CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA CONHECENDO LAURA.
CONHECENDO LAURA 2.
Fiquei na sala dando voltas na cabeça, pensando em como Laura tinha se comportado como uma submissa obediente, imaginando qual seria a excitação dela quando visse o vídeo completo. Vi um programa na TV, tomando uma cerveja, e já tinham passado uns 25 minutos. Com uma ereção séria, me dirigi ao quarto onde Laura estava. Assim que entrei, ela me olhou, suas bochechas estavam coradas, seus mamilos duros. Ela virou a cabeça de novo para continuar com o vídeo. Eu fiquei atrás dela, para poder ver também o que acontecia no computador. Me aproximei e, por trás, comecei a tocar seus peitos. Ela mexia a cabeça para os lados e sua boca se abria soltando pequenos gemidos. No vídeo do computador, uma mulher estava em um quarto, com as mãos amarradas e uma corda que ia até o teto. Seus pés descalços tocavam o chão. Ela era chicoteada por um homem nu de uns 40 anos, com um chicote preto nas nádegas. A jovem tinha prendedores nos mamilos, e os peitos vermelhos de também terem sido chicoteados. Ele batia cada vez com mais força. Quando aquele homem se cansou de chicoteá-la, jogou o chicote e, pegando-a por trás, meteu seu pau enorme na buceta da garota que, amarrada ao teto, aguentava suas investidas como podia. Enquanto isso, o que no início foi um apalpamento nos peitos de Laura, foi se transformando em beliscões mais fortes em seus mamilos. Longe de reclamar da dor, ela se estremecia com gemidos que me mostravam que estava gostando de ser submetida por mim. Enquanto no vídeo da internet o cara tirou seu pau da buceta da garota e gozou na bunda e cintura dela, e alguns segundos depois o vídeo se encerrou. Eu tirei os fones de ouvido de Laura e perguntei:
J.- Gostou?
L.- Muito.
Procedi a soltar a corda que amarravas suas pernas às pernas da cadeira. Sua primeira reação foi juntar as coxas. com força, e fechei os olhos, conseguindo perceber nela que havia chegado seu primeiro orgasmo da noite. Depois disso, ela abriu os olhos novamente, e eu desci minha mão até tocar sua buceta, que estava encharcada pelos seus fluidos. Consegui enfiar dois dedos de uma vez sem nenhum problema, e ela abriu as pernas rapidamente para facilitar meu trabalho. Depois de um tempo assim, soltei a corda que prendia suas mãos e disse para ela me acompanhar até a sala. Suas pernas estavam dormentes de ficar tanto tempo sem se mexer, e ela me seguia com dificuldade, com seu vestido branco já abaixado até acima dos joelhos. Chegamos na sala e eu pedi seu celular de novo. Ela perguntou:
L.— Pra que você quer agora?
J.— Quero tirar algumas fotos suas do seu celular, e quem sabe, talvez tenha que mandar alguma foto pro Carlos pra ele saber a quem você pertence, tá bom?
Eu pensava que Laura ia contrariar nisso, mas não foi assim. Ela baixou a cabeça e disse:
L.— Você sabe que eu te pertenço, se você quer que mais alguém saiba, está no seu direito.
Essa frase me deixou a mil, e estava claro que ela não teria dito se não estivesse tão excitada também. Continuei mandando:
J.— Tira esse vestido branco e deixa no chão.
