguei, ela saiu com uma calça preta daquelas que marca o cameltoe, porque ela é gordinha e gosta que a buceta dela apareça. Passei a mão na vulva dela, e ela disse: "Não, aí não." Me deu 160 pesos pro táxi, porque o motorista era meu amigo e eu queria comprar umas cervejas depois, hahaha.
(Devo confessar que só me diverti, me vinguei e gozei, hahaha.) Mas enfim, ela me pegou pela mão, e eu coloquei a mão dela no meu pau, que ainda tava dormindo. Passamos na frente das casas dos vizinhos, porque ela mora num pombal (casa de cômodos). Chegamos na porta dela, ela começou a abrir, e eu agarrei a bunda dela, puxei a calça um pouco só pra ver a calcinha fio dental, deixei ela no meio da bunda.
Ela me xingou e entrou rápido em casa. Eu entrei também. Ela perguntou por que eu tinha feito aquilo, e eu falei que era porque vi que ela gostava de ser vista. Mas ela disse: "Aí não." Então eu beijei ela. Ela usava batom vermelho, mas não muita maquiagem, e os olhos castanhos dela me olhavam com um amor que só ela sentia por mim. Falei que queria tomar café da manhã, e ela disse que sim, que a gente fosse comprar algo. Aí eu falei que queria torresmo, e ela riu. Quando ela riu, puxei a blusa dela pra baixo, deixando à mostra o sutiã preto com renda azul. Ela disse: "Que sem-vergonha!" Eu falei que tinha dado vontade de mamar os peitos dela, chupar os bicos até deixar eles vermelhos. Ela me beijou e disse que sim. Então abri a cortina e comecei a chupar. Ela tinha uns bicos pequenos e durinhos. Ela ficou vermelha, subiu o sutiã e mandou eu fechar. Aí eu abri a janela, empurrei ela pra um sofá que tava ali na frente, tirei a blusa dela e desabotoei o sutiã. Com gente lá fora na rua, comecei a mamar os peitos dela, mordia e chupava até ela começar a gemer. Foi quando um cara que passava ficou olhando. Nessa hora, levantei ela e apoiei no batente da janela, deixando os peitos dela virados pra rua, e ele tirou fotos. Ela abriu os olhos, percebeu, ficou brava e foi pro quarto dela. Alcancei ela antes que vestisse a blusa e falei que não importava, que a bunda e a buceta dela eram minhas. Ela disse que não, que se eu não amava ela. Falei que sim, que eu curtia pra caralho que os outros me vissem comendo a mulher que eu amava, que ficasse com inveja de que aqueles peitos eram meus, a bunda dela, a buceta dela e ela toda. Bom, ela começou a esfregar a bunda no meu pau com a mão e começou a abaixar a calça dela, deixando a calcinha fio-dental preta com renda azul à mostra, e os peitos dela com os bicos durinhos. Ela começou a abaixar minha calça e minha cueca, deixou ela em cima, e entre as mãos dela brincava com meu pau, que ficava duro a cada carícia. Ela começou a descer o corpo e começou a chupar meu pau com a boquinha dela, deixando saliva em volta das minhas bolas. Enfiei até ela quase vomitar e não conseguir respirar. Foi quando abri a janela do quarto dela e deitei ela na cama. Abri as pernas dela, e a buceta dela era peludinha. Ela disse que ia... Foi no banheiro, pegou uma gilete e disse que ia realizar um dos meus desejos: ficar sem pelos pubianos. Demorei um pouco, até examinei os lábios menores dela, lambi a buceta dela, o clitóris, enfiei os dedos. Ela gemia como a puta que era. Aí ela disse: "Não aguento mais, quero você dentro de mim, quero você em mim." Pegou uma camisinha, colocou em mim e eu meti. Ela estava tão molhada que escorregava macio, senti muito gostoso. Meu pau já estava bem duro. Comecei o vai e vem, entra e sai. Ela começou a gemer e eu perguntei se ela ia cumprir a palavra dela, se ia deixar eu fazer o que quisesse com ela. Ela disse que sim, que eu não me esquecia que já tinha exposto ela pra outras pessoas, que já tinha mostrado os peitos pra um estranho, e perguntou se não era suficiente. Eu disse que não, que aquilo era só pra me excitar. Então continuei metendo e tirando. Coloquei ela de quatro e enfiei meu pau no cu dela. Ela não gostou, doeu muito, porque ela reclamou e não queria mais, mas mesmo assim eu continuei. Aí a camisinha estourou e eu perguntei se ela queria