Ela se chamava Isabel, tinha 46 anos e era casada. Me contou que era advogada e que costumava bater papo porque o marido não a satisfazia sexualmente. Segundo ela, nas próprias palavras: não dava conta do recado. Parecia que ela ficava muito excitada por eu ser militar, já que, pelo visto, gostava de homens bem dominadores.
Depois de conversar um pouco, continuamos pelo Messenger e ela me mostrou uma foto sua. Era uma morena bem gostosa e no final acabamos tendo uma sessão de cibersexo bem quente. Depois de mais alguns dias de conversa e várias outras sessões de cibersexo, percebi que ela estava muito carente e que curtia um puta tesão, então, assim que pude, comecei a encher a cabeça dela até que ela aceitou ter um encontro real comigo. A verdade é que não precisei insistir muito. Escolhemos um dia em que o marido dela ia estar fora trabalhando e ela ia poder sair do trabalho sem problemas. Como ela sempre sai do escritório pra visitar clientes, não teve problema em sair um pouco mais cedo naquele dia e me encontrar num bar.
Ela chegou na hora certa e pude ver que era ainda mais gostosa do que na foto: morena, corpuda e com uma raba impressionante. Tinha se maquiado bem, com uns lábios bem vermelhos, e vestido uma blusa preta, uma saia justa que marcava as curvas e a bunda, e umas meias pretas de renda, o que me deixou de pau duro na hora.
Sentamos numa mesa e começamos a conversar, mas logo resolvi partir pro ataque pra ver como ela reagia. Aproximei minha cadeira ainda mais da dela e, quando ninguém olhava pra gente, coloquei uma mão por baixo da saia dela e acariciei suavemente as coxas. Ela não só não me rejeitou, como vi a respiração dela ficar mais ofegante e ela abrir um pouco mais as pernas, me deixando à vontade. Aproximei minha boca da dela e a beijei, enfiando a língua toda, e ela se entregou. De repente, pareceu se dar conta de onde estava e me disse: "Aqui não, por favor, aqui não. Podem nos ver." Então perguntei se ela tinha um lugar, e ela disse que podíamos ir pra casa dela, que ficava perto e não tinha ninguém.
Achei perfeito e levei ela até meu carro, que estava estacionado perto. Assim que entramos no carro, aproveitei pra beijar ela de novo, enfiando minha língua até o fundo, e ela deixou. A mão dela tocou meu volume por cima da calça, e meu pau ficou duríssimo. Percebi que isso excitava ela. Da minha parte, aproveitei pra apalpar os peitos dela por cima da camisa e pude sentir perfeitamente os bicos duros por baixo do tecido (depois descobri o porquê).
Dirigi até a casa dela, e durante todo o caminho ela ficou acariciando meu pau por cima da calça.
Assim que entramos na casa dela, ela me levou até a sala, que era o primeiro cômodo na entrada. Sentei no sofá e, abrindo a braguilha, tirei meu pau pra fora, já totalmente duro. Ela olhou pra ele com os olhos bem abertos. "O quê? Gostou?" perguntei. Ela disse que sim, e então falei: "Então tá esperando o quê, putinha? Vem aqui e chupa meu pau, vamos!" Ela se ajoelhou entre minhas pernas sem reclamar e, pegando meu pau com a mão, enfiou ele inteiro na boca e começou a chupar. A putinha chupava como uma viciada. "Porra, essa advogada!", pensei, "quantos paus essa desgraçada já deve ter comido!" Ela dava chupadas longas e profundas, sugando e, enquanto fazia isso, olhava nos meus olhos. Eu incentivava ela, dizendo: "Mmmmmm... Assim, putinha, assim...! Isso, vagabunda, isso! Como você chupa bem, porra! Dá pra ver que você tem prática, siririqueira! Quantos paus você já deve ter comido pelas costas do corno do seu maridinho, sua filha da puta, né?" Durante os chats que tivemos, eu tinha visto que ela ficava muito excitada com linguagem obscena e comigo me dirigindo a ela desse jeito. Ela não disse nada e continuou com o boquete. De vez em quando Ela tirava meu pau da boca pra lamber ele inteirinho com a língua, acariciando a cabecinha com a língua, e aí me olhava nos olhos e perguntava com cara e voz de putinha: "Você gosta de como eu te chupo? Eu mamo bem?". Eu tava adorando e falei: "Cala a boca e continua chupando, gostosa! Como você mama bem, sua safada! Continua assim, chupeteira, não para. Enfia meu pau de novo na boca, vamos. Continua assim que você tá mandando muito bem. Mmmmm... Olha, olha... você é uma comedora de pau excelente, Isabel. Isso, agarra bem esse piru, puta. Assim, assim... Chupa, Promíscua, chupa!". Ela me obedeceu e continuou mamando sem parar, colocando toda a dedicação dela.