Laura obedeceu sem palavras e em menos de 3 segundos seu vestido estava no chão, e seu corpo totalmente nu. Nesse momento, pude notar que seus mamilos estavam meio avermelhados pelos beliscões fortes que eu tinha dado no quarto. Fui até a cozinha e ela permaneceu imóvel na sala. Eu queria submetê-la da maneira mais parecida possível com o vídeo da internet, mas eu era um novato nisso, e me faltavam meios. Fui até a cozinha e peguei dois prendedores de roupa, coloquei em seus peitos. Longe de reclamar, ela soltou um gemido enorme a cada colocação dos prendedores. Abri as cortinas da sala, e ela me olhou irritada. Nós morávamos no terceiro andar, e os vizinhos da frente e os do quarto andar poderiam vê-la se olhassem de suas varandas. Ela não queria ser vista. nua e com dois prendedores de roupa nos mamilos, mas a excitação foi mais forte e ela continuou submissa. Com as cordas que já havíamos usado, amarrei cada uma de suas mãos, peguei uma cadeira, subi nela e as prendi na barra da cortina da sala. Era o mais parecido possível com o vídeo que ambos havíamos visto na internet. Naquele momento, me afastei e, com meu celular, consegui tirar uma foto linda dela: amarrada com as mãos na barra da cortina e com a bunda levemente arqueada na minha direção. Peguei uma das revistas que estavam no porta-revistas, dobrei até formar um rolo e, com toda minha força, dei uma palmada tremenda na sua bunda. Ela gemeu, já que não esperava por aquela pancada. Depois daquela palmada com a revista e diante da vermelhidão que se formava em sua nádega, tirei outra foto, ainda mais linda. Outra palmada na outra nádega, e mais uma foto. Então perguntei:
J.- Você gosta do que estou fazendo?
L.- Sim, me fode, por favor.
J.- O que será que o Carlos vai achar dessas fotos?
L.- Não sei, por favor, me fode.
Eu já não aguentava mais. Passei a revista por baixo de sua buceta, e ela se arqueou mais para recebê-la ainda melhor. Depois de observar a revista completamente encharcada, decidi fodi-la. Tirei meu pau e, com uma enfiada seca, enfiei meu pau até o fundo, empurrando seus peitos contra a janela da sala. Soube que ela gozou de novo, e eu fiz o mesmo, deixando dentro de sua buceta uma gozada descomunal. Tirei meu pau de dentro, descansei um pouco e tirei mais uma foto do meu sêmen escorrendo por entre suas pernas. Em seguida, procedi a desamarrá-la e disse que ela podia ir se lavar.
CONTINUARÁ
CONHECENDO LAURA 2.
Fiquei na sala dando voltas na cabeça, pensando em como Laura tinha se comportado como uma submissa obediente, imaginando qual seria a excitação dela quando visse o vídeo completo. Vi um programa na TV, tomando uma cerveja, e já tinham passado uns 25 minutos. Com uma ereção séria, me dirigi ao quarto onde Laura estava. Assim que entrei, ela me olhou, suas bochechas estavam coradas, seus mamilos duros. Ela virou a cabeça de novo para continuar com o vídeo. Eu fiquei atrás dela, para poder ver também o que acontecia no computador. Me aproximei e, por trás, comecei a tocar seus peitos. Ela mexia a cabeça para os lados e sua boca se abria soltando pequenos gemidos. No vídeo do computador, uma mulher estava em um quarto, com as mãos amarradas e uma corda que ia até o teto. Seus pés descalços tocavam o chão. Ela era chicoteada por um homem nu de uns 40 anos, com um chicote preto nas nádegas. A jovem tinha prendedores nos mamilos, e os peitos vermelhos de também terem sido chicoteados. Ele batia cada vez com mais força. Quando aquele homem se cansou de chicoteá-la, jogou o chicote e, pegando-a por trás, meteu seu pau enorme na buceta da garota que, amarrada ao teto, aguentava suas investidas como podia. Enquanto isso, o que no início foi um apalpamento nos peitos de Laura, foi se transformando em beliscões mais fortes em seus mamilos. Longe de reclamar da dor, ela se estremecia com gemidos que me mostravam que estava gostando de ser submetida por mim. Enquanto no vídeo da internet o cara tirou seu pau da buceta da garota e gozou na bunda e cintura dela, e alguns segundos depois o vídeo se encerrou. Eu tirei os fones de ouvido de Laura e perguntei:
J.- Gostou?
L.- Muito.
