Olá de novo e bem-vindos ao meu terceiro Post. Talvez seja desnecessário dizer que todos temos fantasias, ou talvez o ideal seja se gabar quando elas são realizadas ou quando as realizamos, não acham? Pois bem, aqui está meu relato, onde mostro que uma tarde como qualquer outra nem sempre é uma tarde qualquer.
Aquela manhã tinha sido normal em todos os aspectos. O curioso foi ao sair do trabalho: meu celular vibrava no ritmo da chamada que chegava. Ao ver o número e a imagem que aparecia na tela, me senti feliz, pois era ela — aquela garota linda que mencionei em meus outros relatos. Se você não os leu, vou descrevê-la: ela tem pele morena clara, é bem baixinha, mas isso não tira o delírio que é o corpo dela. Tem uma bunda que enlouquece quem vê, umas nádegas bem empinadas, uma cintura fina por natureza e uns seios que não só parecem uma delícia, mas têm um sabor que vicia. Uns lábios que, além de deliciosos, são perfeitos para sexo oral.
Voltando ao meu relato, atendi a chamada com o clássico "alô". A voz tão conhecida do outro lado da linha respondeu de um jeito incomum:
— Olá, boa tarde. Falo com o engenheiro?
Minha reação foi imediata e decidi entrar no papel, então respondi que sim, era eu, e perguntei em que poderia ajudá-la. Minha mente divagava sem saber o que viria ou o porquê. Só sabia que era ela e que hoje seria um dia sem igual.
— Isso mesmo, moça. Diga-me em que posso ajudá-la — foi minha resposta.
— É que encontrei um anúncio na internet onde o senhor pedia uma secretária de boa apresentação e muito competente, e acho que essa pessoa sou eu, engenheiro. Não sei se seria possível me dar uma prova para ver se atendo aos seus requisitos.
Era óbvio que aquilo era uma proposta, então não podia deixar passar, já que as oportunidades que temos de nos ver são poucas.
— Claro que sim, moça. Estou totalmente disponível para fazer uma prova. Infelizmente, estou um pouco longe do escritório. Não sei se seria... É possível nos encontrarmos em algum outro lugar.
- Claro, engenheiro, estou totalmente disponível. Que tal se nos encontrarmos em um hotel? Será mais confortável pela privacidade. Eu me adianto e peço um quarto confortável para conversarmos.
Assenti disfarçando a emoção e me dirigi ao local combinado. Ao chegar no hotel, fui direto ao quarto acordado através de uma mensagem no celular.
Entrei no quarto e me surpreendi ao vê-la vestida com um terno, um par de salto alto, meia-calça escura, blusa e paletó, e aqueles óculos que dão um toque de atriz pornô. Minha excitação foi imediata, mas o jogo mal tinha começado.
Ela se dirigiu a mim de um jeito muito sensual, o que fez com que os papéis que eu tinha na mão caíssem. Uma mulher conseguia intimidar um homem com quem já tinha transado tantas vezes. Me senti surpreso, excitado. Ao ver os papéis caírem, ela me presenteou com um sorriso perverso daqueles que matam. Ela se abaixou para pegá-los, me empurrou para se agachar, dando-me as costas e uma vista deliciosa daquele rabo gostoso, sobre o qual a saia tinha subido e só era coberto por uma calcinha fio-dental preta, acompanhada por duas fitas nas laterais das pernas — eram as ligas. Coisa que ela sabia que me deixava louco.
- Então é assim que quer começar os testes, engenheiro?