Depois que ela chupou por um bom tempo, peguei ela pelo cabelo e tirei o pau da boca dela, falando: "Beleza, já chega, puta, que não quero gozar antes da hora. Quero que isso dure o máximo possível, hehehe".
Aí ela me levou até o quarto dela e lá a gente se pelou. Quando ela tirou a roupa, levei um susto. Acontece que as meias de rede que ela usava não eram meias, mas uma espécie de body de malha que cobria o corpo inteiro dela. "Que puta!", pensei, "tirei a sorte grande com essa gostosa". O mais excitante era que o body tinha um buraco na região da buceta pra poder foder ela sem problemas com ele vestido. A putinha tinha ido ao encontro com aquilo por baixo e a buceta de fora o tempo todo. Não perguntei como ela tinha aquele body. Com certeza já tinha usado mais vezes com mais caras. Comecei a perceber que, mesmo sendo casada e advogada, na verdade ela era uma puta do caralho.
A primeira coisa que me chamou a atenção é que ela tinha uns bicos enormes. Os peitos dela eram meio caídos pro meu gosto, mas os bicos eram impressionantes. Ideais pra morder ou beliscar. Eles estavam completamente duros e aparecendo por entre a malha. A outra coisa que me chamou a atenção foi o quanto peluda era a buceta dela. A tal Promíscua tinha um belo matojo. “Mmmmm. Olha, olha, olha… então Dona Isabel é daquelas que não depila a buceta… sua porca! Que tapete peludo você tem, Promiscuous… Melhor assim, adoro bocetinhas peludas. Vem, se inclina na cômoda que antes de te foder quero provar um pouco”, falei. Ela se inclinou na cômoda e eu fiquei atrás dela, comecei a enfiar os dedos na buceta dela, primeiro mexendo devagar e depois enfiando e tirando cada vez mais rápido. A putinha começou a gemer de tesão na hora. “Olha, olha!”, falei, “Como você molha, porca! Tá escorrendo! Sua safada! Só enfiei os dedos na sua buceta e já tá parecendo um bebedouro de pato. Tenho certeza que você vai adorar isso, pode crer…”
Aí ela se deitou de costas na cama e abriu as pernas pra eu olhar bem. “Tá gostando?” ela perguntou sorrindo e fazendo cara de puta enquanto abria os lábios da buceta com a mão. “Claro, putinha, claro que tô gostando”, falei, “Vai, Isabel, me mostra o quão Promiscuous você é, quero ver se é tão vagabunda quanto dizia nos chats”.
Então ela molhou os dedos com saliva e começou a tocar os próprios pezões, acariciando, esticando e beliscando até eles ficarem durinhos e bem tesos. Depois abriu bem os lábios da buceta e começou a enfiar um dedo na buceta na minha frente, primeiro devagar e depois, conforme a putinha ia ficando excitada e molhada, cada vez mais rápido. Ela beliscava os pezões com uma mão e com a outra se dedilhava a buceta sem parar. Dava pra ver que o fato de estar ali fazendo aquilo enquanto eu olhava sem perder um detalhe, deixava ela com muito tesão. Parecia uma daquelas putas que atuam nas cabines de vidro dos sex-shops. Meu pau começou a ficar ainda mais duro do que já tava. Logo vi a buceta dela começar a soltar um monte de fluido de tesão. Depois ela ficou de quatro na cama com o cu de rabo pra cima, olhando pra mim, e enquanto com uma mão continuava se tocando na buceta, com a outra enfiava um dedo no cu ao mesmo tempo que gemia alto igual uma porca. Quando vi que ela já tava quase gozando, falei: “Já chega, Promiscuous. É o bastante, não quero que você goze antes da hora”.
Aí eu me deitei na cama com a pica dura olhando pro teto e falei: “Tá esperando o quê, puta? Vem aqui e enfia. Fode você mesma, vamos. Age como uma puta, que é isso que você é”. Ela veio até onde eu tava e montou em cima da minha pica, e foi descendo o corpo devagar, enfiando a pica até ter ela toda dentro. Quando ela enfiou toda, dei um tapa na bunda dela e falei: “Vai! Monta, puta, monta! Quero ver como você se mexe!” e a safada começou a pular na minha pica, e a cada pulo enfiava a pica completamente até o fundo. Enquanto fazia isso, gritava de prazer e dava pra ver que os gritos não eram fingidos. A Promiscuous tava adorando com a minha pica dentro. Eu falava: “Assim, puta, assim! Muito bem! Vai, continua, continua, não para!” e, enquanto ela não parava de pular, se fodendo e enfiando a minha pica, eu dava tapas na bunda dela ou agarrava os peitos, beliscando os bicos e puxando eles.
