Aquele aniversário inesquecível

Neste relato, vou contar que conheci uma tabasquenha que veio estudar em Puebla. Nós dois trabalhávamos num escritório de Auditoria Fiscal. Pra ser sincero, ela não me chamava a atenção, embora todo mundo dissesse que era uma garota de fogo. Ela se chamava Adela, rosto não muito fino, traços duros, mas com uma bunda tasty como a maioria das tabasquenhas. Tinha fama nas empresas onde a gente ia de ser putona e pedona, resumindo. Às vezes, um cara vinha buscá-la. As amigas dela, que eram iguais a ela, se gabavam dos namorados por serem das melhores do escritório. Eu tava passando por uma fase em que malhava pra caralho, já tinha mais de um ano e meio nisso, e comecei a desenvolver um corpo, não de academia nem nada, mas atlético e magro, o que me fazia sentir bem.

Tudo começou numa festa de Natal que o escritório organizou. Alugaram um salão onde todo mundo foi. Em especial, na mesa onde a gente tava, sobravam pedonas e bagunça, além das minas mais gostosas, incluindo a Adela. Começamos a brindar com tequila, coisa que nunca curti porque me embebedava rápido. Só falava "saúde" e "saúde". Quando vi, já tavam me carregando pra casa de um amigo. Não lembro de mais nada... Dizem que eu tinha ganhado um relógio e umas canetas no sorteio (que a Adela guardou numa boa, vendo meu estado). No dia seguinte, com uma puta ressaca, um amigo foi comigo até o apartamento da Adela pra pegar meus presentes. Chegamos e ela tava com o namorado, usando uma blusa transparente e uma minissaia sem meia, de tênis. Quando vi ela, parece que a enxerguei diferente dessa vez. Não sei se por causa do álcool que ainda tava no corpo ou pelo jeito de vestir, mas a verdade é que fiquei com vontade.

Na semana seguinte, coincidiu de nos mandarem fazer uma auditoria em Martínez de la Torre, Veracruz. Um amigo, que vou chamar de Gerardo, foi junto. Chegamos e tava um calor úmido dos infernos, o que deixou nossa acompanhante animada, dizendo pra gente: "Aqui não precisa de nada. Muita roupa, ainda bem que trouxe pouca. E com esse calorzinho, umas geladas bem frias vão cair bem, né? A gente riu e foi se instalar no apartamento. Como ainda não precisávamos ir pras empresas, decidimos dar uma volta, fomos comer e passamos num Oxxo pra pegar nosso estoque de Caribe Cooler, 5 cada um. Já que não tinha ar condicionado e tava um calorão, quando chegamos no apê, começamos a jogar dominó e a Adela foi se trocar pra ficar mais à vontade. Ela saiu com uma blusinha de alcinha e a saia dela... quando ela sentou, eu consegui ver a calcinha branca dela, toda molhada na frente, o que me fez começar a olhar pra ela com desejo. O Gerardo, meu amigo que tinha fama de depravado, quase comia ela com os olhos. Ela, naturalmente, continuava nos dando esse show, ou melhor, nos deixando mais tarados, sabendo o que tava mostrando. A gente continuou jogando até tarde, mas por causa do calor não conseguia dormir, e passei uma noite em claro.