Era incrível o que ela conseguia naqueles momentos. Minha pica estava prestes a explodir de tão dura, até senti dor de tão dura que ela ficou. Ao notar, ela se virou para mim ainda agachada, só para roçar a boca na minha pica por cima da calça. Sorriu perversamente de novo e logo em seguida puxou minha pica para fora e passou a língua por toda ela. Minha resistência acabou naquele momento. Era hora de agir. Peguei-a pelo cabelo com força e a obriguei a engolir ela toda. Sentia sua língua brincando enquanto eu apertava com força aquelas tetas deliciosas. Me preparei para tirar a blusa e me deparei com um corset de renda preta. Levantei-a e arranquei sua saia. Era uma imagem deliciosa vê-la em pé assim. de frente para mim com espartilho, ligas e uma calcinha minúscula, ela me deixava louco. Peguei-a pela cintura e a deitei sobre a mesa do quarto, começando como um desesperado a comer sua buceta deliciosa. Percorri desde o início até o final de seu bumbum gostoso, suas mãos apertavam meu cabelo me obrigando a continuar grudado em sua xota, aquele aroma delicioso de sua umidade, ela começou a pedir que eu a comesse, então a levei para a cama onde a coloquei de bruços, com um travesseiro sob seu abdômen para ajudá-la a levantar mais o bumbum. Simplesmente puxei sua calcinha para o lado e a enfiei, a fiz gritar como nunca, a excitação que ela me provocava era extrema. Ela chegava ao seu terceiro orgasmo nessa posição quando a virei de costas, nosso suor escorria por nossos corpos. Ao chegar ao quarto orgasmo, ambos estávamos exaustos, mas eu ainda queria mais, ela começou a pedir para parar, que sentia formigamento de tanto prazer, foi quando soube que ela chegaria novamente. Aumentei a velocidade ao bombear, foi delicioso sentir seu orgasmo, ver como sua buceta escorria, ela estava exausta, era hora de terminar, sem dizer nada coloquei a ponta do meu pau na entrada de seu cu que estava bem molhado por seus fluidos. Ela não opôs resistência, suas forças tinham ido embora, apenas me deu um sorriso cansado e disse que eu era um malvado porque sabia que ela já não podia fazer nada, então a penetrei até o fundo pelo cu, aquela sensação daquele lugarzinho mais apertado, ver a combinação dos "para, que dói" e dos "melhor, continua!" era excitante, foi uma foda incrível, ela apertava muito gostoso seu bumbum até o momento em que o enchi com meu sêmen, caí sobre ela exausto, feliz graças a ela e pronto para dormirmos abraçados.
Aquela manhã tinha sido normal em todos os aspectos. O curioso foi ao sair do trabalho: meu celular vibrava no ritmo da chamada que chegava. Ao ver o número e a imagem que aparecia na tela, me senti feliz, pois era ela — aquela garota linda que mencionei em meus outros relatos. Se você não os leu, vou descrevê-la: ela tem pele morena clara, é bem baixinha, mas isso não tira o delírio que é o corpo dela. Tem uma bunda que enlouquece quem vê, umas nádegas bem empinadas, uma cintura fina por natureza e uns seios que não só parecem uma delícia, mas têm um sabor que vicia. Uns lábios que, além de deliciosos, são perfeitos para sexo oral.
Voltando ao meu relato, atendi a chamada com o clássico "alô". A voz tão conhecida do outro lado da linha respondeu de um jeito incomum:
— Olá, boa tarde. Falo com o engenheiro?
Minha reação foi imediata e decidi entrar no papel, então respondi que sim, era eu, e perguntei em que poderia ajudá-la. Minha mente divagava sem saber o que viria ou o porquê. Só sabia que era ela e que hoje seria um dia sem igual.
— Isso mesmo, moça. Diga-me em que posso ajudá-la — foi minha resposta.
— É que encontrei um anúncio na internet onde o senhor pedia uma secretária de boa apresentação e muito competente, e acho que essa pessoa sou eu, engenheiro. Não sei se seria possível me dar uma prova para ver se atendo aos seus requisitos.
Era óbvio que aquilo era uma proposta, então não podia deixar passar, já que as oportunidades que temos de nos ver são poucas.
— Claro que sim, moça. Estou totalmente disponível para fazer uma prova. Infelizmente, estou um pouco longe do escritório. Não sei se seria... É possível nos encontrarmos em algum outro lugar.