que eu passasse meu pau pra buceta dela. Ela disse que sim. Perguntei de novo se ela ia cumprir e me deixar fazer o que eu quisesse com ela. Ela respondeu: "Tá bom, amor, o que você quiser." Aí tirei a camisinha estourada e comecei a meter sem nada, no pelo. Ela sentiu com a mão e tentou me parar, mas eu empurrei e meti. Ela disse: "Só toma cuidado pra não gozar dentro." Eu falei: "Tá bom." Comecei a meter, minha cabeça roçava o útero dela e a barriga por dentro. Ela gemia e pedia mais. Aí eu tirei, ela começou a implorar. Eu deitei com o pau duro, ela montou em mim, de lado, com a calcinha já molhada do suco dela. Ela disse que ia montar como nunca e começou a se mover pra cima e pra baixo, fazendo círculos com a cintura, montando no meu pau. Ela se abaixou e me beijou, deixou eu chupar os peitos dela mais uma vez. Eu sentia todo o prazer, porque ela gemia como uma puta. A buceta dela escorria, a calcinha molhada. Nisso, rasguei a calcinha dela com as minhas mãos. Ela só gemeu, gozou mais uma vez, e eu aproveitei pra gozar dentro dela. Quando o orgasmo dela acabou, ela disse: "O que você fez? que se eu tinha gozado dentro dela e ela disse que sim, que ainda tava tendo contrações, meu pau ainda tava saindo esperma. Ela quis levantar, eu agarrei ela e terminei de esvaziar dentro. Ela ficou brava, disse que eu tinha falado que não era pra gozar dentro, e eu falei que era meu presente, que por isso não tinha parado de gozar, que tudo tinha que ficar na barriga dela, que tinha que chegar lá no fundo e deixar minha semente nela. Ela me perguntou se era isso que eu queria, eu falei que sim, que não tinha batido uma o tempo todo que não vi ela, foi mais ou menos 2 semanas, e que todo esse tempo eu guardei minha porra pra ela. Começou a sair um pouco de sêmen da buceta dela, entre os lábios grandes, ela só passou a mão na buceta dela, recém-depilada, recém-cheia de porra, tirou um pouco e enfiou pra dentro. Ela se deitou e disse que sentia um líquido quente chegando no fundo dela. Ela disse que queria que meu esperma enchesse a buceta dela e chegasse até o fundo. Ela perguntou o que a janela aberta tava fazendo, se espiou e tinha uns moleques ouvindo os gemidos dela e gravando o som. Ela ficou vermelha e levantou. Eu tirei uma calcinha fio dental de mulher e coloquei nela, falei: "cuidado pra não vazar mais porra porque vai manchar e eu vou ter que fazer de novo e gozar dentro". Peguei um sutiã vermelho e tirei dele, dei uma blusa que tinha uns furinhos onde ficava o mamilo dela, era uma linha com um tecido e ali dava pra ver o marrom do mamilo dela. Obriguei ela a vestir sem sutiã e ela perguntou se eu era louco, eu falei que não, que era pra sair assim. Ela vestiu uma saia curta que eu tirei da roupa dela, umas botas marrons, e saímos pra tomar café. Na rua, só ficavam olhando pra ela, porque os mamilos dela estavam durinhos e a saia quase não cobria nada. Começou a vazar esperma, manchando a calcinha e a virilha dela, e voltamos pra casa dela. A mãe dela tava no trabalho e a irmã também, então eu examinei ela e tava assim, tinha vazado porra. Falei pra ela ir assim pegar uns pratos, e ela foi, os pratos estavam na parte de baixo do armário. Ela se abaixou e eu, já com vontade e excitado, meti nela. Todas as minhas forças, ela gemeu de um jeito que me acendeu e não consegui evitar: meti e tirei o mais rápido e forte que pude, fundo, meu pau chegava dentro dela. Ela gemia e eu gozei de novo, menos, mas ainda deixei sêmen dentro. Ela me perguntou se eu tinha gozado de novo, eu disse: "Sim, viu? Você tem que ficar grávida." Ela disse que não podia, porque a mãe dela ia brigar com ela. Eu falei que não importava, queria deixar ela prenha. Fomos de novo pro quarto dela, e ela queria subir a cueca. Eu falei que não, que se ela precisasse tirar meu gozo, tinha que deixar na cama dela. Ela sentou, comemos, e eu me despedi. Ela ficou feliz sentindo meu sêmen escorrendo da buceta dela. E assim cheguei em casa, cansado, com meu pau vermelho e dolorido de tanto foder com a puta da Angélica. Ela