Papai, mamãe e... o bebê (parte I)

O marido dela roncava do lado. Maria não conseguia dormir. Tinha uma coisa que a deixava nervosa há uns dias. Primeiro achou que era coisa da cabeça dela, imaginação. Depois se convenceu de que era real. E a confirmação veio naquela mesma tarde.
Pensando nisso tudo, não conseguia pregar o olho. Deu uma cotovelada no marido. Sem querer, acertou bem nos rins, e Mateo deu um pulo na cama.


Papai, mamãe e... o bebê (parte I)boquete

-Buceta, María. Toma cuidado.
-Perdão, meu amor. Não queria te machucar tanto. Mas é que... tenho que te contar uma coisa.
-Não pode esperar até amanhã? - disse Mateo, sonolento e tentando pegar no sono de novo.
-Não, não pode. É que...
Mateo se virou. Sabia que quando sua mulher enfiava algo na cabeça, não havia nada no mundo que tirasse. Quanto mais cedo ela terminasse, mais cedo ele poderia dormir.
-Vai. Solta logo.
-O menino... Ele me olha.
-Como assim o menino te olha?
-Isso mesmo. Ele me olha. Há dias eu percebi que ele me olha. O decote, as pernas. E a raba quando estou de costas pra ele.



triololas

-Kkkk E como é que você sabe que ele tá olhando pra sua bunda quando você tá de costas pra ele?
-Sinto o olhar dele grudado em mim. Além disso, ontem vi ele pelo reflexo da vitrine da sala.
-Kkkk. Olha só o menino. Bom, já não é tão menino assim, com 19 primaveras. Mas quando ele tiver 50, você vai continuar chamando ele de menino, né? Kkkk


transarmami]—Não ri, buceta. Não acho graça nenhuma.
—Mulher, não fica brava. Ele é novo, e você sabe como ele é tímido. Você é a mulher mais próxima que ele tem, e é uma gostosa. Não é estranho ele te olhar.
—Porra, Mateo. Sou a mãe dele. Não devia me olhar assim.
—Nah, não é nada, mulher. Já passa.
—É que... tá piorando.
—Como assim piorando?
—Sim. Hoje à tarde, pelo canto do olho, percebi que ele se tocava.
—QUE SE TOCAVA?
—Sim, disfarçadamente passava a mão por... você sabe...
—Pelo pau.


Papai, mamãe e... o bebê (parte I)boquete

— Sim.
— Então ele tirou a pica na sua frente.
— Porra, não fala besteira. Claro que não. Só passou a mão por cima da calça.
— Tava dura?
— MATEO! Parece idiota. E eu lá sei? Como você pode imaginar, não fiquei olhando pra virilha do seu filho.
— Aposto que sim. Aposto o que você quiser que ele ficou de pau duro olhando pra sua bunda.
— Ai, nem sei por que te contei isso. Vai pro caralho.

Maria apagou a luz do criado-mudo, deixando o quarto escuro, e se deitou de costas pro marido. Mateo ficou de barriga pra cima, pensando no que a mulher tinha contado.


Lembrou da juventude, lá no povoado. Vieram à mente aqueles momentos em que começou a reparar na mãe. Era um povoado pequeno, sem muitas mulheres. A mãe era cheinha, mas isso não impediu ele, por um tempo, de ficar de olho nela, tentando ver alguma coisa. Um pouco de peito, um bom pedaço de coxa. Mas isso passou. Pensou que era uma fase que a maioria dos garotos passa, algo natural, sem importância, que fica só nisso e se esquece.

triololas

Além disso, a mulher dele era muito mais gostosa que a mãe, então ele entendeu o João, o filho. Aqueles peitões enormes, aquela raba soberba. Esticou uma mão por baixo dos lençóis até encontrar. Quente, redondo. Macio ao toque por causa do pijama de seda que ela usava. Começou a acariciar.

transarmami

— Mateo, o que você tá fazendo?

— Nada.

— Como assim nada? Você tá passando a mão na minha bunda.

Mateo se encostou nela. Maria logo sentiu o pau duro do marido colado na bunda dela, e uma das mãos dele a envolveu e agarrou um dos peitos dela.

— Tô com tesão, Maria. Vamos dar uma rapidinha.


