Uma tarde de primavera, ele chegava cedo na faculdade onde estudava, todo suado por ter saído direto do trabalho e pedalado quarenta minutos de bike até o local. Exausto, decidiu passar na cantina pra comprar algo pra beber e aliviar o calor que tomava conta do corpo. Ao entrar, encontra a Sole, uma colega que não tirava os olhos do celular, como se esperasse ele tocar. A cara dela era de desânimo, sem dúvida alguma tava esperando a ligação ou a mensagem de alguém. Ele, com a boa energia que era sua marca, se aproximou pra cumprimentar, deu um sorriso educado e foi direto pro balcão comprar. Depois disso, voltou até ela, que ainda tava com cara de aflita, e começou a puxar assunto sobre qualquer coisa pra tentar arrancar um sorriso dela...
— Tá esperando quem? — perguntou ele, sem maldade.
— Marquei de encontrar um cara às 15h, mas parece que ele atrasou um pouco — disse ela.
Ele se levantou e falou pra ela ir com ele pra entrar na aula. Ela, ainda na dúvida, insistiu em esperar mais 5 minutos...
Ele já tava quase saindo e, virando a cabeça com toda confiança, soltou: «Tanta coisa pode rolar em 5 minutos...» e sorriu, como quem convidava ela de novo pra acompanhá-lo. Ela pegou a bolsa e os cadernos, e partiram rumo à aula. No caminho, ela se adiantou uns centímetros, e ele reparou naquele rabo redondo que até então ele não tinha parado pra olhar com calma. Ela virou pra falar com ele, o que o pegou de surpresa, e percebeu que ele tava olhando pra ela, e sorriu.
Já na aula, numa matéria totalmente teórica e chata, ele começou a rabiscar no caderno. Ela, mais aplicada, prestava atenção no professor. Ele, que sem dúvida tava pouco se fodendo pro que o cara tava dizendo, não conseguia tirar da cabeça aquela bunda redonda deliciosa e não entendia como tinha passado batido pelo corpo da colega até então. A partir desse momento, a relação entre eles ficou mais próxima, trocando mensagens a qualquer hora, falando sobre qualquer coisa e ele usando frases de duplo sentido, ao que ela respondia com risadas e emojis simpáticos...
A situação continuou assim pelos dias seguintes e eles começaram a se encontrar para fazer trabalhos e também, por parte dela, para ajudá-lo a se ligar porque ele estava atrasado na faculdade. Foi assim que, uma noite, estavam resumindo uns apontamentos enquanto tomavam algo, o calor apertou na noite cordobesa a ponto de o ar do ventilador ficar sufocante. Ela prendeu o cabelo, o que fez ele viajar por alguns segundos. Ela vestia uma regata colada no corpo e decotada, deixando à mostra as tetas redondas e durinhas, e uma minissaia jeans... Ele trouxe mais álcool para a noite de estudo, caso surgisse a oportunidade de dar uma trepada com uma companheira tão gostosa...
Sole começou a se abanar com umas fotocópias, tinha o cabelo molhado de suor por causa da má ventilação do apartamento.
— Não dá pra aguentar esse calor — disse ela, se sentindo sufocada e toda molhada de suor — Vamos nos apressar pra eu poder ir pra casa e tomar um banho, não aguento mais.
Essa foi a frase que fez ele ver a oportunidade para algo rolar. Ele não hesitou um instante quando ofereceu que ela tomasse banho ali. A ideia de dar uma pausa era a desculpa perfeita para ela se refrescar e ele descer pra comprar umas cervejas e algo pra comer... Ela hesitou um pouco, mas o calor era realmente insuportável. Aceitou. Ele trouxe umas toalhas e também deu uma camiseta e um short. Com certeza ela ia querer tirar a roupa molhada de suor e, mesmo que a roupa do colega ficasse grande, ela se sentiria mais confortável.