me ligou de noite e disse que tinha falado com a mãe dela, porque a mãe viu ela feliz e andando estranho. Ela contou que, se engravidasse, o que faria, e a mãe respondeu que casaria ela comigo. Muito feliz, ela disse que não devia contar nada. Me perguntou se eu iria buscá-la amanhã, eu disse que sim, que iria na saída dela às 8. Cheguei, ela me abraçou e me beijou. Eu beijei ela e agarrei a buceta dela. Ela disse: "Aí não, minhas amigas vão ver minha mão." E eu enfiei mais meu dedo no cameltoe dela. A amiga dela me viu, e isso é outra história. Mas com a Angélica, fui na casa dela dormir. A irmã dela nos deu janta e fomos pro quarto dela. Começamos a ver TV e ela começou a pegar no meu pau. Ele ficou duro, eu abaixei a calcinha dela, só afastei, e meti o pau na buceta molhada dela. Ela gemeu baixinho pra irmã não ouvir, e eu gozei dentro. Ela só me abraçou e começou a lamber meu pau, limpando e engolindo o resto de sêmen que saía. Ela disse que me amava e que não diria que era meu se eu fosse embora, que só queria engravidar. E que se eu ficasse com ela, tudo bem, e se não, ela teria algo que dava prazer pra ela. A gente transou umas três vezes naquela noite, e em cada uma eu gozei dentro. No final, já não saía mais nada, só um pouco de sêmen. Peguei a calcinha dela e limpei a buceta dela, e apaguei a luz. Tira a cueca e o sutiã dela pela janela, tudo cheio de fluidos meus e dela. Dormimos a noite inteira. Saiu esperma e ela ficava empurrando com o dedo pra dentro dela. No dia seguinte, fizemos a trepada matinal e eu gozei mais uma vez. Coloquei a calcinha fio dental vermelha nela, a calça marrom marcando a buceta dela e a blusa vermelha sem sutiã, e fomos embora. Ela começou a perguntar se eu amava ela, e eu disse que sim, que a gente ia se ver naqueles dias e que eu ia encher mais o útero dela de porra. Ela ficou vermelha, porque a amiga dela ouviu tudo. Levantou e eu vi uma mancha de esperma no short dela, entre a perna. Falei pra ela e ela ficou puta. Foi trabalhar o dia todo, não soube mais dela e nem me preocupei. De noite, ela me disse que quando foi no banheiro, a calcinha fio dental dela tava cheia do meu esperma, que ela tirou, lambeu o fluido — meu esperma e o líquido dela —, vestiu de novo e ficou feliz o dia inteiro. Enfim, me encontrei com ela mais algumas vezes. Cada vez que eu gozava dentro dela, e ela calculou que tava com uns 3 meses quando eu ainda gozava dentro. Ela juntava meu esperma com os dedos e comia, porque segundo ela, gostava. E no fim, hoje ela tem uma menina. Mas, graças à amiga dela, ela parou de falar comigo, de me ligar e de me deixar comer ela. Isso foi antes de 4 meses. A mãe dela me olha feio, e ela disse que a filha não era minha, mas é parecida, kkkk. Enfim, ela ainda acha que eu queria ela, mas a amiga dela se meteu comigo, quando na verdade eu só usei ela pra aliviar meu pau, gozar dentro dela e me vingar da traição dela. Comi ela desde virgem, na buceta e no cu. Enchi ela de porra: a cara, a boca, o cabelo, as costas, a barriga, a buceta, o cu e o útero. Fui o primeiro em tudo isso e o primeiro a ter uma filha.
Essa é minha história. Querendo acreditar, é verdadeira e foi assim que aconteceu há 1 ano. Espero que tenham gostado. Dependendo da visita de vocês, conto quando desvirguei ela, quando comi a amiga dela e quando começou e ela me traiu. Valeu.
Bom, vamos começar... melhor, eu começo...
Uma manhã acordei como de costume. Antes de levantar da minha caminha, liguei pra minha namorada e ela me contou como tinha dormido. Depois disso, fiquei ligando pra Angélica, minha amante. Minha namorada achava que era outra coisa. Ela me disse que ia descansar naquele dia e me convidou pra tomar café. Eu, como um preguiçoso, falei que não tinha dinheiro e que ia trabalhar, entraria às 2, quando na verdade ia ficar enrolando em casa. Mas aí ela falou: "Vem, eu pago sua passagem." E eu perguntei: "Quer que eu vá aí? Onde? Na sua boca, nas suas pernas, na sua cara, no seu cu?" Ela respondeu: "Onde você quiser. Se vier, deixo você fazer o que quiser."