- Claro, engenheiro, estou totalmente disponível. Que tal se nos encontrarmos em um hotel? Será mais confortável pela privacidade. Eu me adianto e peço um quarto confortável para conversarmos.
Assenti disfarçando a emoção e me dirigi ao local combinado. Ao chegar no hotel, fui direto ao quarto acordado através de uma mensagem no celular.
Entrei no quarto e me surpreendi ao vê-la vestida com um terno, um par de salto alto, meia-calça escura, blusa e paletó, e aqueles óculos que dão um toque de atriz pornô. Minha excitação foi imediata, mas o jogo mal tinha começado.
Ela se dirigiu a mim de um jeito muito sensual, o que fez com que os papéis que eu tinha na mão caíssem. Uma mulher conseguia intimidar um homem com quem já tinha transado tantas vezes. Me senti surpreso, excitado. Ao ver os papéis caírem, ela me presenteou com um sorriso perverso daqueles que matam. Ela se abaixou para pegá-los, me empurrou para se agachar, dando-me as costas e uma vista deliciosa daquele rabo gostoso, sobre o qual a saia tinha subido e só era coberto por uma calcinha fio-dental preta, acompanhada por duas fitas nas laterais das pernas — eram as ligas. Coisa que ela sabia que me deixava louco.
- Então é assim que quer começar os testes, engenheiro?
Era incrível o que ela conseguia naqueles momentos. Minha pica estava prestes a explodir de tão dura, até senti dor de tão dura que ela ficou. Ao notar, ela se virou para mim ainda agachada, só para roçar a boca na minha pica por cima da calça. Sorriu perversamente de novo e logo em seguida puxou minha pica para fora e passou a língua por toda ela. Minha resistência acabou naquele momento. Era hora de agir. Peguei-a pelo cabelo com força e a obriguei a engolir ela toda. Sentia sua língua brincando enquanto eu apertava com força aquelas tetas deliciosas. Me preparei para tirar a blusa e me deparei com um corset de renda preta. Levantei-a e arranquei sua saia. Era uma imagem deliciosa vê-la em pé assim. de frente para mim com espartilho, ligas e uma calcinha minúscula, ela me deixava louco. Peguei-a pela cintura e a deitei sobre a mesa do quarto, começando como um desesperado a comer sua buceta deliciosa. Percorri desde o início até o final de seu bumbum gostoso, suas mãos apertavam meu cabelo me obrigando a continuar grudado em sua xota, aquele aroma delicioso de sua umidade, ela começou a pedir que eu a comesse, então a levei para a cama onde a coloquei de bruços, com um travesseiro sob seu abdômen para ajudá-la a levantar mais o bumbum. Simplesmente puxei sua calcinha para o lado e a enfiei, a fiz gritar como nunca, a excitação que ela me provocava era extrema. Ela chegava ao seu terceiro orgasmo nessa posição quando a virei de costas, nosso suor escorria por nossos corpos. Ao chegar ao quarto orgasmo, ambos estávamos exaustos, mas eu ainda queria mais, ela começou a pedir para parar, que sentia formigamento de tanto prazer, foi quando soube que ela chegaria novamente. Aumentei a velocidade ao bombear, foi delicioso sentir seu orgasmo, ver como sua buceta escorria, ela estava exausta, era hora de terminar, sem dizer nada coloquei a ponta do meu pau na entrada de seu cu que estava bem molhado por seus fluidos. Ela não opôs resistência, suas forças tinham ido embora, apenas me deu um sorriso cansado e disse que eu era um malvado porque sabia que ela já não podia fazer nada, então a penetrei até o fundo pelo cu, aquela sensação daquele lugarzinho mais apertado, ver a combinação dos "para, que dói" e dos "melhor, continua!" era excitante, foi uma foda incrível, ela apertava muito gostoso seu bumbum até o momento em que o enchi com meu sêmen, caí sobre ela exausto, feliz graças a ela e pronto para dormirmos abraçados.
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