Ele desceu pra comprar as cervejas e algo pra petiscar. Ela ficou sozinha no apartamento, andando por ele. A excitava a sensação de tomar banho no apartamento do colega e depois vestir as roupas dele. A buceta dela começou a ficar molhada e veio uma sensação de tesão que dava uma vontade louca de se tocar. Ela foi pro banheiro, abriu o chuveiro com água fria pra baixar o calor que fazia a buceta dela inchar. Tava toda molhada, ela não entendia por quê, provavelmente porque tava pelada e muito excitada a só uma parede de distância do colega de faculdade. Ele, por sua vez, se apressou, queria chegar e imaginá-la esfregando os peitos, a cintura, e chegar na buceta dela. Será que tava toda depilada? pensava enquanto subia no elevador. O pau dele tava durasso.
Chegou no apartamento, entrou sem fazer barulho, deixando as garrafas na mesa junto com o resto. Só se ouvia a água caindo do chuveiro. Ele se aproximou da porta do banheiro e tentou espiar pelo buraco da fechadura. Conseguiu ver alguma coisa: ela tava de costas, apoiando as mãos nos azulejos, deixando a água escorrer pelas costas lindíssimas dela, passando pela raba até chegar no chão. Ele começou a bater uma com um postal tão gostoso. O pau dele parecia um ferro de tão duro, o suor escorria pelas costas dele, molhando a camiseta que ele tava usando, e ele tirou. Tava a só uma parede de distância da bomba da colega dele, que tava pelada se ensaboando cada parte do corpo escultural. Não aguentou mais e bateu na porta: — Sole, já voltei, precisa de alguma coisa? — perguntou. Ela respondeu que não, embora morresse de vontade de dizer que precisava de uma boa foda, e se apressou pra sair da água. Não se secou pra sentir o ar do ventilador mais refrescante. Vestiu só a calça, sem a calcinha fio dental que tinha antes, e depois a camiseta. Era grande, mas como o corpo ainda tava molhado, grudava nos peitos dela, deixando ver aqueles dois globos lindos. Quando saiu do banheiro, ele tava com o torso nu abrindo uma cerveja gelada. Quando virou e viu ela, notou como os bicos dos peitos dela marcavam na camiseta. Ele teve outra ereção na hora, que foi totalmente perceptível. As mãos dele... Estavam ocupadas com os respectivos copos de cerveja, ela riu:
— Convidou um amigo, pelo visto?... Enquanto ria, ele se virou e gostou da ideia, ela estava totalmente de pé. — São coisas que acontecem — disse ele, meio sem graça, mas muito excitado. — Pra mim não tem problema — disse ela — ...É totalmente natural, meus mamilos também ficaram marcados, viu? — Ele não acreditava no que estava ouvindo, ela apertava a camiseta molhada contra os peitos pra deixar os mamilos duros ainda mais evidentes. Ele não se conteve mais e se jogou nela, tentou beijá-la, mas ela o parou. Ela ria, ele não conseguia entender o que a divertia tanto. Ela olhou pra ele com um olhar safado: — Você tá todo suado — disse. Automaticamente, ele virou pra ir ao banheiro tomar um banho refrescante. — Não! — completou Sole — Gosto de você assim... — chamou ele com as mãos e, quando o teve na frente, começou a lamber o torso dele. O cheiro que ele tinha a excitava, e ainda mais a pele brilhosa e salgada. Ele ficou imóvel diante da situação. Ela beijou o peito dele, parou nos mamilos e subiu até o pescoço, lambendo cada cantinho suavemente. Ele buscou os peitos dela, tocando por cima da camiseta. Ela o beijou, a excitava que ele sentisse o gosto do próprio corpo todo molhado de suor. Começou a esfregar a pussy na perna dele, ele tirou completamente a camiseta, deixando à mostra os lindos peitos dela, durinhos, empinados, convidando pra serem saboreados com uma fome voraz. Começou a chupar os peitos dela desenfreadamente, lambia, mordia e beliscava. Ela, enquanto isso, brincava com o cabelo dele e gemia de prazer. Em nenhum momento parou de esfregar a pussy na perna do parceiro, agora amante. Molhou o short, já que não tava de calcinha. — Que