Pensei que nunca ia chegar o dia em que ouviria isso, porque ela só tinha deixado eu gozar no cu dela antes, mas isso eu conto depois, porque essa história é como aqueles contos que começam pelo final. Bom... chamei o táxi e ele veio me buscar. Não importava quanto custasse, porque ela ia pagar.
Cheguei na casa dela, virei à esquerda, depois à esquerda de novo. Sabia o caminho de cor. Cheguei, ela saiu com uma calça preta daquelas que marca o cameltoe, porque ela é gordinha e gosta que a buceta dela apareça. Passei a mão na vulva dela, e ela disse: "Não, aí não." Me deu 160 pesos pro táxi, porque o motorista era meu amigo e eu queria comprar umas cervejas depois, hahaha.
(Devo confessar que só me diverti, me vinguei e gozei, hahaha.) Mas enfim, ela me pegou pela mão, e eu coloquei a mão dela no meu pau, que ainda tava dormindo. Passamos na frente das casas dos vizinhos, porque ela mora num pombal (casa de cômodos). Chegamos na porta dela, ela começou a abrir, e eu agarrei a bunda dela, puxei a calça um pouco só pra ver a calcinha fio dental, deixei ela no meio da bunda.
Ela me xingou e entrou rápido em casa. Eu entrei também. Ela perguntou por que eu tinha feito aquilo, e eu falei que era porque vi que ela gostava de ser vista. Mas ela disse: "Aí não." Então eu beijei ela. Ela usava batom vermelho, mas não muita maquiagem, e os olhos castanhos dela me olhavam com um amor que só ela sentia por mim. Falei que queria tomar café da manhã, e ela disse que sim, que a gente fosse comprar algo. Aí eu falei que queria torresmo, e ela riu. Quando ela riu, puxei a blusa dela pra baixo, deixando à mostra o sutiã preto com renda azul. Ela disse: "Que sem-vergonha!" Eu falei que tinha dado vontade de mamar os peitos dela, chupar os bicos até deixar eles vermelhos. Ela me beijou e disse que sim. Então abri a cortina e comecei a chupar. Ela tinha uns bicos pequenos e durinhos. Ela ficou vermelha, subiu o sutiã e mandou eu fechar. Aí eu abri a janela, empurrei ela pra um sofá que tava ali na frente, tirei a blusa dela e desabotoei o sutiã. Com gente lá fora na rua, comecei a mamar os peitos dela, mordia e chupava até ela começar a gemer. Foi quando um cara que passava ficou olhando. Nessa hora, levantei ela e apoiei no batente da janela, deixando os peitos dela virados pra rua, e ele tirou fotos. Ela abriu os olhos, percebeu, ficou brava e foi pro quarto dela. Alcancei ela antes que vestisse a blusa e falei que não importava, que a bunda e a buceta dela eram minhas. Ela disse que não, que se eu não amava ela. Falei que sim, que eu curtia pra caralho que os outros me vissem comendo a mulher que eu amava, que ficasse com inveja de que aqueles peitos eram meus, a bunda dela, a buceta dela e ela toda. Bom, ela começou a esfregar a bunda no meu pau com a mão e começou a abaixar a calça dela, deixando a calcinha fio-dental preta com renda azul à mostra, e os peitos dela com os bicos durinhos. Ela começou a abaixar minha calça e minha cueca, deixou ela em cima, e entre as mãos dela brincava com meu pau, que ficava duro a cada carícia. Ela começou a descer o corpo e começou a chupar meu pau com a boquinha dela, deixando saliva em volta das minhas bolas. Enfiei até ela quase vomitar e não conseguir respirar. Foi quando abri a janela do quarto dela e deitei ela na cama. Abri as pernas dela, e a buceta dela era peludinha. Ela disse que ia... Foi no banheiro, pegou uma gilete e disse que ia realizar um dos meus desejos: ficar sem pelos pubianos. Demorei um pouco, até examinei os lábios menores dela, lambi a buceta dela, o clitóris, enfiei os dedos. Ela gemia como a puta que era. Aí ela disse: "Não aguento mais, quero você dentro de mim, quero você em mim." Pegou uma camisinha, colocou em mim e eu meti. Ela estava tão molhada que escorregava macio, senti muito gostoso. Meu pau já estava bem duro. Comecei o vai e vem, entra e sai. Ela começou a gemer e eu perguntei se ela ia cumprir a palavra dela, se ia deixar eu fazer o que