Uma viagem de negócios curta me fez voltar pra minha cidade natal. As mesmas ruazinhas, a mesma alameda onde minha mãe levava eu e meu irmão pra passear no outono. Quantas lembranças.
Já tinha terminado meu dia de trabalho e precisava ficar aqui mais um dia. Sem saber o que fazer, comecei a andar pela cidadezinha e nada melhor do que visitar o que tinha sido meu lar. Não foi difícil achar a vila onde, 30 anos atrás, aprendi a andar de bicicleta. A mesma pracinha, o pequeno chafariz de antes agora era um vaso gigante, cheio de plantas e flores. Fiquei admirando minha casa, que parecia desabitada.
Me aproximei dela e vejo, com surpresa, a avó de um amigo que eu tinha naquele lugar. Vovó Tita, lembrei que ele a chamava. A senhora me olhou por uns segundos e disse que as pessoas que moravam ali chegavam mais tarde. Cheguei na porta dela e a cumprimentei. No começo, ela estranhou muito um homem de terno e gravata chamá-la pelo apelido que os netos usavam e cumprimentá-la tão educadamente. Quando mencionei que fui vizinho dela há 30 anos, filho da Dona Fulana e do Seu Sicrano, ela me cumprimentou super simpática, abrindo a porta e me convidando pra entrar. Mesmo depois de tantos anos desde que fomos embora, ela se lembrava muito bem da minha mãe, que tinha visto ela grávida. Segundo ela, minha mãe era muito nova quando me teve, e ela mesma até já tinha trocado minhas fraldas uma vez. Lembramos quando eu brincava com o neto dela, que também já não morava na cidade. Ela lembrava que a gente arrancava as plantas, quando brincávamos de soldados, cavando a terra e deixando tudo sujo.
A senhora morava sozinha. O marido dela, militar, tinha morrido uns 20 anos atrás, e ela vivia da pensão que o governo dava. Foi uma conversa muito agradável e gostosa por quase meia hora. O sol estava se pondo perto das 8 da noite, era verão. Falei pra ela que ia deixar ela fazer as coisas dela, mas ela não me deixou ir sem antes me acompanhar pra tomar um chá. Como não tinha nada pra fazer, fiquei com ela pra fazer companhia. Até agora, talvez pra muitos não dê pra ver o lado sexual ou safado da minha história. Mas pra quem me conhece, "não existe mulher feia na vida, nem buceta que não mereça ser coberta". Desde que ela me cumprimentou, meus olhos grudaram naquelas tetonas da coroa. É verdade que, por um lado, tava na minha cabeça relembrar os velhos tempos de infância, mas depois de um tempo conversando, já me imaginava sozinho, numa cidade onde ninguém me conhecia, aquela coroa de uns 62 anos com umas tetas impressionantes… hmm… a mente de um homem tão tarado como eu começa a viajar rápido… e de quebra, ainda economizava a hospedagem…
Pra vocês terem uma ideia, vou descrever minha futura vítima como uma avó normal, uns 62 anos mais ou menos, pele morena, de óculos. Cabelo castanho com alguns fios brancos, curto e liso, 1,57 de altura, gordinha, obviamente com uma barriguinha, onde descansavam duas tetas protuberantes, carnudas e lindas. De rabo, pra que vamos mentir, bem grande, já imaginava ela de quatro com aquele rabo empinado. As pernas, no tamanho certo pro corpo dela. Grossas, até com umas varizes, que não me incomodavam nada, considerando a idade dela e o resto do corpo.
Usando minha simpatia e lábia de sempre (sou vendedor), caí nas graças da coroa, falando de vários assuntos, como o cachorrinho dela, as características da raça, as várias plantas que ela tinha, o neto dela, meu amigo, etc. etc., mas sempre dando umas olhadas safadas pras tetas dela que balançavam debaixo de um vestido fino de uma peça só. Me fazendo de humilde, e sempre naquela de relembrar os velhos tempos, pedi pra ela me mostrar o quintal da casa dela, onde 30 anos atrás eu tinha brincado com o neto. A coroa me levou toda contente. me mostrar uma grande variedade de plantas, às vezes segurando meu braço, que de propósito roçava disfarçadamente no contorno dos peitos dela.
Lá pelas 9 da noite, eu disse que agradecia muito por ela me receber na casa dela, mas que infelizmente, mesmo não querendo, precisava ir procurar um hotel pra passar a noite. Ela também ficou com pena de eu ter que fazer isso, já que tinha curtido muito minha visita e, enquanto me perguntava onde eu podia me hospedar, tentando puxar a conversa pra que ela me oferecesse a casa dela, como o pessoal dessas cidades pequenas costuma fazer, fomos caminhando até o portão da rua. Já tinha escurecido e a gente ainda continuava batendo papo. Num tom simpático, falei que tinha sido muito agradável a visita à casa dela, e que ia sair pra procurar um hotel, e pedir uma bebidinha no quarto pra depois dormir. A coroa me perguntou se eu queria provar um ponche que ela fazia e, vendo uma chance de continuar com minha estratégia, aceitei encantado.
No portão da casa dela, sentado num banco do jardim, a velhinha trouxe dois copos que a gente bebeu admirando as estrelas, falando do meu trabalho e comentando como a noite estava quente. Elogiando o ponche dela, quando já não tinha quase nada no meu copo, ela muito educadamente me perguntou se eu queria mais um. Falei brincando se ela queria me embebedar pra abusar de mim, o que fez ela dar muita risada e voltar com outro copo. De novo toquei no assunto do hotel e, finalmente, saiu a pergunta que eu esperava há um tempão.Sabe?... Tenho um quarto que meu filho usa quando vem me visitar, tá pronto. Se quiser, pode ficar aqui.