Papai, mamãe e... o bebê (parte I)boquete

—Não, deixa — ela disse, sem muita convicção.

Mateo começou a beijar o pescoço dela, o lóbulo da orelhinha. Sabia que aquele era o ponto fraco dela. Sentiu ela tremer. Então, enfiou a mão por dentro do pijama e agarrou uma das suas lindas tetas. Percebeu o mamilo duro. Apertou entre os dedos e ela gemeu. Sem dúvida, também estava com tesão.


triololas

Não houve mais preliminares. Ele puxou para baixo a calça do pijama da esposa, tirando de uma perna. Baixou as suas, colocou ela de barriga para cima, subiu, se posicionou entre as pernas dela e enfiou o pau na buceta dela até o fundo, de uma só estocada.

transarmami

-Aggggggggggg- gemeu María, revirando os olhos no escuro.

-Ummm, María. Mas se você tá toda molhada.

Começou a meter nela com golpes profundos de quadril, enfiando o pau até o fundo, e tirando quase até a ponta. Dava pra ouvir os estalos, o chape-chape da barra dura de carne na buceta encharcada. No escuro do quarto só se ouviam os gemidos, os rangidos da cama, os beijos.

-Você gostou de ver o Juan se tocando no pau?


Papai, mamãe e... o bebê (parte I)boquete


-Agggg, cala a boca... como é que te... vêm... essas... coisas na cabeça....

Mateo esticou o braço, sem parar de foder a mulher dele, e tateou até achar o interruptor do abajur na mesa de cabeceira. Acendeu a luz. Olhou pra ela. As bochechas coradas, os lábios secos, os olhos semiabertos, e o prazer estampado na cara dela. Meteu fundo e ficou parado.



triololas

- Vamos, mulher, me fala, que não tem problema. Sério que você não gostou de ver? Não gosta de saber que ele te olha?

- Não fala isso.... Ummmmm.... me fode... não fica parado.

- Então me fala. Você tá muito gostosa... Vai me dizer que não é, nem que seja um pouquinho, por causa dele?

Maria mordeu o lábio inferior, olhando pro marido, suplicante.

- Me fode, meu amor... me fode...

- Me fala.

A cabeça de Maria tava girando. Ela encarou os olhos de Mateo. Sentia o pau dele cravado bem fundo na buceta dela. Precisava que ele se mexesse, que fodesse ela até gozar. Fechou os olhos e, quase sem som, disse:

- Sim

- Sim o quê?

- Sim, eu.... gostei.

- Do quê?

- Não seja cruel.... você sabe do quê... me fode...

- Não até você me falar.

Maria não aguentava mais aquela tortura. Precisava ser fodida, já.

- Gostei... de ver como ele... oh... meu deus.... como ele se tocava...

- O pau? Como ele se tocava o pau?


transarmami

-Agggggggggggg siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... me come yaaaaaaaaa.

Ele a beijou, enfiando a língua na boca dela. Brutalmente, com estocadas fortes que faziam a cama inteira tremer. Fazia anos que não transavam assim, com tanta paixão, tanta intensidade. E também fazia anos que Mateo não gozava primeiro. Maria arqueou as costas na cama, com os músculos tensos, a buceta dela escorrendo sucos e pulsando. Foi um orgasmo avassalador, que só aumentou quando Mateo, grunhindo, enterrou o pau dele até o fundo e começou a gozar, enchendo a buceta marital com o esperma grosso e abundante dele.

Ele ficou por cima dela, bufando. Maria de olhos fechados. Os corações deles galopando no peito. Logo, ele se virou e ficaram os dois de barriga pra cima, suando, ofegando.

-Porra, Maria, que transa do caralho.

-Uf... você me deixou exausta... mas... que delícia.

-Você tava muito quente.

-Umm, sim. Você me esquentou pra caralho.

-Eu? hehe, não foi por causa do Juanito?

-Cala a boca, doido. Como é que você fala uma coisa dessas? Claro que não.

-Pois não era isso que você tava dizendo ainda agora.

-Era pra você me comer de uma puta vez.

-É, é.

-Bom, vamos parar com essa besteira que amanhã você tem que trabalhar.