Depois de um bom tempo fodendo ela assim, agarrei ela e coloquei de quatro na cama. “Essa posição eu gosto mais”, falei, “Quero te foder como uma puta”. Ela se ajeitou obediente e se inclinou bem pra frente, empinando a bunda e me oferecendo a buceta. Eu agarrei ela pela cintura e meti a pica na buceta com um empurrão forte e, sem mais, comecei a foder ela bem forte. Ela gritava de prazer igual uma porca, sem se importar, pelo visto, se os vizinhos podiam ouvir. Enquanto eu fodava, dava tapas fortes na bunda dela com a mão, mas ela não só não se incomodava como parecia gostar. Já tinha descoberto, pelas vezes que tinha chateado com ela, que, apesar de ter um cargo importante no trabalho, no sexo era bem submissa e o que ela gostava era de levar porrada, e das boas.
Depois de foder ela assim por um bom tempo, tirei a pica da buceta e, dando um tapa forte na bunda dela, falei: "Mmmmmm... Que rabão você tem, gostosa... Com esse pedaço de bunda e o quanto você é puta, com certeza já te comeram muito. Você gosta de dar o cu, Isabel?" "Não sei", ela disse, "Nunca experimentei". "Não?", falei surpreso, "O que foi, além de corno, seu marido é viado? Isso tem que resolver. Não dá pra deixar uma puta como você andar por aí com o cu virgem, mas não se preocupa, que disso eu cuido. Que otário o cara, hahaha! Sabe, vadiazinha? O que eu gosto é que peçam, então quero que seja você a me pedir pra te comer o cu, Isabel, e que me ofereça. Me implora, vamos, Isabel, me mostra o quanto você é puta e me oferece esse cu pra eu te foder". Ela me obedeceu e se inclinou na cama, abrindo bem o cu com a mão enquanto dizia: "Me come o cu, por favor, me dá no cu". Eu respondi: "Muito bem, puta. Se é isso que você quer... vou te satisfazer. Adoro desvirgar cuzinhos. Faz tempo que não como um cu bom... e ainda por cima virgem. Isso vai ser bom, vadiazinha, hahaha. Vamos, se prepara, puta, que vou te arrebentar o cu. Abre bem o cu, gostosa, que você vai gozar como uma louca, já vai ver. Abre ele. Você vai saber o que é sentir uma pica boa no seu cu, promíscua. Quando eu terminar com você, vai ter o cu mais largo que o túnel do metrô. Já vai ver, vai dar pra enfiar no seu cu até a pica de um cavalo".
Ela abriu o cu com as mãos e eu cuspi no buraco dela e comecei a lubrificar com minha saliva, enfiando meus dedos dentro, primeiro um e depois dois, mexendo eles. Aos poucos, graças aos meus toques, comecei a sentir o cu dela se dilatando. Ela começou a se remexer e a gemer de prazer enquanto meus dedos entravam e saíam do cu dela. Eu falei: “Tá gostando, hein, vagabunda? Kkkk, já sabia… Que puta que você é. Então espera só, puta, que isso vai te agradar mais… isso é mais grosso que meus dedos… Se prepara… Range os dentes, puta, que vou meter”. Aí encostei a ponta da minha pica no buraco dela e, segurando ela pela cintura, comecei a apertar com força forçando a entrada do cu dela. Custou um pouco pra meter, certeza que tava doendo pra caralho, mas nem por isso parei de empurrar com força. Ela implorava: “Devagar, por favor, devagar… Com cuidado, por favor… cuidado que tá doendo… ahhhh… mais devagar, por favor, que você vai me matar, vai me rasgar…” mas eu não liguei pras súplicas dela: “Cala a boca, puta de merda!”, falei, “Não aperta o cu, rabuda! Não aperta!! Como você tá dura, porra! É verdade que era virgem de cu… Relaxa o cu, puta! Relaxa, eu tô falando!! Isso aí…! Assim, assim…! Já tá entrando a cabeça! Ah, sim! Que delícia, rabuda! Deixa eu te sodomizar, puta! Qual é? Nunca te meteram um pauzão desse no cu, hein? É maior que o do corno do seu marido, né? Kkkkkk Então relaxa e aproveita, rabuda! Agora você vai saber o que é ser comida de cu! Vou te destruir, puta!! Toma!!”. Aí dei um empurrão forte metendo toda a minha pica dentro do cu dela de uma vez. Depois, com toda a pica dentro do cu dela e sem dar tempo dela se recuperar, comecei a comer o cu dela com força. Metia e tirava do cu dela brutalmente. Ela começou a gritar pedindo pra eu parar, mas continuei comendo ela ainda mais forte. Ela gritava: “Ahhhhhh! Para, para, para! Para, pelo amor de Deus! Mais devagar! Mais devagar! Para! Ahhhhhh!” e enquanto isso, eu não parava de furar ela com a pica, dando tapas fortes na bunda dela enquanto falava “Isso aí! Grita, puta, grita! Que todo mundo no prédio fique sabendo como eu tô rasgando seu cu, kkkkkk! Tá sentindo bem minha Pau, hein, vagabunda! Tá sentindo bem? Kkkkkkkk”.