— Como assim, cê tá louco? Não quero incomodar a senhora, já foi tão gentil, não vou abusar.
— Não é incômodo nenhum.
— Mas como vou ficar aqui se sou um completo estranho?
— Como assim, estranho? Você é filho da Carmencita. Conheci você quando era bebê. É como hospedar meu próprio neto.
— Juro, não quero causar nenhum transtorno.
— Não, menino, que isso? Nenhum.
— A senhora tem certeza que não incomoda?
— Não, de jeito nenhum. Além do mais, já é tarde pra você ficar rodando por aí procurando onde dormir.
— Sério mesmo?
— Tô falando sério.
— Bom, então muito obrigado pelo convite. Até porque tô meio sem grana.
— Nem se fala mais nisso, você fica. Se quiser, pode guardar o carro aqui dentro pra não acontecer nada.
— Tá bem, mas com uma condição.
— Qual?
— Que a senhora prometa que não vai abusar de mim.
— Kkkkk, que engraçadinho você é.A senhora me passou a chave do portão do jardim dela e falou que enquanto eu estacionava o carro, ia dar uma arrumada no quarto. Falei que ia comprar umas coisas e voltava num instante. Entrei no carro e fui até o boteco mais perto. Comprei cigarros, um chocolate grande e uma garrafa de bebida, voltando pra casa da minha inesperada anfitriã.
Já com o carro estacionado dentro da casa, entreguei o chocolate pela hospitalidade dela, que agradeceu toda carinhosa, dizendo que amava chocolate e se surpreendeu ao me ver com a garrafa. Falei que era pra gente tomar mais um gole e continuar conversando.
Servi dois copos e sentamos de novo no banco do jardim dela, admirando a noite. Levantei pra acender um cigarro. Ela falou que isso era um vício e eu disse que sim, que além desse eu tinha outro vício. Quando ela perguntou qual, falei que era mulher mais velha. Ela riu de novo, dizendo que fazia tempo que não recebia tantos elogios. Mas até aí não percebia nada da parte dela, nem sinal de que podia rolar. A conversa continuou, às vezes, sentado do lado dela, eu colocava a mão na perna dela, mas ela levava numa boa. Levantei pra servir mais um gole pra ela, que não queria beber, mas depois de insistir, consegui que tomasse e depois um terceiro copo.
Como vocês sabem, álcool e sexo andam de mãos dadas, e a coroa, que não tava acostumada a beber, com a brisa suave do verão, fez o efeito esperado e as risadas dela foram aumentando cada vez mais. Ela falou pra gente entrar e, quando tentou se levantar, percebeu o estado de embriaguez. Morrendo de rir, se apoiou no meu braço reclamando que tinha passado da conta com a bebida e que tava completamente tonta. Aproveitando a situação, peguei ela pela cintura e levei pra dentro de casa. Minhas brincadeiras continuavam, falando o que as vizinhas iam pensar ao ver ela entrar naquele estado e com um completo estranho. Ainda por cima, rindo, ela acrescentou: "jovem e bonitão". Finalmente, a senhora começava a morder a isca.
Ainda segurando meu braço para se firmar, me disse que de tanto rir, tinha dado vontade de ir ao banheiro. Com um tom galante e safado, falei que a levaria e acompanharia para ela não cair. Ela, rindo, disse que eu era muito pilantra, e eu, continuando com os elogios, falei que era a companhia dela que me deixava assim, abraçando-a mais forte. Ela, achando graça em tudo que eu dizia, me fez acompanhá-la até a porta do banheiro, e eu, brincando que a deixaria sentada no vaso, fazia ela rir ainda mais.
No fim, deixei a avó no banheiro e fui para a sala, passando a mão por cima da calça na pica enorme que tinha endurecido, imaginando estar com ela. Ela saiu do banheiro, se apoiando na parede, e em vez de se sentar no sofá, se deixou cair. Eu, já com muita confiança, continuei provocando, dizendo que aquela noite a gente ia passar o maior tesão juntos, e ela ria, achando que era brincadeira, até que me disse que se eu continuasse assim, ela ia acabar acreditando.
Era minha chance, e eu jogaria tudo ou nada. No máximo, levaria um fora da mulher, sabia onde estavam as chaves do portão, pegaria meu carro e iria para um hotel se desse merda.
Em tom de brincadeira, falei que o que eu dizia era verdade e que há tempo os peitos dela me deixavam louco. Ela ria e dizia que eu estava passando dos limites, mas quando sentiu minha mão apertar uma das tetas dela, ao contrário do que eu pensava, em vez de reclamar ou me rejeitar, a veterana foi acalmando a risada e deixou que eu a tocasse. Elogiando o tamanho e a beleza dos peitos dela, continuei apertando, beijando-os suavemente por cima do vestido, sentindo que a risada tinha acabado completamente e, em vez disso, pequenos suspiros saíam da boca dela. Suavemente, sem assustá-la, continuei meu trabalho, puxando-a pela cintura e colando ela em mim.
