Por este meio vou contar esse fato real ocorrido a partir dos anos 1960, quando eu tinha 15 anos e minha mãe 33.
Morávamos no campo, numa cidade do sul da Argentina. Meu pai viajava muito e eu vivia praticamente sozinho com minha mãe e as duas empregadas que moravam na casa, mas em outro cômodo separado.
Era época de verão e no campo é comum tirar uma soneca depois do almoço, dormir duas ou três horas. Eu me masturbava bastante, pois já tinha tido contatos com primos e primas, masturbações mútuas, boquetes e penetrações, com garotos e garotas.
Naquele dia de calor, minha mãe estava deitada, completamente nua no quarto dela, quando me levantei do meu para ir ao banheiro. Ao ver a porta aberta, espiei e vi minha mãe totalmente nua, com os peitões brancos para cima, os bicos marrons apontando como morangos e, entre as pernas abertas, a buceta bem aberta também.
Imediatamente fui ao banheiro, peguei uma calcinha da minha mãe e comecei a me masturbar, passando ela pelos meus ovos e pelo meu pau, que já tinha um tamanho de 14 por 5.
Eu estava me masturbando quando, de repente, a porta se abre e minha mãe aparece, me encontra com o pau durasso e a calcinha dela passando nele. Ela me repreende e diz que quer falar comigo imediatamente. Considerem que isso foi há mais de 40 anos, no interior do país, numa cidade muito conservadora e repressora.
Cheio de medo, fui falar com minha mãe, que, sentada na cama e coberta pelo lençol, me perguntou o que eu estava fazendo e se achava que aquilo era certo. Comecei a pedir desculpas, e ela me perguntou por que eu fazia aquilo com a roupa dela. Disse que era porque me excitava muito, e ela respondeu: "Eu também estou com tesão sem o seu pai e não faço isso."
Imediatamente, ela abriu o lençol e disse: "Agora você quer? Vem cá e chupa essa buceta que precisa disso." E, pegando nos meus cabelos, enfiou minha cabeça entre as pernas dela e me fez beijar a buceta dela, agarrando meu Ela esfregava a cabeça e gritava: "Quer mamar, sua puta? Pussy da sua mãe, sua vadiazinha gostosa. Mama, filhinho, é sua." Depois, sentou na minha barriga e me fez mamar nos peitos e nos bicos até eles ficarem roxos e do tamanho de um morangão. Em seguida, me mandou deitar e, enfiando entre minhas pernas, ajoelhada, começou a beijar minhas bolas e a piroca. Olhando pra mim e rindo, procurou meu cu e enfiou um dedo, dizendo: "Meu bebê, sua mãe vadiazinha vai te fazer gozar." E, enfiando dois dedos no meu cu, me chupou até eu gozar toda a porra, engolindo tudo.
Continuou beijando minhas bolas até que ela ficou dura. Depois de conseguir, montou em mim, com minha piroca enterrada até as bolas, gritando: "Fode a sua mãe, sua vadiazinha, bebê!" E, depois de dois orgasmos, eu gozei enchendo a pussy dela de porra. Ela me fez beijar o clitóris dela e dormimos a melhor soneca do verão de 60.
Morávamos no campo, numa cidade do sul da Argentina. Meu pai viajava muito e eu vivia praticamente sozinho com minha mãe e as duas empregadas que moravam na casa, mas em outro cômodo separado.
Era época de verão e no campo é comum tirar uma soneca depois do almoço, dormir duas ou três horas. Eu me masturbava bastante, pois já tinha tido contatos com primos e primas, masturbações mútuas, boquetes e penetrações, com garotos e garotas.
Naquele dia de calor, minha mãe estava deitada, completamente nua no quarto dela, quando me levantei do meu para ir ao banheiro. Ao ver a porta aberta, espiei e vi minha mãe totalmente nua, com os peitões brancos para cima, os bicos marrons apontando como morangos e, entre as pernas abertas, a buceta bem aberta também.
Imediatamente fui ao banheiro, peguei uma calcinha da minha mãe e comecei a me masturbar, passando ela pelos meus ovos e pelo meu pau, que já tinha um tamanho de 14 por 5.
Eu estava me masturbando quando, de repente, a porta se abre e minha mãe aparece, me encontra com o pau durasso e a calcinha dela passando nele. Ela me repreende e diz que quer falar comigo imediatamente. Considerem que isso foi há mais de 40 anos, no interior do país, numa cidade muito conservadora e repressora.
Cheio de medo, fui falar com minha mãe, que, sentada na cama e coberta pelo lençol, me perguntou o que eu estava fazendo e se achava que aquilo era certo. Comecei a pedir desculpas, e ela me perguntou por que eu fazia aquilo com a roupa dela. Disse que era porque me excitava muito, e ela respondeu: "Eu também estou com tesão sem o seu pai e não faço isso."
Imediatamente, ela abriu o lençol e disse: "Agora você quer? Vem cá e chupa essa buceta que precisa disso." E, pegando nos meus cabelos, enfiou minha cabeça entre as pernas dela e me fez beijar a buceta dela, agarrando meu Ela esfregava a cabeça e gritava: "Quer mamar, sua puta? Pussy da sua mãe, sua vadiazinha gostosa. Mama, filhinho, é sua." Depois, sentou na minha barriga e me fez mamar nos peitos e nos bicos até eles ficarem roxos e do tamanho de um morangão. Em seguida, me mandou deitar e, enfiando entre minhas pernas, ajoelhada, começou a beijar minhas bolas e a piroca. Olhando pra mim e rindo, procurou meu cu e enfiou um dedo, dizendo: "Meu bebê, sua mãe vadiazinha vai te fazer gozar." E, enfiando dois dedos no meu cu, me chupou até eu gozar toda a porra, engolindo tudo.
Continuou beijando minhas bolas até que ela ficou dura. Depois de conseguir, montou em mim, com minha piroca enterrada até as bolas, gritando: "Fode a sua mãe, sua vadiazinha, bebê!" E, depois de dois orgasmos, eu gozei enchendo a pussy dela de porra. Ela me fez beijar o clitóris dela e dormimos a melhor soneca do verão de 60.
5 comentários - Fica em família