Procedi a soltar a corda que amarravas suas pernas às pernas da cadeira. Sua primeira reação foi juntar as coxas. com força, e fechei os olhos, conseguindo perceber nela que havia chegado seu primeiro orgasmo da noite. Depois disso, ela abriu os olhos novamente, e eu desci minha mão até tocar sua buceta, que estava encharcada pelos seus fluidos. Consegui enfiar dois dedos de uma vez sem nenhum problema, e ela abriu as pernas rapidamente para facilitar meu trabalho. Depois de um tempo assim, soltei a corda que prendia suas mãos e disse para ela me acompanhar até a sala. Suas pernas estavam dormentes de ficar tanto tempo sem se mexer, e ela me seguia com dificuldade, com seu vestido branco já abaixado até acima dos joelhos. Chegamos na sala e eu pedi seu celular de novo. Ela perguntou:
L.— Pra que você quer agora?
J.— Quero tirar algumas fotos suas do seu celular, e quem sabe, talvez tenha que mandar alguma foto pro Carlos pra ele saber a quem você pertence, tá bom?
Eu pensava que Laura ia contrariar nisso, mas não foi assim. Ela baixou a cabeça e disse:
L.— Você sabe que eu te pertenço, se você quer que mais alguém saiba, está no seu direito.
Essa frase me deixou a mil, e estava claro que ela não teria dito se não estivesse tão excitada também. Continuei mandando:
J.— Tira esse vestido branco e deixa no chão.
Laura obedeceu sem palavras e em menos de 3 segundos seu vestido estava no chão, e seu corpo totalmente nu. Nesse momento, pude notar que seus mamilos estavam meio avermelhados pelos beliscões fortes que eu tinha dado no quarto. Fui até a cozinha e ela permaneceu imóvel na sala. Eu queria submetê-la da maneira mais parecida possível com o vídeo da internet, mas eu era um novato nisso, e me faltavam meios. Fui até a cozinha e peguei dois prendedores de roupa, coloquei em seus peitos. Longe de reclamar, ela soltou um gemido enorme a cada colocação dos prendedores. Abri as cortinas da sala, e ela me olhou irritada. Nós morávamos no terceiro andar, e os vizinhos da frente e os do quarto andar poderiam vê-la se olhassem de suas varandas. Ela não queria ser vista. nua e com dois prendedores de roupa nos mamilos, mas a excitação foi mais forte e ela continuou submissa. Com as cordas que já havíamos usado, amarrei cada uma de suas mãos, peguei uma cadeira, subi nela e as prendi na barra da cortina da sala. Era o mais parecido possível com o vídeo que ambos havíamos visto na internet. Naquele momento, me afastei e, com meu celular, consegui tirar uma foto linda dela: amarrada com as mãos na barra da cortina e com a bunda levemente arqueada na minha direção. Peguei uma das revistas que estavam no porta-revistas, dobrei até formar um rolo e, com toda minha força, dei uma palmada tremenda na sua bunda. Ela gemeu, já que não esperava por aquela pancada. Depois daquela palmada com a revista e diante da vermelhidão que se formava em sua nádega, tirei outra foto, ainda mais linda. Outra palmada na outra nádega, e mais uma foto. Então perguntei:
J.- Você gosta do que estou fazendo?
L.- Sim, me fode, por favor.
J.- O que será que o Carlos vai achar dessas fotos?
L.- Não sei, por favor, me fode.
Eu já não aguentava mais. Passei a revista por baixo de sua buceta, e ela se arqueou mais para recebê-la ainda melhor. Depois de observar a revista completamente encharcada, decidi fodi-la. Tirei meu pau e, com uma enfiada seca, enfiei meu pau até o fundo, empurrando seus peitos contra a janela da sala. Soube que ela gozou de novo, e eu fiz o mesmo, deixando dentro de sua buceta uma gozada descomunal. Tirei meu pau de dentro, descansei um pouco e tirei mais uma foto do meu sêmen escorrendo por entre suas pernas. Em seguida, procedi a desamarrá-la e disse que ela podia ir se lavar.
CONTINUARÁ
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