Fiquei um bom tempo nisso, enquanto a avó não conseguia acreditar no que estava acontecendo, se deixando levar, respirando pesado. Desabotoando um a um os botões do vestido dela pra ir mais além, tudo devagar. Finalmente a peguei com os peitos quase de fora, com um sutiã gigante que tentava segurar aquelas massas enormes de carne. Com minhas duas mãos, consegui finalmente liberar um dos seus lindos peitos, que foram imediatamente sugados pela minha boca, soltando um.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.OH meu menino, que gostoso.Como um bebê, continuei chupando aqueles mamilos pretos e enormes, do tamanho das tetas dela, fazendo eles endurecerem e mudarem de tamanho visivelmente. A vovó Tita, deitada no sofá, toda entregue com uma das tetas de fora e as pernas abertas, se deixava tocar por aquele jovem desconhecido, que começava a enfiar uma das mãos por baixo do vestido dela, acariciando a perna e levando a mão até a intimidade dela.
Minha mão foi avançando até bater na calcinha dela, acariciando de leve, sentindo através do tecido uma moita de pelos bem grossa. A vovó recebeu o contato da minha mão com um gemido forte e juntou as pernas, prendendo minha mão ali.
Levando minha outra mão pra ajudar, consegui que a velhota separasse as pernas e comecei a masturbar ela devagar, vendo como ela, de olhos fechados e cabeça jogada pra trás, recebia com prazer minhas carícias, sentindo a calcinha dela molhando com o contato dos meus dedos.
A vovó não fazia nada, só se deixava tocar. Peguei uma das mãos dela e coloquei em cima da minha calça. Ela começou a esfregar forte o meu pacote, sentindo o volume que se escondia debaixo do tecido. Eu mesmo libertei meu pau da prisão dele, colocando de novo a mão da minha parceira em cima dele, e quando ela sentiu, soltou algo num gemido que não consegui entender. A mão dela mal apertava, mas me masturbava devagar. Ficamos um bom tempo nos tocando. Tinha a noite toda pra me aproveitar da vovó e não queria apressar o momento.
Falei pra ela irmos pro quarto dela. Ajudei ela a levantar e entramos no quarto, onde ela pediu pra eu apagar a luz e acender o abajur da mesinha. Parado atrás dela, com a baixa estatura dela, comecei a apalpar as tetas dela por trás, enquanto ela empinava aquele rabão pra trás e se deixava acariciar. Terminei desabotoando o vestido todo dela, que caiu até os pés. Com as tetas dela de fora, terminei de tirar o sutiã, deixando ela de pé, quase Completamente nua, só com uma calcinha grande tampando o corpo dela. Dona Tita estava excitada, mas com medo. Fazia muitos anos que ninguém a via nua, ainda mais um jovem, mas mesmo assim ela seguia todas as instruções e se deixava guiar.
Tirei toda a minha roupa, fiquei só de cueca, mandei ela sentar na cama, aproximei meu pacote do rosto dela e pedi pra ela baixar minha cueca. O rosto enrugado dela, com uma mistura de nervosismo, tesão e vergonha, lentamente pegou minha roupa e, depois de um segundo pra se decidir, baixou, deixando meu pau duro e cheio de veias a poucos centímetros do rosto dela. Pedi pra ela pegar, e ela obedeceu. Começou a me masturbar bem devagar, olhando cada detalhe da minha rola, acariciando de cima a baixo bem suave. Pedi pra ela colocar na boca, mas ela não quis. Em vez disso, levei até o rosto dela e comecei a esfregar contra ele, passando de bochecha em bochecha, descendo pelo queixo, pelo pescoço, sempre me masturbando devagar com os olhos fechados e respirando pela boca. Era muito excitante ver a coroa passando minha rola por todo o rosto dela, mas sem levar à boca. Com certeza ela tinha nojo, e eu não queria forçar nada, por enquanto.
Peguei os peitos dela e meti a rola entre eles, apertando bem forte. Era inacreditável o tamanho dos peitos dessa mulher. Depois ela mesma pegou neles e prendeu minha rola contra os peitos. Deitei ela na cama e tirei a última peça de roupa dela. Com os olhos fechados, se deixou despir por esse desconhecido, mostrando o corpo nu pro olhar desse tarado.
Me joguei nela e comecei a chupar desesperadamente aquelas tetonas enormes, enfiando a cabeça entre elas, chupando aqueles bicos pretos e grandes com força, metendo eles inteiros na minha boca, dando muito prazer pra coroa, enquanto minha rola roçava na moita peluda da barriga dela.
Os peitos da vovó Tita me deixava louco. Eu apertava ela com força, chupava com gosto até me colocar por cima dela, sem apoiar todo o peso do meu corpo, pra meter meu pau de novo entre aquelas massas de carne fabulosas e começar a me masturbar com elas. Tita, de olhos fechados, não fazia objeção nenhuma aos meus desejos. Deitada de costas, com aquele jovem por cima dela, respirava ofegante, de boca aberta. Era hora de enfiar na boca dela, mas de novo a rejeição a essa prática de sexo oral fazia ela desviar o roto toda vez que meu pau roçava nos lábios dela.
Comecei a beijar os peitos dela de novo e, dessa vez, continuei descendo. Ela tentava impedir que eu fosse mais pra baixo, mas não conseguiu me parar. Fechou as pernas pra evitar que minha cabeça se metesse entre elas, mas os esforços foram em vão, porque com um pouco de força consegui abrir as pernas dela, deixando na minha frente uma buceta de lábios carnudos, coroada por uma mata abundante, vermelha e molhada. Minha língua não demorou a se enfiar naquela cavidade úmida, fazendo a dona Tita juntar as pernas, me apertando com elas, e com as mãos tentando me tirar dali. Ofegante, ela dizia que não, com certeza ninguém nunca tinha feito aquilo com o corpo dela antes, e depois de um tempinho resistindo, ela se deixou levar, embora não muito convencida. De vez em quando tentava me tirar dali, mas minha língua não parava de bisbilhotar aquela parte do corpo dela, deixando ela cada vez mais molhada.
