Tudo começa na vez que três dos meus amigos vieram passar um sábado à noite em casa. Nossas reuniões sempre rolam na casa de algum deles, mas dessa vez foi na minha. Nunca tinha feito isso porque sou o único que está namorando, e é só encontro de homens. Naquela noite, planejamos beber cerveja e jogar cartas por uma grana, o normal dos nossos encontros. Eu me sentia meio desconfortável com a presença da minha esposa, não brincava como quando ela não está por perto. Ela é uma mulher que não é ciumenta e não me encheria o saco por alguma piada ou comentário que fizesse com meus amigos. Depois de várias cervejas e rodadas de cartas, fui ao banheiro e, ao passar pela sala, vi minha esposa sentada no sofá. Perguntei se estava tudo bem, e ela respondeu que sim, só estava um pouco entediada. Aí eu falei se ela queria se juntar ao jogo, e ela respondeu que sim, mas perguntou se não incomodaria os caras. Disse pra ela esperar um segundo, fui até a sala perguntar pros caras, e eles, meio que se olhando e já um pouco bebados, responderam que não tinha problema, que seria uma boa ideia.
Já todos sentados jogando e bebendo, um dos caras teve uma ideia: continuar jogando cartas, mas com uma aposta forte fora do comum. Olhei pra minha esposa e perguntei se ela entrava ou saía, e ela, com um sorriso meio safado, começou a dar as cartas. Com aquilo, já tinha dito tudo. Depois da primeira mão, Ramiro (um dos meus três amigos) perdeu, e começamos a discutir qual seria a prenda. Nisso, minha esposa sugeriu vestir ele com roupas dela e deixar ele continuar jogando assim. Minha esposa foi até o quarto e trouxe uma legging e uma camiseta justa. Ele entrou no banheiro e, depois de um tempo, saiu vestido com as roupas dela. Foi uma risada danada, mas, falando a verdade, não tinha nada do que se envergonhar, porque a camiseta marcava o físico trabalhado na academia e a legging destacava o belo pacote dele. Nisso, olhei pra minha esposa e vi que o olhar dela estava meio perdido. Senti um desconforto, mas adorava ver como o olhar dela se perdia. Ela me olhou e a gente levantou as sobrancelhas, tipo admitindo que ele tinha um pedaço bonito. Continuamos jogando e aí fui eu perder, nervoso pra saber qual era a prenda, eu via eles conversando entre si e minha esposa se aproximou pra confirmar: eu teria que ficar completamente pelado. No começo fiquei com vergonha, mas passou rápido porque tava na frente de gente que já tava acostumada a me ver nu — minha esposa em casa e os caras no vestiário do trampo, onde a gente divide o chuveiro, algo bem normal. Já bem bêbados, Juan e Matías (os dois amigos que sobraram) empataram com a pontuação mais baixa, e chegou a vez deles. Como não podiam ficar pra trás, a prenda foi ficar só de cueca. Juan tava com uma cueca samba-canção meio folgada, mas que não escondia o volume, e Matías já tava com uma boxer bem justa que marcava como o pedaço de carne dele tava acomodado pra um lado — algo bem excitante pra minha esposa, que não parava de olhar cada atributo dos meus amigos (eles meio sem graça, mas a cerveja tava fazendo eles perderem a vergonha e se soltarem cada vez mais conforme a noite passava). Depois de várias rodadas, chegou a vez da minha esposa. Eu meio desconfortável porque imaginava que não iam ter pena dela, mas ao mesmo tempo queria dar o troco e tava um pouco excitado. Discutindo entre os quatro, a opção do Ramiro foi a que mais convenceu: um striptease com show pra todo mundo. Quando contaram pra ela, ela corou um pouco, mas eu sabia que ela ia dar conta e topar, porque ela é a melhor em fazer um homem ficar com tesão e tem um corpo espetacular — isso ajuda muito, e com umas cervejas já na cabeça, não ia ser difícil. Fomos pra sala e nos acomodamos nos sofás. Eu tava bem excitado, igual aos meus amigos. Minha esposa parou na nossa frente e ficou nos olhando, e nessa altura a gente já tava como eu tinha contado. Antes, ela olhava cada um dos nossos membros pra ir esquentando e começou o show, tirou a camiseta e ficou de sutiã, depois o jeans dançando bem sensual até ficar só de fio dental bem enfiado na bunda redonda e gorda que ela tem. Os caras, super excitados, começaram a tirar o pouco que ainda vestiam até ficar todos completamente nus, com o pau bem duro. Ela observava, ficava ainda mais excitada e se tocava toda. Depois do show, ela propôs a última brincadeira: vendar os olhos e adivinhar quem era quem. Pra mim já era demais, mas não podia estragar a noite mais fogosa e excitante que ela já tinha tido na vida, então topei o jogo. Não sabia como ela ia fazer. Ela vendeu os olhos e mandou a gente ficar um do lado do outro, sem saber a posição de cada um, e começou apalpando o volume de cada um, e depois, algo bem surpreendente, começou a chupar o pau de um por um pra adivinhar. Mesmo não acertando nenhum, isso era o de menos — ela tava engolindo quatro picas ao mesmo tempo, algo que eu já tinha imaginado no sexo, mas nunca pensei que fosse acontecer de verdade. Ela tirou a venda e, tão tesuda, continuou chupando nosso pau até a gente gozar um por um. O primeiro foi o Juan, que, tão excitado, gozou nos peitos dela — dava pra ver que tava há tempos sem descarregar, porque derramou uma quantidade imensa de porra. Depois veio o Ramiro; minha esposa chupava ele e fazia uma punheta apontando pra boca dela até ele gozar, e ela saboreava a porra quentinha, se lambendo e pedindo mais. Depois fui eu, que, muito tesudo, meti tudo e ela provou. E, pelo gosto dela, parece que deixou o melhor pro final: o pau do Matías, uns 20cm, bem grosso, que mal cabia na boca dela. Ela curtiu tanto que bateu uma pra ele até fazer sair toda a porra e tomou tudo. Foi uma experiência muito quente e surpreendente, mas que se repete todo mês.