tesão que eu tô! — disse e se ajoelhou, começando a desabotoar a calça que ele vestia, agora também molhada pelos sucos que já transbordavam da pussy quente dela. Deixou a cock no ar, abaixando a Calça até os tornozelos e engoliu ele por completo, ele estava totalmente extasiado, ela adorava ter o pau salgado do parceiro na boca, chupou como nunca, abrangendo cada centímetro daquele pau venoso, segurava as bolas, apertava e também foi colocando elas na boca, ele aparava os pelos pubianos, o que deixava tudo muito mais gostoso pra ela, mamava enquanto se tocava na buceta, parou por uns instantes e tirou o short encharcado de seu fluido, dava pra ver a buceta dela perfeitamente depilada e molhada, ele segurou ela pelos glúteos e levou pro sofá, colocou ela de quatro e se preparou pra nadar na buceta dela, ela gemia de prazer, ele passava a língua por toda a vagina e depois parou no espaço entre a vagina e o cu, começou a lamber devagar e ela torcia os pés de tanto prazer que aquilo causava — Chupa meu cu! — disse ela, ele não perdeu tempo e começou a lamber o pequeno orifício que também estava encharcado de tesão, ela enquanto isso continuava se masturbando, esfregando dois dedos no clitóris e depois enfiando eles naquela buceta linda, ele por sua vez tentava penetrar ela com a língua, ela gemia de prazer, o calor voltou a apertar, os dois estavam sem ar mas ninguém queria parar, ele enfiou um dedo no cu de Sole e ela começou a tremer, não demorou muito e jorros de fluidos saíram da buceta dela molhando a cara do amante, ele ainda mais excitado limpou o rosto com os dedos e depois chupou eles — Que lindo ver você gozar assim, sua puta! — disse ele, aquilo deixou ela doida de novo, ela levantou e sentou ele, o pau dele continuava durasso, ela chupou de novo com muita vontade e depois foi enfiando na buceta dela devagarinho até entrar até o fundo, ela estava possessa, metia a buceta no pau do amante, não ia demorar muito pra ele gozar se continuasse assim, ele O ritmo agora alternava entre beijos apaixonados, ele avisou que estava quase gozando, que não aguentava mais, e ela saindo de cima se inclinou pra chupar ele de novo até que ele gozou no rosto dela, o leite quente molhou as bochechas dela, a boca, os peitos, ela sorriu e disse: — Agora estamos quites — enquanto com os dedos tirava a porra do rosto e dos peitos e depois lambia os dedos. Os dois estavam muito cansados e decidiram tomar outro banho, enquanto iam pro banheiro ela beijou as costas suadas do amante e, num tom de brincadeira, disse: — «Você tinha razão... tanta coisa pode acontecer em cinco minutos».
— Tá esperando quem? — perguntou ele, sem maldade.
— Marquei de encontrar um cara às 15h, mas parece que ele atrasou um pouco — disse ela.
Ele se levantou e falou pra ela ir com ele pra entrar na aula. Ela, ainda na dúvida, insistiu em esperar mais 5 minutos...
Ele já tava quase saindo e, virando a cabeça com toda confiança, soltou: «Tanta coisa pode rolar em 5 minutos...» e sorriu, como quem convidava ela de novo pra acompanhá-lo. Ela pegou a bolsa e os cadernos, e partiram rumo à aula. No caminho, ela se adiantou uns centímetros, e ele reparou naquele rabo redondo que até então ele não tinha parado pra olhar com calma. Ela virou pra falar com ele, o que o pegou de surpresa, e percebeu que ele tava olhando pra ela, e sorriu.
Já na aula, numa matéria totalmente teórica e chata, ele começou a rabiscar no caderno. Ela, mais aplicada, prestava atenção no professor. Ele, que sem dúvida tava pouco se fodendo pro que o cara tava dizendo, não conseguia tirar da cabeça aquela bunda redonda deliciosa e não entendia como tinha passado batido pelo corpo da colega até então. A partir desse momento, a relação entre eles ficou mais próxima, trocando mensagens a qualquer hora, falando sobre qualquer coisa e ele usando frases de duplo sentido, ao que ela respondia com risadas e emojis simpáticos...