No entanto, depois de um tempo, assim que a bunda dela começou a se acostumar com minha penetração brutal, ela começou a gozar como uma verdadeira porca e seus gritos passaram, aos poucos, de dor pra prazer: “Sim! Ah, sim! Ah, sim! Mmmmmm… Que delícia, porra, que delícia! Como você manda bem! Sim! Mete na minha bunda, gostoso! Mete! Enfia até o fundo! Até as bolas! Assim! Assim! Que pau você tem! Continua, filho da puta, continua! Não para! Arrebenta minha bunda, filho da puta! Arrebenta! Me destrói!”, ela dizia. A verdade é que a situação era muito excitante. Ali estava eu comendo o cu de uma advogada de prestígio, casada e mãe de família, enrabando ela brutalmente na própria casa dela e na mesma cama onde dormia com o marido. Bem perto, numa cômoda, tinha uma foto onde ela aparecia sorrindo com os três filhos, toda dona de casa respeitável e decente, e ali eu a tinha, totalmente à minha mercê, vestida com uma fantasia de puta e gritando obscenidades como uma puta barata enquanto arrebentava o cu dela. Não parecia a mesma pessoa.
Ela me dizia coisas tipo: “Ah, sim, que delícia… Continua, continua, não para… Empurra, empurra forte… Mais forte, mais forte, vamos! Como eu gosto! Como você fode bem, filho da puta! Como você manda bem! Ah, sim… Enfia esse pau no meu cu, meu amor… Sou toda sua! Toda sua! Crava ele! Enfia tudo!”. Eu sempre gostei de foder pesado e enfiava no cu dela sem dó e, enquanto enrabava, dava tapas fortes na bunda dela, deixando bem vermelha, enquanto gritava: “Isso aí, porca, isso aí! Aproveita, vagabunda, aproveita! Toma no cu, vagabunda, toma no cu! Gosta de como eu te enrabo, Promíscua? Quem te fode melhor, eu ou o maricas do teu marido, hein? Responde, puta de merda!” e ela, já totalmente fora de si, respondia: “Você! Você! Ah, sim! Muito melhor! Que pauzão você tem, filho da puta! Isso sim é uma rola, não a do maricas do meu marido! Não para! Não Pausa, por favor! Você vai me matar de gosto! Mais forte! Mais forte! Maiss! Assim, assim! Continua assim que eu vou gozar! Oh, Deus! Vou gozar pelo cu! Vou gozaaaar!". "Hahaha, que pena que o corno manso não tá aqui pra ouvir e ver como a puta Promíscua da sua mulher se diverte enquanto eu arrebento o cu dela!, hahaha", falei rindo. Então peguei no cabelo dela, puxando pra cima, forçando ela a arquear o corpo ao máximo sem parar de meter no cu e falei: "Já chega de eu trabalhar! Mostra o quanto você ama isso, puta! Mexe essa bunda, puta, mexe! Enfia você mesma, vamos! Dá o cu, rabuda! Dá o cu!" e aí parei de meter e foi ela que continuou rebolando pra frente e pra trás, se enfiando sozinha, enquanto eu ria e falava "Isso aí! Assim... assim...! Boa, puta, boa...! Me dá prazer, Promíscua! Hahaha" e enquanto ela mesma se dava no cu, eu não parava de dar tapas fortes na bunda dela. "Mais rápido! Mais rápido!", eu falava, "Com força, puta, com força! Enfia bem, rabuda! Isso aí! Assim, assim! Muito bem, puta!".
Daí a pouco senti que ia gozar e falei: "Ahhhh! Vou gozar! Vou gozar, Promíscua!" e aí tirei a pica do cu dela e, virando ela de barriga pra cima na cama, montei em cima e comecei a gozar na cara dela enquanto falava: "Toma, Isabel! Toma tudo, putaaa! Tudo pra você! Vou encher você de leite, rabuda! Ahhhhh! Putaaaahhhhhh!" Enchi a cara toda dela de porra e quando terminei de gozar, enfiei minha pica na boca dela e falei: "Limpa bem, vamos. Prova o gosto do seu cu, Promíscua, come sua merda, toma... porra com toddy. É gostoso? Hahaha". Ela chupou obedientemente e quando tirei a pica da boca dela, ela pegou um pouco da minha porra com o dedo e levou aos lábios, saboreando e dizendo "Mmmmm... que delícia". Eu ri e falei: "Que puta você é, Isabel! Você é mais puta que galinha, hahahaha... Espero te foder de novo". às vezes”.
E, de fato, foi assim. Continuamos nos vendo com frequência e eu como ela tudo o que quero e mais um pouco, sempre que ela consegue dar um tempo do trabalho e o apartamento dela fica livre enquanto o marido está trabalhando. O coitado já deve estar com uns chifres que nem cabem mais na porta, haha. Então agora tenho a sorte de ter uma advogada inteira como minha putinha pessoal. Além disso, ela é bem promíscua e submissa, e deixa eu fazer tudo o que peço, até tirar fotos para que, nos dias em que não como ela, eu possa continuar batendo uma punheta pensando nela e me divertindo às custas dela, então não poderia estar mais satisfeito.