Passaram uns 5 dias nessa rotina de jogar à noite. Um dia, passando no Oxxo, deu vontade de pegar um bendito Torres 5, o que achei ótimo porque era minha bebida favorita. Chegamos no apê e fomos jogar o famoso Turista. Por causa do tamanho do jogo, fomos pra minha cama, que era maior. A Adela, como sempre, de saia, sentou na minha frente e, sem o menor pudor, eu pude ver a calcinha fio dental dela. Não sei se foi de propósito, mas dava pra ver a bocetinha marcada, com a risquinha no meio, a fio dental enfiada até não poder mais. O Gerardo do lado, fingindo que não tava vendo, haha. Começamos a beber e jogar... no quarto copo, por causa do calor, já tava me sentindo bêbado, e o show que a Adela tava dando, já dava pra ver a bucetinha dela toda molhada, já tinha me deixado tarado, com vontade de transar... O Gerardo nem disfarçava, a pistola dele já tava dura, pronta pra pular nela... A garrafa acabou e surgiu a ideia dela de comprar outra, e o Gerardo "saiu" pra comprar, o que a Adela gostou, pela disposição dele. Assim que ele saiu, ela começou a ficar mais ousada. Provocante, me lançou um olhar e disse: "Tá gostando do que vê?" se referindo ao que ela já tinha mostrado durante a noite... Me pegou de surpresa e respondi meio nervoso que sim. Ela se ajeitou mais de frente e começou a puxar a tanga pro lado. Dava pra ver o inchaço do clitóris dela e como escorria de tão excitada, toda raspada. Meu pau reagiu na hora. Levantei na frente dela, que já tava fazendo movimento pra tirar a blusinha, deixando à mostra os peitos dela, não muito grandes, mas com uns biquinhos lindos. Cheguei mais perto e deitei ela na cama. Abaixei minha calça e, sem dizer nada, comecei a tirar a tanga dela, que já senti toda molhada na frente. Fiquei em pé olhando o que tinha na cama. Ela tava com uma cara de puta que não dava pra aguentar, pedindo pra eu entrar logo. Sem falar nada, levantei as pernas dela e enfiei meu pau de uma vez. Entrei como Pedro em casa. Ahhh, que gostoso, ela gemia, gemia de prazer. Eu entrava e saía, esperando a melhor posição pra penetrar ela mais e mais. Ela me abraçou e me beijou com paixão, metia a língua como nenhuma garota tinha feito antes. Falou no meu ouvido: "Me pega no colo". Levantei na frente dela, ela se agarrou no meu pescoço e, segurando ela, penetrei com gosto. Era a primeira vez que fazia naquela posição. Meu ego de homem me fez sentir nas nuvens. Tudo tinha se encaixado... Ela começou a gemer mais e mais, teve um orgasmo e depois outro, que senti ela ficar molinha. Não me segurei mais e gozei dentro dela. Senti que me esvaziava. Ela, quase se soltando, se agarrou no meu pescoço. Ainda consegui dar mais umas metidas, até deitar ela na cama e me deitar do lado, fraco pelo calor, pelo esforço e pela gozada que tive. Pude apreciar a mulher gostosa que tinha do lado. Levantei ainda pra terminar minha taça de um gole só. Ela não dizia nada, só me olhava e falava: "Que gostoso, que gostoso, você me encheu toda". Dava pra ver o saindo da bucetinha dela. Sem dizer mais nada, ela levantou e foi pro banheiro. Me deitei e de repente lembrei: e esse cara aqui? Foi pelo porno? Não tava chegando... Saiu do banho e foi na geladeira pegar as Caribe Cooler que tinham sobrado, brindamos de novo pelo momento, ela ainda pelada, me deixou terminar a Caribe e falou "deita", obedeci e ela começou a esfregar o clitóris no meu pau, via ela escorrendo, eu pronto pra meter, mas ela só brincava, excitava ela e me excitava sem enfiar, de repente ela encaixou meu pau na entrada e deixou entrar, cavalgava como uma rainha no cavalo, se tocava no cabelo com muita safadeza, a silhueta dela em cima de mim me acendia mais e mais, ficamos um tempo nessa posição e ela se deitou na cama quase pendurando a cabeça, abriu as pernas e falou "assim me dá, assim me dá", fiz com gosto, ela disse "quando for gozar, tira e joga tudo nos meus peitos", vivia aquele momento numa nuvem, num sonho que não queria acordar, metia com força como castigando ela, ela gemia, dava pequenos beliscões nos mamilos, me tocava nas costas, falei "já vou gozar", "tiraaaaa!", tirei e minha gozada vigorosa bateu no pescoço dela, joguei mais um monte nos peitos dela, ela por sua vez terminava se esfregando no clitóris, explodiu de prazer mais uma vez, me deitei na cama, já com as pernas bambas, ela se deitou do meu lado, os olhos dela diziam que eu tinha feito ela se sentir muito gostosa, já mais recuperado perguntei pelo Gerardo, ela respondeu "com certeza foi dar uma volta, não se preocupa, já volta, aliás, dá pra ouvir bem quando ele chegar, a gente percebe... antes de subir..." concordei com a cabeça ainda pensando por que o Gerardo não tinha chegado (depois de uma semana descobri que foi plano com hora marcada, ela tinha pedido pra ele demorar o máximo possível). Quando meu aniversário chegou, eu já tava mais sério com ela, embora ela ainda tivesse namorado, os fins de semana eram os bons, inventava mil desculpas pra não ver o galã, tinha percebido que a Adela era uma ninfomaníaca difícil de saciar, naquele dia do meu Aniversário, estávamos no escritório, eu trabalhando perto de uma garota que eu gostava muito e a Adela lá em cima. Ela tinha descido e sussurrado no meu ouvido que quando todo mundo saísse, eu subisse que ela ia me dar meu presente, um presente muito especial. Eu imaginei um perfume, gravata, relógio, etc... Perto das 2 da tarde, na hora do almoço, o pessoal começou a sair. Fiquei lá embaixo com duas contadoras, esperando o sinal pra subir e pegar meu presente especial. Naquele dia, a Adela estava usando um blazer e uma saia curta preta, com umas meias de fantasia que deixavam ela com uma cara de gostosa do caralho. Umas 2:10 ela desceu e falou: "pode subir". Minhas colegas se entreolharam, tipo "o que será que ela vai te dar?" Subi, entrei no escritório e na sala privativa onde estava o chefe dela, e ela disse: "vem". Ela se levantou de onde estava, afastou a cadeira e falou: "fica atrás de mim e fecha os olhos, não abre até eu mandar". "Já pode abrir." Uau, uau! Ela estava deitada de bruços na mesa, com as pernas abertas, a saia levantada e sem nada por baixo, só as meias. Entre as nádegas gostosas dela, um cartão de "Feliz Aniversário". "Fode, meu gatinho, de presente. Aproveita e corre contra o tempo." Excitado com o espetáculo, sem pensar duas vezes, abaixei minha calça e apontei meu pau praquele buraco que ela tinha me negado nos dias anteriores. Ela me deu um óleo Menen que tinha na bolsa. Derramei um pouco na mão e empurrei com força. Entrou e deslizou perfeitamente. Meu pau inteiro entrou e saiu quantas vezes eu quis. Calculo que ficamos uns 15 minutos até eu gozar dentro dela. Gemi gostosoooo, sem me importar se alguém ouvisse. Ela se virou, me beijou e disse: "Feliz Aniversário, gostou do presente?" "Meu Deus, que presente lindo você acabou de me dar." Ela estava abaixando a saia quando ouvimos passos. Subi a calça rapidinho, ela se ajeitou, e de repente bateram na porta. Eram minhas queridas colegas que tinham ouvido meu orgasmo e queriam saber "o que estava rolando". Saí e falei que tinha machucado a mão fechando uma gaveta. Elas, com cara de "aham, e a neve?", desceram. Ainda deu tempo de ver a Adela caminhando em direção ao banheiro com restos da minha gozada entre as meias dela... mais pra frente vou contar outra história com a Adela... de várias aventuras que a gente teve.
Fonte: BK

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