quisesse com ela. Ela disse que sim, que eu não me esquecia que já tinha exposto ela pra outras pessoas, que já tinha mostrado os peitos pra um estranho, e perguntou se não era suficiente. Eu disse que não, que aquilo era só pra me excitar. Então continuei metendo e tirando. Coloquei ela de quatro e enfiei meu pau no cu dela. Ela não gostou, doeu muito, porque ela reclamou e não queria mais, mas mesmo assim eu continuei. Aí a camisinha estourou e eu perguntei se ela queria que eu passasse meu pau pra buceta dela. Ela disse que sim. Perguntei de novo se ela ia cumprir e me deixar fazer o que eu quisesse com ela. Ela respondeu: "Tá bom, amor, o que você quiser." Aí tirei a camisinha estourada e comecei a meter sem nada, no pelo. Ela sentiu com a mão e tentou me parar, mas eu empurrei e meti. Ela disse: "Só toma cuidado pra não gozar dentro." Eu falei: "Tá bom." Comecei a meter, minha cabeça roçava o útero dela e a barriga por dentro. Ela gemia e pedia mais. Aí eu tirei, ela começou a implorar. Eu deitei com o pau duro, ela montou em mim, de lado, com a calcinha já molhada do suco dela. Ela disse que ia montar como nunca e começou a se mover pra cima e pra baixo, fazendo círculos com a cintura, montando no meu pau. Ela se abaixou e me beijou, deixou eu chupar os peitos dela mais uma vez. Eu sentia todo o prazer, porque ela gemia como uma puta. A buceta dela escorria, a calcinha molhada. Nisso, rasguei a calcinha dela com as minhas mãos. Ela só gemeu, gozou mais uma vez, e eu aproveitei pra gozar dentro dela. Quando o orgasmo dela acabou, ela disse: "O que você fez? que se eu tinha gozado dentro dela e ela disse que sim, que ainda tava tendo contrações, meu pau ainda tava saindo esperma. Ela quis levantar, eu agarrei ela e terminei de esvaziar dentro. Ela ficou brava, disse que eu tinha falado que não era pra gozar dentro, e eu falei que era meu presente, que por isso não tinha parado de gozar, que tudo tinha que ficar na barriga dela, que tinha que chegar lá no fundo e deixar minha semente nela. Ela me perguntou se era isso que eu queria, eu falei que sim, que não tinha batido uma o tempo todo que não vi ela, foi mais ou menos 2 semanas, e que todo esse tempo eu guardei minha porra pra ela. Começou a sair um pouco de sêmen da buceta dela, entre os lábios grandes, ela só passou a mão na buceta dela, recém-depilada, recém-cheia de porra, tirou um pouco e enfiou pra dentro. Ela se deitou e disse que sentia um líquido quente chegando no fundo dela. Ela disse que queria que meu esperma enchesse a buceta dela e chegasse até o fundo. Ela perguntou o que a janela aberta tava fazendo, se espiou e tinha uns moleques ouvindo os gemidos dela e gravando o som. Ela ficou vermelha e levantou. Eu tirei uma calcinha fio dental de mulher e coloquei nela, falei: "cuidado pra não vazar mais porra porque vai manchar e eu vou ter que fazer de novo e gozar dentro". Peguei um sutiã vermelho e tirei dele, dei uma blusa que tinha uns furinhos onde ficava o mamilo dela, era uma linha com um tecido e ali dava pra ver o marrom do mamilo dela. Obriguei ela a vestir sem sutiã e ela perguntou se eu era louco, eu falei que não, que era pra sair assim. Ela vestiu uma saia curta que eu tirei da roupa dela, umas botas marrons, e saímos pra tomar café. Na rua, só ficavam olhando pra ela, porque os mamilos dela estavam durinhos e a saia quase não cobria nada. Começou a vazar esperma, manchando a calcinha e a virilha dela, e voltamos pra casa dela. A mãe dela tava no trabalho e a irmã também, então eu examinei ela e tava assim, tinha vazado porra. Falei pra ela ir assim pegar uns pratos, e ela foi, os pratos estavam na parte de baixo do armário. Ela se abaixou e eu, já com vontade e excitado, meti nela. Todas as minhas forças, ela gemeu de um jeito que me acendeu e não consegui evitar: meti e tirei o mais rápido e forte que pude, fundo, meu pau chegava dentro dela. Ela gemia e eu gozei de novo, menos, mas ainda deixei sêmen dentro. Ela