Depois de conversar um pouco, continuamos pelo Messenger e ela me mostrou uma foto sua. Era uma morena bem gostosa e no final acabamos tendo uma sessão de cibersexo bem quente. Depois de mais alguns dias de conversa e várias outras sessões de cibersexo, percebi que ela estava muito carente e que curtia um puta tesão, então, assim que pude, comecei a encher a cabeça dela até que ela aceitou ter um encontro real comigo. A verdade é que não precisei insistir muito. Escolhemos um dia em que o marido dela ia estar fora trabalhando e ela ia poder sair do trabalho sem problemas. Como ela sempre sai do escritório pra visitar clientes, não teve problema em sair um pouco mais cedo naquele dia e me encontrar num bar.
Ela chegou na hora certa e pude ver que era ainda mais gostosa do que na foto: morena, corpuda e com uma raba impressionante. Tinha se maquiado bem, com uns lábios bem vermelhos, e vestido uma blusa preta, uma saia justa que marcava as curvas e a bunda, e umas meias pretas de renda, o que me deixou de pau duro na hora.
Sentamos numa mesa e começamos a conversar, mas logo resolvi partir pro ataque pra ver como ela reagia. Aproximei minha cadeira ainda mais da dela e, quando ninguém olhava pra gente, coloquei uma mão por baixo da saia dela e acariciei suavemente as coxas. Ela não só não me rejeitou, como vi a respiração dela ficar mais ofegante e ela abrir um pouco mais as pernas, me deixando à vontade. Aproximei minha boca da dela e a beijei, enfiando a língua toda, e ela se entregou. De repente, pareceu se dar conta de onde estava e me disse: "Aqui não, por favor, aqui não. Podem nos ver." Então perguntei se ela tinha um lugar, e ela disse que podíamos ir pra casa dela, que ficava perto e não tinha ninguém.
Achei perfeito e levei ela até meu carro, que estava estacionado perto. Assim que entramos no carro, aproveitei pra beijar ela de novo, enfiando minha língua até o fundo, e ela deixou. A mão dela tocou meu volume por cima da calça, e meu pau ficou duríssimo. Percebi que isso excitava ela. Da minha parte, aproveitei pra apalpar os peitos dela por cima da camisa e pude sentir perfeitamente os bicos duros por baixo do tecido (depois descobri o porquê).
Dirigi até a casa dela, e durante todo o caminho ela ficou acariciando meu pau por cima da calça.
Assim que entramos na casa dela, ela me levou até a sala, que era o primeiro cômodo na entrada. Sentei no sofá e, abrindo a braguilha, tirei meu pau pra fora, já totalmente duro. Ela olhou pra ele com os olhos bem abertos. "O quê? Gostou?" perguntei. Ela disse que sim, e então falei: "Então tá esperando o quê, putinha? Vem aqui e chupa meu pau, vamos!" Ela se ajoelhou entre minhas pernas sem reclamar e, pegando meu pau com a mão, enfiou ele inteiro na boca e começou a chupar. A putinha chupava como uma viciada. "Porra, essa advogada!", pensei, "quantos paus essa desgraçada já deve ter comido!" Ela dava chupadas longas e profundas, sugando e, enquanto fazia isso, olhava nos meus olhos. Eu incentivava ela, dizendo: "Mmmmmm... Assim, putinha, assim...! Isso, vagabunda, isso! Como você chupa bem, porra! Dá pra ver que você tem prática, siririqueira! Quantos paus você já deve ter comido pelas costas do corno do seu maridinho, sua filha da puta, né?" Durante os chats que tivemos, eu tinha visto que ela ficava muito excitada com linguagem obscena e comigo me dirigindo a ela desse jeito. Ela não disse nada e continuou com o boquete. De vez em quando Ela tirava meu pau da boca pra lamber ele inteirinho com a língua, acariciando a cabecinha com a língua, e aí me olhava nos olhos e perguntava com cara e voz de putinha: "Você gosta de como eu te chupo? Eu mamo bem?". Eu tava adorando e falei: "Cala a boca e continua chupando, gostosa! Como você mama bem, sua safada! Continua assim, chupeteira, não para. Enfia meu pau de novo na boca, vamos. Continua assim que você tá mandando muito bem. Mmmmm... Olha, olha... você é uma comedora de pau excelente, Isabel. Isso, agarra bem esse piru, puta. Assim, assim... Chupa, Promíscua, chupa!". Ela me obedeceu e continuou mamando sem parar, colocando toda a dedicação dela.
Depois que ela chupou por um bom tempo, peguei ela pelo cabelo e tirei o pau da boca dela, falando: "Beleza, já chega, puta, que não quero gozar antes da hora. Quero que isso dure o máximo possível, hehehe".
