Minha esposa, minha sobrinha

Isso aconteceu há um tempo. Eu moro com minha mulher, meus filhos e meus cachorros. Sou separado da minha mulher há 10 anos, mas decidimos morar juntos pelo bem dos nossos filhos, então todos vivemos na mesma casa, mas cada um dorme no seu quarto. Eu tenho meu trabalho e estou muito bem financeiramente. Bom, tudo começa por dar ouvidos à minha família. Minha mulher tem uma sobrinha chamada BETTY, que vive sempre enrascada financeiramente. O pessoal já conhecia ela e não emprestava mais dinheiro porque ela nunca devolvia. Então, um certo dia, Betty aparece em casa chorando, pedindo dinheiro emprestado, dizendo que iam tomar o fogão dela, que em um mês devolveria, e blá-blá-blá. A verdade é que emprestei porque ela é gostosa, bonita, branquinha, olhos verdes, tem 1,65m, uns peitos não muito grandes, mas durinhos, umas pernas bonitas e uma bunda linda — mas que bunda essa criatura tinha, branquinha e empinada. Emprestei a grana. Depois disso, só via ela em alguma reunião de família em que a gente se encontrava, mas eu não cobrava nada. Passaram-se três meses: "Tio, desculpa, mas blá-blá-blá, manda seu marido me pagar, me paga, por favor, me empresta pra pagar o aluguel que tô devendo". Bom, emprestei de novo e, pra não mentir, emprestei umas cinco vezes a mais, e a soma já era bem alta. Eu sabia que ela vinha visitar minha casa quando eu não estava. A verdade é que eu sabia que ela, mais cedo ou mais tarde, teria que voltar. Eu já estava preparado: se ela agisse na malandragem, eu agiria do mesmo jeito. Além disso, tava morrendo de vontade de comer ela. Passou cerca de um ano, e ela aparece desesperada, chorando, dizendo que a filha dela estava internada e precisava de um tratamento pra depois operar. Dessa vez era verdade, porque a família tinha feito eventos pra arrecadar dinheiro, mas não dava nem pra metade do tratamento nem pros remédios. Nessa altura, minhas filhas — porque minha mulher não se metia — sabiam que ela me devia e já não apoiavam ela. Elas foram estudar, minha mulher foi pras reuniões dela, e eu estava sozinho em casa. Ela chegou, eu ouvi o que ela disse, e falei que sentia muito, mas que não podia emprestar dinheiro porque ela não cumpriu comigo. Dessa vez eu pago, por favor. Sabe que você me deve tanto, como vai me pagar? Eu falei. Já não acredito em você, você tá me fazendo de otário, nunca paga, então é melhor você cair fora. Não, dessa vez eu pago. E eu pergunto: como? E ela ficava calada. Tá bom, vou te propor uma coisa, eu falo. Primeiro, a gente acerta a conta atrasada. Isso é o que vou te dizer, não tô te obrigando. Se quiser aceitar, aceita; senão, vaza. E de quebra, se você falar alguma coisa do que vou te dizer, vou negar tudo, então já sabe. Quer me ouvir ou vai embora? Decide. Não, tio, eu ouço. Beleza, você já deve ter percebido que eu gosto pra caralho de você, e mais ainda da sua bunda linda. Não sei quantas vezes sonhei em meter meu pau no seu cu e ficava me esfregando. Ela olhava o volume que meu short fazia. Mas não quero te penetrar de cara, quero primeiro ficar de putaria. Então, agora, toda vez que você vier visitar, vai vir com aqueles shorts apertados que deixam ver sua calcinha. Mas quero que você vista um fio dental, que use esses shorts na cintura, quero que me provoque. Quando se abaixar, quero ver o começo da sua racha do cu. Em blusas que deixem ver seus bicos. E depois me dá um boquete, do jeito que você sabe, porque você tem cara de quem chupa bem. O resto a gente vê se rola aqui ou se vamos pra um hotel que tenha espelhos, a gente decide. Então já sabe o que eu quero. Agora você decide. Toma seu tempo e me avisa. Quando eu achar que você pagou a conta anterior, te empresto tudo que falta pro tratamento da sua filha. Ela saiu chorando, cabisbaixa. Não me importei, só queria comer aquela bunda. Passaram duas semanas e ela apareceu num sábado. Tia, vou ficar esse fim de semana. Todos aceitaram felizes pra cuidar da Sweetie. No sábado, chego umas 6h da noite do trabalho. Ela tava com uma blusinha de algodão e uma calça de lycra preta colada na cintura, porque não conseguia subir mais porque a bunda não deixava, além de deixar ver a calcinha branca pequenininha que se perdia entre as nádegas. Que mulher gostosa. Ela me cumprimentou. Me abraçou com força e senti os mamilos dela contra meu peito. Depois se virou disfarçadamente, sempre colada em mim, e fez a bunda dela roçar nas minhas pernas. Que delícia, aquela sensação, aquele aroma, que loucura. Aí, como sempre quando chego em casa, vou pro meu quarto que tem banheiro e vou tomar banho. Tava de pau duro. Sinto a porta do meu quarto abrindo devagar, e depois a do banheiro onde eu tava pelado, de pau duro. Era ela, espiando com a cabeça. Me olha e diz que aceita o que eu propus, mas não tirava os olhos do meu pau que tava duro e, como já contei em outro relato, tem 27 cm de comprimento. A cabeça do meu pênis tava vermelha. "Já vou, senão vão desconfiar". E eu falo: "Antes de ir, vira e abaixa a calça e a calcinha, e me mostra essa bunda linda, mas rápido." Ela falou: "Rápido." Virou, abaixou a calça e lá estava aquela bunda branca. Dava pra ver a buceta dela, bem depiladinha. Ela se curvou 90 graus e eu vi o cuzinho rosado dela. O pau queria pular. Foram 2 minutos que ela ficou assim, depois se vestiu e foi embora. A verdade é que não aguentei e bati uma punheta em nome dela. Eu no meu quarto tinha TV, computador, etc., não precisava sair, só pra comer. E assim foi, umas 8 da noite. Me avisam pra descer pra jantar. Sentei e o outro filho da minha sobrinha, de 2 aninhos, engatinha e se mete debaixo da mesa. Ela se abaixa pra tirar ele, aí se ajoelha e fica de costas pra mim. Como todo mundo tava mais ligado na TV, não prestavam atenção na gostosa, então normal. E ela fazia a bunda dela esfregar no meu joelho. Eu rapidamente desci uma mão e comecei a apalpar a bunda toda dela. Aí ela saiu e sentou do meu lado, carregando o filho. Eu, quando ninguém tava olhando, passava a mão nas pernas dela, metia a mão na buceta dela. Eu, debaixo da mesa, tava de pau duro. Ela percebeu e baixou uma mão, começou a esfregar meu pau. Assim passamos o jantar. Daqui a pouco, minhas filhas têm reuniões e se preparam pra sair, e minha mulher vai pro quarto dela ler os livros, e leva o filho, porque a sobrinha ia lavar a louça e deixar tudo limpo pro dia seguinte. Então, quando vejo que todo mundo vai pro segundo andar... Quartos, eu que tava demorando meu café de propósito, levo a xícara pra cozinha e vejo minha sobrinha procurando detergente embaixo da pia. O cuzão dela tava todo empinado, como tava durão e de short, meti uma enfiada assim, com calça, que por pouco não fiz um buraco com meu pau. Levantei os pés dela do chão, ela tava espetada, sabendo que a qualquer momento alguém podia descer. Tive que me mandar pro meu quarto, mas não sem antes meter a mão dentro da calcinha dela e, pela primeira vez, enfiar o dedo na buceta dela, que tava molhada. Depois meti um dedo no cu dela, passei, tirei, e levei o dedo à boca. Que gostoso, falei, e fui embora. "A gente se vê mais tarde". E foi assim: minhas filhas foram pra festa, minha mulher já tava dormindo no quarto dela, bem trancado, pra, segundo ela, eu não querer entrar.