Já tava pronta pra ser penetrada. Me coloquei por cima dela de novo, e dessa vez, com as mãos acariciando a bunda grande dela, fui encaixando meu pau até sentir a umidade da buceta dela na ponta, tava no caminho certo. Fazendo um pouco de pressão, meu pau entrou no corpo dela, mas causando um pouco de dor. Talvez muitos anos sem usar aquela parte tivessem feito ela fechar, mas depois de algumas tentativas, sempre com cuidado pra não machucar, de repente a buceta buceta se abre por completo e eu chego até o fundo da sua caverna molhada. Comecei a foder ela devagar, vendo seu rosto mais enrugado, aceitando meu pau dentro do corpo dela.
Só com as pernas abertas e os peitões caídos pros lados, a coroa se deixava comer sem fazer força nenhuma. Os braços dela estavam largados e o rosto enrugado, mas feliz, deixava toda minha carne entrar uma vez atrás da outra. Eu perguntava se ela tava gostando e ela só balançava a cabeça que sim, como se estivesse concentrada no que tava rolando.
Virei de costas e peguei ela pra sentar em cima de mim. Sempre de olhos fechados, a coroa seguiu minhas instruções e se ajeitou no meu pau, começando a descer devagar. Parece que assim entrou ainda mais fundo, porque ela reclamou de uma dorzinha, mas aguentou firme até a buceta velha se encaixar direitinho em mim. Nessa posição, os peitões dela batiam na minha cara a cada estocada que eu dava, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela, movendo ela no meu ritmo. Ela, de olhos fechados e boca aberta, gemia baixinho de prazer. Nossos movimentos não eram brutos, sempre suaves, mas num ritmo constante. Eram de longe os peitos mais grandes que já vi na vida e eu não parei um segundo de chupar eles.
Mas a vovó não aguentou muito tempo nessa posição, reclamando de uma dorzinha no quadril, então mudei de posição e coloquei ela de costas pra mim, colado no corpo dela, tentei meter por trás, mas o tamanhão da bunda dela não deixou. Coloquei ela de quatro e fiquei uns segundos admirando o tamanho daquele rabo. Minhas mãos apalhavam descaradamente, separando as nádegas enormes enquanto ela escondia o rosto no travesseiro, se sentindo invadida na privacidade dela. De novo, minha boca foi parar em lugares que escandalizaram ela, mas não teve jeito, ela teve que aceitar minhas carícias com a boca. Isso já foi demais pro corpinho dela, e sentindo meu Língua entrando e saindo da zona genital dela, os gemidos aumentaram consideravelmente e, sem aguentar mais, o orgasmo dela veio longo e demorado, gemendo e contraindo a pélvis, quase fazendo ela chorar.
Eu, ainda sem gozar, montei nela e a penetrei nessa posição, fazendo com que o prazer dela não acabasse. O corpo dela já não aguentava mais receber prazer e ela me pediu para parar. Eu, doente de tesão, propus que sairia de lá, em troca de receber da parte dela e da boca dela a mesma atenção que eu tinha dado. Não restou a ela senão aceitar. Deitando ao lado dela, fiquei uns minutos recuperando o fôlego. Ela se deitou ao meu lado, sorridente, feliz, satisfeita. Com o rosto colado no meu peito e a mão dela lentamente me masturbando, tentava criar coragem para o que vinha. Depois de muito insistir para que ela cumprisse a parte dela do trato, a cabeça dela desceu até meu pau, e deu um beijo tímido na ponta, se afastando na hora. Um segundo e um terceiro beijo foram parar no mesmo lugar, e já no quarto, senti meu pau encontrar na boca dela um refúgio molhado. A boca dela começou a chupar lentamente meu pau, ainda não muito convencida do que estava fazendo, até que depois de um tempo já se acostumou com a ideia e começou a gozar sentindo aquela dureza dentro da boca. Sentia a língua dela percorrer meu pau do começo ao fim, roçar na bochecha dela, para depois meter de novo na boca, sentindo a cada instante a língua dela. O boquete no começo muito ruim, aos poucos foi se transformando numa chupada espetacular, onde, seguindo minhas instruções, ela apertava minhas bolas sem parar de chupar. Ela só pedia que eu não gozasse na boca dela e que avisasse quando fosse gozar. Por mais que eu curtisse e me concentrasse em gozar, os movimentos da boca dela eram muito suaves, então pedi que ela me emprestasse os peitos lindos dela para eu gozar. Se virando de lado, ajeitamos meu pau naquelas grandes carnes mamárias dela, e agora eu, fodendo o peito dela, depois de um tempo, com a cabeça da minha velha amante no meu estômago, comecei a gozar abundantemente, gemendo forte pra motivar ela. Ela recebeu minha descarga se apertando mais contra mim, ficando com os peitos encharcados de porra, que também espalhou pelo pescoço dela. Exausto de prazer, fiquei largado de costas, enquanto a Dona Tita continuava acariciando meu pau com carinho, já mole e todo molhado, brincando com meu gozo.