Aí ela me levou até o quarto dela e lá a gente se pelou. Quando ela tirou a roupa, levei um susto. Acontece que as meias de rede que ela usava não eram meias, mas uma espécie de body de malha que cobria o corpo inteiro dela. "Que puta!", pensei, "tirei a sorte grande com essa gostosa". O mais excitante era que o body tinha um buraco na região da buceta pra poder foder ela sem problemas com ele vestido. A putinha tinha ido ao encontro com aquilo por baixo e a buceta de fora o tempo todo. Não perguntei como ela tinha aquele body. Com certeza já tinha usado mais vezes com mais caras. Comecei a perceber que, mesmo sendo casada e advogada, na verdade ela era uma puta do caralho.
A primeira coisa que me chamou a atenção é que ela tinha uns bicos enormes. Os peitos dela eram meio caídos pro meu gosto, mas os bicos eram impressionantes. Ideais pra morder ou beliscar. Eles estavam completamente duros e aparecendo por entre a malha. A outra coisa que me chamou a atenção foi o quanto peluda era a buceta dela. A tal Promíscua tinha um belo matojo. “Mmmmm. Olha, olha, olha… então Dona Isabel é daquelas que não depila a buceta… sua porca! Que tapete peludo você tem, Promiscuous… Melhor assim, adoro bocetinhas peludas. Vem, se inclina na cômoda que antes de te foder quero provar um pouco”, falei. Ela se inclinou na cômoda e eu fiquei atrás dela, comecei a enfiar os dedos na buceta dela, primeiro mexendo devagar e depois enfiando e tirando cada vez mais rápido. A putinha começou a gemer de tesão na hora. “Olha, olha!”, falei, “Como você molha, porca! Tá escorrendo! Sua safada! Só enfiei os dedos na sua buceta e já tá parecendo um bebedouro de pato. Tenho certeza que você vai adorar isso, pode crer…”
Aí ela se deitou de costas na cama e abriu as pernas pra eu olhar bem. “Tá gostando?” ela perguntou sorrindo e fazendo cara de puta enquanto abria os lábios da buceta com a mão. “Claro, putinha, claro que tô gostando”, falei, “Vai, Isabel, me mostra o quão Promiscuous você é, quero ver se é tão vagabunda quanto dizia nos chats”.
Então ela molhou os dedos com saliva e começou a tocar os próprios pezões, acariciando, esticando e beliscando até eles ficarem durinhos e bem tesos. Depois abriu bem os lábios da buceta e começou a enfiar um dedo na buceta na minha frente, primeiro devagar e depois, conforme a putinha ia ficando excitada e molhada, cada vez mais rápido. Ela beliscava os pezões com uma mão e com a outra se dedilhava a buceta sem parar. Dava pra ver que o fato de estar ali fazendo aquilo enquanto eu olhava sem perder um detalhe, deixava ela com muito tesão. Parecia uma daquelas putas que atuam nas cabines de vidro dos sex-shops. Meu pau começou a ficar ainda mais duro do que já tava. Logo vi a buceta dela começar a soltar um monte de fluido de tesão. Depois ela ficou de quatro na cama com o cu de rabo pra cima, olhando pra mim, e enquanto com uma mão continuava se tocando na buceta, com a outra enfiava um dedo no cu ao mesmo tempo que gemia alto igual uma porca. Quando vi que ela já tava quase gozando, falei: “Já chega, Promiscuous. É o bastante, não quero que você goze antes da hora”.
Aí eu me deitei na cama com a pica dura olhando pro teto e falei: “Tá esperando o quê, puta? Vem aqui e enfia. Fode você mesma, vamos. Age como uma puta, que é isso que você é”. Ela veio até onde eu tava e montou em cima da minha pica, e foi descendo o corpo devagar, enfiando a pica até ter ela toda dentro. Quando ela enfiou toda, dei um tapa na bunda dela e falei: “Vai! Monta, puta, monta! Quero ver como você se mexe!” e a safada começou a pular na minha pica, e a cada pulo enfiava a pica completamente até o fundo. Enquanto fazia isso, gritava de prazer e dava pra ver que os gritos não eram fingidos. A Promiscuous tava adorando com a minha pica dentro. Eu falava: “Assim, puta, assim! Muito bem! Vai, continua, continua, não para!” e, enquanto ela não parava de pular, se fodendo e enfiando a minha pica, eu dava tapas na bunda dela ou agarrava os peitos, beliscando os bicos e puxando eles.
Depois de um bom tempo fodendo ela assim, agarrei ela e coloquei de quatro na cama. “Essa posição eu gosto mais”, falei, “Quero te foder como uma puta”. Ela se ajeitou obediente e se inclinou bem pra frente, empinando a bunda e me oferecendo a buceta. Eu agarrei ela pela cintura e meti a pica na buceta com um empurrão forte e, sem mais, comecei a foder ela bem forte. Ela gritava de prazer igual uma porca, sem se importar, pelo visto, se os vizinhos podiam ouvir. Enquanto eu fodava, dava tapas fortes na bunda dela com a mão, mas ela não só não se incomodava como parecia gostar. Já tinha descoberto, pelas vezes que tinha chateado com ela, que, apesar de ter um cargo importante no trabalho, no sexo era bem submissa e o que ela gostava era de levar porrada, e das boas.