me perguntou se eu tinha gozado de novo, eu disse: "Sim, viu? Você tem que ficar grávida." Ela disse que não podia, porque a mãe dela ia brigar com ela. Eu falei que não importava, queria deixar ela prenha. Fomos de novo pro quarto dela, e ela queria subir a cueca. Eu falei que não, que se ela precisasse tirar meu gozo, tinha que deixar na cama dela. Ela sentou, comemos, e eu me despedi. Ela ficou feliz sentindo meu sêmen escorrendo da buceta dela. E assim cheguei em casa, cansado, com meu pau vermelho e dolorido de tanto foder com a puta da Angélica. Ela me ligou de noite e disse que tinha falado com a mãe dela, porque a mãe viu ela feliz e andando estranho. Ela contou que, se engravidasse, o que faria, e a mãe respondeu que casaria ela comigo. Muito feliz, ela disse que não devia contar nada. Me perguntou se eu iria buscá-la amanhã, eu disse que sim, que iria na saída dela às 8. Cheguei, ela me abraçou e me beijou. Eu beijei ela e agarrei a buceta dela. Ela disse: "Aí não, minhas amigas vão ver minha mão." E eu enfiei mais meu dedo no cameltoe dela. A amiga dela me viu, e isso é outra história. Mas com a Angélica, fui na casa dela dormir. A irmã dela nos deu janta e fomos pro quarto dela. Começamos a ver TV e ela começou a pegar no meu pau. Ele ficou duro, eu abaixei a calcinha dela, só afastei, e meti o pau na buceta molhada dela. Ela gemeu baixinho pra irmã não ouvir, e eu gozei dentro. Ela só me abraçou e começou a lamber meu pau, limpando e engolindo o resto de sêmen que saía. Ela disse que me amava e que não diria que era meu se eu fosse embora, que só queria engravidar. E que se eu ficasse com ela, tudo bem, e se não, ela teria algo que dava prazer pra ela. A gente transou umas três vezes naquela noite, e em cada uma eu gozei dentro. No final, já não saía mais nada, só um pouco de sêmen. Peguei a calcinha dela e limpei a buceta dela, e apaguei a luz. Tira a cueca e o sutiã dela pela janela, tudo cheio de fluidos meus e dela. Dormimos a noite inteira. Saiu esperma e ela ficava empurrando com o dedo pra dentro dela. No dia seguinte, fizemos a trepada matinal e eu gozei mais uma vez. Coloquei a calcinha fio dental vermelha nela, a calça marrom marcando a buceta dela e a blusa vermelha sem sutiã, e fomos embora. Ela começou a perguntar se eu amava ela, e eu disse que sim, que a gente ia se ver naqueles dias e que eu ia encher mais o útero dela de porra. Ela ficou vermelha, porque a amiga dela ouviu tudo. Levantou e eu vi uma mancha de esperma no short dela, entre a perna. Falei pra ela e ela ficou puta. Foi trabalhar o dia todo, não soube mais dela e nem me preocupei. De noite, ela me disse que quando foi no banheiro, a calcinha fio dental dela tava cheia do meu esperma, que ela tirou, lambeu o fluido — meu esperma e o líquido dela —, vestiu de novo e ficou feliz o dia inteiro. Enfim, me encontrei com ela mais algumas vezes. Cada vez que eu gozava dentro dela, e ela calculou que tava com uns 3 meses quando eu ainda gozava dentro. Ela juntava meu esperma com os dedos e comia, porque segundo ela, gostava. E no fim, hoje ela tem uma menina. Mas, graças à amiga dela, ela parou de falar comigo, de me ligar e de me deixar comer ela. Isso foi antes de 4 meses. A mãe dela me olha feio, e ela disse que a filha não era minha, mas é parecida, kkkk. Enfim, ela ainda acha que eu queria ela, mas a amiga dela se meteu comigo, quando na verdade eu só usei ela pra aliviar meu pau, gozar dentro dela e me vingar da traição dela. Comi ela desde virgem, na buceta e no cu. Enchi ela de porra: a cara, a boca, o cabelo, as costas, a barriga, a buceta, o cu e o útero. Fui o primeiro em tudo isso e o primeiro a ter uma filha.
Essa é minha história. Querendo acreditar, é verdadeira e foi assim que aconteceu há 1 ano. Espero que tenham gostado. Dependendo da visita de vocês, conto quando desvirguei ela, quando comi a amiga dela e quando começou e ela me traiu. Valeu.
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