Já tinha terminado meu dia de trabalho e precisava ficar aqui mais um dia. Sem saber o que fazer, comecei a andar pela cidadezinha e nada melhor do que visitar o que tinha sido meu lar. Não foi difícil achar a vila onde, 30 anos atrás, aprendi a andar de bicicleta. A mesma pracinha, o pequeno chafariz de antes agora era um vaso gigante, cheio de plantas e flores. Fiquei admirando minha casa, que parecia desabitada.
Me aproximei dela e vejo, com surpresa, a avó de um amigo que eu tinha naquele lugar. Vovó Tita, lembrei que ele a chamava. A senhora me olhou por uns segundos e disse que as pessoas que moravam ali chegavam mais tarde. Cheguei na porta dela e a cumprimentei. No começo, ela estranhou muito um homem de terno e gravata chamá-la pelo apelido que os netos usavam e cumprimentá-la tão educadamente. Quando mencionei que fui vizinho dela há 30 anos, filho da Dona Fulana e do Seu Sicrano, ela me cumprimentou super simpática, abrindo a porta e me convidando pra entrar. Mesmo depois de tantos anos desde que fomos embora, ela se lembrava muito bem da minha mãe, que tinha visto ela grávida. Segundo ela, minha mãe era muito nova quando me teve, e ela mesma até já tinha trocado minhas fraldas uma vez. Lembramos quando eu brincava com o neto dela, que também já não morava na cidade. Ela lembrava que a gente arrancava as plantas, quando brincávamos de soldados, cavando a terra e deixando tudo sujo.
A senhora morava sozinha. O marido dela, militar, tinha morrido uns 20 anos atrás, e ela vivia da pensão que o governo dava. Foi uma conversa muito agradável e gostosa por quase meia hora. O sol estava se pondo perto das 8 da noite, era verão. Falei pra ela que ia deixar ela fazer as coisas dela, mas ela não me deixou ir sem antes me acompanhar pra tomar um chá. Como não tinha nada pra fazer, fiquei com ela pra fazer companhia. Até agora, talvez pra muitos não dê pra ver o lado sexual ou safado da minha história. Mas pra quem me conhece, "não existe mulher feia na vida, nem buceta que não mereça ser coberta". Desde que ela me cumprimentou, meus olhos grudaram naquelas tetonas da coroa. É verdade que, por um lado, tava na minha cabeça relembrar os velhos tempos de infância, mas depois de um tempo conversando, já me imaginava sozinho, numa cidade onde ninguém me conhecia, aquela coroa de uns 62 anos com umas tetas impressionantes… hmm… a mente de um homem tão tarado como eu começa a viajar rápido… e de quebra, ainda economizava a hospedagem…
Pra vocês terem uma ideia, vou descrever minha futura vítima como uma avó normal, uns 62 anos mais ou menos, pele morena, de óculos. Cabelo castanho com alguns fios brancos, curto e liso, 1,57 de altura, gordinha, obviamente com uma barriguinha, onde descansavam duas tetas protuberantes, carnudas e lindas. De rabo, pra que vamos mentir, bem grande, já imaginava ela de quatro com aquele rabo empinado. As pernas, no tamanho certo pro corpo dela. Grossas, até com umas varizes, que não me incomodavam nada, considerando a idade dela e o resto do corpo.
Usando minha simpatia e lábia de sempre (sou vendedor), caí nas graças da coroa, falando de vários assuntos, como o cachorrinho dela, as características da raça, as várias plantas que ela tinha, o neto dela, meu amigo, etc. etc., mas sempre dando umas olhadas safadas pras tetas dela que balançavam debaixo de um vestido fino de uma peça só. Me fazendo de humilde, e sempre naquela de relembrar os velhos tempos, pedi pra ela me mostrar o quintal da casa dela, onde 30 anos atrás eu tinha brincado com o neto. A coroa me levou toda contente. me mostrar uma grande variedade de plantas, às vezes segurando meu braço, que de propósito roçava disfarçadamente no contorno dos peitos dela.
Lá pelas 9 da noite, eu disse que agradecia muito por ela me receber na casa dela, mas que infelizmente, mesmo não querendo, precisava ir procurar um hotel pra passar a noite. Ela também ficou com pena de eu ter que fazer isso, já que tinha curtido muito minha visita e, enquanto me perguntava onde eu podia me hospedar, tentando puxar a conversa pra que ela me oferecesse a casa dela, como o pessoal dessas cidades pequenas costuma fazer, fomos caminhando até o portão da rua. Já tinha escurecido e a gente ainda continuava batendo papo. Num tom simpático, falei que tinha sido muito agradável a visita à casa dela, e que ia sair pra procurar um hotel, e pedir uma bebidinha no quarto pra depois dormir. A coroa me perguntou se eu queria provar um ponche que ela fazia e, vendo uma chance de continuar com minha estratégia, aceitei encantado.
No portão da casa dela, sentado num banco do jardim, a velhinha trouxe dois copos que a gente bebeu admirando as estrelas, falando do meu trabalho e comentando como a noite estava quente. Elogiando o ponche dela, quando já não tinha quase nada no meu copo, ela muito educadamente me perguntou se eu queria mais um. Falei brincando se ela queria me embebedar pra abusar de mim, o que fez ela dar muita risada e voltar com outro copo. De novo toquei no assunto do hotel e, finalmente, saiu a pergunta que eu esperava há um tempão.Sabe?... Tenho um quarto que meu filho usa quando vem me visitar, tá pronto. Se quiser, pode ficar aqui.