Depois de foder ela assim por um bom tempo, tirei a pica da buceta e, dando um tapa forte na bunda dela, falei: "Mmmmmm... Que rabão você tem, gostosa... Com esse pedaço de bunda e o quanto você é puta, com certeza já te comeram muito. Você gosta de dar o cu, Isabel?" "Não sei", ela disse, "Nunca experimentei". "Não?", falei surpreso, "O que foi, além de corno, seu marido é viado? Isso tem que resolver. Não dá pra deixar uma puta como você andar por aí com o cu virgem, mas não se preocupa, que disso eu cuido. Que otário o cara, hahaha! Sabe, vadiazinha? O que eu gosto é que peçam, então quero que seja você a me pedir pra te comer o cu, Isabel, e que me ofereça. Me implora, vamos, Isabel, me mostra o quanto você é puta e me oferece esse cu pra eu te foder". Ela me obedeceu e se inclinou na cama, abrindo bem o cu com a mão enquanto dizia: "Me come o cu, por favor, me dá no cu". Eu respondi: "Muito bem, puta. Se é isso que você quer... vou te satisfazer. Adoro desvirgar cuzinhos. Faz tempo que não como um cu bom... e ainda por cima virgem. Isso vai ser bom, vadiazinha, hahaha. Vamos, se prepara, puta, que vou te arrebentar o cu. Abre bem o cu, gostosa, que você vai gozar como uma louca, já vai ver. Abre ele. Você vai saber o que é sentir uma pica boa no seu cu, promíscua. Quando eu terminar com você, vai ter o cu mais largo que o túnel do metrô. Já vai ver, vai dar pra enfiar no seu cu até a pica de um cavalo".
Ela abriu o cu com as mãos e eu cuspi no buraco dela e comecei a lubrificar com minha saliva, enfiando meus dedos dentro, primeiro um e depois dois, mexendo eles. Aos poucos, graças aos meus toques, comecei a sentir o cu dela se dilatando. Ela começou a se remexer e a gemer de prazer enquanto meus dedos entravam e saíam do cu dela. Eu falei: “Tá gostando, hein, vagabunda? Kkkk, já sabia… Que puta que você é. Então espera só, puta, que isso vai te agradar mais… isso é mais grosso que meus dedos… Se prepara… Range os dentes, puta, que vou meter”. Aí encostei a ponta da minha pica no buraco dela e, segurando ela pela cintura, comecei a apertar com força forçando a entrada do cu dela. Custou um pouco pra meter, certeza que tava doendo pra caralho, mas nem por isso parei de empurrar com força. Ela implorava: “Devagar, por favor, devagar… Com cuidado, por favor… cuidado que tá doendo… ahhhh… mais devagar, por favor, que você vai me matar, vai me rasgar…” mas eu não liguei pras súplicas dela: “Cala a boca, puta de merda!”, falei, “Não aperta o cu, rabuda! Não aperta!! Como você tá dura, porra! É verdade que era virgem de cu… Relaxa o cu, puta! Relaxa, eu tô falando!! Isso aí…! Assim, assim…! Já tá entrando a cabeça! Ah, sim! Que delícia, rabuda! Deixa eu te sodomizar, puta! Qual é? Nunca te meteram um pauzão desse no cu, hein? É maior que o do corno do seu marido, né? Kkkkkk Então relaxa e aproveita, rabuda! Agora você vai saber o que é ser comida de cu! Vou te destruir, puta!! Toma!!”. Aí dei um empurrão forte metendo toda a minha pica dentro do cu dela de uma vez. Depois, com toda a pica dentro do cu dela e sem dar tempo dela se recuperar, comecei a comer o cu dela com força. Metia e tirava do cu dela brutalmente. Ela começou a gritar pedindo pra eu parar, mas continuei comendo ela ainda mais forte. Ela gritava: “Ahhhhhh! Para, para, para! Para, pelo amor de Deus! Mais devagar! Mais devagar! Para! Ahhhhhh!” e enquanto isso, eu não parava de furar ela com a pica, dando tapas fortes na bunda dela enquanto falava “Isso aí! Grita, puta, grita! Que todo mundo no prédio fique sabendo como eu tô rasgando seu cu, kkkkkk! Tá sentindo bem minha Pau, hein, vagabunda! Tá sentindo bem? Kkkkkkkk”.