Maria se virou e apagou a luz. Não queria que Mateo continuasse falando, olhando pra ela, e a fizesse confessar que não tinha mentido, que na verdade tinha ficado excitada pelo filho. Não era algo que quisesse admitir. Não era coisa pra sair contando por aí. Uma coisa é um garoto novo olhar pra uma mulher, mesmo que seja a mãe dele, e outra bem diferente é essa mulher se excitar com isso. E ainda por cima, o marido, em vez de ajudá-la, a tinha excitado ainda mais. Bom, pelo menos ele me deu uma foda do caralho - pensou.

-Maria... - sussurrou Mateo.

-Queeeeeeeee - respondeu com desdém.

-Amanhã veste uma roupa justa e com decote, pra ver o que o Juan faz.


Papai, mamãe e... o bebê (parte I)boquete

—Mas? Você pirou de vez mesmo, Mateo. E ainda quer que eu provoque ele?
—Mulher, só como... experiência.
—Nem experiência nem porra nenhuma. Vou vestir um jaleco bem fechado.
—Aaaahhhh
—Ai, Mateo. Você é pior que um moleque. Dorme logo, bundão.
—Tá bom.

Durante vários dias, as coisas continuaram na mesma. Maria estava mais atenta aos olhares de João, que cada vez eram mais ousados. E à noite, Mateo enchia ela de perguntas. Quase sempre terminavam numa transa gostosa. Pareciam dois namorados, mais que um casamento de anos.


triololas

Uma manhã, Mateus se levantou, seguiu sua rotina matinal (que rima bonita, hein). Fez a barba, tomou um café e foi trabalhar. Maria dormiu, como sempre, um pouco mais. Quando acordou, fez xixi, tomou um banho pra se lavar. Depois voltou pro quarto pra se vestir.

Abriu o guarda-roupa e começou a procurar. Quando percebeu que roupa tinha pegado, se surpreendeu. Era exatamente como Mateus tinha pedido. Justa e com decote.


transarmami

—Caralho, pareço uma idiota — disse ela, enquanto devolvia a roupa ao cabide.

Procurou roupas mais decentes, tirou o roupão com que tinha saído do banho, ficando nua. Olhou-se no espelho. Já não era uma menina. O tempo não passa em vão e seu corpo já não era o de antes. Mas gostou do que viu. Para uma mulher de 45 anos, não estava nada mal. Bons peitos, um pouco caídos, quadris poderosos, uma bunda linda. Uns quilinhos a mais, mas Mateo sempre dizia que não. Que assim, mais cheinha, estava mais gostosa.

Perguntou-se como ficaria o primeiro vestido que pegou. Fazia tempo que não o usava e tinha engordado uns quilinhos desde a última vez.

— Só pra ver como fica — disse a si mesma, pegando-o de novo.

Vestiu-o. Custou um pouco, pois estava bem justo. Olhou-se de novo. Se viu linda. Realçava as curvas, era como uma segunda pele. Seus peitos ficavam apertados e lutavam para escapar do decote. Não tinha colocado sutiã, nem calcinha. Sentiu-se quase nua.

— Ufa, se o Juanito me vê assim, me come. Kkkk.

— Bom dia, mãe.

Maria deu um pulo e olhou para a porta do quarto. Seu filho estava ali, olhando para ela. Parecia hipnotizado.

— Bo... bom dia, tesouro.

— Vou tomar café.

— Tá. Já vou também.

Quando ele saiu, Maria sentiu as bochechas queimando. Ele a tinha visto assim. O que fazer? Trocar de roupa? Ficaria estranho. E o jeito que seu filho a olhou, percorrendo-a com os olhos de cima a baixo, a encantou. Então decidiu ficar com aquele vestido. Mas colocou calcinha. Sutiã não, pois teria que abaixar o vestido. Não percebeu, mas os mamilos marcavam como dois bicos quando entrou na cozinha.

Continua...

12 comentários - Papai, mamãe e... o bebê (parte I)

Está completo en una página de Facebook que se llama "Incesto en Monterrey". Google es tu amigo.
Pero no lo encuentro. Me podrías pasar el link?
@luisvalencia96
http://www.facebook.com/IncestoEnMonterrey/posts/609293149088659
ok comienzo a leer esta para despues ver los otros
Buena historia, me calentó.vamos por la segunda...