Lá pelas 3 da manhã, minhas filhas chegaram e foram direto pros quartos dormir. Umas 3h30, sinto a porta do meu quarto abrir. Era a sobrinha, vindo me dar boa noite. Tava com um roupão que cobria tudo. "Tava te esperando, Betty", falei. "É, mas agora todo mundo tá dormindo", ela disse. Tirei o roupão dela, e ela ficou só de calcinha e uma camiseta. Puxei ela pra mim e comecei a beijar, meti a língua. No começo ela não quer, depois aceita. Começo a pegar nos peitos dela, tiro a camiseta e chupo os peitos dela. Os bicos ficam duros que nem pedra, eu mamo forte. Depois começo a tirar a calcinha dela e viro ela. Agora a cabeça dela tá no meu pau e a buceta dela na minha cara. Eu já tava pelado há um tempão, e tava durão. Começo a lamber a buceta dela, que já tava molhada. Ela pega meu pau com as duas mãos e sobe e desce. Sinto a respiração dela na cabeça do meu pau, e com a língua ela começa a passar pelas minhas bolas. Enfia uma bola na boca, brinca com ela, depois a outra. Depois, com a língua, vai lambendo todo o comprimento do meu pau, chega na cabeça, morde de leve, passa a língua. Aí abre a boca e enfia a cabeça. Tira. "Tio, muito grande, não cabe", ela diz. "Você vai se acostumar", falo, e enfio de novo. Ela engole de novo, mete meu pau até onde cabe. Sinto que ela tá com ânsia, mas continua com a língua brincando com meu pau. Enquanto isso, eu chupo o clitóris dela, meto a língua toda na buceta dela, agarro ela com força porque sinto que ela vai gozar. Sinto toda a descarga dela na minha boca, todos os sucos, tomei tudo. Ela continua chupando meu pau, eu tô quase gozando na boca dela. Ela sabe, pega minhas bolas e acaricia, e com a boca continua chupando meu pau. Não aguento mais e gozo na boca dela. Senti meu gozo explodindo na garganta dela, senti as ânsias que ela dava, mas continuava tomando meu gozo. Quando não tinha mais vestígio de gozo no meu pau, ela soltou. Levanto ela e coloco de bruços, com a cabeça enterrada nos lençóis, levantando a bunda, e começo a meter a língua no cuzinho rosado dela. Separo as nádegas e faço um beijo negro. Ela geme com força. Começo a meter um dedo no cu dela, com a outra mão masturbo a buceta dela, esfrego o clitóris. Sinto que ela fica desesperada, se mexe rápido. De um lado, minha língua e meus dedos no cu dela, do outro lado, masturbava com força a buceta dela. Depois de um bom tempo, ela gozou de novo. Que quantidade de gozo! Eu absorvia com força, igual do cu dela. Com aquele sabor e cheiro de merda, mas eu gostava. Além disso, sou viciado em sexo anal. Já estava clareando quando terminamos. Ela foi pro quarto dela, eu fiquei dormindo. Eram 6 da manhã. Continua...

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