No entanto, depois de um tempo, assim que a bunda dela começou a se acostumar com minha penetração brutal, ela começou a gozar como uma verdadeira porca e seus gritos passaram, aos poucos, de dor pra prazer: “Sim! Ah, sim! Ah, sim! Mmmmmm… Que delícia, porra, que delícia! Como você manda bem! Sim! Mete na minha bunda, gostoso! Mete! Enfia até o fundo! Até as bolas! Assim! Assim! Que pau você tem! Continua, filho da puta, continua! Não para! Arrebenta minha bunda, filho da puta! Arrebenta! Me destrói!”, ela dizia. A verdade é que a situação era muito excitante. Ali estava eu comendo o cu de uma advogada de prestígio, casada e mãe de família, enrabando ela brutalmente na própria casa dela e na mesma cama onde dormia com o marido. Bem perto, numa cômoda, tinha uma foto onde ela aparecia sorrindo com os três filhos, toda dona de casa respeitável e decente, e ali eu a tinha, totalmente à minha mercê, vestida com uma fantasia de puta e gritando obscenidades como uma puta barata enquanto arrebentava o cu dela. Não parecia a mesma pessoa.
Ela me dizia coisas tipo: “Ah, sim, que delícia… Continua, continua, não para… Empurra, empurra forte… Mais forte, mais forte, vamos! Como eu gosto! Como você fode bem, filho da puta! Como você manda bem! Ah, sim… Enfia esse pau no meu cu, meu amor… Sou toda sua! Toda sua! Crava ele! Enfia tudo!”. Eu sempre gostei de foder pesado e enfiava no cu dela sem dó e, enquanto enrabava, dava tapas fortes na bunda dela, deixando bem vermelha, enquanto gritava: “Isso aí, porca, isso aí! Aproveita, vagabunda, aproveita! Toma no cu, vagabunda, toma no cu! Gosta de como eu te enrabo, Promíscua? Quem te fode melhor, eu ou o maricas do teu marido, hein? Responde, puta de merda!” e ela, já totalmente fora de si, respondia: “Você! Você! Ah, sim! Muito melhor! Que pauzão você tem, filho da puta! Isso sim é uma rola, não a do maricas do meu marido! Não para! Não Pausa, por favor! Você vai me matar de gosto! Mais forte! Mais forte! Maiss! Assim, assim! Continua assim que eu vou gozar! Oh, Deus! Vou gozar pelo cu! Vou gozaaaar!". "Hahaha, que pena que o corno manso não tá aqui pra ouvir e ver como a puta Promíscua da sua mulher se diverte enquanto eu arrebento o cu dela!, hahaha", falei rindo. Então peguei no cabelo dela, puxando pra cima, forçando ela a arquear o corpo ao máximo sem parar de meter no cu e falei: "Já chega de eu trabalhar! Mostra o quanto você ama isso, puta! Mexe essa bunda, puta, mexe! Enfia você mesma, vamos! Dá o cu, rabuda! Dá o cu!" e aí parei de meter e foi ela que continuou rebolando pra frente e pra trás, se enfiando sozinha, enquanto eu ria e falava "Isso aí! Assim... assim...! Boa, puta, boa...! Me dá prazer, Promíscua! Hahaha" e enquanto ela mesma se dava no cu, eu não parava de dar tapas fortes na bunda dela. "Mais rápido! Mais rápido!", eu falava, "Com força, puta, com força! Enfia bem, rabuda! Isso aí! Assim, assim! Muito bem, puta!".
Daí a pouco senti que ia gozar e falei: "Ahhhh! Vou gozar! Vou gozar, Promíscua!" e aí tirei a pica do cu dela e, virando ela de barriga pra cima na cama, montei em cima e comecei a gozar na cara dela enquanto falava: "Toma, Isabel! Toma tudo, putaaa! Tudo pra você! Vou encher você de leite, rabuda! Ahhhhh! Putaaaahhhhhh!" Enchi a cara toda dela de porra e quando terminei de gozar, enfiei minha pica na boca dela e falei: "Limpa bem, vamos. Prova o gosto do seu cu, Promíscua, come sua merda, toma... porra com toddy. É gostoso? Hahaha". Ela chupou obedientemente e quando tirei a pica da boca dela, ela pegou um pouco da minha porra com o dedo e levou aos lábios, saboreando e dizendo "Mmmmm... que delícia". Eu ri e falei: "Que puta você é, Isabel! Você é mais puta que galinha, hahahaha... Espero te foder de novo". às vezes”.
E, de fato, foi assim. Continuamos nos vendo com frequência e eu como ela tudo o que quero e mais um pouco, sempre que ela consegue dar um tempo do trabalho e o apartamento dela fica livre enquanto o marido está trabalhando. O coitado já deve estar com uns chifres que nem cabem mais na porta, haha. Então agora tenho a sorte de ter uma advogada inteira como minha putinha pessoal. Além disso, ela é bem promíscua e submissa, e deixa eu fazer tudo o que peço, até tirar fotos para que, nos dias em que não como ela, eu possa continuar batendo uma punheta pensando nela e me divertindo às custas dela, então não poderia estar mais satisfeito.
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