— Como assim, cê tá louco? Não quero incomodar a senhora, já foi tão gentil, não vou abusar.
— Não é incômodo nenhum.
— Mas como vou ficar aqui se sou um completo estranho?
— Como assim, estranho? Você é filho da Carmencita. Conheci você quando era bebê. É como hospedar meu próprio neto.
— Juro, não quero causar nenhum transtorno.
— Não, menino, que isso? Nenhum.
— A senhora tem certeza que não incomoda?
— Não, de jeito nenhum. Além do mais, já é tarde pra você ficar rodando por aí procurando onde dormir.
— Sério mesmo?
— Tô falando sério.
— Bom, então muito obrigado pelo convite. Até porque tô meio sem grana.
— Nem se fala mais nisso, você fica. Se quiser, pode guardar o carro aqui dentro pra não acontecer nada.
— Tá bem, mas com uma condição.
— Qual?
— Que a senhora prometa que não vai abusar de mim.
— Kkkkk, que engraçadinho você é.A senhora me passou a chave do portão do jardim dela e falou que enquanto eu estacionava o carro, ia dar uma arrumada no quarto. Falei que ia comprar umas coisas e voltava num instante. Entrei no carro e fui até o boteco mais perto. Comprei cigarros, um chocolate grande e uma garrafa de bebida, voltando pra casa da minha inesperada anfitriã.
Já com o carro estacionado dentro da casa, entreguei o chocolate pela hospitalidade dela, que agradeceu toda carinhosa, dizendo que amava chocolate e se surpreendeu ao me ver com a garrafa. Falei que era pra gente tomar mais um gole e continuar conversando.
Servi dois copos e sentamos de novo no banco do jardim dela, admirando a noite. Levantei pra acender um cigarro. Ela falou que isso era um vício e eu disse que sim, que além desse eu tinha outro vício. Quando ela perguntou qual, falei que era mulher mais velha. Ela riu de novo, dizendo que fazia tempo que não recebia tantos elogios. Mas até aí não percebia nada da parte dela, nem sinal de que podia rolar. A conversa continuou, às vezes, sentado do lado dela, eu colocava a mão na perna dela, mas ela levava numa boa. Levantei pra servir mais um gole pra ela, que não queria beber, mas depois de insistir, consegui que tomasse e depois um terceiro copo.
Como vocês sabem, álcool e sexo andam de mãos dadas, e a coroa, que não tava acostumada a beber, com a brisa suave do verão, fez o efeito esperado e as risadas dela foram aumentando cada vez mais. Ela falou pra gente entrar e, quando tentou se levantar, percebeu o estado de embriaguez. Morrendo de rir, se apoiou no meu braço reclamando que tinha passado da conta com a bebida e que tava completamente tonta. Aproveitando a situação, peguei ela pela cintura e levei pra dentro de casa. Minhas brincadeiras continuavam, falando o que as vizinhas iam pensar ao ver ela entrar naquele estado e com um completo estranho. Ainda por cima, rindo, ela acrescentou: "jovem e bonitão". Finalmente, a senhora começava a morder a isca.
Ainda segurando meu braço para se firmar, me disse que de tanto rir, tinha dado vontade de ir ao banheiro. Com um tom galante e safado, falei que a levaria e acompanharia para ela não cair. Ela, rindo, disse que eu era muito pilantra, e eu, continuando com os elogios, falei que era a companhia dela que me deixava assim, abraçando-a mais forte. Ela, achando graça em tudo que eu dizia, me fez acompanhá-la até a porta do banheiro, e eu, brincando que a deixaria sentada no vaso, fazia ela rir ainda mais.
No fim, deixei a avó no banheiro e fui para a sala, passando a mão por cima da calça na pica enorme que tinha endurecido, imaginando estar com ela. Ela saiu do banheiro, se apoiando na parede, e em vez de se sentar no sofá, se deixou cair. Eu, já com muita confiança, continuei provocando, dizendo que aquela noite a gente ia passar o maior tesão juntos, e ela ria, achando que era brincadeira, até que me disse que se eu continuasse assim, ela ia acabar acreditando.
Era minha chance, e eu jogaria tudo ou nada. No máximo, levaria um fora da mulher, sabia onde estavam as chaves do portão, pegaria meu carro e iria para um hotel se desse merda.
Em tom de brincadeira, falei que o que eu dizia era verdade e que há tempo os peitos dela me deixavam louco. Ela ria e dizia que eu estava passando dos limites, mas quando sentiu minha mão apertar uma das tetas dela, ao contrário do que eu pensava, em vez de reclamar ou me rejeitar, a veterana foi acalmando a risada e deixou que eu a tocasse. Elogiando o tamanho e a beleza dos peitos dela, continuei apertando, beijando-os suavemente por cima do vestido, sentindo que a risada tinha acabado completamente e, em vez disso, pequenos suspiros saíam da boca dela. Suavemente, sem assustá-la, continuei meu trabalho, puxando-a pela cintura e colando ela em mim.