A situação continuou assim pelos dias seguintes e eles começaram a se encontrar para fazer trabalhos e também, por parte dela, para ajudá-lo a se ligar porque ele estava atrasado na faculdade. Foi assim que, uma noite, estavam resumindo uns apontamentos enquanto tomavam algo, o calor apertou na noite cordobesa a ponto de o ar do ventilador ficar sufocante. Ela prendeu o cabelo, o que fez ele viajar por alguns segundos. Ela vestia uma regata colada no corpo e decotada, deixando à mostra as tetas redondas e durinhas, e uma minissaia jeans... Ele trouxe mais álcool para a noite de estudo, caso surgisse a oportunidade de dar uma trepada com uma companheira tão gostosa...
Sole começou a se abanar com umas fotocópias, tinha o cabelo molhado de suor por causa da má ventilação do apartamento.
— Não dá pra aguentar esse calor — disse ela, se sentindo sufocada e toda molhada de suor — Vamos nos apressar pra eu poder ir pra casa e tomar um banho, não aguento mais.
Essa foi a frase que fez ele ver a oportunidade para algo rolar. Ele não hesitou um instante quando ofereceu que ela tomasse banho ali. A ideia de dar uma pausa era a desculpa perfeita para ela se refrescar e ele descer pra comprar umas cervejas e algo pra comer... Ela hesitou um pouco, mas o calor era realmente insuportável. Aceitou. Ele trouxe umas toalhas e também deu uma camiseta e um short. Com certeza ela ia querer tirar a roupa molhada de suor e, mesmo que a roupa do colega ficasse grande, ela se sentiria mais confortável.
Ele desceu pra comprar as cervejas e algo pra petiscar. Ela ficou sozinha no apartamento, andando por ele. A excitava a sensação de tomar banho no apartamento do colega e depois vestir as roupas dele. A buceta dela começou a ficar molhada e veio uma sensação de tesão que dava uma vontade louca de se tocar. Ela foi pro banheiro, abriu o chuveiro com água fria pra baixar o calor que fazia a buceta dela inchar. Tava toda molhada, ela não entendia por quê, provavelmente porque tava pelada e muito excitada a só uma parede de distância do colega de faculdade. Ele, por sua vez, se apressou, queria chegar e imaginá-la esfregando os peitos, a cintura, e chegar na buceta dela. Será que tava toda depilada? pensava enquanto subia no elevador. O pau dele tava durasso.
Chegou no apartamento, entrou sem fazer barulho, deixando as garrafas na mesa junto com o resto. Só se ouvia a água caindo do chuveiro. Ele se aproximou da porta do banheiro e tentou espiar pelo buraco da fechadura. Conseguiu ver alguma coisa: ela tava de costas, apoiando as mãos nos azulejos, deixando a água escorrer pelas costas lindíssimas dela, passando pela raba até chegar no chão. Ele começou a bater uma com um postal tão gostoso. O pau dele parecia um ferro de tão duro, o suor escorria pelas costas dele, molhando a camiseta que ele tava usando, e ele tirou. Tava a só uma parede de distância da bomba da colega dele, que tava pelada se ensaboando cada parte do corpo escultural. Não aguentou mais e bateu na porta: — Sole, já voltei, precisa de alguma coisa? — perguntou. Ela respondeu que não, embora morresse de vontade de dizer que precisava de uma boa foda, e se apressou pra sair da água. Não se secou pra sentir o ar do ventilador mais refrescante. Vestiu só a calça, sem a calcinha fio dental que tinha antes, e depois a camiseta. Era grande, mas como o corpo ainda tava molhado, grudava nos peitos dela, deixando ver aqueles dois globos lindos. Quando saiu do banheiro, ele tava com o torso nu abrindo uma cerveja gelada. Quando virou e viu ela, notou como os bicos dos peitos dela marcavam na camiseta. Ele teve outra ereção na hora, que foi totalmente perceptível. As mãos dele... Estavam ocupadas com os respectivos copos de cerveja, ela riu:
— Convidou um amigo, pelo visto?... Enquanto ria, ele se virou e gostou da ideia, ela estava totalmente de pé. — São coisas que acontecem — disse ele, meio sem graça, mas muito excitado. — Pra mim não tem problema — disse ela — ...É totalmente natural, meus mamilos também ficaram marcados, viu? — Ele não acreditava no que estava ouvindo, ela apertava a camiseta molhada contra os peitos pra deixar os mamilos duros ainda mais evidentes. Ele não se conteve mais e se jogou nela, tentou beijá-la, mas ela o parou. Ela ria, ele não conseguia entender o que a divertia tanto. Ela olhou pra ele com um olhar safado: — Você tá todo suado — disse. Automaticamente, ele virou pra ir ao banheiro tomar um banho refrescante. — Não! — completou Sole — Gosto de você assim... — chamou ele com as mãos e, quando o teve na frente, começou a lamber o torso dele. O cheiro que ele tinha a excitava, e ainda mais a pele brilhosa e salgada. Ele ficou imóvel diante da situação. Ela beijou o peito dele, parou nos mamilos e subiu até o pescoço, lambendo cada cantinho suavemente. Ele buscou os peitos dela, tocando por cima da camiseta. Ela o beijou, a excitava que ele sentisse o gosto do próprio corpo todo molhado de suor. Começou a esfregar a pussy na perna dele, ele tirou completamente a camiseta, deixando à mostra os lindos peitos dela, durinhos, empinados, convidando pra serem saboreados com uma fome voraz. Começou a chupar os peitos dela desenfreadamente, lambia, mordia e beliscava. Ela, enquanto isso, brincava com o cabelo dele e gemia de prazer. Em nenhum momento parou de esfregar a pussy na perna do parceiro, agora amante. Molhou o short, já que não tava de calcinha. — Que tesão que eu tô! — disse e se ajoelhou, começando a desabotoar a calça que ele vestia, agora também molhada pelos sucos que já transbordavam da pussy quente dela. Deixou a cock no ar, abaixando a Calça até os tornozelos e engoliu ele por completo, ele estava totalmente extasiado, ela adorava ter o pau salgado do parceiro na boca, chupou como nunca, abrangendo cada centímetro daquele pau venoso, segurava as bolas, apertava e também foi colocando elas na boca, ele aparava os pelos pubianos, o que deixava tudo muito mais gostoso pra ela, mamava enquanto se tocava na buceta, parou por uns instantes e tirou o short encharcado de seu fluido, dava pra ver a buceta dela perfeitamente depilada e molhada, ele segurou ela pelos glúteos e levou pro sofá, colocou ela de quatro e se preparou pra nadar na buceta dela, ela gemia de prazer, ele passava a língua por toda a vagina e depois parou no espaço entre a vagina e o cu, começou a lamber devagar e ela torcia os pés de tanto prazer que aquilo causava — Chupa meu cu! — disse ela, ele não perdeu tempo e começou a lamber o pequeno orifício que também estava encharcado de tesão, ela enquanto isso continuava se masturbando, esfregando dois dedos no clitóris e depois enfiando eles naquela buceta linda, ele por sua vez tentava penetrar ela com a língua, ela gemia de prazer, o calor voltou a apertar, os dois estavam sem ar mas ninguém queria parar, ele enfiou um dedo no cu de Sole e ela começou a tremer, não demorou muito e jorros de fluidos saíram da buceta dela molhando a cara do amante, ele ainda mais excitado limpou o rosto com os dedos e depois chupou eles — Que lindo ver você gozar assim, sua puta! — disse ele, aquilo deixou ela doida de novo, ela levantou e sentou ele, o pau dele continuava durasso, ela chupou de novo com muita vontade e depois foi enfiando na buceta dela devagarinho até entrar até o fundo, ela estava possessa, metia a buceta no pau do amante, não ia demorar muito pra ele gozar se continuasse assim, ele O ritmo agora alternava entre beijos apaixonados, ele avisou que estava quase gozando, que não aguentava mais, e ela saindo de cima se inclinou pra chupar ele de novo até que ele gozou no rosto dela, o leite quente molhou as bochechas dela, a boca, os peitos, ela sorriu e disse: — Agora estamos quites — enquanto com os dedos tirava a porra do rosto e dos peitos e depois lambia os dedos. Os dois estavam muito cansados e decidiram tomar outro banho, enquanto iam pro banheiro ela beijou as costas suadas do amante e, num tom de brincadeira, disse: — «Você tinha razão... tanta coisa pode acontecer em cinco minutos».
1 comentários - "Pueden pasar tantas cosas en 5 minutos" (la facul