Já todos sentados jogando e bebendo, um dos caras teve uma ideia: continuar jogando cartas, mas com uma aposta forte fora do comum. Olhei pra minha esposa e perguntei se ela entrava ou saía, e ela, com um sorriso meio safado, começou a dar as cartas. Com aquilo, já tinha dito tudo. Depois da primeira mão, Ramiro (um dos meus três amigos) perdeu, e começamos a discutir qual seria a prenda. Nisso, minha esposa sugeriu vestir ele com roupas dela e deixar ele continuar jogando assim. Minha esposa foi até o quarto e trouxe uma legging e uma camiseta justa. Ele entrou no banheiro e, depois de um tempo, saiu vestido com as roupas dela. Foi uma risada danada, mas, falando a verdade, não tinha nada do que se envergonhar, porque a camiseta marcava o físico trabalhado na academia e a legging destacava o belo pacote dele. Nisso, olhei pra minha esposa e vi que o olhar dela estava meio perdido. Senti um desconforto, mas adorava ver como o olhar dela se perdia. Ela me olhou e a gente levantou as sobrancelhas, tipo admitindo que ele tinha um pedaço bonito. Continuamos jogando e aí fui eu perder, nervoso pra saber qual era a prenda, eu via eles conversando entre si e minha esposa se aproximou pra confirmar: eu teria que ficar completamente pelado. No começo fiquei com vergonha, mas passou rápido porque tava na frente de gente que já tava acostumada a me ver nu — minha esposa em casa e os caras no vestiário do trampo, onde a gente divide o chuveiro, algo bem normal. Já bem bêbados, Juan e Matías (os dois amigos que sobraram) empataram com a pontuação mais baixa, e chegou a vez deles. Como não podiam ficar pra trás, a prenda foi ficar só de cueca. Juan tava com uma cueca samba-canção meio folgada, mas que não escondia o volume, e Matías já tava com uma boxer bem justa que marcava como o pedaço de carne dele tava acomodado pra um lado — algo bem excitante pra minha esposa, que não parava de olhar cada atributo dos meus amigos (eles meio sem graça, mas a cerveja tava fazendo eles perderem a vergonha e se soltarem cada vez mais conforme a noite passava). Depois de várias rodadas, chegou a vez da minha esposa. Eu meio desconfortável porque imaginava que não iam ter pena dela, mas ao mesmo tempo queria dar o troco e tava um pouco excitado. Discutindo entre os quatro, a opção do Ramiro foi a que mais convenceu: um striptease com show pra todo mundo. Quando contaram pra ela, ela corou um pouco, mas eu sabia que ela ia dar conta e topar, porque ela é a melhor em fazer um homem ficar com tesão e tem um corpo espetacular — isso ajuda muito, e com umas cervejas já na cabeça, não ia ser difícil. Fomos pra sala e nos acomodamos nos sofás. Eu tava bem excitado, igual aos meus amigos. Minha esposa parou na nossa frente e ficou nos olhando, e nessa altura a gente já tava como eu tinha contado. Antes, ela olhava cada um dos nossos membros pra ir esquentando e começou o show, tirou a camiseta e ficou de sutiã, depois o jeans dançando bem sensual até ficar só de fio dental bem enfiado na bunda redonda e gorda que ela tem. Os caras, super excitados, começaram a tirar o pouco que ainda vestiam até ficar todos completamente nus, com o pau bem duro. Ela observava, ficava ainda mais excitada e se tocava toda. Depois do show, ela propôs a última brincadeira: vendar os olhos e adivinhar quem era quem. Pra mim já era demais, mas não podia estragar a noite mais fogosa e excitante que ela já tinha tido na vida, então topei o jogo. Não sabia como ela ia fazer. Ela vendeu os olhos e mandou a gente ficar um do lado do outro, sem saber a posição de cada um, e começou apalpando o volume de cada um, e depois, algo bem surpreendente, começou a chupar o pau de um por um pra adivinhar. Mesmo não acertando nenhum, isso era o de menos — ela tava engolindo quatro picas ao mesmo tempo, algo que eu já tinha imaginado no sexo, mas nunca pensei que fosse acontecer de verdade. Ela tirou a venda e, tão tesuda, continuou chupando nosso pau até a gente gozar um por um. O primeiro foi o Juan, que, tão excitado, gozou nos peitos dela — dava pra ver que tava há tempos sem descarregar, porque derramou uma quantidade imensa de porra. Depois veio o Ramiro; minha esposa chupava ele e fazia uma punheta apontando pra boca dela até ele gozar, e ela saboreava a porra quentinha, se lambendo e pedindo mais. Depois fui eu, que, muito tesudo, meti tudo e ela provou. E, pelo gosto dela, parece que deixou o melhor pro final: o pau do Matías, uns 20cm, bem grosso, que mal cabia na boca dela. Ela curtiu tanto que bateu uma pra ele até fazer sair toda a porra e tomou tudo. Foi uma experiência muito quente e surpreendente, mas que se repete todo mês.
4 comentários - Noite de cartas em casa