Fiquei um bom tempo nisso, enquanto a avó não conseguia acreditar no que estava acontecendo, se deixando levar, respirando pesado. Desabotoando um a um os botões do vestido dela pra ir mais além, tudo devagar. Finalmente a peguei com os peitos quase de fora, com um sutiã gigante que tentava segurar aquelas massas enormes de carne. Com minhas duas mãos, consegui finalmente liberar um dos seus lindos peitos, que foram imediatamente sugados pela minha boca, soltando um.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.OH meu menino, que gostoso.Como um bebê, continuei chupando aqueles mamilos pretos e enormes, do tamanho das tetas dela, fazendo eles endurecerem e mudarem de tamanho visivelmente. A vovó Tita, deitada no sofá, toda entregue com uma das tetas de fora e as pernas abertas, se deixava tocar por aquele jovem desconhecido, que começava a enfiar uma das mãos por baixo do vestido dela, acariciando a perna e levando a mão até a intimidade dela.
Minha mão foi avançando até bater na calcinha dela, acariciando de leve, sentindo através do tecido uma moita de pelos bem grossa. A vovó recebeu o contato da minha mão com um gemido forte e juntou as pernas, prendendo minha mão ali.
Levando minha outra mão pra ajudar, consegui que a velhota separasse as pernas e comecei a masturbar ela devagar, vendo como ela, de olhos fechados e cabeça jogada pra trás, recebia com prazer minhas carícias, sentindo a calcinha dela molhando com o contato dos meus dedos.
A vovó não fazia nada, só se deixava tocar. Peguei uma das mãos dela e coloquei em cima da minha calça. Ela começou a esfregar forte o meu pacote, sentindo o volume que se escondia debaixo do tecido. Eu mesmo libertei meu pau da prisão dele, colocando de novo a mão da minha parceira em cima dele, e quando ela sentiu, soltou algo num gemido que não consegui entender. A mão dela mal apertava, mas me masturbava devagar. Ficamos um bom tempo nos tocando. Tinha a noite toda pra me aproveitar da vovó e não queria apressar o momento.
Falei pra ela irmos pro quarto dela. Ajudei ela a levantar e entramos no quarto, onde ela pediu pra eu apagar a luz e acender o abajur da mesinha. Parado atrás dela, com a baixa estatura dela, comecei a apalpar as tetas dela por trás, enquanto ela empinava aquele rabão pra trás e se deixava acariciar. Terminei desabotoando o vestido todo dela, que caiu até os pés. Com as tetas dela de fora, terminei de tirar o sutiã, deixando ela de pé, quase Completamente nua, só com uma calcinha grande tampando o corpo dela. Dona Tita estava excitada, mas com medo. Fazia muitos anos que ninguém a via nua, ainda mais um jovem, mas mesmo assim ela seguia todas as instruções e se deixava guiar.
Tirei toda a minha roupa, fiquei só de cueca, mandei ela sentar na cama, aproximei meu pacote do rosto dela e pedi pra ela baixar minha cueca. O rosto enrugado dela, com uma mistura de nervosismo, tesão e vergonha, lentamente pegou minha roupa e, depois de um segundo pra se decidir, baixou, deixando meu pau duro e cheio de veias a poucos centímetros do rosto dela. Pedi pra ela pegar, e ela obedeceu. Começou a me masturbar bem devagar, olhando cada detalhe da minha rola, acariciando de cima a baixo bem suave. Pedi pra ela colocar na boca, mas ela não quis. Em vez disso, levei até o rosto dela e comecei a esfregar contra ele, passando de bochecha em bochecha, descendo pelo queixo, pelo pescoço, sempre me masturbando devagar com os olhos fechados e respirando pela boca. Era muito excitante ver a coroa passando minha rola por todo o rosto dela, mas sem levar à boca. Com certeza ela tinha nojo, e eu não queria forçar nada, por enquanto.
Peguei os peitos dela e meti a rola entre eles, apertando bem forte. Era inacreditável o tamanho dos peitos dessa mulher. Depois ela mesma pegou neles e prendeu minha rola contra os peitos. Deitei ela na cama e tirei a última peça de roupa dela. Com os olhos fechados, se deixou despir por esse desconhecido, mostrando o corpo nu pro olhar desse tarado.
Me joguei nela e comecei a chupar desesperadamente aquelas tetonas enormes, enfiando a cabeça entre elas, chupando aqueles bicos pretos e grandes com força, metendo eles inteiros na minha boca, dando muito prazer pra coroa, enquanto minha rola roçava na moita peluda da barriga dela.
Os peitos da vovó Tita me deixava louco. Eu apertava ela com força, chupava com gosto até me colocar por cima dela, sem apoiar todo o peso do meu corpo, pra meter meu pau de novo entre aquelas massas de carne fabulosas e começar a me masturbar com elas. Tita, de olhos fechados, não fazia objeção nenhuma aos meus desejos. Deitada de costas, com aquele jovem por cima dela, respirava ofegante, de boca aberta. Era hora de enfiar na boca dela, mas de novo a rejeição a essa prática de sexo oral fazia ela desviar o roto toda vez que meu pau roçava nos lábios dela.
Comecei a beijar os peitos dela de novo e, dessa vez, continuei descendo. Ela tentava impedir que eu fosse mais pra baixo, mas não conseguiu me parar. Fechou as pernas pra evitar que minha cabeça se metesse entre elas, mas os esforços foram em vão, porque com um pouco de força consegui abrir as pernas dela, deixando na minha frente uma buceta de lábios carnudos, coroada por uma mata abundante, vermelha e molhada. Minha língua não demorou a se enfiar naquela cavidade úmida, fazendo a dona Tita juntar as pernas, me apertando com elas, e com as mãos tentando me tirar dali. Ofegante, ela dizia que não, com certeza ninguém nunca tinha feito aquilo com o corpo dela antes, e depois de um tempinho resistindo, ela se deixou levar, embora não muito convencida. De vez em quando tentava me tirar dali, mas minha língua não parava de bisbilhotar aquela parte do corpo dela, deixando ela cada vez mais molhada.
Já tava pronta pra ser penetrada. Me coloquei por cima dela de novo, e dessa vez, com as mãos acariciando a bunda grande dela, fui encaixando meu pau até sentir a umidade da buceta dela na ponta, tava no caminho certo. Fazendo um pouco de pressão, meu pau entrou no corpo dela, mas causando um pouco de dor. Talvez muitos anos sem usar aquela parte tivessem feito ela fechar, mas depois de algumas tentativas, sempre com cuidado pra não machucar, de repente a buceta buceta se abre por completo e eu chego até o fundo da sua caverna molhada. Comecei a foder ela devagar, vendo seu rosto mais enrugado, aceitando meu pau dentro do corpo dela.
Só com as pernas abertas e os peitões caídos pros lados, a coroa se deixava comer sem fazer força nenhuma. Os braços dela estavam largados e o rosto enrugado, mas feliz, deixava toda minha carne entrar uma vez atrás da outra. Eu perguntava se ela tava gostando e ela só balançava a cabeça que sim, como se estivesse concentrada no que tava rolando.
Virei de costas e peguei ela pra sentar em cima de mim. Sempre de olhos fechados, a coroa seguiu minhas instruções e se ajeitou no meu pau, começando a descer devagar. Parece que assim entrou ainda mais fundo, porque ela reclamou de uma dorzinha, mas aguentou firme até a buceta velha se encaixar direitinho em mim. Nessa posição, os peitões dela batiam na minha cara a cada estocada que eu dava, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela, movendo ela no meu ritmo. Ela, de olhos fechados e boca aberta, gemia baixinho de prazer. Nossos movimentos não eram brutos, sempre suaves, mas num ritmo constante. Eram de longe os peitos mais grandes que já vi na vida e eu não parei um segundo de chupar eles.
Mas a vovó não aguentou muito tempo nessa posição, reclamando de uma dorzinha no quadril, então mudei de posição e coloquei ela de costas pra mim, colado no corpo dela, tentei meter por trás, mas o tamanhão da bunda dela não deixou. Coloquei ela de quatro e fiquei uns segundos admirando o tamanho daquele rabo. Minhas mãos apalhavam descaradamente, separando as nádegas enormes enquanto ela escondia o rosto no travesseiro, se sentindo invadida na privacidade dela. De novo, minha boca foi parar em lugares que escandalizaram ela, mas não teve jeito, ela teve que aceitar minhas carícias com a boca. Isso já foi demais pro corpinho dela, e sentindo meu Língua entrando e saindo da zona genital dela, os gemidos aumentaram consideravelmente e, sem aguentar mais, o orgasmo dela veio longo e demorado, gemendo e contraindo a pélvis, quase fazendo ela chorar.
Eu, ainda sem gozar, montei nela e a penetrei nessa posição, fazendo com que o prazer dela não acabasse. O corpo dela já não aguentava mais receber prazer e ela me pediu para parar. Eu, doente de tesão, propus que sairia de lá, em troca de receber da parte dela e da boca dela a mesma atenção que eu tinha dado. Não restou a ela senão aceitar. Deitando ao lado dela, fiquei uns minutos recuperando o fôlego. Ela se deitou ao meu lado, sorridente, feliz, satisfeita. Com o rosto colado no meu peito e a mão dela lentamente me masturbando, tentava criar coragem para o que vinha. Depois de muito insistir para que ela cumprisse a parte dela do trato, a cabeça dela desceu até meu pau, e deu um beijo tímido na ponta, se afastando na hora. Um segundo e um terceiro beijo foram parar no mesmo lugar, e já no quarto, senti meu pau encontrar na boca dela um refúgio molhado. A boca dela começou a chupar lentamente meu pau, ainda não muito convencida do que estava fazendo, até que depois de um tempo já se acostumou com a ideia e começou a gozar sentindo aquela dureza dentro da boca. Sentia a língua dela percorrer meu pau do começo ao fim, roçar na bochecha dela, para depois meter de novo na boca, sentindo a cada instante a língua dela. O boquete no começo muito ruim, aos poucos foi se transformando numa chupada espetacular, onde, seguindo minhas instruções, ela apertava minhas bolas sem parar de chupar. Ela só pedia que eu não gozasse na boca dela e que avisasse quando fosse gozar. Por mais que eu curtisse e me concentrasse em gozar, os movimentos da boca dela eram muito suaves, então pedi que ela me emprestasse os peitos lindos dela para eu gozar. Se virando de lado, ajeitamos meu pau naquelas grandes carnes mamárias dela, e agora eu, fodendo o peito dela, depois de um tempo, com a cabeça da minha velha amante no meu estômago, comecei a gozar abundantemente, gemendo forte pra motivar ela. Ela recebeu minha descarga se apertando mais contra mim, ficando com os peitos encharcados de porra, que também espalhou pelo pescoço dela. Exausto de prazer, fiquei largado de costas, enquanto a Dona Tita continuava acariciando meu pau com carinho, já mole e todo molhado, brincando com meu gozo.
4 comentários - Vovó Tita Gostosa
Amo a las veteranas
Tuve un par de amigas parecidas de 78 y 83 años hermosas y lo que mas me gustaba era llenarles la boca
Buenisimo, gracias
Gus
Una continuación por favor......
Muy buena la historia